Mamãe, o ônibus e o gaditano (2)

Segunda parte do relato do ônibus. Primeiro, pedir desculpas pelo enorme atraso, mas a explicação pra tudo isso tá publicada no meu blog. Só espero que vocês curtam o relato. Lá estava minha mãe, com a cara vermelha e tentando recuperar o fôlego, jogada no chão do banheiro de um restaurante de beira de estrada bem vagabundo. Da janela superior onde eu tinha observado aquela cena quente, dava pra ver o esperma do Capi enfeitando a cara, e especialmente o cabelo dela. O cabelo geralmente liso e brilhante da minha mãe tava sujo e meio bagunçado. Vi como ela, ainda de joelhos naquele chão de limpeza duvidosa, foi juntando as poucas peças de roupa dela. Enquanto se vestia, aquela risada idiota que tinha aparecido no rosto dela depois de levar a gozada do Capi tinha sumido, e deu lugar a uma expressão de culpa. Ainda de joelhos, limpou os peitos com o top e vestiu ele. As ilhas circulares de esperma que tinham ficado no cabelo dela foram varridas pelo top e agora eram borrões pegajosos que pareciam escorrer pela longa cabeleira. Ela se levantou se apoiando na pia onde, uns minutos atrás, aquele babaca tinha metido nela sem vergonha, e com um pouco de esforço conseguiu vestir a calcinha e o short. Ficou um tempão se olhando no espelho, com uma expressão vazia. Abriu a torneira e lavou o rosto um pouco. A tontura que eu tinha no ônibus não era nada comparada com a que eu sentia agora. Minha cabeça tava girando e eu sentia uma dor no estômago como se tivesse levado um soco. Não tinha forças pra continuar vendo minha mãe daquele jeito. Deixei ela se lavando e, sem fazer barulho, me levantei como pude e voltei pra onde o ônibus estava. O motorista tava falando no celular, imaginei que com alguém da empresa de transporte. Me apoiei no ônibus esperando ele abrir as portas pra subir, e foi aí que vi o Kaku e o Manu sentados numa das mesas do lado de fora do restaurante, rindo de alguma besteira, quando Chegou o Capi. Ele também tava vermelho do exercício que fez uns minutos atrás, e com os dois amiguinhos dele olhando, sentou no meio deles. Falou alguma coisa baixinho, e depois de um segundo de silêncio, os outros dois começaram a se acabar de rir, batendo na mesa que nem macacos. E tavam fazendo essa palhaçada quando minha mãe saiu pela porta do restaurante. Eles ficaram olhando pra ela, Manu e Kaku com cara de safados e o Capi com um sorriso cúmplice. Mamãe parou e deu um sorrisinho rápido e envergonhado pro amante jovem dela, depois continuou andando até chegar onde eu tava esperando aquelas portas do caralho abrirem. — Beleza, filho? O que cê tava fazendo? — perguntou com um tom de culpa. — Ah, nada, só esperando aqui — menti com um tom seco. Tava sentindo um nojo do caralho, e não tava com muita vontade de falar com ela, e naquela hora ouvi o “pssshhh” das portas abrindo. Sem falar mais nada, subi no ônibus e sentei olhando pela janela, evitando olhar pra mamãe. Senti ela sentar do meu lado e, tocando meu braço, perguntou: — Ei, Carlos, cê tem certeza que tá bem? Tua cara tá meio pálida. Ainda tá com tontura? — o toque da mão dela, aquela mão que tinha batido uma punheta pra aquele gorila, quase me fez vomitar. Tirei o braço na hora e ia mandar uma grosseria quando ouvi os passos pesados do Capi e dos amigos dele subindo no ônibus. Mamãe virou pra eles enquanto subiam, e o Capi parou na frente dela. Se olharam por um instante, ele piscou o olho pra ela e ela baixou o olhar, mas eu vi um sorrisinho nos lábios dela. Aí o Capi focou em mim. — E aí, Carlinhos, como cê tá? Melhorou ou ainda tá com tontura? — falou com um tom de deboche — Porque cê tirou um cochilo daqueles, haha. — Ainda tô com tontura. Se vocês se calarem um pouco, talvez eu consiga dormir mais um pouco — falei tentando controlar a raiva na voz. O idiota não sabia que eu tinha ficado acordado o tempo todo. — Beleza, Bom, vamos tentar ficar mais quietinhos, haha. Aliás, Mireia, se o garoto for dormir de novo, já sabe, vem pra trás que a gente anima sua viagem, beleza? – falou com um tom debochado. – É… Não precisa. Acho melhor eu ficar com o Carlos. O coitado não tá com boa cara e… e acho que nessa viagem já teve diversão demais. Agora acho melhor ficar com meu filho – respondeu, deixando claro. – Como você quiser, Mireia – disse indiferente. Depois de dar uma última olhada nos peitos da mãe, foi pra trás com a turma dele. As portas do ônibus se fecharam e o motorista deu partida pro que restava da viagem. O ônibus não tinha andado nem meio quilômetro quando de repente me bateu um cheiro nojento. Talvez já tivesse sentido antes, mas foi uns minutos depois de subir no ônibus que percebi de verdade. Minha mãe cheirava a porra que dava pra trás. Tirei os óculos escuros e olhei pra ela. E aí vi. Sim, talvez ela tivesse lavado o rosto, e as mãos, talvez até enxaguado a boca. Mas o cabelo ainda tinha restos pegajosos de gozo, e o top que ela usou pra limpar os peitos de sêmen e saliva tinha partes mais escuras que também exalavam aquele cheiro insuportável. Talvez mamãe não sentisse o cheiro porque minutos antes tinha a cara toda lambuzada de porra, e já tinha se acostumado, mas pra mim tava me matando de nojo e senti as primeiras ânsias. Me virei pra janela, quase encolhido, segurando a barriga tentando conter a náusea. Não podia acreditar que ali estava minha mãe, sentada do meu lado, preocupada comigo enquanto o cabelo e a roupa dela fediam a gozo de homem. Mamãe percebeu que algo tava errado comigo e perguntou se eu tava bem. Tentei segurar outra ânsia e disse que sim, que só queria dormir um pouco. Continuei assim uns dez minutos, mas o cheiro de porra no corpo da mamãe entrava pelo meu nariz revirando meu estômago. Ao Finalmente não aguentei mais e falei pra minha mãe que queria dar uma relaxada, e perguntei se ela podia ir pros assentos da frente. Ela me olhou com pena e disse que sim, que fizesse o que precisasse. Levantou e foi sentar nos assentos que sobravam do lado da escada, sentando do lado da janela. Assim que minha mãe levou com ela o cheiro de porra, consegui me esticar, me apoiar na janela e sentar de lado, esticando as pernas. Coloquei meus óculos escuros e na frente vi minha mãe com cara de pena e provavelmente muita culpa. Ela parecia tão triste que até me deu uma certa pena de ter "mandado" ela embora do meu lado assim, mas tenho que admitir que ficar sem aquele cheiro, e confortavelmente esticado, me fazia sentir muito bem. Ela acabou parando de me olhar e começou a olhar pra fora, com uma expressão pensativa. No que será que ela tava pensando? Provavelmente no que acabou de fazer com um cara que conheceu num ônibus. Eu, por minha vez, tentei parar de pensar em qualquer coisa daquilo e esvaziar a mente. Com um pouco de sorte, até conseguia dormir de verdade. Dava até pra sentir que a tontura melhorava consideravelmente. Eu já estava começando a pegar no sono de verdade quando ouvi minha mãe me chamar. - Filho, você tá melhor? – ela perguntou com um tom doce e cauteloso. Eu podia ter respondido, mas já estava começando a dormir e não queria perder o trem do sono. Decidi fingir que tava dormindo, afinal, não seria a primeira vez naquele dia. - Carlos? Você tá acordado? – ela perguntou de novo. Eu continuei fingindo que tava dormindo, mas olhei pra ela escondido atrás dos óculos escuros. Ela parecia ter uma cara de preocupação sincera, e quando se convenceu de que eu tava apagado, esboçou um sorriso de alívio e relaxou de novo no assento. Eu fechei os olhos e, embora não conseguisse dormir, consegui relaxar o suficiente pra combater bem minhas tonturas. De vez em quando, olhava de canto pra minha mãe e notava no rosto dela a preocupação comigo. Depois de um bom tempo, ao me ver tão "dormindo", mamãe Ela também devia ter relaxado, e meu estado devia ter deixado de ocupar um lugar na mente dela. Mais que isso, a expressão de preocupação começou a dar lugar a uma expressão de ansiedade, e eu quase diria de excitação. Não precisava ser nenhum gênio pra saber claramente que ela estava relembrando o que tinha rolado nos banheiros do restaurante de beira de estrada. Ela se encolheu ainda mais no banco, e até começou a morder os lábios. A puta ficou assim um bom tempo, até que algo interrompeu o flashback sexual dela. — O moleque dormiu? — ouvi o maldito do Capi perguntar. — Sim… sim, não faz barulho, que… o coitado passa mal nos ônibus e vai fazer bem ele dormir um pouco — minha mãe falou baixinho, visivelmente assustada e tentando evitar o olhar do Capi. — Pô, já que seu filho tá dormindo, por que você não vem comigo lá pra trás? — o desgraçado sugeriu pra mamãe. Eu abri os olhos de novo e vi o gorila do Capi apoiado na escada e na grade, na frente da mamãe, tentando convencê-la. — Capi… não acho que seja uma boa ideia — mamãe disse, ficando vermelha. — Qual é, não seja boba. Se a gente só vai bater um papo. Você sabe que é melhor do que ficar aqui sozinha, morrendo de tédio. E não vem com a desculpa do Carlinhos, que seu menino já apagou. — ele falou, tentando convencê-la. — Sei lá… eu… — mamãe disse hesitante. Mamãe parecia resistir, e com certeza teria dito que não, quando o ônibus parou pra fazer a penúltima parada antes de chegar em Granada. As portas traseiras, que estavam aos pés da minha mãe, se abriram e os velhinhos foram se encaminhando devagar pra lá. Mamãe e Capi pararam de falar. Ela olhava pela janela, meio envergonhada, e ele olhava descaradamente pro decote dela. O casalzinho de velhos começou a descer as escadas quando a velhinha virou pra minha mãe com cara de reprovação e disse: — A senhora é uma sem-vergonha. Uma mulher da sua idade não fica fazendo papel de boba com rapazinhos como esse (se referindo ao Capi, que sorriu com desprezo), e muito menos se Está viajando com o filhinho dela. Não tem vergonha! – e desceu. As portas se fecharam, e minha mãe tinha uma expressão de surpresa e culpa no rosto pelo que acabara de ouvir. Ficou com a cara vermelha, de boca aberta, talvez ainda procurando alguma resposta pra aquela velha que a tinha colocado no lugar dela, e isso que ela só sabia dos "flertes" dela e nada da sessão de sexo que a mamãe acabara de ter com aquele gorila. Capi tirou ela do estado de choque tocando o ombro dela e a tranquilizou. - Mireia, não liga pra essa velha, que é amargurada. Mas numa coisa ela tinha razão, é que não é legal a gente ficar conversando aqui na frente do Carlinhos, então acho que o melhor é você vir pra trás, hehe. Mamãe ficou uns segundos pensativa, e depois de soltar um suspiro, concordou: - Tá bom, você tem razão – e na sequência deixou escapar um sorrisinho. Apesar das dúvidas anteriores, ela só tinha precisado de uma pequena desculpa e um pouco de insistência pra topar algo que, pelo sorriso no rosto dela, não desagradava nem um pouco. A tal Promíscua estava toda feliz em aceitar o pedido daquele gorila. Capi sorriu e, pegando na mão dela, ajudou-a a sair do assento, deixando ela passar primeiro pra poder levá-la pra trás enquanto admirava a bunda dela de novo. Eu não podia acreditar que minha mãe voltava com aquele filho da puta pra trás, onde tudo tinha começado. Assumi a mesma posição de antes pra poder observar melhor por trás dos meus óculos escuros, e vi como Capi amassava a bunda da mamãe enquanto a levava pros bancos de trás. Eles se sentaram de novo em quadrado, mas a conversa foi completamente diferente. No começo, ficaram falando besteiras, sempre com segundas intenções, tipo como estava sendo a viagem, se ela estava se divertindo, como eu estava, se os enjoo tinham passado, etc. Basicamente eram Kaku e Manu, especialmente o primeiro, que ficavam enchendo o saco da mamãe, tentando aumentar o tom de temperatura da conversa, embora minha mãe não desse muita trela e estivesse mais interessada em chamar a atenção do Capi, mas ele não dizia nada, só sorria triunfante e o pouco que falava era como se convidasse minha mãe a entrar no jogo dos amigos dele. Quem falou primeiro foi o Kaku. — Mireia, me disseram que você ficou com vontade de gozar, hein? Jejeje. — soltou pra minha mãe, rindo. Mamãe olhou com raiva pro filho da puta do Capi. Ele deu de ombros. — O que você quer que eu te diga, mulher. Eu conto todas as minhas conquistas pros meus caras — disse com um tom triunfante. — O Capi falou que você chupa muito bem, Mireia. — apontou o Manu com um tom educado, pelo menos tão educado quanto alguém pode ser quando tá dizendo pra uma mulher que ela chupa muito bem. Mamãe corou enquanto sorria de forma estranha, sem saber se ria ou se indignava. — Ei, Mireia, se você ficou com vontade, com certeza ainda tá com o tesão no talo, igual uma puta no cio, né? — continuou perguntando o Kaku enquanto se virava e se ajoelhava no banco, olhando pra ela. Mamãe não disse nada, mas baixou o olhar pro chão, o que foi quase como dizer que sim. — Então, se ainda tá com tesão, com certeza você tá afim de enfiar uma boa rola na boca. — Na verdade, não — disse minha mãe, sem muita convicção. O Kaku deve ter percebido a fraqueza na voz dela, e o que eu vi não me agradou nem um pouco. O porco se mexeu um pouco pra direita, ficando com o espaço entre os bancos no meio do corpo dele. Levou as mãos até a virilha e, de trás, eu vi um movimento que me deixou claro que ele tava abaixando o zíper e tirando o pau pra fora, ali, no meio do ônibus. Com a rola de fora, ele se apoiou nos encostos, deixando a carne dele no meio. — Olha, o que você acha? Gostou? — perguntou o Kaku, sorrindo maliciosamente. — Vai, não seja tímida, com o tesão que você tá, com certeza sua boca já tá até salivando. Mamãe desviou o olhar e cruzou braços e pernas, fingindo desinteresse, mas o O rubor no rosto dela denunciava que o pau do Kaku não tinha deixado ela indiferente. Kaku continuava balançando a coisa dele na frente da cara da mãe, enquanto ela fingia que não tava nem aí, e assim ficaram por um tempo; ele tentando convencer ela a provar o pau dele e ela tentando ignorar. Dava pra sentir uma tensão no ar, até que o Capi tomou uma atitude. - Vai, Mireia. Não se acanha. Dá pra ver que você ainda tá com tesão, e que não ia te custar nada enfiar a pica do meu amigo na sua boca – ele interveio, passando o dorso da mão no braço da mãe – Além disso, pode ser o único jeito de calar a boca desse chato, hahaha. A mãe sorriu com a piada, e olhou fixamente pro Capi com uma expressão brincalhona. Depois, voltou a olhar pra onde tava a pica do Kaku e, lentamente, descruzou os braços e as pernas, dando um olhar de “Kaku, hoje é seu dia de sorte, não se acostuma”. Sem sair do lugar, ela se inclinou pra frente, e o suspiro fundo do Kaku me disse que a mãe tinha acabado de enfiar a pica dele na boca. Os suspiros foram se seguindo e ficando cada vez mais altos. Eu não conseguia ver a mãe chupando aquela pica por causa dos bancos e das costas do Kaku, mas nem precisava. - Bufff! Porra, Capi, cê tava certo! Mas como essa desgraçada chupa bem! – disse o Kaku, bufando. De vez em quando, ele olhava pra trás como pra ter certeza de que eu ainda tava dormindo e os velhos não tavam de olho. - Aahhhh, isso aí, vai, Mireia, porra, tava doido pra ver se você chupava tão bem quanto o Capi falava! Eu continuei vendo as pernas da mãe, e a parte de cima do corpo dela inclinada, se escondendo atrás dos bancos, no que devia ser um boquete foda, pelo que o Kaku tava comentando. A coisa continuou assim pelo que pareceu uma eternidade, até que as costas do Kaku pareceram ficar tensas e as mãos dele agarraram com força os encostos dos bancos. - Porraaaaa! Assim, Mireia, assim! Mireia… Mireia, vou gozar já… – ele disse com esforço – Ohhh... Ohhhh… Oohhh! O Kaku soltou as cabeças e suas mãos foram para onde eu presumi que estava a cabeça da minha mãe, chupando ele, ele jogou a cabeça para trás e seu corpo ficou rígido. - Ah…! ah…! ah…! – Kaku bufava de forma entrecortada enquanto gozava na boca da mamãe – Isso! Engole… continua engolindo… até a última gota! Após alguns segundos em que só se ouviam os bufos do Kaku e os sons abafados da minha mãe enquanto engolia o leite daquele desgraçado, os ombros dele começaram a relaxar e suas mãos soltaram a cabeça da mamãe. Na hora, deu pra ouvi-la dizer: - Mmmggg! Seu filho da puta! Quase me afoguei! – mas no tom da mamãe não tinha raiva nenhuma. Era mais uma mistura de diversão e tesão. Era foda. Umas horas atrás eu juraria que minha mãe não engolia a porra do palhaço do Kaku, e agora ela parecia ainda mais excitada depois de ter engolido o gozo daquele otário. - Mas você conseguiu engolir tudo. Não achei que fosse conseguir – disse Kaku, como se fosse um elogio. - Bom, como o Capi disse, ainda tô muito com tesão. Isso ajuda pra caralho, sabia? – respondeu a mamãe, rindo com cara de safada. Todos riram junto com ela. - Mireia, você é uma mulher incrível. Sério, você é demais, mulher – elogiou o Capi enquanto colocava a mão na perna dela. Ela não pareceu se importar e colocou a mão dela na perna do Capi, suspeitosamente perto do pacote dele. Ele, vendo que ela ainda tava mais excitada depois do boquete no amigo, começou a deslizar a mão para o interior da coxa da mamãe, fazendo com que ela fechasse as pernas e segurasse o braço musculoso do Capi, mais pra agarrar do que pra afastar. Kaku observava a cena com diversão e Manu não parava de percorrer com o olhar o corpo da minha mãe, que se contorcia levemente com os toques do líder na sua buceta. Sem aguentar mais, olhou pro Capi, e ele entendeu perfeitamente. - Mireia, gostosa, você vai deixar meu bom amigo Manu ser o único que vai ficar sem provar a Então, como é que você usa essa boquinha?" — ele disse enquanto os músculos do braço com que estava acariciando o interior das coxas da mamãe se tensionavam, deixando claro que tinha aumentado a atividade manual naquela área. A mamãe não respondeu na hora, talvez porque quisesse continuar aproveitando as carícias do Capi naquela zona tão perigosamente perto da intimidade dela. — "Hein, Mireia? Não vai fazer essa sacanagem com o meu amigo, vai?" — ele insistiu, num tom de cumplicidade. A mamãe fez um esforço pra afastar o braço do Capi e, levantando do assento, foi na direção do Manu com uma cara brincalhona, não sem antes dar um olhar desafiador pro Capi, que riu satisfeito com o comportamento dela. O Manu se jogou pro banco de dentro pra abrir espaço, mas ela, em vez de sentar, apoiou o joelho no apoio de braço e começou a se inclinar pra baixo, deixando a bunda empinada na vista sortuda do Kaku. Em poucos segundos, ouvi o som de um zíper abrindo e o Manu convidando a minha mãe a não parar por ali. — "Vai, Mireia, não me deixa na vontade" — ele disse, quase implorando. Ouvi uma risadinha safada da minha mãe e, logo depois, um suspiro de prazer vindo do Manu. — "Aiiii caralho, porra, mas que boquete gostoso..." Minha mãe não dizia nada, só se ouvia a respiração pesada dela, e eu só conseguia ver a bunda dela se mexendo de leve por causa do boquete que tava dando no Manu. De onde eu estava, não dava pra evitar reconhecer que a bunda da minha mãe era um espetáculo, e o short jeans apertava nas nádegas dela, marcando perfeitamente a redondeza do rabo. O Kaku parecia hipnotizado, com a cara a centímetros da bunda da mamãe, e sem conseguir resistir, colocou uma das mãos enormes dele na nádega direita dela. — "Hhhmmm" — foi a única coisa que minha mãe disse, enquanto continuava chupando o Manu, que soltava sons de prazer sem parar. Com essa resposta da mamãe, o Kaku agarrou as duas nádegas começou a massageá-las de baixo para cima, e os sons abafados de prazer da minha mãe foram aumentando. Logo uma das mãos de Kaku se dirigiu para o centro, e começou a esfregar a palma na entreperna da mamãe. - Hhmmmfff! – bufou a mamãe com a pica do Manu ainda claramente na boca, e esses bufos foram aumentando junto com a intensidade com que Kaku esfregava a entreperna dela. A intensidade do boquete da mamãe também deve ter aumentado consideravelmente, porque os gemidos do Manu foram aumentando por sua vez, até que de repente ele ficou quieto e a única coisa que se ouvia eram os gemidos abafados da minha mãe enquanto ela provavelmente engolia a porra dele. Manu tinha gozado, mas Kaku continuava esfregando a buceta da minha mãe por cima do short dela, e ela rebolava a bunda empinada como sinal de que estava gostando. Os gemidos dela já não eram mais abafados e surdos, mas perfeitamente vocalizados e audíveis, prova de que ela já tinha tirado a pica do Manu da boca. - Ahhh… Kaku… sim…ai meu deus… – ouvia-se minha mãe. Kaku estava se divertindo pra caralho vendo a bunda da mamãe se mexer pedindo mais, mas por sorte pra mim, a diversão acabou naquele instante. De tudo que estava rolando, ninguém além do motorista tinha percebido que o ônibus já tinha chegado na estação de Granada. Os três filhos da puta começaram a olhar pela janela como pra ter certeza de que era a estação de ônibus, enquanto minha mãe continuava buscando com a bunda o toque da mão de Kaku. As portas se abriram e o motorista gritou timidamente: “Já chegamos, desçam, por favor” e em seguida saiu correndo, imagino que pra abrir os bagageiros e também pelo desconforto da situação. Minha mãe parecia não se importar que eles tivessem continuado brincando com ela, mas o Capi não parecia disposto a isso. Levantou do lugar e, dando um toque no braço do Kaku, indicou que parasse. - Vamos, molecada, que depois de tudo isso, me deu uma fome que só Você morre, haha – disse ele, completamente sério – Bom, Mireia, foi um prazer, e acho que pra você também, hahaha! Os dois colegas dele riram da piada, e o Kaku deu um tapão na bunda da minha mãe: - Hehe, você tá bem gostosa mesmo, hein – disse ele, tirando a mão e se levantando – Como ela gosta de levar uma roçada ali, a tal de Promíscua, hehe. - Bom, pelo menos a gente deu um belo lanche pra ela, haha! – disse ele, afastando minha mãe e se levantando – Também tô com uma fome do caralho. Vamos, bora pegar algo pra comer. E dizendo isso, os três desceram juntos, não sem antes rirem de mim. - Olha esse otário aqui, que tá mais dormindo que eu sei lá – apontou o Kaku. - Bom, melhor pra ele, imagina se tivesse visto como a mamãe dele se diverte nas viagens de ônibus, haha! – disse o Capi. Dava pra ouvir as risadas deles enquanto desciam e lá fora, pegando as malas. Quando me virei pra minha mãe, ela tava olhando pra eles pela janela, e na cara dela tinha uma expressão clara de culpa e insatisfação por ter ficado tão excitada. Ela ajeitou um pouco o top e tirou o short da bunda, e veio na minha direção enquanto limpava a boca com as costas da mão. Eu rapidamente fingi que tava dormindo, porque sinceramente, não saberia como reagir ou o que dizer se fizesse o contrário. Quase tive um treco quando senti a mão da minha mãe tocando meu ombro pra me acordar. - Carlos, querido, já chegamos. Vamos, filho, você precisa comer alguma coisa, vai te fazer bem pra enjoo – disse ela com a voz mais doce que tinha. “Eu sim, você com certeza comeu três paus e as gozadas deles, sua safada” – pensei da minha própria mãe. Fingindo o melhor que pude que tinha acabado de acordar, me levantei e desci as escadas sem dizer nada pra ela. Nossas malas eram as únicas que sobravam no bagageiro do ônibus, e do motorista não tinha nem sinal. Depois de pegar as malas, fomos pra dentro da estação. Minha mãe insistia que eu Vamos comer algo, e embora a verdade seja que eu não tava com muita fome, não queria discutir com ela, então falei que beleza, que a gente fosse comer algo. Tinha uma espécie de bar restaurante bem espaçoso, e depois de pedir um sanduíche e uma Coca-Booty, deixei minha mãe pagar e sentei um pouco afastado. Comecei a mordiscar o sanduíche de salame sem muita vontade, enquanto via minha mãe terminar de pagar. Quando ela veio sentar na mesa onde eu tava comendo, começou a me perguntar como foi a viagem, se eu tinha dormido a viagem inteira de uma vez, etc. Tava claro que além da preocupação dela comigo, ela tava tentando garantir que eu não tivesse descoberto nenhuma das putarias que ela andava fazendo, e imaginei que se eu tivesse exageradamente puto com ela, poderia parecer que eu sabia o que tinha rolado, então decidi deixar "a raiva passar" e depois de garantir pra ela que tinha dormido que nem uma pedra, começamos a falar de besteiras. Ao ver que meu humor melhorava, minha mãe pareceu se aliviar, e embora eu não tenha gostado muito, parte das expressões de culpa dela foram sumindo. A gente já tava falando há mais de uma hora e quase conversando normal, a ponto de parecer que minha mãe não tinha acabado de ser comida por um gorila e chupar os dois amigos dele, quando tudo foi pro caralho. Vi que a cara da minha mãe mudou, e em poucos segundos ouvi umas vozes mais que conhecidas. Os três imbecis estavam vindo na nossa direção fazendo bagunça, e minha mãe olhava pra eles com uma mistura de angústia e prazer culpado. Quando chegaram bem perto, minha mãe desviou o olhar e ficou encarando o chão. Eu não falei nada, mas o Kaku falou. - Oi, Mireiaaa – saudou o baita imbecil. Mamãe no começo fingiu que não tinha ouvido, mas com a insistência dele, não teve jeito e respondeu o cumprimento com um tímido oi e um sorriso envergonhado. - Oi, Mireia, oi, Carlitos. – saudou o Capi com a arrogância dele – Mireia, — Não está ficando entediada, né? Kkkk. — Não, tô de boa, obrigada — respondeu ela “educadamente”. Capi respondeu com um simples “Beleza, então prazer em te conhecer”, e os três seguiram andando. Minha mãe ficou olhando pra eles, e isso me fez ficar emburrado de novo. Mamãe percebeu que eu tava de mal humor de novo, e tentou me animar, mas diante da minha teimosia, desistiu, e até se atreveu a ficar brava comigo. Depois de me dizer que eu não podia ficar daquele jeito depois de ter terminado as provas, falou que ia no banheiro e que quando voltasse esperava que eu estivesse de melhor humor. Minha raiva aumentou. “Além de ter se comportado feito uma puta, ainda tem a cara de pau de me mandar ficar de boa”, pensei. “Então pode ir pro banheiro por um bom tempo, porque essa minha raiva não vai passar assim tão fácil.” Eu ainda tava tentando segurar a vontade de gritar e mandar tudo pra merda, quando percebi que já tinha passado um tempão desde que mamãe foi pro banheiro. Olhei as horas e já era depois da meia-noite. Comecei a ficar preocupado, mas também não queria dar o gostinho pra minha mãe de ver que, mesmo puto, eu ainda tava procurando por ela. Decidi continuar ali esperando, mas os minutos passavam e mamãe não voltava. Chegou uma hora que o lugar onde eu tava ia fechar e me pediram pra sair. Sem outra opção, decidi que, em vez de ficar em pé, já aproveitava pra procurar ela e assim tinha a desculpa de que tinham me expulsado do lugar onde eu tava sentado. Além disso, tava começando a bater uma vontade de mijar. Comecei a andar na direção que ela tinha tomado pra ir ao banheiro, e percebi o quanto tempo a gente tinha passado conversando. A semi-agitação inicial de quando a gente chegou tinha dado lugar a uma calma noturna silenciosa, só perturbada pelo andar de alguns poucos viajantes noturnos e o barulho das maletas deles rolando no chão. Cheguei perto dos banheiros e fiquei a poucos metros esperando minha mãe sair. Os minutos passavam e ninguém saía de lá. Talvez ela já tivesse saído do banheiro e ido pra onde a gente tava antes, porque já tinha passado um tempão desde que ela disse que ia no banheiro. Seja como for, resolvi mijar antes de qualquer coisa e fui no banheiro masculino. Quase entrando na área dos banheiros propriamente ditos, vi uma coisa que me deixou gelado. Um top feminino verde tava no chão, jogado igual um pano na entrada do banheiro dos homens. Isso fez os alarmes dispararem na minha cabeça, e sem ter muita certeza se queria descobrir o que um top igualzinho ao que minha mãe usava tava fazendo ali, comecei a andar na direção dos banheiros. Conforme eu me aproximava, dava pra ouvir uns barulhos de movimento, junto com vozes de homem e de mulher que pareciam estar soltando gemidos. Engoli seco. Quanto mais perto eu chegava, mais claros ficavam os sons vindo de dentro do banheiro masculino. Já tava quase dentro, prestes a virar a esquina que me colocaria de vez no banheiro, quando comecei a ouvir claramente o que tava rolando lá — Ahh... siiiim... continua assim! Não para! Vocês tão mandando bem, garotos...! Meus piores medos estavam se realizando, e quase sem querer, já meio no automático, me enfiei na esquina pra testemunhar o espetáculo quente que tava rolando lá dentro. A primeira coisa que vi foram os shorts da minha mãe jogados no chão, a menos de um metro de onde eu tava olhando, com a calcinha fio dental dentro. O top dela tava jogado uns dois metros adiante, debaixo dos pés do Capi, que tava pelado da cintura pra baixo enquanto se masturbava o pau meio mole. O Manu tava com ela encostada na pia, igual o Capi tinha feito umas horas antes, e os músculos da bunda dele se contraíam cada vez que ele metia na buceta da mamãe. Ela tava de pernas abertas, com um pé no chão e o outro apoiado na pia, recebendo as metidas daquele babaca, se apoiando com uma mão pra não cair pra trás e com a outra batendo uma pro pau do Kaku, enquanto ele brincava com os peitos dela. tetas. - Vamo, guris, me dá mais... mais forte... isso... faz eu gozar de novo! Kaku pegou ela pela nuca e começou a fazer ela descer até onde tava o pau dele, sem nenhuma resistência da minha mãe. Aos poucos ela foi se deitando de lado, até ficar numa espécie de L torto, sendo fodida na buceta pelo Manu e com a parte de cima do corpo virada e inclinada pra deixar a boca cheia da carne do Kaku. Ficaram assim um tempão, com Manu furando ela e mamãe se contorcendo pra poder chupar o Kaku, até que Manu começou a aumentar o ritmo das porradas. - Ah, porra, que buceta apertada essa mina tem. Kaku, troca de lugar comigo, que assim eu não aguento muito mais! – pediu Manu pro parceiro. - Hehe, sem problema, irmão – respondeu Kaku todo feliz – Tô louco pra meter nessa xota de novo. Vem, Mireia. Manu tirou ele de dentro da mamãe, arrancando um gemido dela, e os dois ajudaram ela a descer da pia. Kaku, com a mão ainda na nuca da mamãe, fez ela se inclinar pro pau do amigo, e ela, se deixando guiar, começou a chupar aquele pau que tinha acabado de estar na buceta dela. Kaku ficou atrás e, levantando ela um pouco pelas cadeiras, mirou bem e enfiou de uma vez, arrancando um grito abafado da minha mãe. - Ahh, Mireia, já vi como você gosta, porra. É que já entendo o Manu. Duas fodas e você continua apertada que nem uma virgem, haha – disse Kaku rindo. - Isso aí, vamos Mireia, porra, como você chupa bem. Vou meter minha gozada lá no fundo do seu estômago de novo. Você gosta de leite de homem? Hein, gosta? – perguntou Manu, super excitado. - Mmhhm – foi a única coisa que deu pra ouvir da mamãe. - Quantas gozadas você engoliu hoje, Mireia? – continuou perguntando Manu enquanto segurava ela pelo cabelo enquanto ela chupava ele. Puxando o cabelo dela, ele tirou o pau da boca dela e perguntou de novo – Diz pra gente, quantas porções de leite você bebeu hoje? Entre os ofegos causados por As pirocadas do Kaku, a minha mãe respondeu como pôde, me deixando de boca aberta com a resposta dela. - Ahh... cinco... cinco!... ahhh sim Kaku... continua assim, Kaku! – ela gemia, a puta. Satisfeito com a resposta, o Manu guiou a cabeça da minha mãe de volta pro pau dele, bufando de prazer com a boca daquela puta que tava se mostrando ser a minha mãe. Os dois continuaram comendo ela sem dó, e enquanto isso, o Capi já tinha recuperado todo o vigor lá embaixo, e sem perder tempo, foi direto pra onde a minha mãe e os dois comedores estavam. - Kaku, sai daí e me dá um espaço – ordenou o Capi. O Kaku não pareceu muito feliz, mas diante da ordem do chefe, saiu de má vontade. A minha mãe não mudou o ritmo, continuou chupando o Manu, deixando a porta aberta esperando o Capi. Ele não se fez de rogado, e depois de segurar o pau pra apontar pra buceta da minha mãe, meteu de uma vez e assim que fez isso começou a bombar num ritmo frenético, fazendo ela soltar o pau do Manu por um instante. Com uma expressão de prazer e dor ao mesmo tempo, ela virou pro Capi sem parar de punhetar o Manu, e logo voltou pra tarefa de chupar pau. Enquanto o Capi bombava ela e o Manu recebia um boquete bem dado, o Kaku ficou lá esperando por uns minutos, batendo uma, entediado, observando a cena sem saber o que fazer, até que cansou da situação e pediu pro líder: - Porra, Capi, me deixa um pouco também, senão no final vai acabar murchando – reclamou o Kaku. No começo, o Capi optou por ignorar, mas com a insistência do amigo, tirou o pau de dentro da minha mãe de uma vez, fazendo os joelhos dela fraquejarem de forma exagerada, tendo que se agarrar nas pernas do Manu, parando momentaneamente o serviço oral. - Porra, como você pode ser chato, Kaku, mas olha, tive uma ideia boa. Kaku, deita no chão – ordenou. O Kaku, vendo o que vinha, obedeceu sem reclamar. Depois, o Capi pegou a minha mãe pelo braço e levou ela até onde o Kaku estava deitado. – Vai, Promíscua, enfia essa pica na sua buceta. Mamãe teve dificuldades, porque entre as pernas bambas e a xereca toda ardida, não devia ser fácil sentar naquela coisa. Demorou um pouco, mas conseguiu sozinha, e na hora começou a quicar devagar na pica do imbecil do Kaku. Manu se aproximou dela com a pica brilhando da saliva da minha mãe, e acariciando a cabeça dela, a convidou pra continuar chupando. Enquanto mamãe quicava na pica do Kaku e chupava gostoso a pica do Manu, Capi foi se aproximando por trás, e colocando a mão nas costas dela, fez ela arquear, deixando ela no ponto certo pro que ia fazer. Cuspiu várias vezes na mão e lubrificou bem o pauzão, e se posicionando em cima da mamãe como se fosse montar nela, apontou o membro pro único buraco que tava livre. Ao perceber o que vinha, mamãe começou a se debater. - Mmmmhhh… nnnnnn! – reclamou mamãe enquanto com uma mão batia nas canelas do Capi numa tentativa inútil de pará-lo. - Sai, puta, que com essa tesão toda você vai adorar – garantiu Capi, enquanto começava a penetração anal. - Nnnnggg… unnnggg….! – gritava mamãe. Conseguiu tirar a pica do Manu da boca, e colocando uma mão no peito do Capi começou a empurrar tentando tirá-lo de cima. - Ai, Capi…ahhh..não! Assim não…ufff…para! Vocês vão me rasgar assim! Ahhhhh! - Mandaram você calar a boca, haha – riu Manu, que pegando ela pelo cabelo voltou a tampar a boca dela com o rabo pra calá-la – Vai, Capi, enfia logo nessa Promíscua, haha! Capi não hesitou um instante, e separando as nádegas da minha mãe com as mãozonas, enfiou devagar até o fundo. - Uhhmmmfff! Uhmmmnngg! – tentava gritar mamãe, apoiando as mãos no chão e arqueando as costas até parecer que ia quebrar. Por sorte pra ela, o ataque anal do Capi tava sendo devagar. - Aarrgghh! Mas que cu apertado você tem, Mireia! Calma, que vou deixar bem relaxadinho – disse Capi, desafiador. A aparente estreiteza anal da minha mãe tava dando trabalho pro Capi, mas ele não desistia, e lá estava ela, quase imóvel, tentando não se mexer de dor, com a boca presa na pica do Manu, Capi esticando o cu dela e Kaku com as mãos na cintura ajudando ela a subir e descer na pica dele. Depois de uns minutos, que pareceram uma eternidade, e com certeza pra minha mãe também, as penetrações lentas e cuidadosas do Capi foram pegando mais ritmo, até quase sincronizar com a velocidade das picas do Kaku. Mamãe parecia que tava começando a se acostumar com o tamanho daqueles três pedaços de carne dentro dos buracos dela, e a tensão imóvel do corpo dela foi sumindo pra dar lugar a uns movimentos mais ritmados que acompanhavam os três comedores. – Ufff… porra, Capi! Olha essa puta! Parece que a buceta dela vai esmagar minha pica, hahaha – gritava Kaku excitado. – Tá vendo, Mireia? Falei que você ia gostar. Vai, agora mostra pra gente o quanto você gosta de ter três picas dentro de você – falou Capi baixinho no ouvido dela. Isso pareceu acender minha mãe, que começou a rebolar na loucura enquanto a boca dela chupava o Manu com frenesi, usando as mãos pra bater uma pra ele ao mesmo tempo. – Aiii… Aiii! Nossa, essa mulher é foda demais… – suspirava Manu – Deus… se continuar assim… se continuar assim vou encher essa boquinha com meu leite, sua vagabunda….. Minha mãe, em vez de desacelerar, começou a bater uma mais forte e a chupar ele igual uma doida, fazendo o Manu colocar as mãos na cabeça, bufando cada vez mais. Manu começou a jogar a cintura pra frente, como se tentasse meter a pica ainda mais fundo na boca da mamãe, até que um dos bufos dele parou no meio, o corpo dele travou, e colocando as mãos na cabeça dela começou a gozar. – Uuuuufffff! Mãe do amor lindo, que incrível…! Aaahhhh, isso aí, toma tudo na sua boquinha! – Manu já tinha gozado, mas a mamãe não parava de lamber o pau dele com a língua, até que ele deu um passo pra trás pra se afastar da foda – Ai, ai, ai, que esvaziei os ovos na boca dessa puta de novo. Com passos trêmulos, Manu foi até a pia e se apoiou lá, com cara de cansado mas feliz, observando o resto da foda como mero espectador. Com o pau do Manu fora da boca dela, agora seus gritos e gemidos se entendiam perfeitamente, e dava pra ver que ela tava cada vez mais excitada. – Aaaannggg! Deus, que delícia! Assim, porra Capi, continua! Continua! – pedia a mamãe – E você também, Kaku, enfia até o fundo! – Tanto que você gosta, puta? Se eu já sabia que você tava “entediada” – disparou Capi – Cê acha mesmo que eu engoli por um segundo essa sua história de que entrou no banheiro errado? Mireia, puta, eu vi como você olhou pra gente quando a gente entrou no banheiro, hahaha! – Ohhhh… simmm… adoro! Siiimmm… admito… nem sei por que… uff, mas sim, segui vocês até o banheiro… e tô feliz… deusss… por ter feito isso! Ahhhh, como vocês me comem bem, siiiimmm…..! – gemia minha mãe cheia de prazer, enquanto o corpo dela buscava cada vez mais rápido os troncos de carne quente do Capi e do Manu – Ahhhaannngg! Acho… Acho que vou… gozar… Capi, vou gozar de novo!! Mas quantas vezes aquela puta já tinha gozado? Não conseguia acreditar que aquela mulher que pulava pra cima e pra baixo, pra frente e pra trás, absorvendo com a bunda e a buceta as picas de dois arruaceiros que normalmente minha mãe nem teria dado bola. Mas ali estava ela, fodendo com aqueles dois babacas sem nenhum pudor, gritando que ia gozar de novo. Capi e Kaku decidiram que iam ajudá-la nessa missão de chegar ao orgasmo, e aceleraram as bombadas dentro da minha mãe, com o consequente aumento de prazer nela, que se agitava e tremia no que pareciam ser os primeiros sinais do orgasmo dela. Depois de alguns segundos, minha mãe se esticou quase por completo, e com uma espécie de gemido feminino anunciou que estava gozando: - Kyaaaaaa…! Tô gozando… tô gozando! Aaaaaaaanngggg, continuem, continuem, seus putos! – minha mãe estava no clímax e aqueles dois putos não paravam de bombar ela. Minha mãe já tinha gozado e parecia exausta, mas as estocadas dos dois novos amigos pareciam continuar dando prazer pra ela, e mesmo sem tanta energia, ela seguiu oferecendo seus buracos pro prazer deles. Após alguns instantes, era o Kaku quem parecia estar sofrendo pra aguentar a foda. O Capi deve ter notado, e pegando a mamãe pela cintura, levantou ela só o suficiente pro Kaku conseguir sair debaixo. - Vai Kaku, que eu tô vendo que você tá perto. Sai daí e enche a boca da Mireia de porra, que com certeza ela tá morrendo de vontade. Kaku fez isso rapidinho, e mal tinha colocado a mão na nuca da mamãe, ela mesma já se jogou no pau dele pra receber todo o leite na boca. O Kaku nem precisou empurrar, e depois de alguns segundos de boquete da minha mãe, a cara dele se retorceu e com um bufado ele começou a gozar dentro da boca dela. - Ahhh, sua filha da puta, você tá engolindo tudo de novo! – disse Kaku como se fosse um elogio – Vem, pega até a última gota, que eu vou espremer pra você, Mireia, jeje. Isso aí, boa garota… O Kaku estava espremendo o pau dele de baixo pra cima, tirando até a última gota, que minha mãe ia pegando com gosto com a língua. Quando o Kaku ficou satisfeito, ele se afastou igual o Manu, e os dois ficaram observando, com uma mistura de deboche e tesão, minha mãe sendo sodomizada pelo chefe deles, enquanto incentivavam ele a meter mais forte. - Vai Capi! Monta ela, monta ela direito, hahaha! Não deixa ela escapar das rédeas – ria o Kaku. - Ohhh sim… Capi! Isso aí, me monta, me monta com força, seu puto! – confirmava a mamãe. O Capi continuou bombando a bunda dela por vários minutos, até que a foda dele foi aumentando de força, arrancando gritos de dor da mamãe, que mesmo assim mexia a bunda contra a pélvis dele. Capi, indicando que aquela dor na verdade era gostosa pra ela. — Vai, Capi! Mete bem no meu cu, e quando for gozar, quero que jorra na minha boca, seu filho da puta! — minha mãe desafiava. Isso excitou Capi, que começou a foder ela com cada vez mais força, até que de repente o pau saiu do cu dela. Agarrando ela pelo cabelo, colocou a rola a poucos centímetros do rosto dela. Aí começou a bater uma punheta furiosamente, enquanto provocava: — Vadia, se quer meu leite, vai ter que pegar no voo, hahaha! — disse Capi, enquanto os amigos dele morriam de rir da sacada do líder. Mesmo com tanta humilhação, mamãe inclinou a cabeça e abriu a boca, pronta pra receber a gozada daquele gorila. E então, num instante, do nada, Capi bufou que nem um touro, e do pau dele começou a jorrar porra sem parar, parecia que não ia acabar nunca. Devia ter cuspido uns 5 ou 6 jatos, todos bem grossos, mas na boca da mamãe não devem ter caído mais que 3. O resto foi parar na cara dela, no cabelo e até no corpo. — Aaaah, caralho, que alívio danado. — disse Capi, satisfeito — Toma, Mireia, lambe o que sobrou se quiser, sua puta, hahaha. E o pior é que ela fez exatamente isso. Com a língua, foi limpando os restos que tinham ficado na ponta da vara do Capi, fazendo ele tremer de prazer. Quando terminou, Capi se virou e começou a se vestir. Os amigos dele fizeram o mesmo, enquanto mamãe ficava lá no chão, toda banhada de porra, suada, e olhando pra eles com uma cara de felicidade. — Então, Mireia. Foi tudo maravilhoso, né, galera? — perguntou Capi. — Mireia, você é uma mulher fenomenal — confirmou Manu. — A gatinha mais puta que eu encontrei nos últimos meses, hehe — disse Kaku. — Valeu, galera. Vocês também foram incríveis. Acho que não tem jeito melhor de começar as férias mais relaxada do que isso — agradeceu mamãe, sorrindo pra eles. — Bom, se você gostou, a gente pode repetir daqui uns dias, linda. — propôs Capi. — Daqui uns dias? — perguntou minha mãe. A verdade é que Eu também não entendia muito. — Claro, mulher, que eu sou de Cádiz, e tenho toda a minha família lá. Agora moro em Granada por causa da universidade, mas sabendo que você vai estar lá na minha terra, já tenho desculpa pra visitar a família. Com certeza meus primos vão adorar te conhecer, hehe. Minha mãe riu junto com ele e disse que tinha certeza que sim, e depois de trocarem os números, eles terminaram de se vestir e se prepararam pra sair. Eu dei ré rápido pra não ser descoberto, e entrei no banheiro feminino pra esperar eles irem embora. Enquanto saíam, consegui ouvir o que diziam. — Putona que você arrumou, Capi — elogiou Manu o amigo. — Pode crer, queria ela pra mim também — disse Kaku. — E eu que ia pra Granada porque achava que não ia ter nada pra fazer em Cádiz… essa putona vou foder até não aguentar mais, hahaha! — garantiu Capi. Depois daquele show, eu não sabia como reagir. Minha mãe tinha virado uma vadia na minha frente, e ainda por cima parecia que não ligava de ser o brinquedo sexual daquele filho da puta. Sem saber bem pra onde ir, vaguei que nem um zumbi até chegar nos bancos de espera. Me joguei num deles e fiquei com cara de otário. Olhei o relógio. 2h. Não sabia se chorava, se encarava minha mãe, se contava pro meu pai… Lá pelas 2h30, vi minha mãe aparecer ao longe. Pelo menos tinha conseguido se arrumar um pouco. Com certeza, quem visse ela ia achar que estava meio desleixada por causa de uma viagem longa de ônibus. Ninguém ia imaginar que há pouco tinham fodido ela que nem uma puta ninfomaníaca. — Filho, te procurei pra caralho, onde você se meteu? — perguntou ela num tom de bronca. — Eu… — comecei a responder tentando medir as palavras, mas minha mãe me cortou. — Bom, tanto faz. Fiquei louca te procurando. Fui no lugar onde a gente tava comendo e tava fechado, e depois… — eu ouvia minha mãe falar, mas não prestava atenção. A única coisa que consegui Ouvir foi a última coisa que ele disse. — Enfim, querido, que viagem você me proporcionou. 'Filha da puta, a viagem quem se deu foi você com aqueles gorilas', pensei. — Bom, não importa, querido, agora quando chegarmos em Cádiz, você e seu pai vão fazer suas coisas e eu vou tomar um leite... digo, o sol. Ela se inclinou, me deu um beijo que me deu um nojo danado e sentou do meu lado, exalando um cheiro de porra que dava pra trás. Eu tentava aguentar, mas aquilo era uma tortura. Felizmente, o ônibus chegou na hora certa, às 3 da madrugada, e com a desculpa de dormir esticado consegui me livrar da minha mãe do meu lado junto com aquele cheiro de sêmen. Depois de tanta correria emocional e física, mamãe caiu dura em poucos minutos, e eu, que também não tinha tido um dia fácil, fiz o mesmo. Naquela noite sonhei, ou melhor, revivi tudo o que aconteceu entre minha mãe e aquela gangue de gorilas. A verdade é que dormi muito mal. Quando acordei, já tínhamos chegado em Cádiz, e o pessoal já estava descendo do ônibus. Quando desci, minha mãe estava tirando nossas malas. O rosto dela tinha mudado. Parecia descansada, ao contrário de mim, e parecia extremamente feliz. Pelo visto, ela tinha sonhado a mesma coisa que eu, só que para ela não tinha sido um pesadelo, mas sim o contrário. Depois de me dedicar aquele sorriso que até menos de um dia atrás eu sempre considerei angelical, ela disse: 'Filho, acho que vão ser umas férias maravilhosas'.

2 comentários - Mamãe, o ônibus e o gaditano (2)

Muy bueno,pensé que el iba a tener su parte por silencio
No le pongo mil puntos porque no puedo 🔥🔥🔥🔥🔥🔥