Pra começar essa história, vou contar como é minha família: meu pai, Antônio, um executivo comercial; minha mãe, Fátima, trabalha numa empresa vendendo ou alugando apartamentos e casas; minha irmã, Ximena, tá na faculdade; e finalmente eu, Pablo, o protagonista dessa história louca que saiu do controle por umas casualidades da vida.
Tava indo pra casa do meu amigo Joe pra pedir um jogo emprestado pro meu videogame. Bate na porta, quem abre é a mãe dele, a sra. Miller. Ela é amiga da minha mãe e trabalham juntas na imobiliária, mas ela me disse que não tinha visita marcada. Me deu permissão pra ir no quarto do Joe e pegar o jogo.
Assim é a sra. Miller com imagem de IA.
Quando eu tava saindo, ela tava limpando uma estante curvada e dava pra ver uma bunda imensa numa lycra claramente bem velha, foi nesse momento que aconteceu o impensável. A malha de lycra que ela usava estourou e abriu por toda a rachadura daquela bunda, só consegui falar: — QUE BUNDÃO! — Eu vi claramente que ela não tava de calcinha, e ainda ouvi a campainha, era o Joe. Quando virei pra olhar a Sra. Miller, ela tava correndo pro quarto dela. Fui abrir a porta pro Joe, mas não falei nada sobre o incidente — Cara, manda um abraço pra sua mãe, que me emprestou um jogo seu, valeu — fui pra casa.
Já em casa, só conseguia pensar naquela bunda que o meu amigo Joe tinha na casa dele, naquele momento ele tava lá jogando. Quando minha mãe entrou pra me cumprimentar, dizendo que acabou de vender uma casa nova e pra comemorar queria contratar uma empregada pra ajudar a organizar a casa porque chega muito cansada, eu falei: — Acho fantástico. Ela me deu um abraço e saiu do quarto, mas ao sair eu virei pra ver como ela saía e foi como se eu visse de novo, porque ela tava usando uma saia que grudava na bunda dela e deixava um espaço onde as nádegas se juntam, era uma bunda igual ou maior que a da mãe do meu amigo. Fiquei pensando quanto tempo tinha passado e eu nunca tinha reparado naquela bunda que tenho em casa.
Mais tarde, à noite, recebi uma mensagem da Sra. Miller no WhatsApp.
Sra. Miller: Oi Pablo, como você tá?
Eu: Oi Sra. Miller, tô bem, obrigado.
Sra. Miller: Só passei pra pedir desculpas pelo que você viu hoje de manhã com o acidente da minha malha, seus olhos nunca tinham visto algo tão desagradável.
Eu: Pelo contrário, meus olhos ontem viram a luz, além disso, a senhora tem uma bunda muito gostosa, ninguém poderia negar isso.
Sra. Miller: Obrigada, eu sei que é mentira, meu marido diz que eu tenho uma bunda mole e murcha.
Eu: Posso te falar uma coisa, mas vai ser um segredo entre nós.
Sra. Miller: Claro, Pablo, me conta.
Eu: Quando eu vi aquelas nádegas se abrindo e deixando aquela bucetinha pendurada e se abrindo pra mim, só conseguia pensar em chupar aquela bucetinha, além disso, quando vi aquele aninho rosadinho, já pensava em como ia conseguir penetrar ele. Espero que isso não mude nossa amizade, mas é a verdade.
Sra. Miller: Pablo, não acredito no que você tá me dizendo, nem sei o que falar, nunca imaginei que você fosse me dizer isso, tenho que acordar cedo amanhã, tchau.
Eu: só falei a verdade.
Fui dormir pensando, aquilo que falei de repente ela pode mostrar pro Mario dela e pro meu amigo, foi aí que pensei: não devia ter feito isso, e acabei dormindo.
No outro dia de manhã, minha mãe me chama do primeiro andar pra apresentar a empregada que vai nos ajudar.
Quando desço, fico surpreso que a nova pessoa se parece muito com minha mãe, é loira, peitos tipo laranja, quadril largo e uma bunda grande.
— Uau, vocês duas são irmãs gêmeas — todo mundo riu,
Mãe: ela é a sra. Amanda
Amanda: prazer, jovem, eu também tenho um filho da sua idade
Eu: o prazer é meu, espero que você se adapte aqui, minha mãe pode ser um pouco rígida.
Assim os dias foram passando, enquanto eu ia pra faculdade e voltava pra casa, até que num fim de semana eu tava jogando no meu videogame e terminando o jogo que o Joe me emprestou, quando a Amanda entra limpando. Mas dias antes eu tinha visto ela meio triste, cabisbaixa, mas como não tinha intimidade, não falei nada.
Tava no quarto, ela entrou varrendo de costas pra mim, e naquela hora a bunda dela tampou a tela e mataram meu personagem. Fiquei furioso e falei — tira essa bunda gorda daí que me fez perder — ela pediu desculpas na hora e, quando tava saindo, vi que começou a chorar.
Na mesma hora saí, abracei ela e pedi perdão. Ela desabou no choro e eu falei que não é verdade, que ela tem um corpo bonito, e ela respondeu — tô com muitos problemas financeiros e meu marido diz que me descuidei, que tô gorda e que tenho uma bunda gorda e isso não excita ele — aí meti a mão naquela bunda na hora. Passei a mão nela, dei uns tapas naquelas bundas gostosas e meti minha mão no meio do rabo dela, descendo até a buceta dela, e comecei a esfregar aqueles lábios que já estavam começando a aparecer.
Ela na hora: — Não, por favor, não me toca assim, você é como um filho pra mim — aí eu sussurrei no ouvido dela: — Então te excita saber que seu filho tá te tocando, porque já tá com essa bucetinha escorrendo por cima dessa legging de academia, ou é que você não tá de calcinha?
Nessa hora, minha mãe chegou, ela me soltou e foi cumprimentar minha mãe no primeiro andar. Meu quarto fica no segundo.
Mais tarde, de noite, olhei meu celular e recebi uma mensagem da Dona Miller dizendo: é verdade o que você me disse…
Continua…
Tava indo pra casa do meu amigo Joe pra pedir um jogo emprestado pro meu videogame. Bate na porta, quem abre é a mãe dele, a sra. Miller. Ela é amiga da minha mãe e trabalham juntas na imobiliária, mas ela me disse que não tinha visita marcada. Me deu permissão pra ir no quarto do Joe e pegar o jogo.
Assim é a sra. Miller com imagem de IA.
Quando eu tava saindo, ela tava limpando uma estante curvada e dava pra ver uma bunda imensa numa lycra claramente bem velha, foi nesse momento que aconteceu o impensável. A malha de lycra que ela usava estourou e abriu por toda a rachadura daquela bunda, só consegui falar: — QUE BUNDÃO! — Eu vi claramente que ela não tava de calcinha, e ainda ouvi a campainha, era o Joe. Quando virei pra olhar a Sra. Miller, ela tava correndo pro quarto dela. Fui abrir a porta pro Joe, mas não falei nada sobre o incidente — Cara, manda um abraço pra sua mãe, que me emprestou um jogo seu, valeu — fui pra casa.Já em casa, só conseguia pensar naquela bunda que o meu amigo Joe tinha na casa dele, naquele momento ele tava lá jogando. Quando minha mãe entrou pra me cumprimentar, dizendo que acabou de vender uma casa nova e pra comemorar queria contratar uma empregada pra ajudar a organizar a casa porque chega muito cansada, eu falei: — Acho fantástico. Ela me deu um abraço e saiu do quarto, mas ao sair eu virei pra ver como ela saía e foi como se eu visse de novo, porque ela tava usando uma saia que grudava na bunda dela e deixava um espaço onde as nádegas se juntam, era uma bunda igual ou maior que a da mãe do meu amigo. Fiquei pensando quanto tempo tinha passado e eu nunca tinha reparado naquela bunda que tenho em casa.
Mais tarde, à noite, recebi uma mensagem da Sra. Miller no WhatsApp.
Sra. Miller: Oi Pablo, como você tá?
Eu: Oi Sra. Miller, tô bem, obrigado.
Sra. Miller: Só passei pra pedir desculpas pelo que você viu hoje de manhã com o acidente da minha malha, seus olhos nunca tinham visto algo tão desagradável.
Eu: Pelo contrário, meus olhos ontem viram a luz, além disso, a senhora tem uma bunda muito gostosa, ninguém poderia negar isso.
Sra. Miller: Obrigada, eu sei que é mentira, meu marido diz que eu tenho uma bunda mole e murcha.
Eu: Posso te falar uma coisa, mas vai ser um segredo entre nós.
Sra. Miller: Claro, Pablo, me conta.
Eu: Quando eu vi aquelas nádegas se abrindo e deixando aquela bucetinha pendurada e se abrindo pra mim, só conseguia pensar em chupar aquela bucetinha, além disso, quando vi aquele aninho rosadinho, já pensava em como ia conseguir penetrar ele. Espero que isso não mude nossa amizade, mas é a verdade.
Sra. Miller: Pablo, não acredito no que você tá me dizendo, nem sei o que falar, nunca imaginei que você fosse me dizer isso, tenho que acordar cedo amanhã, tchau.
Eu: só falei a verdade.
Fui dormir pensando, aquilo que falei de repente ela pode mostrar pro Mario dela e pro meu amigo, foi aí que pensei: não devia ter feito isso, e acabei dormindo.
No outro dia de manhã, minha mãe me chama do primeiro andar pra apresentar a empregada que vai nos ajudar.
Quando desço, fico surpreso que a nova pessoa se parece muito com minha mãe, é loira, peitos tipo laranja, quadril largo e uma bunda grande.
— Uau, vocês duas são irmãs gêmeas — todo mundo riu,
Mãe: ela é a sra. Amanda
Amanda: prazer, jovem, eu também tenho um filho da sua idade
Eu: o prazer é meu, espero que você se adapte aqui, minha mãe pode ser um pouco rígida.
Assim os dias foram passando, enquanto eu ia pra faculdade e voltava pra casa, até que num fim de semana eu tava jogando no meu videogame e terminando o jogo que o Joe me emprestou, quando a Amanda entra limpando. Mas dias antes eu tinha visto ela meio triste, cabisbaixa, mas como não tinha intimidade, não falei nada.
Tava no quarto, ela entrou varrendo de costas pra mim, e naquela hora a bunda dela tampou a tela e mataram meu personagem. Fiquei furioso e falei — tira essa bunda gorda daí que me fez perder — ela pediu desculpas na hora e, quando tava saindo, vi que começou a chorar.
Na mesma hora saí, abracei ela e pedi perdão. Ela desabou no choro e eu falei que não é verdade, que ela tem um corpo bonito, e ela respondeu — tô com muitos problemas financeiros e meu marido diz que me descuidei, que tô gorda e que tenho uma bunda gorda e isso não excita ele — aí meti a mão naquela bunda na hora. Passei a mão nela, dei uns tapas naquelas bundas gostosas e meti minha mão no meio do rabo dela, descendo até a buceta dela, e comecei a esfregar aqueles lábios que já estavam começando a aparecer.
Ela na hora: — Não, por favor, não me toca assim, você é como um filho pra mim — aí eu sussurrei no ouvido dela: — Então te excita saber que seu filho tá te tocando, porque já tá com essa bucetinha escorrendo por cima dessa legging de academia, ou é que você não tá de calcinha?
Nessa hora, minha mãe chegou, ela me soltou e foi cumprimentar minha mãe no primeiro andar. Meu quarto fica no segundo.
Mais tarde, de noite, olhei meu celular e recebi uma mensagem da Dona Miller dizendo: é verdade o que você me disse…
Continua…
2 comentários - Madres Rabudas 1