Fala, beleza? Então, vou tentar ser o mais breve possível e contar direitinho, mas não sou bom escrevendo. Faz uns meses que isso acontece e, sinceramente, não aguento mais pensar nisso. Um pouco de culpa, muito tesão, calor na hora e até uma vergonha... mas fazer o quê, já passou, e não consigo parar de pensar nisso. Tenho 30 anos, minha mãe tem 48, e há uns meses voltei a morar com meus pais. Sou filho único, sempre me deram o melhor, principalmente minha mãe, que sempre me tratou como o bebezão dela, muito carinho e amor. Somos uma família normal, meu pai é meio seco, frio... meio chato pra falar a verdade, mas é um cara legal. A questão é que voltei pra casa deles e, ao passar mais tempo junto, chega uma hora que você fica entediado. Minha mãe não trabalha, meu pai sim, e às vezes ele precisa viajar pro interior do país. Ele tá bem de grana, graças a Deus, e a gente tem uma vida boa financeiramente. Bom, antes de morar aqui, eu costumava visitá-los, tomar mate ou jantar... e com minha mãe (quando ele não estava), a gente tocava no assunto da "felicidade" e tal. Faz um tempo que ela vem me dizendo que não tá bem, que não é feliz. Meu pai não dá mais bola pra ela, não se preocupa, e isso a deixava mal... E eu também, lógico, é minha mãe, não gosto de vê-la assim. Minha mãe sempre foi gostosa, chamativa... Os caras sempre falam umas coisas pra ela, e ela dá risada, é do bairro, sabe se virar na vida. (foto do ano passado)
No verão, passei o tempo na casa dela, porque eles têm uma piscina daquelas grandes. Então a gente compartilhava muito mais tempo juntos, muito mais conversas... A coisa começou a ficar diferente quando, numa conversa daquelas profundas, com muita sinceridade (ela estava mal, dava pra ver que ela tava muito triste), eu perguntei se ela não pensava em se separar... Ela disse que não, que eram muitos anos juntos e que, além disso, se separasse, quem ia dar bola pra ela? — Qual é, véia, para de encher o saco, cê tá me zoando? Cê é mó gostosa, mãe, não fala assim. E fui abraçar ela, ela me abraçou e disse — Valeu, filho, te amo, mas me sinto feia, seu pai já não me dá bola, nem me toca mais. (Naquele momento, senti uma coisa muito estranha, um pouco de pena, sinceramente, porque ela tava muito mal mesmo). Mas também me despertou uma certa imaginação, um tesão, não sei explicar, mas foi um pensamento rápido, um flash na minha mente onde imaginei minha velha pelada, e eu também... Olhei pra ela, ela me olhou e eu falei: — Mãe, manda ele pra puta que pariu, cê é uma mulher gostosa, não merece isso, não pode ficar assim. — Não tenho coragem, ela disse, mas às vezes penso nisso, ou em conhecer outra pessoa... Eu, quando era adolescente, vi minha velha várias vezes de fio dental, ou pelada em casa, e admito que bati umas punhetas pensando nela... Mas com o tempo isso passou, é minha mãe, que loucura... Até aquele momento, que senti aquele tesão de novo, e me lembrei daquelas vezes que via ela de fio dental em casa... — E se, mãe, cê tem que falar com outros caras, ué, sempre na rua te cantam, cê sabe que é gostosa, que os caras vão te dar bola. Ela me olhou e riu, e foi fazer outro chimarrão. A conversa continuou enquanto a gente tomava mate... — Não vou fazer isso, sou muito medrosa e além disso não sou assim, já era, valeu, love, ela disse enquanto me passava um mate. Você, e aí, com quem cê tá? Me perguntou, quando vai trazer alguém de novo?... Nada, já era, são todas iguais, nunca mais me caso, falei. Nós rimos. — Bom, mas com alguém você tem que aliviar essa vontade, ela me disse, garotas não devem te faltar, e me olhou com um sorriso. — Haha, você sabe lá? Falo, rindo, e devolvo o chimarrão pra ela. (A verdade é que eu tava com tesão, mesmo que seja errado, era o que eu sentia.) E além disso, sou bem punheteiro... então, na cara dura, comecei a gravar ela fingindo que tava mandando mensagens. A conversa continuou, e ela me diz: — Bom, me conta, vai... com quem você tá falando? — A real, véia, é que agora eu troco ideia com umas, mas ainda não vi ninguém. Tô meio encalhado. — E por quê, se você é bonito e legal? Sai, se diverte, conhece umas minas, ela fala. — É, mas sei lá, mãe, uma hora eu saio, por enquanto tô de boa. (Ela tava de costas, preparando o chimarrão.)
Ela me passa um mate e diz:
— Pois é, bem quente você tá, me olhando na cara, descendo o olhar pro meu short e dando risada.
(Com a minha velha sempre teve maior intimidade, e ainda mais com essa conversa toda, tinha criado um clima de confiança e confissões.)
Eu tava de short de futebol e, sim, verdade, dava pra ver que eu tava excitado.
— Me deu um calor interno, de vergonha, tentei me mexer pra me esconder e falei:
— Haha, desculpa, mãe, queria sumir dali.
— Rindo, ela disse: Viu que você precisa sair e ficar com alguém, você é novo, aproveita que daqui uns anos não sobe mais... E a gente começou a rir.
(Ela não é besta, percebeu que eu tava gravando ela, e eu percebi que ela tava gostando.)
Ela se aproximou, ficou de frente pra mim, me encarando.
Olhando pro celular, direto pra câmera, ela me fala: - Olha o que tu faz, hein, não seja otário, que a conversa fica aqui... eu confio em você. E me olhou, mais séria, mas com uma cara de tesão. Minha mãe sacou tudo, sabia que eu tava gravando ela... Eu não sabia o que fazer, o que responder, tava puto de tesão, mas com a minha mãe!!! Me senti um doente, um merda de pessoa, mas me fiz de besta. - Hã? Que cê tá falando, mãe? Falei, fazendo cara de bocó... Ela me olhou, com uma cara meio sem graça, e falou: - Não se faz de sonso e não me trata como idiota, que eu não sou uma dessas mocinhas ingênuas, hein... não te falei nada, mas olha o que tu faz com esse vídeo, olha! Ela falou me encarando. Já não dava mais pra disfarçar nada... - Tá bom, desculpa, mãe, sou um babaca, falei olhando pro chão, com vergonha. - Você não é um babaca, é um punheteiro, ela falou, e riu, mas não me faça de trouxa, isso sim me irrita, ela disse enquanto me passava outro chimarrão. Peguei o chimarrão e olhei pra ela, ela tava de frente pra mim, me encarando, e eu notei que ela tava com uma postura diferente e, principalmente... A MÃO DELA, senti um tesão do caralho, minha mãe sacou tudo e, em vez de se irritar e estragar tudo, não... ela tinha ficado com tesão, e pra mim, na minha cabeça, ela queria se tocar...


Eu tava doidão, muito tarado e já não conseguia mais esconder minha pica dura, bem ereta. Olhei pra mão dela e, quando levantei o olhar pro rosto dela, ela já tava me encarando. Os dois já tavam com cara de tesão, nada mais importava, a gente tinha saído de toda a razão e éramos só duas pessoas morrendo de vontade que alguém cruzasse a linha, criasse coragem e desse o próximo passo. Ela olhou mais uma vez pra minha pica e disse: "Vou cair na piscina, porque aqui tá um forno, muito calor..." enquanto me olhava rindo, já com aquela cara de safada, de puta. "E você, vai fazer o quê com isso?" falou rindo e olhando de novo pra minha pica. "Apaga isso, não seja otário" (sobre o vídeo). Eu, rindo e cheio de tesão, respondi: "É, vou apagar agora, mas deixa eu dar uma olhadinha antes, aí apago, hahaha..." Ela caiu na risada e disse: "Tá bom, vou pra piscina, vai lá bater uma na paz, hahaha..." Eu olhei pra ela, já no limite do tesão, e falei: "Hahaha, é, mãe, desculpa, mas sou humano e faz tempo que não como ninguém, fazer o quê..." Aí ela virou o jogo, deu aquele passo que a gente tava esperando e falou: "Tô na mesma, também me viro sozinha, porque seu pai é um idiota. VEM PRA PISCINA, que daqui a pouco vou cozinhar." Aquele convite me fez entender um monte de coisas... "Tô indo", respondi. Fui pro quarto e não aguentava mais, a pica duríssima, a mente viajando, eu e minha velha trocando olhares, a gente tava dentro de um jogo de tesão que nos fez esquecer que o que a gente tava fazendo era errado, muito errado... ou não? Não conseguia parar de pensar, e queria bater uma na hora, precisava gozar pensando na minha mãe, naquelas caras que ela fazia. Mas decidi ir pra piscina. Quando tirei o short, minha pica se libertou e eu me olhei, acho que nunca na vida tive ela tão dura. (foto daquele momento)
Sem pensar nem racionalizar, fui pro quintal e lá estava ela... inacreditável, olhei pra ela e quase gozei, sem nem me tocar. Foi algo sinistro, não lembro de ter ficado tão tesudo na minha vida. Mas ao ver ela ali, de biquíni, com aquela cara de puta me olhando... me esperando, minha mente não aguentava mais. Os bicos dos peitos marcavam, uma loucura... a gente se olhou, já sabendo os dois o que ia rolar, e ela fala: - Vai, larga o celular, chega. Vem... Eu ri, larguei o phone na mesa (já tinha aquela imagem, não acredito) e entrei. (foto dela na piscina)
Entra, me mergulhei inteiro pra esfriar um pouco a cabeça porque não aguentava mais... E quando saio, enquanto tirava a água do rosto, ouço minha mãe falar:
- Ah, bom, como estamos heee... vai ter que chamar alguma amiga hoje, sim ou sim, e ela ria enquanto olhava pro meu pau. Com o short molhado, claro que meu pau duro aparecia mais ainda, eu ri, olhei pra ela e falei:
- Hoje não tem ninguém, vou ter que me virar sozinho daqui a pouco. E naquele momento, aconteceu o que até hoje não sai da minha cabeça.. Minha mãe... sim, minha mãe, uma loucura... ela me diz, rindo e com cara de puta:
- Assim você não pode ficar, não faz bem pra você, faz agora, olha como tá isso, vai explodir... (por mais que eu tente, por mais que procure palavras, não consigo explicar o que senti, sério) Só olhei pra ela uns segundos, tipo em estado de choque, e notei que ela, com um gesto suave, entendendo tudo, fez que "sim" com a cabeça, me dando a permissão pra eu, sem hesitar, baixar o short e deixar meu pau no ar.. Inacreditável aquele momento, eu com o pau todo duro, e minha mãe me olhando com cara de puta, foda demais. (Pensem o que quiserem, cada um tem sua opinião) Mas minha mãe me deixou com um tesão que nunca ninguém conseguiu. Mais ainda, tô compartilhando isso porque preciso tirar da minha cabeça... tá me deixando mal. Tô escrevendo isso e já tô de novo todo excitado.
Desculpa, mas isso tá me deixando mal, juro... Todo dia vejo o vídeo, a foto e tenho que bater uma. Bom, voltando pra piscina, foi uma loucura, quando tirei o short, minha mãe falou baixinho (ai, meu deus!) Eu ouvi... Peguei na pica, sacudi pra cima e pra baixo umas vezes, olhando pra ela... Olhando fixo nos olhos dela, com vontade de me jogar de cabeça nela, de estuprar ela kkkk... Ela tava embaixo d'água, e a cara que ela fez era uma coisa de louco, mesmo sendo minha mãe... Aquela cara de mulher cheia de prazer, tesão, vontade de ser comida, de sentir uma pica, uma cara de puta do caralho, e ela olhava pra minha pica, olhava nos meus olhos, e voltava pra minha pica... enquanto eu começava a bater uma devagar. Fiquei um minuto, dois (é um jeito de falar, sei lá, nem noção do tempo) e comecei um pouco mais rápido... Aí falei pra ela: - Mãe, não aguento mais. Por favor, se toca, deixa eu te ver... E ela, me olhando, tirou a parte de cima e ficou de peitos de fora... Aí eu lembro que gemi, e falei alguma coisa mas não sei bem o quê... E soltei um pouco a pica porque quase gozei... Minha mãe se tocava nos peitos de olhos fechados, e se mexia embaixo d'água como se estivesse sendo comida... sem falar nada, me aproximei... Ela ouviu a água mexer e abriu os olhos, e eu já tava ali, na frente dela, com minha pica na altura do rosto dela... Não falamos nada, eu me abaixei um pouco e peguei o rosto dela com as duas mãos, uma de cada lado da nuca, e levei a boca dela até minha pica... Ela fechou os olhos e abriu a boca... Meu deus, sentir aquele calor, aquela saliva na minha pica, me faz tremer agora. Até eu morrer vou ter essa lembrança gravada na mente... Foi incrível sentir a boca dela, além disso, fode com seu cérebro saber que é sua mãe... Minha mãe tava chupando minha pica, que loucura linda... doentia talvez, mas linda. Ela chupou um pouco, me masturbava e chupava, de olhos fechados... Nessa altura ela já tava se tocando, mas embaixo d água... aí eu tirei a pica da boca dela e quase sem conseguir falar, com aquela voz entrecortada e a respiração a mil, falei, enquanto me abaixava e pegava ela na cintura. — Vem cá, mãe — e levantei ela. Ficamos de frente, ela tava fraca, com o corpo mole, toda entregue... Fechou os olhos e começamos a nos beijar. Ela tirou a parte de baixo do biquíni, começou a me masturbar e eu enfiava os dedos nela. Momento foda, até que virei ela, apoiei contra os canos da piscina e, de costas pra mim, meti bem devagar, aquele gemido, que delícia, por favor... Tava muito molhada, sentia todo aquele calor na minha pica e a cada segundo eu ficava mais excitado... enquanto comia ela, apertava os peitos dela... e o gemido era cada vez mais forte, com uma mão ela se tocava na buceta e com a outra, colocando pra trás, me agarrava como podia nas costas. Eu me aproximei do ouvido dela e falava: — Como você é gostosa, véia!!! — E ela gritava, sentia como ela ficava mais putinha e como se mexia mais rápido. O momento de maior prazer, que me levou a outro mundo, foi quando ouvi ela dizer: — Ai, meu amor, olha como você me deixou, que pica gostosa. Sentir minha mãe falar assim pra mim, ver minha mãe toda entregue e bem putinha, sinceramente fez eu não aguentar mais... Agora que tô escrevendo, penso, que loucura tudo isso... embora todo dia eu tenha isso na mente, passar pra palavras me faz perceber várias coisas a mais... que me excitam, mas me fazem sentir um merda. Enfim, não aguentei mais... Quando ela falou assim, agarrei o pescoço dela, comecei a enforcar... Eu dizia: — E você, véia, é uma putinha linda, te amo. Não aguento mais, vou explodir... E me joguei pra trás, pra sair e gozar fora... Ela, no mundo dela, me ouviu e começou a gritar bem alto, apertou minhas costas e se grudou, pra eu não sair... E disse (enquanto relaxava o corpo todo, gritando pra caralho, se molhando toda) Gozando como uma garota de 20 anos nas primeiras vezes, toda excitada... — Vamos gozar juntos, enche minha buceta de porra. cum love... Vocês tentem imaginar o que foi aquilo... A quantidade de porra que eu jorrei e quantas vezes meu pau bombou dentro dela. Terminamos, ficamos um minuto ou dois (repito, não fazia ideia de nada, muito menos do tempo) abraçados, eu beijava o pescoço e as costas dela enquanto ela acalmava os gemidos, relaxando. Ficamos assim até meu pau murchar e ela sair sozinha. Não falamos muito mais, ela saiu e foi pro banheiro... pelada e cheia de porra. Eu olhava ela indo embora e voltava a este mundo, enquanto caía na real de que tinha vivido algo que jamais esqueceria, uma situação que nunca imaginei... Mas também, que em algum momento ia ou vai trazer problemas com certeza, ou talvez mude a relação com a minha velha. Quis ser breve, mas é impossível, gente. Não dá, na minha cabeça tem muito mais coisas, imagens, lembranças que vão ficar comigo. Espero que, mesmo sendo difícil, tentem imaginar um pouco dessa loucura toda. Precisava contar isso, mas pra quem? Não posso falar com ninguém, me matam... te condenam, e talvez esteja certo, sei lá... capaz que pra alguns não. Não quero pensar mais, a única coisa que sei é que precisava contar pra aliviar um pouco essa tarada na minha mente desde que acordo até deitar. Se quiserem, podem dar suas opiniões, boas, ruins, aceito tudo. Sei que tem visões diferentes na vida, talvez me ajude ler vocês e saber o que pensam. Valeu, abraço.
No verão, passei o tempo na casa dela, porque eles têm uma piscina daquelas grandes. Então a gente compartilhava muito mais tempo juntos, muito mais conversas... A coisa começou a ficar diferente quando, numa conversa daquelas profundas, com muita sinceridade (ela estava mal, dava pra ver que ela tava muito triste), eu perguntei se ela não pensava em se separar... Ela disse que não, que eram muitos anos juntos e que, além disso, se separasse, quem ia dar bola pra ela? — Qual é, véia, para de encher o saco, cê tá me zoando? Cê é mó gostosa, mãe, não fala assim. E fui abraçar ela, ela me abraçou e disse — Valeu, filho, te amo, mas me sinto feia, seu pai já não me dá bola, nem me toca mais. (Naquele momento, senti uma coisa muito estranha, um pouco de pena, sinceramente, porque ela tava muito mal mesmo). Mas também me despertou uma certa imaginação, um tesão, não sei explicar, mas foi um pensamento rápido, um flash na minha mente onde imaginei minha velha pelada, e eu também... Olhei pra ela, ela me olhou e eu falei: — Mãe, manda ele pra puta que pariu, cê é uma mulher gostosa, não merece isso, não pode ficar assim. — Não tenho coragem, ela disse, mas às vezes penso nisso, ou em conhecer outra pessoa... Eu, quando era adolescente, vi minha velha várias vezes de fio dental, ou pelada em casa, e admito que bati umas punhetas pensando nela... Mas com o tempo isso passou, é minha mãe, que loucura... Até aquele momento, que senti aquele tesão de novo, e me lembrei daquelas vezes que via ela de fio dental em casa... — E se, mãe, cê tem que falar com outros caras, ué, sempre na rua te cantam, cê sabe que é gostosa, que os caras vão te dar bola. Ela me olhou e riu, e foi fazer outro chimarrão. A conversa continuou enquanto a gente tomava mate... — Não vou fazer isso, sou muito medrosa e além disso não sou assim, já era, valeu, love, ela disse enquanto me passava um mate. Você, e aí, com quem cê tá? Me perguntou, quando vai trazer alguém de novo?... Nada, já era, são todas iguais, nunca mais me caso, falei. Nós rimos. — Bom, mas com alguém você tem que aliviar essa vontade, ela me disse, garotas não devem te faltar, e me olhou com um sorriso. — Haha, você sabe lá? Falo, rindo, e devolvo o chimarrão pra ela. (A verdade é que eu tava com tesão, mesmo que seja errado, era o que eu sentia.) E além disso, sou bem punheteiro... então, na cara dura, comecei a gravar ela fingindo que tava mandando mensagens. A conversa continuou, e ela me diz: — Bom, me conta, vai... com quem você tá falando? — A real, véia, é que agora eu troco ideia com umas, mas ainda não vi ninguém. Tô meio encalhado. — E por quê, se você é bonito e legal? Sai, se diverte, conhece umas minas, ela fala. — É, mas sei lá, mãe, uma hora eu saio, por enquanto tô de boa. (Ela tava de costas, preparando o chimarrão.)
Ela me passa um mate e diz: — Pois é, bem quente você tá, me olhando na cara, descendo o olhar pro meu short e dando risada.
(Com a minha velha sempre teve maior intimidade, e ainda mais com essa conversa toda, tinha criado um clima de confiança e confissões.)
Eu tava de short de futebol e, sim, verdade, dava pra ver que eu tava excitado.
— Me deu um calor interno, de vergonha, tentei me mexer pra me esconder e falei:
— Haha, desculpa, mãe, queria sumir dali.
— Rindo, ela disse: Viu que você precisa sair e ficar com alguém, você é novo, aproveita que daqui uns anos não sobe mais... E a gente começou a rir.
(Ela não é besta, percebeu que eu tava gravando ela, e eu percebi que ela tava gostando.)
Ela se aproximou, ficou de frente pra mim, me encarando.
Olhando pro celular, direto pra câmera, ela me fala: - Olha o que tu faz, hein, não seja otário, que a conversa fica aqui... eu confio em você. E me olhou, mais séria, mas com uma cara de tesão. Minha mãe sacou tudo, sabia que eu tava gravando ela... Eu não sabia o que fazer, o que responder, tava puto de tesão, mas com a minha mãe!!! Me senti um doente, um merda de pessoa, mas me fiz de besta. - Hã? Que cê tá falando, mãe? Falei, fazendo cara de bocó... Ela me olhou, com uma cara meio sem graça, e falou: - Não se faz de sonso e não me trata como idiota, que eu não sou uma dessas mocinhas ingênuas, hein... não te falei nada, mas olha o que tu faz com esse vídeo, olha! Ela falou me encarando. Já não dava mais pra disfarçar nada... - Tá bom, desculpa, mãe, sou um babaca, falei olhando pro chão, com vergonha. - Você não é um babaca, é um punheteiro, ela falou, e riu, mas não me faça de trouxa, isso sim me irrita, ela disse enquanto me passava outro chimarrão. Peguei o chimarrão e olhei pra ela, ela tava de frente pra mim, me encarando, e eu notei que ela tava com uma postura diferente e, principalmente... A MÃO DELA, senti um tesão do caralho, minha mãe sacou tudo e, em vez de se irritar e estragar tudo, não... ela tinha ficado com tesão, e pra mim, na minha cabeça, ela queria se tocar...


Eu tava doidão, muito tarado e já não conseguia mais esconder minha pica dura, bem ereta. Olhei pra mão dela e, quando levantei o olhar pro rosto dela, ela já tava me encarando. Os dois já tavam com cara de tesão, nada mais importava, a gente tinha saído de toda a razão e éramos só duas pessoas morrendo de vontade que alguém cruzasse a linha, criasse coragem e desse o próximo passo. Ela olhou mais uma vez pra minha pica e disse: "Vou cair na piscina, porque aqui tá um forno, muito calor..." enquanto me olhava rindo, já com aquela cara de safada, de puta. "E você, vai fazer o quê com isso?" falou rindo e olhando de novo pra minha pica. "Apaga isso, não seja otário" (sobre o vídeo). Eu, rindo e cheio de tesão, respondi: "É, vou apagar agora, mas deixa eu dar uma olhadinha antes, aí apago, hahaha..." Ela caiu na risada e disse: "Tá bom, vou pra piscina, vai lá bater uma na paz, hahaha..." Eu olhei pra ela, já no limite do tesão, e falei: "Hahaha, é, mãe, desculpa, mas sou humano e faz tempo que não como ninguém, fazer o quê..." Aí ela virou o jogo, deu aquele passo que a gente tava esperando e falou: "Tô na mesma, também me viro sozinha, porque seu pai é um idiota. VEM PRA PISCINA, que daqui a pouco vou cozinhar." Aquele convite me fez entender um monte de coisas... "Tô indo", respondi. Fui pro quarto e não aguentava mais, a pica duríssima, a mente viajando, eu e minha velha trocando olhares, a gente tava dentro de um jogo de tesão que nos fez esquecer que o que a gente tava fazendo era errado, muito errado... ou não? Não conseguia parar de pensar, e queria bater uma na hora, precisava gozar pensando na minha mãe, naquelas caras que ela fazia. Mas decidi ir pra piscina. Quando tirei o short, minha pica se libertou e eu me olhei, acho que nunca na vida tive ela tão dura. (foto daquele momento)
Sem pensar nem racionalizar, fui pro quintal e lá estava ela... inacreditável, olhei pra ela e quase gozei, sem nem me tocar. Foi algo sinistro, não lembro de ter ficado tão tesudo na minha vida. Mas ao ver ela ali, de biquíni, com aquela cara de puta me olhando... me esperando, minha mente não aguentava mais. Os bicos dos peitos marcavam, uma loucura... a gente se olhou, já sabendo os dois o que ia rolar, e ela fala: - Vai, larga o celular, chega. Vem... Eu ri, larguei o phone na mesa (já tinha aquela imagem, não acredito) e entrei. (foto dela na piscina)
Entra, me mergulhei inteiro pra esfriar um pouco a cabeça porque não aguentava mais... E quando saio, enquanto tirava a água do rosto, ouço minha mãe falar: - Ah, bom, como estamos heee... vai ter que chamar alguma amiga hoje, sim ou sim, e ela ria enquanto olhava pro meu pau. Com o short molhado, claro que meu pau duro aparecia mais ainda, eu ri, olhei pra ela e falei:
- Hoje não tem ninguém, vou ter que me virar sozinho daqui a pouco. E naquele momento, aconteceu o que até hoje não sai da minha cabeça.. Minha mãe... sim, minha mãe, uma loucura... ela me diz, rindo e com cara de puta:
- Assim você não pode ficar, não faz bem pra você, faz agora, olha como tá isso, vai explodir... (por mais que eu tente, por mais que procure palavras, não consigo explicar o que senti, sério) Só olhei pra ela uns segundos, tipo em estado de choque, e notei que ela, com um gesto suave, entendendo tudo, fez que "sim" com a cabeça, me dando a permissão pra eu, sem hesitar, baixar o short e deixar meu pau no ar.. Inacreditável aquele momento, eu com o pau todo duro, e minha mãe me olhando com cara de puta, foda demais. (Pensem o que quiserem, cada um tem sua opinião) Mas minha mãe me deixou com um tesão que nunca ninguém conseguiu. Mais ainda, tô compartilhando isso porque preciso tirar da minha cabeça... tá me deixando mal. Tô escrevendo isso e já tô de novo todo excitado.
Desculpa, mas isso tá me deixando mal, juro... Todo dia vejo o vídeo, a foto e tenho que bater uma. Bom, voltando pra piscina, foi uma loucura, quando tirei o short, minha mãe falou baixinho (ai, meu deus!) Eu ouvi... Peguei na pica, sacudi pra cima e pra baixo umas vezes, olhando pra ela... Olhando fixo nos olhos dela, com vontade de me jogar de cabeça nela, de estuprar ela kkkk... Ela tava embaixo d'água, e a cara que ela fez era uma coisa de louco, mesmo sendo minha mãe... Aquela cara de mulher cheia de prazer, tesão, vontade de ser comida, de sentir uma pica, uma cara de puta do caralho, e ela olhava pra minha pica, olhava nos meus olhos, e voltava pra minha pica... enquanto eu começava a bater uma devagar. Fiquei um minuto, dois (é um jeito de falar, sei lá, nem noção do tempo) e comecei um pouco mais rápido... Aí falei pra ela: - Mãe, não aguento mais. Por favor, se toca, deixa eu te ver... E ela, me olhando, tirou a parte de cima e ficou de peitos de fora... Aí eu lembro que gemi, e falei alguma coisa mas não sei bem o quê... E soltei um pouco a pica porque quase gozei... Minha mãe se tocava nos peitos de olhos fechados, e se mexia embaixo d'água como se estivesse sendo comida... sem falar nada, me aproximei... Ela ouviu a água mexer e abriu os olhos, e eu já tava ali, na frente dela, com minha pica na altura do rosto dela... Não falamos nada, eu me abaixei um pouco e peguei o rosto dela com as duas mãos, uma de cada lado da nuca, e levei a boca dela até minha pica... Ela fechou os olhos e abriu a boca... Meu deus, sentir aquele calor, aquela saliva na minha pica, me faz tremer agora. Até eu morrer vou ter essa lembrança gravada na mente... Foi incrível sentir a boca dela, além disso, fode com seu cérebro saber que é sua mãe... Minha mãe tava chupando minha pica, que loucura linda... doentia talvez, mas linda. Ela chupou um pouco, me masturbava e chupava, de olhos fechados... Nessa altura ela já tava se tocando, mas embaixo d água... aí eu tirei a pica da boca dela e quase sem conseguir falar, com aquela voz entrecortada e a respiração a mil, falei, enquanto me abaixava e pegava ela na cintura. — Vem cá, mãe — e levantei ela. Ficamos de frente, ela tava fraca, com o corpo mole, toda entregue... Fechou os olhos e começamos a nos beijar. Ela tirou a parte de baixo do biquíni, começou a me masturbar e eu enfiava os dedos nela. Momento foda, até que virei ela, apoiei contra os canos da piscina e, de costas pra mim, meti bem devagar, aquele gemido, que delícia, por favor... Tava muito molhada, sentia todo aquele calor na minha pica e a cada segundo eu ficava mais excitado... enquanto comia ela, apertava os peitos dela... e o gemido era cada vez mais forte, com uma mão ela se tocava na buceta e com a outra, colocando pra trás, me agarrava como podia nas costas. Eu me aproximei do ouvido dela e falava: — Como você é gostosa, véia!!! — E ela gritava, sentia como ela ficava mais putinha e como se mexia mais rápido. O momento de maior prazer, que me levou a outro mundo, foi quando ouvi ela dizer: — Ai, meu amor, olha como você me deixou, que pica gostosa. Sentir minha mãe falar assim pra mim, ver minha mãe toda entregue e bem putinha, sinceramente fez eu não aguentar mais... Agora que tô escrevendo, penso, que loucura tudo isso... embora todo dia eu tenha isso na mente, passar pra palavras me faz perceber várias coisas a mais... que me excitam, mas me fazem sentir um merda. Enfim, não aguentei mais... Quando ela falou assim, agarrei o pescoço dela, comecei a enforcar... Eu dizia: — E você, véia, é uma putinha linda, te amo. Não aguento mais, vou explodir... E me joguei pra trás, pra sair e gozar fora... Ela, no mundo dela, me ouviu e começou a gritar bem alto, apertou minhas costas e se grudou, pra eu não sair... E disse (enquanto relaxava o corpo todo, gritando pra caralho, se molhando toda) Gozando como uma garota de 20 anos nas primeiras vezes, toda excitada... — Vamos gozar juntos, enche minha buceta de porra. cum love... Vocês tentem imaginar o que foi aquilo... A quantidade de porra que eu jorrei e quantas vezes meu pau bombou dentro dela. Terminamos, ficamos um minuto ou dois (repito, não fazia ideia de nada, muito menos do tempo) abraçados, eu beijava o pescoço e as costas dela enquanto ela acalmava os gemidos, relaxando. Ficamos assim até meu pau murchar e ela sair sozinha. Não falamos muito mais, ela saiu e foi pro banheiro... pelada e cheia de porra. Eu olhava ela indo embora e voltava a este mundo, enquanto caía na real de que tinha vivido algo que jamais esqueceria, uma situação que nunca imaginei... Mas também, que em algum momento ia ou vai trazer problemas com certeza, ou talvez mude a relação com a minha velha. Quis ser breve, mas é impossível, gente. Não dá, na minha cabeça tem muito mais coisas, imagens, lembranças que vão ficar comigo. Espero que, mesmo sendo difícil, tentem imaginar um pouco dessa loucura toda. Precisava contar isso, mas pra quem? Não posso falar com ninguém, me matam... te condenam, e talvez esteja certo, sei lá... capaz que pra alguns não. Não quero pensar mais, a única coisa que sei é que precisava contar pra aliviar um pouco essa tarada na minha mente desde que acordo até deitar. Se quiserem, podem dar suas opiniões, boas, ruins, aceito tudo. Sei que tem visões diferentes na vida, talvez me ajude ler vocês e saber o que pensam. Valeu, abraço.
28 comentários - Minha coroa me fez um boquete e eu comi ela. Sério. (Fotos)
*Si querés mostrarme a mamá por privado desnuda, bienvenido sea. Sino todo bien igual.
Mira loco es como ella dijo, llega un dia que no se te vuelve a parar. Ademas no siempre podes tomar decisiones para tu bienestar que no sean sancionadas por la maldita sociedad y su "sentido comun".
Cómo se sale de eso????
Allá vos lo q hagas o pienses. Es mi opi