Depois de comer a esposa do meu funcionário, a gente continuou fazendo isso sempre que dava, a gente se enfiava no banheiro ou no quarto dela e fazia rapidinho. Eu adorava como a Martina fazia.
Até que chegou o último dia, quando elas iam embora da minha casa. O Ignácio (meu funcionário) queria ir embora há muito tempo, mas a Martina estava se divertindo pra caralho e não queria. Muito menos a Carla (a irmã), que tava curtindo a casa e adorava ir pras aulas de twerk. Tava tudo muito triste, elas iam embora de noite. Eu não queria parar de meter na Martina. Adorava enfiar nessa puta.
Depois de comer, eu fiquei vendo TV sozinho no meu quarto, todo mundo tava na piscina.
Eu comecei a me masturbar pensando na Martina quando, de repente, a Carla entra e me pega batendo uma.
Eu me cubro e ela fala: Me desculpa, posso entrar?
Sim, sim, claro, eu falei, só me cobrindo com o lençol.
Assim que entrou com seu biquíni, a puta me provocando, rebolando a bunda.
E começamos a conversar:
C - Não quero ir embora daqui.
J - Nem eu quero que você vá, gostosa.
C - Convence meu irmão pra gente não ir.
J - Ele não quer, já tentei falar pra vocês ficarem.
C - Não pode ser. Bom, antes de você ir, queria te agradecer por tudo que fez por mim, você me fez muito feliz.
(Nesse momento, ela senta no meu colo)
J - Essa era a ideia, Carlita, te ver feliz. Dá pra ver que seu namorado não te deixa satisfeita, hahaha.
C - O que você tem contra meu namorado? Tá com ciúme?
J - Não, hahaha, como você pensa isso.
C - Humm. Ei, quero te dar um presente antes da gente ir.
J - Ah, é? Qual?
C - O que você gostaria de ganhar de mim?
J - O que eu quero de você é proibido, Carlita.
C - Ah, é? Eu adoro o proibido.
(Ela começou a se mexer no meu pau duro, coberto só por um lençol)
J - Acho que você não tem coragem, docinho.
C - Você não me conhece. Por tudo que você fez por mim, tô disposta a fazer de tudo.
J - Hum, hahaha. Vamos ver, tira o biquíni.
C - Só isso?
(E ela começa a tirar e me mostrar a bunda)
J - Quer mais alguma coisa?
(Mostro meu pau pra ela)
C - Nossa, que grandão. Adoro assim. Quero chupar ele?
J - Faz isso, puta.
E foi assim que a puta da irmã do meu funcionário começou a chupar meu pau.
Não parava, cada vez me chupava melhor. Já ia gozar e ela para e fica de quatro na cama.
C - Me dá logo essa pica toda. Quero ela dentro de mim.
J - E o teu namorado?
C - Tô nem aí, sempre dou um fora nele. Mas nunca com um coroa e tô adorando.
E assim eu meti na puta da Carla, amei, a bunda dela era impressionante, grande, morena, eu não aguentava.
E pra eu gozar, a puta começou a chupar e pedia: Por favor, goza na minha boca, quero provar sua porra, buceta gostosa.
Toma toda a porra, puta.
E assim eu gozei na boca da irmã do meu funcionário, era uma puta infiel que não ligava pra nada.
Até que chegou o último dia, quando elas iam embora da minha casa. O Ignácio (meu funcionário) queria ir embora há muito tempo, mas a Martina estava se divertindo pra caralho e não queria. Muito menos a Carla (a irmã), que tava curtindo a casa e adorava ir pras aulas de twerk. Tava tudo muito triste, elas iam embora de noite. Eu não queria parar de meter na Martina. Adorava enfiar nessa puta.
Depois de comer, eu fiquei vendo TV sozinho no meu quarto, todo mundo tava na piscina.
Eu comecei a me masturbar pensando na Martina quando, de repente, a Carla entra e me pega batendo uma.
Eu me cubro e ela fala: Me desculpa, posso entrar?
Sim, sim, claro, eu falei, só me cobrindo com o lençol.
Assim que entrou com seu biquíni, a puta me provocando, rebolando a bunda. E começamos a conversar:
C - Não quero ir embora daqui.
J - Nem eu quero que você vá, gostosa.
C - Convence meu irmão pra gente não ir.
J - Ele não quer, já tentei falar pra vocês ficarem.
C - Não pode ser. Bom, antes de você ir, queria te agradecer por tudo que fez por mim, você me fez muito feliz.
(Nesse momento, ela senta no meu colo)
J - Essa era a ideia, Carlita, te ver feliz. Dá pra ver que seu namorado não te deixa satisfeita, hahaha.
C - O que você tem contra meu namorado? Tá com ciúme?
J - Não, hahaha, como você pensa isso.
C - Humm. Ei, quero te dar um presente antes da gente ir.
J - Ah, é? Qual?
C - O que você gostaria de ganhar de mim?
J - O que eu quero de você é proibido, Carlita.
C - Ah, é? Eu adoro o proibido.
(Ela começou a se mexer no meu pau duro, coberto só por um lençol)
J - Acho que você não tem coragem, docinho.
C - Você não me conhece. Por tudo que você fez por mim, tô disposta a fazer de tudo.
J - Hum, hahaha. Vamos ver, tira o biquíni.
C - Só isso?
(E ela começa a tirar e me mostrar a bunda)
J - Quer mais alguma coisa?
(Mostro meu pau pra ela)
C - Nossa, que grandão. Adoro assim. Quero chupar ele?
J - Faz isso, puta.
E foi assim que a puta da irmã do meu funcionário começou a chupar meu pau.
Não parava, cada vez me chupava melhor. Já ia gozar e ela para e fica de quatro na cama. C - Me dá logo essa pica toda. Quero ela dentro de mim.
J - E o teu namorado?
C - Tô nem aí, sempre dou um fora nele. Mas nunca com um coroa e tô adorando.
E assim eu meti na puta da Carla, amei, a bunda dela era impressionante, grande, morena, eu não aguentava. E pra eu gozar, a puta começou a chupar e pedia: Por favor, goza na minha boca, quero provar sua porra, buceta gostosa.
Toma toda a porra, puta.
E assim eu gozei na boca da irmã do meu funcionário, era uma puta infiel que não ligava pra nada.
3 comentários - Família do meu empregado Pt. 5