El IG de mi novia pt2

Fiquei com vontade de vê-los transando. O que a Vicky me contou não foi suficiente. Nem mesmo ter visto a buceta dela cheia de porra bastou.

Não rolou um novo encontro. Obviamente o Matias já tinha tirado a vontade de foder com ela e tudo ficaria por ali mesmo.

Por sua parte, Vicky já tinha realizado meu desejo e também tinha saciado a curiosidade dela.

Nos primeiros dias depois do encontro, eu ficava tentando imaginar todos os detalhes que minha namorada tinha me contado. Lembrei do primeiro olhar que trocaram na festa; o desejo do Matias e também a completa disposição da Vicky para que acontecesse o que tivesse que acontecer.

Essas imagens foram se apagando conforme os dias passavam.

Vicky ficou estranha por várias semanas, acho que ela relaxou quando veio a menstruação. Depois disso, voltou a ser a mesma de sempre.

Já tinham passado uns quatro meses daquele dia, a gente não sabia nada do Matias. Perguntei pra Vicky se ele entrava no Instagram e ela me respondeu que sim, mas que ele nem dava um "Like" nas fotos dela... "Parece que, depois que me teve na cama, perdeu todo o interesse" - ela disse com um pouco de raiva.

Chegou o fim de semana e decidimos sair pra uma balada perto de casa. Saímos um pouco tarde, a gente tinha ficado tomando umas em casa pra não gastar tanto na balada.

O lugar ainda estava bem cheio. Ficamos perto do bar com um drink que ia nos acompanhar a noite toda, já que ainda não tínhamos recebido o salário e estávamos duros.

Depois de duas horas, o pessoal começou a ir embora. A gente continuava firme no bar, dançando e bebendo devagarinho aquele drink que, como era de se esperar, já estava quente.

A gente estava se divertindo muito, quando de repente, a Vicky me deu uma cotovelada tão forte que me fez cuspir o gole que eu estava tomando e apontou pro fundo da balada. Lá estava o Matias paquerando uma mina, talvez já estivesse pra levá-la pra casa. A Vicky, sem dizer uma palavra, foi até onde eles estavam e interrompeu. Só cumprimentou ele. Ficou conversando com ele até a garota se cansar e se afastar. Depois começaram a dançar, ela dançava de um jeito muito sensual. De vez em quando ela se colava nele e ele aproveitava para apalpar ela ao máximo.
Já eram seis da manhã, éramos muito poucos já na balada. Vicky continuava esquentando o Matias que, já dava pra notar a ereção dele com muita descaramento. Ela o abraçava e descia a mão para tocar seu volume enorme.
Pude observar que ela disse algo no ouvido dele e olhou para onde eu estava. Mas ele respondeu negativamente. Mais uma vez eu ia ficar de fora. Vicky veio com ele pela mão e me disse "não me espera, hoje vai ser foda forte" - Sem dizer mais nada, foi embora.
Me masturbei a madrugada toda imaginando como ele estava comendo ela.
Por volta das 17h ela finalmente chegou em casa. Estava toda desgrenhada, com olheiras e com cara de exaustão.
Se jogou na cama e começou a se despir. Imediatamente pedi que me contasse tudo e ela contou:
"Não sei se foi o apalpamento na balada ou não sei o que, mas me matou...
Quando chegamos na casa dele, automaticamente me levantou e me levou para a cama dele onde começou a me despir enquanto me beijava com desespero. Fiquei deitada de costas. Depois de colocar a camisinha, ele ficou em cima de mim e lentamente começou a me penetrar. Eu já estava lubrificada desde a balada, então ele conseguiu chegar até o fundo facilmente. Começou a se mover devagar enquanto beijava meu pescoço e tocava meus seios. Comecei a gemer forte e ele se movia com mais força. Voltou a aparecer aquele formigamento lá dentro e eu gritei ainda mais alto. Ele não parava, continuou metendo com força até que eu tive um orgasmo lindo e imediatamente disse 'como senti sua falta, por que não falou mais comigo?'. Ele só sorriu de maneira zombeteira e continuou se movendo suavemente enquanto eu me recuperava. Já estava completamente aberta, o pau dele entrava e saía com facilidade. Depois de um bom tempo fiquei de quatro para ele esquentar ainda mais e acabei. Isso fez ele me comer mais forte, comecei a sentir um pouco de dor e o Mati não acabava. Até que finalmente ele começou a gemer e a me penetrar mais fundo. Num momento ele deixou o pau dentro e pude sentir os espasmos da ejaculação dele.

Descansamos algumas horas e depois fui eu quem tomou a iniciativa. Dei uma boa chupada no pau dele e, assim que ficou duro, sentei nele. Cavalguei por muito tempo, devagar, suave, fundo... já tínhamos aliviado um pouco nossa tensão sexual e dessa vez íamos durar muito mais.

Obviamente gozei várias vezes e depois, quando ele já estava quase gozando, desci e comecei a chupar de novo até ele acabar. Aí engoli tudo.

Ficamos nos beijando um bom tempo até que notei que ele estava duro de novo. Fiquei de quatro novamente e o Matias começou a me comer com força enquanto puxava meu cabelo. Eu gemia alto para incentivá-lo e ele respondia com palmadas na minha bunda. Adorava fazer aquilo. Minhas nádegas batiam forte na pelve dele e faziam muito barulho. Finalmente ele começou a gemer mais uma vez e, quando estava quase gozando, tirou o pau e jorrou a porra nas minhas costas. Aí terminou o relato.

Eu estava seco de tanto me masturbar. Deitamos e acordamos à noite. Comemos algo e íamos voltar a dormir quando ela me disse que tinha uma coisa. Foi até a bolsa, pegou a camisinha do Matias cheia de porra e disse que ia tomar o gozo antes de dormir. Cortou e bebeu tudo de uma vez. Eu não conseguia acreditar no quanto minha namorada tinha virado uma puta.

Passaram alguns dias e a Vicky me disse que o Matias ia fazer outra festa na casa dele no sábado ao meio-dia e me pediu se eu podia levá-la. Aceitei, mas um pouco desmotivado porque não ia poder ver nada.

Chegou o dia da festa e fomos para a casa do Matias. No caminho, ela me contou que dessa vez foi ela quem escreveu para ele, e daí surgiu o convite.

Chegamos no lugar e, quando ele a viu, largou tudo para vir cumprimentá-la. A Vicky tinha ido muito provocante. Com sua saia mais curta e uma camisa branca super justa, onde dava pra ver os mamilos já que ela estava sem sutiã (e sem calcinha). Ele agarrou a bunda dela no abraço e depois a cintura pra levá-la ao quarto.
Me ignoraram completamente. Mas dessa vez eu não queria ficar só na vontade de vê-los. Sigilosamente, fui atrás deles pra espiar. Quando estávamos no meio do caminho, ele se vira e me vê. "O que você tá fazendo?" - me perguntou. Eu fiquei mudo e ele continuou: "Quer ver como eu fodo a puta da sua namorada?", "Sabia que ela implorou pra vir pra essa festa?". "Que mal cuidada você a tem" - concluiu rindo.
Ele teve pena do meu silêncio... - "Vou te dar o gostinho" - disse, desabotoando a calça. Agarrou a cabeça da minha namorada, que também estava muda, e forçou ela a descer pra chupar o pau dele. Ainda estava mole, mas já dava pra ver que era de um tamanho considerável. Ela fazia com muito esmero. O pênis dele ficou duro em poucos segundos, era enorme. Minha namorada agarrava com as duas mãos e não cobria nem a metade.
Depois levantou a Vicky e a colocou contra a parede. Separou as pernas dela, levantou a saia e babou a buceta pra começar a penetrar. Eu via como ele enfiava de maneira brusca. Ela me olhava fixamente fazendo caretas de dor enquanto ele abria caminho dentro dela. Depois de alguns minutos, vi como o pau inteiro tinha sumido dentro.
Enquanto a agarrava forte pela cintura, começou a se mover devagar. Aos poucos, a cara de dor da Vicky foi se transformando numa de prazer e pouco depois, dava pra ouvir os fluidos do tesão e do morbo.
Matias já se movia com mais soltura e começou a acelerar o ritmo mais e mais. Ela gritava e dava pra ouvir o eco em todo o corredor. Ele começou a dar palmadas na bunda dela e a gemer cada vez mais alto e, no momento logo antes de gozar, perguntou se ela queria que ele tirasse... ela balançou a cabeça dizendo não e então ele deixou bem fundo dentro pra gozar profundamente. Uma vez que ele descarregou tudo, tirou o pau e pude ver um jato forte de porra caindo no chão.
Ele se virou e disse: "Tá satisfeito?". Eu balancei a cabeça e ele continuou: "Bom, agora você vai embora e ela fica, vou comer ela o fim de semana inteiro". Eu obedeci e fui me masturbar no carro porque não aguentava mais.
A Vicky voltou na segunda de manhã e me contou tudo.
Depois disso nunca mais soubemos dele... FimEl IG de mi novia pt2

3 comentários - El IG de mi novia pt2

lesus89 +2
Excelente relato. Que place tener una novia asi bien putita que te haga re cornudooo
no hay continuacion ese final quedo muy corto ban mis 10