O mais triste de tudo é que amo profundamente meu marido, e ao ver que o prenderam, fiquei desesperada. Tudo começou quando um suposto amigo do meu esposo apareceu com a história de que tinha o negócio do século. Eu, só de olhar para a cara dele e o jeito como falava de milhões, já percebi que era um golpista vulgar. Mas o Ricardo ficou até ofendido quando eu disse o que achava do amigo dele. No fim, quem estava certa era eu: o amigão dele e o tal negócio de milhões não passaram de um golpe. E adivinha quem foi o único idiota que colocou o nome no meio? Pois é, o trouxa do Ricardo. Por isso, ele foi o primeiro a ser preso. Isso foi numa segunda-feira de manhã, tiraram ele do apartamento de cueca, porque ele tinha acabado de se levantar.
Eu não fazia a menor ideia do que tinham feito com ele, então, antes de sair procurando um advogado para nos ajudar, fui até a delegacia onde ele estava detido para investigação. Para ser sincera, cheguei no quartel e já vi ele na hora. O agente responsável pelo caso, muito cavalheiro, até deixou eu falar com o Ricardo, que até aquele momento achava que tudo não passava de um erro enorme. Além de me pedir para levar umas roupas, ele me pediu para falar com o Nacin, o amigão dele. Disse que o tal Nacin ia esclarecer tudo. Obediente, fiz o que ele pediu: tentei ligar para o amigo dele, mas foi totalmente inútil. Falei isso para ele quando levei as roupas.
Já estava indo embora da minha segunda visita quando o Ricardo lembrou que a mãe do Nacin morava numa mansão. Falei para ele dar essa informação para a polícia, mas ele se recusou. Fiquei tentada a dar o endereço, mas, para não desobedecer meu marido, fiquei quieta. Quando cheguei na casa da mãe do Nacin, por sorte, foi ele quem eu vi antes de fechar a porta. Parece que ele chegou bem naquele instante, mas de óculos escuros e um chapéu de aba larga. pra que ninguém o reconhecesse. Então não me restou outra opção a não ser parar e falar comigo. Mal abriu a boca, percebi que estava mentindo, embora não tenha dito nada, ele jurou que foi tudo um mal-entendido, e todas as histórias de estrada que podia inventar naquele momento. Saí daquela casa com a firme convicção de que, se o deixasse nas mãos do tal Nacin, Ricardo passaria um bom tempo na cadeia. Ao voltar para a delegacia, o oficial atencioso que me recebera nas vezes anteriores disse simplesmente que eu não podia mais ver meu marido, e que ele não se metería em problemas por minha causa. Dando a entender que antes tinha sido tão complacente comigo e eu, no entanto, não agradecia de forma alguma. Não entendi a que ele se referia quando disse aquelas palavras, reconheço que fiquei bem nervosa ao ouvi-lo dizer que não podia ver meu marido de novo. Foi quando ele se levantou da cadeira e se aproximou de mim a ponto de me encostar na parede e disse que, se eu não colaborasse, seria muito difícil ajudar meu esposo. Imediatamente, ele me pegou pelo queixo e, olhando nos meus olhos, perguntou se eu tinha entendido. Respondi quase na hora que sim, embora na verdade estivesse mais do que confusa com o jeito dele agir. A resposta dele foi imediata, aproveitando que estávamos sozinhos no escritório, ele disse: "Agora não tenho tempo, nem é o lugar adequado, eu tenho seu endereço. Esta noite, quando sair do meu plantão, passo na sua casa para a gente acertar isso." Senti as mãos dele apertando meus peitos por cima do tecido do meu vestido, e especialmente meus mamilos. Naquele instante, tive vontade de começar a gritar que nem uma louca e fazer uma confusão. Mas, embora eu não tenha me formado na universidade, sei muito bem que isso no final prejudicaria meu marido. Então, engolindo minha dignidade, esbocei um sorriso bobo. Digamos que fechei o acordo, no fim das Cabo, o que eu queria mesmo era ver meu marido com urgência. Quando finalmente trouxeram o Ricardo na minha frente, assustado como nunca tinha visto antes, ele me disse pra fazer de tudo pra tirar ele daquela merda, quase chorando me pediu pra dar um jeito de falar com um advogado e convencer ele a representar ele, sem ligar pro custo. Quando lembrei ele de dar o endereço do Nacin, ele recusou na hora, me dizendo que o tal Nacin tinha muitos contatos e que se ele entregasse ele, com certeza não saía vivo daquele lugar. Da delegacia, fui pro primeiro escritório de advogados que achei, que depois de ouvir minha história, simplesmente me falaram que não atendiam casos criminais, e foi a mesma merda com o segundo, o terceiro e mais outros até que finalmente achei um que aceitava representar meu marido, mas com a condição de que depois a gente conversava sobre os honorários. Já mais tranquila, voltei pra delegacia, e através do meu amigo policial mandei essa informação pro meu marido, logo depois ele foi levado pro tribunal pra lerem as acusações. Como não tínhamos nem pra pagar a fiança, não consegui tirar ele na hora, então o Ricardo teve que passar quase duas semanas preso na cadeia onde levaram ele naquela mesma noite. Eu, toda desolada, quando voltei pra casa, a verdade é que até tinha esquecido as palavras do agente que investigava o caso. Se tivesse lembrado, nem sequer teria aberto a porta do meu apartamento. Mas na minha confusão mental, quando tava tomando um banho pra me acalmar, ao ouvir a campainha tocar, peguei meu roupão na hora e, sem pensar em quem podia ser, fui até a porta e abri sem nem parar pra perguntar quem era. Quando abri a porta e encontrei o agente Rivera, fiquei paralisada, sem a menor ideia do que fazer. Naquele exato instante, ao ver ele, lembrei do compromisso que ele me fez fazer com ele, para que me deixasse ver meu marido. Acho que devia ter fechado a porta na hora, mas como minhas reações são tão lentas, ele entrou sem eu convidar e já fechou a porta atrás de si. Quando ele disse, "assim que gosto de ser recebido, recém-saída do banho", foi que caí na real de novo. Por uns instantes pensei em como me livrar daquele cara, mas pelo jeito que ele me olhava, soube que isso seria algo quase impossível. Tentei desviar a atenção dele, mas foi totalmente inútil, eu tentava distraí-lo falando sobre o caso, mas ele simplesmente não dava a mínima para o que eu dizia, foi se aproximando devagar de mim, enquanto eu do mesmo jeito comecei a recuar, até que ele me encurralou contra a porta do quarto. Nessa hora, já tinha a boca dele na minha, e o corpo dele colado no meu. Embora eu tenha resistido muito, parece que não foi o suficiente, já que no fim ele me dominou. Tanto a língua dele quanto as mãos dele entraram em contato com minha pele, senti os lábios dele e os meus se unindo, enquanto as duas mãos dele, com uma rapidez danada, deslizaram para dentro do meu roupão. Eu estava apavorada, senti minha respiração parar sem eu poder fazer nada, minhas forças pareciam ter me abandonado de vez, eu não conseguia nem evitar que ele me beijasse. Na pior hora, quando ele me apertava com o corpo dele contra a porta do meu quarto, a porta se abriu. Por uns segundos curtos, ele parou de me beijar, mas sem parar de me tocar, enquanto dava uma olhada dentro do quarto, na mesma hora olhou pra mim de novo e, sorrindo sem se afastar do meu corpo, me levou até a cama. Rivera continuou me beijando sem parar, as mãos dele, com uma habilidade inexplicável, me tiraram o roupão, e eu fiquei completamente nua na frente dele. Naquele momento, talvez pela vergonha que senti de estar assim, pelada na frente dele, finalmente consegui reagir, me recusando a deixar ele continuar beijando e tocando meu corpo todo, mas já era Bem tarde, eu sentia o pau duro dele por baixo do tecido da calça, completamente duro. Tentei me soltar dos braços dele, mas acho que só fiz ele ficar mais excitado ainda, porque de repente, ele colocou as mãos nos meus ombros e, me pressionando com força, me obrigou a me ajoelhar na frente dele. Em seguida, ele tirou o pau da calça e, sem perder tempo, mandou eu chupar ele. Eu ainda resistindo bastante, me recusava a fazer aquela porcaria, quando ele disse: "Seu marido está esperando ser transferido dentro do presídio. Se por acaso o relatório se perder junto com o de algum tarado, vão mandar ele para os calabouços da justiça profunda, onde, com certeza, por mais que ele grite, esperneie e jure que nunca tocou em nenhuma menina, ele vai deixar de ser um senhorzinho." As palavras dele me deixaram gelada, e o medo do meu marido acabar sendo abusado sexualmente ou morto por um monte de bandidos fez com que eu parasse de resistir às ordens que o Rivera me dava. Então, resignada e submissa, coloquei o pau dele dentro da minha boca. Enquanto o pau dele começava a penetrar minha boca, o Rivera continuou falando, me dizendo o que fazer. A verdade é que até ânsia de vômito eu tive, mas o medo dele se vingar do Ricardo me fez me esforçar para me controlar. Por um bom tempo, senti o pau duro e quente dele entrando e saindo da minha boca, meus lábios apertavam ele, e minha saliva escorria pelo meu queixo. Em alguns momentos, ele colocava as mãos na minha cabeça, acelerando os movimentos, mas logo parava e me obrigava a continuar chupando devagar. Até que de repente, ele tirou o pau da minha boca e disse: "Agora quero ter o prazer de meter em você, puta. Outra hora você chupa ele todo de novo." Eu não sabia na hora o que ele queria dizer com "todo", mas depois entendi, quando ele me obrigou a chupar de novo, que o que ele queria era gozar dentro. da minha boca. Mas antes disso, ele me pegou pelos braços, me levantou do chão de forma brusca, e na mesma hora me empurrou na minha cama, onde mal caí, ele abriu minhas pernas. Colocou o corpo dele sobre o meu e na mesma hora enfiou o pau duro dentro da minha buceta. Eu fiquei paralisada, não conseguia acreditar, mas quase que de imediato comecei a sentir algo que nunca tinha sentido na vida, mesmo contra minha vontade, eu estava na minha própria cama com outro homem que não era meu marido, e o que mais me deixava confusa naquela hora era que, apesar de tudo, eu estava gostando. Não sei como nem por que comecei a mexer minha bunda no mesmo ritmo que ele me penetrava e tirava o pau da minha buceta, que em questão de segundos já estava bem lubrificada. Era inacreditável o que se passava na minha mente: por um lado, odiava o que ele estava me fazendo, mas por outro, estava adorando intensamente, a ponto de falar coisas que nunca tinha dito nem pro meu próprio marido. Eu tava pedindo pro Rivera meter mais forte, enfiar até o fundo, não parar. Enquanto eu, enlouquecida, repetia essas palavras sem parar, Rivera continuava metendo e tirando o pau da minha buceta molhada, e falando: "Desde que te vi pela primeira vez, soube que você era uma putona de buceta bem quente." As palavras dele não soaram como insulto; as coisas que ele continuou dizendo me excitavam ainda mais, coisas tipo: "Se você se veste como uma puta, anda como uma puta, cheira como uma puta, fala e olha como uma puta, chupa como uma puta e na cama se mexe como uma puta, o que você é?" E eu, como se tivesse dito algo engraçado, enquanto mexia minha bunda com tudo, respondi sorrindo: "Bom, sou sua puta." Com tanta excitação, tive vários orgasmos, coisa que nunca tinha acontecido na minha vida, nem com meu marido. Fiquei toda exausta, largada na cama com as pernas completamente abertas e minha buceta quente. escorrendo, enquanto eu via Rivera limpando o pau dele com meu roupão. De repente, sem dizer nada, ele me pegou pelo cabelo e aproximou o pau dele do meu rosto. Na hora eu já sabia quais eram as intenções dele, e mesmo que minutos antes eu tivesse achado tão nojento ter que chupar ele, assim que o pau dele ficou ao alcance dos meus dedos, algo dentro de mim me fez querer chupar com uma vontade do caralho, então eu coloquei na boca e, sem parar, comecei a chupar uma vez e outra. Na hora senti o pau dele inchar dentro da minha boca. Fiquei um bom tempo mamando, chupando e até mordiscando. Até que finalmente consegui fazer ele gozar de novo, e como ele tinha dito, completamente dentro da minha boca. Depois disso, Rivera foi embora rindo e me dizendo que a gente ia se ver de novo e que eu não me preocupasse com meu marido, que não ia acontecer nada com ele. Assim que ele saiu, me senti extremamente suja, como era possível que eu não só tivesse transado com aquele homem, mas também tivesse gostado tanto e, pra piorar, na mesma cama do meu marido. Mas na hora pensei que tinha feito tudo aquilo por amor ao Ricardo, senão eu pouco me importaria com o que fosse acontecer com ele na cadeia. Durante as duas semanas que meu marido ficou preso, Rivera me visitou várias vezes, e inevitavelmente a gente repetia mais ou menos as mesmas coisas, com algumas pequenas variações. Mas no final eu sempre acabava me sentindo mal por um lado, enquanto por outro lado me sentia muito satisfeita e feliz pelo sacrifício que fazia pelo meu marido. Mas se tudo tivesse ficado só na minha relação com Rivera, talvez eu tivesse ficado quieta, mas quando na semana fui visitar o Ricardo na cadeia, a primeira coisa que encontro é que pra passar pra onde ele tava, eu tinha que passar por uma revista íntima. Eu não sabia na hora, mas no meu caso não era necessário, já que eu não teria contato físico com meu marido, mas quem não sabe é como quem não vê, e foi isso que aconteceu comigo. A oficial de custódia que me revistou o corpo inteiro, assim que me viu, falou com os colegas e depois se aproximou de mim, mandando eu segui-la, o que eu, inocente, fiz até uma sala nos fundos, que parecia mais um consultório médico — falo isso por causa da maca e outras coisas que vi. Assim que entrei, ela mandou eu me despir completamente, o que eu, por desconhecimento, fiz sem nenhuma reserva, sem saber que aquilo era um ato ilegal da parte dela. Bom, quando terminei de tirar o vestido, fiquei de calcinha e sutiã, esperando que ela revistasse a roupa e minha bolsa, mas de repente ela disse: "Tira tudo, que tenho que fazer uma inspeção visual e tátil na sua área genital." Comecei a reclamar, quando ela me empurrou na maca e falou de um jeito grosso: "Se não se deixar examinar, não pode ver seu homem, então já sabe. Além disso, se não esconde nada dentro da sua buceta, não tem o que temer." Mesmo meio irritada com o tratamento tão sem consideração, acabei obedecendo. Depois que tirei minha roupa íntima, a oficial de custódia mandou eu subir na maca e colocar os pés nos estribos, igual quando vou no ginecologista. A verdade é que me senti indignada, mas se eu queria ver o Ricardo, tinha que passar por aquilo, pensei na hora. Ela calçou umas luvas de látex e começou a examinar toda a minha vulva, mas de um jeito que nem meu ginecologista nunca fez. Devagar, foi apalpando com os dedos as paredes da minha vulva, e com suavidade começou a enfiar os dedos dentro do meu corpo. No começo, ainda me sentia meio desconfortável, mas em poucos segundos, a voz grossa e mal-educada dela mudou para uma voz meiga e doce, que falava baixinho pra eu relaxar. Um dos dedos começou a brincar com meu clitóris, mas de um jeito tão gostoso que, em vez de reclamar, escapou um gemido profundo. Suspiro, e quase de imediato ela me surpreendeu, quando senti diretamente sobre meu clitóris já inchado a boca dela chupando ele. Inutilmente fiz um pequeno esforço para afastar o rosto dela da minha buceta, mas os dedos dela continuavam me acariciando por dentro, a ponto de eu, involuntariamente, ter começado a gostar de tudo que a oficial fazia com a boca e com os dedos. Então, sem perceber, comecei a mover minha cintura conforme sentia a língua dela tocando minha carne.
Não sei realmente quanto tempo ela ficou me mamando, lambendo e chupando toda a minha buceta. Mas depois de um bom tempo, senti que ela tinha parado, e ao levantar a cabeça para ver o que tinha acontecido, me deparei com a oficial de custódia, que com certeza, enquanto me lambia toda, foi tirando a saia do uniforme, assim como a calcinha. Depois fiquei sabendo que ela se chama Irma. Bom, Irma subiu em cima do meu corpo, e eu estava tão ansiosa para que ela continuasse fazendo aquilo em mim, que quando vi a buceta dela na minha cara, não hesitei nem um segundo em também começar a chupá-la, do mesmo jeito que ela voltava a fazer em mim.
Diferente de mim, ela depila a buceta completamente, enquanto eu sempre deixei um formato de coração. Na minha vida, nunca tinha tido relação íntima com nenhuma outra mulher, mas foi tão, tão bom, gostei tanto, tanto, que nem pensei no meu marido, nem no que eu deveria estar fazendo naquele lugar, durante o resto do tempo que passei com a Irma dentro daquela sala. Antes de terminarmos, nos beijamos ardentemente por um bom tempo, enquanto ela continuava enfiando os dedos dentro de mim, até que as duas chegamos ao nosso respectivo clímax.
Depois de me vestir e arrumar meio que o cabelo, a Irma me disse, bem autoritária, que se eu quisesse ver meu marido sem problema nenhum, teria que fazer tudo que ela mandasse. Então, na próxima vez... que eu fosse visitar o Ricardo, primeiro tinha que entrar direto naquele lugar, pra não levantar suspeitas. Foi assim que vi o Ricardo por uns poucos minutos através de um vidro e a gente conversou sobre todas as providências que eu tinha tomado pra conseguir soltá-lo. Quando finalmente saí da visita ao meu marido, me senti meio estranha, a verdade é que aquelas relações que eu tinha tido com a agente de custódia me fizeram duvidar da minha própria sexualidade. Por um lado, eu tinha adorado o que a Irma e eu estávamos fazendo, mas me sentia culpada por estar aproveitando daquele jeito, enquanto meu pobre marido continuava preso. Nas vezes seguintes que fui visitar meu marido, a Irma sempre me revistava. A gente curtia aquilo intimamente, até que na quarta vez, quando entrei direto como ela tinha me orientado, comecei a tirar toda a minha roupa. Assim que ela entrou, notei que ela estava meio estranha, mas não dei muita importância. Então, na hora, terminei de tirar toda a roupa, mas naquele dia a Irma estava usando botas e calças como parte do uniforme. Então, em vez de se despir como de costume, ela se dedicou a chupar minha buceta do jeito mais gostoso do mundo. Eu estava tão empolgada com o que a Irma fazia com a boca dela, que nem percebi que outros dois oficiais de custódia entraram na sala. Só quando ela parou de chupar minha buceta foi que eu abri os olhos e me deparei com os dois na minha frente. A Irma, assim que recebeu ordem, saiu da sala. Um deles, o de maior patente, me disse: "Bem, sua puta, agora você vai saber o que é bom de verdade." Na minha vida, nunca me senti tão envergonhada. Eu estava toda nua, com as pernas bem abertas, e com toda a minha buceta escorrendo a saliva da Irma. Comecei a gaguejar, enquanto com uma das mãos escondia minha buceta molhada e com a outra tentava pegar minha roupa. Mas meus movimentos foram inúteis; aquele mesmo oficial me pegou pela mão e disse: ou você colabora com a gente, ou você e sua amiguinha vão passar muito mal, sem contar o que seu marido vai sentir quando descobrir que a mulher dele é lésbica. Fiquei entre a espada e a parede, porque pelo jeito que aquele cara falou comigo e o olhar que ele e o parceiro dele me deram, soube exatamente do que estavam falando. Nem pensar em recusar, porque isso significaria que a Irma com certeza perderia o emprego e seria exposta para todo mundo. Eu, por minha vez, não conseguiria mais olhar nos olhos do Ricardo, já que ele seria o primeiro a saber. Mais uma vez, resignada e submissa, me vi obrigada a deixar que eles se satisfizessem com meu corpo. Quando não tive mais escolha e aceitei, parei de resistir. Enquanto um deles fechava a porta por dentro, o outro tirou a calça e, em seguida, a cueca. Na mesma posição em que eu estava, ele se aproximou da minha buceta, com o pau duro entre os dedos, e na hora me penetrou. Não consegui controlar, as lágrimas escorriam de tão mal que eu me sentia, era inacreditável que isso estivesse acontecendo comigo e tão seguido, e pra piorar, não com um, mas com dois homens ao mesmo tempo. Minha buceta estava super bem lubrificada por causa do que a Irma tinha feito comigo minutos antes. Pouco depois de sentir o pau daquele oficial de custódia entrando e saindo da minha buceta, algo roçou meu rosto. Instintivamente, abri os olhos e me deparei com o pau do outro a poucos centímetros da minha cara. Só de ver, já sabia o que ele esperava que eu fizesse, então, mesmo não sendo muito fã de chupar pau, abri a boca resignada e em segundos senti o membro quente e duro do outro guarda deslizando entre meus lábios. As mãos grossas dos dois tocavam todos os cantos do meu corpo de forma viciosa. Enquanto isso, eu tentava não pensar em nada, mas não sou de ferro, porque meu desejo, no começo... era terminar o mais rápido possível, mas rapidamente comecei a me sentir extremamente excitada, já que essa coisa de estar com dois homens ao mesmo tempo sempre foi uma fantasia secreta minha, ou melhor, desde que soube o que era ter uma verdadeira relação sexual. Além disso, a maneira tão especial como um deles enfiava os dedos dentro da minha buceta, enquanto empurrava o pau, e como o outro apalpava meus pezões duros, comecei a ficar louca de tesão. Se não fosse porque eu estava com a boca bem cheia com o pau do segundo, meus gemidos com certeza teriam sido ouvidos por toda aquela cadeia. De forma incontrolável, comecei a rebolar, enquanto ouvia eles se referirem a mim e à minha buceta e boca como as de uma verdadeira gostosa. Até quando puxavam alguns pelos da minha buceta meio depilada, ficava ainda mais excitada e chupava e me mexia com mais força. Era inacreditável que, a poucos passos do meu marido, eu estivesse deitada com aqueles dois oficiais e aproveitando tanto, pelo menos naqueles momentos. No meio daquela orgia improvisada, senti minha boca inteira se encher de porra do segundo homem que eu estava chupando, minha saliva e o esperma escorrendo pelo canto dos meus lábios, sem que isso me impedisse de continuar chupando o pau dele como uma desesperada. Ao sentir aquilo, quase na mesma hora tive um orgasmo incrível, enquanto o outro continuava enfiando e tirando quase todo o pau da minha buceta molhada, até que de repente acelerou os movimentos e finalmente parou, batendo repetidas vezes com o pau na minha buceta quente. Assim que eles se afastaram do meu corpo, me senti suja e usada de novo, quase chorando de tão mal que me sentia. Sim, é verdade que por um lado aproveitei pra caralho, mas por outro não parava de me sentir culpada por trair meu marido, e pensar que estava fazendo aquilo pelo bem dele não me consolava. Eles me deixaram em cima da maca, nua e escorrendo porra pela buceta e boca. Assim que aqueles dois Os desgraçados saíram, aí entrou a Irma me pedindo mil desculpas por tudo que tinha acontecido comigo. Não tive outra escolha senão me refugiar nos braços dela e continuar chorando até não aguentar mais. Naquele dia, não quis que meu marido me visse, achava que só de me olhar ele perceberia tudo que tinha passado, e eu não queria que ele sofresse. Então, assim que me lavei por cima e me vesti, saí correndo pra minha casa, onde continuei chorando desconsolada enquanto tomava banho, e depois, quando cheguei na cama, segui chorando até pegar no sono. Eu me sentia tão mal, tão mal por tudo que tinha acontecido comigo na cadeia, que decidi não ir à audiência onde meu marido seria formalmente acusado. Já lá fora, o advogado dele conseguiu acelerar o próximo passo, e, mesmo tendo reduzido a fiança, foi impossível pra mim pagar. Quando saí do tribunal, o advogado dele me disse que queria me ver à tarde no escritório dele. Quando cheguei, sem perder tempo, me colocou a par da realidade do caso do meu marido, dizendo: "A menos que aconteça um milagre, é muito provável que o Ricardo seja considerado culpado, porque tem uma evidência esmagadora contra ele, que só o juiz tem o poder de descartar." Eu, sem saber o que fazer, perguntei como ele poderia conseguir isso, e ele me respondeu: "Como a gente não tem capital suficiente pra pagar a fiança, vai ser impossível conseguir qualquer coisa." Não entendi o que o pagamento da fiança tinha a ver com isso, e quando perguntei, ele respondeu: "Simplesmente, uma vez paga a fiança, o comprovante é entregue ao juiz. Se seu marido saísse livre depois que ele descartasse a evidência contra ele, a gente nunca mais veria esse comprovante." Em outras palavras, é como se o juiz cobrasse esse dinheiro pra inocentar seu marido. Mas como você não tem dinheiro nem propriedades pra hipotecar, a outra alternativa é que ele se encontre pessoalmente com Sua Excelência. Já que existe a remota possibilidade de ele ouvir, se compadecer e decidir ignorar os méritos do caso, arquivando tudo e deixando seu marido livre. livre, mas não garanto nada. A verdade é que, graças ao advogado, consegui encontrar o endereço com muita facilidade e, seguindo a recomendação dele, fui depois das sete da noite. Eu tinha uma fé cega de que, se o Sr. Juiz ouvisse como enganaram meu marido, a justiça finalmente brilharia. Ao chegar, me surpreendi ao ver uma mansão enorme, mas além disso, parecia que tinha uma grande festa rolando. Embora tenha entrado com bastante facilidade, encontrar o Sr. Juiz quase me tomou a noite inteira, e conseguir falar com ele também levou um tempinho. Eu imaginava que o Juiz fosse um homem bem velho, mas não era nada disso, no máximo teria a mesma idade do Ricardo, só que mais alto. Mas ele estava sempre reunido com alguém, até que finalmente o pessoal começou a ir embora, e aí pude me aproximar e pedir para ele me deixar falar sobre o caso do meu marido. O Juiz me ouviu com atenção, enquanto a gente caminhava pela mansão gigante, até que chegamos no segundo andar, num quarto muito maior que o meu apartamento. Eu continuei contando todos os detalhes, até mesmo que o tal Nacin era de uma família bem rica e cheia da grana, que com certeza ele teria dinheiro pra pagar a fiança enorme que colocaram pro meu marido. Depois de me ouvir com calma, o Juiz me disse, enquanto me pegava pela cintura: "Pelo que vejo, você é muito apaixonada pelo seu marido". Eu, nervosa, respondi que sim, e ele continuou na mesma hora: "Bom, você quase me convenceu da inocência do seu marido, mas tem que me convencer do seu amor por ele. Me diz: o que você é capaz de fazer pela liberdade dele?" A pergunta me deixou confusa, achei que tudo que eu tinha dito já bastaria pro Ricardo sair livre, mas quando olhei bem no olhar dele, entendi o que o Sr. Juiz realmente queria. Por uns instantes, fiquei tentada a virar as costas e sair correndo daquele lugar, mas enquanto pensava nisso, lembrei na hora do O rosto do Ricardo me pedindo pra fazer de tudo pra tirar ele da cadeia me fez lembrar do que já tive que fazer com o Rivera, com a Irma e até com aqueles dois guardas da custódia. Pra que o Ricardo não sofresse tanto, então, se eu tivesse que dormir com o Juiz pra soltar meu marido, eu faria. Sem dizer uma palavra, e olhando pro chão, comecei a tirar o vestido que eu tava usando. Num certo momento, quando levantei o olhar, vi um sorriso na cara do Juiz, enquanto ele dizia: "uma ação vale mais que mil palavras". Eu tava disposta a tudo pelo Ricardo, até a ser usada de novo por outro homem. Quando meu vestido tocou o chão, o Juiz começou a se sentar numa poltrona confortável, de onde continuou me observando com atenção, me dizendo: "Isso tá muito bom, mas eu ia gostar de ver você tirando o resto da roupa de um jeito mais sensual e provocante." Embora eu seja meio lenta pra entender algumas instruções às vezes, essas eu entendi claramente. Então, aos poucos, continuei me livrando de toda a minha roupa íntima, enquanto improvisava uns movimentos que pareciam agradar ele. Quando finalmente fiquei completamente nua, de quatro, fui me aproximando de Sua Excelência, que com um olhar cheio de tesão não parava de me encarar. Na minha mente já tinha um plano: ia chegar perto dele, puxar o pau dele e masturbar até ele gozar, e assim acabava tudo. Mas como dizem, uma coisa pensa o burro — no meu caso, a burra — e outra coisa pensa quem vai montar. Quando puxei o pau dele duro pra fora da calça, o Juiz só me deixou mexer no cacete dele por um instante. Depois, na lata, me ordenou que eu começasse a chupar ele, coisa que eu odeio fazer, mas, dadas as circunstâncias, não tive escolha a não ser obedecer. O pau dele não era nada demais, algo normal, quase igual ao do meu marido. Minha boca cobriu ele quase na hora, e enquanto eu começava a chupar, as mãos dele foram parar na minha cabeça. Naquele instante, pensei comigo mesma: bom, assim que ele gozar, tudo acaba, mas não foi assim. O Juiz, em certo momento, mandou eu parar e me disse para sentar no chão na frente dele, abrir bem as pernas e começar a enfiar meus próprios dedos na minha buceta até ele mandar parar. Submissa, segui as ordens dele, e por um bom tempo não fiz nada além de enfiar os dedos na minha buceta na frente dele. No começo, devagar, mas com o passar do tempo, eu mesma fui ficando excitada e me movendo com mais força e velocidade, enfiando os dedos dentro do meu corpo. Já estava quase chegando a um orgasmo mixuruca quando o Juiz mandou eu ficar de quatro, virada para a porta. Inocente, obedeci, continuei tocando minha buceta de forma lasciva na frente dele até sentir as mãos dele nas minhas cadeiras e o pau dele diretamente no meu cu. Nunca tinham feito isso comigo na vida. Senti dolorosamente o pau dele atravessando meu esfíncter apertado, a dor que senti e o grito que soltei quase me fizeram desmaiar. As lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto o Juiz me apertava viciosamente contra o corpo dele. De repente, além daquela dor forte da penetração que ele tinha feito, senti uma queimação enorme numa das minhas nádegas, enquanto ele mandava eu mexer elas. E, apesar da dor intensa, comecei a fazer isso. Sentia o pau dele entrando e saindo sem parar de entre minhas nádegas apertadas, enquanto uma das mãos dele se enterrava brutalmente dentro da minha buceta. Com a boca, ele mordia todo o meu pescoço. Resumindo, não teve coisa que o Juiz não fez comigo naqueles momentos. Eu não parava de pensar que tudo aquilo, tudo que estava fazendo, era pelo Ricardo. Bom, é verdade que em certo momento aquela dor começou a parecer algo bem prazeroso. E minhas lágrimas de dor se transformaram em gemidos de prazer. Trocamos de posição um par de vezes, mas sem parar de... Enfiar no meu cu, em alguns momentos eu me deliciava vendo como o pau dele entrava e saía do meu cu, enquanto as mãos dele apertavam selvagemente meu clitóris. No dia seguinte, ao acordar, me encontrava sozinha deitada no jardim, sem nenhuma roupa, já que do quarto fomos pra piscina dele, onde chupei ele até cansar, enquanto fazia cada coisa absurda que ele mandava. Eu tava tipo no limbo, ao acordar vi que três homens mais velhos, com cara de jardineiros, se aproximaram. Quando vi eles, nem me preocupei em cobrir meu corpo pelado, os três me olhavam pasmos, até que, sei lá por que, eu dei um sorriso tentador enquanto me tocava de novo na minha buceta. Em pouquinho tempo, já tinha cada um deles enfiando o pau dentro dos buracos do meu corpo. Era como se fosse um sonho erótico, até que de repente percebi que tudo era real, não sabia o que tinha me feito agir daquele jeito, mas isso não impediu que aqueles três homens continuassem me enfiando por todos os lados. Fiquei finalmente largada na grama, suada, cansada, e escorrendo esperma por todas as partes do meu corpo. Quando acordei de novo, uma senhora uniformizada, empregada, me olhava com desprezo, sem falar nada apontou pra casa e, lá dentro, um banheiro pequeno onde me lavei. Minha roupa tava numa cadeira, junto com minha bolsa. Depois disso, ela me levou até a entrada e, quando saí, bateu a porta. Bom, meu marido foi solto, arquivaram todas as acusações, o Nacin foi preso e a fiança foi bem maior que a do meu esposo, mas, inexplicavelmente, o caso foi abafado. Ricardo passou vários dias sem querer falar comigo, até que, finalmente, quando foi buscar as roupas dele, contei detalhadamente tudo o que eu tinha feito por ele, claro, sem falar dos jardineiros, pelo menos na primeira vez que contei. Depois, sim, contei com todos os detalhes. Bom, não sei se ele me Perdoado ou não, mas o que eu sei é que desde aquele dia a gente tem o melhor relacionamento que jamais sonhamos ter. Enquanto vou contando tudo, sinto um tesão danado, e ele, me ouvindo com cada vez mais vontade, vai metendo, seja na minha buceta ou no meu cu. Quando não é eu chupando ele, e ele começa a me xingar do jeito que vem na cabeça, me chamando de puta ou gostosa, e às vezes até de vagabunda, coisa que me excita tanto que em certas ocasiões eu gozo várias vezes seguidas.
Eu não fazia a menor ideia do que tinham feito com ele, então, antes de sair procurando um advogado para nos ajudar, fui até a delegacia onde ele estava detido para investigação. Para ser sincera, cheguei no quartel e já vi ele na hora. O agente responsável pelo caso, muito cavalheiro, até deixou eu falar com o Ricardo, que até aquele momento achava que tudo não passava de um erro enorme. Além de me pedir para levar umas roupas, ele me pediu para falar com o Nacin, o amigão dele. Disse que o tal Nacin ia esclarecer tudo. Obediente, fiz o que ele pediu: tentei ligar para o amigo dele, mas foi totalmente inútil. Falei isso para ele quando levei as roupas.
Já estava indo embora da minha segunda visita quando o Ricardo lembrou que a mãe do Nacin morava numa mansão. Falei para ele dar essa informação para a polícia, mas ele se recusou. Fiquei tentada a dar o endereço, mas, para não desobedecer meu marido, fiquei quieta. Quando cheguei na casa da mãe do Nacin, por sorte, foi ele quem eu vi antes de fechar a porta. Parece que ele chegou bem naquele instante, mas de óculos escuros e um chapéu de aba larga. pra que ninguém o reconhecesse. Então não me restou outra opção a não ser parar e falar comigo. Mal abriu a boca, percebi que estava mentindo, embora não tenha dito nada, ele jurou que foi tudo um mal-entendido, e todas as histórias de estrada que podia inventar naquele momento. Saí daquela casa com a firme convicção de que, se o deixasse nas mãos do tal Nacin, Ricardo passaria um bom tempo na cadeia. Ao voltar para a delegacia, o oficial atencioso que me recebera nas vezes anteriores disse simplesmente que eu não podia mais ver meu marido, e que ele não se metería em problemas por minha causa. Dando a entender que antes tinha sido tão complacente comigo e eu, no entanto, não agradecia de forma alguma. Não entendi a que ele se referia quando disse aquelas palavras, reconheço que fiquei bem nervosa ao ouvi-lo dizer que não podia ver meu marido de novo. Foi quando ele se levantou da cadeira e se aproximou de mim a ponto de me encostar na parede e disse que, se eu não colaborasse, seria muito difícil ajudar meu esposo. Imediatamente, ele me pegou pelo queixo e, olhando nos meus olhos, perguntou se eu tinha entendido. Respondi quase na hora que sim, embora na verdade estivesse mais do que confusa com o jeito dele agir. A resposta dele foi imediata, aproveitando que estávamos sozinhos no escritório, ele disse: "Agora não tenho tempo, nem é o lugar adequado, eu tenho seu endereço. Esta noite, quando sair do meu plantão, passo na sua casa para a gente acertar isso." Senti as mãos dele apertando meus peitos por cima do tecido do meu vestido, e especialmente meus mamilos. Naquele instante, tive vontade de começar a gritar que nem uma louca e fazer uma confusão. Mas, embora eu não tenha me formado na universidade, sei muito bem que isso no final prejudicaria meu marido. Então, engolindo minha dignidade, esbocei um sorriso bobo. Digamos que fechei o acordo, no fim das Cabo, o que eu queria mesmo era ver meu marido com urgência. Quando finalmente trouxeram o Ricardo na minha frente, assustado como nunca tinha visto antes, ele me disse pra fazer de tudo pra tirar ele daquela merda, quase chorando me pediu pra dar um jeito de falar com um advogado e convencer ele a representar ele, sem ligar pro custo. Quando lembrei ele de dar o endereço do Nacin, ele recusou na hora, me dizendo que o tal Nacin tinha muitos contatos e que se ele entregasse ele, com certeza não saía vivo daquele lugar. Da delegacia, fui pro primeiro escritório de advogados que achei, que depois de ouvir minha história, simplesmente me falaram que não atendiam casos criminais, e foi a mesma merda com o segundo, o terceiro e mais outros até que finalmente achei um que aceitava representar meu marido, mas com a condição de que depois a gente conversava sobre os honorários. Já mais tranquila, voltei pra delegacia, e através do meu amigo policial mandei essa informação pro meu marido, logo depois ele foi levado pro tribunal pra lerem as acusações. Como não tínhamos nem pra pagar a fiança, não consegui tirar ele na hora, então o Ricardo teve que passar quase duas semanas preso na cadeia onde levaram ele naquela mesma noite. Eu, toda desolada, quando voltei pra casa, a verdade é que até tinha esquecido as palavras do agente que investigava o caso. Se tivesse lembrado, nem sequer teria aberto a porta do meu apartamento. Mas na minha confusão mental, quando tava tomando um banho pra me acalmar, ao ouvir a campainha tocar, peguei meu roupão na hora e, sem pensar em quem podia ser, fui até a porta e abri sem nem parar pra perguntar quem era. Quando abri a porta e encontrei o agente Rivera, fiquei paralisada, sem a menor ideia do que fazer. Naquele exato instante, ao ver ele, lembrei do compromisso que ele me fez fazer com ele, para que me deixasse ver meu marido. Acho que devia ter fechado a porta na hora, mas como minhas reações são tão lentas, ele entrou sem eu convidar e já fechou a porta atrás de si. Quando ele disse, "assim que gosto de ser recebido, recém-saída do banho", foi que caí na real de novo. Por uns instantes pensei em como me livrar daquele cara, mas pelo jeito que ele me olhava, soube que isso seria algo quase impossível. Tentei desviar a atenção dele, mas foi totalmente inútil, eu tentava distraí-lo falando sobre o caso, mas ele simplesmente não dava a mínima para o que eu dizia, foi se aproximando devagar de mim, enquanto eu do mesmo jeito comecei a recuar, até que ele me encurralou contra a porta do quarto. Nessa hora, já tinha a boca dele na minha, e o corpo dele colado no meu. Embora eu tenha resistido muito, parece que não foi o suficiente, já que no fim ele me dominou. Tanto a língua dele quanto as mãos dele entraram em contato com minha pele, senti os lábios dele e os meus se unindo, enquanto as duas mãos dele, com uma rapidez danada, deslizaram para dentro do meu roupão. Eu estava apavorada, senti minha respiração parar sem eu poder fazer nada, minhas forças pareciam ter me abandonado de vez, eu não conseguia nem evitar que ele me beijasse. Na pior hora, quando ele me apertava com o corpo dele contra a porta do meu quarto, a porta se abriu. Por uns segundos curtos, ele parou de me beijar, mas sem parar de me tocar, enquanto dava uma olhada dentro do quarto, na mesma hora olhou pra mim de novo e, sorrindo sem se afastar do meu corpo, me levou até a cama. Rivera continuou me beijando sem parar, as mãos dele, com uma habilidade inexplicável, me tiraram o roupão, e eu fiquei completamente nua na frente dele. Naquele momento, talvez pela vergonha que senti de estar assim, pelada na frente dele, finalmente consegui reagir, me recusando a deixar ele continuar beijando e tocando meu corpo todo, mas já era Bem tarde, eu sentia o pau duro dele por baixo do tecido da calça, completamente duro. Tentei me soltar dos braços dele, mas acho que só fiz ele ficar mais excitado ainda, porque de repente, ele colocou as mãos nos meus ombros e, me pressionando com força, me obrigou a me ajoelhar na frente dele. Em seguida, ele tirou o pau da calça e, sem perder tempo, mandou eu chupar ele. Eu ainda resistindo bastante, me recusava a fazer aquela porcaria, quando ele disse: "Seu marido está esperando ser transferido dentro do presídio. Se por acaso o relatório se perder junto com o de algum tarado, vão mandar ele para os calabouços da justiça profunda, onde, com certeza, por mais que ele grite, esperneie e jure que nunca tocou em nenhuma menina, ele vai deixar de ser um senhorzinho." As palavras dele me deixaram gelada, e o medo do meu marido acabar sendo abusado sexualmente ou morto por um monte de bandidos fez com que eu parasse de resistir às ordens que o Rivera me dava. Então, resignada e submissa, coloquei o pau dele dentro da minha boca. Enquanto o pau dele começava a penetrar minha boca, o Rivera continuou falando, me dizendo o que fazer. A verdade é que até ânsia de vômito eu tive, mas o medo dele se vingar do Ricardo me fez me esforçar para me controlar. Por um bom tempo, senti o pau duro e quente dele entrando e saindo da minha boca, meus lábios apertavam ele, e minha saliva escorria pelo meu queixo. Em alguns momentos, ele colocava as mãos na minha cabeça, acelerando os movimentos, mas logo parava e me obrigava a continuar chupando devagar. Até que de repente, ele tirou o pau da minha boca e disse: "Agora quero ter o prazer de meter em você, puta. Outra hora você chupa ele todo de novo." Eu não sabia na hora o que ele queria dizer com "todo", mas depois entendi, quando ele me obrigou a chupar de novo, que o que ele queria era gozar dentro. da minha boca. Mas antes disso, ele me pegou pelos braços, me levantou do chão de forma brusca, e na mesma hora me empurrou na minha cama, onde mal caí, ele abriu minhas pernas. Colocou o corpo dele sobre o meu e na mesma hora enfiou o pau duro dentro da minha buceta. Eu fiquei paralisada, não conseguia acreditar, mas quase que de imediato comecei a sentir algo que nunca tinha sentido na vida, mesmo contra minha vontade, eu estava na minha própria cama com outro homem que não era meu marido, e o que mais me deixava confusa naquela hora era que, apesar de tudo, eu estava gostando. Não sei como nem por que comecei a mexer minha bunda no mesmo ritmo que ele me penetrava e tirava o pau da minha buceta, que em questão de segundos já estava bem lubrificada. Era inacreditável o que se passava na minha mente: por um lado, odiava o que ele estava me fazendo, mas por outro, estava adorando intensamente, a ponto de falar coisas que nunca tinha dito nem pro meu próprio marido. Eu tava pedindo pro Rivera meter mais forte, enfiar até o fundo, não parar. Enquanto eu, enlouquecida, repetia essas palavras sem parar, Rivera continuava metendo e tirando o pau da minha buceta molhada, e falando: "Desde que te vi pela primeira vez, soube que você era uma putona de buceta bem quente." As palavras dele não soaram como insulto; as coisas que ele continuou dizendo me excitavam ainda mais, coisas tipo: "Se você se veste como uma puta, anda como uma puta, cheira como uma puta, fala e olha como uma puta, chupa como uma puta e na cama se mexe como uma puta, o que você é?" E eu, como se tivesse dito algo engraçado, enquanto mexia minha bunda com tudo, respondi sorrindo: "Bom, sou sua puta." Com tanta excitação, tive vários orgasmos, coisa que nunca tinha acontecido na minha vida, nem com meu marido. Fiquei toda exausta, largada na cama com as pernas completamente abertas e minha buceta quente. escorrendo, enquanto eu via Rivera limpando o pau dele com meu roupão. De repente, sem dizer nada, ele me pegou pelo cabelo e aproximou o pau dele do meu rosto. Na hora eu já sabia quais eram as intenções dele, e mesmo que minutos antes eu tivesse achado tão nojento ter que chupar ele, assim que o pau dele ficou ao alcance dos meus dedos, algo dentro de mim me fez querer chupar com uma vontade do caralho, então eu coloquei na boca e, sem parar, comecei a chupar uma vez e outra. Na hora senti o pau dele inchar dentro da minha boca. Fiquei um bom tempo mamando, chupando e até mordiscando. Até que finalmente consegui fazer ele gozar de novo, e como ele tinha dito, completamente dentro da minha boca. Depois disso, Rivera foi embora rindo e me dizendo que a gente ia se ver de novo e que eu não me preocupasse com meu marido, que não ia acontecer nada com ele. Assim que ele saiu, me senti extremamente suja, como era possível que eu não só tivesse transado com aquele homem, mas também tivesse gostado tanto e, pra piorar, na mesma cama do meu marido. Mas na hora pensei que tinha feito tudo aquilo por amor ao Ricardo, senão eu pouco me importaria com o que fosse acontecer com ele na cadeia. Durante as duas semanas que meu marido ficou preso, Rivera me visitou várias vezes, e inevitavelmente a gente repetia mais ou menos as mesmas coisas, com algumas pequenas variações. Mas no final eu sempre acabava me sentindo mal por um lado, enquanto por outro lado me sentia muito satisfeita e feliz pelo sacrifício que fazia pelo meu marido. Mas se tudo tivesse ficado só na minha relação com Rivera, talvez eu tivesse ficado quieta, mas quando na semana fui visitar o Ricardo na cadeia, a primeira coisa que encontro é que pra passar pra onde ele tava, eu tinha que passar por uma revista íntima. Eu não sabia na hora, mas no meu caso não era necessário, já que eu não teria contato físico com meu marido, mas quem não sabe é como quem não vê, e foi isso que aconteceu comigo. A oficial de custódia que me revistou o corpo inteiro, assim que me viu, falou com os colegas e depois se aproximou de mim, mandando eu segui-la, o que eu, inocente, fiz até uma sala nos fundos, que parecia mais um consultório médico — falo isso por causa da maca e outras coisas que vi. Assim que entrei, ela mandou eu me despir completamente, o que eu, por desconhecimento, fiz sem nenhuma reserva, sem saber que aquilo era um ato ilegal da parte dela. Bom, quando terminei de tirar o vestido, fiquei de calcinha e sutiã, esperando que ela revistasse a roupa e minha bolsa, mas de repente ela disse: "Tira tudo, que tenho que fazer uma inspeção visual e tátil na sua área genital." Comecei a reclamar, quando ela me empurrou na maca e falou de um jeito grosso: "Se não se deixar examinar, não pode ver seu homem, então já sabe. Além disso, se não esconde nada dentro da sua buceta, não tem o que temer." Mesmo meio irritada com o tratamento tão sem consideração, acabei obedecendo. Depois que tirei minha roupa íntima, a oficial de custódia mandou eu subir na maca e colocar os pés nos estribos, igual quando vou no ginecologista. A verdade é que me senti indignada, mas se eu queria ver o Ricardo, tinha que passar por aquilo, pensei na hora. Ela calçou umas luvas de látex e começou a examinar toda a minha vulva, mas de um jeito que nem meu ginecologista nunca fez. Devagar, foi apalpando com os dedos as paredes da minha vulva, e com suavidade começou a enfiar os dedos dentro do meu corpo. No começo, ainda me sentia meio desconfortável, mas em poucos segundos, a voz grossa e mal-educada dela mudou para uma voz meiga e doce, que falava baixinho pra eu relaxar. Um dos dedos começou a brincar com meu clitóris, mas de um jeito tão gostoso que, em vez de reclamar, escapou um gemido profundo. Suspiro, e quase de imediato ela me surpreendeu, quando senti diretamente sobre meu clitóris já inchado a boca dela chupando ele. Inutilmente fiz um pequeno esforço para afastar o rosto dela da minha buceta, mas os dedos dela continuavam me acariciando por dentro, a ponto de eu, involuntariamente, ter começado a gostar de tudo que a oficial fazia com a boca e com os dedos. Então, sem perceber, comecei a mover minha cintura conforme sentia a língua dela tocando minha carne.
Não sei realmente quanto tempo ela ficou me mamando, lambendo e chupando toda a minha buceta. Mas depois de um bom tempo, senti que ela tinha parado, e ao levantar a cabeça para ver o que tinha acontecido, me deparei com a oficial de custódia, que com certeza, enquanto me lambia toda, foi tirando a saia do uniforme, assim como a calcinha. Depois fiquei sabendo que ela se chama Irma. Bom, Irma subiu em cima do meu corpo, e eu estava tão ansiosa para que ela continuasse fazendo aquilo em mim, que quando vi a buceta dela na minha cara, não hesitei nem um segundo em também começar a chupá-la, do mesmo jeito que ela voltava a fazer em mim.
Diferente de mim, ela depila a buceta completamente, enquanto eu sempre deixei um formato de coração. Na minha vida, nunca tinha tido relação íntima com nenhuma outra mulher, mas foi tão, tão bom, gostei tanto, tanto, que nem pensei no meu marido, nem no que eu deveria estar fazendo naquele lugar, durante o resto do tempo que passei com a Irma dentro daquela sala. Antes de terminarmos, nos beijamos ardentemente por um bom tempo, enquanto ela continuava enfiando os dedos dentro de mim, até que as duas chegamos ao nosso respectivo clímax.
Depois de me vestir e arrumar meio que o cabelo, a Irma me disse, bem autoritária, que se eu quisesse ver meu marido sem problema nenhum, teria que fazer tudo que ela mandasse. Então, na próxima vez... que eu fosse visitar o Ricardo, primeiro tinha que entrar direto naquele lugar, pra não levantar suspeitas. Foi assim que vi o Ricardo por uns poucos minutos através de um vidro e a gente conversou sobre todas as providências que eu tinha tomado pra conseguir soltá-lo. Quando finalmente saí da visita ao meu marido, me senti meio estranha, a verdade é que aquelas relações que eu tinha tido com a agente de custódia me fizeram duvidar da minha própria sexualidade. Por um lado, eu tinha adorado o que a Irma e eu estávamos fazendo, mas me sentia culpada por estar aproveitando daquele jeito, enquanto meu pobre marido continuava preso. Nas vezes seguintes que fui visitar meu marido, a Irma sempre me revistava. A gente curtia aquilo intimamente, até que na quarta vez, quando entrei direto como ela tinha me orientado, comecei a tirar toda a minha roupa. Assim que ela entrou, notei que ela estava meio estranha, mas não dei muita importância. Então, na hora, terminei de tirar toda a roupa, mas naquele dia a Irma estava usando botas e calças como parte do uniforme. Então, em vez de se despir como de costume, ela se dedicou a chupar minha buceta do jeito mais gostoso do mundo. Eu estava tão empolgada com o que a Irma fazia com a boca dela, que nem percebi que outros dois oficiais de custódia entraram na sala. Só quando ela parou de chupar minha buceta foi que eu abri os olhos e me deparei com os dois na minha frente. A Irma, assim que recebeu ordem, saiu da sala. Um deles, o de maior patente, me disse: "Bem, sua puta, agora você vai saber o que é bom de verdade." Na minha vida, nunca me senti tão envergonhada. Eu estava toda nua, com as pernas bem abertas, e com toda a minha buceta escorrendo a saliva da Irma. Comecei a gaguejar, enquanto com uma das mãos escondia minha buceta molhada e com a outra tentava pegar minha roupa. Mas meus movimentos foram inúteis; aquele mesmo oficial me pegou pela mão e disse: ou você colabora com a gente, ou você e sua amiguinha vão passar muito mal, sem contar o que seu marido vai sentir quando descobrir que a mulher dele é lésbica. Fiquei entre a espada e a parede, porque pelo jeito que aquele cara falou comigo e o olhar que ele e o parceiro dele me deram, soube exatamente do que estavam falando. Nem pensar em recusar, porque isso significaria que a Irma com certeza perderia o emprego e seria exposta para todo mundo. Eu, por minha vez, não conseguiria mais olhar nos olhos do Ricardo, já que ele seria o primeiro a saber. Mais uma vez, resignada e submissa, me vi obrigada a deixar que eles se satisfizessem com meu corpo. Quando não tive mais escolha e aceitei, parei de resistir. Enquanto um deles fechava a porta por dentro, o outro tirou a calça e, em seguida, a cueca. Na mesma posição em que eu estava, ele se aproximou da minha buceta, com o pau duro entre os dedos, e na hora me penetrou. Não consegui controlar, as lágrimas escorriam de tão mal que eu me sentia, era inacreditável que isso estivesse acontecendo comigo e tão seguido, e pra piorar, não com um, mas com dois homens ao mesmo tempo. Minha buceta estava super bem lubrificada por causa do que a Irma tinha feito comigo minutos antes. Pouco depois de sentir o pau daquele oficial de custódia entrando e saindo da minha buceta, algo roçou meu rosto. Instintivamente, abri os olhos e me deparei com o pau do outro a poucos centímetros da minha cara. Só de ver, já sabia o que ele esperava que eu fizesse, então, mesmo não sendo muito fã de chupar pau, abri a boca resignada e em segundos senti o membro quente e duro do outro guarda deslizando entre meus lábios. As mãos grossas dos dois tocavam todos os cantos do meu corpo de forma viciosa. Enquanto isso, eu tentava não pensar em nada, mas não sou de ferro, porque meu desejo, no começo... era terminar o mais rápido possível, mas rapidamente comecei a me sentir extremamente excitada, já que essa coisa de estar com dois homens ao mesmo tempo sempre foi uma fantasia secreta minha, ou melhor, desde que soube o que era ter uma verdadeira relação sexual. Além disso, a maneira tão especial como um deles enfiava os dedos dentro da minha buceta, enquanto empurrava o pau, e como o outro apalpava meus pezões duros, comecei a ficar louca de tesão. Se não fosse porque eu estava com a boca bem cheia com o pau do segundo, meus gemidos com certeza teriam sido ouvidos por toda aquela cadeia. De forma incontrolável, comecei a rebolar, enquanto ouvia eles se referirem a mim e à minha buceta e boca como as de uma verdadeira gostosa. Até quando puxavam alguns pelos da minha buceta meio depilada, ficava ainda mais excitada e chupava e me mexia com mais força. Era inacreditável que, a poucos passos do meu marido, eu estivesse deitada com aqueles dois oficiais e aproveitando tanto, pelo menos naqueles momentos. No meio daquela orgia improvisada, senti minha boca inteira se encher de porra do segundo homem que eu estava chupando, minha saliva e o esperma escorrendo pelo canto dos meus lábios, sem que isso me impedisse de continuar chupando o pau dele como uma desesperada. Ao sentir aquilo, quase na mesma hora tive um orgasmo incrível, enquanto o outro continuava enfiando e tirando quase todo o pau da minha buceta molhada, até que de repente acelerou os movimentos e finalmente parou, batendo repetidas vezes com o pau na minha buceta quente. Assim que eles se afastaram do meu corpo, me senti suja e usada de novo, quase chorando de tão mal que me sentia. Sim, é verdade que por um lado aproveitei pra caralho, mas por outro não parava de me sentir culpada por trair meu marido, e pensar que estava fazendo aquilo pelo bem dele não me consolava. Eles me deixaram em cima da maca, nua e escorrendo porra pela buceta e boca. Assim que aqueles dois Os desgraçados saíram, aí entrou a Irma me pedindo mil desculpas por tudo que tinha acontecido comigo. Não tive outra escolha senão me refugiar nos braços dela e continuar chorando até não aguentar mais. Naquele dia, não quis que meu marido me visse, achava que só de me olhar ele perceberia tudo que tinha passado, e eu não queria que ele sofresse. Então, assim que me lavei por cima e me vesti, saí correndo pra minha casa, onde continuei chorando desconsolada enquanto tomava banho, e depois, quando cheguei na cama, segui chorando até pegar no sono. Eu me sentia tão mal, tão mal por tudo que tinha acontecido comigo na cadeia, que decidi não ir à audiência onde meu marido seria formalmente acusado. Já lá fora, o advogado dele conseguiu acelerar o próximo passo, e, mesmo tendo reduzido a fiança, foi impossível pra mim pagar. Quando saí do tribunal, o advogado dele me disse que queria me ver à tarde no escritório dele. Quando cheguei, sem perder tempo, me colocou a par da realidade do caso do meu marido, dizendo: "A menos que aconteça um milagre, é muito provável que o Ricardo seja considerado culpado, porque tem uma evidência esmagadora contra ele, que só o juiz tem o poder de descartar." Eu, sem saber o que fazer, perguntei como ele poderia conseguir isso, e ele me respondeu: "Como a gente não tem capital suficiente pra pagar a fiança, vai ser impossível conseguir qualquer coisa." Não entendi o que o pagamento da fiança tinha a ver com isso, e quando perguntei, ele respondeu: "Simplesmente, uma vez paga a fiança, o comprovante é entregue ao juiz. Se seu marido saísse livre depois que ele descartasse a evidência contra ele, a gente nunca mais veria esse comprovante." Em outras palavras, é como se o juiz cobrasse esse dinheiro pra inocentar seu marido. Mas como você não tem dinheiro nem propriedades pra hipotecar, a outra alternativa é que ele se encontre pessoalmente com Sua Excelência. Já que existe a remota possibilidade de ele ouvir, se compadecer e decidir ignorar os méritos do caso, arquivando tudo e deixando seu marido livre. livre, mas não garanto nada. A verdade é que, graças ao advogado, consegui encontrar o endereço com muita facilidade e, seguindo a recomendação dele, fui depois das sete da noite. Eu tinha uma fé cega de que, se o Sr. Juiz ouvisse como enganaram meu marido, a justiça finalmente brilharia. Ao chegar, me surpreendi ao ver uma mansão enorme, mas além disso, parecia que tinha uma grande festa rolando. Embora tenha entrado com bastante facilidade, encontrar o Sr. Juiz quase me tomou a noite inteira, e conseguir falar com ele também levou um tempinho. Eu imaginava que o Juiz fosse um homem bem velho, mas não era nada disso, no máximo teria a mesma idade do Ricardo, só que mais alto. Mas ele estava sempre reunido com alguém, até que finalmente o pessoal começou a ir embora, e aí pude me aproximar e pedir para ele me deixar falar sobre o caso do meu marido. O Juiz me ouviu com atenção, enquanto a gente caminhava pela mansão gigante, até que chegamos no segundo andar, num quarto muito maior que o meu apartamento. Eu continuei contando todos os detalhes, até mesmo que o tal Nacin era de uma família bem rica e cheia da grana, que com certeza ele teria dinheiro pra pagar a fiança enorme que colocaram pro meu marido. Depois de me ouvir com calma, o Juiz me disse, enquanto me pegava pela cintura: "Pelo que vejo, você é muito apaixonada pelo seu marido". Eu, nervosa, respondi que sim, e ele continuou na mesma hora: "Bom, você quase me convenceu da inocência do seu marido, mas tem que me convencer do seu amor por ele. Me diz: o que você é capaz de fazer pela liberdade dele?" A pergunta me deixou confusa, achei que tudo que eu tinha dito já bastaria pro Ricardo sair livre, mas quando olhei bem no olhar dele, entendi o que o Sr. Juiz realmente queria. Por uns instantes, fiquei tentada a virar as costas e sair correndo daquele lugar, mas enquanto pensava nisso, lembrei na hora do O rosto do Ricardo me pedindo pra fazer de tudo pra tirar ele da cadeia me fez lembrar do que já tive que fazer com o Rivera, com a Irma e até com aqueles dois guardas da custódia. Pra que o Ricardo não sofresse tanto, então, se eu tivesse que dormir com o Juiz pra soltar meu marido, eu faria. Sem dizer uma palavra, e olhando pro chão, comecei a tirar o vestido que eu tava usando. Num certo momento, quando levantei o olhar, vi um sorriso na cara do Juiz, enquanto ele dizia: "uma ação vale mais que mil palavras". Eu tava disposta a tudo pelo Ricardo, até a ser usada de novo por outro homem. Quando meu vestido tocou o chão, o Juiz começou a se sentar numa poltrona confortável, de onde continuou me observando com atenção, me dizendo: "Isso tá muito bom, mas eu ia gostar de ver você tirando o resto da roupa de um jeito mais sensual e provocante." Embora eu seja meio lenta pra entender algumas instruções às vezes, essas eu entendi claramente. Então, aos poucos, continuei me livrando de toda a minha roupa íntima, enquanto improvisava uns movimentos que pareciam agradar ele. Quando finalmente fiquei completamente nua, de quatro, fui me aproximando de Sua Excelência, que com um olhar cheio de tesão não parava de me encarar. Na minha mente já tinha um plano: ia chegar perto dele, puxar o pau dele e masturbar até ele gozar, e assim acabava tudo. Mas como dizem, uma coisa pensa o burro — no meu caso, a burra — e outra coisa pensa quem vai montar. Quando puxei o pau dele duro pra fora da calça, o Juiz só me deixou mexer no cacete dele por um instante. Depois, na lata, me ordenou que eu começasse a chupar ele, coisa que eu odeio fazer, mas, dadas as circunstâncias, não tive escolha a não ser obedecer. O pau dele não era nada demais, algo normal, quase igual ao do meu marido. Minha boca cobriu ele quase na hora, e enquanto eu começava a chupar, as mãos dele foram parar na minha cabeça. Naquele instante, pensei comigo mesma: bom, assim que ele gozar, tudo acaba, mas não foi assim. O Juiz, em certo momento, mandou eu parar e me disse para sentar no chão na frente dele, abrir bem as pernas e começar a enfiar meus próprios dedos na minha buceta até ele mandar parar. Submissa, segui as ordens dele, e por um bom tempo não fiz nada além de enfiar os dedos na minha buceta na frente dele. No começo, devagar, mas com o passar do tempo, eu mesma fui ficando excitada e me movendo com mais força e velocidade, enfiando os dedos dentro do meu corpo. Já estava quase chegando a um orgasmo mixuruca quando o Juiz mandou eu ficar de quatro, virada para a porta. Inocente, obedeci, continuei tocando minha buceta de forma lasciva na frente dele até sentir as mãos dele nas minhas cadeiras e o pau dele diretamente no meu cu. Nunca tinham feito isso comigo na vida. Senti dolorosamente o pau dele atravessando meu esfíncter apertado, a dor que senti e o grito que soltei quase me fizeram desmaiar. As lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto o Juiz me apertava viciosamente contra o corpo dele. De repente, além daquela dor forte da penetração que ele tinha feito, senti uma queimação enorme numa das minhas nádegas, enquanto ele mandava eu mexer elas. E, apesar da dor intensa, comecei a fazer isso. Sentia o pau dele entrando e saindo sem parar de entre minhas nádegas apertadas, enquanto uma das mãos dele se enterrava brutalmente dentro da minha buceta. Com a boca, ele mordia todo o meu pescoço. Resumindo, não teve coisa que o Juiz não fez comigo naqueles momentos. Eu não parava de pensar que tudo aquilo, tudo que estava fazendo, era pelo Ricardo. Bom, é verdade que em certo momento aquela dor começou a parecer algo bem prazeroso. E minhas lágrimas de dor se transformaram em gemidos de prazer. Trocamos de posição um par de vezes, mas sem parar de... Enfiar no meu cu, em alguns momentos eu me deliciava vendo como o pau dele entrava e saía do meu cu, enquanto as mãos dele apertavam selvagemente meu clitóris. No dia seguinte, ao acordar, me encontrava sozinha deitada no jardim, sem nenhuma roupa, já que do quarto fomos pra piscina dele, onde chupei ele até cansar, enquanto fazia cada coisa absurda que ele mandava. Eu tava tipo no limbo, ao acordar vi que três homens mais velhos, com cara de jardineiros, se aproximaram. Quando vi eles, nem me preocupei em cobrir meu corpo pelado, os três me olhavam pasmos, até que, sei lá por que, eu dei um sorriso tentador enquanto me tocava de novo na minha buceta. Em pouquinho tempo, já tinha cada um deles enfiando o pau dentro dos buracos do meu corpo. Era como se fosse um sonho erótico, até que de repente percebi que tudo era real, não sabia o que tinha me feito agir daquele jeito, mas isso não impediu que aqueles três homens continuassem me enfiando por todos os lados. Fiquei finalmente largada na grama, suada, cansada, e escorrendo esperma por todas as partes do meu corpo. Quando acordei de novo, uma senhora uniformizada, empregada, me olhava com desprezo, sem falar nada apontou pra casa e, lá dentro, um banheiro pequeno onde me lavei. Minha roupa tava numa cadeira, junto com minha bolsa. Depois disso, ela me levou até a entrada e, quando saí, bateu a porta. Bom, meu marido foi solto, arquivaram todas as acusações, o Nacin foi preso e a fiança foi bem maior que a do meu esposo, mas, inexplicavelmente, o caso foi abafado. Ricardo passou vários dias sem querer falar comigo, até que, finalmente, quando foi buscar as roupas dele, contei detalhadamente tudo o que eu tinha feito por ele, claro, sem falar dos jardineiros, pelo menos na primeira vez que contei. Depois, sim, contei com todos os detalhes. Bom, não sei se ele me Perdoado ou não, mas o que eu sei é que desde aquele dia a gente tem o melhor relacionamento que jamais sonhamos ter. Enquanto vou contando tudo, sinto um tesão danado, e ele, me ouvindo com cada vez mais vontade, vai metendo, seja na minha buceta ou no meu cu. Quando não é eu chupando ele, e ele começa a me xingar do jeito que vem na cabeça, me chamando de puta ou gostosa, e às vezes até de vagabunda, coisa que me excita tanto que em certas ocasiões eu gozo várias vezes seguidas.
0 comentários - Você é mais piranha que as galinhas