Aventura de Verão 3: Final Gostoso

Este é o fim da história e só quero agradecer a todos que leram e curtiram. Depois que aquela noite apaixonante terminou, a madrugada chegou, e nós, famintos, fomos procurar comida. No caminho, vínhamos melados, como se amor corresse nas nossas veias. Chegando a um restaurante 24 horas, pedimos algo simples: ela pediu um sanduíche de frango e eu o mesmo. Quando o garçom nos atendeu, disse: "Temos promoção de cerveja grátis para namorados e recém-casados, é só se beijarem." E minha mãe, na hora, me beijou do jeito mais apaixonado. No fim, aquele dia foi espetacular. Depois de dormir umas horas, minha mãe me diz: "Vamos a uma praia que é perto, é vazia e bem confortável." Bom, enquanto nos preparávamos para ir, vejo minha mãe colocando o biquíni como se fosse roupa íntima, e pergunto: "O que cê tá fazendo, mãe?" Ela responde: "Ué, vestindo a roupa de banho, pra chegar lá e só tirar a roupa. Faz o mesmo, mas coloca a tanga, a pussy." Naquele momento, entendi: ela queria que a gente transasse numa praia. Era uma boa ideia, o voyeurismo me agrada, é a melhor forma de exibir alguém e mostrar como você quer, marcando seus limites. Total, coloquei a tanga, que era superconfortável, e fomos. Enquanto estávamos na praia, estacionamos o carro perto e nos sentamos para pegar sol e curtir. A praia estava vazia, era uma terça-feira às 2 da tarde. Naquele momento, enquanto estávamos os dois deitados, começo a passar o dedo nos lábios dela, e minha mãe me diz: "Ei, não faz isso na cara dura, coloca nas minhas nádegas." E bom, estávamos brincando, até que, já quentes, ela se coloca na posição de prancha e me diz: "Já mete, tô molhadinha." E aí as coisas seguiram como deviam, começamos a foder. A sorte de usar tanga os dois é que é muito fácil tirar e meter. E bom, estávamos transando e ela transiciona pra posição de quatro, nós dois curtimos, adorávamos a ideia de sermos vistos, de exibir a mulherão que tenho, e o jeito que ela mexia a cintura e o quadril. contra minha pélvis que se movia rapidamente, ouvimos de longe uns gritos, parecia alguém nos observando, isso me excitava ainda mais, mas tudo mudou quando vimos que era um policial. Rapidamente nos separamos e saímos de lá, pegamos tudo às pressas e subimos no carro. Fomos saindo cantando pneu, e em vez de nos preocuparmos com as consequências, estávamos rindo e nos masturbando um ao outro, curtindo o voyeurismo, o prazer de sermos vistos. No final, terminamos tudo na banheira do hotel, sendo um só, ela e eu. Já não era mais sobre sexo culposo e descarga de prazeres, já existia um romance, um love real, um amor de mãe para filho em outro nível, como tem que ser. Assim terminaram nossas férias, nos encontrando um ao outro. Voltamos aparentemente os mesmos, mas existia aquela chama que não deixaríamos ninguém apagar. No final, depois dessa viagem, planejamos ir para outra cidade e construir uma vida longe da nossa família e amizades, para assim evitar o escrutínio público baseado na moral hipócrita. Mas isso é outra história. Obrigado por ler.

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