Mais uma vez, os encontros com o neguinho vendedor de biscoitos continuam. Ainda com as imagens rodando na minha cabeça, chegou a quinta-feira seguinte, quando aquele trio que eu nunca imaginei que pudesse ser formado pela minha mãe, a amiga dela e o moleque negro — que sem querer, ou melhor, pensando bem, teria sido ele quem despertou a curiosidade delas? — se encontraria de novo. Isso eu nunca saberia, mas no fundo, que importava diante dos fatos que eu testemunhei e que destruíram meu coração pra sempre? Igual da outra vez, esperei no parque até ver o garoto aparecer na direção da minha casa. Segui ele a uma distância segura e, da esquina, esperei ele entrar, o que não demorou. Uns minutos depois, me aproximei e abri a porta da minha casa com todo cuidado pra não fazer barulho, e espiei pela cortina na sala. Vazia, sem dúvida estavam de novo no quarto dos meus pais. Sem demora, fui pelo corredor e já ouvia as vozes dos três; apressei o passo até o quintal e me esgueirei até a fresta da cortina, e tudo ficou à minha vista. Pra minha surpresa, ainda estavam vestidos, embora deitados na cama, e enquanto conversavam, trocavam vários carinhos. — E aí, aceitam o que eu tô pedindo? — perguntou o moleque pras senhoras. — Claro que eu aceito, sim. — respondeu a mãe do Fernando, virando pra olhar pra minha mãe. — Bom, eu também. — disse ela, com o rosto já antecipando o que vinha por aí. Eu não fazia ideia de qual era a proposta que o garoto tinha feito pra elas, mas intuía que não ia ser do meu agrado. E os três começaram a se despir com a mesma naturalidade das vezes anteriores, como amantes que já se conheciam. Quem diria que duas senhoras podiam cair aos pés de um moleque, que facilmente tinham o dobro da idade dele, mas que com a cara de pau e a desproporção grotesca daquela rola, tinha feito elas entrarem nesse novo mundo, até então desconhecido, da infidelidade. Mais uma vez, os corpos deles se mostravam pra mim como vieram ao mundo, o da minha mãe... e a senhora Júlia, tão branquinha, madura mas muito bem conservada, e a do garoto, preta como a noite. Na mesma hora ele se deitou na cama, deixando à mostra a sua anatomia descomunal, que já começava a crescer por inteiro. Sem perder tempo, a mãe do Fernando se deitou perto da virilha do negão, enquanto a mão dela deslizava pra cima e pra baixo na pele de ébano, revelando uma glande roxa e gigantesca. Depois foi a minha mãe quem se deitou do outro lado do moleque, e assim, em uníssono, as duas senhoras batiam uma punheta pra aquele maldito que se esbaldava como um porco no chiqueiro. A língua da minha mãe saboreava os contornos dos ovos inchados, como se nunca mais fosse prová-los na vida, e a amiga dela subia e descia a cabeça, ajudada pela mão do negão, que deixava a senhora engolir uma boa porção da rola dele. Como boas amigas, trocavam de lugar e assim curtiam cada pedaço de carne, pra diversão do garoto, que sussurrava pro céu: "Deus, Deus, que senhoras gostosas". E eu, da minha parte, desejava que Deus parasse aquilo que rolava na cama dos meus pais, mas Ele nunca ouviu meus pedidos. O imenso e deformado pedaço de rola preta era devorado, saboreado, mordiscado e lambido com uma veemência inacreditável pela minha progenitora e pela progenitora do Fernando. De repente, minha mãe se mexeu, oferecendo assim algo pra comer pro filho da puta do moleque, que não precisou ouvir nada pra saber muito bem o que fazer, e assim, sem mais, afundou a boca e a língua nas partes mais íntimas da minha mãezinha. Com o prazer dela e o desgosto e a dor meus. Sem conseguir evitar, o sessenta e nove entre eles tava formado. Minha mãe aumentou as lambidas, porque agora era a dona momentânea daquele ferro e daqueles ovos que não escapavam da libido galopante dela. E dos quais parecia curtir demais, porque enfiava na boca, chupando com muito tesão. A sensação de ver a O corpo branco se esfregando naquele corpo preto era algo que me partia o coração e me dava nojo pra caralho, ver minha mãe se entregando aos desejos dela e deixando aquele moleque se divertir chupando a buceta dela à vontade. Os primeiros gemidos da minha mãe começaram a sair da garganta dela, que mesmo assim não parava o serviço, a pica sumia entre os lábios dele e a buceta da minha mãe fazia o mesmo, com ele enfiando um dedo nela, que a fazia gritar de prazer. Uns minutos depois, os dois corpos se separaram, dando lugar à dona Julia, cujos olhos mostravam uma angústia ou uma espera agonizante para aproveitar o amante dela. Num pulo, a mulher se posicionou, enfiando desesperadamente quase metade do pau do moleque na garganta dela, enquanto ele, pra ficar no mesmo ritmo, afundou a língua entre as dobras rosadas, com os pelinhos pubianos loiros da parceira sexual fazendo cócegas no nariz dele. Como já falei antes, a química sexual entre a mãe do Fernando e o moleque era algo impressionante, pareciam feitos um pro outro, tanto no gasto de energia sexual quanto na vontade de se dar prazer. Esses dois pareciam morrer em cada centímetro de pele um do outro ou, talvez, renasciam. Não tinha dúvida, a dona Julia tinha encontrado no neguinho vendedor alguém com quem podia soltar todas as fantasias dela e não tinha ninguém nesse mundo que pudesse impedir. Os segundos viraram minutos, com eles imersos em si mesmos, de vez em quando eu via o moleque enfiar os dedos na buceta molhada dela e depois tirar os dedos e saborear os sucos da senhora. — Bom, já tá na hora do prometido. — disse o preto com a cara cheia de entusiasmo e fascinação pelo que vinha. As duas senhoras, sem reclamar, se colocaram de quatro, feito as putas vadias que eram, e o preto filho da puta se posicionou atrás delas. Nisso, minha mãe alcançou o pote de vaselina pra ele, coisa que O garoto agradeceu com um tapa forte na nádega direita dela, que soltou um grito de surpresa. Aquilo era a promessa que tinham feito, as duas iam se deixar penetrar analmente de novo. Depois o moleque, depois de passar o dedo indicador, foi deslizando ele pelo cu da dona Julia, que, divertida, mexia a bundinha minúscula mostrando o tesão que tava sentindo, daí foi acariciando a bunda da minha mãe, que não ficou atrás em fazer aquele filho da puta saber o quanto ela tava adorando essa exploração prévia. Diante da figura das duas mulheres dispostas e entregues pra serem empaladas, o garoto ia batendo uma enquanto decidia qual cu ia comer primeiro. Os olhos dele iam de uma bunda pra outra tentando se decidir de uma vez até que levou um dedo à boca e cuspiu um pouco de saliva pro teto, e quando ela caiu mais perto do lado da minha mãe, marcou ela como a primeira a ser possuída pelo pau dele, que não parava de puxar e deixar ele alcançar o tamanho colossal. Devagarzinho foi esfregando a cabeça roxa na entrada da minha progenitora, e pelo olhar e pela careta de dor eu soube que ela tinha sentido a diferença de tamanho. — A senhora sentiu, dona? — perguntou o desgraçado sabendo bem a resposta da minha mãe. — Senti, aiii… tá doendo… aiii com cuidado, por favor, Maurício — gemeu ela se agarrando no travesseiro. — É que a senhora tem a buceta muito apertada, dona Olga — respondeu ele sorrindo e apertando os dentes a cada estocada que dava, eufórico. Ele segurava ela pelas cadeiras sem deixar ela fugir, curtindo o sofrimento da minha mãe de sentir o corpo dela sendo atravessado por aquela massa disforme de carne. — Não empurra mais, por favor, ai… só até aí, aiii… já chega — gritou ela arqueando as costas. Quase mais da metade do pau dele tava enfiado no cu da minha mãe. Com suavidade foi começando os movimentos de entrar e sair, que cada vez iam aumentando de velocidade, e ela sentia tudo por inteiro. tipo, minha mãe, que não parava de berrar igual um carneiro sendo degolado de tanta dor que sentia. E acho que ouvir os gemidos dela só aumentava o tesão do moleque, que se agarrava com as mãos nos quadris da vítima anal enquanto se movia num vai e vem desenfreado, no auge do prazer do sexo. Os dois corpos se agitavam frenéticos, um dando e o outro recebendo, mas no fim das contas unidos. Aquela imagem tava na minha frente, mas minha mente não reagia nada, era como se fossem dois estranhos, mas não era, porque quem tava sendo sodomizada era a mulher que me deu a luz, se deixando possuir com fúria e luxúria desenfreada. Uns segundos depois, percebi que uma dor na minha alma se espalhava pelo corpo todo. Minha mãe tinha virado a puta de um preto filho da puta. Do nada, por causa da safadeza dos dois, o moleque montou nela, cobrindo ela toda, sem parar a investida, os esfíncteres da minha pobre mãe aguentavam como podiam o pauzão que tava entalado na bunda dela. Os gritos dela ficaram mais intensos, até pareceu que ela quase chorou num momento, embora não sei se de dor ou prazer. Coisa que não fazia diferença nenhuma pra tristeza que aquela cena me causava. O moleque mexia os quadris de um jeito quase incontrolável, fazendo caretas que deformavam o rosto dele, tudo por causa do prazer intenso que a bunda apertada da minha mãe tava dando. — Que grande, meu Deus, que grande! — gemeu ela com o rosto meio afundado e mordendo o travesseiro, como se tivesse possuída pela doce embriaguez do sexo. Vários minutos depois, dolorosos e torturantes pra mim como filho, o maldito filho da puta se separou dela, ficou sentado e olhando por trás como o cu da minha mãe devia estar aberto. E não tava errado, pelo que ouvi. — Uffff, senhora, fiz a senhora suar pra caralho... e esse cu, tá bem aberto agora, hein senhora. — disse ele se abanando. Cara e bufando pelo trabalho realizado. - Você me arrombou, Maurício, devo estar toda aberta. - respondeu minha mãe virando-se para olhar pra ele. Mas gostei que você me comeu como ninguém nunca me comeu antes. - Não precisa agradecer, senhora, a senhora já sabe que estou aqui para o que a senhora pedir. - disse rindo, sabendo que aquela mulher casada se oferecia como qualquer puta barata. Naquele instante, sem que ninguém dissesse nada, a mãe do Fernando se colocou de quatro, rebolando insinuante a sua bunda muito apetitosa e, com aquele encanto que até umas semanas atrás era desconhecido pra mim, ou melhor, não apreciado, fez o negão se aproximar e se posicionar atrás dela. Ele ficou observando aquela cena, como se duvidasse mais uma vez que tudo não passava de um sonho, e que na verdade aquela mulher se oferecia totalmente livre pra receber o seu imenso pau. Aos poucos, o membro foi crescendo até se transformar naquela massa preta e disforme, de dimensões incríveis, mas que seduzia sem dúvida nenhuma aquele par de senhoras, que de senhoras já não tinham mais nada. Foi assim que ele abriu as nádegas da dona Julia e esfregou a glande roxa e gigantesca, que quase parecia uma maçã, e a encaixou na entrada anal, e suavemente foi deixando que, com o mínimo esforço, penetrasse nos intestinos dela. Vai, dona Julia, sim, a cada sessão ela me confirmava a boa mulher que era, toda uma mulher feita pro sexo. Se você soubesse, amigo, se você soubesse do que a sua mamãe é capaz. Não demorou pra terminar de encaixar a glande e agora a tarefa seria muito mais fácil, embora eu, ao ver as dimensões daquela pica, só pudesse imaginar o que as duas deviam sofrer. A dona Julia levantou a sua bundinha minúscula, oferecendo uma vista espetacular, digna da melhor cena pornográfica. O garoto soube na hora o que aquilo significava: a senhora queria sentir toda aquela pica disforme dentro dela. Enquanto ia metendo suavemente, as mãos dele acariciavam as deliciosas nádegas daquela mulher, daquela deusa loira e madura, que só soltava uns suspiros e Gemidos quase imperceptíveis. — Posso continuar, senhora? — perguntou o sortudo preto filho da puta. — Sim, meu garanhão, aiiii… continua só, não para por nada. — sussurrou a mulher completamente entregue. Quero você dentro de mim. — Como a senhora mandar! — respondeu satisfeito com a resposta da sua putinha. Aumentando a força dos movimentos, o garoto forçava com seu pau descomunal que com certeza esmagava todos os órgãos internos da mulher que tinha o rosto perdido entre os braços e o cabelo dourado como o sol, bagunçado e suado. O preto se ajeitou melhor, e o que veio depois da estocada que ele deu foi o grito mais brutal que já ouvi na vida. A putinha da mãe com o preto filho da puta, pela cara de satisfação e de gozo, tinha acabado de encher o cu da pobre mãe do Fernando. — Uhm, dona Julia, que putinha boa pra me aguentar inteiro. — disse o garoto acariciando as nádegas da companheira. A amiga da minha mãe não respondeu nada, ficou muda como se ter aquela vara enorme dentro dela tivesse tampado os pulmões. Segundos depois, o garoto começava e o percorrer do canal anal dela com seu pau deforme, que saía brilhando de lubrificante. Uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes até se tornar quase incontáveis pra mim, o membro dele entrava e saía com uma velocidade insana que aumentava com o passar dos minutos. E o que dizer da dona Julia, pois só deixava ele fazer o que bem entendesse e olha que ele fez. O preto maldito continuou sodomizando a mãe do Fernando e aproveitando os espasmos que de vez em quando sacudiam o corpo gostoso da senhora. E não minto ao dizer que sentia uma certa inveja daquele garoto, pois ele tinha a sorte de curtir o corpo delicioso dela, e tinha feito isso se deliciando com todos os buracos dela. Muito mais animado que outras vezes, o garoto terminou por cobri-la, coisa que ela agradeceu virando e encontrando os lábios dele, e assim, estavam os dois como um par de Animais no cio que aproveitam viciosamente do sexo. A mãe do Fernando arqueava o corpo, permitindo que o amante – ou como elas chamavam, o garanhão dela – a penetrasse com mais facilidade. Mais uma vez eu percebia a perícia sexual dela ou o bom entendimento que tinham entre si. – Que cuzinho rosado delicioso de mulher branca – gemeu o garoto sem parar a montada. Tão apertadinho. O filho da puta ficava louco com a pressão suave que os intestinos faziam no pau dele. E ela, no próprio mundinho dela, quase como ausente, aproveitando ou sofrendo o suplício a que estava sendo submetida. Sim, bem metido dentro daquela mulher gostosa. Os chifres do pai do Fernando deviam chegar até o segundo andar da casa. O calor tomava conta do quarto, minha mãe só conseguia observar aqueles dois monstros sexuais dando vazão à luxúria deles. Os gemidos e gritos da amiga dela ficavam mais intensos, assim como os bufos de boi do rapaz. Era questão de tempo até que terminassem. E assim, com uns movimentos fortes dos dois, os gritos de orgasmo se misturavam naquela combinação estranha de preto e branco. A dona Júlia devia ter sentido a porra quente inundando os intestinos dela, mas pela cara de prazer que mostrava, era exatamente o que tinha esperado e pelo que aguentou tanta dor. Depois de tirar o pau – que, mesmo mole, não deixava de mostrar um tamanho impressionante, tão comprido e grosso e preto –, ele se deitou ao lado da dona, e minha mãe ficou de joelhos, alucinada com a resistência da amiga. E, no entanto, levei um baita susto ao ver que minha querida mamãe se aproximava da virilha do garoto e, mexendo no ferro dele, começou a brincar e chupar os ovos deformados com o mesmo tesão das outras vezes. Quase sem controle, o ataque dela àquele pedaço de berinjela de carne, as lambidas se sucedendo sem parar, incansável pra saborear o gosto dele. O que mais eu podia fazer que já não devia ter feito? Foi a primeira vez? Pois é, só deixei aquelas senhoras se saciarem de sexo, selvagem e molhado sexo interracial. De novo o moleque de merda ficava excitado, e isso era mais que óbvio pelo aumento do tamanho do pau dele. E ainda com minha mãe saboreando os testículos dele, ele aproximou a glande roxa, desejosa de lábios de mulher madura, ou seja, minha mãe nesse caso. Com habilidade, ela conseguiu engolir quase metade daquele pedaço de carne, para meu espanto e nojo, não tinha quem a parasse, e por isso mesmo eu já não me animava a tentar uma possível intervenção, pois algo dentro de mim dizia que no final eu sairia mal. Não queria saber que, se aparecesse naquela hora e mandasse ela parar de enganar meu pai, com certeza ela não ligaria e continuaria se entregando ao negro. Ela continuou com o boquete eterno, porque dava pra ver que ela curtia muito o que fazia, e o negro, morto de prazer, com minha mãe brincando com o pau dele. E quando ele ficou duro, ordenou que minha mãe sentasse em cima dele, coisa que ela fez sem hesitar na ordem, obedecendo como uma boa puta ao seu dono. Com todo cuidado, minha mãe se agachou e, pegando o ferro do garoto, guiou até a entrada anal dela, que colocou devagar até sentir que estava bem posicionado. Os dois foram permitindo que a penetração se completasse aos poucos, com expressões de dor no rosto da minha mãe em alguns momentos, e de prazer na cara do maldito negro. Com uma última sentada, conseguiram que todo o comprimento e a solidez monstruosa daquele membro de ébano ficasse inserido, deixando só os ovos dele pra fora, para o deleite dos dois. E assim, mais uma vez, voltavam a curtir o sexo como nunca antes vi minha mãe e o amante dela, muito mais novo que ela e a amiga. Ajudada pelas mãos do garoto, que segurava firme os quadris dela, minha progenitora pulava, desejosa de aproveitar cada segundo daquela deformidade que abria ao máximo o esfíncter dela. Os gritos dela eram de uma Mistura perturbada de dor e prazer diante da cavalgada que dava no garoto, que por sua vez deixava transparecer o imenso deleite que percorria seu corpo por se entreter com o cu da minha mãe. - Ai, ai, ai, ai, ai, aiiii... que besta você é, garoto, tá me matando... - gritou minha mãe sem parar de quicar. - Mas bem que você gosta, putinha, porque não para. - respondeu o moleque, sabendo o quanto a parceira estava curtindo. - Sim, você tem uma piroca muito gostosa, meu neguinho. - gemeu a puta. - Mais que a do seu marido? - perguntou provocador o filho da puta. - Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiim. - gritou descontrolada e fora de si. O negão só riu satisfeito, que a cada dia deixava no passado as fodas que meus pais tiveram, minha progenitora era dele. Uns momentos depois, o garoto explodia em gritos, estourando as bolas do mesmo jeito ao soltar o leite nas entranhas da minha mãe. Ela ficou parada, sorrindo por se sentir cheia, e se jogou pra frente se abraçando no moleque, entre beijos e risadas se recuperavam de mais uma trepada. Enquanto isso, a dona Júlia se aproximou felinamente até ficar do lado do garoto, que se deixou beijar por ela. Os dedos curiosos do negão começaram a invadir a buceta da mulher, que abriu mais as pernas pra uma foda melhor do amante. Numa brincadeira perigosa, eles se entregavam, dando vazão a todo o êxtase sexual inesgotável pelo que via. A mãe do Fernando se aproximou do pau do moleque que já começava a crescer, e ela foi lambendo gulosamente o tronco de ébano, que se enchia de veias grossas, dando um aspecto monstruoso e que, mesmo assim, a mulher não parava de curtir. Assim que a ferramenta do negão ficou dura, a senhora se agachou, igual minha mãe tinha feito antes, e com paciência e cuidado deslizou a cabeça do pau até colocar na entrada do cu dela, tudo diante da satisfação do jovem amante, que sorria safadamente e contente por ter aquela senhora tão gostosa à disposição. - Já tá no lugar, senhora. - disse o moleque. segurando-a pelos quadris. — Sim, devagarzinho, por favor, devagarzinho, meu menino. — respondeu a puta da mãe do meu amigo, enquanto as entranhas dela iam recebendo o pau descomunal. Em câmera lenta, a piroca nojenta foi ganhando espaço nos intestinos da dona Júlia, que parecia enlouquecer com aquilo dentro dela. Mesmo sem estar totalmente enterrada, a mulher foi subindo e descendo, ajudada pelo filho da puta. Parecia mais que estavam fazendo exercícios, mas não, a verdade não era essa: aquele maldito filho de uma puta sodomizava à vontade a linda mãe do Fernando. A cada vai e vem dos corpos, o pau preto e avantajado se enfiava mais até conseguir a solda completa, para satisfação dos dois. Os gemidos e gritos que escapavam da garganta da amiga da minha mãe eram angustiantes em alguns momentos e, em outros, de uma embriaguez sexual. Era imperdível para qualquer pessoa essa cena que se desenrolava na cama dos meus pais, que antes parecia mais uma cena de filme pornô do que a vida real, o momento em que a dona Júlia continuava coroando o marido dela com uns corpos enormes, tão grandes quanto a rola que dominava o cu dela. Enquanto a dona Júlia se mantinha ocupada com a bunda prestes a estourar, minha mãe beijava o maldito preto filho da puta e depois subia em cima da cara dele, deixando à vista o cu dela, que o moleque recebeu com gosto e comeu com desenfreado. E assim, o garoto se despachava com as duas senhoras amantes dele. Diante dos meus olhos, se desenrolava o ato sexual mais impactante de toda a minha vida, que, para minha dor e raiva, tinha entre os participantes a minha própria mãe, que já não tinha mais nada de sua… quase nada. De um pulo, minha mãe se colocou na frente da amiga, e esta saiu do lugar, deixando atrás de si um pau imenso e lubrificado que ainda se mostrava desejoso e vicioso por sentir o calor suave e o aconchego de um cu. Minha mãe sentou naquela deformidade e, de uma só vez, ele se Enfiou por completo, não sem arrancar um gemido espetacular de dentro dele. Com toda a sabedoria, minha mãe montou no garoto numa cavalgada anal diabólica e desafiadora. Uns instantes depois, a mãe do Fernando sentou de novo como antes, mas mostrando toda a sua perícia nas artes sexuais. Não tinha dúvida: as duas senhoras eram umas putas completas e experientes, que só queriam saciar o apetite carnal com aquele garotão que as seduziu sem muito esforço com o pau descomunal dele. Uns momentos depois, o garoto gozou de forma monumental, embora quem devesse ter sentido aquilo fosse a pobre da dona Julia, mas pelos gritos e grunhidos do maldito negão, foi assim mesmo. A mulher se mexia suavemente, ainda sem se soltar da união, aproveitando ao máximo a trepada, e depois se deixou cair de lado, liberando o pau do garoto, que saiu com certa dificuldade por causa do comprimento e do aperto do cu. Ofegante e ainda agitado pela façanha, o maldito negão abraçou minha mãe e a amiga dela, que passaram uma perna cada uma sobre o corpo do garoto, e dormiram satisfeitos com o coito. Eu fiquei olhando os corpos dos três, quase como se fossem espectros lascivos descansando só para continuar. E foi assim: antes de eu ir embora e não ver mais nada, eles já começavam os jogos sexuais de novo. E sempre no cu, exatamente como tinham prometido.
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