Primeira vez com minha irmã 2

Depois da massagem, teve uns dias de desconforto, mas estranhamente minha irmãzinha não falou nada sobre o que aconteceu, o que me fazia imaginar que ela tinha gostado, mas tava distante, e quando eu tentava tocar no assunto, ela me evitava. Depois de uns dias, minha irmã me manda: "Precisamos conversar, mas não aqui, vem no meu quarto." Levantei e fui até o quarto dela. Toc, toc, sou eu. Ela abre, senta na cama dela, e mesmo de roupa de casa, tava tão linda que eu não conseguia evitar sentir uma emoção ao vê-la assim. Então ela diz: "Não consegui esquecer o que aconteceu naquele dia, mas isso é incesto e é errado." Eu falei: "Errado?" E expliquei: "Incesto é um tabu. O problema do incesto é a descendência, porque, sendo da mesma linhagem, os problemas genéticos aparecem mais fácil." Ela ficou calada me ouvindo, e eu terminei dizendo: "O sexo não é errado se usar proteção ou planejamento, porque aí não tem linhagem de descendência." Ela ficou pensando e, depois de uns minutos, perguntou: "Você já tinha pensado nisso antes? Pesquisou?" Respondi: "Claro, já faz uns dias que eu tô cada vez mais com vontade de enfiar minha pica torta em você, em vez de bater punheta pensando no seu nome." Ela não esperava por essa e respondeu: "Também bati punheta pensando em você. Mas então o que a gente faz? Você entende mais do assunto, o que sugere?" Eu respondi: "Vamos ter liberdade e deixar nossos corpos falarem. E a gente precisa planejar com algum método pra não ter filhos." Ela aceitou e disse quase na hora: "Tomei a pílula uns dias atrás, então pode meter e gozar dentro." Essas palavras me acenderam. Na minha bermuda já dava pra ver minha pica torta querendo sair pra atacar ela. Ela olhou e disse: "Acho que alguém quer ação." Falei: "Sim, você tá muito gostosa, e todo esse papo, saber que você também quer, me deixa louco." "Quer aproveitar que a gente tá sozinho e eu te chupo?" Eu disse que sim, mas que fosse de calcinha. Ela não pensou muito e tirou a roupa, e eu ajudei. Quando ficou De calcinha, ela tava usando uma fio dental vermelha de renda e um sutiã combinando nos peitos. Olhei pra ela e fiquei besta, ela me viu, já que eu tava pelado com meu pau torto pra fora, e me disse, toda gostosa: "Adoro teu pau torto." Ela se abaixa, mete ele na boca e começa a chupar magistralmente enquanto agarrava minhas nádegas. Eu, vendo aquela cena, achava que era mentira, porque tinha imaginado tanto que não conseguia acreditar. Peguei a cabeça dela e dei uns empurrõezinhos pra ela engolir tudo. Ela deixou e continuou. Depois de um tempo, soltei meu esperma na boca dela, e ela engoliu tudo. Disse: "É amargo, mas eu gosto." Falei: "A partir de hoje, você é minha puta." Ela me olhou e disse: "Sou sua puta sim, irmãozinho." Levantou e falou: "Você gozou e ainda tá com energia pra mais?" Respondi: "Tenho tanta energia porque é você, que me deixa a mil." Ela me jogou na cama dela, montou em mim. Nossos sexos se roçavam nos movimentos, começamos a gemer porque o prazer era muito. "Aaaahhhh Ahhh simmmm simmmm", nós dois dizíamos. Num movimento, ela colocou a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela e eu dei o empurrão pra glória. Meu pau começou a entrar, abrindo caminho entre as dobras apertadinhas dela. "Aahhh que delícia", meti tudo. Ela me olhou, ficou parada em cima de mim, me encarou, e me deu um beijo de língua magistral. Se posicionou de novo e começou a rebolar. A gente se dava muito prazer. Eu segurei a cintura dela pra mexer também com minhas mãos, pra cima e pra baixo. Já era tanto os nossos fluidos que só se ouvia o chapoteio dos nossos corpos. Ela levantou, ficou de quatro e disse: "Agora mete forte." Levantei, meti e comecei a dar como se não houvesse amanhã. Bati na bunda dela, ela gemeu: "Aaaahhhh sim papai simmm não para." Continuei metendo forte, segurei os quadris dela e me ajudei com as mãos pra dar mais forte ainda. Ela disse: "Adoro, me dá mais aaaahhhh aaaahhhh simmm sssimmm." A gente continuou assim por não sei quanto tempo, trocamos de posição, comemos um ao outro como animais. celo, até que não aguentamos mais e gozamos juntos, foi muito prazeroso. Ficamos deitados por uns momentos, aí ela vira e fala: "Adorei como você me comeu". Eu respondo: "Eu também adorei". A gente se olha e se beija de novo, minha pica torta sobe e começamos o segundo round. Naquela tarde, a gente fez três vezes. Não dava mais, porque já tava quase na hora da nossa mãe chegar, então paramos. Eu tinha colocado um alarme pra caso a gente perdesse a noção do tempo, e ainda bem, porque se não tocasse, a gente não parava até sei lá quando. A gente se veste de novo, e ela fala: "Isso vai se repetir". Eu confirmo e digo: "Quando você quiser". A gente se beija apaixonadamente, e vou pro meu quarto. Foi assim que terminou a primeira vez que comi ela. Valeu pelas punhetas e pela atenção ao meu relato.Primeira vez com minha irmã 2

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