Natal em família parte 3 final

Natal em família parte 3 finalNaquele momento, só conseguia pensar numa coisa: agradecer por estar onde estava e ter a esposa que sempre sonhei. Minha esposa se deixava acariciar e beijar por dois caras que mal conhecia, enquanto minha mãe olhava a cena surpresa e eu só podia observar, porque se mexesse demais, acordaria minha filha que dormia no meu peito. Os pacotes dos caras incharam, e minha esposa percebeu na hora, começando a acariciá-los por cima da calça. — Lembrem-se, garotos, nada de barulho. Se acordarem minha bebê, nunca vou perdoar vocês. Os dois caras concordaram com a cabeça. Assim ficaram minha esposa e os dois caras por uns minutos, e eu já esperava ansioso pra ver o que iam fazer com ela. A sensação era magnífica, e eu só conseguia olhar de boca aberta, desejando com todas as forças entrar na ação. Depois de alguns minutos, minha esposa pegou na mão dos caras e os levou até a sala de jantar, onde minha mãe estava sentada. Lá, ela apoiou as mãos na mesa e se inclinou, levantando a bunda. — Quem vai ser o primeiro? — enquanto dizia isso, rebolava de um lado pro outro igual uma puta no cio. Um dos caras baixou a calça, e eu vi o pau dele, com pouco mais de 20 centímetros, grande mas fino. O sujeito cuspiu na mão, lubrificou a glande com a saliva, se posicionou atrás da minha esposa e segurou na cintura dela. Bem na hora que ia meter, eu parei: — O que vocês pensam que tão fazendo? E as camisinhas? — Não enche o saco, amor (disse minha esposa). — Cê acha mesmo que lá no quarto dos seus pais eles usaram camisinha? Com essa frase simples, ela me calou. Não tive escolha a não ser observar e ver como, possivelmente, hoje iam fazer um irmãozinho pra minha filha. Depois do meu sermão fracassado, o cara partiu pra ação. Enfiou devagar na minha esposa, e ela não conseguiu segurar um gemido de prazer ao ser penetrada. Quando o pau entrou todo, ele começou a meter e tirar a ferramenta. Minha esposa tapava a boca pra não acordar nossa filha com seus gemidos de prazer. Depois de alguns minutos, o sujeito parou e tirou sua monstruosa rola da buceta da minha mulher, ainda não tinha gozado. — É a sua vez — disse ele, enquanto se afastava da bunda da minha esposa e cedia o lugar pro amigo. O outro cara tirou completamente a calça e a cueca, deixando à mostra um pau de uns 13 ou 15 centímetros, mas bem grosso. Passou lubrificante e enfiou na minha esposa. Ela deixou escapar um "Ai!" de dor, e minha filha se mexeu. Na hora, falei baixinho pra minha mulher: — Cala a boca. Ela concordou com a cabeça e deixou ser penetrada uma vez atrás da outra. Parecia que aquele pau dava ainda mais prazer pra ela. Assim continuaram por alguns minutos, e antes do cara gozar, ele tirou e disse num tom debochado: — Troca. Minha mãe ficou puta e se levantou da mesa: — Quando é que vai ser minha vez? Ninguém respondeu, e ela foi embora irritada pro quarto com meu pai, a amante dele, minha irmã e o namorado dela. Os caras nem ligaram e continuaram na deles. Por uns dois minutos, seguiram comendo minha esposa, trocando de vez entre si antes de gozar. Minha mulher já tava até virando os olhos de tanto prazer. Deram uma pausa rápida, e minha esposa falou com uma voz safada e provocante: — Coitado do meu marido, não pode entrar na festa. Vamos levar a festa até ele. Minha esposa se levantou e ficou na frente do sofá onde estávamos eu e minha filha. Ela se ajoelhou de quatro em cima do tapete da sala, levantou a bunda o máximo que pôde, apoiou o rosto no chão e colocou as mãos pra trás, abrindo as próprias nádegas pra expor o cu o máximo possível. Na hora, o cara do pau comprido enfiou o membro no cu da minha esposa, metia e tirava sem parar, e o barulho das batidas dos quadris acordou nossa filha. Rápido como um raio, eles se levantaram, pegaram as roupas e foram pro quarto dos meus pais. Minha filha acordou, mas na mesma hora dormiu de novo. no meu peito, eu não conseguia me recuperar da adrenalina, mas aos poucos fui pegando no sono. Depois de algumas horas, minha esposa me acordou e disse que todo mundo já tinha ido embora. A única coisa que falei ao acordar foi: — Você tem que me contar tudo quando chegarmos em casa. Falei enquanto ela me sorria.

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