Completando 18 aninhos

Hannah e suas duas amigas Nika e Itziar tinham uma aposta desde o ensino médio: assim que fizessem 18 anos, transariam com algum desconhecido. A regra era que as outras escolheriam com quem. As três são loiras de olhos claros e estudam no colégio mais caro da cidade. Obviamente, já tinham tido alguma experiência antes. A primeira a cair na parada foi Itziar. Era lógico que não escolheriam alguém que elas gostassem. Hannah sugeriu o motorista do táxi, mas Nika acertou em cheio. — O professor Nájera filho da puta — todas se olharam, Itziar balançava a cabeça — Não, não, pelo amor de Deus, ele é um velho do caralho, não, não — Vai logo, é só dar pra ele! — Hannah falou aos berros — Pelo amor de Deus, outro, melhor o motorista — O professor! — Nika disse decidida. O professor Nájera dava física pra elas, números nunca foram a parte mais divertida. Mas além disso, ele odiava elas por passarem a aula inteira trocando mensagens ou tirando selfies. Itziar era baixinha, 1,50m, loira de olhos azuis, e mesmo tendo peitos pequenos, seu ponto forte era aquele rabo enorme que ela tinha há anos. Embora ela não gostasse, as sardas no rosto também a deixavam linda. Parecia uma menina inocente. Mas as três sabiam que ela era a mais tarada do grupo, foi ela quem apresentou o mundo do hentai pra elas, e quase sempre as mensagens dela eram fotos de paus enormes. Então, decidido, Itziar esperou o fim da aula todo mundo sair pra se aproximar do professor. — Oi, professor, tô preocupada com minha média… — Pensei que você só se preocupava em sair bem nas fotos — ele interrompeu — Eu sempre saio bem, professor, mas queria revisar um pouco pra prova final — Sério! Nossa, senhorita, você me surpreende, não é uma brincadeira sua, né? — ele perguntou desconfiado, tentando disfarçar o nervosismo que aquela jovem loira causava nele. — Não, queria revisar, poderia ir na sua casa — Você sabe onde eu moro? — Claro, o apartamento em cima da loja de tintas — o professor franziu a testa e engoliu seco. — Como você sabe? — Minha mãe faz terapia do outro lado, já vi você saindo de lá algumas vezes. — Ok. Só consigo depois das 7, tá bem? — Perfeito! Te vejo hoje — Hoje? — Não pode? – ela perguntou se aproximando com cara de putinha triste — Claro que sim… me avisa, te passo meu número… — Eu vou – ela disse enquanto se afastava e ele olhava a bunda dela rebolando. Bastou uma sessão pra Itziar conseguir o que queria. Com um shortinho curto e justo, bateu na porta do professor, que abriu nervoso. — Sua mãe te trouxe? – ele perguntou, tenso — Não, vim sozinha – ela disse enquanto entrava com confiança — Tem carregador de iPhone? – Ela perguntou — Sim, pega – respondeu rápido, entregando o carregador. Ela percebeu que o professor tava cheiroso, sempre cheirava a cigarro, e isso deu mais confiança pra ela — E mora sozinho? – perguntou com cara de dengo, se esfregando nele — Sim, me divorciei há uns anos e… bom, o que você quer revisar? Sentaram no sofá e ela ficou encarando ele, enquanto ele engolia seco e falava fórmulas e números que não interessavam nada pra ela. — A que veio, senhorita? – ele perguntou, já confuso — A isso – ela disse e beijou ele. Ele tentou se afastar, mas ela puxou ele. — Tem certeza? — Já tenho 18 e você sabe, deu like na minha foto de aniversário… e sim, tenho certeza. Finalmente ele se deixou levar e beijou ela enquanto as mãozinhas dela desabotoavam a camisa dele e depois a calça. — Isso tá bem duro – ela disse segurando o pau dele com as duas mãos — É assim que a senhorita me deixa – o professor falou, tirando a blusa dela pra chupar os pezinhos dela. Ela se esgueirou e ajoelhou, puxou a cueca do professor pra chupar o pau dele. — Putinha, que gostoso! – ele exclamou, quase gritando, vendo a carinha sardenta dela sorrir enquanto lambia a ponta. — O senhor tem um pau gostoso, profe – ela disse e começou a chupar, olhando fixo pro professor, que tava hipnotizado pelos olhos verdes dela — Nossa, que delícia! Mmm. Depois ela se levantou e devagarzinho puxou o short pra baixo. Por baixo não tinha nada, então o professor Nájera pôde ver a bunda rosada dela e os lábios da buceta. Ela subiu no sofá e se inclinou. — Me come – ela disse enquanto o professor segurava a cabeça, sem acreditar no que via. Colocou o pau na bucetinha dela, mas depois mudou de ideia, então apoiou ela na bunda e empurrou. —vai me dar pelo cu? —mmm siii haaa —empurrou com força até que entrou um pouco do pau dele, depois entrou devagar —ai, tá doendo, que gostoso, professor, mete em mim ah ah mete seu pau As nádegas dela batiam nele, que suava e bufava igual um louco, se agarrava nas nádegas dela e empurrava forte. —sim, que gostoso, professor, que gostoso —mmm ha mm ha ha Ele parou um pouco porque sentiu que ia gozar a qualquer momento e beijou o pescoço dela, os lábios, as costas, as nádegas, o cu e a buceta. —você está uma delícia —mmm que gostoso, professor Depois ela deitou ele e montou em cima, só de sentir o pau dele entrando de novo na bunda dela fechou os olhos. —meu Deus! —Mmm ai ai entrou aí mmm Quando abriu os olhos, a Itziar já quicava em cima dele, as nádegas batendo e fazendo barulho de palmas. —eu gostooo aaah eu gosto pelo cu aaah que gostoso —mmm sim assim assim continua mmmm O professor fechou os olhos e rangeu os dentes, a Itziar sentiu ele enchendo o cu dela de porra e com movimentos circulares se mexeu até sentir que não saía mais nada. —mmmm huuu —encheu meu cu de porra, professor mmm que gostoso Ela levantou devagar e se ajoelhou pra chupar os restos de porra no pau do professor, que ainda olhava incrédulo pra ela. —já tirei 10? —tirou? –perguntou o professor Nájera —sim, 10 pra mim e minhas amigas, ou não mereci? —puta, até 11, mas não posso dar 10 pras 3, elas não sabem porra nenhuma da matéria. —Oia, professor, enchi minha bunda com sua porra! —olha, 10 pra você e pra elas 9 ou 8, mas nada disso pra ninguém, ouviu? —Prometo, disse a Itziar enquanto levava porra do cu pra boca. Depois de ver o vídeo que gravaram quando ela colocou o celular, as três estavam meio molhadas. A Itziar nunca mais falou com o professor, que teve que engolir a raiva e dar notas boas pra elas. Um mês depois, a Nika fez aniversário e, na festa com amigos e familiares, elas discutiam com quem caralhos iam transar. —o Motorista!" —disse ela —"Nem fodendo, eu comi o cu do filho da puta do professor de matemática, pelo menos daquele coroa que fica olhando pra sua bunda na loja." —"Eu tenho, eu tenho" —disse Hannah —"Não, Hannah, já vi sua cara." —"Vai pro caralho!" —disse Hannah, quase se mijando de rir —"Claro!" —exclamou Itziar —"Não, não, para com isso, esse cara é um idiota." —"Por isso mesmo!" —exclamaram as duas.

Jesus era colega de escola delas, há anos só engordando e crescendo. Tinha mais de 1,85m, mas era um otaku, se fantasiava de personagens de anime e jogava cartas. Além do vício em videogame. Um perdedor suado que todo mundo zoava. Quando Nika se aproximou dele, a escola inteira virou pra olhar. Jesus estava confuso, com certeza ela queria que ele fizesse algum trabalho pra ela.

—"E aí, seu merda, o que cê tá fazendo?" —"Se veio tirar sarro da minha cara, vai tomar no cu, sua puta!" —"Ei, calma! Olha, eu sei que é estranho eu... bom... já sei que somos um bando de amigas de merda... bom..." —"O que você quer?" —ele disse, dando um gole no copo em forma de Pokémon —"Vou ser bem direta. Apostamos que você teria medo de transar comigo." —"O quê?!" —ele disse tão alto que todo mundo virou —"Se tiver medo, a gente deixa pra lá, é sério" —ela disse com cara séria. —"Mas por que eu?" —"Isso importa?" —"Não." —"Então?" —ela perguntou, franzindo a testa —"Do meu jeito?" —"Óbvio, só não me fantasia com essas merdas chinesas." —"Ok." —"Ok o quê?" —"Se for pra te foder." —"Te vejo na sua casa?" —ela perguntou, sorrindo —"Sim, meus pais só chegam do trabalho à noite, temos a tarde toda." —"Calma, tigrão" —ela disse, sorrindo, e se afastou rindo.

Nika chegou de tarde, bem confiante, embora com um pouco de nojo, na casa de Jesus. Tocou a campainha e ele olhou pela câmera do interfone. A loira de pernas longas que só andava com caras mais velhos estava ali na porta dele. Ela tocou a campainha de novo e levantou os óculos escuros. Lá estavam os olhos verdes que o deixavam louco e aquele corpo perfeito com o qual ele tantas vezes se masturbou no banheiro.

—"Oi, pensei que você ia me deixar aqui" —ela o cumprimentou. de beijo na bochecha, o primeiro beijo que ela recebia de alguém que não fosse a mãe ou a avó. — ainda acho que é uma brincadeira, mas tudo bem — se fosse brincadeira nem tinha vindo, tem carregador de iPhone? — sim, tá ali no móvel — Valeu, e então aqui está sua coleção de coisas – disse ela sem saber o que mais falar — na verdade tá no meu quarto, vem vamos — Beleza, vou levar o cabo

Ela mostrou as coleções dele, espadas, cartas, fantasias, funkos e aí o sorriso sumiu e ele olhou pra ela com um olhar tarado. — vamos transar? — sim, mas vai com calma… — tira a calça, mas deixa a tanga, você usa tanga? — …sim… – disse ela tirando a jeans devagar — você sempre foi tão gostosa — Valeu! — agora deixa eu ver seus peitos – falou num tom autoritário — você nunca…? — Não, mas vejo pornô todo dia. Sei como é, não sou leigo – disse com a voz de moleque. — ok, e agora? — chupa meu pau – falou ele baixando a calça e mostrando o pau debaixo de uma barriga enorme— agacha aí, assim que faz no pornô. — ha ha ha ok vou – ela se agachou e segurou o pau dele que não era o maior mas também não era ruim, chupou um pouco e ele segurou a cabeça dela. — ai ai é estranho, chupa putinha! Ela estranhou aquele jeito esquisito, mas continuou chupando, pensando que iam curtir muito ver isso. — haagh aaaagh ei! – ele apertava a nuca dela pra manter o pau dentro. — é assim que as putas do pornô chupam, chupa… putinha — haaagh gaaaagh mmm – a testa dela batia na barriga que começava a suar, então ela tentou se esforçar, com sorte ele gozava rápido. Mas ele continuou até se cansar, a barriga não deixava ver a cara que o deixava louco. — vem aqui, sobe… putinha – falou ele se deitando. — ok – disse ela limpando a boca e a testa. — Não tira a tanga – ela se acomodou em cima dele, apontou o pau dele pra bucetinha dela e desceu. — é quentinho… rebola putinha – Nika quase soltou uma risada em algumas bombadas, mas segurou. — Isso, gosta de pica? Mmm – Jesus tava ocupado chupando os peitos dela então Sem contexto, mas ele agarrou as nádegas dela pra meter mais forte. —mmm porra, chucho, cê não é mais virgem —mexe essa bunda, puta —Guy! –ela exclamou e rebolou a bunda sabendo que ninguém resistia. —ha ha ha é gostoso foder Nika cansou e deu uma pausa, enquanto Jesus se levantava com muito esforço e ainda mais suado. —Ajoelha, mas até embaixo, levanta essa bunda —Assim? –ela disse, divertida —Cê tem uma bundona, Mika —Nika! —Já sei, mm aaah –assim que encaixou o pau, meteu com força e começou a penetrar ela com tudo, Nika sentia o suor daquela barriga enorme agora molhando as nádegas dela. —mmm sim, chucho, vai assim, siii sim —porra, que bundão, cê é bem gostosa… puta Nika tava quase no ponto do orgasmo, não achou que Jesus fosse aguentar tanto, pensou que seria muito fácil e rápido. —Parece puta das de filme pornô —na sua vida cê tem outra assim, chucho, mmm continua, filho da puta, sim sim —Já sei –ele disse e saiu do quarto Voltou com um vibrador de plástico na mão. —É da minha mãe, eu escuto ela quando usa, geme mais que com o pai —Ei, mas… —cê disse que do meu jeito, vira –Nika se ajeitou de quatro e sentiu o vibrador entrando na buceta dela, e aí começou a vibrar. —mmm é gostoso, mmm, agora entendo sua mãe, uuuy Aí ele se ajeitou e tentou duas vezes enfiar o pau no cu da Nika sem sucesso, na terceira ele se apoiou até que finalmente o pau dele entrou. —ui, porra, chucho, ai ai, não, caralho, doído haaa, dói um pouco, mmm —é assim que comem as pintosas no pornô, vou te comer de novo? —NÃO! –ela disse bem segura —então é minha puta –pegou o cabelo dela e puxou tão forte que Nika não sabia se gemia de dor no cu ou no couro cabeludo. —mmm ai ai aaai mmm pppfff ha ai mmm —é estranho pelo cu… eu gosto… puta haaa —mmm porra, chucho, filho da puta, mmm ai ai mmm gostoso aaai Finalmente Jesus tava quase gozando e puxou ela pro chão enquanto pegava o celular. —Eu também tô gravando –falou enquanto se masturbava a centímetros da cara dela —Como cê sabe? —É uma Aposta, tu tens que trazer evidência. Mmm, levanta a cara. Vou gozar na sua cara igual fazem com as putas do pornô. Aaah, Nika levantou o rosto e vários jatos de porra caíram na cara dela, assim como o suor que ainda escorria da barriga dela. —Aaah, assim sim que é gostoso – disse ele segurando o celular pra gravar a Nika. —Já posso levantar? – perguntou ela, já com nojo. —Sim, espera... levanta os polegares igual as putas do pornô – ela obedeceu – pronto. Ela limpou o rosto com as mãos e, depois de perguntar onde era o banheiro, lavou a cara. Tava quase se vestindo quando ele a segurou. —Não, espera aí. —E agora? – perguntou ela, olhando pra ele ainda pelado e suado. —Me dá a sua calcinha fio dental – Nika tirou e jogou pra ele, ele cheirou e sorriu. —Valeu... puta. —JÁ! – falou ela, séria. —Ok. As três olhavam o vídeo aos berros de tanto rir. —Caralho, como o velho sua. —Porra, véi, escorria tudo em mim. —Bem que você gemeu, vaca. —Tava com um vibrador e uma rola no cu, porra, quase gozei junto com o velho, ha ha ha. —Bom, um mês e já temos, Hannah, já temos quem... —Quem? —Já vai ver, vaca. —Filhas da puta, não quero nem imaginar. Assim chegou o aniversário dela, quase no fim do ano letivo, e ela achava que tinham esquecido, mas não. —Já é a love, Hannah, e tem que pagar a aposta. —Já sei que vão abusar de mim, suas vadias. Quando falaram que era o zelador, ela recusou e implorou por outro. —O professor ou o velho, mas pelo amor de Deus, aquele coroa? —A gente já cumpriu, o velho até acha que eu tô afim dele. —E você tirou nove numa matéria que não entende, então não tem jeito, Hannah. —FILHAS DA PUTA! Seu Zé era um velho rabugento de quase 60 anos, magro e enxuto, com um bigode mal cortado e fedorento. Hannah não fazia ideia de como chegar nele, além do mais ele odiava elas e todo mundo. “Malditos moleques” era a frase favorita dele. Então ela respirou fundo e, no fim das aulas, ficou mordendo os lábios até não sobrar nenhum aluno. Depois viu os professores saindo nos carros. —Que porra você tá fazendo aqui? —disse seu José, pegando-a de surpresa —PUTA QUE PARIU! Me assustei, seu José —já faz um tempo que te vi, cadê suas amigas? Que porra vocês tão querendo fazer agora —Não, não, nada, tô sozinha —Batem em você em casa? Tem problema ou o quê? —Não e não, só que a gente já tá quase terminando o curso e eu queria que o senhor e eu —Fala claro, menina, já todo mundo foi embora, que porra cê ficou fazendo? —Pra foder, puta que pariu, pra foder! —Não fala merda! Com quem? Cadê o escondido? —Tá parado na minha frente —seu José virou e virou de novo —Não fala besteira! Comigo? —O senhor não gostou ou o quê, seu José? —perguntou já de pé e um pouco brava mais que nervosa. —Filha, cê tem olho azul, é loira, todo dia eu olho a bunda de você e das suas amigas. Até as professoras te acham gostosa. —Então? —É brincadeira? Quer que me mandem embora? —Não e não, mas vou indo então... —Porra nenhuma, quer foder, vai foder —disse se colocando entre ela e a porta —só deixa eu conectar meu celular que a bateria tá quase acabando Mal terminou de conectar, seu José já tava em cima dela, passando a mão na bunda e nos peitos. —Seu José? —ela disse virando e segurando um pouco a respiração por causa do cheiro. —Seu José o caralho, vem cá —deitou ela em cima da mesa e puxou a calça dela até tirar pelos tornozelos, afastou a calcinha fio dental da Hannah e começou a lamber a bocetinha dela. —Hummm, seu José, espera, hummm aaaah —Abre as pernas, gatinha, deixa eu chupar sua xereca As mãos ásperas dele abriam as pernas dela e a língua entrava na bocetinha, passava a língua de baixo pra cima, chupava a bunda dela e depois voltava pra bocetinha enfiando a língua até o fundo e cuspia nela. Depois virou ela de bruços e deixou de quatro em cima da mesa. —Filha da puta, cê tem a bucetinha bem rosadinha, mas é uma putinha, tá toda depilada —Ai, ai, aaaah O velho só virou ela pra poder chupar bem o cu, abria as nádegas dela e enfiava a língua. Depois meteu dois dedos na bocetinha dela em forma de gancho, procurando o ponto G, e os gemidos da Hannah Disseram que ela acertou, então começou a meter e tirar de um jeito desesperado sem parar de lamber o cu dela. — haaa haaam siii — Pequena loirinha, geme, vagabunda, geme mais — aaaah uuuh si aaaah Hannah sentia o orgasmo se acumulando entre as pernas dela, já não pensava no cheiro do velho, os olhos dela estavam virados e o corpo relaxava. Um jorro grande saiu da buceta dela. — aaaah — ha ha ha isso vagabunda, que vagabunda mais puta você é — aaauh — os jorros paravam, mas seu Pepe voltava a meter de frente o mais rápido que podia e o squirt voltava, algo que até aquele dia Hannah e as amigas dela achavam que era mentira. — Isso ha ha ha quer mais? — e voltava a dar prazer com dedos e língua até ela tremer como se tivesse convulsão, com os olhos virados. — agora vem aqui, sua putinha — ele disse abaixando a calça e tirando a vara dele de dentro de uma cueca surrada. Hannah desceu da mesa e olhou o chão todo molhado. Virou e viu seu Pepe acomodado num banco com o pau na mão e um sorrisão. — vamos, raposinha, vem pegar teu doce — ele disse esfregando o pau que pra idade dele parecia bem grande e duro. Hannah se agachou e sentiu o cheiro nojento que saía dali, mesmo assim lambeu a ponta e depois chupou. — aaaag — sentiu vontade de vomitar com aquele gosto de ranço na boca, mas respirou e continuou lambendo até se acostumar e enfiou na boca devagar. — chupa, sua menina idiota, isso aqui é um pau de macho. Não é igual aos dos pivetes que você dá a bunda. Assim que ela começou a chupar sem parar, ele puxou o cabelo dela pra forçar ela a enfiar o pau inteiro naquela boquinha. — aaagh — isso! Isso, putinha! Chupa ele todo! — ggggh — gosto assim, suculentas, vagabundas e putas! — ggggj aaaah — ela respirou e sem hesitar enfiou o pau de novo na boca — que pedaço de puta, caralho! Seu Pepe se levantou e agora tava fodendo a boca dela igual um louco — ahh ahh ahh agggjh — puta que pariu, que gostoso — as bolas dele batiam no queixo de Hannah, ela babava Mocos que se misturavam com as lágrimas pelo esforço de aguentar as investidas daquela pica. Quando finalmente cansou, tirou a pica, passou com a mão toda aquela meleca que escorria do rosto de Hannah no rosto dela, testa, olhos. Depois levantou ela e apoiou na mesa, dando tapas na bunda branca dela que ficou vermelha só na primeira palmada. —Ai! —Vamos provar essa buceta, loirinha – separou as nádegas dela e enfiou a pica na bocetinha que ainda tava sensível. —Aaaai... de... va... gar... aaaai —Levanta essa bunda, puta – disse, segurando na cintura dela pra meter a pica toda e começar a foder. Pegou as mãos dela pra puxar, o som da bunda dela batendo feito palmas ecoava na sala vazia. —Aaah aahhh mmm —Porra, suas vadias, mas nenhuma puta tão gostosa quanto você —Aaah ah ah —E muito menos gggg ah que vem e me pede pra fazer dela minha puta huu! Porra, essa bundinha tão gostosa, sua safada —Mm haaaa aaah Tirou a pica e enfiou os dedos quando sentiu que a loira tava se curvando, meteu a pica de novo e depois se afastou pra outro squirt sair expelido. —Huuum aaaah —As pernas de Hannah tremiam, seu Pepe satisfeito aproveitou pra enfiar a pica no cu dela. —Aaaai —Com as mãos, segurou a boca dela pelos dois lados, puxou com força uma e outra vez. —Aaaaagh —Isso, puta, isso! Que gostoso esse cu! —Aaaagh —Vem e chupa, puta – disse e puxou ela até que ela tivesse de novo com a pica na boca. Ao gosto de ranço agora se somava o gosto do próprio cu dela, engoliu tanta saliva quanto pôde pra passar aquele gosto e continuou chupando a pica daquele velho que era um filho da puta. —Sobe – disse até levantar ela pela cintura pra sentar na mesa. —Aaaah —O frio na bunda fez ela pular, o velho abriu as pernas dela e enfiou a pica na bocetinha, se aproximando até beijar os peitos dela. —Aaah aaah —O fedor da boca daquele homem dava mais ânsia que o da pica dele, ela tava pegando ar quando ele virou pra beijar os lábios dela. —Porra, essa carinha de santinha. Capa e olha ha ha ha putinha – continuou beijando ela e depois seguiu pelo pescoço dela. —mmm aaah mmm —você é uma puta, vem aqui. Ele tirou a camiseta e jogou no chão, colocou ela de quatro, antes de penetrar contemplou aquela bunda perfeita, cuspiu umas duas vezes nela e uma terceira no próprio pau. Ela via as manchas molhadas no chão, que tinham saído dela, e isso a excitava. Sentiu o pau entrar e fechou os olhos. Um velho nojento estava dando a melhor transa da vida dela. —mmmm aaaah —puta mãe aaah —dentro não dentro não! —dentro, filha da puta! Dentro! Aaaah puta mãe que gostoso! Continuou penetrando ela um pouco mais depois de encher as entranhas dela de porra, depois se levantou e puxou ela pelo cabelo. —volta a chupar, garota —aaaagh –agora se somava o gosto de sêmen na boca dela —limpa ele, putinha, lambe ele todo —glup aaaah mmmm —Não sei porque nem pra quê, mas obrigado deus por colocar essa puta no meu caminho, agora se veste e some. —seu velho filho da puta –disse ela se limpando um pouco, depois se aproximou e beijou ele na boca. —e isso? —foi gostoso pra um velho seboso igual você —vai tomar no cu, puta! E conta pras suas amigas, aquela baixinha de bucetão e a outra bocetuda que me olha de cima pra baixo. Fala que quando elas quiserem eu dou umas boas metidas de pau. Hannah mostrou o dedo do meio pra ele, depois pegou a mochila e saiu, embora tenha voltado uns minutos depois. —tá fechado –viu o velho ainda se masturbando —vamos, eu abro pra você, puta. Durante o caminho até a porta, ele deu uns tapas na bunda dela, apertou os peitos e passou a mão na bucetinha dela. —Até amanhã, puta —amanhã nem fala –disse ela em tom de aviso. Quando a porta se fechou, finalmente parou de fingir. Hannah estava com a bunda doendo e as pernas dormentes. À noite, na casa da Nika, ficou molhada de novo vendo como aquele velho tinha usado ela. —Caralho, acho que você se deu melhor, puta –disse Itziar —Itziar, aquele velho cheirava um cu do caralho —mas que transa que ele te deu, caralho, certeza que você tá molhada –disse Nika passando a mão nela —ei! —sim! Que puta! —eu tô molhada – disse Itziar —chegando nos vinte e um a gente pega algum outro assim – disse Hannah —melhor um conhecido – disse Nika —um parente – respondeu Itziar rindo NÃOOOO! – gritaram as outras

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