Tô casado faz uns dois anos, moramos na Cidade do México num apê meio modesto que os pais dela deixaram pra minha mulher, mas com uma localização foda: três quartos, área de serviço e sala de jantar com um escritório pequeno pra eu fazer meu home office. Minha esposa trabalha em campo pra uma agência de publicidade, então, se não tá enfurnada no escritório, tá viajando supervisionando projeto de algum político ou empresa. Cada vez tava mais difícil manter a casa em ordem: comida, louça, roupa, tirar o pó, e principalmente passar roupa. Aí a gente procurou alguém de confiança, mas ninguém convenceu a gente. Éramos muito exigentes, ainda mais com essa insegurança toda hoje em dia. Um dia, minha esposa me ligou pra dizer que a melhor amiga dela, a Miriam, tinha uma prima procurando emprego. Ela tinha acabado de se divorciar, ficou na rua, sem trampo, e se chamava Guadalupe, de um povoado lá de Jalisco. Falei que sim, ela me passou o número do WhatsApp pra eu fechar o trato com ela e acertar como ia ser a viagem dela pra cá. Pra ser sincero, não esperava nada além de uma mulher divorciada, meio largada e sem graça. Mas qual não foi minha surpresa?...
No WhatsApp dela tinha essa foto. Não era uma supermodelo, mas com certeza aguentava uma boa surra de vara. Eu já tinha feito um monte de piração mental sobre ela, mas quando chegou o dia de buscá-la na rodoviária, eu tentei deixar todas essas ideias de lado pra não arrumar problema com a amiga da minha mulher, e muito menos com a minha mulher. Mas quando vi ela pessoalmente, foda-se tudo, toda essa perversão por essa mulher do interior veio à tona. Ela veio com uma saia que deixava à mostra umas pernas enormes e um rabão loiro. Ela era alta, com uns peitões bons, cabelo loiro e um olhar de puta que não dava pra aguentar. Só tinha um par de malas, que eu coloquei rápido no carro. Ela sentou no banco da frente comigo, a saia subiu quando ela se sentou, não me importei que ela percebesse, tirei uma foto...
Queria que eu polisse o rifle dela sentando, como de costume tinha um trânsito do caralho e aproveitamos pra ela me contar sobre a vida dela, sentia uma química boa com ela e meio que entramos numa confiança rápida, embora às vezes eu não soubesse se na cidade dela não conheciam vergonha na cara, mas ela falava sem pudor de tudo, me disse que era divorciada, que o ex-marido nem tocava nela e que ela se aliviava sozinha porque sempre foi fiel, até que viu umas mensagens dele com um amigo onde dava pra ver que ele gostava de tomar arroz com canudinho, aí decidiu o divórcio, que já não se sentia mais na cidade dela porque sempre foi mais liberal e nunca se sentiu parte daquele lugar tão conservador, então ela tava feliz de ter saído daquele casamento e daquela cidade, que ia aproveitar tudo e viver a vida sem limites, eu com semanas sem transar e a Lupita tão gostosa com tudo que falava, o rifle tava bem duro, quando ela se distraiu olhando pela janela eu apertei o pacote e senti que tava pronto pra arrebentar a buceta dela, mas respirei fundo e pensei em outra coisa, quando chegamos em casa mostrei tudo pra ela, pedimos uma pizza pra comer e continuamos conversando, aí recebo uma ligação da minha mulher, ela perguntou como a gente tava, ela tinha que sair de emergência pra Veracruz porque um outdoor tinha caído com o vento em cima de uns carros, já tinha ligado pro seguro, pra eu não me preocupar e me comportar, jurei que só tinha olhos pra ela, quando desliguei a Lupita me disse que ia pro quarto porque os sapatos estavam incomodando, ia vestir algo mais confortável, quando voltou notei que não tava mais de sutiã, que par de peitos gostosos... Custou pra tirar as fotos mas valeu a pena.
se minha esposa não fosse chegar pra dormir naquela noite, eu podia ir um pouco mais longe e apostar tudo. então falei pra ela que tinha tido uma viagem longa, que devia relaxar e amanhã começar a nova vida, e perguntei se tava a fim de um tequila. ela concordou, balançando a cabeça. sem dúvida, tequila é o melhor quebra-gelo. percebi que ela não só tinha tirado o sutiã, mas também a calcinha.
Já bem bêbada e percebendo que eu tava olhando a buceta dela, ela me pediu desculpa, mas falou que não gostava de calcinha, então nunca usava, e a gente riu. A coisa foi ficando gostosa e muito quente, ela abria minhas pernas e eu podia ver como ela tava bem gostosa e depilada. Quando a gente quase tava terminando a garrafa, ela me puxou pra perto pra dar o copo dela e, na lata, falou que se eu quisesse tirar fotos dela, que fizesse direito...
Isso me pegou desprevenido e eu neguei. Ela disse que gostava que tirassem fotos dela, que não tinha nada de errado, e de repente caiu no sono profundo. Eu falava com ela e ela não respondia, tocava nas pernas dela pra acordar e nada. Aproveitei pra bater uma punheta olhando as pernas dela abertas, mas não podia deixar ela ali porque, embora minha esposa provavelmente só fosse chegar no dia seguinte, não dava pra arriscar. Então carreguei ela e levei pro quarto dela, joguei na cama e queria ver um daqueles peitos, então puxei a blusa dela pro lado.
Ela tava uma gostosa, então peguei a rola, abri as pernas dela, tava bem molhada a buceta, quando ela ouviu o carro da minha esposa chegando no estacionamento, broxei na hora...
No WhatsApp dela tinha essa foto. Não era uma supermodelo, mas com certeza aguentava uma boa surra de vara. Eu já tinha feito um monte de piração mental sobre ela, mas quando chegou o dia de buscá-la na rodoviária, eu tentei deixar todas essas ideias de lado pra não arrumar problema com a amiga da minha mulher, e muito menos com a minha mulher. Mas quando vi ela pessoalmente, foda-se tudo, toda essa perversão por essa mulher do interior veio à tona. Ela veio com uma saia que deixava à mostra umas pernas enormes e um rabão loiro. Ela era alta, com uns peitões bons, cabelo loiro e um olhar de puta que não dava pra aguentar. Só tinha um par de malas, que eu coloquei rápido no carro. Ela sentou no banco da frente comigo, a saia subiu quando ela se sentou, não me importei que ela percebesse, tirei uma foto...
Queria que eu polisse o rifle dela sentando, como de costume tinha um trânsito do caralho e aproveitamos pra ela me contar sobre a vida dela, sentia uma química boa com ela e meio que entramos numa confiança rápida, embora às vezes eu não soubesse se na cidade dela não conheciam vergonha na cara, mas ela falava sem pudor de tudo, me disse que era divorciada, que o ex-marido nem tocava nela e que ela se aliviava sozinha porque sempre foi fiel, até que viu umas mensagens dele com um amigo onde dava pra ver que ele gostava de tomar arroz com canudinho, aí decidiu o divórcio, que já não se sentia mais na cidade dela porque sempre foi mais liberal e nunca se sentiu parte daquele lugar tão conservador, então ela tava feliz de ter saído daquele casamento e daquela cidade, que ia aproveitar tudo e viver a vida sem limites, eu com semanas sem transar e a Lupita tão gostosa com tudo que falava, o rifle tava bem duro, quando ela se distraiu olhando pela janela eu apertei o pacote e senti que tava pronto pra arrebentar a buceta dela, mas respirei fundo e pensei em outra coisa, quando chegamos em casa mostrei tudo pra ela, pedimos uma pizza pra comer e continuamos conversando, aí recebo uma ligação da minha mulher, ela perguntou como a gente tava, ela tinha que sair de emergência pra Veracruz porque um outdoor tinha caído com o vento em cima de uns carros, já tinha ligado pro seguro, pra eu não me preocupar e me comportar, jurei que só tinha olhos pra ela, quando desliguei a Lupita me disse que ia pro quarto porque os sapatos estavam incomodando, ia vestir algo mais confortável, quando voltou notei que não tava mais de sutiã, que par de peitos gostosos... Custou pra tirar as fotos mas valeu a pena.
se minha esposa não fosse chegar pra dormir naquela noite, eu podia ir um pouco mais longe e apostar tudo. então falei pra ela que tinha tido uma viagem longa, que devia relaxar e amanhã começar a nova vida, e perguntei se tava a fim de um tequila. ela concordou, balançando a cabeça. sem dúvida, tequila é o melhor quebra-gelo. percebi que ela não só tinha tirado o sutiã, mas também a calcinha.
Já bem bêbada e percebendo que eu tava olhando a buceta dela, ela me pediu desculpa, mas falou que não gostava de calcinha, então nunca usava, e a gente riu. A coisa foi ficando gostosa e muito quente, ela abria minhas pernas e eu podia ver como ela tava bem gostosa e depilada. Quando a gente quase tava terminando a garrafa, ela me puxou pra perto pra dar o copo dela e, na lata, falou que se eu quisesse tirar fotos dela, que fizesse direito...
Isso me pegou desprevenido e eu neguei. Ela disse que gostava que tirassem fotos dela, que não tinha nada de errado, e de repente caiu no sono profundo. Eu falava com ela e ela não respondia, tocava nas pernas dela pra acordar e nada. Aproveitei pra bater uma punheta olhando as pernas dela abertas, mas não podia deixar ela ali porque, embora minha esposa provavelmente só fosse chegar no dia seguinte, não dava pra arriscar. Então carreguei ela e levei pro quarto dela, joguei na cama e queria ver um daqueles peitos, então puxei a blusa dela pro lado.
Ela tava uma gostosa, então peguei a rola, abri as pernas dela, tava bem molhada a buceta, quando ela ouviu o carro da minha esposa chegando no estacionamento, broxei na hora...
1 comentários - Guadalupe, minha empregada caipira gostosa