Boa noite, trago mais um relato baseado na fantasia de uma usuária que já participou desse espaço, e agradeço muito a ela. Sem mais enrolação, deixo aqui minha humilde contribuição e uma imagem cedida por ela. Valeu.
Era uma tarde de outono, daquelas que escurecem mais cedo que o normal. Você voltava de fazer as compras pro jantar com seu marido e decidiu cortar caminho por uma pracinha que ficava no meio do trajeto pra sua casa. Não gostava de passar por aquele lugar porque sempre tinha um grupo de moleques que te encaravam e murmuravam sobre seu corpo, fazendo questão de destacar sua bunda avantajada. Esse dia não foi diferente. Enquanto atravessava a praça, você viu um grupinho de 4 caras que mal tinham passado dos 18 anos. Eles estavam em roda, tomando cerveja e dividindo um cigarro. Ao passar, tentou ignorar, mas mesmo vestindo um simples conjunto de ginástica, eles cravavam os olhos na sua bunda e comentaram em voz alta como você parecia uma puta e o corpo gostoso que tinha. Tudo isso te deixava incomodada e com medo, então você se apressou ainda mais pra chegar em casa.
Uns minutos depois, você chegou na entrada da sua casa. Teve que fazer malabarismo entre as chaves e as sacolas de compras pra abrir a porta, o que te distraiu e fez esquecer a situação da praça. Distraída, com a cabeça no jantar, baixou a guarda e não percebeu que alguém tinha te seguido. Quando tentou fechar a porta, uma mão se interpôs no batente e, com um empurrão, conseguiu abri-la. Aquele tranco forte te jogou pra trás, deixando a porta escancarada. No seu rosto, deu pra ver o medo ao ver os caras da praça entrando. Num instante, você tinha 3 na sua frente e um fazendo campana do lado de fora. O último a entrar fechou a porta enquanto o outro tapou sua boca com a mão. Você sentiu a mistura de cheiro de maconha e cerveja nos dedos dele, seu estômago embrulhou de nervoso. "Me diz onde cê guarda a grana que a gente vaza", ele disse. O que aparentemente era o líder: "Vai, loira, responde" — acrescentou o cara que te segurava, com a mão na sua boca. "A gente não tem nada, não tem economia em casa" — você disse com um fio de voz quando te deixaram falar. "Rengo, revira os móveis, e você, Kevin, sobe e procura no quarto dela" — ordenou o líder, mandando nos comparsas. Na hora te soltaram e você caiu no chão, começou a chorar pedindo pra eles irem embora, que não tinha nada de valor na casa, mas tudo foi em vão. O moleque na sua frente parecia mais bêbado que os outros e não tava nem aí pra você. "É melhor a gente achar uma grana, loira, senão você vai ter que pagar com alguma coisa" — disse ele, te encarando enquanto se insinuava, passando a mão na própria virilha. Esse gesto te deixou ainda mais nervosa. Aquele malandro tava pensando em te estuprar, e o que ia acontecer com seu marido se ele chegasse naquela situação? Talvez matassem ele. Todos esses cenários possíveis se desfizeram com os gritos do Rengo... "Pepo, aqui não tem nada, só tem besteira desses playboys." "Eu não achei grana, mas olha isso, que pedaço de brinquedo que a loira tem" — disse Kevin descendo as escadas, segurando nas mãos um consolador gigante, que suas amigas tinham te dado de brincadeira e você nunca teve coragem de usar. O líder, que agora você sabia que chamavam de Pepo, te olhou com cara de safado e disse: "Te avisei, loira, era melhor a gente ter achado a grana. Mas fazer o quê, pelo visto você é bem putinha, então dá pra te usar de algum jeito." Ele te puxou pelo cabelo e te obrigou a levantar. Você quis gritar, mas ele te calou com um tapa na cara, te empurrou pro sofá e te ameaçou pra você se despir. Sem muita escolha, você obedeceu, começou a tirar a roupa enquanto tremia e chorava, mas isso não impediu que os três caras te olhassem com tesão... Você até percebeu como os paus deles começavam a endurecer por baixo das calças de moletom. Completamente nua, amarraram suas mãos e te deixaram sentada no sofá. Mais uma vez, você pediu pra não. te machuquem, súplica que foi respondida com outro tapa de Kevin, que já estava na sua frente com o pau pra fora da calça, louco pra ser o primeiro a curtir teu corpo, especialmente tua boca. "Chupa meu pau, vai, loira... Dá pra ver que tu curte a festa." Ele te pegou pelo cabelo e puxou tua cabeça pra trás, fazendo você abrir a boca. Foi nesse momento que ele enfiou a glande suada na tua boca delicada, roçando o céu da boca até chegar na campainha. Com as mãos, você tentou afastar ele, mas foi em vão. Por outro lado, o manco te pegou pelos tornozelos e te deitou no sofá, se meteu entre tuas pernas e começou a chupar teus peitos... Ele tava frenético, dava pra ver que era novo e ainda não tinha muita experiência... "Por favor, não me comam, eu posso engravidar", você disse. O manco chupava e apalpava teus peitos enquanto esfregava o pau na sua buceta, até que num momento conseguiu deslizar ele pra dentro de você. Você fez uma careta de dor, já que a situação não te excitava nem um pouco e sua buceta não tava dilatada. O pepo, parado atrás, assistia o espetáculo com o pau na mão, acariciando ele com delicadeza. Te ver naquela cena pornográfica, deitada de barriga pra cima, chupando o pau do Kevin e o manco já começando a te foder como um desesperado... Aquela foda durou pouco, porque o manco, como um cachorro no cio, te comeu rapidão, empurrava forte e rápido até gozar dentro de você. Ao sentir o gemido do manco na tua cara e a umidade na sua buceta, você tirou o pau do Kevin da boca. "Filho da puta, vai me engravidar", você disse brava. O manco se levantou rindo enquanto dizia: "Vou te engravidar como a puta que você é." "Agora é minha vez", disse o pepo, se aproximando com o consolo enorme na mão. "Vem cá, porque você e seu marido tão fudidos quando ele chegar", ameaçou. Diante da ameaça, você não teve escolha a não ser se deixar manipular por ele. Ele te obrigou a ficar de quatro no sofá e colocou o consolo na entrada da Tu ano, cuspiu uma porrada de saliva morna que você sentiu na sua bunda e começou a meter o brinquedo de plástico gigante. Isso sim você não aguentava, sentia como se estivessem abrindo seu cu, como ardia e esticavam suas paredes retais ao máximo, o grito que saiu do fundo de você foi tão forte que tiveram que encher sua boca com a calcinha fio dental que pegaram do chão e que você tinha tirado antes. Você quis se mexer, mas Kevin te segurou pelas mãos que continuavam amarradas e te prendeu com força pra você ficar naquela posição enquanto o Pepo enfiava o pênis de borracha quase todo, sem se importar com sua dor ou sofrimento, começou a tirar e meter de novo... Continuou cuspindo no seu cu cada vez que metia de novo, te comendo com aquele consolo de proporções gigantescas. "Tá gostando, putinha? Tô amaciando você pro que vem", disse o Pepo. Por uns minutos intermináveis, continuou com a dilatação retal que tava te dando, você quase sentia ele batendo no seu estômago por dentro até que, de repente, parou. "Isso já tá bem arrombado pra gente poder usar", disse o Pepo na hora que tirou o consolo e viu seu cu aberto começando a fechar, mas nem perto de voltar ao tamanho normal. Pepo sentou no sofá e mandou você se virar pra ficar de frente pra ele, de pernas abertas, e pegando a rola dele reta como um mastro, apoiou na fenda da sua bunda. Claramente o destino daquela rola não era sua buceta já abusada, mas seu cu recém-aberto. Ele tinha mais experiência, porque sem muita enrolação colocou a rola no seu cu e, empurrando seus quadris, começou a te penetrar. Você deu um pulo de dor, mas automaticamente ele te empurrou pra baixo de novo. Você tentou gritar, mas a calcinha na sua boca abafou seu grito de novo. Uns minutos depois, com um gesto, ele indicou pro Kevin se juntar. O garoto se ajeitou atrás de você e também encaixou a rola no seu cu. "Vocês vão rasgar meu Cu" — você balbuciou como conseguia.
"Se já tinha o cu bem arrombado" — disse Kevin enquanto começava a enfiar o pau naquela surra anal que você já tava levando.
Você sentia a dor no seu reto, misturada com a ardência e a sensação de rasgo que percorria suas entranhas. O líquido pré-gozo e a saliva deles lubrificavam um pouco a área, mas a fodida que você tava tomando era tão grotesca que nada acalmava como seu cu pulsava, tentando se fechar por causa dos espasmos. O pepo te obrigava a pular em cima da rola dele, e Kevin te dava uns empurrões que acompanhavam seus pulos. Você sentia o impacto dos quadris deles contra sua bunda, os bafos na sua cara e na sua nuca eram podres. Aqueles caras bêbados e drogados tinham estuprado cada buraco do seu corpo, e continuavam fazendo isso com força.
"Goza logo que vou encher o cu dela de porra" — disse o pepo, fazendo Kevin se afastar.
Embora tenha sido um alívio não sentir mais o atrito forte dos membros deles nas paredes do seu reto, durou pouco... Você começou a sentir o pepo agarrando suas nádegas e apertando tão forte que ia deixar marcas, enquanto sentia um líquido escorrendo por dentro... Literalmente, ele tava enchendo sua bunda de esperma, dando uns espasmos que mostravam o quanto aquele ladrão tinha gozado ao usar seu cu.
Já satisfeito, ele te empurrou e você caiu de costas. Ficou uns segundos no chão frio sem olhar pra ninguém, até sentir umas gotas mornas caindo no seu rosto e nos seus peitos. Quando levantou a vista, viu Kevin se masturbando e gozando na sua cara e no seu corpo... Agora sim! Não tinha mais nenhuma parte do seu corpo que não tivesse o esperma fedorento daqueles delinquentes.
Mas isso já não importava mais, você só queria que seu marido não chegasse.
"Agora vão embora, filhos da puta" — você disse com ódio, tirando a peça de roupa da boca.
"Por que, loirinha? Se a gente tá se divertindo" — disse Kevin.
"Além disso, falta o preto, que tá fazendo a segurança" — completou o pepo.
"Esses filhos da puta achavam que iam fazer eu comer o outro também amigo", você pensou. De repente, a porta se abriu e entrou rapidamente um cara moreno e grandalhão, claramente era o tal "negão". Naquele momento, o chão se abriu debaixo dos seus pés ao imaginar que o pesadelo ia recomeçar: vão me bater e estuprar de novo... Meu marido vai chegar... Todos esses pensamentos fugazes foram interrompidos pela voz grave do negão: "Tô vendo que vocês estavam se divertindo com a loira, mas temos que vazar porque a polícia vem aí". Todo mundo saiu correndo, te deixando largada no chão, ainda com as mãos amarradas e toda melada de porra... Com seus gritos de socorro, alguns vizinhos apareceram. As mulheres te olhavam com cara de julgamento, achando que você tinha participado de uma suruba que você mesma organizou, e os homens eram piores: fingiam te ajudar pra passar a mão no seu corpo pelado... Você até sentiu um deles tocando na sua buceta com a desculpa de te levantar do chão. Eram nojentos, dava até pra ver o pau duro deles por baixo da calça, um cenário que você teve que aguentar até a polícia finalmente chegar.
Era uma tarde de outono, daquelas que escurecem mais cedo que o normal. Você voltava de fazer as compras pro jantar com seu marido e decidiu cortar caminho por uma pracinha que ficava no meio do trajeto pra sua casa. Não gostava de passar por aquele lugar porque sempre tinha um grupo de moleques que te encaravam e murmuravam sobre seu corpo, fazendo questão de destacar sua bunda avantajada. Esse dia não foi diferente. Enquanto atravessava a praça, você viu um grupinho de 4 caras que mal tinham passado dos 18 anos. Eles estavam em roda, tomando cerveja e dividindo um cigarro. Ao passar, tentou ignorar, mas mesmo vestindo um simples conjunto de ginástica, eles cravavam os olhos na sua bunda e comentaram em voz alta como você parecia uma puta e o corpo gostoso que tinha. Tudo isso te deixava incomodada e com medo, então você se apressou ainda mais pra chegar em casa.
Uns minutos depois, você chegou na entrada da sua casa. Teve que fazer malabarismo entre as chaves e as sacolas de compras pra abrir a porta, o que te distraiu e fez esquecer a situação da praça. Distraída, com a cabeça no jantar, baixou a guarda e não percebeu que alguém tinha te seguido. Quando tentou fechar a porta, uma mão se interpôs no batente e, com um empurrão, conseguiu abri-la. Aquele tranco forte te jogou pra trás, deixando a porta escancarada. No seu rosto, deu pra ver o medo ao ver os caras da praça entrando. Num instante, você tinha 3 na sua frente e um fazendo campana do lado de fora. O último a entrar fechou a porta enquanto o outro tapou sua boca com a mão. Você sentiu a mistura de cheiro de maconha e cerveja nos dedos dele, seu estômago embrulhou de nervoso. "Me diz onde cê guarda a grana que a gente vaza", ele disse. O que aparentemente era o líder: "Vai, loira, responde" — acrescentou o cara que te segurava, com a mão na sua boca. "A gente não tem nada, não tem economia em casa" — você disse com um fio de voz quando te deixaram falar. "Rengo, revira os móveis, e você, Kevin, sobe e procura no quarto dela" — ordenou o líder, mandando nos comparsas. Na hora te soltaram e você caiu no chão, começou a chorar pedindo pra eles irem embora, que não tinha nada de valor na casa, mas tudo foi em vão. O moleque na sua frente parecia mais bêbado que os outros e não tava nem aí pra você. "É melhor a gente achar uma grana, loira, senão você vai ter que pagar com alguma coisa" — disse ele, te encarando enquanto se insinuava, passando a mão na própria virilha. Esse gesto te deixou ainda mais nervosa. Aquele malandro tava pensando em te estuprar, e o que ia acontecer com seu marido se ele chegasse naquela situação? Talvez matassem ele. Todos esses cenários possíveis se desfizeram com os gritos do Rengo... "Pepo, aqui não tem nada, só tem besteira desses playboys." "Eu não achei grana, mas olha isso, que pedaço de brinquedo que a loira tem" — disse Kevin descendo as escadas, segurando nas mãos um consolador gigante, que suas amigas tinham te dado de brincadeira e você nunca teve coragem de usar. O líder, que agora você sabia que chamavam de Pepo, te olhou com cara de safado e disse: "Te avisei, loira, era melhor a gente ter achado a grana. Mas fazer o quê, pelo visto você é bem putinha, então dá pra te usar de algum jeito." Ele te puxou pelo cabelo e te obrigou a levantar. Você quis gritar, mas ele te calou com um tapa na cara, te empurrou pro sofá e te ameaçou pra você se despir. Sem muita escolha, você obedeceu, começou a tirar a roupa enquanto tremia e chorava, mas isso não impediu que os três caras te olhassem com tesão... Você até percebeu como os paus deles começavam a endurecer por baixo das calças de moletom. Completamente nua, amarraram suas mãos e te deixaram sentada no sofá. Mais uma vez, você pediu pra não. te machuquem, súplica que foi respondida com outro tapa de Kevin, que já estava na sua frente com o pau pra fora da calça, louco pra ser o primeiro a curtir teu corpo, especialmente tua boca. "Chupa meu pau, vai, loira... Dá pra ver que tu curte a festa." Ele te pegou pelo cabelo e puxou tua cabeça pra trás, fazendo você abrir a boca. Foi nesse momento que ele enfiou a glande suada na tua boca delicada, roçando o céu da boca até chegar na campainha. Com as mãos, você tentou afastar ele, mas foi em vão. Por outro lado, o manco te pegou pelos tornozelos e te deitou no sofá, se meteu entre tuas pernas e começou a chupar teus peitos... Ele tava frenético, dava pra ver que era novo e ainda não tinha muita experiência... "Por favor, não me comam, eu posso engravidar", você disse. O manco chupava e apalpava teus peitos enquanto esfregava o pau na sua buceta, até que num momento conseguiu deslizar ele pra dentro de você. Você fez uma careta de dor, já que a situação não te excitava nem um pouco e sua buceta não tava dilatada. O pepo, parado atrás, assistia o espetáculo com o pau na mão, acariciando ele com delicadeza. Te ver naquela cena pornográfica, deitada de barriga pra cima, chupando o pau do Kevin e o manco já começando a te foder como um desesperado... Aquela foda durou pouco, porque o manco, como um cachorro no cio, te comeu rapidão, empurrava forte e rápido até gozar dentro de você. Ao sentir o gemido do manco na tua cara e a umidade na sua buceta, você tirou o pau do Kevin da boca. "Filho da puta, vai me engravidar", você disse brava. O manco se levantou rindo enquanto dizia: "Vou te engravidar como a puta que você é." "Agora é minha vez", disse o pepo, se aproximando com o consolo enorme na mão. "Vem cá, porque você e seu marido tão fudidos quando ele chegar", ameaçou. Diante da ameaça, você não teve escolha a não ser se deixar manipular por ele. Ele te obrigou a ficar de quatro no sofá e colocou o consolo na entrada da Tu ano, cuspiu uma porrada de saliva morna que você sentiu na sua bunda e começou a meter o brinquedo de plástico gigante. Isso sim você não aguentava, sentia como se estivessem abrindo seu cu, como ardia e esticavam suas paredes retais ao máximo, o grito que saiu do fundo de você foi tão forte que tiveram que encher sua boca com a calcinha fio dental que pegaram do chão e que você tinha tirado antes. Você quis se mexer, mas Kevin te segurou pelas mãos que continuavam amarradas e te prendeu com força pra você ficar naquela posição enquanto o Pepo enfiava o pênis de borracha quase todo, sem se importar com sua dor ou sofrimento, começou a tirar e meter de novo... Continuou cuspindo no seu cu cada vez que metia de novo, te comendo com aquele consolo de proporções gigantescas. "Tá gostando, putinha? Tô amaciando você pro que vem", disse o Pepo. Por uns minutos intermináveis, continuou com a dilatação retal que tava te dando, você quase sentia ele batendo no seu estômago por dentro até que, de repente, parou. "Isso já tá bem arrombado pra gente poder usar", disse o Pepo na hora que tirou o consolo e viu seu cu aberto começando a fechar, mas nem perto de voltar ao tamanho normal. Pepo sentou no sofá e mandou você se virar pra ficar de frente pra ele, de pernas abertas, e pegando a rola dele reta como um mastro, apoiou na fenda da sua bunda. Claramente o destino daquela rola não era sua buceta já abusada, mas seu cu recém-aberto. Ele tinha mais experiência, porque sem muita enrolação colocou a rola no seu cu e, empurrando seus quadris, começou a te penetrar. Você deu um pulo de dor, mas automaticamente ele te empurrou pra baixo de novo. Você tentou gritar, mas a calcinha na sua boca abafou seu grito de novo. Uns minutos depois, com um gesto, ele indicou pro Kevin se juntar. O garoto se ajeitou atrás de você e também encaixou a rola no seu cu. "Vocês vão rasgar meu Cu" — você balbuciou como conseguia.
"Se já tinha o cu bem arrombado" — disse Kevin enquanto começava a enfiar o pau naquela surra anal que você já tava levando.
Você sentia a dor no seu reto, misturada com a ardência e a sensação de rasgo que percorria suas entranhas. O líquido pré-gozo e a saliva deles lubrificavam um pouco a área, mas a fodida que você tava tomando era tão grotesca que nada acalmava como seu cu pulsava, tentando se fechar por causa dos espasmos. O pepo te obrigava a pular em cima da rola dele, e Kevin te dava uns empurrões que acompanhavam seus pulos. Você sentia o impacto dos quadris deles contra sua bunda, os bafos na sua cara e na sua nuca eram podres. Aqueles caras bêbados e drogados tinham estuprado cada buraco do seu corpo, e continuavam fazendo isso com força.
"Goza logo que vou encher o cu dela de porra" — disse o pepo, fazendo Kevin se afastar.
Embora tenha sido um alívio não sentir mais o atrito forte dos membros deles nas paredes do seu reto, durou pouco... Você começou a sentir o pepo agarrando suas nádegas e apertando tão forte que ia deixar marcas, enquanto sentia um líquido escorrendo por dentro... Literalmente, ele tava enchendo sua bunda de esperma, dando uns espasmos que mostravam o quanto aquele ladrão tinha gozado ao usar seu cu.
Já satisfeito, ele te empurrou e você caiu de costas. Ficou uns segundos no chão frio sem olhar pra ninguém, até sentir umas gotas mornas caindo no seu rosto e nos seus peitos. Quando levantou a vista, viu Kevin se masturbando e gozando na sua cara e no seu corpo... Agora sim! Não tinha mais nenhuma parte do seu corpo que não tivesse o esperma fedorento daqueles delinquentes.
Mas isso já não importava mais, você só queria que seu marido não chegasse.
"Agora vão embora, filhos da puta" — você disse com ódio, tirando a peça de roupa da boca.
"Por que, loirinha? Se a gente tá se divertindo" — disse Kevin.
"Além disso, falta o preto, que tá fazendo a segurança" — completou o pepo.
"Esses filhos da puta achavam que iam fazer eu comer o outro também amigo", você pensou. De repente, a porta se abriu e entrou rapidamente um cara moreno e grandalhão, claramente era o tal "negão". Naquele momento, o chão se abriu debaixo dos seus pés ao imaginar que o pesadelo ia recomeçar: vão me bater e estuprar de novo... Meu marido vai chegar... Todos esses pensamentos fugazes foram interrompidos pela voz grave do negão: "Tô vendo que vocês estavam se divertindo com a loira, mas temos que vazar porque a polícia vem aí". Todo mundo saiu correndo, te deixando largada no chão, ainda com as mãos amarradas e toda melada de porra... Com seus gritos de socorro, alguns vizinhos apareceram. As mulheres te olhavam com cara de julgamento, achando que você tinha participado de uma suruba que você mesma organizou, e os homens eram piores: fingiam te ajudar pra passar a mão no seu corpo pelado... Você até sentiu um deles tocando na sua buceta com a desculpa de te levantar do chão. Eram nojentos, dava até pra ver o pau duro deles por baixo da calça, um cenário que você teve que aguentar até a polícia finalmente chegar.
2 comentários - Fantasias de uma gostosa: os caras da praça