Te confesso que tenho várias lembranças, flashes que vêm à minha mente de uma época em que ainda não era homem, um tempo em que a sexualidade despertava no meu corpo adolescente de menino. Era um tempo em que eu, para você, era um garoto, seu garoto, e você, para mim, começou a ser algo mais do que uma mãe. Já faz tantos anos que tudo isso começou.
Lembro que, quando eu era só um moleque, você nunca teve vergonha de mostrar seu corpo pelado. Só lá pela minha adolescência avançada é que você foi ficando mais recatada, mas talvez já fosse tarde demais pra evitar que a enxurrada de hormônios no meu corpo acendesse o desejo.
Teve duas cenas em especial que gravaram a fogo no meu cérebro e nunca mais consegui tirar da cabeça. A primeira vez foi num verão na roça, na casa dos avós. Naquele quarto grande com duas camas, uma grande pra Papai e você, e outra menor pra mim. Era julho e Papai só viria em agosto. Eu devia ter uns 14 ou 15 anos e, como toda tarde, a gente se enfiava no quarto na hora da sesta, com aquele calor infernal que não dava trégua. Você se deitou de bruços na sua cama, lendo uma revista, e eu fiz o mesmo na minha, com um gibi.
Lá estava você, de camisola, distraída na sua leitura, quando meus olhos pousaram nas suas pernas levemente abertas. A curiosidade me venceu e comecei a me perguntar se você tava de calcinha ou não; meu palpite era que não. Aos poucos, fui mudando de posição até que meu ângulo de visão apontou direto entre suas pernas, e pude ver que, de fato, nenhum pano se metia entre meus olhos e sua buceta. Por longos minutos, fiquei admirando sua xota exposta ali na minha frente, enquanto também fingia ler.
Embora jovem e de rosto lindo, você já não era uma mulher com um corpo de arrasar, a silhueta me roubou assim que me teve, mas mesmo assim eu estava ali, completamente vidrado, contemplando a buceta da minha mãe. Simplesmente me parecia a coisa mais linda do mundo, aquela rachadura desenhada entre suas pernas por uns lábios vaginais grossos me parecia completamente deliciosa. Eu sonhava acordado em deslizar minha mão entre suas pernas, acariciando você, acariciar aquela buceta deliciosa de pelos ralos e sedosos pela qual vim ao mundo, sentir nos meus dedos o toque dos seus lábios vaginais e poder enfiar um dedo sentindo seu calor. Queria aproximar meu rosto para cheirar e beijar. Como não podia ser diferente, minha excitação foi aumentando e a ereção na minha virilha acabou até ficando dolorosa. O sangue se acumulava na minha cabeça com aquele jogo de espiões inconfessável e a cada movimento do seu corpo meu coração acelerava e batia mais e mais forte. Então você mudou de posição, flexionando o joelho, e sua perna direita avançou levemente, ficando ainda mais exposta aos meus olhares libidinosos. A deliciosa buceta materna ficou com os lábios relaxados e ligeiramente entreabertos, aquilo foi demais para mim. Minha mão fazia pressão no meu pau e em poucos segundos as contrações começaram a me percorrer, me derramando sem remédio na cueca. Não foi uma gozada abundante, naquela época ainda não eram, mas o suficiente para sujar a cueca que aguentei vestida o resto do dia até que, após o banho da noite, foi direto pra máquina de lavar, confiando que ninguém percebesse. Desde aquele dia, não consegui tirar da cabeça a imagem da sua buceta, a deliciosa buceta que admirei naquela tarde até acabar gozando a menos de um metro e meio de você, sua buceta, sua buceta, a buceta da mamãe. A segunda vez foi em casa, deve ter sido uns dois anos depois, não lembro a época do ano, mas não devia estar frio pelo jeito que você se vestia. Foi na cozinha e, ao contrário do que eu lembro como algo já incomum, você mal usava roupa, provavelmente devia ser de manhã, recém-acordada, e você estava do jeito que dormiu, a verdade é que todos Esses detalhes já estão meio apagados pra mim. Mas lembro, sim, com toda clareza, que a única roupa que você vestia era uma regata do Papai, nada mais. Você estava descalça, e aquela regata cobria o que cobria, pouca coisa. A tal regata mal tapava sua bunda. Seus peitos estavam cobertos só pela metade, e os bicos apareciam claramente. Não me pergunte o que eu fazia lá na cozinha com você desse jeito, nem ideia, mas eu estava ali pensando: — Porra, tô ficando duro. — Quando de repente aconteceu, foi algo que a gente só vê em filme. — Não pode ser — pensei. Mas, de fato, alguma coisa tinha caído no chão e, com toda naturalidade, você se abaixou pra pegar. Pernas levemente abertas e tronco girando pra frente, quase sem dobrar os joelhos. Já imagina o resultado, sua bunda e sua buceta completamente expostas diante dos meus olhos. A imagem daquela buceta deliciosa, com seus lábios carnudos levemente entreabertos, me atingiu de um jeito que quase comecei a sangrar pelo nariz, igual algum personagem daqueles mangás que eu lia na época. — Uau! — escapou da minha boca. — O que você disse? — perguntou enquanto se levantava. — Nada, não. Lembro de ficar rondando pela cozinha, de um lado pro outro, sem ter realmente nada pra fazer, enquanto tentava apreciar seu corpo e prolongar o espetáculo o máximo possível. No final, como todo bom adolescente, aqueles segundos fugazes de visão foram suficientes pra me deixar excitado por dias. Naquela época, eu já dava um jeito de te espionar e, na medida do possível, curtir a visão do seu corpo, mas naquele dia tive um prêmio inesperado e acabei pegando uma das suas calcinhas usadas na máquina de lavar pra poder tocá-las e cheirá-las, senti-las entre meus dedos e enrolá-las no meu pau até gozar nelas, já que não podia fazer isso na sua buceta linda. Foram tantas vezes em que, pra mim, você era a mulher mais gostosa e sexy de todas. Lembra de todas aquelas vezes em que você tirava cravos das suas costas? Você me fazia o homem mais feliz do mundo toda vez que insinuava isso. Eu geralmente fingia que não queria, mas no fundo estava morrendo de vontade. Poder acariciar sua pele com a ponta dos meus dedos em busca daquelas pequenas imperfeições era extremamente sensual pra mim, mas, sabe? Praticamente não tinha nenhum cravinho nas suas costas. No máximo quatro ou cinco por sessão era tudo que eu conseguia encontrar ali. Mesmo assim, aquelas sessões duravam minutos e minutos enquanto eu deslizava minha mão pra cima e pra baixo, aproveitando o contato com sua pele. — Já não tem mais, mãe. — Dizia finalmente, esperando que sua resposta fosse aquela que me permitia continuar aproveitando seu corpo gostoso. — Já não tem mais? Bom, então nas pernas. — Respondia você, me satisfazendo sem saber. Certamente nas pernas também não tinha cravos, só algum pelo encravado prestes a aparecer, mas eu me esforçava pra procurar até a menor imperfeição com o toque dos meus dedos. Sempre começava pelas suas panturrilhas lindas, acariciando com as pontas dos dedos por um bom tempo até que fossem consideradas devidamente inspecionadas, e assim eu podia subir acima dos seus joelhos. Com que prazer eu percorria suas coxas, o roçar da sua pele era meu paraíso. Disfarçadamente, eu sempre tentava subir nas suas coxas o máximo possível em busca daqueles malditos cravos. A parte interna das suas coxas me atraía como um ímã. Meu coração batia mais forte conforme minhas mãos se aventuravam em terrenos próximos ao proibido, e você colocava aquele limite dependendo se estava ou não de calcinha. Lembro como mais de uma vez você ia colocar a calcinha pra eu continuar tirando seus cravinhos por ali, o que eu lamentava especialmente. Sua pele ficava cada vez mais macia conforme meus dedos se aproximavam da sua buceta, e algum pelinho aparecia de um jeito incrivelmente sexy. Uma vez tive a sorte de dar uma espiada rápida na sua buceta linda como prêmio por todo meu esforço disfarçado, a excitação que eu sentia com aquilo era inacreditável. Teve uma época em que uma daquelas calcinhas de vó que você costumava usar se desgastou na região da virilha, aparecendo um rasgo pequeno ao longo da costura. Quando você vestia aquelas calcinhas grandes de vó, você ficava menos cuidadosa e abria mais as pernas enquanto eu procurava espinhas feito um louco. Você não faz ideia do quanto eu consegui aproveitar graças àquele rasguinho no tecido que o acaso colocou bem em cima dos lábios da sua buceta. Era pouco mais de um centímetro da sua virilha que ficava exposto, mas pra mim parecia tão voluptuoso, delicioso e suculento o tesouro que se mostrava que minha boca ficava literalmente cheia d'água. Como eu queria levar meus dedos até aquela fresta pra continuar minha busca entre os lábios preciosos da sua buceta. Quando alguma vez tentei ser mais ousado e subir demais pelas suas pernas, você reclamava docemente pedindo pra eu procurar mais pra baixo, e uma vez, quando eu disse que mais pra baixo não tinha espinhas e que não tinha problema, você foi mais específica afirmando que se sentia estranha se eu procurasse por ali e que eu procurasse mais pra baixo. Foi "estranha" a palavra que você usou? Não sei se foi essa a palavra exata ou se você disse de outro jeito, pra você não passava de uma frase, mas eu tentava dar um significado na minha cabeça e, obviamente, o significado que eu dava respondia mais ao meu próprio desejo do que a qualquer realidade. — Ela tá excitada, é isso que quer dizer, ela fica excitada quando eu acaricio as coxas e a bunda dela. — Era isso que eu pensava pra mim, pobre iludido, né? Quem dera você pudesse entender o quão especiais eram pra mim aqueles minutos em que eu acariciava seu corpo. Você era e continua sendo a mulher mais gostosa do mundo, e eu teria te feito amor cada um daqueles dias. Queria poder percorrer seu corpo de novo com minhas mãos e te encher de carícias, embora provavelmente hoje Seria mais ousado. Deslizaria a ponta dos meus dedos pela sua pele, fazendo ela se arrepiar, depois passaria para uma massagem mais intensa usando minhas mãos inteiras. Nada de espinhas, dessa vez seriam carícias descaradas, carícias para uma mulher gostosa do seu mais fiel admirador. Me pergunto o que você pensaria se um dia lesse essas linhas. Peço desculpas se te decepcionei ou incomodei com minhas palavras, com certeza devo ser um iludido por pensar em percorrer seu corpo com minhas mãos de novo depois de tudo que escrevi. Queria te acariciar e te fazer sentir como a mulher linda e sexy que meus olhos veem, não importa quantos anos passem. Tirar sua roupa e admirar seu corpo nu, te beijar e sussurrar no seu ouvido como você é linda enquanto sinto seus peitos se apertarem contra o meu, te beijar docemente e saborear seus lábios carnudos. Queria pegar na sua mão e te levar pra cama, te deitar de bruços e percorrer seu corpo de novo sem nada no meio. Pedir pra você relaxar e percorrer suas costas com as mãos. Subir com meus polegares pela sua coluna até chegar nos ombros e massageá-los enquanto você respira suavemente. Derramar um pouco de creme nas suas costas e trabalhar ele, soltando as tensões enquanto minhas mãos descem pra sua cintura. Olharia encantado pra sua bunda por um momento antes de começar a trabalhar seus glúteos, fazendo eles brilharem sob uma camada fina de hidratante. Sonhei muitas vezes em acariciar sua bunda nua, chegar nela a partir das suas coxas e pegar um glúteo com cada mão, separá-los levemente e descobrir os lábios lindos da sua buceta brilhantes e molhadinhos aparecendo entre sua carne. Continuaria acariciando suas coxas e suas pernas até chegar nos pés e voltaria a subir, cobrindo seu corpo de beijos dessa vez. Beijaria suas panturrilhas, beijaria suas coxas no meio, beijaria docemente cada uma das bandas da sua bunda, beijaria repetidas vezes suas costas no caminho de subida, beijaria seus ombros, beijaria seu Nuca, depois de afastar seu cabelo, eu procuraria sua orelha pra beijar e sussurrar no seu ouvido. —Por aqui já tá, mamãe. Você se vira?. Sabe, mamãe? É bem provável que a essa altura, enquanto sussurro no seu ouvido como você é gostosa e peço pra você se virar, você já sinta minha ereção apertando contra seu corpo nu. Você vai se virar? Vai? Muito obrigado, linda. Sei que você ia fazer charme enquanto se virava, meio envergonhada por saber que seu corpo nu prende toda minha atenção, e provavelmente seus olhos iam dar uma olhada na ereção entre minhas pernas antes de nossos olhos se encontrarem. Deitado do seu lado, vou procurar seus lábios pra te beijar docemente, vou beijar cada cantinho do seu rostinho e minha boca entreaberta vai buscar a sua enquanto minha mão acaricia sua barriga subindo em busca dos seus peitos. Vou pegar suas tetas com as mãos e acariciar, sentindo os deliciosos bicos endurecerem entre meus dedos enquanto beijo seu pescoço e, entre sussurros, vou te falar o quanto te desejo. Minha boca vai querer descer até seus peitos, beijar, lamber e chupar seus bicos, o gosto da sua pele vai ser delicioso pra minha boca que vai passar de um bico pro outro, ansioso pra ser seu bebê de peito de novo. Te imagino acariciando minha cabeça e respirando ofegante enquanto devoro suas tetas e minha mão desliza pra baixo pela sua barriga. Quero acariciar sua buceta enquanto meu coração acelera, quero sentir os pelinhos macios entre meus dedos e sonho com suas pernas se abrindo quando minha mão descer pra acariciar docemente seu sexo. Meus dedos brincalhões vão percorrer os lábios da sua buceta enquanto minha boca gulosa saboreia seus peitos de vida, só largando eles pra te dizer uma e outra vez o quanto te amo. Meus dedos vão aumentar a pressão, deslizando fácil pro interior da sua xereca, imagino ela molhada e quente, enquanto um gemidinho escapa da sua boca. Vou brincar com seu clitóris, acariciando em círculos, sua respiração vai ficar ofegante, fazendo seus Seus peitos subindo e descendo, molhados e brilhando com minha saliva. Vou largar suas tetas e subir até sua boca pra te beijar de novo, enquanto meus dedos brincam se enfiando entre os lábios da sua bucetinha. Vou olhar nos seus olhos e dizer que tô morrendo de vontade de te comer toda, antes de começar a descer pelo seu corpo te enchendo de beijos.
Deitado entre suas pernas, vou te pegar pelas coxas, abri-las e levá-las pra trás, te deixando toda exposta pra mim. O rubor vai colorir suas bochechas e um brilho de felicidade vai iluminar meus olhos enquanto eu adoro seu sexo sagrado oferecido na minha frente. Vou beijar a parte interna das coxas no caminho até a única fonte capaz de matar minha sede, e quando chegar na sua rachinha, vou beijá-la bem docemente, sabendo que tô beijando o tesouro sagrado que tanto desejei.
Vou encher meus pulmões com o perfume da sua xota e meus polegares vão separar seus lábios, me mostrando o brilho lá dentro. Minha sede vai aumentar, sem conseguir resistir mais pra me saciar. Minha língua vai deslizar devagar de baixo pra cima, enfiada entre os lábios, percorrendo toda a sua bucetinha e saboreando o mais doce dos néctares, enquanto um gemido escapa da sua boca.
Quero brincar com minha língua em cada dobra e cantinho da sua xota, lamber, chupar os lábios, sorver o clitóris. Quero fazer você se sentir, mamãe, quero que você se sinta tão sexy, linda e desejada como você é. Quero beber cada gota de líquido que sua bendita gruta me oferecer, brincar com meus dedos enquanto minha língua vibra desesperada pra te dar prazer. Quero te levar a um orgasmo intenso e beber cada gota de fluido que sua buceta destilar enquanto você acaricia minha cabeça e aperta entre suas pernas pra minha língua se enterrar mais e mais. Quero aproveitar cada contração da sua xota com minha boca, e vou continuar te lambendo até você recuperar o controle do corpo e sua respiração desacelerar, meu amor.
Só então vou largar sua deliciosa buceta pra voltar. subindo e beijando seu corpo até chegar na altura do seu rostinho lindo e corado, e te beijar de novo e sussurrar o quanto te quero e te adoro enquanto meu pau duro se apoia na sua buceta molhada. Você não imagina a vontade de entrar em você, de sentir seu calor e sua umidade me envolvendo. Queria que fosse você quem segurasse meu pau com a mão e deslizasse a cabeça pra cima e pra baixo na sua rachinha enquanto a gente se beija docemente. Quero sentir sua umidade encharcando a cabecinha bem antes de você colocá-la na entrada da sua gruta e me convidar pra entrar. Te amo, te desejo, te quero, vou dizer enquanto me enterro devagar dentro de você olhando nos seus olhos. Quero sentir cada milímetro da sua vulva me abraçando, se abrindo, me acolhendo em você. Quero que nossas respirações se sincronizem entre beijos e gemidos, que nossos corpos se movam como um só, me cravar fundo e sair devagar pra me enterrar de novo em você enquanto a gente se abraça forte. Quero te dizer um "te quero" a cada batida de quadril, quero ouvir um fio de voz saindo da sua boca me dizendo — E eu você, meu filho. Desejo sentir o abraço da sua buceta em volta do meu pau, e sua umidade me molhando, desejo te dizer — Mãe, vou gozar. — e você responder com um simples — Sim, goza, meu filho. Vou me cravar com força ao sentir que não aguento mais, uma, duas, três vezes no máximo, enquanto sinto meu corpo todo se contrair e começo a derramar dentro de você, quase chorando de prazer, te dizendo que te quero mil vezes enquanto sua buceta aperta em volta do meu pau, se contraindo a cada jato de porra que derramo dentro de você, sentindo uma onda de fluido me molhar quando você também chega nesse orgasmo de amor indescritível. Devagar, nos acalmar, respirar fundo, recuperar o fôlego abraçados, sem sair de dentro de você, sentindo aos poucos meu pau amolecer até escorregar pra fora do seu tesouro, e que tudo isso seja entre infinitos beijos até Ficar dormindo abraçadinhos nós dois. Gozarmos juntos ao mesmo tempo, nos presentear com esse orgasmo, esse love tão especial que só você e eu podemos compartilhar, mamãe, esse seria meu maior desejo, minha maior loucura, meu maior segredo. Fico me perguntando o que você vai pensar se ler tudo isso, o que vai sentir, o que vai passar pela sua cabeça. Te peço, só encare como o que é pra mim: um ato de love pela mulher mais especial e indescritível que já pisou na terra. Mas se te incomodei ou deixei desconfortável de alguma forma, preciso te pedir desculpas, mamãe, e que você me perdoe por isso. Sei que vai perdoar, mamãe. Te quero.
Lembro que, quando eu era só um moleque, você nunca teve vergonha de mostrar seu corpo pelado. Só lá pela minha adolescência avançada é que você foi ficando mais recatada, mas talvez já fosse tarde demais pra evitar que a enxurrada de hormônios no meu corpo acendesse o desejo.
Teve duas cenas em especial que gravaram a fogo no meu cérebro e nunca mais consegui tirar da cabeça. A primeira vez foi num verão na roça, na casa dos avós. Naquele quarto grande com duas camas, uma grande pra Papai e você, e outra menor pra mim. Era julho e Papai só viria em agosto. Eu devia ter uns 14 ou 15 anos e, como toda tarde, a gente se enfiava no quarto na hora da sesta, com aquele calor infernal que não dava trégua. Você se deitou de bruços na sua cama, lendo uma revista, e eu fiz o mesmo na minha, com um gibi.
Lá estava você, de camisola, distraída na sua leitura, quando meus olhos pousaram nas suas pernas levemente abertas. A curiosidade me venceu e comecei a me perguntar se você tava de calcinha ou não; meu palpite era que não. Aos poucos, fui mudando de posição até que meu ângulo de visão apontou direto entre suas pernas, e pude ver que, de fato, nenhum pano se metia entre meus olhos e sua buceta. Por longos minutos, fiquei admirando sua xota exposta ali na minha frente, enquanto também fingia ler.
Embora jovem e de rosto lindo, você já não era uma mulher com um corpo de arrasar, a silhueta me roubou assim que me teve, mas mesmo assim eu estava ali, completamente vidrado, contemplando a buceta da minha mãe. Simplesmente me parecia a coisa mais linda do mundo, aquela rachadura desenhada entre suas pernas por uns lábios vaginais grossos me parecia completamente deliciosa. Eu sonhava acordado em deslizar minha mão entre suas pernas, acariciando você, acariciar aquela buceta deliciosa de pelos ralos e sedosos pela qual vim ao mundo, sentir nos meus dedos o toque dos seus lábios vaginais e poder enfiar um dedo sentindo seu calor. Queria aproximar meu rosto para cheirar e beijar. Como não podia ser diferente, minha excitação foi aumentando e a ereção na minha virilha acabou até ficando dolorosa. O sangue se acumulava na minha cabeça com aquele jogo de espiões inconfessável e a cada movimento do seu corpo meu coração acelerava e batia mais e mais forte. Então você mudou de posição, flexionando o joelho, e sua perna direita avançou levemente, ficando ainda mais exposta aos meus olhares libidinosos. A deliciosa buceta materna ficou com os lábios relaxados e ligeiramente entreabertos, aquilo foi demais para mim. Minha mão fazia pressão no meu pau e em poucos segundos as contrações começaram a me percorrer, me derramando sem remédio na cueca. Não foi uma gozada abundante, naquela época ainda não eram, mas o suficiente para sujar a cueca que aguentei vestida o resto do dia até que, após o banho da noite, foi direto pra máquina de lavar, confiando que ninguém percebesse. Desde aquele dia, não consegui tirar da cabeça a imagem da sua buceta, a deliciosa buceta que admirei naquela tarde até acabar gozando a menos de um metro e meio de você, sua buceta, sua buceta, a buceta da mamãe. A segunda vez foi em casa, deve ter sido uns dois anos depois, não lembro a época do ano, mas não devia estar frio pelo jeito que você se vestia. Foi na cozinha e, ao contrário do que eu lembro como algo já incomum, você mal usava roupa, provavelmente devia ser de manhã, recém-acordada, e você estava do jeito que dormiu, a verdade é que todos Esses detalhes já estão meio apagados pra mim. Mas lembro, sim, com toda clareza, que a única roupa que você vestia era uma regata do Papai, nada mais. Você estava descalça, e aquela regata cobria o que cobria, pouca coisa. A tal regata mal tapava sua bunda. Seus peitos estavam cobertos só pela metade, e os bicos apareciam claramente. Não me pergunte o que eu fazia lá na cozinha com você desse jeito, nem ideia, mas eu estava ali pensando: — Porra, tô ficando duro. — Quando de repente aconteceu, foi algo que a gente só vê em filme. — Não pode ser — pensei. Mas, de fato, alguma coisa tinha caído no chão e, com toda naturalidade, você se abaixou pra pegar. Pernas levemente abertas e tronco girando pra frente, quase sem dobrar os joelhos. Já imagina o resultado, sua bunda e sua buceta completamente expostas diante dos meus olhos. A imagem daquela buceta deliciosa, com seus lábios carnudos levemente entreabertos, me atingiu de um jeito que quase comecei a sangrar pelo nariz, igual algum personagem daqueles mangás que eu lia na época. — Uau! — escapou da minha boca. — O que você disse? — perguntou enquanto se levantava. — Nada, não. Lembro de ficar rondando pela cozinha, de um lado pro outro, sem ter realmente nada pra fazer, enquanto tentava apreciar seu corpo e prolongar o espetáculo o máximo possível. No final, como todo bom adolescente, aqueles segundos fugazes de visão foram suficientes pra me deixar excitado por dias. Naquela época, eu já dava um jeito de te espionar e, na medida do possível, curtir a visão do seu corpo, mas naquele dia tive um prêmio inesperado e acabei pegando uma das suas calcinhas usadas na máquina de lavar pra poder tocá-las e cheirá-las, senti-las entre meus dedos e enrolá-las no meu pau até gozar nelas, já que não podia fazer isso na sua buceta linda. Foram tantas vezes em que, pra mim, você era a mulher mais gostosa e sexy de todas. Lembra de todas aquelas vezes em que você tirava cravos das suas costas? Você me fazia o homem mais feliz do mundo toda vez que insinuava isso. Eu geralmente fingia que não queria, mas no fundo estava morrendo de vontade. Poder acariciar sua pele com a ponta dos meus dedos em busca daquelas pequenas imperfeições era extremamente sensual pra mim, mas, sabe? Praticamente não tinha nenhum cravinho nas suas costas. No máximo quatro ou cinco por sessão era tudo que eu conseguia encontrar ali. Mesmo assim, aquelas sessões duravam minutos e minutos enquanto eu deslizava minha mão pra cima e pra baixo, aproveitando o contato com sua pele. — Já não tem mais, mãe. — Dizia finalmente, esperando que sua resposta fosse aquela que me permitia continuar aproveitando seu corpo gostoso. — Já não tem mais? Bom, então nas pernas. — Respondia você, me satisfazendo sem saber. Certamente nas pernas também não tinha cravos, só algum pelo encravado prestes a aparecer, mas eu me esforçava pra procurar até a menor imperfeição com o toque dos meus dedos. Sempre começava pelas suas panturrilhas lindas, acariciando com as pontas dos dedos por um bom tempo até que fossem consideradas devidamente inspecionadas, e assim eu podia subir acima dos seus joelhos. Com que prazer eu percorria suas coxas, o roçar da sua pele era meu paraíso. Disfarçadamente, eu sempre tentava subir nas suas coxas o máximo possível em busca daqueles malditos cravos. A parte interna das suas coxas me atraía como um ímã. Meu coração batia mais forte conforme minhas mãos se aventuravam em terrenos próximos ao proibido, e você colocava aquele limite dependendo se estava ou não de calcinha. Lembro como mais de uma vez você ia colocar a calcinha pra eu continuar tirando seus cravinhos por ali, o que eu lamentava especialmente. Sua pele ficava cada vez mais macia conforme meus dedos se aproximavam da sua buceta, e algum pelinho aparecia de um jeito incrivelmente sexy. Uma vez tive a sorte de dar uma espiada rápida na sua buceta linda como prêmio por todo meu esforço disfarçado, a excitação que eu sentia com aquilo era inacreditável. Teve uma época em que uma daquelas calcinhas de vó que você costumava usar se desgastou na região da virilha, aparecendo um rasgo pequeno ao longo da costura. Quando você vestia aquelas calcinhas grandes de vó, você ficava menos cuidadosa e abria mais as pernas enquanto eu procurava espinhas feito um louco. Você não faz ideia do quanto eu consegui aproveitar graças àquele rasguinho no tecido que o acaso colocou bem em cima dos lábios da sua buceta. Era pouco mais de um centímetro da sua virilha que ficava exposto, mas pra mim parecia tão voluptuoso, delicioso e suculento o tesouro que se mostrava que minha boca ficava literalmente cheia d'água. Como eu queria levar meus dedos até aquela fresta pra continuar minha busca entre os lábios preciosos da sua buceta. Quando alguma vez tentei ser mais ousado e subir demais pelas suas pernas, você reclamava docemente pedindo pra eu procurar mais pra baixo, e uma vez, quando eu disse que mais pra baixo não tinha espinhas e que não tinha problema, você foi mais específica afirmando que se sentia estranha se eu procurasse por ali e que eu procurasse mais pra baixo. Foi "estranha" a palavra que você usou? Não sei se foi essa a palavra exata ou se você disse de outro jeito, pra você não passava de uma frase, mas eu tentava dar um significado na minha cabeça e, obviamente, o significado que eu dava respondia mais ao meu próprio desejo do que a qualquer realidade. — Ela tá excitada, é isso que quer dizer, ela fica excitada quando eu acaricio as coxas e a bunda dela. — Era isso que eu pensava pra mim, pobre iludido, né? Quem dera você pudesse entender o quão especiais eram pra mim aqueles minutos em que eu acariciava seu corpo. Você era e continua sendo a mulher mais gostosa do mundo, e eu teria te feito amor cada um daqueles dias. Queria poder percorrer seu corpo de novo com minhas mãos e te encher de carícias, embora provavelmente hoje Seria mais ousado. Deslizaria a ponta dos meus dedos pela sua pele, fazendo ela se arrepiar, depois passaria para uma massagem mais intensa usando minhas mãos inteiras. Nada de espinhas, dessa vez seriam carícias descaradas, carícias para uma mulher gostosa do seu mais fiel admirador. Me pergunto o que você pensaria se um dia lesse essas linhas. Peço desculpas se te decepcionei ou incomodei com minhas palavras, com certeza devo ser um iludido por pensar em percorrer seu corpo com minhas mãos de novo depois de tudo que escrevi. Queria te acariciar e te fazer sentir como a mulher linda e sexy que meus olhos veem, não importa quantos anos passem. Tirar sua roupa e admirar seu corpo nu, te beijar e sussurrar no seu ouvido como você é linda enquanto sinto seus peitos se apertarem contra o meu, te beijar docemente e saborear seus lábios carnudos. Queria pegar na sua mão e te levar pra cama, te deitar de bruços e percorrer seu corpo de novo sem nada no meio. Pedir pra você relaxar e percorrer suas costas com as mãos. Subir com meus polegares pela sua coluna até chegar nos ombros e massageá-los enquanto você respira suavemente. Derramar um pouco de creme nas suas costas e trabalhar ele, soltando as tensões enquanto minhas mãos descem pra sua cintura. Olharia encantado pra sua bunda por um momento antes de começar a trabalhar seus glúteos, fazendo eles brilharem sob uma camada fina de hidratante. Sonhei muitas vezes em acariciar sua bunda nua, chegar nela a partir das suas coxas e pegar um glúteo com cada mão, separá-los levemente e descobrir os lábios lindos da sua buceta brilhantes e molhadinhos aparecendo entre sua carne. Continuaria acariciando suas coxas e suas pernas até chegar nos pés e voltaria a subir, cobrindo seu corpo de beijos dessa vez. Beijaria suas panturrilhas, beijaria suas coxas no meio, beijaria docemente cada uma das bandas da sua bunda, beijaria repetidas vezes suas costas no caminho de subida, beijaria seus ombros, beijaria seu Nuca, depois de afastar seu cabelo, eu procuraria sua orelha pra beijar e sussurrar no seu ouvido. —Por aqui já tá, mamãe. Você se vira?. Sabe, mamãe? É bem provável que a essa altura, enquanto sussurro no seu ouvido como você é gostosa e peço pra você se virar, você já sinta minha ereção apertando contra seu corpo nu. Você vai se virar? Vai? Muito obrigado, linda. Sei que você ia fazer charme enquanto se virava, meio envergonhada por saber que seu corpo nu prende toda minha atenção, e provavelmente seus olhos iam dar uma olhada na ereção entre minhas pernas antes de nossos olhos se encontrarem. Deitado do seu lado, vou procurar seus lábios pra te beijar docemente, vou beijar cada cantinho do seu rostinho e minha boca entreaberta vai buscar a sua enquanto minha mão acaricia sua barriga subindo em busca dos seus peitos. Vou pegar suas tetas com as mãos e acariciar, sentindo os deliciosos bicos endurecerem entre meus dedos enquanto beijo seu pescoço e, entre sussurros, vou te falar o quanto te desejo. Minha boca vai querer descer até seus peitos, beijar, lamber e chupar seus bicos, o gosto da sua pele vai ser delicioso pra minha boca que vai passar de um bico pro outro, ansioso pra ser seu bebê de peito de novo. Te imagino acariciando minha cabeça e respirando ofegante enquanto devoro suas tetas e minha mão desliza pra baixo pela sua barriga. Quero acariciar sua buceta enquanto meu coração acelera, quero sentir os pelinhos macios entre meus dedos e sonho com suas pernas se abrindo quando minha mão descer pra acariciar docemente seu sexo. Meus dedos brincalhões vão percorrer os lábios da sua buceta enquanto minha boca gulosa saboreia seus peitos de vida, só largando eles pra te dizer uma e outra vez o quanto te amo. Meus dedos vão aumentar a pressão, deslizando fácil pro interior da sua xereca, imagino ela molhada e quente, enquanto um gemidinho escapa da sua boca. Vou brincar com seu clitóris, acariciando em círculos, sua respiração vai ficar ofegante, fazendo seus Seus peitos subindo e descendo, molhados e brilhando com minha saliva. Vou largar suas tetas e subir até sua boca pra te beijar de novo, enquanto meus dedos brincam se enfiando entre os lábios da sua bucetinha. Vou olhar nos seus olhos e dizer que tô morrendo de vontade de te comer toda, antes de começar a descer pelo seu corpo te enchendo de beijos.
Deitado entre suas pernas, vou te pegar pelas coxas, abri-las e levá-las pra trás, te deixando toda exposta pra mim. O rubor vai colorir suas bochechas e um brilho de felicidade vai iluminar meus olhos enquanto eu adoro seu sexo sagrado oferecido na minha frente. Vou beijar a parte interna das coxas no caminho até a única fonte capaz de matar minha sede, e quando chegar na sua rachinha, vou beijá-la bem docemente, sabendo que tô beijando o tesouro sagrado que tanto desejei.
Vou encher meus pulmões com o perfume da sua xota e meus polegares vão separar seus lábios, me mostrando o brilho lá dentro. Minha sede vai aumentar, sem conseguir resistir mais pra me saciar. Minha língua vai deslizar devagar de baixo pra cima, enfiada entre os lábios, percorrendo toda a sua bucetinha e saboreando o mais doce dos néctares, enquanto um gemido escapa da sua boca.
Quero brincar com minha língua em cada dobra e cantinho da sua xota, lamber, chupar os lábios, sorver o clitóris. Quero fazer você se sentir, mamãe, quero que você se sinta tão sexy, linda e desejada como você é. Quero beber cada gota de líquido que sua bendita gruta me oferecer, brincar com meus dedos enquanto minha língua vibra desesperada pra te dar prazer. Quero te levar a um orgasmo intenso e beber cada gota de fluido que sua buceta destilar enquanto você acaricia minha cabeça e aperta entre suas pernas pra minha língua se enterrar mais e mais. Quero aproveitar cada contração da sua xota com minha boca, e vou continuar te lambendo até você recuperar o controle do corpo e sua respiração desacelerar, meu amor.
Só então vou largar sua deliciosa buceta pra voltar. subindo e beijando seu corpo até chegar na altura do seu rostinho lindo e corado, e te beijar de novo e sussurrar o quanto te quero e te adoro enquanto meu pau duro se apoia na sua buceta molhada. Você não imagina a vontade de entrar em você, de sentir seu calor e sua umidade me envolvendo. Queria que fosse você quem segurasse meu pau com a mão e deslizasse a cabeça pra cima e pra baixo na sua rachinha enquanto a gente se beija docemente. Quero sentir sua umidade encharcando a cabecinha bem antes de você colocá-la na entrada da sua gruta e me convidar pra entrar. Te amo, te desejo, te quero, vou dizer enquanto me enterro devagar dentro de você olhando nos seus olhos. Quero sentir cada milímetro da sua vulva me abraçando, se abrindo, me acolhendo em você. Quero que nossas respirações se sincronizem entre beijos e gemidos, que nossos corpos se movam como um só, me cravar fundo e sair devagar pra me enterrar de novo em você enquanto a gente se abraça forte. Quero te dizer um "te quero" a cada batida de quadril, quero ouvir um fio de voz saindo da sua boca me dizendo — E eu você, meu filho. Desejo sentir o abraço da sua buceta em volta do meu pau, e sua umidade me molhando, desejo te dizer — Mãe, vou gozar. — e você responder com um simples — Sim, goza, meu filho. Vou me cravar com força ao sentir que não aguento mais, uma, duas, três vezes no máximo, enquanto sinto meu corpo todo se contrair e começo a derramar dentro de você, quase chorando de prazer, te dizendo que te quero mil vezes enquanto sua buceta aperta em volta do meu pau, se contraindo a cada jato de porra que derramo dentro de você, sentindo uma onda de fluido me molhar quando você também chega nesse orgasmo de amor indescritível. Devagar, nos acalmar, respirar fundo, recuperar o fôlego abraçados, sem sair de dentro de você, sentindo aos poucos meu pau amolecer até escorregar pra fora do seu tesouro, e que tudo isso seja entre infinitos beijos até Ficar dormindo abraçadinhos nós dois. Gozarmos juntos ao mesmo tempo, nos presentear com esse orgasmo, esse love tão especial que só você e eu podemos compartilhar, mamãe, esse seria meu maior desejo, minha maior loucura, meu maior segredo. Fico me perguntando o que você vai pensar se ler tudo isso, o que vai sentir, o que vai passar pela sua cabeça. Te peço, só encare como o que é pra mim: um ato de love pela mulher mais especial e indescritível que já pisou na terra. Mas se te incomodei ou deixei desconfortável de alguma forma, preciso te pedir desculpas, mamãe, e que você me perdoe por isso. Sei que vai perdoar, mamãe. Te quero.
2 comentários - Para as mães gostosas