Natal em família parte 1

Natal em família parte 1Antes de mais nada, um pouco de contexto: isso é 100% verdade e aconteceu comigo, foi no último Natal A.C. (Antes do Covid XD). Todos os envolvidos nessa história são meu pai, minha mãe e o amante dela, minha irmã e o namorado da vez, eu, minha esposa e minha filha pequena. Quero deixar claro que absolutamente todo mundo, exceto minha filha (óbvio), sabe que sou um corno manso e que minha esposa é uma puta sem vergonha. Era a noite de Natal e estava tudo perfeito, a gente comia carne assada e tomava umas cervejas, enquanto minha amada filha assistia filmes de Natal animados. Tudo era perfeito. As horas passaram e, conforme as cervejas e os petiscos acabavam, o clima começava a esquentar em casa. Por exemplo, começaram a se acariciar carinhosamente e a se olhar de um jeito provocante e sedutor. Passaram-se alguns minutos, e minha irmã disse: — Acabou a cerveja, alguém tem que ir buscar mais. (Ela falou isso me olhando e sorrindo.) Minha mãe entrou na brincadeira: — Acho que meu filho devia ir, ele é o cara certo pra essa missão. Eu recusei e sugeri que fosse o namorado da minha irmã. Aí ele disse, enquanto começava a acariciar minha mulher por trás: — Claro que eu poderia ir, campeão, mas tem uma coisinha que preciso resolver aqui. — Enquanto falava, ele fez o gesto de encaixar a pélvis na bunda da minha esposa, e ela não conseguiu evitar um sorriso, surpresa com a safadeza do cunhado. Eu estava quase me livrando de ir buscar mais cerveja quando minha esposa disse pra minha filhinha: — Princesa, vai com seu pai no mercado. Se você for, ele vai te comprar o doce que você quiser. — Assim que minha esposa terminou de falar, minha filha ficou super animada e já vestia o casaco pra sair. — Vamos, papai, vamos, por favor! Já sei qual doce quero. Não consegui negar pra carinha inocente dela e aceitei. Peguei minhas coisas e falei pra minha filha: — Minha filha, vai na frente, já te alcanço. Minha filha saiu quase correndo, toda empolgada, em direção ao mercado. Na rua, enquanto ela não estava olhando, falei pra todo mundo que estava na casa: "Façam o que fizerem, por favor, usem proteção". Todo mundo caiu na gargalhada enquanto eu me afastava. Tudo ocorreu normal, fomos, compramos petiscos, mais cervejas e os doces que minha filha tanto queria. Chegamos eu e minha filha com as sacolas de compras em casa, e na sala/cozinha estavam só minha mãe e minha irmã; minha filha sentou-se cansada no sofá, enquanto eu deixava as sacolas na mesa. Minha irmã e minha mãe não paravam de me olhar com um sorriso de orelha a orelha. Na hora, eu já sabia do que se tratava. Minha mãe não se segurou mais e disse: — Diz pra sua putinha deixar um pouco pra gente. Só consegui ficar vermelho e aproveitei que minha filha estava distraída para me enfiar dentro de casa e chegar no quarto dos meus pais. Como imaginei, a porta estava fechada, e do lado de fora só dava pra ouvir um leve rangido, que obviamente era da cama. Naquele exato momento, meu pau cresceu igual um louco, e meu sangue começou a ferver. Abri a porta o mais devagar e silencioso que pude, e com a porta entreaberta, consegui ver minha esposa deitada na cama, com as pernas o mais abertas que já vi, e meu pai entre elas. Naquela hora, minha mente explodiu e ficou em branco. Fiquei pasmo ao ver meu pai enfiando e tirando o pau dele na minha esposa de um jeito lento, mas firme. Ela gemia e abria mais as pernas. Passaram uns 30 segundos, e meu pai gemeu e deu uma última estocada com o pau dele. Gozou dentro da minha esposa. Naquele momento, não sabia o que sentir, e ainda não tinha me recuperado disso quando vejo meu pai tirar o pênis dele e vejo tanto o dele quanto a buceta da minha esposa escorrendo porra. Senti como se estivesse caindo num poço sem fundo. Eles estavam transando sem proteção. Imediatamente depois que meu pai saiu, ele sentou na cama, e o namorado da minha irmã baixou as calças e tirou tudo pra ficar mais confortável, e já com o pau dele duro, penetrou com força na minha Esposa igualmente sem proteção, a única diferença é que ele é mais novo, então as penetrações dele são mais rápidas e fortes, tão fortes que o barulho da cama fica mais alto e minha esposa começa a gemer cada vez mais. Até aquele momento, percebi que o amante dos meus pais já tinha aproveitado a buceta da minha esposa, porque vi que o pau dele já estava manchado de porra, o que significava que já estavam transando há um bom tempo. Poucos minutos depois, meu pai olhou para a porta e me viu: — Oi, filho, há quanto tempo você está aí? — disse. — Desde que você estava bem enfiado na minha esposa, pai. Curtiu? — falei, rindo. — Claro que sim, filho, sua esposa é uma puta gostosa. — Quando minha esposa ouviu isso, riu entre gemidos de prazer. — Que pena, filho, você perdeu a parte em que a gente comeu ela um de cada vez, mas chegou na hora de ver as duplas penetrações. Naquele momento, senti uma mão pequena pegando na minha e ouvi minha filha dizer: — Papai, cadê a mamãe? CONTINUA...

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