Introdução:
Essa é uma história que vai ter vários capítulos, espero que vocês curtam. É baseada em fatos reais…
Quando Alicia e Carlos se conheceram, os dois já tinham um pouco de experiência de vida. Ele é 10 anos mais velho que ela, e quando a encontrou na rua e a convidou pra um café, soube que ela tinha 18 anos — era o sonho de Carlos.
Jovem, sua mulher ideal, com um corpo de cair o cu da bunda, uns peitos lindos que as mãos não conseguiam cobrir inteiros aquele par maravilhoso, mas o que mais se destacava era aquela raba, gordinha, gostosa, e que a Alicia sabia rebolar muito bem pra fazer todo mundo olhar com desejo, e foi exatamente isso que provocou no Carlos.
Na primeira vez, só rolou uma troca de beijos suaves e números de telefone.
O próximo encontro foi um pouco mais intenso. Depois do bar, saíram no carro do Carlos pra dar uma volta e sempre acham um lugar afastado pra poder curtir com uma mulher gostosa. Já passaram dos beijinhos pra ação mais pesada. Ele não conseguiu evitar de brincar com aquele lindo par de peitos que o enlouquecia. Tirar a camiseta dela e mergulhar neles foi um ato só, enquanto ela brincava com o pau dele por cima da calça. Depois de um tempo, se separaram e o Carlos abaixou a calça. Ela devorou o pau dele com uma ansiedade incrível, como se fazia tempo que não tinha um na boca. Enquanto ela chupava, ele colocava os dedos na buceta bem molhada dela, pronta pra ser penetrada, mas os dedos tocaram aquele ponto que fez ela gemer com o pau na boca. E aquele gemido tão gostoso fez ele encher a boca dela de porra, que a Alicia absorveu até a última gota e se lambeu depois de engolir tudo.
Hora de se recuperar, acalmar a respiração e os dois com uma cara de felicidade do caralho.
Quando a Alicia olha a hora, ela fala: me leva pra casa rápido que uma amiga tá me esperando.
Eles se despedem na porta e ela entra em casa, enquanto Carlos vai para a dele, onde morava sozinho, depois que o irmão se mudou com a parceira para umas quadras de distância.
Na casa da Alicia, a Carla tava esperando ela, e quando a viu, perguntou: "Você comeu ele?" "Só chupei ele e ele deu uma gozada gostosa pra caralho."
Com a Carla, eram amigas desde pequenas, e quase perderam a virgindade juntas, mas nunca tiveram um namorado fixo, sempre trocavam de pica. Às vezes se encontravam na casa da Carla e transavam com os namorados da vez.
Carla sempre adorava lembrar de um dia em especial, quando ela terminou de transar com o namorado, eles se levantaram pra tomar um mate, e saíram do quarto. A última coisa que ouviram foi ele dizendo: "Fica de quatro...
Enquanto a água esquentava, eles ouvem um Aaaggggghhhh, bem alto, e o namorado da Carla fala pra ela:
- Jejejeje, arrombou a bunda dela…
Depois de um tempo, Alicia e o namorado entram na cozinha, ele com um sorrisão, e ela andando meio dolorida, segurando a bunda, e falando: "Me arrebentou tudo, esse filho da puta...
— Boludo, tinha que fazer devagar, disse a Carla, e você, boluda, não fez nada?
— É que ela disse que era só a pontinha, e eu queria ver como era…
E ele completou:
— E o que você quer, boluda, com essa rabuda gostosa que ela tem, não consegui me segurar e enfiei a pica toda até o talo…
Carla pergunta pra Alicia se ela vai dar a buceta pro Carlos, e ela diz que primeiro quer ir transar num hotel e depois vê.
O próximo encontro terminou no hotel, onde ficaram completamente pelados, e Carlos contemplou aquele corpo gostoso, e não conseguiu deixar de percorrê-lo com as mãos, enquanto Alicia brincava com o pau dele, com os dedos inquietos.
Nesse encontro, definiram-se coisas que depois ficariam na relação. Carlos gostava de percorrer o corpo de Alicia, e ela estava morrendo de vontade de ter a buceta chupada, e foi assim que pediu. Carlos desceu e, quando provou o gosto, não gostou. Com esforço, continuou chupando, e Alicia percebeu que ele não sabia fazer direito. Já tinham passado muitas línguas pela buceta dela, e ela sabia aproveitar esse prazer. Automaticamente, fechou a porta do cu para Carlos — como ia dar aquilo pra alguém que nem sequer chupava um pouquinho como deve ser?
Depois de vários encontros, onde não só curtiam o sexo juntos, mas também iam dançar e faziam passeios e saídas lindas, decidiram ir morar juntos na casa do Carlos.
Quando ele chegava do trabalho, ela sempre o esperava de tanga e regata, e só de olhar pra ela já dava vontade de comer ela ali na entrada de casa, mas a Alicia segurava ele porque ela gosta de encontros que durem um pouco, não uma rapidinha e pronto, e com o Carlos, que ela amava, era assim: o Carlos aguentava o quanto podia, e quando gozava, o tempo de recuperação dele era muito longo, na verdade só no outro dia, e isso porque a Alicia, com tudo que sabia de sexo, deixava ele exausto. Ele nunca mais chupou a buceta dela e ela nunca mais entregou o cu pra ele.
E ela sabia muito de sexo por causa da experiência que teve antes de conhecê-lo, e um dia contou pra ele, mas bem depois, muito depois.
Continua…
Essa é uma história que vai ter vários capítulos, espero que vocês curtam. É baseada em fatos reais…
Quando Alicia e Carlos se conheceram, os dois já tinham um pouco de experiência de vida. Ele é 10 anos mais velho que ela, e quando a encontrou na rua e a convidou pra um café, soube que ela tinha 18 anos — era o sonho de Carlos.
Jovem, sua mulher ideal, com um corpo de cair o cu da bunda, uns peitos lindos que as mãos não conseguiam cobrir inteiros aquele par maravilhoso, mas o que mais se destacava era aquela raba, gordinha, gostosa, e que a Alicia sabia rebolar muito bem pra fazer todo mundo olhar com desejo, e foi exatamente isso que provocou no Carlos.
Na primeira vez, só rolou uma troca de beijos suaves e números de telefone.
O próximo encontro foi um pouco mais intenso. Depois do bar, saíram no carro do Carlos pra dar uma volta e sempre acham um lugar afastado pra poder curtir com uma mulher gostosa. Já passaram dos beijinhos pra ação mais pesada. Ele não conseguiu evitar de brincar com aquele lindo par de peitos que o enlouquecia. Tirar a camiseta dela e mergulhar neles foi um ato só, enquanto ela brincava com o pau dele por cima da calça. Depois de um tempo, se separaram e o Carlos abaixou a calça. Ela devorou o pau dele com uma ansiedade incrível, como se fazia tempo que não tinha um na boca. Enquanto ela chupava, ele colocava os dedos na buceta bem molhada dela, pronta pra ser penetrada, mas os dedos tocaram aquele ponto que fez ela gemer com o pau na boca. E aquele gemido tão gostoso fez ele encher a boca dela de porra, que a Alicia absorveu até a última gota e se lambeu depois de engolir tudo.
Hora de se recuperar, acalmar a respiração e os dois com uma cara de felicidade do caralho.
Quando a Alicia olha a hora, ela fala: me leva pra casa rápido que uma amiga tá me esperando.
Eles se despedem na porta e ela entra em casa, enquanto Carlos vai para a dele, onde morava sozinho, depois que o irmão se mudou com a parceira para umas quadras de distância.
Na casa da Alicia, a Carla tava esperando ela, e quando a viu, perguntou: "Você comeu ele?" "Só chupei ele e ele deu uma gozada gostosa pra caralho."
Com a Carla, eram amigas desde pequenas, e quase perderam a virgindade juntas, mas nunca tiveram um namorado fixo, sempre trocavam de pica. Às vezes se encontravam na casa da Carla e transavam com os namorados da vez.
Carla sempre adorava lembrar de um dia em especial, quando ela terminou de transar com o namorado, eles se levantaram pra tomar um mate, e saíram do quarto. A última coisa que ouviram foi ele dizendo: "Fica de quatro...
Enquanto a água esquentava, eles ouvem um Aaaggggghhhh, bem alto, e o namorado da Carla fala pra ela:
- Jejejeje, arrombou a bunda dela…
Depois de um tempo, Alicia e o namorado entram na cozinha, ele com um sorrisão, e ela andando meio dolorida, segurando a bunda, e falando: "Me arrebentou tudo, esse filho da puta...
— Boludo, tinha que fazer devagar, disse a Carla, e você, boluda, não fez nada?
— É que ela disse que era só a pontinha, e eu queria ver como era…
E ele completou:
— E o que você quer, boluda, com essa rabuda gostosa que ela tem, não consegui me segurar e enfiei a pica toda até o talo…
Carla pergunta pra Alicia se ela vai dar a buceta pro Carlos, e ela diz que primeiro quer ir transar num hotel e depois vê.
O próximo encontro terminou no hotel, onde ficaram completamente pelados, e Carlos contemplou aquele corpo gostoso, e não conseguiu deixar de percorrê-lo com as mãos, enquanto Alicia brincava com o pau dele, com os dedos inquietos.
Nesse encontro, definiram-se coisas que depois ficariam na relação. Carlos gostava de percorrer o corpo de Alicia, e ela estava morrendo de vontade de ter a buceta chupada, e foi assim que pediu. Carlos desceu e, quando provou o gosto, não gostou. Com esforço, continuou chupando, e Alicia percebeu que ele não sabia fazer direito. Já tinham passado muitas línguas pela buceta dela, e ela sabia aproveitar esse prazer. Automaticamente, fechou a porta do cu para Carlos — como ia dar aquilo pra alguém que nem sequer chupava um pouquinho como deve ser?
Depois de vários encontros, onde não só curtiam o sexo juntos, mas também iam dançar e faziam passeios e saídas lindas, decidiram ir morar juntos na casa do Carlos.
Quando ele chegava do trabalho, ela sempre o esperava de tanga e regata, e só de olhar pra ela já dava vontade de comer ela ali na entrada de casa, mas a Alicia segurava ele porque ela gosta de encontros que durem um pouco, não uma rapidinha e pronto, e com o Carlos, que ela amava, era assim: o Carlos aguentava o quanto podia, e quando gozava, o tempo de recuperação dele era muito longo, na verdade só no outro dia, e isso porque a Alicia, com tudo que sabia de sexo, deixava ele exausto. Ele nunca mais chupou a buceta dela e ela nunca mais entregou o cu pra ele.
E ela sabia muito de sexo por causa da experiência que teve antes de conhecê-lo, e um dia contou pra ele, mas bem depois, muito depois.
Continua…
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