É a continuação do capítulo anterior. Tudo estava indo maravilhosamente bem quando chegamos na cidade. O clima era quente, a brisa do mar e tudo era grandioso. Ficou ainda melhor quando a mamãe, a caminho do hotel, me diz: — Vamos mudar um pouco o jogo, não acha? — e eu, sem entender, só concordei com a cabeça, e ela continuou falando: — Olha, vamos reservar a suíte de lua de mel. Vai sair caro, mas a gente merece. Quero que sua buceta e eu vivamos essas férias mais como marido e mulher, como amantes, como homem e mulher desejosos. Eu, ao entender a situação e perceber o que ela queria, fiquei ainda mais excitado e respondi: — Claro que sim, mulher. Essas férias a gente vai viver como nunca, é a nossa lua de mel. Ela, ao ouvir isso, se sentiu satisfeita e confirmou me dando o beijo mais apaixonado (não era estranho que mamãe e eu nos beijássemos na boca, era nosso jeito de nos cumprimentar, mas eram selinhos leves). Bom, depois disso, reservamos o quarto e demos uma volta. Só passava pela minha cabeça em que lugar eu enfiaria a pica no cu dela, onde a penetraria mais forte e onde selaríamos tudo com um beijo de língua. Saindo do tour, mamãe diz para eu acompanhá-la até uma loja para comprar um biquíni, mas não qualquer um: ela ia comprar um fio dental. Enquanto ela comprava e experimentava, eu estava excitadíssimo, com vontade de penetrar ela ali mesmo, mas me segurei. No final, ela levou um preto e outro tom de pele nude. Enquanto ela experimentava, uma vendedora me diz: — Fica super bem nela, tem uma boa figura. O que você é dela? — e eu respondo: — É minha esposa — enquanto minha mãe olha com um olhar safado. A vendedora diz: — Sua esposa?! Quantos anos ela tem? Parece ter uns 40, mas bem cuidada, podia ser sua mãe. E eu respondo: — Claro, cuidada, mas com seus 40 anos nas costas. E sim, poderia ser. — Nisso, minha mãe, safadinha, só sorri para mim e continua posando. — Bom, vou levar este — responde minha mãe. — E você? você vai levar, querido - eu, meio na dúvida, fui com uma sunga comprida e minha mãe me fala - ah, essa não, olha, leva algo mais sensual, algo que mostre sua virilidade - e me mostra uma tanga que mal cobria minha piroca, e no fim eu experimento. quando coloco, a vendedora, impactada e tímida, fala pra minha mãe - olha, com todo respeito, mas ele tem um bom pacote - e minha mãe só ri. depois disso, comprei aquela tanga e uma sunga curta. no fim do dia, chegamos em casa, cansado mas decidido, hoje eu ia penetrar ela enquanto nos trocávamos, comecei a brincar, passava minha mão no pescoço dela, acariciava, e ela cedia e respondia, tudo escalou pra apalpadas, pra pegar na bunda com decisão, agarrar os peitos dela e esfregar os bicos, começar a meter os dedos, tudo aconteceu muito mágico. bem na hora que eu ia começar a penetrar, ela fala - se não tem camisinha, não se preocupa, eu operei, lembra? - tudo era cor-de-rosa, foi realmente gostoso meter minha piroca na buceta quentinha dela, sentia a umidade, tudo me excitava, enquanto os quadris dela se mexiam de um lado pro outro e eu de cima pra baixo, buscando o orgasmo, eu gozo, o mais gostoso sem dúvida. nisso ela vira e fala - aproveita, homem - e começa a parte boa. passo lubrificante no meu pau e parto pra dar sexo anal nela, o delicioso era sentir como ela apertava, como eu tinha que lubrificar minha piroca pra não doer nela. no final ela fala - não passa mais gel aí não, que tá doendo - e tudo passou de um sexo inocente de casados pra rudeza de amantes. acabei depois de 30 minutos e tudo se resumiu num beijo, muito erótico, e num - eu te adoro - vindo dela.
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