Minha namorada criou um Onlyfans e agora sou corno (3ª Part

Por mais triste que seja ver um dos seus melhores amigos virar um cuck conformado, essa parada de filmar tinha me aberto muitas portas. Tava fazendo uns "bicos" graças ao pornô por streaming, e tava começando a gostar demais. Além de ter engordado minha renda num ponto que tava ficando muito prazeroso, tava conseguindo roupa boa, uma moto importada, tecnologia. Ainda não dava pra largar meu trampo normal, mas também não faltava muito pra isso.
O pornô tinha resolvido todas as minhas frustrações. Geralmente na cama eu nunca conseguia saciar toda a minha sede, a grande maioria das gatinhas não curte umas paradas tão brutais, pelo menos a curto prazo. Sempre que consegui sodomizar, maltratar, dominar uma mina ao ponto dela fazer absolutamente tudo que eu queria, tive que "domesticar", seja oferecendo amizade ou, no caso de uma parceira fixa, meu compromisso.
Mas esse romance brochava, pensava que se eu tivesse que namorar ou casar pra uma gostosa deixar eu dar uns tapas, marcar com chicote, ou receber minhas investidas anais, não valia tanto a pena. Tava negociando uma atração que quebrava o encanto da verdadeira química do sadomasoquismo.
Eu gostava de humilhar elas, e se não me deixassem fazer tudo que queria, bom, simplesmente guardava minha ferramenta de carne no estojo e vazava, mas até agora nunca tinha acontecido.
A régua ia subindo cada vez mais, e eu sentia que era capaz de qualquer coisa. Me tocou filmar pra um casal estabelecido de uma hotwife e um cuck. Pediram pra eu não me limitar, o que foi pra todos o melhor começo que já tive.
Ela era uma bomba, uma loira de olhos claros, uns 34 anos. Tinha uns quilinhos a mais, era uma "gordinha", esses quilinhos caíam superbem nela. Uma curvy como chamam hoje em dia. Percebendo o leve sobrepeso dela, me veio a ideia de comprar uma série de artigos que iam dar um tempero no negócio, então combinei com o cuck em passar lista e que eu integrasse o dinheiro assim que tivesse oportunidade.
Então, em consequência, me pediram pra humilhar ela e achei que encontrei exatamente o ponto fraco dela. Combinamos a palavra de segurança, que seria "Mercy" e "ah ah" se ela estivesse com a boca ocupada, ou bater de leve no meu quadríceps. Ligamos a câmera e começou a faina com a mina. A base pra ver o vídeo ao vivo era 25 dólares e pra pedir qualquer atrocidade, mais 25 dólares.
Ela tava vestida com uma cinta-liga rosa, nos peitos só tinha duas pinças com uma corrente e na boca uma mordaça de bola que não deixava ela gritar.
— Parece que hoje vamos comer uma leitoa. — falei, totalmente seguro, enquanto o marido dela nos olhava, tremendo igual uma folha. Como é que os leitões fazem?
A mina começou a chorar, as lágrimas escorriam dos olhos e caíam pelas bochechas. Não dizia nada, e não podia dizer nada mesmo se quisesse porque tava com a mordaça na boca.
O namorado quis parar tudo porque achou demais eu ter chamado a mina dele de leitoa, mas ela mesma tirou a mordaça da boca e disse:
— Diego, já falamos sobre isso, se eu sentir que algo não me agrada, eu mesma paro, não faz papel de otário.
— É que você tá chorando e eu não gosto.
— Choro porque é pesado o que o senhor tá falando, mas se eu quisesse parar já teria parado. Senta e assiste, você tá arruinando o stream, quatro já foram. Por favor, amor, não interrompe de novo, senta e assiste. Você tá nos fazendo perder grana. — Então ela mesma colocou a bola na boca e me chamou pra terminar de prender.
Liguei a câmera.
— Qual é teu nome, cuck?
— Elián.
— Elián, você gosta de comer porco, né?
— Sim, gosto.
— Por isso você come essa porquinha, vejo, mas não basta com teu pau. É uma marrana gulosa. Então hoje vamos deixar ela bem alimentada. Dá pra ver que ela gosta de comer até estourar, hoje vai tomar toda a porra, já que não conhece na vida o que é uma dieta, a leitoa.
Ouviu, gorda porca? O que vão fazer com você? Vou tirar isso da sua boca, mas quero que me mostre como as porquinhas que nem você fazem.
Ele tirou a mordaça de novo.
— Oinc Oinc — ela dizia enquanto chorava pra caralho, molhando o rosto até o queixo, se enchendo de meleca e inchando os olhos. Peguei um pano e limpei ela, como se fosse o para-brisa de um carro todo fudido.
— Mais alto, porca, não dá pra ouvir.
— Oinc Oinc Oooooinc
— Olha pro teu marido, gorda, mostra pra ele como você é uma porca.
— Ooooooooinc Oiiiiiinc
Comecei a apertar os rolinhos dela, depois beliscar as nádegas. De vez em quando dava uns tapas.
— Olha que lonja que é isso, na tua vida você correu, né? Que gorda nojenta que você é, ainda por cima gosta de pica. Você gosta mais de pica grande ou de hambúrguer?
— De pica grande, senhor.
— Hummm, que gulosa. Já comeu um hambúrguer com porra alguma vez?
— Não, senhor.
— Da próxima vez, se a gente chegar nos 800 dólares, vamos ver você comer um hambúrguer cheio de porra dentro. Assim você vai poder combinar seus dois maiores prazeres: comida e maldade.
— Sim, senhor.
— Vou trazer uns amigos pra juntar mais porra. Você também pode convidar seu marido.
— Você já comeu porco com porra, Elian?
— Não, nunca.
— Beleza, agora vou arrombar o cu da sua mulher, depois quero que você limpe minha porra de dentro do cu dela e leve pra boca dela. Se não dividirem a porra, eu nunca mais volto.
— Faz isso, amor, pelo que a gente pagou pra conseguir um dotado, alto e gostoso. Você quer que eu transe com velhos horríveis? Agora a gente não pode dizer não pra nada, porque eu não vou transar com esses velhos. É ele ou nada. Então você vai fazer.
Ele não respondeu nada, só desabotoou a calça e começou a bater punheta.
Ela continuava de lingerie, de quatro em cima de uma mesinha de centro. Puxei a calcinha fio dental, descobrindo o cu, e joguei um pouco de óleo. Não tava a fim de demorar muito na parada, então comecei.
— Como as porquinhas fazem?
— Oinc oinc oinc — ela dizia enquanto levava a pica no cu da vida dela. não parecia tão grande entre aquelas bundonas enormes.
— Elian, uma perguntinha: quando você casou com ela, ela já era essa gorda?
— Não.
— Era mais magra? — perguntei enquanto seguia a metida e tirada bestial no cu dela. Ela alternava gemidos e grunhidos.
— Oinc oinc, aiiii, tá me rasgando o cu, Elian, olha o que é um macho de verdade, um homem de respeito, uma pica de verdade, não igual à sua coisinha.
Dei um tapa violento nela e coloquei a bola de volta na boca dela.
— Cala a boca, porca, abre esse cu, quero falar com seu marido agora. Me diz, Elian, você gostava mais dela magra ou do jeito que tá agora, versão XXXXL?
— Gostava mais antes.
— Ah, olha só, e sim, ninguém gosta de gorda. Bom, eu gosto, mas é óbvio que essa porquinha ia ficar melhor no peso dela. Levava ela pra minha casa e deixava numa jaula comendo alface e cenoura no chão. Você me emprestaria ela, Elian? Devolvo com 20 quilos a menos. Só um mês. Com meus amigos, a gente precisa de algo pra se entreter quando joga videogame. Ela só podia dizer “oinc oinc” e fazer o que a gente mandasse.
— Você emprestaria ela, Elian? Por 200 dólares, Elian responde se emprestaria a porca pra gente brincar um mês, pra botar ela de dieta.
A gente ouvia as moedas caindo no app onde a gente tava transmitindo ao vivo. Mas o marido da gorda não respondia.
— Responde, Elian, você emprestaria a porca? Pra mim e mais três?
— Elian não respondia. — Tirei a mordaça da gorda, e ela gritou de repente.
— Responde, corno! Não tá vendo que tão perguntando se você entrega a gorda? Responde pro senhor, mal-educado do caralho.
— Sim, entregaria.
— Diz olhando pros caras que tão nos assistindo que você entregaria a gorda obesa da sua mulher. Olha bem pra câmera. Agora tira a mordaça dela e coloca uma maçã na boca dela enquanto eu meto no cu dela. Vai, anda logo. — Ele fez exatamente o que eu mandei e respondeu clarinho.
— Entregaria a porca da minha esposa.
Nisso, ela esfregou o clitóris e gozamos. Ao mesmo tempo, eu enchendo o cu dela de porra e ela gritando e soltando grunhidos de porca, mesmo sem ninguém pedir.
Nem preciso dizer que o casal dividiu a porra, enquanto eu tomava banho. Depois tomamos um café bem agradável, falando de assuntos mais banais, e fui embora, todos os três satisfeitos.
Não conseguia tirar a Lilia da cabeça, ela era mais resistente, e humilhá-la de um jeito que a deixasse abalada era tipo jogar a final da Copa do Mundo.
Percebi que, se ficasse com a Lilia de novo, ia mirar nos pontos fracos dela pra destruí-la. Queria deixar uma cicatriz emocional que ela nunca superasse. Sabia que ela tinha uma relação muito pura com o pai dela e que o irmãozinho de 30 anos tinha um retardo mental grave, além de virem da pobreza. Material de sobra pra foder com ela. Tinha que me vingar por todo o dano que ela causou ao nosso grupo de amigos, queria tirá-la do pedestal de arrogância onde vivia, mesmo que isso significasse entrar em terrenos convencionalmente polêmicos.
Mas não sei se vocês estão preparados pro meu amigo, o verdadeiro dono dessas experiências, contar esses detalhes, que, apesar de não serem nada (tecnicamente) ilegais, entram em áreas onde a moral e o sadismo andam numa linha muito tênue.

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