Alicia, Carlos e mais um… 2ª parte

Continuamos...

Alicia tinha se envolvido com um coroa, José, que alugava uma casa pra ficar com ela, onde ia nos dias que não estava com a esposa e os filhos, e sempre podia passar a noite inteira com Alicia. Ela aprendeu muito mais sobre como satisfazer um homem e como ser satisfeita por eles.

José sempre convidava um amigo, Ricardo, pra jantar com eles, e passavam momentos gostosos juntos, conversando e bebendo. Ricardo, sabendo dos horários de trabalho de José, apareceu um dia pra cumprimentar a Alicia. Ela, pensando que era o José, abriu a porta como sempre, só de tanguinha e sandália de salto que valorizava a bunda linda dela. A surpresa ao ver o Ricardo: tentou se cobrir com alguma coisa, mas só tinha as mãos, e ele aproveitou aquele manjar dos deuses. Ela correu pra vestir algo e convidou ele pra esperar o José, ligando pra ele pra perguntar quanto tempo ia demorar, e que o Ricardo estava com ela. José disse que ia demorar muito e que ela tratasse bem do Ricardo.

Ela convidou ele pra tomar uns mates, e conversaram um pouco. Perguntou se ele queria uns biscoitinhos, e teve que pegá-los na prateleira de cima do armário. Quando se esticou, a camiseta que ela tinha vestido não cobriu aquela bunda linda, e Ricardo não se segurou: as mãos dele foram direto pras nádegas dela. Ela reagiu, olhando de lado, e virou a cabeça num gesto complacente, dando carta branca pra qualquer coisa.

Qualquer coisa se transformou em beijos apaixonados e mãos inquietas. Os dois foram se despindo um ao outro. Quando ela ficou totalmente nua, ele mergulhou nos peitos dela, e ela começou a gemer. As mãos dele desceram até a bunda dela, abrindo as nádegas e brincando com um dedo dentro do cuzinho dela. Ela gemeu mais alto, e ele a levantou, colocou ela em cima da mesa e a deitou, partindo pro maior prazer dos dois: chupar aquela pussy linda dela, que já estava bem molhada, na verdade bem suculenta. Assim que ele encostou os lábios, ela gemeu mais forte, e quando a língua dele acariciou os lábios dela... vaginais, gozo tudo na boca dela e pedi pra ela continuar, que não parasse, ela só parou quando me afastou pra engolir meu pau até o fundo da garganta, e depois puxar, chupar ele todo e minhas bolas, que ela percorria com adoração. Ricardo pediu algo mais, que ela nunca tinha feito até aquele momento: pediu pra ela chupar o cu dele. Pra isso, ele se posicionou em cima da mesa, e ela percorria da ponta da glande até o cu, indo e voltando sem parar. Ricardo, com sua grande experiência, sabia se segurar, e disse: "Vamos pra um lugar mais confortável". Ela o levou pra cama onde transava com José.

Assim que entraram no quarto, ela se deitou de pernas abertas e ele a penetrou até o fundo, enquanto ela só dizia:
— Mais, não para, não paraaaaa, pelo amorrrrrr de Deeeeeus.
Ele bombava com tudo, até que pediu pra ela ficar de quatro. Ela obedeceu, mas avisou:
— Vou te dar uma coisa que não dou pra qualquer um, nem pro José. Meu cu é todo seu, vai com calma, por favor.

Ricardo não hesitou: enfiou os dedos naquela buceta molhada e espalhou os sucos naquele cu que já tava esperando. Quando viu que tava pronto, aproximou a glande daquele buraquinho. Ela ajudava, guiando ele pra ir entrando devagar. Ele não apressou nada, deixou ela comandar tudo. Aos poucos, começou a entrar, sentindo como ela apertava o pau inteiro e como ela gemia e empurrava pra que entrasse toda aquela rola que tanto queria.

Quando ele tava todo dentro, ela disse:
— Espera um pouquinho...
E foi se acomodando com o pau no cu, começando com um movimento leve, de entrar e sair. Com o ritmo, veio o gostinho de sentir ele dentro do cu, e ela passou a gemer. Foi o ponto de partida pra Ricardo pegar o ritmo que queria dar naquele cu. Ela gemia cada vez mais, até começar a pedir:
— Mais, mete mais, não paraaaaa, toda, me dá toda dentrrooooo, siiiim, assiiiiim, uuuffff, deixa o leite dentro do meu cuuuuuuu, quero seu gozo, seu leiteeeeeee...
— Esse foi o sinal. detonante para o Ricardo, que gozou dentro do cu dela, terminou esmagando ela com o corpo pelo esforço que tinha feito, e ela vira a cabeça com um sorriso enorme, dizendo: "você é o primeiro que faz isso comigo, bem feito, obrigada, você é muito bom transando."
E esse foi o ponto de partida para o Ricardo visitar ela nos dias em que o José estava com a família, e ela feliz da vida por estar bem comida todos os dias, e nos dias da menstruação dela, o Ricardo esperava ansioso, aquele cu era só pra ele, pro José ela nunca deu.
Mas o José começou a ter problemas e já não ia tão seguido vê-la e também não conseguiu manter a casa que alugava pra ela, então a Alicia voltou pra casa dos pais dela.
E ela sempre ia com a Carla dançar e se divertir juntas, as vezes que elas entravam nos banheiros da balada e comiam o cara com quem dançavam, são incontáveis.
Até que apareceu o Carlos na vida dela, e ele despertou um sentimento diferente de tudo que ela já tinha vivido, e ela gostou de compartilhar o tempo com ele, mesmo que ele não fosse bom na cama, ela levava uma vida boa, sem nenhum tipo de necessidade, moravam num bairro tranquilo, e não passavam aperto e tinham tempo de sair pra curtir juntos muitos momentos.
A rotina começou a entrar no relacionamento, e o Carlos começou a buscar alguma solução, e encontrou a que pareceu ideal pra ajudar a relação deles. Ele encontrou na internet dois clubes de nudismo, que ficavam perto de onde eles moravam. Podiam ir a qualquer hora, e decidiram ir num dia de semana, pra ver como era o lugar.
Chegaram, falaram com quem cobrava e explicou como era o lugar e onde ficavam o bar e os banheiros, piscinas e tal.
Assim que estacionaram o carro, ela se despiu e colocou as havaianas, era a única coisa que ela vestia, e o Carlos disse: "vamos dar uma volta". Foram até onde ficava a piscina maior, tinha casais e homens sozinhos, e quando viram a Alicia, todos viraram a cabeça ao ver uma mulher gostosa, toda nua, com aquelas tetas e aquele cu.
Ficaram Conversando com vários casais, se atualizando sobre como era o clima, e um casal convidou eles pra um quarto. Dividiram a cama, mas não rolou troca de casais, era forte demais pra eles, ou pelo menos pro Carlos, que nunca tinha vivido algo assim. Todo mundo curtiu e voltou pra piscina, mas eles precisavam ir pra casa porque naquela noite tinha um aniversário e precisavam se preparar.

Conversaram sobre o que viveram e decidiram que uma hora iam voltar, mas aquela experiência mudou a Alicia. Ela não usava mais nada em casa; quando Carlos chegava, ela tava sempre pelada, esperando por ele. E ela deixava ele esperar um pouco pra ver se ele aguentava mais, mas não conseguia muito.

Mas o passado deixa marcas, e Alicia já tinha algumas. Então ficou pensando em como resolver a falta de um sexo bom, que ela tanto precisava.

E quando você tá procurando alguma coisa, às vezes a solução aparece...

Ela começou a sair na rua com camisetas compridas que quase não cobriam a raba, com leggings bem justinhas, e por qualquer motivo se abaixava, principalmente no supermercado, pra exibir a bunda e ver se pescava alguém.

Nos dias quentes, nem usava legging, no máximo uma saia curta. Quando se abaixava, a vista que deixava pra todo mundo era impressionante.

E o Esteban, o vizinho dela, que não ia perder essa oportunidade, olhou em volta pra ninguém ver e passou a mão na bunda linda da Alicia. Ela fingiu surpresa, mas não falou nada. Os dois colocaram o dedo na boca, como quem diz "silêncio", o que fez eles sorrirem e começarem uma relação de cumplicidade.

Como Alicia tinha muito tempo livre, podia sair de casa a qualquer hora pra encontrar o Esteban. Escolheram um lugar meio afastado do bairro, pra evitar fofoca dos vizinhos. Ela entrava no carro e iam pra um lugar distante, cheio de árvores, pra curtir juntos essa aventura.

Enquanto chegavam no local, ela com uma mão brincava com a própria buceta e fazia o Esteban chupar os dedos dela, e com a outra mão... agarrava a pica por cima da calça. Quando chegaram, foram pro banco de trás e a Alicia sentou de novo naquilo que tanto sentia falta, um sexo muito bom, muito melhor do que o que tinha há anos com o Carlos. O Esteban sabia como percorrer o corpo dela, excitá-la e fazê-la pedir mais, quero mais, e ela pedia algo especial pra ele: que metesse sem camisinha e deixasse a buceta cheia de porra, assim ela conseguia ter um orgasmo mais intenso. O Esteban não se fez de rogado e fez o que ela pedia.
Os encontros eram espaçados, uma vez a cada dez ou quinze dias, mas isso fez a Alicia voltar a curtir umas boas fodas como não tinha há muito tempo.
O Esteban pedia pra ela dar a raba, mas ela dizia que não, que já tinham tentado e machucaram ela, e que não ia dar.
Continua…

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