Carlos continua me contando as desventuras dele.
cada vez mais conformado com os chifres dele
Espero que vocês curtam e entendam como o
que o amor vai além do sexo
VALEU PELOS PONTOS, PELOS COMENTÁRIOS E PELOS PRESENTES
Enquanto o Carlos ia me contando o que tava rolando com ele, eu falava que ele já tinha virado um putinho de verdade, coisa que ele negava com força, dizia que não tava procurando ser comido pelo Ricardo ou pelo Sergio e que também não gostava de homens, o que ele não entendia era se eles gostavam mais de comer um homem do que uma mulher e se isso fazia deles putos também. Ao mesmo tempo, ele me confessava que quando era comido, gozava pra caralho, mas quase nunca conseguia gozar porque pegavam nas bolas dele e apertavam de um jeito que gozar era impossível, e que depois de ser comido, sentia uma puta vergonha de tudo que tinha vivido. Ele nunca imaginou que chegaria tão longe e se considerava vítima do Sergio e do Ricardo. Ele tinha certeza de que a esposa dele amava ele pra caralho, mas também que ele gozava demais com a pica do Sergio e, mesmo assim, se sentia culpado por chifrar ela, mas não conseguia evitar. Uma noite, ele continuou me contando sobre o encontro com o Martin, um amigo velho da faculdade. A intenção do Carlos era saber se a Fer tinha traído ele quando tavam namorando. O Martin mora no interior e aceitou o convite dele pra uma festa, então veio pra Buenos Aires e se encontraram num bar. E, relembrando os tempos de faculdade, o Carlos foi bem sincero com ele.
Carlos, eu sei que sou corno, que ela me trai, mas o que eu mais quero saber é se você comeu ela quando a gente tava namorando.
Martin, algumas vezes sim, mas foi só sexo mesmo. Ela só queria sentir uma pica boa, nada mais. Mas aqui não posso te contar isso.
Tudo ficou por ali. Carlos tava ansioso pra saber como o Martin tinha comido a namorada dele, e naquela noite passou pra buscá-lo de carro pra ir pra festa. No caminho, foram batendo um papo sobre isso. Quando chegaram na festa, Carlos estacionou o carro num lugar escuro e meio afastado. Aí, Carlos aproveitou pra perguntar os detalhes daqueles encontros com a Fer. Martin viu Carlos tão tesudo que o pau dele subiu na hora, e começou a contar. Em menos de um minuto, Martin já tinha tirado o pau pra fora, e Carlos fez o mesmo.
Martin, o negócio é que todo mundo sabia que a Fer tava saindo com você e que você sempre deixava ela muito excitada. Uma tarde, depois da faculdade, chamei ela pra gente se encontrar pra revisar uns apontamentos e levei ela pra minha casa. Entramos no meu quarto e na hora eu apertei ela. Só de lembrar, olha como eu fico. Não me pede pra contar mais, assim não dá.
Carlos, não, por favor, continua contando.
Martin, você chupa minha buceta e eu continuo.
Carlos não duvidou, faria qualquer coisa pra ouvir a história, engoliu de imediato e começou a chupar ela.
Martin, isso sempre quis que você fizesse, sempre quis te ter assim, que bem você chupa, Carlitos, não para, não para, promíscua ahh ahh ahhh, engole ela toda.
Em minutos encho a boca dela e o pobre do Carlos engoliu toda a porra, o Martin reclinou o banco e falou pra ele
Martin, deita de bruços, vagabunda, que vou arrebentar essa sua buceta e depois te conto como comi sua namorada.
Resignado, Carlos fez isso. Sentiu a pica do amigo invadindo o cu dele enquanto o cara ia contando no ouvido como tinha comido a amada dele. O pobre Carlos ali estava, entregue no próprio carro, sofrendo uma puta surra de rola do amigo, que zoava ele e o pau pequeno dele. Foi assim que Carlos descobriu que Fer teve cinco amantes antes de casar com ela, e que Fer não gostava muito de dar a bunda, sempre se arrependia do que fazia, mas no final era muito fácil comer ela porque Carlos sempre deixava ela muito molhadinha. Martin passou quase uma hora comendo ele no carro e, quando finalmente cansou, largou ele lá pra ir sozinho pra festa, onde Fer já tava esperando. Carlos ficou lá até altas horas da noite, depois se vestiu como deu e foi pro que restava da festa, onde encontrou Martin junto com a esposa dele. Ele nunca soube se também tinha comido ela.
cada vez mais conformado com os chifres dele
Espero que vocês curtam e entendam como o
que o amor vai além do sexo
VALEU PELOS PONTOS, PELOS COMENTÁRIOS E PELOS PRESENTES
Enquanto o Carlos ia me contando o que tava rolando com ele, eu falava que ele já tinha virado um putinho de verdade, coisa que ele negava com força, dizia que não tava procurando ser comido pelo Ricardo ou pelo Sergio e que também não gostava de homens, o que ele não entendia era se eles gostavam mais de comer um homem do que uma mulher e se isso fazia deles putos também. Ao mesmo tempo, ele me confessava que quando era comido, gozava pra caralho, mas quase nunca conseguia gozar porque pegavam nas bolas dele e apertavam de um jeito que gozar era impossível, e que depois de ser comido, sentia uma puta vergonha de tudo que tinha vivido. Ele nunca imaginou que chegaria tão longe e se considerava vítima do Sergio e do Ricardo. Ele tinha certeza de que a esposa dele amava ele pra caralho, mas também que ele gozava demais com a pica do Sergio e, mesmo assim, se sentia culpado por chifrar ela, mas não conseguia evitar. Uma noite, ele continuou me contando sobre o encontro com o Martin, um amigo velho da faculdade. A intenção do Carlos era saber se a Fer tinha traído ele quando tavam namorando. O Martin mora no interior e aceitou o convite dele pra uma festa, então veio pra Buenos Aires e se encontraram num bar. E, relembrando os tempos de faculdade, o Carlos foi bem sincero com ele.
Carlos, eu sei que sou corno, que ela me trai, mas o que eu mais quero saber é se você comeu ela quando a gente tava namorando.
Martin, algumas vezes sim, mas foi só sexo mesmo. Ela só queria sentir uma pica boa, nada mais. Mas aqui não posso te contar isso.
Tudo ficou por ali. Carlos tava ansioso pra saber como o Martin tinha comido a namorada dele, e naquela noite passou pra buscá-lo de carro pra ir pra festa. No caminho, foram batendo um papo sobre isso. Quando chegaram na festa, Carlos estacionou o carro num lugar escuro e meio afastado. Aí, Carlos aproveitou pra perguntar os detalhes daqueles encontros com a Fer. Martin viu Carlos tão tesudo que o pau dele subiu na hora, e começou a contar. Em menos de um minuto, Martin já tinha tirado o pau pra fora, e Carlos fez o mesmo.
Martin, o negócio é que todo mundo sabia que a Fer tava saindo com você e que você sempre deixava ela muito excitada. Uma tarde, depois da faculdade, chamei ela pra gente se encontrar pra revisar uns apontamentos e levei ela pra minha casa. Entramos no meu quarto e na hora eu apertei ela. Só de lembrar, olha como eu fico. Não me pede pra contar mais, assim não dá.
Carlos, não, por favor, continua contando.
Martin, você chupa minha buceta e eu continuo.
Carlos não duvidou, faria qualquer coisa pra ouvir a história, engoliu de imediato e começou a chupar ela.
Martin, isso sempre quis que você fizesse, sempre quis te ter assim, que bem você chupa, Carlitos, não para, não para, promíscua ahh ahh ahhh, engole ela toda.
Em minutos encho a boca dela e o pobre do Carlos engoliu toda a porra, o Martin reclinou o banco e falou pra ele
Martin, deita de bruços, vagabunda, que vou arrebentar essa sua buceta e depois te conto como comi sua namorada.
Resignado, Carlos fez isso. Sentiu a pica do amigo invadindo o cu dele enquanto o cara ia contando no ouvido como tinha comido a amada dele. O pobre Carlos ali estava, entregue no próprio carro, sofrendo uma puta surra de rola do amigo, que zoava ele e o pau pequeno dele. Foi assim que Carlos descobriu que Fer teve cinco amantes antes de casar com ela, e que Fer não gostava muito de dar a bunda, sempre se arrependia do que fazia, mas no final era muito fácil comer ela porque Carlos sempre deixava ela muito molhadinha. Martin passou quase uma hora comendo ele no carro e, quando finalmente cansou, largou ele lá pra ir sozinho pra festa, onde Fer já tava esperando. Carlos ficou lá até altas horas da noite, depois se vestiu como deu e foi pro que restava da festa, onde encontrou Martin junto com a esposa dele. Ele nunca soube se também tinha comido ela.
0 comentários - Carlos descobre que sempre foi corno