Espero que este relato deixe vocês tão tesudos quanto eu fiquei escrevendo.
desde já, MUITO OBRIGADO
PELOS PONTOS, PELOS COMENTÁRIOS
E O ALIENTO
Tomei um banho e fui pra oficina, não acreditava na puta que minha mulher era, mas ela tava certa. Todo mundo me cumprimentou quando entrei, recebi tudo: indenização, aviso prévio e essas paradas. Saí com o cheque na mão, ainda dava tempo de ir descontar. Todos se despediram com um abraço e prometeram manter contato, me dar uma mão se precisasse, mas no fundo sabia que o que eles mais queriam era comer minha mulher de novo. Fui no caixa eletrônico, depositei o cheque, saquei uma grana e fui pra um bar. Fiquei pensando no que meu velho devia estar fazendo com a Gaby, com certeza já ia no segundo round com ela. Parecia que eu tava vendo: meu velho arrombando o cu da minha mulher. Mesmo que ela negasse, eu ficava como um perdedor, e não acreditava que aquilo me excitava e fazia minha pica endurecer até explodir. Terminei a cerveja e fui pra casa. Como imaginei, a Gaby não tinha chegado. A parada era ver se meu velho conseguia me readmitir. Isso seria foda, porque eu voltaria a trabalhar e ficaria com toda a grana, que era oito quinzenas. Com isso e um pouco que economizasse, dava pra comprar um carro, mesmo que usado, não importava. Mas pensei melhor: o que a Gaby conseguisse de cada trepada dos meus colegas seria pro carro. Pelo menos assim a puta da minha esposa contribuiria em casa usando a buceta dela. Voltei a pensar como ela devia estar fodendo e, principalmente, como os pedreiros tinham comido ela. Fiquei tão excitado que tive que bater uma punheta imaginando as picas na boca dela e na bunda dela de quatro, como a louca se contorcia com cada pica que levava. Pensei: que lindo seria ver ela dando pra outro, a puta. Já não ligava mais pra chifre, já tinha há muito tempo. Ouvi um carro estacionar e soube que era meu velho trazendo ela pra casa. Abri uma cerveja e esperei sentado na mesa ela entrar. Imaginei ela entrando toda bagunçada e cheia de porra por todo lado, resultado da grande foda que minha puta tinha levado. queria tanto aquilo que já tava com a pica dura de novo, mas não foi assim, ela entrou sorrindo e esplêndida com meu velho atrás dela
Gaby, oi amor, já voltou da oficina? E aí, como foi?
Cara, parece que foi muito bem pra você, cobrou tudo, né?
Sim, véio, cobri tudo e depositei.
A Gaby trouxe dois copos, serviu ela mesma e serviu pro meu velho, parecia que a putinha tava inteira, como se não tivesse dado.
Gaby, meu anjo, contei tudo pro seu pai, mas ele disse pra a gente não se preocupar.
Velho, claro, Óscar. Não sei por que você não me falou nada, mas tudo bem, já foi. Não vou deixar meu filho ficar sem trampo se eu posso ajudar. Hoje à noite falo com o Nestor e te garanto que amanhã ele te liga pra você começar de novo, mas não mais como peão, e sim como encarregado. O que tá agora é um retardado, e você, eu sei que é muito melhor. Você vai tirar mais e melhor produção. Só que tem que mudar: nada de "sim, senhor", as coisas têm que ser do seu jeito, e o Nestor que cuide da vida dele. Quero te ver bem e feliz.
Não contou nada pra velha, né? Tu sabe como ela fica.
Cara, claro que falei pra ela, e quando falei o que ia fazer, ela ficou toda animada, não é verdade, Gaby?
Gaby, ah, se amor, você não sabe como ela tá feliz. Esse fim de semana ela convidou a gente pra ir na casa dela, faz tempo que não vamos. Seu véio prometeu fazer o churrasco.
Cara, a verdade é que com a mamãe as coisas mudaram muito e isso eu devo a você e à Gaby. Me diz aí, o que você acha de fazer uma garagem na frente? Porque já tá na hora de vocês terem um carro, não é verdade?
Pois é, véi, justamente nisso que eu tava pensando essa tarde, mas uma garagem sai uma grana braba, ou é uma coisa ou é outra.
Velho, bom, você escolhe. Faz a garagem que com a grana que você recebeu dá, e eu foda-se o carro, ou fazemos ao contrário.
Você tá louco? Como vai me dar um carro? Nem fodendo.
Gaby, e por que não? Se ele quer te dar, por que você recusa?
Porque é meter ele em muita despesa.
Velho, nem tanto. Além disso, sabe o quão feliz a mamãe ficaria? Mas isso sim, depois do churrasco a gente fala com ela, nós dois. Bom, tchau, já vou, tô meio cansado e tenho que falar com o idiota do Nestor. Não me decepciona, no fim de semana espero vocês.
Nós acompanhamos ele até a porta e, quando ele foi embora...
Mas que porra foi essa? Nunca vi meu pai assim.
Gaby, te fale que tinha mudado e você não acreditou em mim, meu amorzinho.
Flor de foda você também deve ter dado, né? Vem cá e me conta tudo.
Gaby não ama nada, me deixou na vontade, sua mãe tava em casa e a gente começou a bater papo, trocamos ideia sobre tudo, ela ligou pro Nestor e disse que hoje à noite eles resolviam direitinho. O negócio é que enquanto ele falava no telefone, sua mãe não parou de falar comigo, viramos super parceironas.
Sério que não transaram? Não consigo acreditar.
Gaby, amor, mas o que que é isso, você queria que eu comesse o seu velho?
A verdade é que sim, queria te arrebentar de pica, de verdade
Gaby, meu corno divinoooo, eu também queria, não sabe como eu adoro a pica dele, sinto cada centímetro quando ele mete, juro que me enlouquece, mas aí sua velha apareceu, não sabe o tesão que eu tô
Bom, então vamos pro quarto.
Gaby sim, meu bem, mesmo que nunca seja a mesma coisa com você, pra mim a sua já é pequena, amor. Eu preciso de uma rola maior, bebê, tipo a do seu pai ou a dos seus colegas, não fica brava.
Vamos, bora que eu preciso gozar, tô explodindo aqui.
Gaby, com certeza você se excitou imaginando como eu comia o seu velho.
Claro que fiquei com tesão.
Gaby, e tu não ia querer ver, amor? Ver como eu como teu velho, meu céu?
Adoraria ver você foder outra puta, mas não sei como fazer.
Gaby, eu te amo, sim. Eu sei como fazer de mami um corno manso e, além disso, você vai me ajudar a chupar a rola também.
Fomos pra cama e transamos muito forte, fiz a puta gozar pra caralho, cada metida que eu dava nela lembrava como o meu pai, meus colegas ou os pedreiros comiam ela, e ela me dizia como gozava com essas pirocas e que adorava que eu fosse tão corno. Ela passou a mão no meu cu, mas não falei nada e não parou até enfiar um dos dedinhos dela até o fundo.
Gaby, você gosta, cornozinhooo, gosta como a mamãe enfia o dedo no seu cuzinho, amorzinho.
Tira esse dedo daí, sua puta de merda.
Não me deu bola e começou a meter e tirar no ritmo das minhas sentadas. Gozei igual um bicho e continuei comendo ela enquanto ela já enfiava dois dedos em mim. Quis me soltar, mas logo senti que tava gostando demais daquele jogo. Não parei de comer ela por um bom tempo e no fim gozamos os dois que nem cavalo. Tomamos um banho, comemos e dormimos abraçados. No outro dia de manhã, tomamos café juntos.
Gaby, meu amor, vou me trocar e ir na casa do seu pai pra ver quais são as novidades.
Perfeito, amor, vai nessa que se tiver novidade boa, vou ter que ir na oficina amanhã com certeza.
Gaby se trocou, colocou um vestidinho decotado e curtinho. Percebi na hora que não tava de sutiã, e já imaginei ela sem calcinha fio dental. Ela me cumprimentou e foi embora, e o alerta acendeu na mesma hora. Com certeza minha mãe não ia estar em casa, e essa putinha já tava preparada pra receber a pica do meu pai. Não entendia como ela tava com tanta vontade de transar, já que tinha comido ela há poucas horas. Tava claro que ela era uma puta de marca maior. De novo comecei a imaginar como meu pai ia comer ela. Fui comprar umas coisas, queria espairecer. Cheguei em casa...
Com a sensação de que todo mundo tava me olhando como se tivessem descoberto que eu era o maior corno do bairro, fui cozinhar. Queria fazer alguma coisa pra não pensar, mas não tava adiantando nada. Ficava me perguntando por que a Gaby tinha metido os dedos no meu cu. Foi estranho, mas tinha que admitir que me deixou com muito tesão. Terminei de fazer a comida, tomei um banho e deitei um pouco. Não sei se foi por cansaço ou pra acalmar a ansiedade, mas capotei de vez, esperando minha putinha voltar. Quando acordei, ela ainda não tinha chegado. Será que meu velho tá comendo ela gostoso dessa vez? Comi alguma coisa e servi um vinho. De novo, fiquei esperando ela chegar, na merda. Aquilo me dava tanto tesão que eu não parava de ficar de pau duro. Já tava no segundo copo quando a Gaby entrou em casa, com toda cara de quem tinha transado. Cabelo bagunçado, vestido todo desajeitado, a carinha dela dizia tudo. Cheguei perto e dei um beijo nela. Tinha um gosto estranho na boca. Quando minha língua entrou, ela segurou minha nuca e não deixou eu parar de beijar. O cheiro de sexo era inconfundível.
Gaby, você gostou de mim, amorzinho?
Adorei seu beijo, sua putinha.
Gaby foi um beijo com gosto de porra da sua buceta, céu, vai se acostumando porque esses beijos você vai ter sempre, meu corno.
Então hoje ele te comeu mesmo
Gaby, já que você tanto queria, minha vida, quer que eu conte tudo?
Você já sabe o que acontece se me contar isso.
Gaby é minha corna, vai rolar uma punheta gostosa porque não posso mais transar.
Bom, solta logo essa história, sua puta.
Gaby é muito puta, do jeito que te excita. Cheguei e, como imaginei, ele estava sozinho. Assim que me viu, perguntou se eu tinha ido transar. Falei que você me mandou pra isso. Ele não acreditou, então contei que você fica louco de tesão quando ele me come e me arrebenta, que eu conto tudo pra você e você fica doidão, e que são as melhores gozadas que ele me dá — mas não tão boas quanto as suas. Aí ele me levou pro quarto, eu mesma tirei a roupa dele e chupei a pica linda que ele tem como uma verdadeira profissional. Quando ele estava quase gozando, subi na cama e fiquei de quatro. Você não faz ideia da vontade que eu tava de sentir a pica dele dominando minha buceta.
Velho, que desesperada você tá pela minha pica, vadia. Quer ela dentro agora?
Ela me dizia enquanto esfregava o pau dela na minha buceta.
Gaby, sim papai, sim, enfia em mim, me faz felizzzz, me arrebenta toda que o corno fique com vontade de me comer dessa vez, você é um macho de verdadeee
Você não tem ideia de como ele enfiou em mim, me fez ver estrelas e olha que eu já tava toda molhada, ele me comeu com muita força, como se tivesse puto da vida e não parava de me chamar de puta, vagabunda, até me encher a pussy de porra, e nisso eu já tinha gozado duas vezes. Ele tirou e enfiou na minha boca, limpei ela toda, foi difícil porque ele tava me comendo e depois me deitou de barriga pra cima, abriu minhas pernas e chupou meu cu, isso foi maravilhoso, ele enfiava a língua no meu buraquinho e me deixava louca de vez. Ele disse que ia arrebentar meu cu e eu implorei pra ele fazer isso, levantou minhas pernas e colocou no ombro dele, meteu com força e não parou até enfiar tudo no meu cu, acho que quase desmaiei de tanta dor que senti. Enquanto arrebentava meu cu, ele brincava com meus peitos, gozei mais duas vezes, raramente gozei tanto na minha vida, era uma tortura deliciosa, não queria que acabasse nunca. Ele me dominou e fez o que quis comigo até finalmente gozar, verdade que apesar da dor, eu não queria que acabasse ainda, ele enfiou até o fundo e gozou apertando meus peitos, sentir os jatos de porra quente dentro do meu cu foi a melhor coisa que me aconteceu. Ele tirou e colocou a mão entre minhas nádegas, juntou muita porra que tava saindo e mandou eu abrir a boca, engoli tudo. Ele me levou pro banheiro, sozinha eu não conseguia, tomamos um banho juntos e ele se vestiu enquanto secava meu cabelo. Saí do banheiro, vesti o vestido e tomamos um pouco de vinho, aí ele me contou que amanhã você tem que ir pro depósito, tudo saiu como ele planejou, os pedreiros vêm na segunda, então vou ter que ir no depósito de materiais comprar o que precisa pra começar a garagem. Ai, amor, olha como você tá, vem, vem, vamos pro quarto, deixa eu tirar toda essa porra de você, céu, você não aguenta mais.
A Gaby me deixou pelada e me deitou de barriga pra cima. Ela chupou minha rola e mandou eu chupar a buceta dela. Assim que coloquei a boca nela, percebi que não tinha tomado banho — ainda tinha gosto de porra do meu velho. Mas o tesão era tanto que não liguei. Ela tava me dando um boquete foda e, enquanto fazia isso, voltou a brincar com os dedos no meu cu. Na hora, gozei igual uma besta, mas ela não parou de chupar minha rola e lamber ela. Já nem sentia mais os dedos dela no meu rabo. De tanto tesão, acho que ela já tinha enfiado a mão inteira.
desde já, MUITO OBRIGADO
PELOS PONTOS, PELOS COMENTÁRIOS
E O ALIENTO
Tomei um banho e fui pra oficina, não acreditava na puta que minha mulher era, mas ela tava certa. Todo mundo me cumprimentou quando entrei, recebi tudo: indenização, aviso prévio e essas paradas. Saí com o cheque na mão, ainda dava tempo de ir descontar. Todos se despediram com um abraço e prometeram manter contato, me dar uma mão se precisasse, mas no fundo sabia que o que eles mais queriam era comer minha mulher de novo. Fui no caixa eletrônico, depositei o cheque, saquei uma grana e fui pra um bar. Fiquei pensando no que meu velho devia estar fazendo com a Gaby, com certeza já ia no segundo round com ela. Parecia que eu tava vendo: meu velho arrombando o cu da minha mulher. Mesmo que ela negasse, eu ficava como um perdedor, e não acreditava que aquilo me excitava e fazia minha pica endurecer até explodir. Terminei a cerveja e fui pra casa. Como imaginei, a Gaby não tinha chegado. A parada era ver se meu velho conseguia me readmitir. Isso seria foda, porque eu voltaria a trabalhar e ficaria com toda a grana, que era oito quinzenas. Com isso e um pouco que economizasse, dava pra comprar um carro, mesmo que usado, não importava. Mas pensei melhor: o que a Gaby conseguisse de cada trepada dos meus colegas seria pro carro. Pelo menos assim a puta da minha esposa contribuiria em casa usando a buceta dela. Voltei a pensar como ela devia estar fodendo e, principalmente, como os pedreiros tinham comido ela. Fiquei tão excitado que tive que bater uma punheta imaginando as picas na boca dela e na bunda dela de quatro, como a louca se contorcia com cada pica que levava. Pensei: que lindo seria ver ela dando pra outro, a puta. Já não ligava mais pra chifre, já tinha há muito tempo. Ouvi um carro estacionar e soube que era meu velho trazendo ela pra casa. Abri uma cerveja e esperei sentado na mesa ela entrar. Imaginei ela entrando toda bagunçada e cheia de porra por todo lado, resultado da grande foda que minha puta tinha levado. queria tanto aquilo que já tava com a pica dura de novo, mas não foi assim, ela entrou sorrindo e esplêndida com meu velho atrás dela
Gaby, oi amor, já voltou da oficina? E aí, como foi?
Cara, parece que foi muito bem pra você, cobrou tudo, né?
Sim, véio, cobri tudo e depositei.
A Gaby trouxe dois copos, serviu ela mesma e serviu pro meu velho, parecia que a putinha tava inteira, como se não tivesse dado.
Gaby, meu anjo, contei tudo pro seu pai, mas ele disse pra a gente não se preocupar.
Velho, claro, Óscar. Não sei por que você não me falou nada, mas tudo bem, já foi. Não vou deixar meu filho ficar sem trampo se eu posso ajudar. Hoje à noite falo com o Nestor e te garanto que amanhã ele te liga pra você começar de novo, mas não mais como peão, e sim como encarregado. O que tá agora é um retardado, e você, eu sei que é muito melhor. Você vai tirar mais e melhor produção. Só que tem que mudar: nada de "sim, senhor", as coisas têm que ser do seu jeito, e o Nestor que cuide da vida dele. Quero te ver bem e feliz.
Não contou nada pra velha, né? Tu sabe como ela fica.
Cara, claro que falei pra ela, e quando falei o que ia fazer, ela ficou toda animada, não é verdade, Gaby?
Gaby, ah, se amor, você não sabe como ela tá feliz. Esse fim de semana ela convidou a gente pra ir na casa dela, faz tempo que não vamos. Seu véio prometeu fazer o churrasco.
Cara, a verdade é que com a mamãe as coisas mudaram muito e isso eu devo a você e à Gaby. Me diz aí, o que você acha de fazer uma garagem na frente? Porque já tá na hora de vocês terem um carro, não é verdade?
Pois é, véi, justamente nisso que eu tava pensando essa tarde, mas uma garagem sai uma grana braba, ou é uma coisa ou é outra.
Velho, bom, você escolhe. Faz a garagem que com a grana que você recebeu dá, e eu foda-se o carro, ou fazemos ao contrário.
Você tá louco? Como vai me dar um carro? Nem fodendo.
Gaby, e por que não? Se ele quer te dar, por que você recusa?
Porque é meter ele em muita despesa.
Velho, nem tanto. Além disso, sabe o quão feliz a mamãe ficaria? Mas isso sim, depois do churrasco a gente fala com ela, nós dois. Bom, tchau, já vou, tô meio cansado e tenho que falar com o idiota do Nestor. Não me decepciona, no fim de semana espero vocês.
Nós acompanhamos ele até a porta e, quando ele foi embora...
Mas que porra foi essa? Nunca vi meu pai assim.
Gaby, te fale que tinha mudado e você não acreditou em mim, meu amorzinho.
Flor de foda você também deve ter dado, né? Vem cá e me conta tudo.
Gaby não ama nada, me deixou na vontade, sua mãe tava em casa e a gente começou a bater papo, trocamos ideia sobre tudo, ela ligou pro Nestor e disse que hoje à noite eles resolviam direitinho. O negócio é que enquanto ele falava no telefone, sua mãe não parou de falar comigo, viramos super parceironas.
Sério que não transaram? Não consigo acreditar.
Gaby, amor, mas o que que é isso, você queria que eu comesse o seu velho?
A verdade é que sim, queria te arrebentar de pica, de verdade
Gaby, meu corno divinoooo, eu também queria, não sabe como eu adoro a pica dele, sinto cada centímetro quando ele mete, juro que me enlouquece, mas aí sua velha apareceu, não sabe o tesão que eu tô
Bom, então vamos pro quarto.
Gaby sim, meu bem, mesmo que nunca seja a mesma coisa com você, pra mim a sua já é pequena, amor. Eu preciso de uma rola maior, bebê, tipo a do seu pai ou a dos seus colegas, não fica brava.
Vamos, bora que eu preciso gozar, tô explodindo aqui.
Gaby, com certeza você se excitou imaginando como eu comia o seu velho.
Claro que fiquei com tesão.
Gaby, e tu não ia querer ver, amor? Ver como eu como teu velho, meu céu?
Adoraria ver você foder outra puta, mas não sei como fazer.
Gaby, eu te amo, sim. Eu sei como fazer de mami um corno manso e, além disso, você vai me ajudar a chupar a rola também.
Fomos pra cama e transamos muito forte, fiz a puta gozar pra caralho, cada metida que eu dava nela lembrava como o meu pai, meus colegas ou os pedreiros comiam ela, e ela me dizia como gozava com essas pirocas e que adorava que eu fosse tão corno. Ela passou a mão no meu cu, mas não falei nada e não parou até enfiar um dos dedinhos dela até o fundo.
Gaby, você gosta, cornozinhooo, gosta como a mamãe enfia o dedo no seu cuzinho, amorzinho.
Tira esse dedo daí, sua puta de merda.
Não me deu bola e começou a meter e tirar no ritmo das minhas sentadas. Gozei igual um bicho e continuei comendo ela enquanto ela já enfiava dois dedos em mim. Quis me soltar, mas logo senti que tava gostando demais daquele jogo. Não parei de comer ela por um bom tempo e no fim gozamos os dois que nem cavalo. Tomamos um banho, comemos e dormimos abraçados. No outro dia de manhã, tomamos café juntos.
Gaby, meu amor, vou me trocar e ir na casa do seu pai pra ver quais são as novidades.
Perfeito, amor, vai nessa que se tiver novidade boa, vou ter que ir na oficina amanhã com certeza.
Gaby se trocou, colocou um vestidinho decotado e curtinho. Percebi na hora que não tava de sutiã, e já imaginei ela sem calcinha fio dental. Ela me cumprimentou e foi embora, e o alerta acendeu na mesma hora. Com certeza minha mãe não ia estar em casa, e essa putinha já tava preparada pra receber a pica do meu pai. Não entendia como ela tava com tanta vontade de transar, já que tinha comido ela há poucas horas. Tava claro que ela era uma puta de marca maior. De novo comecei a imaginar como meu pai ia comer ela. Fui comprar umas coisas, queria espairecer. Cheguei em casa...
Com a sensação de que todo mundo tava me olhando como se tivessem descoberto que eu era o maior corno do bairro, fui cozinhar. Queria fazer alguma coisa pra não pensar, mas não tava adiantando nada. Ficava me perguntando por que a Gaby tinha metido os dedos no meu cu. Foi estranho, mas tinha que admitir que me deixou com muito tesão. Terminei de fazer a comida, tomei um banho e deitei um pouco. Não sei se foi por cansaço ou pra acalmar a ansiedade, mas capotei de vez, esperando minha putinha voltar. Quando acordei, ela ainda não tinha chegado. Será que meu velho tá comendo ela gostoso dessa vez? Comi alguma coisa e servi um vinho. De novo, fiquei esperando ela chegar, na merda. Aquilo me dava tanto tesão que eu não parava de ficar de pau duro. Já tava no segundo copo quando a Gaby entrou em casa, com toda cara de quem tinha transado. Cabelo bagunçado, vestido todo desajeitado, a carinha dela dizia tudo. Cheguei perto e dei um beijo nela. Tinha um gosto estranho na boca. Quando minha língua entrou, ela segurou minha nuca e não deixou eu parar de beijar. O cheiro de sexo era inconfundível.
Gaby, você gostou de mim, amorzinho?
Adorei seu beijo, sua putinha.
Gaby foi um beijo com gosto de porra da sua buceta, céu, vai se acostumando porque esses beijos você vai ter sempre, meu corno.
Então hoje ele te comeu mesmo
Gaby, já que você tanto queria, minha vida, quer que eu conte tudo?
Você já sabe o que acontece se me contar isso.
Gaby é minha corna, vai rolar uma punheta gostosa porque não posso mais transar.
Bom, solta logo essa história, sua puta.
Gaby é muito puta, do jeito que te excita. Cheguei e, como imaginei, ele estava sozinho. Assim que me viu, perguntou se eu tinha ido transar. Falei que você me mandou pra isso. Ele não acreditou, então contei que você fica louco de tesão quando ele me come e me arrebenta, que eu conto tudo pra você e você fica doidão, e que são as melhores gozadas que ele me dá — mas não tão boas quanto as suas. Aí ele me levou pro quarto, eu mesma tirei a roupa dele e chupei a pica linda que ele tem como uma verdadeira profissional. Quando ele estava quase gozando, subi na cama e fiquei de quatro. Você não faz ideia da vontade que eu tava de sentir a pica dele dominando minha buceta.
Velho, que desesperada você tá pela minha pica, vadia. Quer ela dentro agora?
Ela me dizia enquanto esfregava o pau dela na minha buceta.
Gaby, sim papai, sim, enfia em mim, me faz felizzzz, me arrebenta toda que o corno fique com vontade de me comer dessa vez, você é um macho de verdadeee
Você não tem ideia de como ele enfiou em mim, me fez ver estrelas e olha que eu já tava toda molhada, ele me comeu com muita força, como se tivesse puto da vida e não parava de me chamar de puta, vagabunda, até me encher a pussy de porra, e nisso eu já tinha gozado duas vezes. Ele tirou e enfiou na minha boca, limpei ela toda, foi difícil porque ele tava me comendo e depois me deitou de barriga pra cima, abriu minhas pernas e chupou meu cu, isso foi maravilhoso, ele enfiava a língua no meu buraquinho e me deixava louca de vez. Ele disse que ia arrebentar meu cu e eu implorei pra ele fazer isso, levantou minhas pernas e colocou no ombro dele, meteu com força e não parou até enfiar tudo no meu cu, acho que quase desmaiei de tanta dor que senti. Enquanto arrebentava meu cu, ele brincava com meus peitos, gozei mais duas vezes, raramente gozei tanto na minha vida, era uma tortura deliciosa, não queria que acabasse nunca. Ele me dominou e fez o que quis comigo até finalmente gozar, verdade que apesar da dor, eu não queria que acabasse ainda, ele enfiou até o fundo e gozou apertando meus peitos, sentir os jatos de porra quente dentro do meu cu foi a melhor coisa que me aconteceu. Ele tirou e colocou a mão entre minhas nádegas, juntou muita porra que tava saindo e mandou eu abrir a boca, engoli tudo. Ele me levou pro banheiro, sozinha eu não conseguia, tomamos um banho juntos e ele se vestiu enquanto secava meu cabelo. Saí do banheiro, vesti o vestido e tomamos um pouco de vinho, aí ele me contou que amanhã você tem que ir pro depósito, tudo saiu como ele planejou, os pedreiros vêm na segunda, então vou ter que ir no depósito de materiais comprar o que precisa pra começar a garagem. Ai, amor, olha como você tá, vem, vem, vamos pro quarto, deixa eu tirar toda essa porra de você, céu, você não aguenta mais.
A Gaby me deixou pelada e me deitou de barriga pra cima. Ela chupou minha rola e mandou eu chupar a buceta dela. Assim que coloquei a boca nela, percebi que não tinha tomado banho — ainda tinha gosto de porra do meu velho. Mas o tesão era tanto que não liguei. Ela tava me dando um boquete foda e, enquanto fazia isso, voltou a brincar com os dedos no meu cu. Na hora, gozei igual uma besta, mas ela não parou de chupar minha rola e lamber ela. Já nem sentia mais os dedos dela no meu rabo. De tanto tesão, acho que ela já tinha enfiado a mão inteira.
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