Quero contar como, na festa de ano novo de 2018, eu me estreiei como amante do melhor amigo do meu marido. É recente e é óbvio que vou mudar os nomes e não mencionar os lugares exatos. Sou Maribel, 27 anos, três anos casada com João, de 30. Desde que conheci meu marido, ele tem como amigo Júlio, da mesma idade. Júlio é um cara forte, raspa a cabeça pra esconder a calvície precoce, tem 1,85m e não é casado. Pois é, ele sempre me soltou vários elogios sobre meu corpo e umas indiretas aqui e ali, dá pra ver que Júlio é mulherengo e não sossega. Da minha parte, não é falta de modéstia, mas fui modelo adolescente por uns três anos, até entrar na faculdade. Tenho um corpo magro, cintura fina, meus peitos são pequenos mas redondinhos, com bicos pontudos, minhas pernas são finas mas bem desenhadas, e minha bunda, apesar de eu não ter muito quadril, é empinada, com nádegas pequenas mas durinhas. Eu gosto de sexo e pratico desde os quinze anos. Tive namorados que me fizeram experimentar umas variações, como sexo anal e submissão. Lá pelos 20, comecei a trabalhar numa empresa de manufatura e tive um caso quente com meu chefe, que era casado, e ali aprendi mais um monte de coisas sobre sexo e homens. Mas voltando à história, vou contar que o amigo do meu marido, Júlio, nos visitava direto, e eu notava que ele ficava me encarando o tempo todo as pernas e a bunda, enquanto meu marido nem ligava. E não só isso, a gente quase não podia ir a uma festa ou balada se o Júlio não fosse junto. Aí chegou a festa de ano novo. A gente tinha planejado ir a uma balada chique, a entrada com reserva era tipo 150 dólares cada. Eu vesti um vestido com as costas todas de fora, com alça no pescoço, bem decotado, sem sutiã, e ia até a coxa, cor dourada mas fosca, uma calcinha fio dental minúscula e saltos finos. Durante a festa, tinha open bar e a gente bebeu de tudo um pouco. O álcool foi deixando A festa tava a maior putaria, porque dava pra ver casais juntos se pegando em quase todos os cantos. Nisso, o Júlio me pediu pela enésima vez pra dançar comigo, a gente saiu e tava tocando uma música suave, fomos pra um lugar onde dois casais tavam se comendo de beijo e mais um pouco. O Júlio sussurrou no meu ouvido que como ele queria que eu e ele fossemos aqueles casais, eu falei que como era possível ele me dizer isso se meu marido era o melhor amigo dele. Ele respondeu que antes da amizade, ele era homem e que eu gostava muito dele. A gente continuou dançando, admito que nós dois távamos alterados pelo álcool que a gente tinha bebido, já era umas duas da manhã. Nisso, as luzes se apagaram e o DJ falou pros casais aproveitarem aqueles minutos que iam escurecer o salão, a música continuava. Aí senti as mãos do Júlio descerem da minha cintura pras minhas nádegas por cima do vestido, falei pra ele se comportar, ele me pediu pra, naqueles poucos minutos de escuridão, esquecermos que eu era casada e que meu marido era o melhor amigo dele. Não falei nada, mas foi como se eu tivesse dito que tava tudo bem, porque ele enfiou as mãos por baixo do meu vestido e agarrou minhas nádegas com as duas mãos, apertou e acariciou, eu tentei tirar ele, mas não consegui, ele era mais forte que eu, as mãos dele eram fortes mas macias ao mesmo tempo — que rabo mais gostoso você tem — ele sussurrou no meu ouvido, daqui a pouco as luzes acendem e tudo volta ao normal, ele disse. Eu, que não tava imune às carícias dele e com a bebida subindo, fiquei com o tesão lá em cima e falei — então aproveita —, ele não hesitou em enfiar um ou dois dedos por dentro da minha calcinha fio dental por trás, ou seja, ele teve contato com meu cu e com minha buceta por trás, os dedos dele acariciaram minha bunda fazendo círculos e na minha ppk, ele separou meus lábios vaginais e eu me molhei, ele tirou a mão molhada com meus fluidos vaginais e, na minha frente, chupou os dedos como se fossem um doce. Ele repetiu de novo, enfiou os dedos entre meus lábios vaginais e senti a ponta de um dos dedos dele tentando entrar na minha buceta, eu afastei a mão dele, o Júlio tinha mãos grandes, igual aos dedos dele. Mas ele insistiu de novo e agora eu não impedi que um dos dedos dele entrasse na minha buceta. Assim, dançamos um momento com uma mão na minha bunda e a outra dentro da minha calcinha fio dental, com um dos dedos dele na minha vagina. Nisso, começaram a acender as luzes e o Júlio tirou as mãos da minha bunda e da minha buceta. Fomos sentar, lá estava meu marido com outro amigo, que se despediu quando chegamos. Ele me perguntou: — Como foi? — Eu disse que foi bom. — Vocês deviam ter visto como tinha casais se pegando — ele disse rindo, sem imaginar que os dedos do Júlio estavam com o cheiro da minha xereca. A todo momento eu via o Júlio cheirando o dedo que tinha estado dentro de mim e depois me olhava. Falei que ia ao banheiro, fui e, quando abaixei a calcinha fio dental pra mijar, percebi que estava molhada, eu realmente tinha ficado excitada dançando com o Júlio. Ao sair, vi que tinha vários casais lá fora, no corredor que leva aos banheiros, alguns se beijando e outros fazendo coisas como a que fizemos com o Júlio na pista de dança. Nisso, senti alguém me pegar pela cintura, era o Júlio. Ele me parou e, me segurando, me encostou na parede e começou a me beijar, eu ainda surpresa. Falei pra ele parar, ele disse que estava muito excitado por mim. Eu de alguma forma também estava excitada, comecei a corresponder, beijando ele também, nossas línguas se entrelaçaram num beijo super molhado. Senti a mão dele apertar meus peitos por cima do vestido e depois descer pras minhas pernas, subiu de novo e enfiou na minha calcinha fio dental, pela frente, e acariciou minha periquita com os dedos, fiquei molhada como poucas vezes, ele sentiu isso e de novo enfiou um dos dedos em mim e os movia enquanto nos devorávamos de beijos. Senti um segundo dedo do Júlio entrar na minha buceta, depois os movia numa clara masturbação, tudo isso no corredor onde o pessoal passa pro banheiro, mas ninguém se importava ou se surpreendia com isso, porque éramos umas dez casais fazendo a mesma coisa. — Júlio! Para, para, por favor, vou gozar, vou gozaaaar! — e dei meus sucos pra ele nos dois dedos. dedos grossos enfiados na minha buceta. Depois ajeitamos a roupa e eu cheguei primeiro na mesa onde estava meu marido, que já tava bem afetado pela bebida, os olhos fechando. Quando o Julio chegou, falei que o João já tava muito bêbado, fomos pra casa, o Julio dirigiu porque meu marido já não tava dando conta. Chegamos em casa e tivemos que ajudar o João a sair do carro e depois levar ele pro quarto. Colocamos ele lá com roupa e tudo. Ajeitei ele nos lençóis, depois de tirar os sapatos. Ao sair, o Julio tava me esperando, me abraçou e me encostou na parede, começou a me beijar. Falei que ele tava fazendo o quê, que meu marido podia acordar e perceber. Ele disse: — O João só vai acordar daqui a várias horas, tá muito bêbado. Então continuamos nos beijando como na balada, o Julio agora me apertava toda, enfiava as mãos por baixo do meu vestido e apertava minhas nádegas, e a boca dele descia pro meu pescoço e depois, baixando um pouco meu vestido, ele se apossou de um dos meus peitos e chupou meu mamilo com muito tesão. Assim abraçados e nos beijando, o Julio me levou pro outro quarto, abriu a porta e entramos abraçados, nos devorando de beijos. Ele sentou na cama e eu sentei no colo dele, de frente pra ele. Baixei o decote pra colocar meus peitos à disposição dele, ele pegou com a boca e chupava com muita força minhas tetinhas e sugava meus mamilos que estavam durinhos de doer. As mãos dele apertavam minhas nádegas. O Julio soltou a alça do meu pescoço e meus peitos ficaram totalmente expostos pra ele continuar chupando, eu tava completamente molhada nas mãos dele. Continuamos assim por vários minutos, meus mamilos doíam porque o Julio apertava com força com os lábios. Mas eu gostava que ele fizesse assim naquele momento. Depois ele me deitou na cama, tirou meu vestido e depois a calcinha fio dental, fiquei só com os sapatos. Ele desceu pra chupar minha bucetinha. Ele tinha uma técnica incrível pra chupar, eu sentia a língua dele entrando por todos os lados, até posso garantir que ele enfiou um pouco na minha buceta, me fez gemer de prazer como não sentia há muito tempo. Ele pegou meu clitóris entre os lábios e massageou com a língua, senti o quarto girar ao meu redor, gritei e tive um orgasmo monumental, que o Júlio aumentou ainda mais enfiando dois dedos na minha buceta e me masturbando enquanto chupava meu clitóris, meu orgasmo não acabava. Depois, montado em mim, foi subindo, já sem calças, colocou o pau ereto na minha boca e eu comecei a chupar ele. O pau dele não era tão comprido quanto grosso, tive dificuldade pra engolir e chupar dentro da boca, aí ele começou a se mexer dentro da minha boca como se tivesse me comendo, com vai e vem. Senti os líquidos pré-seminais dele, era salgado. O Júlio comeu minha boca por vários minutos, eu sentia a carne dele entrando e saindo da minha boca e quase chegando nas minhas amígdalas, tive que me segurar pra não vomitar. Depois, ele se colocou por cima de mim, me beijou, colocou o pau entre meus lábios da buceta e me penetrou. Eu gritei porque, como disse, o pinto dele era bem grosso, senti o pedaço de carne deslizar dentro da minha buceta, até que só os ovos dele ficaram pra fora. Aí ele começou a me comer selvagemente, com muita força, me penetrava fundo e duro. Me arrancou gemidos e suspiros de prazer, eu até pedia pra ele meter mais forte. Entramos numa trepada violenta, a cama se mexia de lugar e parecia quebrar com a força que nós dois colocávamos. Depois de vários minutos, o Júlio me levou a outro orgasmo delicioso, eu apertei ele entre minhas pernas, porque queria sentir o gozo dele dentro de mim. Consegui pouco depois, o Júlio soltou um gemido rasgado e então senti o esperma quente dele invadir minha buceta, mexi minha pelve pra tirar até a última gota. Aos poucos, nossos corpos pararam de se mover. Ainda nos beijamos um tempo assim, do jeito que estávamos. Senti o pau dele perder a dureza e o volume dentro da minha boceta. Depois de nos separarmos, fui ver meu marido, ele estava roncando. Voltei e o Júlio me esperava em pé, pelado. Ele disse: "vamos tomar banho juntos". Eu falei: "espera, vou tirar os sapatos". Fomos pelados pro chuveiro daquele quarto. Mal a gente se colocou debaixo d'água, ele me abraçou e a gente começou a se beijar, e as mãos dele apertavam minhas bundas empinadas. O Júlio me encostou na parede e, levantando uma das minhas pernas, me penetrou de novo. O pau dele não precisou de muito tempo pra ficar pronto pra ação de novo. Ele me comeu em pé. Depois me levou pra cama e me colocou de quatro na beirada, com a cabeça pra baixo, e aí minha bunda levantou um pouco mais. Aí ele começou a chupar minhas nádegas e meu cu, falou que minha bundinha era uma preciosidade e que ia arrebentar ela toda. Ele colocou bastante cuspe no meu ânus, fiquei nervosa porque o pau dele era grosso, muito mais que o do meu marido e de qualquer um que já tinha me comido por aquele buraquinho. Depois ele enfiou um dedo no meu cu e me masturbou, e aí um segundo dedo, e fez a mesma coisa por uns dois ou três minutos. Aí, senti ele colocar o pau na entrada da minha bunda e começar a empurrar. O pau dele foi abrindo meu reto e não parou até estar quase inteiro dentro do meu cu. Depois ele começou a bombar, entrava e saía do meu ânus. Aos poucos, a sensação de desconforto foi virando prazer, e ainda por cima o Júlio estimulava meu clitóris com uma das mãos. Ele me comeu cada vez mais forte, agora eu sentia as bolas dele batendo nas minhas nádegas, sinal de que a carne toda dele tava dentro do meu intestino. — Que cu mais gostoso você tem, Maribel. — E eu respondi: — Agora é todo seu, me dá duro! — E o Júlio atacava com o pau duro o interior do meu reto. Eu não costumo gozar nas relações anais que tive, mas o Júlio me levou a um orgasmo sendo comida pelo cu. Foi diferente e gostoso, senti uma corrente de líquidos descendo da minha buceta. Assim também, o Júlio, segundos depois, depositou uma boa porra de esperma no meu reto, tanto que transbordou e caiu na cama. Nós dois gememos. Muito gozando nossas fodas, ele abraçado na minha cintura e nas minhas costas. O pau dele pulsava dentro da minha buceta. Caímos exaustos na cama. Ele me perguntou se podia ficar pelo resto da noite, eu disse que não era o melhor, então ele tinha que ir. Ele se vestiu e, me dando um beijo na boca, disse que tinha sido a melhor noite da vida dele. Foi embora. O problema é que pra mim também foi uma das melhores transas da minha vida. Quando a situação é assim, é difícil evitar outro encontro. E foi o que aconteceu. Dessa vez meu marido não estava em casa, viajou a trabalho pra longe daqui. Júlio ficou pra dormir comigo aquela noite. Ele até tomou um Viagra, porque disse que não queria dormir aquela noite, só queria não parar de me foder. Ele me comeu de umas seis maneiras diferentes, gozou duas vezes dentro da minha buceta e duas no meu cu. Quase me fez desmaiar de prazer, nunca tinha sentido aquilo. O quarto cheirava a sexo de manhã. Agora Júlio, o amigo do meu marido, é meu amante. Não conseguimos parar de nos ver e transar à vontade. Meu marido nem desconfia.
0 comentários - En la fiesta de año nuevo me estrene como amante