Meu filho e seu valentão

Olá, boa noite. Sou nova aqui e vim mais pra compartilhar a história do meu filho e do valentão dele, onde, claro, eu tive que me envolver. Antes de mais nada, vou me apresentar: me chamo Alejandra, tenho 35 anos e um filho de 15. Sem mais delongas, vou deixar minha história aqui.

Tudo começou numa segunda-feira de manhã. Acordei cedo pra levar meu filho pra escola e me arrumei, porque naquele dia os pais foram convocados pra ver o progresso dos filhos na escola. Então me vesti de um jeito não tão adequado — esqueci de mencionar que, pra idade que tenho, meu corpo é muito bem conservado e, como todo moleque gosta, bem voluptuoso. Bom, esclarecido isso, a roupa que usei naquele dia foi uma saia justa, junto com uma blusa e um casaquinho que deixava ver a forma dos meus peitos.

Na hora que cheguei na escola, notei imediatamente os olhares dos garotos. Por mais que parecesse que eu não percebia, eu via como todos ficavam encarando meu corpo e como minha bunda rebolava ao andar. Chegando na sala de aula do meu filho, notei de novo os olhares dos colegas dele e de alguns pais que estavam lá. Quando a reunião começou, sentei ao lado do meu filho, no canto da sala, onde estava um menino que, pelo que vi e entendi, os pais dele não tinham ido.

O menino, ao ver meu corpo, não hesitou em passar a mão na minha perna. Como estávamos no canto e meu filho estava distraído, ele aproveitou o momento pra me tocar. Eu não disse nada, porque há muito tempo não sentia uma sensação de excitação como aquela que aquele garoto estava me dando. Então, falei baixinho:

Eu: — Gostou do meu corpo?
Menino: — É lindo.
Eu: — Você é muito atrevido, me tocando na sua sala de aula, sabia?
Menino: — Sim, mas a verdade é que tô meio entediado. A senhora não?
Eu: — A verdade é que a reunião tá muito chata. *O menino pegou minha mão e colocou na virilha dele.*
Menino: — E não tá? Gostaria de passar um tempo gostoso *Começo a notar que algo fica maior e mais largo e começo a ficar excitada* Eu- Nossa, você é bem grande pra sua idade, não é, garoto? Garoto- Quer ver melhor? Eu- Hum, pra ser sincera, faz tempo que não sou tratada como mulher, e o que poderia acontecer, né? Garoto- Beleza, então espero a senhora lá fora, professora. Posso ir ao banheiro? Professora- Claro, filho, pode ir. Eu- Amor, recebi uma ligação do trabalho, vou sair da sala, mas não demoro, ok? Filho- Ok, mãe, vou esperar aqui. Na hora de sair, o garoto me levou pro banheiro masculino e me trancou num box, fechando a porta com cadeado pra ninguém nos ver. Lá, o garoto baixou as calças e eu fiquei chocada com o tamanho do pau dele, que pelo meu olho media uns 20 cm. O garoto pegou minha cara e disse "você já sabe o que tem que fazer". Eu, sem pensar, peguei o pau dele e comecei a chupar de um jeito muito excitante. Passaram uns minutos e ele disse "dá atenção pra minhas bolas". Eu, como a puta que tava, dominada pelo tamanho, desci e vi as bolas dele, que eu nem tinha reparado como eram grandes, então, sem pensar, comecei a chupá-las. Passaram mais uns minutos e eu continuava chupando, mas de repente ouvimos alguém entrar no banheiro, e a pessoa tava feliz por ter passado na matéria, então tava falando. Notei que era a voz do meu filho, então resolvi chupar mais devagar pra ele não nos ouvir, mas o garoto não teve a mesma ideia e chamou a atenção do meu filho.Meu filho e seu valentãoGaroto – É você, Andrés? (nome do meu filho)
Filho – Carlos, o que você tá fazendo no banheiro? Já tão falando as notas, mas, sendo sincero, acho que você não vai passar, hahaha.
Carlos – Fecha essa boca ou quer que eu saia do banheiro e te encha de porrada de novo?
Andrés – Não, não, desculpa, vou ficar quieto.

Naquele momento, percebi que estava chupando a rola do valentão do meu filho e, pra ser sincera, fiquei ainda mais excitada.
Carlos – *sussurrando* – Levanta a saia e tira a calcinha, e sobe na minha rola agora, se não quiser que eu abra a porta e seu filho nos veja.

Eu, pra não ser descoberta, fiz o que ele mandou: tirei a saia e a calcinha junto com o saquinho, fiquei só de camisa. Depois peguei a rola dele, que não cabia na minha mão, e comecei a enfiar na minha buceta devagar, porque era enorme. Mas, como o chão do banheiro tava molhado, escorreguei e a rola dele entrou de uma vez até o fundo, e eu não consegui segurar o gemido.

Eu – Ahhh...
Andrés – Tem alguém com você no banheiro, Carlos?
Carlos – Não, tô sozinho.
Andrés – Então o que foi que eu ouvi?
Carlos – Nada, foi lá de fora. *sussurrando* – Vou gozar.
Eu – *sussurrando* – Não deixa cair nada no chão, senão meu filho vai nos descobrir. Então goza dentro de mim.
Carlos – *sussurrando* – Com prazer. *segurou uma das minhas tetas e começou a gozar.*

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Sei que deixei vocês no meio, mas vou parar essa história por aqui e depois posto a outra parte. Espero que tenham gostado e que tenham gozado com isso. Sem mais, até logo e muitos beijos, amores.

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