Trabalhei na Costco um tempo, trampo pesado pra caralho mas pagava bem, muito mais que as outras empresas. Conheci o Ernesto, ele me ajudou a me enturmar. Aquele filho da puta amava o trabalho dele, era foda demais, cheio de benefícios. Enfim, a temporada de Natal acabou e não renovaram meu contrato, mas a amizade continuou. O Ernesto era casado, já tinha 4 filhos e, mesmo amando a esposa, vivia pegando uma ou outra demonstradora das marcas que trabalhavam na Costco. Um belo dia, ele me pediu pra ser padrinho do quinto filho dele e aceitei de boa. Tudo certo com a família e a comadre, até que um dia ele pisou na bola e engravidou uma das aventuras dele. O desgraçado tinha que ser milionário ou sei lá como ia fazer pra sustentar duas casas, tudo por se achar um garanhão. Depois ainda me falava pra nem cumprimentar minha mina com beijo na bochecha, senão engravidava ela também. Ele abriu vários negócios que não deram certo, no fim decidiu ir pros Estados Unidos e largar a Costco de mão. Falei que era uma boa ideia, mas ele não tinha muita grana guardada. Me pediu 2 mil dólares emprestados e deixou o documento do carro dele como garantia, prometendo que se não pagasse em 6 meses, eu ficava com a caminhonete. Falei que não precisava, mas ele tava tão certo que ia pagar que não aceitou. Organizou um churrasco antes de ir embora, algo simples num parque aquático, só adultos. Ele ficou bem bebasso e a esposa rebolava a bunda pra todo lado como se fosse dona do lugar.
Não resisti e tirei uma foto dela, o problema não foi esse, mas sim que eu tava conectado na caixinha de som por Bluetooth e o obturador estralou na hora do clique, foi muito na cara. Por sorte já tava geral bem bebado e ninguém prestou atenção, exceto minha comadre, que me encarou entre puta e cúmplice. Eu me fiz de desentendido e continuei enchendo o copo enquanto cantava com o compadre. Mas ver a comadre rebolando aquele rabo me deixava louco, então mais tarde, chegando na casa dos compadres, encontramos com outros amigos pra dançar, comer e beber. Eles bebiam como se fossem esponjas, e o melhor amigo do meu compadre, num certo ponto, tava de cara feia me olhando torto. Não sei se era porque eu tava de olho na bunda da comadre ou o que rolava, mas eu me fazia de desentendido e continuava bebendo com todo mundo. Tinha uma mina no grupo, amiga deles, que chegou sem par, era uma gostosa, se chama Diana, muito simpática.
Então comecei a me comportar bem, pensando que talvez acabasse transando com ela. A noite foi avançando e o pessoal começou a ir embora, muitos muito bêbados, outros com sono, e a Diana, mesmo que pudesse rolar algo, ela era bem gostosa, me dava tesão a ideia de comer a comadre na casa dela com o compadre do lado. Foi uma escolha difícil, talvez nunca mais tivesse outra chance com a Diana, mas tinha que apostar em alguém, e era na comadre. Como eu estava de moto, perguntei pra comadre se podia dormir na sala, porque não dava pra dirigir. Ela, safada, disse que sim, mas primeiro a gente levou o compadre pra deitar na cama dele pra liberar a sala e eu poder me deitar. "Ou você prefere dormir comigo na cama, compadre?" Ela perguntou, provocante, e eu fiquei gelado, sem saber o que responder. Peguei o compadre e levei ele pra cama. Ela disse: "Espera aí que vou pegar um cobertor pra você." Me deitei, olhando o celular, quando ela desce ainda de saia e diz: "Então você gosta de tirar fotos, hein? Vê se tira uma minha assim." Levantou a saia e me mostrou a buceta.
Que gostosa, usava a buceta depilada. Ela me disse que ia descansar, que se precisasse de algo, estaria no quarto das crianças. Tava bem excitado, e acho que ela mais ainda. Não aguentei mais, tirei a roupa, desembainhei a espada que tava tão afiada que cortava o ar quando eu andava. Entrei no quarto escuro e consegui ver ela com a raba virada pra mim. Só repetia: "Desculpa, Ernesto", e sem enrolação, parti a comadre ao meio. Ela abafava os gemidos no travesseiro enquanto mordia ele, apertava bem gostoso.
Ficava de olho na porta pra o compadre não me pegar pelas costas enquanto eu metia na mulher dele.
Ela me disse que queria chupar minha buceta e realmente sabia manejar bem a espada com poucas, era uma puta daquelas boas.
Eu adorava, que boquete gostoso a comadre mandava. A gente ouviu um barulhinho, mas eu já tava quase gozando, minhas bolas iam explodir a qualquer momento, então coloquei ela de quatro e montei até gozar nas costas dela.
Nisso batem na porta, sem pensar ela se esconde debaixo do sofá da sala, eu nem tinha me vestido direito, tinha deixado toda a roupa na sala, já sentia todo o problema vindo em cima de mim como uma avalanche.
Não resisti e tirei uma foto dela, o problema não foi esse, mas sim que eu tava conectado na caixinha de som por Bluetooth e o obturador estralou na hora do clique, foi muito na cara. Por sorte já tava geral bem bebado e ninguém prestou atenção, exceto minha comadre, que me encarou entre puta e cúmplice. Eu me fiz de desentendido e continuei enchendo o copo enquanto cantava com o compadre. Mas ver a comadre rebolando aquele rabo me deixava louco, então mais tarde, chegando na casa dos compadres, encontramos com outros amigos pra dançar, comer e beber. Eles bebiam como se fossem esponjas, e o melhor amigo do meu compadre, num certo ponto, tava de cara feia me olhando torto. Não sei se era porque eu tava de olho na bunda da comadre ou o que rolava, mas eu me fazia de desentendido e continuava bebendo com todo mundo. Tinha uma mina no grupo, amiga deles, que chegou sem par, era uma gostosa, se chama Diana, muito simpática.
Então comecei a me comportar bem, pensando que talvez acabasse transando com ela. A noite foi avançando e o pessoal começou a ir embora, muitos muito bêbados, outros com sono, e a Diana, mesmo que pudesse rolar algo, ela era bem gostosa, me dava tesão a ideia de comer a comadre na casa dela com o compadre do lado. Foi uma escolha difícil, talvez nunca mais tivesse outra chance com a Diana, mas tinha que apostar em alguém, e era na comadre. Como eu estava de moto, perguntei pra comadre se podia dormir na sala, porque não dava pra dirigir. Ela, safada, disse que sim, mas primeiro a gente levou o compadre pra deitar na cama dele pra liberar a sala e eu poder me deitar. "Ou você prefere dormir comigo na cama, compadre?" Ela perguntou, provocante, e eu fiquei gelado, sem saber o que responder. Peguei o compadre e levei ele pra cama. Ela disse: "Espera aí que vou pegar um cobertor pra você." Me deitei, olhando o celular, quando ela desce ainda de saia e diz: "Então você gosta de tirar fotos, hein? Vê se tira uma minha assim." Levantou a saia e me mostrou a buceta.
Que gostosa, usava a buceta depilada. Ela me disse que ia descansar, que se precisasse de algo, estaria no quarto das crianças. Tava bem excitado, e acho que ela mais ainda. Não aguentei mais, tirei a roupa, desembainhei a espada que tava tão afiada que cortava o ar quando eu andava. Entrei no quarto escuro e consegui ver ela com a raba virada pra mim. Só repetia: "Desculpa, Ernesto", e sem enrolação, parti a comadre ao meio. Ela abafava os gemidos no travesseiro enquanto mordia ele, apertava bem gostoso.
Ficava de olho na porta pra o compadre não me pegar pelas costas enquanto eu metia na mulher dele.
Ela me disse que queria chupar minha buceta e realmente sabia manejar bem a espada com poucas, era uma puta daquelas boas.
Eu adorava, que boquete gostoso a comadre mandava. A gente ouviu um barulhinho, mas eu já tava quase gozando, minhas bolas iam explodir a qualquer momento, então coloquei ela de quatro e montei até gozar nas costas dela.
Nisso batem na porta, sem pensar ela se esconde debaixo do sofá da sala, eu nem tinha me vestido direito, tinha deixado toda a roupa na sala, já sentia todo o problema vindo em cima de mim como uma avalanche.
4 comentários - Paguei com a coroa do compadre