Como vi em outros relatos, vou começar pelos detalhes pessoais meus e da minha esposa. Estamos na faixa dos 38 aos 44 anos, não vou dizer a idade exata, só que ela é a mais nova. Moramos na Espanha, também não vou especificar o lugar, pelo menos por enquanto... Vou descrever minha esposa, que vai se chamar Alicia. Temos um pouco mais de 1,70m e temos filhos. Depois de cada parto, Alicia malhava muito, e em pouco tempo já estava de volta com o corpo perfeito. Depois de dar à luz, os peitos dela aumentaram, passando para um tamanho acima de 100, a ponto dela querer reduzir um pouco. Foi difícil, mas consegui convencê-la a não fazer, e com exercícios e outros métodos, ela conseguiu que os peitos não ficassem muito caídos e tivesse o decote mais lindo do mundo... Também a convenci a não cortar o cabelo, ela tinha uma juba linda. Pra mim, de rosto, ela é a mulher mais bonita que existe, mas sei que não é o melhor que ela tem. Mesmo que alguns possam achar que o rosto não era perfeito, a boca dela, os lábios grossos naturais, o olhar que ela tem, a tornavam espetacularmente atraente... Eu vou ser o Pablo, da mesma altura e com um corpo legal. Vou na academia com ela e, além disso, jogo futebol dois dias por semana. Não tenho um grama de gordura, dizem que sou muito atraente, e a única coisa que não combina com meu corpo é meu pau, que mede 13,62 cm, ereto, sem aproximação, porque medi com cuidado... Uma insegurança que sempre me acompanhou. Na hora de transar, me dou uma nota 8, porque não sou ruim nisso, sou bom nas preliminares, faço muito oral e aguento bem na penetração, sem problemas de recuperação... Como com certeza devo ter esquecido algo, vou acrescentando. Estamos juntos desde sempre, os dois tivemos alguns relacionamentos anteriores, mas foram rápidos e não deixaram muita marca. Alicia nunca me deu ciúmes, e boto a mão no fogo que ela nunca me traiu... Apesar disso, eu sentia ciúmes, mas era eu mesmo que os provocava. Eu provocava com minha imaginação, porque ela não me dava motivo e eu tinha crise de ciúme praticamente todo santo dia, por isso o que vou contar pode não fazer sentido. Quando íamos fazer compras, ela dava a opinião dela sobre o que ficava bem em mim e o que não ficava, e do mesmo jeito, quando ela queria comprar algo, eu a aconselhava... A Alicia sempre escolhia roupas discretas, e era eu quem a incentivava a comprar roupas mais ousadas. Em algumas ocasiões, ela me dizia que o que eu escolhia ela não usaria porque pareceria uma puta. Eu gostava que olhassem para ela, isso desde sempre. Me excitava e depois me sentia mal, excitado por ver babões, fossem amigos, colegas, vizinhos ou estranhos, a ponto de mais de uma punheta eu ter que bater em algumas ocasiões...
Imagino que, como em todo casal, os anos foram nos dando mais confiança um no outro, e nas nossas noites de cama, a gente introduziu fantasias. Aos poucos, nessas fantasias, a gente incluiu conhecidos, amigos, de um jeito que ela ficava com mais tesão do que quando a gente transava normal. Eu contava como alguém tinha olhado pra ela, que eu percebi que o cara ficou de pau duro, que com certeza teria comido ela, etc... A Alicia tinha uns orgasmos com as fantasias que ficava toda boba e parecia uma eternidade, me confessando que não conseguia evitar, que ficava fora de si, que não conseguia se controlar direito. Ela é funcionária pública, sai do trabalho às 3:30 ou um pouco antes. Eu trabalho num banco, meu horário é bem relativo, trabalho pra caralho e o salário não condiz com o trabalho, mas como acontece com quase todo espanhol... No trabalho da minha mulher, tinha muitos candidatos que comeriam ela sem piscar. Não conseguem porque a Alicia, sem falar um palavrão, sabe botar os caras no lugar. Uma vez que fomos jantar com a minha empresa, tive que ficar de olho porque mais de um teria levado ela pra qualquer canto. Quando voltávamos pra casa, a gente trepava com uma paixão desenfreada, e quando mais Descarado tinha sido algum, maior era a trepada... Já fazia um tempo, bastante tempo, que eu tava metido em sites de contos de corno e lia tudo, passando de ciumento a querer ver minha mulher realizar nossas fantasias e vê-la sendo penetrada por outro ou outros. Já tinha entrado na minha cabeça que minha doce esposa fosse mais ousada e se tornasse uma verdadeira foxy, que não se segurasse... Fui moldando isso na minha cabeça e as fantasias com ela ficavam cada vez mais safadas, mais loucas, e o melhor é que ela aceitava, mas uma coisa era no calor do sexo sem limites, outra bem diferente era a frio, porque quando eu tentava puxar o assunto fora da cama, ela era mais relutante, menos participativa. Com calma e paciência fui mudando ela, passei do "não" absoluto para um "talvez", "a gente vê". Teve um momento, depois de muito tempo, que ela topou, mas deixou claro que tinha muitos medos... Principalmente de que nosso casamento não se quebrasse e que a família não ficasse sabendo. Não vou me alongar detalhando como consegui, mas tivemos várias tentativas e não foram nada bem. O que acabou com tudo foi uma vez que marcamos com um cara e no meio da foda me deu um treco e eu cortei aquele momento. A Alicia entendeu e não aconteceu nada, mas quando tentei de novo, recebi um "NÃO" bem seco... Outra vez que vou pular a parte de como consegui que fosse possível outra tentativa, só que me esforcei pra caralho, com alguns conselhos que me deram nas redes e que foram bem certeiros. Chegamos a ter uma longa conversa com uns copos de vinho e nos abrimos, não só eu, ela também, e embora a gente sempre contasse tudo, saíram umas coisas curiosas... Amor, sempre fomos muito sinceros, nunca escondemos nada e por isso estamos juntos há tanto tempo. Vamos, Pablo, fala o que você quer dizer. Você se empenhou pra gente deixar as crianças em casa e agora não fica enrolando. Tá bom, vou dar o primeiro passo: quero te ver na cama com outro. Isso eu já sei, não sou tonta, não. No começo, não me... Eu queria acreditar, quando você insistia em escolher minha roupa, o que eu tinha que vestir em alguma festa, mas quero saber por que você quer isso... Porque quero que você seja mais feliz, porque quero, Pablo paraa, se você quer que a gente continue a conversa, seja sincero de uma vez porra, tá bom, é pelos dois, porque me deixa com muito tesão só de pensar, o que mais?, porque quero me sentir melhor, não sei explicar, é como se eu precisasse disso e não fica bravo, não tô bravo, o que mais?, tá bom, eu desejo, eu preciso, tô sufocando por não conseguir, mais sincero não posso ser, se você pode ser, só me diz o que você quer, porque é o que te falta... Porra Alicia, olha como você é ruim, e vou ser pior, o que você esperava?, tá bom, quero ser um cuck, quanto custou pra você falar, viu como não foi tão difícil?, agora o que você diz?, viu, vou ser mais sincera que você desde o começo e sem rodeios, claro que não me importaria se viesse um cara, porque seria um cara mais novo e me macetasse como você diz nas fantasias, se eu tenho dificuldade em decidir é por causa do seu ciúme e pra ninguém do nosso círculo saber, porque senão, já teria pensado em dar pra alguém... Juro que não vou te recriminar e vai ser do seu jeito, se a gente fizer, que não tô dizendo que a gente vai fazer, vai ser do meu jeito e você calado e obedecendo, sem reclamar, juro que vai ser assim, posso te garantir que tenho a mente aberta, o que me diz?, que tô afim de te botar uns chifres bem dados pra você aproveitar, que você é quem vai aproveitar, mas, com quem?, com quem você quiser, não pode ser família, nem amigos ou conhecidos, melhor um estranho, você tem ideia de quem ou como encontrar um?... Tenho uma ideia, já fiz uns contatos com caras que poderiam se encaixar, que perfil eles têm?, mais novos que a gente, bem dotados e esperando saber como você os quereria, quero que tenha no máximo 30 anos, que seja forte, que seja simpático e que saiba pra que veio, fico de pau duro e a gente trepou como nunca, desde o dia seguinte eu fui colocando nos meus contatos com vários caras, de ter um pico de empolgação quando começava a bater um desânimo, porque não gostava de nenhum, porque tinha um denominador comum neles: te mandavam uma foto das rolas deles e já queriam transar, nada de esperar, e uma coisa que irritava a Alicia, quando ela colocava um empecilho, eles concordavam... Cinco meses depois de ficar contatando caras e três anos desde que comecei com minha vontade de ser cuck, parecia que as nuvens negras estavam sumindo e o sol aparecia, me encontrei com o Alejandro, um cara que tinha acabado de fazer 25 anos, 1,85m, moreno e era sarado, me chamou mais atenção que, apesar de ser tão jovem, ele parecia ter experiência e, depois de vários contatos, soube que ele estava nesse mundo desde os 18 anos, mas com certeza antes disso, não tinha pressa em pegar minha mulher e fiquei perplexo quando, numa das nossas conversas, ele me disse que ia ver se tava a fim ou não, já tinha falado com a Alicia sobre o Alejandro e ela me notava contente e no fim aceitou conversar com ele... Não teve um grande avanço nos dias seguintes, até que, astutamente e embora não me fizesse nem um pingo de graça, eu a incentivei a fazer quando quisesse e sem eu estar presente, as conversas deles deviam estar indo muito bem, porque ela só queria que a gente fantasia-se com ele e nossas fodas eram de arrepiar, dele eu sabia tudo menos o tamanho da rola e a Alicia não ousava perguntar, pra conseguir isso mandei fotos da Alicia, que não mostrava muito, mas dava pra intuir, a resposta dele não foi o que eu esperava e convenci minha esposa a deixar fazer algumas... Fiz elas e ela só me deixou mandar duas, as que ela disse, essas ele gostou mais e como ele não fazia mais nada, pedi, uma imagem da rola dele, demorou mas mandou e quase morri, tão boa impressão que me deu, que fiquei duro e gritei chamando a Alicia, que veio correndo assustada pra ver o que tava rolando, apontei pra tela e ela ficou até vermelha, é difícil ela ficar sem palavras e Ficou sem elas, era uma cock enorme, não sei quanto media, mas era exagero, grande, grossa e uma glande grená em formato de zeta ou cogumelo, bem bonita e grande, não podia ser mais chamativo, imaginava ela na buceta da minha esposa, na boca dela ou entre os peitos dela, já que a minha se perdia entre eles... Sem nos conhecermos direito, acabamos criando uma boa amizade, fiquei sem graça de contar o que senti ao ver aquela cock, mas também fiquei sem graça de falar qualquer coisa pra Alicia, naquela noite a gente falou de tudo e no momento de excitação acabei falando mais do que devia sobre a cock do Alejandro, tanto que Alicia me disse pra fazer o necessário pra encontrar com Alejandro e tentar ficar com ele pra ver se era realmente como eu dizia e se era verdade que ele tinha uma cock daquelas, falei que ela era louca, que eu não ia encontrar com um cara e pedir pra ele me mostrar, no dia seguinte, depois do trabalho, Alicia me disse que tinha marcado um encontro com Alejandro e me deu o horário e o lugar, de novo ciúmes, borboletas no estômago, excitação e o que minha esposa me disse: Alejandro, tenta fazer direito e pra dar certo, começa a agir como um cuck e assim você vai ser... Você tem que cuidar da sua mulherzinha, que só confio em você, conheço todos os gestos da minha mulher, todos os olhares e eram de safada, o que me deixou com muito tesão, cheguei antes do Alejandro e sentei no bar que a gente tinha combinado, era a hora das mães com os filhos saindo da escola e gente demais pra conversar tranquilo, pensei numa dúzia de lugares melhores e mais calmos, mas não dava mais pra fazer nada, só esperar, ele chegou quase na hora e me causou uma ótima impressão, porque eu esperava um moleque despreocupado, talvez um vagabundo, e não parecia nada disso, ele tava de terno e ficava muito bem... Ele pediu desculpas pelo pequeno atraso e disse que foi por causa de um imprevisto de última hora no trabalho, pra quebrar o gelo a gente foi falando mais sobre nossos trabalhos e ele me impressionou em várias coisas, entre Elas sabiam onde e com o que eu trabalhava, eu era filho único do dono de uma das empresas mais importantes da região onde a gente morava. Aí a gente passou a falar sobre o que nos levou até lá, mostrei fotos da minha mulher sem pixel e ele reconheceu que eu tinha muita sorte de ter uma mulher tão gostosa... A gente se encaixou perfeitamente, tava gostoso estar com ele, mas eu não sabia como dizer que a Alicia queria que eu confirmasse se o pau dele era o mesmo da foto. "Alejandro, sei que o que vou te pedir pode ser pesado, mas é que a Alicia quer que eu veja se você é bem dotado mesmo." Fiquei esperando a reação dele, e ele, com toda naturalidade: "Porque você me cai bem, vou abrir uma exceção, mas aqui chamaria muita atenção a gente ir pro banheiro junto. Você tem carro?" Depois que eu disse que sim, fomos até ele. Ele pediu pra eu ir pra um lugar mais discreto, paramos num canto bem escondido, já era tarde e não tinha ninguém por perto. Ali foi o começo de tudo, porque quando paramos, eu esperava que ele tirasse o pau pra fora, a gente confirmasse e fosse embora. Mas ele sempre disse que era muito tarado, e essa foi a primeira prova: ele pediu meu celular, eu dei. A gente tinha colocado nomes falsos, e ele perguntou qual nome eu tinha usado pro contato da minha esposa, eu falei. Ele entrou no WhatsApp e fez uma videochamada. A Alicia achou que era eu e ficou chocada quando viu o Alejandro, que disse: "Você que devia ter vindo, porque olha só o que seu marido vai ter que fazer agora." E virou pra mim: "Tá esperando o quê pra sua mulher ver?" Me mandou focar a câmera no celular. Eu não sabia o que fazer, ou não queria saber o que tinha que fazer. Ele mandou eu tirar o pau dele pra fora, e eu congelei, até ouvir minha mulher: "Vai, começa a exercer seu papel de cuck, não demora." Foi menos difícil do que eu pensei, principalmente por causa da voz da Alicia, que se não tava se tocando, tava quase lá. Demorei um pouco, fiquei sem jeito e nervoso, mas tirei o pau dele, que tava mole. Mesmo assim dava pra ver que era o mesmo da foto e que era bem grande. Pablo, bate uma pra ele que eu quero ver ele em ação, não pensa duas vezes — falei nervosa e excitada. Eu fiz, bati uma um pouco, e como ele cresceu, uma barbaridade. Soltei e falei que já tava bom, voltei e deixei no mesmo lugar. Arranquei pra ir pra casa e fiquei de pau duro. Cheguei gemendo, não dava pra fazer nada até botar as crianças pra dormir, e nós dois morrendo de vontade de ficar sozinhos. Os mamilos da Alicia, que são pontudos quando ficam duros, estavam marcando mais do que nunca... Não lembrava de uma foda tão bestial em todos os anos de namoro e casamento. Ela concordava, falou que tinha ficado tão tarada que os mamilos estavam doendo, e é verdade, porque os mamilos dela são escuros e ficaram ainda mais escuros. Tinha combinado com o Alejandro de confirmar aquela noite quando íamos nos encontrar, e tivemos um momento tenso, mas não de clima ruim. Surgiram coisas que a gente não tinha pensado. Pablo, aqui eu não quero que ele venha, mas também não quero que nos vejam entrando os três num hotel, que ia chamar muita atenção. E, quer saber? Na casa dele não me agrada. O que a gente faz?... Vou pensar e achar a solução. Enquanto você acha a solução, vamos deixar tudo claro, porque de todas as condições que você sempre falou, não vou lembrar nem da metade, e você sabe que quando eu tô tarada, não respondo por mim. Tem razão, e eu falei que ia ser do seu jeito. Só uma coisa: que seja com camisinha, mesmo que não precise. Concedido, nisso não tem problema, também prefiro. Acabei de pensar: por que não pedimos as chaves do apartamento pros seus pais, com a desculpa de que vamos jantar perto de lá, pra não voltar tarde e por causa do álcool?... Pode ser uma boa ideia, acho que minha mãe não vai criar problema. Outra coisa que me importa muito: o que posso ou não falar, porque não quero que escape como hoje à tarde. Porque uma coisa é nas nossas fantasias eu falar de tudo pra você e você pra mim, e outra é tendo outra pessoa. Cara, eu sei como você é, como você quer ser. O que aconteceu antes não me incomodou, me deixou com tesão e com certeza vou falar algo pesado pra você. Liguei bem cedo pro banco pra me dizer que já estava tudo resolvido com a mãe dele, que a gente tinha um apartamento. Mandei um WhatsApp pro Alejandro marcando de tomar um drink sábado à noite... Essa parte eu que planejei, nisso minha esposa me deixou fazer do meu jeito, porque, mesmo eu tendo gostado muito dele, a última palavra, a decisão final era da Alicia, embora também fosse do Alejandro, porque deixei claro: se por algum motivo ele não gostasse da Alicia — o que era impossível —, não passaria de um drink. O lugar escolhido era uma cafeteria que virava pub à noite, um lugar onde a gente costumava ir e nos dava segurança. Como a gente só ia lá pra fazer o primeiro contato, era o local ideal. Nossa ideia era ir, ver como o Alejandro era, sentir o clima que rolava e, num primeiro momento, não ir além. Conversar entre nós, trocar impressões e deixar pra outro dia, se tivéssemos gostado. A do apartamento era caso desse uma loucura, o que era difícil... A Alicia passou praticamente das seis da tarde se preparando: banho relaxante com espuma, unhas, cabelo, maquiagem, depilação, etc. Não deixou nada de fora na preparação e me chamou pra me deixar a fim. Já que você quer exibir sua esposa e talvez entregar ela pra outro, você vai escolher o que eu vou vestir, porque isso você faz muito bem. Mas escolher tudo... Na minha mente, estavam vários conjuntos. Escolhi um que era bem provocante e que, nas poucas vezes que ela usou, me deixou com muito tesão. Do lado, coloquei a roupa íntima, que era bem sugestiva. Ela estava enrolada num roupão branco, olhou o que eu tinha escolhido e, fazendo uma careta, disse: "Com isso vou parecer uma puta, é o que você quer?" E não esperou eu responder. Mandou eu sair do quarto e não entrar... A verdade é que não esperei muito, embora tenha me decepcionado um pouco, porque Ela saiu vestida, mas tava com um casaco longo de tecido, que batia abaixo do joelho. O que eu reparei foi que as meias não eram as mesmas que ela tinha escolhido, e ela me disse que tinha dado uma corrida, que trocou por uma meia-calça, que ela gostava porque tinha bordados. Era verdade, tinha uns desenhos. Reclamei que meia-calça não é o ideal pro que a gente ia fazer, e ela me corrigiu, falando que não ia rolar nada naquele dia. Eu apressava ela pra ser pontual, e ela me dizia "calma", o que me deixava mais nervoso. A gente tava na dúvida se ia de carro ou de táxi, no fim decidimos ir de carro, eu não podia beber muito. Aconteceu o que nunca: chegamos e achamos vaga na hora... Fomos andando a passo de tartaruga até a cafeteria, com a Alicia no meu braço, ela tentava disfarçar mas tava tão nervosa quanto eu. No caminho todo, eu lembrava das vezes anteriores que foram um desastre e cruzava os dedos pra que dessa vez desse certo. A Alicia pensava a mesma coisa, porque me disse: "Tomara que não seja outro fiasco como das outras vezes, porque já te aviso que seria a última". Respondi rápido pra ela se animar e não desanimar, e ela quase saiu correndo: "Fica tranquila, dessa vez eu escolhi um profissional". Soou muito mal, tanto que a Alicia parou no meio do caminho e falou: "Me diz que você não teve a ideia de contratar um puto ou um gigolô". Corrigi o que tinha dito: "Como você pode pensar isso? Falei profissional porque ele já atendeu vários casais". Ela não ficou nada convencida e queria ir embora. Eu não tava falando por falar, conheço ela, e lembrei onde ele trabalhava. No meu celular, busquei o nome da empresa e no site aparecia ele. Mostrei pra ela, e ela disse: "Se não for esse, eu vou embora..." O que tinha começado muito bem às seis da tarde tava virando tempestade. Começou a mudar quando, ao entrar, vimos o Alejandro, que nos esperava no balcão. A gente se aproximou, apresentei a Alicia, e pela forma como se cumprimentaram, eu soube que já tinham se visto. Gostei, sugeri sentarmos numa das mesas e escolhi a mais afastada e, por acaso, a que tinha menos luz. Desde o início, rolou faísca entre nós dois, cada vez se entendiam melhor e, por causa da música, tínhamos que nos encostar um no outro pra nos ouvir melhor. Depois de uma hora, a Alicia foi ao banheiro, fiquei com o Alejandro e perguntei sobre as primeiras impressões. Resposta direta: "Alicia me causou uma impressão melhor do que eu esperava e, por isso, hoje à noite vou pegá-la, porque vi nos olhos dela que ela quer que eu coma ela." Meu pau mexeu dentro da calça, mas vi que ele tava muito empolgado. A dúvida foi resolvida pela Alicia, porque meu celular vibrou no bolso e era um zap dela: "Pablo, faz o que quiser e como quiser, mas quero te dar de presente hoje à noite os chifres que você tanto deseja." Meu pau não mexeu mais, ficou duro como nunca... Não queria dar razão ao Alejandro, mas não tinha escolha. Assim que a Alicia voltou, sugeri irmos pra um lugar mais aconchegante. Alejandro disse: "Já era hora, você tava demorando." A Alicia ficou com cara de safada, não, de puta. Dissemos pra ela nos seguir de carro. Aproveitei o caminho pra falar com a Alicia: "Por que essa mudança de postura? Tem certeza?" "Tenho certeza e não quero que, daqui até o apartamento, eu mude de ideia ou esqueça por que mudei de opinião. É que você não sacou, ele passou a mão em mim várias vezes. Gosto do cara sem vergonha que ele é, de como ele te come com o olhar e depois te conto mais. Agora quem tem que ter certeza é você, porque se não quiser, pode voltar atrás e a gente para. Mas se começarmos, eu não me responsabilizo, tô avisando. Se você tá afim de continuar, imagina eu, embora eu esteja muito nervosa e excitada. Por que você não tirou o casaco?" "Não precisa dar tudo de uma vez." O "tô avisando" não soou ameaçador, foi uma frase com um tom muito safado, mostrando como ela tava. E eu nem percebi quando ele passou a mão nela, foi muito bom, e melhor ainda minha esposa disfarçando... Entramos nós três. Juntos no hall, o elevador que era pra quatro pessoas, era uma risada, porque entravam três e bem apertados. Eu tava de olho no que rolava e a Alicia fez um som abafado com a boca, não precisava imaginar muito pra saber que o Alejandro tava passando a mão nela. Fomos pra sala e a primeira coisa que fiz foi ligar o ar quente no máximo, mesma coisa no quarto enquanto eles ficavam na sala, porque a Alicia tava procurando algo pra beber, nisso a gente não tinha pensado e o único que tinha era uma garrafa de gim fechada, então serviu bem pra eles, tudo soltos que tavam e agora estavam sem graça, até que eu perguntei pra minha esposa se ela ia continuar de casaco e ela disse pra deixar o ar ligado cinco minutos pra esquentar bem a sala. O Alejandro tava na expectativa e nada nervoso, eu e minha mulher também, mas nervosos, tava doido pra ver a cara que o Alejandro ia fazer quando visse o modelito da Alicia... A Alicia levanta e eu já fico nervoso, meu olhar vai pra ela e pro Alejandro, ela tira o casaco e ele ficou com cara de tarado, mas eu de surpresa e de tesão, ela não tinha vestido o que eu escolhi, tinha vestido um vestido mais de primavera, verão, que é abotoado na frente, com decote mais que generoso e curto, na metade da coxa, não ficava pequeno mas sim bem justo e tava há muito tempo sem usar, porque ela dizia que tinha cara de puta com ele. O defeito que eu vi, que com esse vestido ela devia ter usado meia-calça, era um apartamento de verão, a mobília era bem normal, pra poder alugar, tinha um sofá que virava cama e duas poltronas individuais. O Alejandro sentou no grande e a gente sentou um em cada individual. Quando a Alicia sentou, o vestido subia, apertava mais e os bicos dos peitos marcavam pra caralho, achei estranho porque ela devia estar de sutiã, porque senão as tetas balançariam um pouco mais. Fiz um sinal pra minha esposa pra ela sentar com ele e ou ela não viu ou não me quis dar ouvidos, Alejandro perguntou pelo banheiro e, quando ficamos sozinhos, falei pra minha esposa: "por que você não senta do lado dele? Não tá afim?" Com um brilho nos olhos de estar putamente com tesão, ela respondeu: "cê acha que não tô com tesão? Tô me segurando pra não pular em cima dele, mas quero que ele tome a iniciativa..." Fiquei puto porque não entendia ela e Alejandro também não fazia nada. Comecei a pensar no que fazer pra animar aquele par de "idiotas", e o que me vinha na cabeça podia deixar a Alicia brava. Alejandro entrou na sala e, em vez de ir pro lugar dele, ficou atrás do encosto do assento da Alicia. Continuou a conversa que a gente tinha deixado, não lembro qual era, e começou a massagear os ombros dela. Em segundos, a cara dela mudou, ela tava se derretendo de prazer. Ele baixou as mãos, enfiando dentro do decote da minha esposa, e me olhava com uma intensidade que nunca tinha visto nos olhos dele. Me olhava como quem diz que não sabia o que fazer. Alejandro começou a controlar a situação e era bom, ainda mais pra dois quase iniciantes como a gente. Ele foi desabotoando o vestido dela, mas só os primeiros botões, e depois disse pra minha mulher se levantar e tirar o vestido pra ele. Ela me olhou hesitando até ver em mim um consentimento. Levantou, virou as costas pra mim, e ele sentou onde ela tinha estado. O vestido ficou aberto, e me chamou a atenção as primeiras palavras dele: "slut", dito do jeito mais doce, soltou na lata. Uma coisa era eu chamar ela assim, mas outra era outro cara dizer isso — podia dar merda... E eu me enganei, porque agora foi ela quem se aproximou dele e se abaixou pra beijá-lo, e eu pude ver a mão dele se mexendo entre as pernas dela. Que pena que ela tava de calcinha. De onde eu estava, só via as costas dela e queria ver mais, por isso me mudei pro sofá grande. Me fascinou e excitou o jeito que eles se comiam de boca, o tesão que colocavam naquilo, e naquele momento entendi o que Alejandro tinha dito pra Alicia, porque ela tinha colocado algo que nunca... Não tinha visto ele nem ela antes. Era um body inteiro, daqueles de corpo todo, que deixava o peito e a buceta de fora, porque tinha aberturas nos dois lugares. Ela tava cada vez mais tarada, eu conheço ela, e isso significava que agora nem os geos a paravam. Alejandro tava se esbaldando com os peitos dela, uns peitos tão bem colocados que eu tinha visto poucos, e com uns bicos iguais aos dela, menos ainda. Alicia já não tava mais na dela, tava soltinha igual pico de ferro de passar, e começou a desabotoar a calça de Alejandro. Custou, mas conseguiu tirar não um pau normal, um vergalhão que ela tava doida pra ver ao vivo e não em foto. Ela não conseguiu disfarçar a satisfação ao ver aquilo... Ficou rendida e não demorou pra dar um tratamento especial, porque Alicia faz uns boquetes incríveis e com aquele ia gozar pra caralho. Ela até esqueceu que eu tava ali, mas de repente olhou pra mim e, desde aquele momento, continuou chupando e lambendo sem tirar os olhos de mim. Aquele olhar me deixava mais tarado do que o fato de ver ela chupando outro pau. Poucos entendem um olhar assim, só quem já provou. É uma mudança radical na esposa. Alicia tava sem freio chupando ele, queria enfiar tudo até a garganta, como ela adora fazer, mas era impossível meter aquele pau todo, e olha que ela aguentava, porque eu já teria gozado. Alejandro se levantou, se pelou, e que corpaço hein. Sentou minha mulher e começou a comer a buceta dela. Desde que ele se meteu entre as pernas dela, Alicia começou a suspirar e esticou o braço pra mim, pra eu segurar a mão dela. Depois puxou e me beijou. No começo, achei o beijo estranho, porque ela tinha acabado de ter um pau na boca e tava com gosto dela mesma. A estranheza passou em segundos e fiquei mais tarado do que nunca. Me enlouqueceu quando minha mulher tava quase gozando e me pediu um beijo. Sentir ela gozar enquanto me beijava, o hálito quente entrando na minha boca, me deu uma sensação única. Depois ela me olhou, ficou vermelha e tapou os olhos... Enquanto eu a acalmava. Alejandro foi colocando uma camisinha, eu esperava que a gente tivesse ido pra cama, mas não, Alejandro fez ela se ajoelhar no banco e começou a foda, não foi com pressa, no início tava na primeira marcha e quando a Alicia mexeu o corpo, passou pra segunda, terceira, quarta e meteu a quinta ferozmente, ver a cara da minha esposa descomposta de prazer, os peitos dela de cento e pouco balançando descontrolados era uma imagem desejada e posso dizer que até necessitada, a Alicia cada vez aguentava menos as aparências, queria que se soltasse de vez e eu me aproximei pra falar baixinho só pra ela, amor, aproveita, não se segura, já que tá claro, por mais que tente disfarçar, que você é uma puta e que me deixa muito tesudo, não gosto de te ver tão calada, isso fez ela se soltar e eu só tava ligado nela falando isso e pelo que ela me disse, percebi que o Alejandro tinha avançado mais, você tem razão, é um cuck ideal e te amo mais, mas olha como sou uma slut, esse filho da puta tá comendo meu cu e era verdade, ele tinha enfiado dois dedos metendo fogo... Alejandro ao nos ouvir não se segurou mais, Pablo, fico feliz de ser eu quem te fez de cuck, mas com essa slut que você tem é uma delícia, que rabão ela tem, tá pedindo pra ser comido e não acabei de falar e deu vários tapas seguidos, isso me fez descobrir algo novo na Alicia quando a ouvi dizer, Sim, Vai, Mais, Mais, a Alicia gozou pelo menos umas duas vezes que percebi sendo fodida e talvez uma terceira quando o Alejandro gozou, que gritou tanto que podia ter abafado uma gozada da Alicia, eu tinha gozado no começo e como não me despir, sujei parte da minha calça, a Alicia me "repreendeu" e disse que eu era um desastre, agora os dois sentaram juntos no sofá grande, o Alejandro não tinha broxado de vez e mesmo assim, era o dobro do meu, eu não tava depilado, ele tinha as partes depiladas, o que dava a impressão de ser maior ainda, sem esperar, Alejandro nos Disse que pra primeira vez foi muito bom, não me importaria de marcar outro dia e com certeza vai ser muito melhor, por isso agora vou deixar vocês a sós, que depois da primeira vez vão ter muita coisa pra conversar. Quis levar ela, mas ela disse que não precisava, que ligava e vinham buscar. Me apertou a mão quase quebrando, deu um beijão na boca da Alicia e, quando ficamos sozinhos, a gente conversou...
- Pra quebrar o gelo, amor, você me fez muito feliz. Queria te ver com outro e foi melhor do que qualquer uma das minhas fantasias, mesmo tendo te visto em alguns momentos meio na dúvida.
- É verdade, mas não pode dizer que no final eu tava travada.
- Essa parte, quando você me olhou enquanto tava fazendo o boquete nele, foi o melhor.
- É que o Alejandro é um touro danado.
- Um verdadeiro garanhão. O que você mais gostou?
- Tudo. Ele é muito bom com a língua, sabe o que faz, e na hora de foder é demais.
- Sê sincera. Quem fode melhor? Qual pau você gosta mais?
- Nããão, isso não se pergunta.
- Vai, responde.
- Vocês fodem diferente e é diferente. Se for só foda, ele fode melhor. A diferença é que contigo tem um sentimento de amor que ele não consegue igualar. E sim, o pau dele é melhor, o que quer que eu te diga? O que se sente tendo aquilo tudo dentro é indescritível. Desculpa, mas essa história de que tamanho não importa é besteira, te digo que importa sim. Teve algo que te incomodou?
- Tipo o quê?
- Agora pensando friamente, que ele te beijasse depois de você ter chupado ele, e o que eu te falei na frente dele.
- Vou ser sincero. O beijo me deu um puta tesão no começo, mas depois me deixou muito excitado, e o que você falou também. Na verdade, queria que você tivesse dito mais, igual quando a gente fode sozinho.
- É bom saber, caso a gente decida repetir.
- Eu não preciso esperar. Já te falei que quero repetir e quero ver ele te fodendo o cu.
- Que safado você é. Isso me dá um pouco de medo, porque se ele for bruto, acaba comigo. Já Vamos ver. Eu também tô a fim. Disso você cuida. — Espera, quero saber uma coisa: de onde você tirou esse modelito de calcinha? — Sabia que você ia gostar. Comprei pela internet e queria te dar uma surpresa. Se rolasse algo com o Alejandro, beleza, e se não, uma surpresa pra você em casa. E já que estamos nessa, até onde você quer chegar? Não aonde você quer que eu chegue, não. VOCÊ. — Ah, sei lá. A gente vê conforme for rolando, mas já te falei que tô aberto a tudo e se for algo que você curte, melhor ainda. Tudo tinha ido melhor do que eu imaginava, incluindo o nervosismo e o “ciúme” que sumiram vendo a Alicia se acabar de prazer. Na semana seguinte não deu pra gente se ver, mas na outra deu, e isso eu conto no próximo relato...
Imagino que, como em todo casal, os anos foram nos dando mais confiança um no outro, e nas nossas noites de cama, a gente introduziu fantasias. Aos poucos, nessas fantasias, a gente incluiu conhecidos, amigos, de um jeito que ela ficava com mais tesão do que quando a gente transava normal. Eu contava como alguém tinha olhado pra ela, que eu percebi que o cara ficou de pau duro, que com certeza teria comido ela, etc... A Alicia tinha uns orgasmos com as fantasias que ficava toda boba e parecia uma eternidade, me confessando que não conseguia evitar, que ficava fora de si, que não conseguia se controlar direito. Ela é funcionária pública, sai do trabalho às 3:30 ou um pouco antes. Eu trabalho num banco, meu horário é bem relativo, trabalho pra caralho e o salário não condiz com o trabalho, mas como acontece com quase todo espanhol... No trabalho da minha mulher, tinha muitos candidatos que comeriam ela sem piscar. Não conseguem porque a Alicia, sem falar um palavrão, sabe botar os caras no lugar. Uma vez que fomos jantar com a minha empresa, tive que ficar de olho porque mais de um teria levado ela pra qualquer canto. Quando voltávamos pra casa, a gente trepava com uma paixão desenfreada, e quando mais Descarado tinha sido algum, maior era a trepada... Já fazia um tempo, bastante tempo, que eu tava metido em sites de contos de corno e lia tudo, passando de ciumento a querer ver minha mulher realizar nossas fantasias e vê-la sendo penetrada por outro ou outros. Já tinha entrado na minha cabeça que minha doce esposa fosse mais ousada e se tornasse uma verdadeira foxy, que não se segurasse... Fui moldando isso na minha cabeça e as fantasias com ela ficavam cada vez mais safadas, mais loucas, e o melhor é que ela aceitava, mas uma coisa era no calor do sexo sem limites, outra bem diferente era a frio, porque quando eu tentava puxar o assunto fora da cama, ela era mais relutante, menos participativa. Com calma e paciência fui mudando ela, passei do "não" absoluto para um "talvez", "a gente vê". Teve um momento, depois de muito tempo, que ela topou, mas deixou claro que tinha muitos medos... Principalmente de que nosso casamento não se quebrasse e que a família não ficasse sabendo. Não vou me alongar detalhando como consegui, mas tivemos várias tentativas e não foram nada bem. O que acabou com tudo foi uma vez que marcamos com um cara e no meio da foda me deu um treco e eu cortei aquele momento. A Alicia entendeu e não aconteceu nada, mas quando tentei de novo, recebi um "NÃO" bem seco... Outra vez que vou pular a parte de como consegui que fosse possível outra tentativa, só que me esforcei pra caralho, com alguns conselhos que me deram nas redes e que foram bem certeiros. Chegamos a ter uma longa conversa com uns copos de vinho e nos abrimos, não só eu, ela também, e embora a gente sempre contasse tudo, saíram umas coisas curiosas... Amor, sempre fomos muito sinceros, nunca escondemos nada e por isso estamos juntos há tanto tempo. Vamos, Pablo, fala o que você quer dizer. Você se empenhou pra gente deixar as crianças em casa e agora não fica enrolando. Tá bom, vou dar o primeiro passo: quero te ver na cama com outro. Isso eu já sei, não sou tonta, não. No começo, não me... Eu queria acreditar, quando você insistia em escolher minha roupa, o que eu tinha que vestir em alguma festa, mas quero saber por que você quer isso... Porque quero que você seja mais feliz, porque quero, Pablo paraa, se você quer que a gente continue a conversa, seja sincero de uma vez porra, tá bom, é pelos dois, porque me deixa com muito tesão só de pensar, o que mais?, porque quero me sentir melhor, não sei explicar, é como se eu precisasse disso e não fica bravo, não tô bravo, o que mais?, tá bom, eu desejo, eu preciso, tô sufocando por não conseguir, mais sincero não posso ser, se você pode ser, só me diz o que você quer, porque é o que te falta... Porra Alicia, olha como você é ruim, e vou ser pior, o que você esperava?, tá bom, quero ser um cuck, quanto custou pra você falar, viu como não foi tão difícil?, agora o que você diz?, viu, vou ser mais sincera que você desde o começo e sem rodeios, claro que não me importaria se viesse um cara, porque seria um cara mais novo e me macetasse como você diz nas fantasias, se eu tenho dificuldade em decidir é por causa do seu ciúme e pra ninguém do nosso círculo saber, porque senão, já teria pensado em dar pra alguém... Juro que não vou te recriminar e vai ser do seu jeito, se a gente fizer, que não tô dizendo que a gente vai fazer, vai ser do meu jeito e você calado e obedecendo, sem reclamar, juro que vai ser assim, posso te garantir que tenho a mente aberta, o que me diz?, que tô afim de te botar uns chifres bem dados pra você aproveitar, que você é quem vai aproveitar, mas, com quem?, com quem você quiser, não pode ser família, nem amigos ou conhecidos, melhor um estranho, você tem ideia de quem ou como encontrar um?... Tenho uma ideia, já fiz uns contatos com caras que poderiam se encaixar, que perfil eles têm?, mais novos que a gente, bem dotados e esperando saber como você os quereria, quero que tenha no máximo 30 anos, que seja forte, que seja simpático e que saiba pra que veio, fico de pau duro e a gente trepou como nunca, desde o dia seguinte eu fui colocando nos meus contatos com vários caras, de ter um pico de empolgação quando começava a bater um desânimo, porque não gostava de nenhum, porque tinha um denominador comum neles: te mandavam uma foto das rolas deles e já queriam transar, nada de esperar, e uma coisa que irritava a Alicia, quando ela colocava um empecilho, eles concordavam... Cinco meses depois de ficar contatando caras e três anos desde que comecei com minha vontade de ser cuck, parecia que as nuvens negras estavam sumindo e o sol aparecia, me encontrei com o Alejandro, um cara que tinha acabado de fazer 25 anos, 1,85m, moreno e era sarado, me chamou mais atenção que, apesar de ser tão jovem, ele parecia ter experiência e, depois de vários contatos, soube que ele estava nesse mundo desde os 18 anos, mas com certeza antes disso, não tinha pressa em pegar minha mulher e fiquei perplexo quando, numa das nossas conversas, ele me disse que ia ver se tava a fim ou não, já tinha falado com a Alicia sobre o Alejandro e ela me notava contente e no fim aceitou conversar com ele... Não teve um grande avanço nos dias seguintes, até que, astutamente e embora não me fizesse nem um pingo de graça, eu a incentivei a fazer quando quisesse e sem eu estar presente, as conversas deles deviam estar indo muito bem, porque ela só queria que a gente fantasia-se com ele e nossas fodas eram de arrepiar, dele eu sabia tudo menos o tamanho da rola e a Alicia não ousava perguntar, pra conseguir isso mandei fotos da Alicia, que não mostrava muito, mas dava pra intuir, a resposta dele não foi o que eu esperava e convenci minha esposa a deixar fazer algumas... Fiz elas e ela só me deixou mandar duas, as que ela disse, essas ele gostou mais e como ele não fazia mais nada, pedi, uma imagem da rola dele, demorou mas mandou e quase morri, tão boa impressão que me deu, que fiquei duro e gritei chamando a Alicia, que veio correndo assustada pra ver o que tava rolando, apontei pra tela e ela ficou até vermelha, é difícil ela ficar sem palavras e Ficou sem elas, era uma cock enorme, não sei quanto media, mas era exagero, grande, grossa e uma glande grená em formato de zeta ou cogumelo, bem bonita e grande, não podia ser mais chamativo, imaginava ela na buceta da minha esposa, na boca dela ou entre os peitos dela, já que a minha se perdia entre eles... Sem nos conhecermos direito, acabamos criando uma boa amizade, fiquei sem graça de contar o que senti ao ver aquela cock, mas também fiquei sem graça de falar qualquer coisa pra Alicia, naquela noite a gente falou de tudo e no momento de excitação acabei falando mais do que devia sobre a cock do Alejandro, tanto que Alicia me disse pra fazer o necessário pra encontrar com Alejandro e tentar ficar com ele pra ver se era realmente como eu dizia e se era verdade que ele tinha uma cock daquelas, falei que ela era louca, que eu não ia encontrar com um cara e pedir pra ele me mostrar, no dia seguinte, depois do trabalho, Alicia me disse que tinha marcado um encontro com Alejandro e me deu o horário e o lugar, de novo ciúmes, borboletas no estômago, excitação e o que minha esposa me disse: Alejandro, tenta fazer direito e pra dar certo, começa a agir como um cuck e assim você vai ser... Você tem que cuidar da sua mulherzinha, que só confio em você, conheço todos os gestos da minha mulher, todos os olhares e eram de safada, o que me deixou com muito tesão, cheguei antes do Alejandro e sentei no bar que a gente tinha combinado, era a hora das mães com os filhos saindo da escola e gente demais pra conversar tranquilo, pensei numa dúzia de lugares melhores e mais calmos, mas não dava mais pra fazer nada, só esperar, ele chegou quase na hora e me causou uma ótima impressão, porque eu esperava um moleque despreocupado, talvez um vagabundo, e não parecia nada disso, ele tava de terno e ficava muito bem... Ele pediu desculpas pelo pequeno atraso e disse que foi por causa de um imprevisto de última hora no trabalho, pra quebrar o gelo a gente foi falando mais sobre nossos trabalhos e ele me impressionou em várias coisas, entre Elas sabiam onde e com o que eu trabalhava, eu era filho único do dono de uma das empresas mais importantes da região onde a gente morava. Aí a gente passou a falar sobre o que nos levou até lá, mostrei fotos da minha mulher sem pixel e ele reconheceu que eu tinha muita sorte de ter uma mulher tão gostosa... A gente se encaixou perfeitamente, tava gostoso estar com ele, mas eu não sabia como dizer que a Alicia queria que eu confirmasse se o pau dele era o mesmo da foto. "Alejandro, sei que o que vou te pedir pode ser pesado, mas é que a Alicia quer que eu veja se você é bem dotado mesmo." Fiquei esperando a reação dele, e ele, com toda naturalidade: "Porque você me cai bem, vou abrir uma exceção, mas aqui chamaria muita atenção a gente ir pro banheiro junto. Você tem carro?" Depois que eu disse que sim, fomos até ele. Ele pediu pra eu ir pra um lugar mais discreto, paramos num canto bem escondido, já era tarde e não tinha ninguém por perto. Ali foi o começo de tudo, porque quando paramos, eu esperava que ele tirasse o pau pra fora, a gente confirmasse e fosse embora. Mas ele sempre disse que era muito tarado, e essa foi a primeira prova: ele pediu meu celular, eu dei. A gente tinha colocado nomes falsos, e ele perguntou qual nome eu tinha usado pro contato da minha esposa, eu falei. Ele entrou no WhatsApp e fez uma videochamada. A Alicia achou que era eu e ficou chocada quando viu o Alejandro, que disse: "Você que devia ter vindo, porque olha só o que seu marido vai ter que fazer agora." E virou pra mim: "Tá esperando o quê pra sua mulher ver?" Me mandou focar a câmera no celular. Eu não sabia o que fazer, ou não queria saber o que tinha que fazer. Ele mandou eu tirar o pau dele pra fora, e eu congelei, até ouvir minha mulher: "Vai, começa a exercer seu papel de cuck, não demora." Foi menos difícil do que eu pensei, principalmente por causa da voz da Alicia, que se não tava se tocando, tava quase lá. Demorei um pouco, fiquei sem jeito e nervoso, mas tirei o pau dele, que tava mole. Mesmo assim dava pra ver que era o mesmo da foto e que era bem grande. Pablo, bate uma pra ele que eu quero ver ele em ação, não pensa duas vezes — falei nervosa e excitada. Eu fiz, bati uma um pouco, e como ele cresceu, uma barbaridade. Soltei e falei que já tava bom, voltei e deixei no mesmo lugar. Arranquei pra ir pra casa e fiquei de pau duro. Cheguei gemendo, não dava pra fazer nada até botar as crianças pra dormir, e nós dois morrendo de vontade de ficar sozinhos. Os mamilos da Alicia, que são pontudos quando ficam duros, estavam marcando mais do que nunca... Não lembrava de uma foda tão bestial em todos os anos de namoro e casamento. Ela concordava, falou que tinha ficado tão tarada que os mamilos estavam doendo, e é verdade, porque os mamilos dela são escuros e ficaram ainda mais escuros. Tinha combinado com o Alejandro de confirmar aquela noite quando íamos nos encontrar, e tivemos um momento tenso, mas não de clima ruim. Surgiram coisas que a gente não tinha pensado. Pablo, aqui eu não quero que ele venha, mas também não quero que nos vejam entrando os três num hotel, que ia chamar muita atenção. E, quer saber? Na casa dele não me agrada. O que a gente faz?... Vou pensar e achar a solução. Enquanto você acha a solução, vamos deixar tudo claro, porque de todas as condições que você sempre falou, não vou lembrar nem da metade, e você sabe que quando eu tô tarada, não respondo por mim. Tem razão, e eu falei que ia ser do seu jeito. Só uma coisa: que seja com camisinha, mesmo que não precise. Concedido, nisso não tem problema, também prefiro. Acabei de pensar: por que não pedimos as chaves do apartamento pros seus pais, com a desculpa de que vamos jantar perto de lá, pra não voltar tarde e por causa do álcool?... Pode ser uma boa ideia, acho que minha mãe não vai criar problema. Outra coisa que me importa muito: o que posso ou não falar, porque não quero que escape como hoje à tarde. Porque uma coisa é nas nossas fantasias eu falar de tudo pra você e você pra mim, e outra é tendo outra pessoa. Cara, eu sei como você é, como você quer ser. O que aconteceu antes não me incomodou, me deixou com tesão e com certeza vou falar algo pesado pra você. Liguei bem cedo pro banco pra me dizer que já estava tudo resolvido com a mãe dele, que a gente tinha um apartamento. Mandei um WhatsApp pro Alejandro marcando de tomar um drink sábado à noite... Essa parte eu que planejei, nisso minha esposa me deixou fazer do meu jeito, porque, mesmo eu tendo gostado muito dele, a última palavra, a decisão final era da Alicia, embora também fosse do Alejandro, porque deixei claro: se por algum motivo ele não gostasse da Alicia — o que era impossível —, não passaria de um drink. O lugar escolhido era uma cafeteria que virava pub à noite, um lugar onde a gente costumava ir e nos dava segurança. Como a gente só ia lá pra fazer o primeiro contato, era o local ideal. Nossa ideia era ir, ver como o Alejandro era, sentir o clima que rolava e, num primeiro momento, não ir além. Conversar entre nós, trocar impressões e deixar pra outro dia, se tivéssemos gostado. A do apartamento era caso desse uma loucura, o que era difícil... A Alicia passou praticamente das seis da tarde se preparando: banho relaxante com espuma, unhas, cabelo, maquiagem, depilação, etc. Não deixou nada de fora na preparação e me chamou pra me deixar a fim. Já que você quer exibir sua esposa e talvez entregar ela pra outro, você vai escolher o que eu vou vestir, porque isso você faz muito bem. Mas escolher tudo... Na minha mente, estavam vários conjuntos. Escolhi um que era bem provocante e que, nas poucas vezes que ela usou, me deixou com muito tesão. Do lado, coloquei a roupa íntima, que era bem sugestiva. Ela estava enrolada num roupão branco, olhou o que eu tinha escolhido e, fazendo uma careta, disse: "Com isso vou parecer uma puta, é o que você quer?" E não esperou eu responder. Mandou eu sair do quarto e não entrar... A verdade é que não esperei muito, embora tenha me decepcionado um pouco, porque Ela saiu vestida, mas tava com um casaco longo de tecido, que batia abaixo do joelho. O que eu reparei foi que as meias não eram as mesmas que ela tinha escolhido, e ela me disse que tinha dado uma corrida, que trocou por uma meia-calça, que ela gostava porque tinha bordados. Era verdade, tinha uns desenhos. Reclamei que meia-calça não é o ideal pro que a gente ia fazer, e ela me corrigiu, falando que não ia rolar nada naquele dia. Eu apressava ela pra ser pontual, e ela me dizia "calma", o que me deixava mais nervoso. A gente tava na dúvida se ia de carro ou de táxi, no fim decidimos ir de carro, eu não podia beber muito. Aconteceu o que nunca: chegamos e achamos vaga na hora... Fomos andando a passo de tartaruga até a cafeteria, com a Alicia no meu braço, ela tentava disfarçar mas tava tão nervosa quanto eu. No caminho todo, eu lembrava das vezes anteriores que foram um desastre e cruzava os dedos pra que dessa vez desse certo. A Alicia pensava a mesma coisa, porque me disse: "Tomara que não seja outro fiasco como das outras vezes, porque já te aviso que seria a última". Respondi rápido pra ela se animar e não desanimar, e ela quase saiu correndo: "Fica tranquila, dessa vez eu escolhi um profissional". Soou muito mal, tanto que a Alicia parou no meio do caminho e falou: "Me diz que você não teve a ideia de contratar um puto ou um gigolô". Corrigi o que tinha dito: "Como você pode pensar isso? Falei profissional porque ele já atendeu vários casais". Ela não ficou nada convencida e queria ir embora. Eu não tava falando por falar, conheço ela, e lembrei onde ele trabalhava. No meu celular, busquei o nome da empresa e no site aparecia ele. Mostrei pra ela, e ela disse: "Se não for esse, eu vou embora..." O que tinha começado muito bem às seis da tarde tava virando tempestade. Começou a mudar quando, ao entrar, vimos o Alejandro, que nos esperava no balcão. A gente se aproximou, apresentei a Alicia, e pela forma como se cumprimentaram, eu soube que já tinham se visto. Gostei, sugeri sentarmos numa das mesas e escolhi a mais afastada e, por acaso, a que tinha menos luz. Desde o início, rolou faísca entre nós dois, cada vez se entendiam melhor e, por causa da música, tínhamos que nos encostar um no outro pra nos ouvir melhor. Depois de uma hora, a Alicia foi ao banheiro, fiquei com o Alejandro e perguntei sobre as primeiras impressões. Resposta direta: "Alicia me causou uma impressão melhor do que eu esperava e, por isso, hoje à noite vou pegá-la, porque vi nos olhos dela que ela quer que eu coma ela." Meu pau mexeu dentro da calça, mas vi que ele tava muito empolgado. A dúvida foi resolvida pela Alicia, porque meu celular vibrou no bolso e era um zap dela: "Pablo, faz o que quiser e como quiser, mas quero te dar de presente hoje à noite os chifres que você tanto deseja." Meu pau não mexeu mais, ficou duro como nunca... Não queria dar razão ao Alejandro, mas não tinha escolha. Assim que a Alicia voltou, sugeri irmos pra um lugar mais aconchegante. Alejandro disse: "Já era hora, você tava demorando." A Alicia ficou com cara de safada, não, de puta. Dissemos pra ela nos seguir de carro. Aproveitei o caminho pra falar com a Alicia: "Por que essa mudança de postura? Tem certeza?" "Tenho certeza e não quero que, daqui até o apartamento, eu mude de ideia ou esqueça por que mudei de opinião. É que você não sacou, ele passou a mão em mim várias vezes. Gosto do cara sem vergonha que ele é, de como ele te come com o olhar e depois te conto mais. Agora quem tem que ter certeza é você, porque se não quiser, pode voltar atrás e a gente para. Mas se começarmos, eu não me responsabilizo, tô avisando. Se você tá afim de continuar, imagina eu, embora eu esteja muito nervosa e excitada. Por que você não tirou o casaco?" "Não precisa dar tudo de uma vez." O "tô avisando" não soou ameaçador, foi uma frase com um tom muito safado, mostrando como ela tava. E eu nem percebi quando ele passou a mão nela, foi muito bom, e melhor ainda minha esposa disfarçando... Entramos nós três. Juntos no hall, o elevador que era pra quatro pessoas, era uma risada, porque entravam três e bem apertados. Eu tava de olho no que rolava e a Alicia fez um som abafado com a boca, não precisava imaginar muito pra saber que o Alejandro tava passando a mão nela. Fomos pra sala e a primeira coisa que fiz foi ligar o ar quente no máximo, mesma coisa no quarto enquanto eles ficavam na sala, porque a Alicia tava procurando algo pra beber, nisso a gente não tinha pensado e o único que tinha era uma garrafa de gim fechada, então serviu bem pra eles, tudo soltos que tavam e agora estavam sem graça, até que eu perguntei pra minha esposa se ela ia continuar de casaco e ela disse pra deixar o ar ligado cinco minutos pra esquentar bem a sala. O Alejandro tava na expectativa e nada nervoso, eu e minha mulher também, mas nervosos, tava doido pra ver a cara que o Alejandro ia fazer quando visse o modelito da Alicia... A Alicia levanta e eu já fico nervoso, meu olhar vai pra ela e pro Alejandro, ela tira o casaco e ele ficou com cara de tarado, mas eu de surpresa e de tesão, ela não tinha vestido o que eu escolhi, tinha vestido um vestido mais de primavera, verão, que é abotoado na frente, com decote mais que generoso e curto, na metade da coxa, não ficava pequeno mas sim bem justo e tava há muito tempo sem usar, porque ela dizia que tinha cara de puta com ele. O defeito que eu vi, que com esse vestido ela devia ter usado meia-calça, era um apartamento de verão, a mobília era bem normal, pra poder alugar, tinha um sofá que virava cama e duas poltronas individuais. O Alejandro sentou no grande e a gente sentou um em cada individual. Quando a Alicia sentou, o vestido subia, apertava mais e os bicos dos peitos marcavam pra caralho, achei estranho porque ela devia estar de sutiã, porque senão as tetas balançariam um pouco mais. Fiz um sinal pra minha esposa pra ela sentar com ele e ou ela não viu ou não me quis dar ouvidos, Alejandro perguntou pelo banheiro e, quando ficamos sozinhos, falei pra minha esposa: "por que você não senta do lado dele? Não tá afim?" Com um brilho nos olhos de estar putamente com tesão, ela respondeu: "cê acha que não tô com tesão? Tô me segurando pra não pular em cima dele, mas quero que ele tome a iniciativa..." Fiquei puto porque não entendia ela e Alejandro também não fazia nada. Comecei a pensar no que fazer pra animar aquele par de "idiotas", e o que me vinha na cabeça podia deixar a Alicia brava. Alejandro entrou na sala e, em vez de ir pro lugar dele, ficou atrás do encosto do assento da Alicia. Continuou a conversa que a gente tinha deixado, não lembro qual era, e começou a massagear os ombros dela. Em segundos, a cara dela mudou, ela tava se derretendo de prazer. Ele baixou as mãos, enfiando dentro do decote da minha esposa, e me olhava com uma intensidade que nunca tinha visto nos olhos dele. Me olhava como quem diz que não sabia o que fazer. Alejandro começou a controlar a situação e era bom, ainda mais pra dois quase iniciantes como a gente. Ele foi desabotoando o vestido dela, mas só os primeiros botões, e depois disse pra minha mulher se levantar e tirar o vestido pra ele. Ela me olhou hesitando até ver em mim um consentimento. Levantou, virou as costas pra mim, e ele sentou onde ela tinha estado. O vestido ficou aberto, e me chamou a atenção as primeiras palavras dele: "slut", dito do jeito mais doce, soltou na lata. Uma coisa era eu chamar ela assim, mas outra era outro cara dizer isso — podia dar merda... E eu me enganei, porque agora foi ela quem se aproximou dele e se abaixou pra beijá-lo, e eu pude ver a mão dele se mexendo entre as pernas dela. Que pena que ela tava de calcinha. De onde eu estava, só via as costas dela e queria ver mais, por isso me mudei pro sofá grande. Me fascinou e excitou o jeito que eles se comiam de boca, o tesão que colocavam naquilo, e naquele momento entendi o que Alejandro tinha dito pra Alicia, porque ela tinha colocado algo que nunca... Não tinha visto ele nem ela antes. Era um body inteiro, daqueles de corpo todo, que deixava o peito e a buceta de fora, porque tinha aberturas nos dois lugares. Ela tava cada vez mais tarada, eu conheço ela, e isso significava que agora nem os geos a paravam. Alejandro tava se esbaldando com os peitos dela, uns peitos tão bem colocados que eu tinha visto poucos, e com uns bicos iguais aos dela, menos ainda. Alicia já não tava mais na dela, tava soltinha igual pico de ferro de passar, e começou a desabotoar a calça de Alejandro. Custou, mas conseguiu tirar não um pau normal, um vergalhão que ela tava doida pra ver ao vivo e não em foto. Ela não conseguiu disfarçar a satisfação ao ver aquilo... Ficou rendida e não demorou pra dar um tratamento especial, porque Alicia faz uns boquetes incríveis e com aquele ia gozar pra caralho. Ela até esqueceu que eu tava ali, mas de repente olhou pra mim e, desde aquele momento, continuou chupando e lambendo sem tirar os olhos de mim. Aquele olhar me deixava mais tarado do que o fato de ver ela chupando outro pau. Poucos entendem um olhar assim, só quem já provou. É uma mudança radical na esposa. Alicia tava sem freio chupando ele, queria enfiar tudo até a garganta, como ela adora fazer, mas era impossível meter aquele pau todo, e olha que ela aguentava, porque eu já teria gozado. Alejandro se levantou, se pelou, e que corpaço hein. Sentou minha mulher e começou a comer a buceta dela. Desde que ele se meteu entre as pernas dela, Alicia começou a suspirar e esticou o braço pra mim, pra eu segurar a mão dela. Depois puxou e me beijou. No começo, achei o beijo estranho, porque ela tinha acabado de ter um pau na boca e tava com gosto dela mesma. A estranheza passou em segundos e fiquei mais tarado do que nunca. Me enlouqueceu quando minha mulher tava quase gozando e me pediu um beijo. Sentir ela gozar enquanto me beijava, o hálito quente entrando na minha boca, me deu uma sensação única. Depois ela me olhou, ficou vermelha e tapou os olhos... Enquanto eu a acalmava. Alejandro foi colocando uma camisinha, eu esperava que a gente tivesse ido pra cama, mas não, Alejandro fez ela se ajoelhar no banco e começou a foda, não foi com pressa, no início tava na primeira marcha e quando a Alicia mexeu o corpo, passou pra segunda, terceira, quarta e meteu a quinta ferozmente, ver a cara da minha esposa descomposta de prazer, os peitos dela de cento e pouco balançando descontrolados era uma imagem desejada e posso dizer que até necessitada, a Alicia cada vez aguentava menos as aparências, queria que se soltasse de vez e eu me aproximei pra falar baixinho só pra ela, amor, aproveita, não se segura, já que tá claro, por mais que tente disfarçar, que você é uma puta e que me deixa muito tesudo, não gosto de te ver tão calada, isso fez ela se soltar e eu só tava ligado nela falando isso e pelo que ela me disse, percebi que o Alejandro tinha avançado mais, você tem razão, é um cuck ideal e te amo mais, mas olha como sou uma slut, esse filho da puta tá comendo meu cu e era verdade, ele tinha enfiado dois dedos metendo fogo... Alejandro ao nos ouvir não se segurou mais, Pablo, fico feliz de ser eu quem te fez de cuck, mas com essa slut que você tem é uma delícia, que rabão ela tem, tá pedindo pra ser comido e não acabei de falar e deu vários tapas seguidos, isso me fez descobrir algo novo na Alicia quando a ouvi dizer, Sim, Vai, Mais, Mais, a Alicia gozou pelo menos umas duas vezes que percebi sendo fodida e talvez uma terceira quando o Alejandro gozou, que gritou tanto que podia ter abafado uma gozada da Alicia, eu tinha gozado no começo e como não me despir, sujei parte da minha calça, a Alicia me "repreendeu" e disse que eu era um desastre, agora os dois sentaram juntos no sofá grande, o Alejandro não tinha broxado de vez e mesmo assim, era o dobro do meu, eu não tava depilado, ele tinha as partes depiladas, o que dava a impressão de ser maior ainda, sem esperar, Alejandro nos Disse que pra primeira vez foi muito bom, não me importaria de marcar outro dia e com certeza vai ser muito melhor, por isso agora vou deixar vocês a sós, que depois da primeira vez vão ter muita coisa pra conversar. Quis levar ela, mas ela disse que não precisava, que ligava e vinham buscar. Me apertou a mão quase quebrando, deu um beijão na boca da Alicia e, quando ficamos sozinhos, a gente conversou...
- Pra quebrar o gelo, amor, você me fez muito feliz. Queria te ver com outro e foi melhor do que qualquer uma das minhas fantasias, mesmo tendo te visto em alguns momentos meio na dúvida.
- É verdade, mas não pode dizer que no final eu tava travada.
- Essa parte, quando você me olhou enquanto tava fazendo o boquete nele, foi o melhor.
- É que o Alejandro é um touro danado.
- Um verdadeiro garanhão. O que você mais gostou?
- Tudo. Ele é muito bom com a língua, sabe o que faz, e na hora de foder é demais.
- Sê sincera. Quem fode melhor? Qual pau você gosta mais?
- Nããão, isso não se pergunta.
- Vai, responde.
- Vocês fodem diferente e é diferente. Se for só foda, ele fode melhor. A diferença é que contigo tem um sentimento de amor que ele não consegue igualar. E sim, o pau dele é melhor, o que quer que eu te diga? O que se sente tendo aquilo tudo dentro é indescritível. Desculpa, mas essa história de que tamanho não importa é besteira, te digo que importa sim. Teve algo que te incomodou?
- Tipo o quê?
- Agora pensando friamente, que ele te beijasse depois de você ter chupado ele, e o que eu te falei na frente dele.
- Vou ser sincero. O beijo me deu um puta tesão no começo, mas depois me deixou muito excitado, e o que você falou também. Na verdade, queria que você tivesse dito mais, igual quando a gente fode sozinho.
- É bom saber, caso a gente decida repetir.
- Eu não preciso esperar. Já te falei que quero repetir e quero ver ele te fodendo o cu.
- Que safado você é. Isso me dá um pouco de medo, porque se ele for bruto, acaba comigo. Já Vamos ver. Eu também tô a fim. Disso você cuida. — Espera, quero saber uma coisa: de onde você tirou esse modelito de calcinha? — Sabia que você ia gostar. Comprei pela internet e queria te dar uma surpresa. Se rolasse algo com o Alejandro, beleza, e se não, uma surpresa pra você em casa. E já que estamos nessa, até onde você quer chegar? Não aonde você quer que eu chegue, não. VOCÊ. — Ah, sei lá. A gente vê conforme for rolando, mas já te falei que tô aberto a tudo e se for algo que você curte, melhor ainda. Tudo tinha ido melhor do que eu imaginava, incluindo o nervosismo e o “ciúme” que sumiram vendo a Alicia se acabar de prazer. Na semana seguinte não deu pra gente se ver, mas na outra deu, e isso eu conto no próximo relato...

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