Mais uma vez, a curiosidade da minha mãe e da amiga dela continuou. Com a minha mente bagunçada por tudo que tinha visto e, pior ainda, por não ter interferido e impedido que minha mãe saciasse a curiosidade dela. Aqueles dias foram bem confusos, porque eu não tinha coragem de falar nada sobre o que aconteceu, já que em casa tudo seguia normal. Mas, mesmo tentando me distrair saindo com amigas, confesso que saber que elas tinham um novo encontro marcado para a quinta-feira do início das minhas aulas na faculdade me fazia sentir uma vontade de estar presente nessa nova sessão. Essa era minha maior dúvida: deixar isso seguir seu rumo ou acabar com tudo de uma vez por todas. Foi assim que chegou o dia marcado, e, apesar de ter ido às aulas nos dias anteriores, naquela quinta eu saí de casa, mas não fui pra faculdade — fiquei no parque esperando. Depois de quase 20 minutos, vi a dona Julia indo em direção à minha casa. Eu, sentado ao pé de uma árvore, me mexi pra não ser visto. Sabia que o rapaz em questão não ia demorar a aparecer no bairro, e sabia disso porque, como qualquer jovem que tem a oportunidade de se satisfazer com duas mulheres, ele não ia querer perder nem um minuto. Quase 40 minutos se passaram quando vi o rapaz, com a mochila dele, andando animado em direção à minha casa. Guardei o livro que estava lendo enquanto esperava e fui atrás dele, mantendo distância. Da esquina, observei ele tocar a campainha da minha casa. Na hora, minha mãe saiu e o fez entrar. Poxa, definitivamente ia rolar outro encontro, pra minha tristeza. Decidi esperar mais alguns minutos antes de entrar em casa, porque não sabia se eles estariam na sala ou em outro lugar. Com cuidado, me aproximei da porta e coloquei o ouvido, tentando escutar alguma coisa, mas era difícil. Então, segui o plano: enfiei a chave e, bem devagar, abri a porta. Ao entrar, me acomodei no mesmo lugar da vez anterior. Mas quando coloquei a cabeça pra fora, me deparei com a surpresa de que não tinha ninguém, nem as roupas deles. Isso me fez pensar que deviam estar no quarto dos meus pais. Entrei tentando fazer a porta da sala não fazer barulho nenhum, de lá dava pra ouvir os murmúrios e risadas que vinham de onde eu imaginava, e devagar fui me aproximando do quarto, que estava com a porta fechada. E agora, como é que eu ia fazer pra ver eles? Minha mente trabalhou rápido e a solução tava ali na cara. Esse quarto dá pro quintal dos fundos, igual a janela dele, e é coberto por aquelas cortinas que abrem no meio e que, quando fechadas, deixam uma abertura pequena, mas suficiente. Não demorei mais e passei com cuidado, e lentamente me aproximei da parte da abertura. Como eu suspeitava, era mais que suficiente pra ver o quarto inteiro. Os 3 já estavam completamente pelados, o moleque deitado na cama de barriga pra cima, deixando minha mãe e a dona Julia devorarem a rola preta dele. Enquanto uma trabalhava a cabaça imensa, a outra brincava gostosa com as bolas do negão, trocando de lugar de vez em quando. Quem visse aquilo ia pensar que era normal pra elas satisfazer um homem ao mesmo tempo. Agiam como se lessem a mente uma da outra. E isso ainda não entrava na minha cabeça, como era possível que umas senhoras casadas pudessem cair rendidas aos desejos de um garoto mais novo, embora grotescamente avantajado. Isso me fez pensar que, diante da nossa indiferença pela vida de donas de casa, monótona e entediante da minha mãe e da amiga dela, elas se arriscaram a experimentar, a provar, a se sentir vivas de verdade. E disso só éramos culpados nós, suas famílias, que contribuímos pra que caíssem nas mãos de um aproveitador. A mãe do Fernando passava a língua desde a base das bolas por todo o tronco até chegar na cabaça roxa, engolindo ela inteira. Depois cedia, como boa amiga, pra minha mãe o lugar na chupada que o moleque curtia pra caralho, dando de comer pra elas. O pau imenso dele. Já o recato e o pudor natural de mães tinha sumido delas, a única coisa que seus corpos queriam era ser satisfeitas pelo macho delas. Apesar dos esforços de boca, nenhuma das duas conseguia engolir o cacete do garoto inteiro, que adorava agarrar o cabelo delas numa bundinha minúscula e mexer pra cima e pra baixo quase obrigando elas a comerem bem o pedaço de carne dele. — Que boas são chupando, senhoras. — disse o moleque sorrindo. — Obrigada, Maurício. — respondeu minha mãe, tirando um pelo pubiano preto da boca. Dona Júlia continuava de boca numa chupada daquelas que marcam época e teriam destruído o coração da família dela, enquanto minha mãe se beijava com o garoto, passando saliva de uma língua pra outra, pra meu total espanto de que ela fosse capaz de algo assim. Nem eu tinha pensado em fazer isso com alguma garota e minha mãe nem pestanejou ao fazer com aquele moleque mais novo que ela em idade, mas de piroca comprida. Enquanto a mãe do Fernando dava uma pausa, minha mãe sentou na barriga do garoto cheio de gominhos e ficou olhando pra ele. — Puxa, dona Olga, já tá se soltando. — disse o negão feliz de ver que minha mãe começava a liberar a libido dela. — E você ainda não viu nada, molequinho. — respondeu minha mãe com uma voz de puta que me assustou. Com uma mão, ela ajeitou o negão que descansava na barriga e sentou em cima dele, mas sem enfiar, só se movendo de trás pra frente, de modo que os lábios da buceta dela deslizavam pelo tronco grosso e cheio de veias do garoto. Meu coração batia a mil por hora com os atos da minha mãe, a mulher que eu mais amava no mundo e que se comportava como uma verdadeira traidora. Os quadris dela se mexiam delicadamente, deixando o prazer tomar conta do corpo. O negão observava contente as manobras da minha mãe enquanto agarrava os peitos dela com as mãos, apertando os bicos com tanta força que minha mãezinha aprovava, incentivando ele a continuar. Deitada ao Do lado do garoto, a dona Júlia acariciava e beijava ele. Eu estava vendo os malabarismos da mãe do Fernando quando um suspiro me fez voltar pra minha mãe. Meio levantada, minha mãe guiava com a mão o cano do amante dela até a entrada da sua pussy. Meu coração acelerou com essa visão, mesmo tendo visto isso quase 2 semanas antes, meu amor de filho se via surrado pela cara de pau da minha mãe... preto filho da puta, será que ele gostaria que um estranho comesse a mãe dele? Aos poucos ela foi se sentando, enquanto fechava os olhos e apertava os dentes, deixava o maldito preto penetrar ela. A cock do garoto entrava centímetro por centímetro no interior da minha mãe, enquanto eles se olhavam com desejo, doentio e cheio de luxúria. O moleque deu uma empurrada com o quadril e minha mãe, ao se sentir completamente preenchida, soltou um grito de dor, de novo aquela cock monstruosa estava sendo apertada pelas paredes vaginais da minha mãe. Por que tinha que ser ela, por que ela não podia saber que a ação dela partia meu coração em pedacinhos muito difíceis de juntar de novo. Mas tenho certeza que ela não teria parado mesmo sabendo que eu tava olhando. - Ai ai ai... que grande, garoto, que grande. - gemeu minha mãe fazendo círculos perfeitos em cima da cock do preto. - Continua, dona, não me decepciona. - disse o garoto segurando ela agora pelos quadris. Que pussy mais deliciosa que eu tô comendo. Depois, o moleque ensalivou um dedo e começou a esfregar o clitóris da escrava sexual dele. Enquanto a mãe do Fernando dava pra ele provar os peitos maduros e empinados dela, que o preto chupava com gosto. E pensar que esses mesmos mamilos alimentaram meu amigo na infância. Os minutos passavam um atrás do outro sem parar, e também sem parar estavam o garoto e minha mãe numa trepada muito barulhenta e violenta pelos movimentos de quadril dela, que começava a espirrar os corpos deles com incontáveis gotas de suor. Assim continuaram Vários e dolorosos minutos, com minha mãe cavalgando alegre e selvagemente seu jovem amante, o cabelo dela se movia, grudando no corpo suado. Umas palmadas na bunda da minha mãe fizeram ela saber que tinha chegado a vez da amiga, que não hesitou nem por um segundo ao subir naquele pauzão. Ajudado pelos sucos vaginais da minha mãe, que forravam o ferro do negão, a facilidade com que a vara desapareceu na buceta dela foi alucinante, incrível. Como eu já tinha sacado desde a primeira vez que vi os dois, a dona Júlia era o petisco favorito do garoto. Ele segurava ela pela cintura e os dois ficaram parados, a dona Júlia olhando meio estranhada por ele não começar a trepada que ela tanto queria. — O que foi, Maurício? — perguntou a mãe do Fernando com a piroca enfiada no fundo da alma dela. — Ah, nada, é que eu adoro sentir sua buceta apertando meu pau inteiro — falou o negão, honesto. É muito gostosa, dona, sempre tão quente e molhadinha. — Ahhh, hahaha, sério? — perguntou ela, surpresa e maravilhada. Ninguém nunca me disse isso antes... nem meu marido. — Que merda, muito mal pelo seu marido — disse ele, acariciando a cintura dela. Eu poderia te comer pelo resto da minha vida. — Uhummm, obrigada pelas palavras tão lisonjeiras — respondeu a dona Júlia, claramente excitada com a situação. Você sabe como tratar uma mulher. — Se eu soubesse, dona Júlia, se eu soubesse — disse ele, já começando a foda. A mãe do Fernando não ficou atrás, porque os movimentos dela foram selvagens e constantes desde o início, deixando o garoto claramente maravilhado, como se já estivesse convencido de que isso ia rolar. Algo me dizia, ao ver ele, que esse moleque já tinha comido uma boa quantidade de mulheres, e isso que ele devia ter uns 18 anos no máximo. A habilidade quase natural dele me fazia pensar. Tanto que o garoto não fazia nada, só se deixava montar pela própria dona Júlia, ela fazia todo o trabalho da trepada. O quarto se estava inundado de gritos e gemidos rasgados, que faziam vibrar o vidro da janela. Seu cabelo loiro voava pelos ares com seus movimentos desenfreados e seus peitos pulavam pra cima e pra baixo bem gostoso. Definitivamente, a mãe do Fernando era uma deusa dourada e não tinha nada a invejar das muitas atrizes pornô que ele já tinha visto em inúmeros filmes. — Que buceta branca gostosa eu tô comendo. — gemeu, levantando os quadris e com isso fazendo a dona Julia se erguer. — Pô, que força você tem, garoto, me deixou louca de prazer. — disse a mãe do Fernando, se deixando levar pelo tesão. A senhora estava maravilhada com a resistência e o vigor do negão, e se movia num ritmo que às vezes ficava descontrolado, fazendo o garoto gritar de gosto, e quando sentia que ia gozar, parava e relaxava, só pra voltar a montar nele igual uma égua no cio. Esse maldito negão aguentava uma eternidade, fácil passava horas naquilo. — Senhoras, escutem. — disse o garoto, segurando ao máximo o final. Antes de acabar, deitem de costas, as duas juntas. — Tá bom, Maurício. — respondeu minha mãe obediente. A amiga dela só balançou a cabeça afirmativamente, mas acho que foi mais pelo tesão que tava sentindo em comer aquele negão. De repente, o garoto gritou, deixando a mãe do Fernando desmontar, e as duas mulheres fizeram o combinado. Enquanto segurava o pau com a mão direita, ele se aproximou de joelhos até ficar na altura das bocas delas, e com mais algumas punhetadas no ferro, começou a soltar jorros de porra, que mais parecia requeijão aguado. Foi tanto que deu pra lambuzar os queixos, lábios e bochechas das suas putas, enquanto umas gotas caíam nas bocas delas, sendo engolidas na hora. Aquela imagem me deu um pouco de nojo, porque uma coisa era ver minha mãe chupando ele, outra era ver ela comendo o produto dos ovos dele, aquelas duas idiotas. Lambiam os próprios lábios para não desperdiçar uma única gota. O negão filho da puta sorria divertido com o que via, enquanto esfregava a cabeçona da pica nos lábios das senhoras. Minha própria mãe terminou de espremer o cacete do garoto e se apossar das últimas gotas de porra. O amante de ébano, suando e bufando por causa do calor sufocante e do trabalho feito, deitou-se no meio das mulheres e, com uma de cada lado, ficaram se acariciando e conversando. — Puxa, senhoras, agora sim que dou a cada uma a coroa como as rainhas do boquete — disse o garoto, recuperando o ritmo normal da respiração. — Obrigada, meu garanhão lindo — disse a senhora Julia. — É, Maurício, fico feliz que você gostou — disse minha mãe, apoiando a cabeça no peito do rapaz. — Não, obrigado a vocês por serem tão especiais — respondeu, dando um beijo em cada uma. Lá estavam os três, exaustos e nus de tanto trepar, um par de senhoras infiéis aos maridos e às famílias, e um negão mostrando com orgulho o pau avantajado. — Ei, rapaz, posso te fazer uma pergunta? — disse a senhora Julia. — Sim, pode falar, senhora — respondeu, olhando nos olhos verdes da mãe de Fernando. — Bem, apesar de ser muito novo, você sabe bastante de sexo — disse, curiosa. — Como é que isso? O garoto olhou para elas e soltou uma risada que pareceu o uivo de um animal. — Bom, isso tem explicação — respondeu, sorrindo diante do olhar atento de suas escravas. — Isso se deve ao fato de que minha vizinha me ensinou tudo. — Sua vizinha? Quem é? — perguntou a senhora Julia, assombrada. — Sim, Norma é o nome da senhora — respondeu o rapaz. — Ela foi minha professora sexual. — Ahhhh, ainda era casada, né? — indagou minha mãe agora. — Isso mesmo — disse ele, tranquilo. — Eu sou amigo do filho dela, David. — Tá, e? — perguntou a senhora Julia. — Bom, a história é longa, mas resumindo, foi com ela que aprendi desde que tinha 16 anos — respondeu a tantas perguntas. — Não é à toa que sabe tratar bem as mulheres, porque ela te ensinou. Muito bem", disse minha mãe. "Ela foi a primeira mulher com quem você ficou." "É, a dona Norma foi a primeira", respondeu ele, sorrindo. "E até hoje vocês ainda se veem?", perguntou dona Júlia, com um pouco de ciúme. "Bom, sim", disse ele honestamente. "De vez em quando a gente se vê." "Bom, não importa, porque a gente vai fazer você esquecer ela", disse a mãe de Fernando, sorrindo. "Hummm, isso eu tenho que ver", murmurou ele, rindo, enquanto o pau dele começava a ganhar vida de novo. Já sabia que aquele garoto tinha algo escondido, e agora entendia muito bem o porquê da sua sabedoria sexual. Com as carícias que recebia, a haste preta foi se erguendo sozinha diante dos olhares das amantes, que se mostravam satisfeitas com a rapidez com que ele podia entrar em combate. As duas mulheres se revezavam na hora de masturbá-lo, e até chegaram a colocar as duas mãos ao mesmo tempo, punhetando ele vigorosamente. As línguas voltaram a saborear os restos de saliva e porra, com um gosto que parecia mais um doce gostoso. Uns instantes depois, o negrão estava pronto para continuar castigando as senhoras, e elas se entregaram com submissão aos desígnios dele. E eu não podia fazer nada para evitar, ou talvez, no fundo do meu ser, era assim que eu queria que acontecesse. Elas ficaram deitadas sob as ordens do garoto, que se aproximou da minha mãe e começou a passar a mão na buceta dela. As pernas dela se abriram, deixando o caminho livre. Enquanto se olhavam, minha mãe era apalpada pela mão do amante, tão preta e invasora, que enfiou de uma vez dois dedos na pussy molhada dela. Devagar, ele foi dando uma dedada nela, com os dedos saindo molhados pela óbvia excitação que a inundava por completo. "Já, Maurício, me come de uma vez, por favor", gemeu minha mãe ao sentir como ele a masturbava. Diante dos pedidos dela, o garoto tirou os dedos e levou à boca, provando os sabores da minha mãe. Já era mais que incrível e doloroso para o meu pobre coração: minha mãe pedindo pra um O negrão que ia meter nela. O moleque não esperou mais e, pegando ela pelos tornozelos, colocou nos ombros dela e apontou o pau na entrada da buceta da minha mãe. Assim como tinha acontecido antes com a dona Júlia, a xota sugou de uma só vez aquela vara deformada e imensa. O maldito negrão estava, de tão comprido e grosso, dentro da minha mãe, apertando tanto que os ovos pretos dele contrastavam estranhamente com o cu rosado escuro dela. Os olhos da minha mãe flamejavam furiosos e demoníacos, a luxúria dominava ela de corpo e alma, o garoto respondeu se jogando por cima dela e, assim, se fundiram num beijo longo e molhado. Definitivamente, eu tinha perdido minha amada mãe por completo e nunca mais ia recuperar ela. Ficaram muito mais tempo do que eu imaginava, se beijando e deixando ela sentir a magnitude enorme do pauzão dele enchendo ela toda. Era isso que o negrão filho da puta queria, era isso que ele fazia, seduzir donas de casa indefesas e curiosas com a piroca descomunal dele; e ele sabia muito bem o efeito que tinha nelas, sabia muito bem e tava aproveitando agora na minha mãe. - Aiii, que gostoso, meu pretinho, me sinto tão cheia de você - sussurrou a putinha. De repente, o moleque começou a foder, entrando e saindo da buceta lubrificada da minha mãe, aos poucos aumentando a velocidade e a força das estocadas. Os gritos começaram a sair da garganta dela, que fechava os olhos, aguentando a dor, a buceta dela não aguentava muito o calibre do dono dela, que saía brilhando pela umidade interna da minha mãe. A dona Júlia se satisfazia sozinha num trabalho de dedo. Com o passar do tempo, eu me surpreendia cada vez mais com a resistência do garoto e do jeito violento dele de trepar com as parceiras. O desgraçado voava por cima da minha mãe, parecia que tava fazendo prancha em cima dela e os ovos dele faziam um barulho forte ao bater no cu molhado dos próprios fluidos que saíam da buceta dela. Depois de uns minutos, que ficaram marcados para sempre na minha vida, minha mãe explodia num orgasmo endemoniado e brutal. Seus gritos foram acompanhados pelos bufos do garoto que inevitavelmente soltava a porra dentro da minha progenitora, o preto de merda tinha inundado o útero dela como tanto desejava. Ainda abraçados, minha mãe e o garoto se beijavam depois daquele coito que tinham compartilhado na minha presença. E parecia que aquele condenado nunca se cansava, pois suas nádegas se marcavam cada vez que ele empurrava o pau ainda dentro da buceta da minha mãe, como prolongando o prazer ao máximo para o gozo dos dois e minha dor. - Seu leite pulou dentro de mim tão gostoso.- gemeu minha mãe alvoroçada. - E a senhora tem uma das bucetas mais deliciosas que já provei.- disse o garoto ainda se movendo. - Não tira, não tira.- sussurrou minha mãe. Quero sentir seu pauzão, meu garanhão. - Como a senhora mandar, dona Olga.- respondeu o garoto se apertando mais contra o corpo nu da sua puta. Era de partir o coração ouvir as palavras que saíam da boca da minha mãe, a autora dos meus dias, que gozava sendo preenchida por aquele ferro imenso. Minha alma se despedaçava como antes meu coração partido. Os minutos passavam lentamente, com a senhora Julia como mera observadora das carícias deles sem parar de se satisfazer sozinha. Minutos incontáveis e quase eternos passavam, e eles, mesmo depois de gozarem juntos, continuavam se comendo de língua como dois possessos e o maldito garoto sem parar de mover os quadris suavemente em círculos para que o pau não perdesse o tamanho dentro da buceta da minha mãe, que ao sentir aquele ferro desmedido empurrando lá dentro, fechava os olhos de dor para diversão do preto de merda que adorava fazer minha mãe sofrer. Isso me machucava muito, ver nos olhos da minha mãe a satisfação de ter dentro dela algo tão grotesco que a preenchia por completo e a humilhava para o prazer dele. O esperma do preto tinha enchido até trompas de falópio, e meu medo de engravidar era o menor dos problemas, já que minha mãe as amarrou anos depois que eu nasci. Os lábios dela se mexiam, pronunciando palavras que eu não conseguia ouvir, mas que com certeza não seriam boas pra mim. Com novas reboladas de quadril, eles foram se movendo, pra cima e pra baixo, começando mais uma vez o coito. Minha mãe começou a soltar gemidos de agonia, diante da agressividade do seu dono, que fazia ouvidos moucos pra ela. De repente, ele se afastou, todo esticado, e olhou pra dona Júlia, que esperava ansiosa pela vez dela. A mãe do Fernando tirou os 3 dedos que já tinha enfiado dentro dela, totalmente molhados, preparando o caminho pro cacete do seu dono. O garoto puxou ela pelas pernas e se acomodou entre elas, deixando o ferro babado descansar na barriga da dona Júlia, que pegou ele pra continuar punhetando. Com a própria mão, ela guiou aquela pica deformada até a entrada da buceta dela, a senhora tava se cozinhando no próprio molho. A pussy dela chupou a ferramenta do preto com facilidade, que se deliciava brincando como um criança com os pelinhos pubianos loiros da sua parceira sexual. Depois, com os pés da mãe do Fernando servindo de fone nos ouvidos dele, ele se jogou bruscamente em cima dela, fazendo ela sentir a imensidão do seu ser. Coitado do meu amigo se visse a mãe dele como tava gozando, ia chorar que nem uma menininha. Igual com a minha mãe, o garoto ficou parado em cima dela, se beijando com desejo e paixão. Mais uma vez, ele fazia ela sentir que sem ele estariam vazias e incompletas, aos poucos ficavam viciadas no cacete descomunal do preto. Longos minutos depois, o moleque começava a entrar e sair da sua puta favorita, que soltava uma serenata de berros e gemidos descontrolados. A pica preta dele saía e entrava bem lubrificada das entranhas da dona Júlia, que sussurrava umas palavras no ouvido do amante. O quadril do preto se movia dando umas estocadas selvagens. Sabendo que o esforço dele seria recompensado com a submissão total das escravas dele. Disso eu também não tinha dúvidas, pra minha tristeza, ao lembrar que minha mãe também fazia parte do harém dele. Os dois se entregavam inteiros e vigorosos na foda, suando e respirando violentamente, gozando pra caralho e mostrando que eram muito bons em trepar, pra minha inveja de ver aquela senhora tão gostosa e desejável, que por mais que fosse mãe do meu amigo, eu não deixava de reconhecer a beleza dela, com aquele maldito preto. E enquanto isso, o garoto continuava batendo recordes de resistência, sinceramente eu não aguentaria tanto, mas ele parecia ter nascido pra isso, pra ser um garanhão, como elas chamavam. — Rápido, meu garanhão preto, rápido... me come mais rápido. — implorou a mãe do Fernando, louca de tesão. — Como ela gosta da minha putinha. — disse o preto, parando pra fazer círculos que provocavam uma mistura de dor e prazer na dona Julia. — Que delícia de buceta, que delícia. — gemeu a putinha, apertando os dentes enquanto os olhos verdes dela se reviravam de prazer. Depois de muitas e violentas estocadas, e um espasmo violento com gritos no meio, os dois ficaram tremendo, exaustos, mas satisfeitos com aquele orgasmo monumental. De novo, o maldito tinha derramado a porra dele dentro da matriz da mãe do Fernando, que pelo visto não ligava muito pro perigo de engravidar ou talvez se cuidava. O preto soltou as pernas da dona Julia, que ao se sentir livre, esticou elas completamente, mas sem se desgrudar da união, tentando que a buceta dela se moldasse cada vez mais ao apêndice grotesco do amante. — Senti toda sua porra espirrando dentro de mim. — gemeu ela, sorrindo e relaxada, se abraçando no garoto. Minha mãe se deitou do lado deles, que continuaram sem se soltar da foda, e ficou olhando pra eles, sorrindo. E assim como com minha mãe, o moleque repetia os movimentos, apertando as nádegas dele com força, talvez pra soltar até a última gota da porra dele. Gozei dentro dela. Algo me fazia pensar que a dona Julia agia daquele jeito porque queria apagar qualquer vestígio do marido, parecia que qualquer laço que a unisse a ele tinha que ser enterrado. Quem diria que uma mulher poderia agir daquele jeito, uma mãe exemplar e simples tinha virado uma loba selvagem. E lembrando, minha mãe não ficava muito atrás. Ao ver que eles dormiam cochichando, resolvi sair do meu esconderijo, andei com cuidado pelo corredor até chegar na porta de casa, pensando em tudo. Não tinha conseguido fazer nada, minha mãe tava desenfreada e distante, muito distante da família. Meu coração chorava em silêncio e só consegui sair de casa pra me refugiar na internet.
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