Não sei como diabos dirigi nem como cheguei, aliás, não lembro nada da viagem nem como consegui ver o Waze e a estrada tão chapado, mas aí está a façanha. Mandei um WhatsApp pra ela e ela disse pra eu entrar, esperar na sala pra gente ir, que tava se arrumando e atendendo uma ligação, e logo depois manda isso...
Eu tava bem tarada, acariciando a besta que ia ter festa naquela noite, quando ouvi um "boa noite". Era a irmã da Fanny e o marido dela. A irmã se apresentou, Karla, já que o marido não dava uma dentro e tava bem dormindo. Aí fiquei sem graça por estar me acariciando. Sinceramente, a irmã era muito gente boa, nada mal. Ouvi um grito, era minha tia Fanny dizendo que ia demorar um pouco. Falei que sem problema. Karla me perguntou se eu era o sobrinho da Fanny e eu disse que sim. Ela, meio safada, quarentona, começamos a falar de qualquer besteira. Ela me ofereceu algo pra beber e como tava com vontade de uma Cuba Libre, ela se levantou já meio bêbada, com a saia quase no meio da bunda. Tava uma delícia.
Não sei se tu percebeu, mas que gostosa que ela tava e eu todo ligado, e a Fanny só se ouvia que continuava na chamada. A gente seguiu conversando e eu via ela muito safada, e direta, sem papo furado, ela me perguntou se eu queria comer a irmã dela? Eu todo envergonhado falei "como assim?", e aí ela me perguntou se eu não gostava de coroas casadas? enquanto esfregava o pé nas minhas bolas e eu podia ver que ela não tava de calcinha, que buceta infiel mais apetitosa...
Ela me disse que tinha a fantasia de ser a puta de algum sobrinho. Sem pensar duas vezes, tirei a rola e meti nela. Ela estava tão molhada que foi fácil. Não podia acreditar que eu estava comendo a irmã da minha tia do lado do marido dela, mas ela me parou de repente e disse pra eu acompanhá-la, que não tínhamos muito tempo. Então ela me levou pra um quarto no fundo da casa. Entramos, ela trancou a porta e começou a chupar minha rola toda. Ela chupava minhas bolas como se não houvesse amanhã. Me disse que o marido dela era muito bebum, trabalhava como caminhoneiro e que ela vivia com o tesão acumulado, que precisava urgentemente ser a puta de alguém que topasse tudo. Aí eu montei ela na cama, coloquei de quatro, abri as pernas dela, cuspi no cuzinho dela e meti a rola inteira até o fundo. Ela gritou. A música da sala me salvou de ser descoberto pela Fanny. Isso me deixou ainda mais excitado e comecei a meter forte e gostoso, como uma puta, enquanto ela me dizia que na outra rua tinha uma papelaria e que quando eu quisesse, podia ir lá comer ela de manhã, quando os filhos não estivessem. Puxei o cabelo dela e ela gritou que gostava daquilo. Entre gemidos, ela me pediu pra bater...
Dei umas palmadas nela que até minhas mãos doeram. Por um momento, pensei que era minha amiga que tinha me esquentado na festa ao ver aquele par de bundas brancas, e fiquei ainda mais excitado. Comecei a meter mais forte, e ela dizia: "Assim, ai, me dói, que gostoso, mais, mais! Ai, ai!..." Até que ela falou que já tinha gozado, aí eu disse que não, coloquei ela de barriga pra cima na cama e chupei a buceta dela toda quente, cheia de mel, pra depois enfiar e terminar. Saí correndo pra sala com a calça ainda sem abotoar, com tanto exercício a bebedeira tinha passado, então corri pra Fanny não me descobrir, e no meio da música ouvia uns saltos descendo as escadas...
Eu tava bem tarada, acariciando a besta que ia ter festa naquela noite, quando ouvi um "boa noite". Era a irmã da Fanny e o marido dela. A irmã se apresentou, Karla, já que o marido não dava uma dentro e tava bem dormindo. Aí fiquei sem graça por estar me acariciando. Sinceramente, a irmã era muito gente boa, nada mal. Ouvi um grito, era minha tia Fanny dizendo que ia demorar um pouco. Falei que sem problema. Karla me perguntou se eu era o sobrinho da Fanny e eu disse que sim. Ela, meio safada, quarentona, começamos a falar de qualquer besteira. Ela me ofereceu algo pra beber e como tava com vontade de uma Cuba Libre, ela se levantou já meio bêbada, com a saia quase no meio da bunda. Tava uma delícia.
Não sei se tu percebeu, mas que gostosa que ela tava e eu todo ligado, e a Fanny só se ouvia que continuava na chamada. A gente seguiu conversando e eu via ela muito safada, e direta, sem papo furado, ela me perguntou se eu queria comer a irmã dela? Eu todo envergonhado falei "como assim?", e aí ela me perguntou se eu não gostava de coroas casadas? enquanto esfregava o pé nas minhas bolas e eu podia ver que ela não tava de calcinha, que buceta infiel mais apetitosa...
Ela me disse que tinha a fantasia de ser a puta de algum sobrinho. Sem pensar duas vezes, tirei a rola e meti nela. Ela estava tão molhada que foi fácil. Não podia acreditar que eu estava comendo a irmã da minha tia do lado do marido dela, mas ela me parou de repente e disse pra eu acompanhá-la, que não tínhamos muito tempo. Então ela me levou pra um quarto no fundo da casa. Entramos, ela trancou a porta e começou a chupar minha rola toda. Ela chupava minhas bolas como se não houvesse amanhã. Me disse que o marido dela era muito bebum, trabalhava como caminhoneiro e que ela vivia com o tesão acumulado, que precisava urgentemente ser a puta de alguém que topasse tudo. Aí eu montei ela na cama, coloquei de quatro, abri as pernas dela, cuspi no cuzinho dela e meti a rola inteira até o fundo. Ela gritou. A música da sala me salvou de ser descoberto pela Fanny. Isso me deixou ainda mais excitado e comecei a meter forte e gostoso, como uma puta, enquanto ela me dizia que na outra rua tinha uma papelaria e que quando eu quisesse, podia ir lá comer ela de manhã, quando os filhos não estivessem. Puxei o cabelo dela e ela gritou que gostava daquilo. Entre gemidos, ela me pediu pra bater...
Dei umas palmadas nela que até minhas mãos doeram. Por um momento, pensei que era minha amiga que tinha me esquentado na festa ao ver aquele par de bundas brancas, e fiquei ainda mais excitado. Comecei a meter mais forte, e ela dizia: "Assim, ai, me dói, que gostoso, mais, mais! Ai, ai!..." Até que ela falou que já tinha gozado, aí eu disse que não, coloquei ela de barriga pra cima na cama e chupei a buceta dela toda quente, cheia de mel, pra depois enfiar e terminar. Saí correndo pra sala com a calça ainda sem abotoar, com tanto exercício a bebedeira tinha passado, então corri pra Fanny não me descobrir, e no meio da música ouvia uns saltos descendo as escadas...
2 comentários - Tia Fanny III