E aí, galera do Poringa! Me apresento, sou o Benja, tenho 24 anos e há alguns meses tô morando em Rosário junto com minha namorada Ayelén, de 21. Nós dois somos de Corrientes e chegamos nessa cidade faz uns 7 meses. No começo ficamos na casa de uma família amiga, mas há dois meses entrei pra trabalhar num frigorífico, na parte da limpeza, e fomos alugar um quarto numa pensão da zona sul pra ficar mais perto do trampo. Comprei uma bike e com isso escapo do ônibus, de quebra ainda me mantenho um pouco em forma. Aliás, sou um cara normal de mais ou menos 1,70, meio pálido, magro e com um pau médio de 15cm (mas bem grosso). Minha mina Aye é a típica baixinha de 1,50, com um rabão, cabelo preto mas branquinha de pele, olhos claros puxando pro verde e peitos pequenos. Ela é muito gata, uma fofa, não sei o que ela viu em mim. O bairro é normal, algum tiroteio, rola muita droga e os pontos de encontro de pivetes e vagabundos são comuns. Isso me deixava meio apreensivo porque trampo o dia todo (das 7h às 17h) e minha mina fica sozinha esse tempo todo. Ela não sai muito da pensão, mas foi conhecendo os outros inquilinos: três casais de gente mais velha e uma senhora viúva muito gente boa. O lugar tem 5 quartos, bem judiados, dispostos em forma de corredor, e no fundo tem um pátio comum. Tudo muito rústico e improvisado. Nossa intenção é vazar assim que eu conseguir ficar efetivo na empresa. Mas no geral a gente tá levando bem, a convivência é boa, transamos muito nos fins de semana e de vez em quando durante a semana, porque na real eu volto acabado. A Ayelén, agora que estamos sozinhos, se solta mais e pouco resta daquela garota virginal que conheci há uns anos. Ela se veste mais provocante, topa experimentar lingeries diferentes, e na cama tá cada dia mais putinha, e isso me deixa louco. Tudo tava indo muito bem. O problema começou há algumas semanas, quando um dos quartos da pensão ficou vago. A senhora viúva foi morar com a irmã ou algo assim, segundo a Aye me contou. Na real, pouco Eu estava interessado. A questão é que chegou no lugar um maluco de mais ou menos 30 anos, um tal de "Mono", sobrinho da dona da pensão. O cara é bem turro, meio tosco, cheio de tatuagens, e pelo que parece ficou preso um tempo (segundo os outros inquilinos nos contaram) com a típica viseira, casacos de futebol, tudo esportivo e com gestos nojentos como cuspir ou assoar o nariz e jogar tudo no chão, andar sem camisa, deixar sujeira no corredor, etc. Além disso, virou rotina a música (não alta, por sorte), o cheiro de maconha, as garrafas de bebida jogadas e a galera se reunindo na entrada da pensão ou no quintal. Minha namorada me dizia que o Mono e os caras não a incomodavam, mas ela não estava confortável com tudo aquilo e queria que a gente fosse embora. Eu falei pra ela ter paciência, que assim que terminasse o período de experiência e eu ficasse efetivo no trampo, a gente vazava. Um dia, pra animar a Ayelén, joguei a ideia de sair no fim de semana pra gente se divertir. Um amigo do trabalho ia fazer uma festa na casa dele, então convidei ela, e ela adorou a proposta. Ambos precisávamos tomar alguma coisa, dançar e pegar alguém um pouco. Chegou o sábado, ainda estava calor e eu estrelei uma camisa nova branca, um jeans, o tênis e pronto, já tava. Simples, mas estiloso. Já ela, super produzida, meteu um top branco, uma saia preta bem justa que levantava muito bem a bunda dela e umas plataformas. Ela estava um fogo, parecia que a bunda dela ia explodir. Pedimos um táxi tipo 12 e quando saímos estavam o Mono e seus amigos fumando e tomando um fernandito. Quando minha namorada passou, os caras ficaram em silêncio, ninguém exagerou, mas olhavam a bunda dela sem disfarçar e faziam gestos entre eles. Eu não dei bola e fomos embora. Chegamos bem cedo no lugar. Estavam o anfitrião, a namorada dele e mais dois amigos. A festa era no quintal da casa, uma parte coberta e outra ao ar livre. Conversamos numa boa e começamos a tomar vodka com suco de laranja, fernet, gancia. Pegamos uma mistura sinistra. Começou a chegar Gente, a festa tava pegando fogo. A gente tava dançando com a Ayelén bem coladinho, eu tava apoiando nela toda e ela tava rebolando a bunda em mim. Ela tava curtindo pra caralho, deu uma química foda com a mina do meu amigo e tava se divertindo de verdade. Enquanto isso, eu continuei na bebedeira, tava saturado do trampo e queria cair na porra do pau. E foi assim, de tanto misturar drink, a bebida me derrubou e eu passei mal. Falei pra minha mina pedir um Uber, que não tava me sentindo bem, que queria ir embora. Mal tinha dado 3 da manhã. Ela ficou puta da vida e a gente começou a discutir, mas no estado que eu tava nem conseguia falar direito. Voltamos pra pensão e minha mina continuava bolada, nem falava comigo. Na entrada não tinha ninguém, achei que os cuzões tinham vazado, mas quando a gente entrou e cruzou o corredor, deu pra ouvir música no quarto do Mono e lá fora tinha uma mina bem feia mas com uns peitões fumando, acompanhada de dois caras. Justo quando a gente passou, o Mono saiu num estado parecido com o meu e chamou a gente.
Mono: – Ei, vizinhos! A gente tá começando a caravana aqui, cai pra dentro se quiser.
Fiquei meio surpreso porque ele não era de falar com a gente, então me fiz de desentendido pra responder.
Eu: – Não, mano, valeu, mas a gente já bebeu demais.
Mono: – Eeeeh, mas a noite ainda tá no começo, você é muito fraco, mano. Qual é, a patroa não deixa você dar uma caravana com os brothers? – disse enquanto olhava pra minha mina com uma cara de tarado. – Não seja boiola, tô convidando os dois.
A expressão dele olhando pra Ayelén não me desceu nada, e eu tava quase mandando ele tomar no cu, mas não queria confusão. Só ia falar que deixava pra outra hora e vazar, mas minha mina, pra minha surpresa, se adiantou pra responder.
Aye: – Nada a ver, neném. Se a festa tá boa, tô com vontade de dançar mais um pouco. Vamos, amor?
Eu: – Eh… Tem certeza, bebê? – murmurei, surpreso.
Mono: – Isso aí, assim que eu gosto, vizinha! – disse comemorando. – Entrem, a gente tá em poucos por aqui.
Não sabia o que dizer. Minha mina tinha aceitado o convite desse preto arrombado que tava olhando pra ela com cara de punheteiro e Queria ir praquele rolê dos manos. Não tava afim, mas como tinha estragado a brisa dela antes, não falei nada e fui junto. Cumprimentamos a galera que tava fora, a porta tava aberta mas tinha uma cortina toda suja, passamos e tinha mais três caras e outra mina feia igual a outra, mas essa era toda gorda. Chegamos perto, cumprimentamos de novo e ofereceram da jarra com vinho tinto e raft. Fingi que tava tomando porque na real tava me sentindo muito mal. Aumentaram o som, a galera de fora entrou e começaram a dançar, todo mundo de boa. Com minha mina a gente se pegou e começou a perrear, ela foi continuando a beber e parece que a raiva tinha passado. Tudo tava numa vibe boa, o mal-estar passou e decidi tomar o vinho também. Foi uma péssima ideia. Em minutos me deu uma tontura que parecia que ia vomitar, me acalmei um pouco, fui pra um canto e a Aye, que já tava bem louca, começou a preparar mais vinho com a mina gorda, tinham pegado a melhor, parece. Um minuto depois um dos magrinhos leva a gordinha pra outro lado e quando minha namorada ia voltar pra mim, o Mono agarra ela e leva pra dançar. Ela levou na boa, tava tocando uma cumbia santafesina, deram umas voltinhas e riam. Nada demais, tudo bem normal. Do nada uma das minas saca uma garrafa de tequila que só Deus sabe onde tava guardada e todo mundo começou a tomar um shot com copo improvisado, mas sem limão, nem sal, tudo bem no pelo. As minas tomaram shot duplo, esses fdps, e a Ayelén ficou meio cambaleando. Eu tava me fazendo de sonso porque não aguentava mais, a tequila ia me derrubar de vez. Até que... Mono: -Eeeeee! O vizinho tá de logi, não tomou o tequilão! -gritou meio descontrolado o negro. Eeeeeeeehhhhhh! -exclamou todo mundo. Mono: -Tem que tomar um ou a gente expulsa por covarde. Tá falado. -mandou bem sério. Aye: -Daaaaale amor, não seja chato, é um shot só -disse minha mina já meio sem conseguir falar de tão bêbada. E assim ficaram insistindo, todos os noia e minha parceira. Sobrou mais uma e tive que tomar um shot bem forte e depois me deram outro. Pronto, já estava muito louco, dancei mais um pouco fingindo que estava bem até que fiquei sentado apoiado numa mesa que estava num canto. Tudo estava girando e a última coisa que vi foi a Ayelén colada no Mono, que a segurava toda e falava no ouvido dela. Continuo meio caindo de sono, mas me reanimo e continuo vendo a cena. Minha namorada, que estava muito na dela, estava rebolando pra aquele negro e o cara começou a pegar na bunda dela toda. Quero me levantar na hora, puto com o que via, e não consegui, sentei de novo e apaguei. Desapareci do mundo. Acordo, olho em volta. Não tinha ninguém, os caras e as minas não estavam, minha namorada também não, a música tocava mais baixa que antes e já estava clareando o dia. Olho meu celular e eram quase 6 da manhã, devo ter dormido mais de uma hora, me levanto, tudo continua girando e uma dor de cabeça fudida. Começo a ouvir uns gritos tipo gemidos de fundo na música que vinham de um quarto que não tinha porta, só uma cortina, abro um pouco disfarçado e lá estão eles, fiquei congelado. Minha namorada estava de quatro com a raba bem empinada e a saia levantada até a cintura, toda suada gritando, com cara de dor e o negro do Mono atrás enfiando nela um pau muito maior que o meu, calculo mais de 20cm fácil. Mono: - Toma, puta!! Que bucetinha apertada gostosa que você tem, vagabunda!! Aye: - Aaaaaai!! Mono, mais devagar, por favor! Aaaaai, você é muito grande!! Mono: - Que devagar? É assim que nós, negros da quebrada, fode, entendeu? - PLAFF!! Soou uma tapa na bunda da minha namorada - De agora em diante você é minha puta de rabão. - PAAFFF!! Outra palmada mais forte. Aye: - Aaaaaai sim, Mono... aaai aaaai Mono: Fala, puta de merda, o que você é? - PAAAFF Aye: Sua... Pu... aaaaai Sua puta... ca... Aaaaaai você está me arrebentando toda, Mono!! Mono: - Vai, filha da puta, termina de dizer: "O QUE VOCÊ É??" Aye: "EU SOU SUA VADIA BUNDUDA FILHA DA PUTA!!" AAAAAAAYYY O rosto da minha namorada estava irreconhecível, mostrava uma mistura de dor e prazer tremenda. Ela nunca chegou a esse nível de excitação comigo e estava completamente entregue. O maluco continuou metendo nela de um jeito nojento, bem forte, e ela não conseguia parar de soltar aqueles gemidos que viraram gritos. Até que o cara diminuiu a intensidade. Mono: - Aaaaah que burra que você tem, seu filho da puta!! - disse enquanto tirava o pau e batia nas nádegas dela - Prepara o cu agora… Aye: - Hã?? Não, para Mono, pelo cu… - PAAAFFFF!! A interrompeu a palmada mais forte. Mono: - Cala a boca, gata, aqui quem manda sou eu. Para bem a bunda e abre as nádegas, sua vagabunda. Ela obedeceu sem reclamar, se posicionou como ele pediu e o cara começou a chupar o cu dela de um jeito obsceno. Cuspia no ânus dela e passava a língua. Ayelén estava adorando, eu nunca fiz isso com ela e sim, já tínhamos tentado sexo anal, mas com pouco sucesso, mal entrava a cabeça do meu pau e ela já reclamava. Mono: - Mmmmm Que rabo gostoso… Mmm tá bem apertadinho… Aye: - Aaayy Mono, nunca fizeram isso comigo… aaaay eu amo, continua, vai, vai!! Mono: - Mmmm já tá. - enquanto apontava o pau para o ânus dela - Vou arrombar seu cu. Aye: - Não Mono, chupa mais um pouco… Não, vai do… ¡¡¡PARAAAAÁ AAAAAAY!!! AAAAGGGHHHH!! - gritou de maneira dilacerante. Mono: - Aí vai, gostosa… oooohh tá entrando, sua vagabunda. Ooohh que apertadinhooo Aye: - AAAAAAAGGGGHHH. NÃOOOO, AAAYYYYY ¡¡TIRA, FILHO DA PUTA, TIRA!! TÁ DOENDOOOO, POR FAVOR Mono: - PAAAAAFFFF- ¡¡CALA A BOCA, VADIA!! QUER ACORDAR SEU NAMORADO? HAHAHAHAHA - começou a rir às gargalhadas - Ohhhh aí vai querendo, quieta, vagabunda. Aye: Aaggghhh devagar, por favor!! - exclamou, mas num tom mais baixo - Aaaaaaay nãoooo, chega, por favor… doeee AAAAAY Mono: - Que delícia foder um cu assim, caralho. Olha como esse cu engole - falou num tom debochado o marginal - Aye: Aaaayyy por favor Mono, aaay não quero mais, não quero mais Mono: - Já a pica vai entrando toda… oohhh como cabe no seu cu, puta!! Aye: Aaaaaay nãoooo!! Aaaayyy tá doendo, Mono! Mono: -Mexe você, vagabunda, vai. Mexe essa bunda igual antes, puta de merda, vai! -PAAAAFFF soou de novo. Eu continuei paralisado, senti uma raiva desgraçada por dentro e até vontade de chorar. Tipo, quando que aconteceu uma coisa dessas? Como foi que a Ayelén acabou nessa situação? Aquele negro de merda arrombando o cu da minha mina? Fiquei me fazendo mil perguntas por dentro e enquanto continuava vendo aquela cena: minha namorada toda delicada sendo enfiada e comida no cu por aquele negro favelado num barraco de merda. Fiquei mais uns minutos sem dizer nada, ela continuava gritando e aos poucos parecia estar gostando do pau do mono na sua bunda. Decidi fechar a cortina e me afastar um pouco pra pensar no que ia fazer. Passaram uns dez minutos e escuto de novo uns gemidos altos da minha namorada. Ele também soltou um gemido mais intenso, parece que finalmente tinha gozado. Voltei pro canto onde tinha dormido e fiquei por ali. Passou um tempão e escuto que vão sair do quarto. Fingi que tava dormindo. Minha namorada se aproximou e me sacode pra acordar Aye: -Vai, amor, acorda, vamos dormir! Eu: -ehh?? O que foi? -fingi que não sabia de nada Aye: -Você dormiu, gordo, não tem mais ninguém. Vamos. Ela falou muito séria, não respondi nada e me levantei como se fosse embora. Vejo ela bem, com cara de dolorida, sem a maquiagem que tava no começo, toda desarrumada, suada pra caralho, com um cheiro de favela do cacete e se arrumando a roupa. Começa a andar com dificuldade. Eu: -Tá bem, Ayelén? Aye: –Emm sim, só caí dançando e tá doendo, mas vamos logo! Quando a gente vai se aproximando da porta de saída, o Mono sai do quarto correndo a cortina, peladão, todo relaxado, com um short da Argentina, certeza sem cueca porque dava pra ver o pau marcado todinho e com cara de quem gozou bem, me diz Mono: -Ehhh, parceiro!! Dorminhoco demais, cara. Você desmaiou legal. Eu: - Eita... - falei meio cabisbaixo enquanto saía - A tequila me acabou.
Mono: - Isso acontece com todo mundo. Mas relaxa, parceiro, cuidei bem da sua mina - disse com cara de vitorioso - até dei um tour no meu quarto quando a galera chata foi embora.
Não respondi nada e segui pelo corredor. Ayelén ia na frente se segurando na parede, a destruição na bunda parece que foi séria. Ia ajudá-la, mas tava com tanta raiva que deixei ela se virar sozinha, puta. Decidi ir pro pátio pegar um ar.
A partir daí tudo foi pro caralho e começaram a surgir outras situações que não soube resolver, mas isso é história pra outro relato...
PS: Deixo uma foto da Ayelén aquela noite na pensão, antes do Mono acabar com ela. Se curtiram o relato, tenho mais uns, me avisem se tiverem interesse em conhecer.
Mono: – Ei, vizinhos! A gente tá começando a caravana aqui, cai pra dentro se quiser.
Fiquei meio surpreso porque ele não era de falar com a gente, então me fiz de desentendido pra responder.
Eu: – Não, mano, valeu, mas a gente já bebeu demais.
Mono: – Eeeeh, mas a noite ainda tá no começo, você é muito fraco, mano. Qual é, a patroa não deixa você dar uma caravana com os brothers? – disse enquanto olhava pra minha mina com uma cara de tarado. – Não seja boiola, tô convidando os dois.
A expressão dele olhando pra Ayelén não me desceu nada, e eu tava quase mandando ele tomar no cu, mas não queria confusão. Só ia falar que deixava pra outra hora e vazar, mas minha mina, pra minha surpresa, se adiantou pra responder.
Aye: – Nada a ver, neném. Se a festa tá boa, tô com vontade de dançar mais um pouco. Vamos, amor?
Eu: – Eh… Tem certeza, bebê? – murmurei, surpreso.
Mono: – Isso aí, assim que eu gosto, vizinha! – disse comemorando. – Entrem, a gente tá em poucos por aqui.
Não sabia o que dizer. Minha mina tinha aceitado o convite desse preto arrombado que tava olhando pra ela com cara de punheteiro e Queria ir praquele rolê dos manos. Não tava afim, mas como tinha estragado a brisa dela antes, não falei nada e fui junto. Cumprimentamos a galera que tava fora, a porta tava aberta mas tinha uma cortina toda suja, passamos e tinha mais três caras e outra mina feia igual a outra, mas essa era toda gorda. Chegamos perto, cumprimentamos de novo e ofereceram da jarra com vinho tinto e raft. Fingi que tava tomando porque na real tava me sentindo muito mal. Aumentaram o som, a galera de fora entrou e começaram a dançar, todo mundo de boa. Com minha mina a gente se pegou e começou a perrear, ela foi continuando a beber e parece que a raiva tinha passado. Tudo tava numa vibe boa, o mal-estar passou e decidi tomar o vinho também. Foi uma péssima ideia. Em minutos me deu uma tontura que parecia que ia vomitar, me acalmei um pouco, fui pra um canto e a Aye, que já tava bem louca, começou a preparar mais vinho com a mina gorda, tinham pegado a melhor, parece. Um minuto depois um dos magrinhos leva a gordinha pra outro lado e quando minha namorada ia voltar pra mim, o Mono agarra ela e leva pra dançar. Ela levou na boa, tava tocando uma cumbia santafesina, deram umas voltinhas e riam. Nada demais, tudo bem normal. Do nada uma das minas saca uma garrafa de tequila que só Deus sabe onde tava guardada e todo mundo começou a tomar um shot com copo improvisado, mas sem limão, nem sal, tudo bem no pelo. As minas tomaram shot duplo, esses fdps, e a Ayelén ficou meio cambaleando. Eu tava me fazendo de sonso porque não aguentava mais, a tequila ia me derrubar de vez. Até que... Mono: -Eeeeee! O vizinho tá de logi, não tomou o tequilão! -gritou meio descontrolado o negro. Eeeeeeeehhhhhh! -exclamou todo mundo. Mono: -Tem que tomar um ou a gente expulsa por covarde. Tá falado. -mandou bem sério. Aye: -Daaaaale amor, não seja chato, é um shot só -disse minha mina já meio sem conseguir falar de tão bêbada. E assim ficaram insistindo, todos os noia e minha parceira. Sobrou mais uma e tive que tomar um shot bem forte e depois me deram outro. Pronto, já estava muito louco, dancei mais um pouco fingindo que estava bem até que fiquei sentado apoiado numa mesa que estava num canto. Tudo estava girando e a última coisa que vi foi a Ayelén colada no Mono, que a segurava toda e falava no ouvido dela. Continuo meio caindo de sono, mas me reanimo e continuo vendo a cena. Minha namorada, que estava muito na dela, estava rebolando pra aquele negro e o cara começou a pegar na bunda dela toda. Quero me levantar na hora, puto com o que via, e não consegui, sentei de novo e apaguei. Desapareci do mundo. Acordo, olho em volta. Não tinha ninguém, os caras e as minas não estavam, minha namorada também não, a música tocava mais baixa que antes e já estava clareando o dia. Olho meu celular e eram quase 6 da manhã, devo ter dormido mais de uma hora, me levanto, tudo continua girando e uma dor de cabeça fudida. Começo a ouvir uns gritos tipo gemidos de fundo na música que vinham de um quarto que não tinha porta, só uma cortina, abro um pouco disfarçado e lá estão eles, fiquei congelado. Minha namorada estava de quatro com a raba bem empinada e a saia levantada até a cintura, toda suada gritando, com cara de dor e o negro do Mono atrás enfiando nela um pau muito maior que o meu, calculo mais de 20cm fácil. Mono: - Toma, puta!! Que bucetinha apertada gostosa que você tem, vagabunda!! Aye: - Aaaaaai!! Mono, mais devagar, por favor! Aaaaai, você é muito grande!! Mono: - Que devagar? É assim que nós, negros da quebrada, fode, entendeu? - PLAFF!! Soou uma tapa na bunda da minha namorada - De agora em diante você é minha puta de rabão. - PAAFFF!! Outra palmada mais forte. Aye: - Aaaaaai sim, Mono... aaai aaaai Mono: Fala, puta de merda, o que você é? - PAAAFF Aye: Sua... Pu... aaaaai Sua puta... ca... Aaaaaai você está me arrebentando toda, Mono!! Mono: - Vai, filha da puta, termina de dizer: "O QUE VOCÊ É??" Aye: "EU SOU SUA VADIA BUNDUDA FILHA DA PUTA!!" AAAAAAAYYY O rosto da minha namorada estava irreconhecível, mostrava uma mistura de dor e prazer tremenda. Ela nunca chegou a esse nível de excitação comigo e estava completamente entregue. O maluco continuou metendo nela de um jeito nojento, bem forte, e ela não conseguia parar de soltar aqueles gemidos que viraram gritos. Até que o cara diminuiu a intensidade. Mono: - Aaaaah que burra que você tem, seu filho da puta!! - disse enquanto tirava o pau e batia nas nádegas dela - Prepara o cu agora… Aye: - Hã?? Não, para Mono, pelo cu… - PAAAFFFF!! A interrompeu a palmada mais forte. Mono: - Cala a boca, gata, aqui quem manda sou eu. Para bem a bunda e abre as nádegas, sua vagabunda. Ela obedeceu sem reclamar, se posicionou como ele pediu e o cara começou a chupar o cu dela de um jeito obsceno. Cuspia no ânus dela e passava a língua. Ayelén estava adorando, eu nunca fiz isso com ela e sim, já tínhamos tentado sexo anal, mas com pouco sucesso, mal entrava a cabeça do meu pau e ela já reclamava. Mono: - Mmmmm Que rabo gostoso… Mmm tá bem apertadinho… Aye: - Aaayy Mono, nunca fizeram isso comigo… aaaay eu amo, continua, vai, vai!! Mono: - Mmmm já tá. - enquanto apontava o pau para o ânus dela - Vou arrombar seu cu. Aye: - Não Mono, chupa mais um pouco… Não, vai do… ¡¡¡PARAAAAÁ AAAAAAY!!! AAAAGGGHHHH!! - gritou de maneira dilacerante. Mono: - Aí vai, gostosa… oooohh tá entrando, sua vagabunda. Ooohh que apertadinhooo Aye: - AAAAAAAGGGGHHH. NÃOOOO, AAAYYYYY ¡¡TIRA, FILHO DA PUTA, TIRA!! TÁ DOENDOOOO, POR FAVOR Mono: - PAAAAAFFFF- ¡¡CALA A BOCA, VADIA!! QUER ACORDAR SEU NAMORADO? HAHAHAHAHA - começou a rir às gargalhadas - Ohhhh aí vai querendo, quieta, vagabunda. Aye: Aaggghhh devagar, por favor!! - exclamou, mas num tom mais baixo - Aaaaaaay nãoooo, chega, por favor… doeee AAAAAY Mono: - Que delícia foder um cu assim, caralho. Olha como esse cu engole - falou num tom debochado o marginal - Aye: Aaaayyy por favor Mono, aaay não quero mais, não quero mais Mono: - Já a pica vai entrando toda… oohhh como cabe no seu cu, puta!! Aye: Aaaaaay nãoooo!! Aaaayyy tá doendo, Mono! Mono: -Mexe você, vagabunda, vai. Mexe essa bunda igual antes, puta de merda, vai! -PAAAAFFF soou de novo. Eu continuei paralisado, senti uma raiva desgraçada por dentro e até vontade de chorar. Tipo, quando que aconteceu uma coisa dessas? Como foi que a Ayelén acabou nessa situação? Aquele negro de merda arrombando o cu da minha mina? Fiquei me fazendo mil perguntas por dentro e enquanto continuava vendo aquela cena: minha namorada toda delicada sendo enfiada e comida no cu por aquele negro favelado num barraco de merda. Fiquei mais uns minutos sem dizer nada, ela continuava gritando e aos poucos parecia estar gostando do pau do mono na sua bunda. Decidi fechar a cortina e me afastar um pouco pra pensar no que ia fazer. Passaram uns dez minutos e escuto de novo uns gemidos altos da minha namorada. Ele também soltou um gemido mais intenso, parece que finalmente tinha gozado. Voltei pro canto onde tinha dormido e fiquei por ali. Passou um tempão e escuto que vão sair do quarto. Fingi que tava dormindo. Minha namorada se aproximou e me sacode pra acordar Aye: -Vai, amor, acorda, vamos dormir! Eu: -ehh?? O que foi? -fingi que não sabia de nada Aye: -Você dormiu, gordo, não tem mais ninguém. Vamos. Ela falou muito séria, não respondi nada e me levantei como se fosse embora. Vejo ela bem, com cara de dolorida, sem a maquiagem que tava no começo, toda desarrumada, suada pra caralho, com um cheiro de favela do cacete e se arrumando a roupa. Começa a andar com dificuldade. Eu: -Tá bem, Ayelén? Aye: –Emm sim, só caí dançando e tá doendo, mas vamos logo! Quando a gente vai se aproximando da porta de saída, o Mono sai do quarto correndo a cortina, peladão, todo relaxado, com um short da Argentina, certeza sem cueca porque dava pra ver o pau marcado todinho e com cara de quem gozou bem, me diz Mono: -Ehhh, parceiro!! Dorminhoco demais, cara. Você desmaiou legal. Eu: - Eita... - falei meio cabisbaixo enquanto saía - A tequila me acabou.
Mono: - Isso acontece com todo mundo. Mas relaxa, parceiro, cuidei bem da sua mina - disse com cara de vitorioso - até dei um tour no meu quarto quando a galera chata foi embora.
Não respondi nada e segui pelo corredor. Ayelén ia na frente se segurando na parede, a destruição na bunda parece que foi séria. Ia ajudá-la, mas tava com tanta raiva que deixei ela se virar sozinha, puta. Decidi ir pro pátio pegar um ar.
A partir daí tudo foi pro caralho e começaram a surgir outras situações que não soube resolver, mas isso é história pra outro relato...
PS: Deixo uma foto da Ayelén aquela noite na pensão, antes do Mono acabar com ela. Se curtiram o relato, tenho mais uns, me avisem se tiverem interesse em conhecer.
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