Todo mundo chama ele carinhosamente de "Al", além de ser bem alto, ele é muito corpulento, pra não dizer extremamente gordo, embora nem sempre tenha sido assim. Quando a gente casou, ele era fisiculturista, mas depois de alguns anos de casados, largou a disciplina e se dedicou à pesca. Não tem fim de semana que ele não vá pescar. Antes era em algum barco ou lancha de um amigo, mas recentemente comprou um iate ou lancha de 25 pés com dois camarotes, cozinha, banheiro e até ar condicionado, com um motor Volvo e um monte de coisas que, pelo que eu entendo, servem só pra sair pra pescar. Enquanto isso, eu ficava em casa, entediada pra caralho, até que conheci o Angelito, um gay da urbanização onde a gente mora. Angelito é alguns anos mais novo que eu. Nós duas viramos amigas pra lá de próximas; em particular, quando estamos sozinhas, chamo ele de Ângela. Ele pinta meu cabelo, faz minhas unhas, e até decoramos minha casa juntos. Resumindo, é minha melhor amiga. Mas um dia, a Ângela chegou chorando que nem uma madalena, e quando perguntei o que tinha acontecido, ela me contou que, depois de terminar os exercícios de natação, ao ir pro vestiário, cometeu o erro de ficar olhando pro pau de um cara que tava pelado, saindo do chuveiro. O cara percebeu e começou a zoar ele junto com os amigos. Todos juntos, na marra, sob ameaça de bater nele e contra a vontade dele, obrigaram ele a tirar a sunga e se ajoelhar. Ainda tocaram na bunda dele, e vários enfiaram os dedos no cu do coitado do Angelito, pra depois fazer ele beijar e chupar as rolas de todo mundo ali. No final, rindo e zoando do meu amigo, mijaram em cima dele, deixando ele largado no banheiro no meio de uma poça de mijo. Mas na hora, pra tirar ele da choradeira, já que ele tava se lamentando por não ser mulher, eu falei pra ele me ajudar a escolher. as roupas que eu usaria durante a semana para ir trabalhar. Angelito imediatamente começou a me aconselhar, dizendo o que ficava bem em mim e o que não, e como a nossa confiança era tão grande, eu até me trocava na frente dele, às vezes ficando praticamente nua, coisa que nem ele nem eu parecíamos nos importar. Mas algo no jeito dele olhar e tocar minhas roupas fez com que, sem pensar muito, eu o convidasse a experimentar algo que lhe agradasse, se quisesse. Afinal, Angelito e eu somos praticamente do mesmo tamanho de roupa. Quando Angelito me ouviu dizer isso, o rosto dele se iluminou como vocês não fazem ideia, quase que imediatamente ele tirou quase toda a roupa, e para minha surpresa, Angelito estava usando umas cuecas que mais pareciam calcinhas, seu corpo liso e sem pelos, visto de costas, parecia mais o de uma garota do que o de um rapazinho de 19 anos. Ele pegou um dos meus vestidos e vestiu na hora. Realmente não ficou nada bem, ele se olhou no espelho e começou a rir, e eu ri junto, do ridículo que ele estava, mas nós duas continuamos nos trocando e desfilando uma para a outra. Até que finalmente encontramos um conjunto que ficava maravilhoso nele, penteiei seus cabelos abundantes, maquiei ele de um jeito que nem a mãe dele o reconheceria, e quando ele se viu no espelho, ficou tão surpresa com a mudança, tão linda que tinha ficado, que me deu um abraço forte e um beijo enorme de agradecimento. Nesse momento, eu estava só de calcinha, e quando senti o corpo dele colado no meu, acho que naturalmente, mesmo sabendo que Angelito é gay, eu também o abracei e continuamos nos beijando intensamente. Sinceramente, não pensei que fossemos fazer mais nada, mas de repente comecei a sentir contra meu corpo, mesmo por cima do tecido da saia que ele estava usando, o pau dele ereto e quente. Não sei realmente o que aconteceu com a gente, mas continuamos nos beijando e nos abraçando intensamente, e apesar de nunca ter visto Angelito como um homem de verdade, a A excitação entre nós dois fez com que, sem parar de nos beijar, eu levantasse a saia do vestido que ela estava usando e puxasse a calcinha dela pra baixo, enquanto ela não parava de acariciar meu corpo inteiro, principalmente meus peitos e minha buceta. Senti o pau do meu amiguinho começando a me penetrar divinamente, e, ainda nos beijando, acabamos deitados na minha própria cama. Conforme eu comecei a me mexer, continuei sentindo divinamente o pau do Angelito entrando e saindo da minha vulva quente, nos abraçávamos intensamente, nos reviramos na cama um montão de vezes. Até que ele, talvez por ser a primeira vez dele com uma mulher, gozou rápido, mas de certa forma me deixou extremamente feliz. Embora eu tenha continuado me dedando até conseguir me satisfazer sozinha, diante dos olhos surpresos dele.
Naquela tarde, nós dois descobrimos algo completamente novo. No começo, Angelito se sentiu meio envergonhado comigo, e eu me senti culpada por ter traído meu marido com ele. Mas conversamos e, talvez pela novidade que foi pra nós dois, não passou nem uma hora e a gente transou de novo. Angelito me confessou que só transa, mas sexo anal e oral, com um primo dele, e, apesar de ter doído um pouco no começo, ele gostou muito, mas não tanto quanto transar comigo.
Depois daquele dia, os fins de semana não eram mais chatos, de jeito nenhum. Angelito e eu começamos a sair juntos, primeiro ela se vestia de garota e depois a gente ia pra shoppings e, às vezes, almoçava em algum restaurante, mas quando voltava pra minha casa, a gente acabava na minha cama tendo o sexo mais gostoso que eu já tinha tido. Pra vocês terem uma ideia, um dia, conversando sobre como era a sensação do sexo anal, por curiosidade, deixei o Angelito me comer gostosamente pelo cu, coisa que, como ele mesmo me avisou desde o começo, doeu um pouco, mas depois que entrou, eu curti pra caralho.
Ter esse relacionamento com o Angelito, no começo, eu pensei que estava Sendo infiel ao Al, meu marido, mas como o Angelito ainda continua gostando de homens, e deixando o primo dele meter, o nosso negócio é mais como um tipo de jogo, entre amigas. Claro que disso nem uma palavra pro meu marido, porque com certeza ele não ia me entender, além do mais, como o negócio dele é pescaria, ele quase não cuida de mim de verdade. Já que de segunda a sexta ele passa o dia inteiro enfiado no negócio dele, e pra piorar, depois que chega em casa não para de ligar pros clientes. Então, em raríssimas ocasiões é que a gente acaba transando, e na maioria das vezes, eu sou obrigada a chupar o pau dele pra finalmente conseguir um pouco de sexo. Bom, mas desde o mês passado, o Angelito foi visitar os avós dele, e talvez volte quando as férias terminarem, e digo talvez porque ele me mandou um e-mail contando que o primo dele, aquele que comeu o cu dele na primeira vez, tá dividindo ele com vários peões desde que os dois chegaram na fazenda do avô. Como não tinha com quem sair, acabei aceitando acompanhar meu marido no barco dele, com os amigos dele, pra pescar. No primeiro dia que entrei no barco, assim que a gente saiu, já me senti enjoada, tanto que vomitei, então tive que colocar um adesivo de benadril pra evitar o enjoo, e passei quase o tempo todo enfiada num dos camarotes dormindo. Mas na segunda vez que acompanhei ele, foi bem diferente. Comecei a me divertir, porque enquanto o Alfonzo tava sentado na popa, na cadeira de pesca dele, eu fiquei tomando sol na proa. No começo não tinha percebido, mas o piloto e capitão do barco não tirava os olhos de mim, enquanto o Alfonzo só pescava. Aí, o Mariano, o capitão, aproveitou uma distração do meu marido e se ofereceu pra passar protetor solar em mim. Como o Alfonzo e os dois amigos dele tavam ocupados tirando um peixe, eu aceitei. E enquanto ele foi passando A crema, pelas costas, ele deslizou as mãos até um pouco abaixo dos meus quadris, sem que eu dissesse nada, porque conforme ele fazia isso, eu me sentia extremamente excitada, principalmente pela possibilidade de Al, meu marido, perceber o que estava rolando na proa da lancha dele. Naquela noite, quando voltamos pra casa pra dormir — já que o Alfonzo praticamente não consegue passar pela porta dos camarotes —, sem ele me pedir, já na nossa casa, tomei um banho e comecei a andar nua na frente dele. Isso e ele me pedir pra chupar o pau dele foi a mesma coisa. Eu fiz, com a vontade de que eventualmente ele me penetrasse, o que ele fez, mesmo que praticamente me deixou esmagada, mas no fim, satisfeita. No dia seguinte, assim que chegamos no barco, me dediquei de novo a pegar sol. Mariano trouxe um sobrinho pra pilotar enquanto ele me acompanhava na proa, me ajudou de novo com o protetor solar, e eu senti os dedos dele bem perto das minhas tetas e da minha buceta, enquanto o Alfonzo não parava de jogar e recolher a isca com a vara de pescar caríssima dele. Eu estava tão, tão excitada com as gostosas carícias do Mariano na minha pele, que quando ele insinuou que queria transar comigo, em vez de recusar ou perguntar se ele tinha enlouquecido, eu perguntei, bem desejosa, quando e onde. Naquele momento, estávamos a pleno sol, no meio do mar, sem nenhum outro barco, lancha ou navio à vista. Então, quando Mariano me respondeu: "Aqui mesmo", não hesitei nem por um segundo em obedecer e abrir minhas pernas. O anteparo da proa nos escondia do olhar do sobrinho dele, que pilotava a lancha, e nem preciso dizer do meu marido e dos amigos dele, que estavam totalmente focados num peixe grande que parecia ter mordido a isca e lutavam intensamente pra puxá-lo. Mariano simplesmente afastou com os dedos grossos e fortes a tira fina de pano da parte de baixo da minha tanga, e senti divinamente ele me penetrando com o pau quente dele. enquanto meu marido lutava contra um enorme peixe-espada, Mariano me prendia bem fundo. A ideia de que, a qualquer momento, meu marido ou um dos amigos dele aparecesse na proa do barco e nos visse, me deixava muito mais excitada. O motor da lancha rugia, e eu podia ouvir claramente os gritos do Alfonzo e dos amigos dele, enquanto eu gemia profundamente de prazer e mexia meus quadris com intensidade, buscando sentir mais e mais dentro da minha buceta a grossa e quente pica do Mariano. Não sei exatamente quanto tempo ficamos deitados na popa da lancha, transando selvagemente, trocando de posição e aproveitando tudo o que o Marino estava me fazendo, e tudo o que eu fazia com ele. Até que em certo momento, ele me deitou contra a antepara, bem em cima de uma das janelas dos camarotes, abriu minhas pernas de novo e, tirando a parte de baixo da minha calcinha fio dental, eu pude ver a pica dele entrando e saindo completamente da minha boceta, até que tanto ele quanto eu chegamos a um clímax tremendo, o orgasmo mais selvagem que eu já tinha aproveitado. Depois disso, o Mariano voltou para a popa enquanto eu colocava minha calcinha fio dental de novo, só para tirar quase de imediato depois de chegar ao camarote, me trancar no banheiro e limpar toda a minha boceta suada e molhada do sêmen do Mariano. Passei o resto do dia trancada no camarote dormindo, completamente nua. Mas quando acordei, vi que a porta do camarote estava aberta, e um dos amigos do Al estava me observando completamente nua. Ouvi claramente os gritos de comemoração na popa, no camarote; pelo visto, outro peixe grande tinha mordido a isca, já que da cama eu pude ver um enorme peixe-espada ou veleiro jogado no convés da popa. Enquanto meu marido continuava lutando com todas as forças para tirar a segunda grande presa dele. Eu soube na hora que, acontecesse o que acontecesse dentro do camarote, o Alfonzo não ia ficar sabendo, então Que sedutoramente fiquei olhando pro amigo dele, nos olhos dele eu vi, o desejo que ele tinha de me ter enfiada, sem nenhum pudor me levantei da cama, deixando ele ver minha buceta completamente aberta enquanto eu fazia isso, e quando fiquei de pé, me aproximei da porta, e simplesmente mexendo meu dedo indiquei que convidei ele a entrar, pra uma vez dentro fechar a porta, e ficar trancada com ele dentro do camarote. Uma vez lá dentro, Gerardo, o amigo do meu marido, pulou em cima de mim, mas eu, por curiosidade, enquanto ele me beijava e passava a mão no meu corpo todo, perguntei quanto tempo ele tava me vendo pelada enquanto eu dormia. Gerardo conseguiu me dizer que já fazia um bom tempo, mas que ninguém mais tinha percebido além dele, coisa que eu não duvidei nem por um segundo. Então, quando senti ele se esforçando pra desabotoar e abaixar a calça, aquele sentimento morbidão de ser descoberta tomou conta de mim, e sem vergonha nenhuma me afastei um pouco do Gerardo e abaixei o short que ele tava usando. Assim que o pau dele ficou duro e livre, sem perder tempo, me dediquei a chupar ele, mas só por um tempinho, porque eu queria muito ter ele e curtir aquilo enfiado dentro da minha buceta. Gerardo me fez gozar pra caralho, sentir ele agarrando meus peitos, meu clitóris, enquanto o pau dele entrava e saía da minha buceta depilada, foi uma loucura, ainda mais sabendo que a qualquer momento meu marido podia entrar no camarote e me encontrar deitada e empalada por um dos melhores amigos dele. Eu imaginava a cara que o Alfonzo faria, as coisas que ele me diria. Puta, vagabunda, você é uma qualquer, que se deita com todos os homens que aparecem na sua frente. Como ele agiria, pulando em cima de mim e, de raiva, me dando porrada, querendo enfiar em mim o pau dele que sempre escondia. Só de pensar nisso, eu ficava ainda mais excitada, e meus gemidos fortes eram abafados pelo ronco do motor e pela bagunça na popa enquanto meu marido recolhia a vara puxando pro barco. sua segunda grande presa. Assim que eu e Gerardo terminamos, ele vestiu a calça e voltou pra popa, bem na hora que começavam a içar a bordo o segundo peixe-espada pescado naquele dia. Eu voltei pro banheiro, lavei minha buceta de novo, coloquei outra calcinha fio-dental e saí pra socializar com todo mundo. Meu marido, quando me viu, como ele disse, semi-nua, começou a me chamar a atenção, me mandando colocar algo mais cobridor, e eu obedeci, vesti uma camisola transparente que, longe de esconder, só aguça mais a curiosidade de quem me olha.
De volta pra casa, Alfonzo parecia inspirado e me pediu pra dar um boquete pra começar. Mas eu tava tão, tão cansada, que respondi que com todo prazer, mas só depois que eu acordasse. Menti pra ele, dizendo que durante a viagem toda eu tinha passado mal, vomitado, e que ele nem tinha percebido o quanto eu sofri, porque só tava preocupado em pescar aqueles malditos peixes. Que quando finalmente me senti um pouco melhor, ele só reparou que eu tava usando um fio-dental minúsculo, me fazendo passar um baita vexame na frente dos amigos dele.
Claro que Alfonzo me pediu desculpas, e nos dias seguintes não insinuou nada, nem encostou um dedo em mim. Até que eu, de propósito, quando ele saiu do banho, esperei ele na cama com as pernas bem abertas, mas com a condição de que antes de começar, ele me desse um bom boquete em buceta.
Alfonzo continua curtindo a pescaria, eu continuo com o Angelito quando ele tá na cidade e não tá na fazenda dos avós. Mas, por outro lado, também tô saindo de vez em quando com o Gerardo e com o Mariano, quando eles não tão acompanhando meu marido na pesca.
Naquela tarde, nós dois descobrimos algo completamente novo. No começo, Angelito se sentiu meio envergonhado comigo, e eu me senti culpada por ter traído meu marido com ele. Mas conversamos e, talvez pela novidade que foi pra nós dois, não passou nem uma hora e a gente transou de novo. Angelito me confessou que só transa, mas sexo anal e oral, com um primo dele, e, apesar de ter doído um pouco no começo, ele gostou muito, mas não tanto quanto transar comigo.
Depois daquele dia, os fins de semana não eram mais chatos, de jeito nenhum. Angelito e eu começamos a sair juntos, primeiro ela se vestia de garota e depois a gente ia pra shoppings e, às vezes, almoçava em algum restaurante, mas quando voltava pra minha casa, a gente acabava na minha cama tendo o sexo mais gostoso que eu já tinha tido. Pra vocês terem uma ideia, um dia, conversando sobre como era a sensação do sexo anal, por curiosidade, deixei o Angelito me comer gostosamente pelo cu, coisa que, como ele mesmo me avisou desde o começo, doeu um pouco, mas depois que entrou, eu curti pra caralho.
Ter esse relacionamento com o Angelito, no começo, eu pensei que estava Sendo infiel ao Al, meu marido, mas como o Angelito ainda continua gostando de homens, e deixando o primo dele meter, o nosso negócio é mais como um tipo de jogo, entre amigas. Claro que disso nem uma palavra pro meu marido, porque com certeza ele não ia me entender, além do mais, como o negócio dele é pescaria, ele quase não cuida de mim de verdade. Já que de segunda a sexta ele passa o dia inteiro enfiado no negócio dele, e pra piorar, depois que chega em casa não para de ligar pros clientes. Então, em raríssimas ocasiões é que a gente acaba transando, e na maioria das vezes, eu sou obrigada a chupar o pau dele pra finalmente conseguir um pouco de sexo. Bom, mas desde o mês passado, o Angelito foi visitar os avós dele, e talvez volte quando as férias terminarem, e digo talvez porque ele me mandou um e-mail contando que o primo dele, aquele que comeu o cu dele na primeira vez, tá dividindo ele com vários peões desde que os dois chegaram na fazenda do avô. Como não tinha com quem sair, acabei aceitando acompanhar meu marido no barco dele, com os amigos dele, pra pescar. No primeiro dia que entrei no barco, assim que a gente saiu, já me senti enjoada, tanto que vomitei, então tive que colocar um adesivo de benadril pra evitar o enjoo, e passei quase o tempo todo enfiada num dos camarotes dormindo. Mas na segunda vez que acompanhei ele, foi bem diferente. Comecei a me divertir, porque enquanto o Alfonzo tava sentado na popa, na cadeira de pesca dele, eu fiquei tomando sol na proa. No começo não tinha percebido, mas o piloto e capitão do barco não tirava os olhos de mim, enquanto o Alfonzo só pescava. Aí, o Mariano, o capitão, aproveitou uma distração do meu marido e se ofereceu pra passar protetor solar em mim. Como o Alfonzo e os dois amigos dele tavam ocupados tirando um peixe, eu aceitei. E enquanto ele foi passando A crema, pelas costas, ele deslizou as mãos até um pouco abaixo dos meus quadris, sem que eu dissesse nada, porque conforme ele fazia isso, eu me sentia extremamente excitada, principalmente pela possibilidade de Al, meu marido, perceber o que estava rolando na proa da lancha dele. Naquela noite, quando voltamos pra casa pra dormir — já que o Alfonzo praticamente não consegue passar pela porta dos camarotes —, sem ele me pedir, já na nossa casa, tomei um banho e comecei a andar nua na frente dele. Isso e ele me pedir pra chupar o pau dele foi a mesma coisa. Eu fiz, com a vontade de que eventualmente ele me penetrasse, o que ele fez, mesmo que praticamente me deixou esmagada, mas no fim, satisfeita. No dia seguinte, assim que chegamos no barco, me dediquei de novo a pegar sol. Mariano trouxe um sobrinho pra pilotar enquanto ele me acompanhava na proa, me ajudou de novo com o protetor solar, e eu senti os dedos dele bem perto das minhas tetas e da minha buceta, enquanto o Alfonzo não parava de jogar e recolher a isca com a vara de pescar caríssima dele. Eu estava tão, tão excitada com as gostosas carícias do Mariano na minha pele, que quando ele insinuou que queria transar comigo, em vez de recusar ou perguntar se ele tinha enlouquecido, eu perguntei, bem desejosa, quando e onde. Naquele momento, estávamos a pleno sol, no meio do mar, sem nenhum outro barco, lancha ou navio à vista. Então, quando Mariano me respondeu: "Aqui mesmo", não hesitei nem por um segundo em obedecer e abrir minhas pernas. O anteparo da proa nos escondia do olhar do sobrinho dele, que pilotava a lancha, e nem preciso dizer do meu marido e dos amigos dele, que estavam totalmente focados num peixe grande que parecia ter mordido a isca e lutavam intensamente pra puxá-lo. Mariano simplesmente afastou com os dedos grossos e fortes a tira fina de pano da parte de baixo da minha tanga, e senti divinamente ele me penetrando com o pau quente dele. enquanto meu marido lutava contra um enorme peixe-espada, Mariano me prendia bem fundo. A ideia de que, a qualquer momento, meu marido ou um dos amigos dele aparecesse na proa do barco e nos visse, me deixava muito mais excitada. O motor da lancha rugia, e eu podia ouvir claramente os gritos do Alfonzo e dos amigos dele, enquanto eu gemia profundamente de prazer e mexia meus quadris com intensidade, buscando sentir mais e mais dentro da minha buceta a grossa e quente pica do Mariano. Não sei exatamente quanto tempo ficamos deitados na popa da lancha, transando selvagemente, trocando de posição e aproveitando tudo o que o Marino estava me fazendo, e tudo o que eu fazia com ele. Até que em certo momento, ele me deitou contra a antepara, bem em cima de uma das janelas dos camarotes, abriu minhas pernas de novo e, tirando a parte de baixo da minha calcinha fio dental, eu pude ver a pica dele entrando e saindo completamente da minha boceta, até que tanto ele quanto eu chegamos a um clímax tremendo, o orgasmo mais selvagem que eu já tinha aproveitado. Depois disso, o Mariano voltou para a popa enquanto eu colocava minha calcinha fio dental de novo, só para tirar quase de imediato depois de chegar ao camarote, me trancar no banheiro e limpar toda a minha boceta suada e molhada do sêmen do Mariano. Passei o resto do dia trancada no camarote dormindo, completamente nua. Mas quando acordei, vi que a porta do camarote estava aberta, e um dos amigos do Al estava me observando completamente nua. Ouvi claramente os gritos de comemoração na popa, no camarote; pelo visto, outro peixe grande tinha mordido a isca, já que da cama eu pude ver um enorme peixe-espada ou veleiro jogado no convés da popa. Enquanto meu marido continuava lutando com todas as forças para tirar a segunda grande presa dele. Eu soube na hora que, acontecesse o que acontecesse dentro do camarote, o Alfonzo não ia ficar sabendo, então Que sedutoramente fiquei olhando pro amigo dele, nos olhos dele eu vi, o desejo que ele tinha de me ter enfiada, sem nenhum pudor me levantei da cama, deixando ele ver minha buceta completamente aberta enquanto eu fazia isso, e quando fiquei de pé, me aproximei da porta, e simplesmente mexendo meu dedo indiquei que convidei ele a entrar, pra uma vez dentro fechar a porta, e ficar trancada com ele dentro do camarote. Uma vez lá dentro, Gerardo, o amigo do meu marido, pulou em cima de mim, mas eu, por curiosidade, enquanto ele me beijava e passava a mão no meu corpo todo, perguntei quanto tempo ele tava me vendo pelada enquanto eu dormia. Gerardo conseguiu me dizer que já fazia um bom tempo, mas que ninguém mais tinha percebido além dele, coisa que eu não duvidei nem por um segundo. Então, quando senti ele se esforçando pra desabotoar e abaixar a calça, aquele sentimento morbidão de ser descoberta tomou conta de mim, e sem vergonha nenhuma me afastei um pouco do Gerardo e abaixei o short que ele tava usando. Assim que o pau dele ficou duro e livre, sem perder tempo, me dediquei a chupar ele, mas só por um tempinho, porque eu queria muito ter ele e curtir aquilo enfiado dentro da minha buceta. Gerardo me fez gozar pra caralho, sentir ele agarrando meus peitos, meu clitóris, enquanto o pau dele entrava e saía da minha buceta depilada, foi uma loucura, ainda mais sabendo que a qualquer momento meu marido podia entrar no camarote e me encontrar deitada e empalada por um dos melhores amigos dele. Eu imaginava a cara que o Alfonzo faria, as coisas que ele me diria. Puta, vagabunda, você é uma qualquer, que se deita com todos os homens que aparecem na sua frente. Como ele agiria, pulando em cima de mim e, de raiva, me dando porrada, querendo enfiar em mim o pau dele que sempre escondia. Só de pensar nisso, eu ficava ainda mais excitada, e meus gemidos fortes eram abafados pelo ronco do motor e pela bagunça na popa enquanto meu marido recolhia a vara puxando pro barco. sua segunda grande presa. Assim que eu e Gerardo terminamos, ele vestiu a calça e voltou pra popa, bem na hora que começavam a içar a bordo o segundo peixe-espada pescado naquele dia. Eu voltei pro banheiro, lavei minha buceta de novo, coloquei outra calcinha fio-dental e saí pra socializar com todo mundo. Meu marido, quando me viu, como ele disse, semi-nua, começou a me chamar a atenção, me mandando colocar algo mais cobridor, e eu obedeci, vesti uma camisola transparente que, longe de esconder, só aguça mais a curiosidade de quem me olha.
De volta pra casa, Alfonzo parecia inspirado e me pediu pra dar um boquete pra começar. Mas eu tava tão, tão cansada, que respondi que com todo prazer, mas só depois que eu acordasse. Menti pra ele, dizendo que durante a viagem toda eu tinha passado mal, vomitado, e que ele nem tinha percebido o quanto eu sofri, porque só tava preocupado em pescar aqueles malditos peixes. Que quando finalmente me senti um pouco melhor, ele só reparou que eu tava usando um fio-dental minúsculo, me fazendo passar um baita vexame na frente dos amigos dele.
Claro que Alfonzo me pediu desculpas, e nos dias seguintes não insinuou nada, nem encostou um dedo em mim. Até que eu, de propósito, quando ele saiu do banho, esperei ele na cama com as pernas bem abertas, mas com a condição de que antes de começar, ele me desse um bom boquete em buceta.
Alfonzo continua curtindo a pescaria, eu continuo com o Angelito quando ele tá na cidade e não tá na fazenda dos avós. Mas, por outro lado, também tô saindo de vez em quando com o Gerardo e com o Mariano, quando eles não tão acompanhando meu marido na pesca.
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