aqui vai mais um capítulo dessa história
Como eu disse antes
VALEU PELOS PONTOS
E OS COMENTÁRIOS
No escritório, eu me dava super bem com a Gládis, uma morena gostosa e muito simpática, apesar de ser um pouco cheinha. Com ela dava pra falar de tudo e eu adorava a companhia dela, maaaaas, ela era casada e parecia feliz, sempre mencionava o marido. Eu via isso como uma autodefesa dela pra ninguém dar em cima, e isso virou um desafio pra mim. Foi aí que começamos uma amizade e, em pouco tempo, vieram as confidências. Ela me confessou que, embora tudo estivesse bem com o Mário, tinha umas coisas que não batiam. Não eram saídas sozinhas, nem encontros, nem chegadas tarde. O que chamava a atenção dela eram os gastos sem justificativa. Ela me contou que cada um cuidava da própria grana, dividiam as contas, mas as contas dela não fechavam. E quando uma mulher começa a desconfiar, é porque tem coisa errada, com certeza. Então, uma tarde fomos a um bar e conversamos um tempão.
Mas me escuta aqui, Gladys, cê acha que tem outra então?
Gladys, pra ser sincero, duvido muito.
Olha, é fácil, vocês como tão na cama? Transam bem? É seguido?
Gladys, bom, não tão seguido ultimamente e depois normal, o Mario não é muito ativo, por isso que seja questão de sexo.
Como que não é muito ativo, não entendo, já sei que tu não é uma modelo, mas... tu tem o teu valor, sim.
Gladys sim, sim, já sei, mas ele chega muito cansado e estressado, e nos fins de semana têm os encontros de família, sei lá, não dou tanta importância pra isso.
E pelo visto o menos, pra mim tem algo errado aí que você não quer me contar e tá tudo bem se for assim.
Gladys não para nunca, é que ele é tão bom de verdade que às vezes me dá pena do que acontece com ele e por isso não reclamo muito.
O quê, não sobe pra ela?
Gladys sim, e além disso ele é muito mal dotado, acho que esse é o complexo dele, mas isso não tem nada a ver com os gastos exagerados dele.
Já tô ligado, não tem chifre por causa de sexo, pelo contrário, você que tá carente de sexo. Será que ela não tá fazendo algum tratamento escondido de você?
Gladys, não acredito nisso. E se você vier um dia? Te convido pra comer aqui em casa e a gente bate um papo, assim você conhece ele direito e talvez ele te dê algum sinal.
Por você, eu faria sem problema, a parada é se ele ia gostar.
Gladys, o Mario já sabe que você é meu amigo, mais que colega de trabalho. Eu conto tudo pra ele, e ele não é ciumento. Além disso, ele me conhece, sabe que sou incapaz de traí-lo.
Se for assim, então sábado eu apareço aí na sua casa e a gente vê.
Gladys, melhor não na sexta à noite, depois que saímos do escritório.
No dia seguinte, eu tinha tempo pra ir na casa do Fede, mesmo já estando tudo certo e planejado. Chegamos lá, sentamos, e ele já trouxe uma cerveja na hora. Ficamos batendo papo. Daí a pouco, o Mario chegou, me cumprimentou e entrou na conversa, pegando outra cerveja. A Gladys deixou a gente na nossa e foi cozinhar.
Mario, então você é o confidente dela.
Bom, um pouco sim, e ela também é minha confidente.
Mario, então você já sabe do nosso probleminha.
Mario, fico muito feliz que você finalmente tenha dado esse passo.
O que foi? Não te entendi, me desculpa.
Mario, tô pedindo pra ela há um tempão pra ter um terceiro na cama que finalmente faça ela gozar, mas ela sempre nega isso.
Bom, na verdade não vim pra isso, embora adorasse, ela me contou sobre seu probleminha, isso sim.
Mário, te contei que eu tenho um pau e, além disso, não consigo broxar?
Claro, isso ela me contou outro dia porque ela tá desconfiada de você por causa dos gastos que você tem, não porque tenha outra mulher.
Mario, já sei, ontem ele me propôs e eu expliquei pra ele. Então, cê tá dizendo que ele não te trouxe pra transar?
Não, mas adoraria.
Mario, ela me disse que você é bem dotado, não sei se ela sabe porque já comeu você.
Não, não, não, talvez por causa das coisas que contei pra ela.
Gladys trouxe umas pizzas e colocou na mesa, e o Mario foi buscar mais cervejas.
Gladys já te contou tudo, né? O babaca quer ser corno a todo custo.
Bom, dá o gosto total, é só sexo mesmo, por isso você não vai deixar de me amar. Além disso, eu acho que você sabe muito bem que eu adoraria, mas seria só sexo, você sabe que eu tenho namorada.
Gladys, já sei, mas tô com medo.
Medo de quê? De gozar? Vocês dois vão gozar, se solta de uma vez
Gladys tá bem, que se foda o corno se quer chifre, hoje ele vai ter.
Nisso tudo, já tava com ela nos meus braços, o Mário tava bem longe observando tudo e viu quando eu beijei ela, apertando ela contra o meu corpo e massageando a bunda e os peitos dela.
Gladys, vamos.
Levo ela pro quarto, a gente tira a roupa e sobe na cama sem ligar pro Mario. Gladys começou a chupar minha pica, aí virei o rosto e vi ele — também tava pelado, se masturbando. Gladys tinha razão: o que o Mario tava tocando não era uma rola. Coitado do Mario, com aquele pinto minúsculo, ele já sabia que ia ser corno mais cedo ou mais tarde. Tava mais que resignado, admirando a pica que a esposa dele tava mamando — e olha que ela fazia isso muito bem. Ela tirou a boca bem antes de eu encher a boca dela de porra.
Gladys, isso sim que é uma piroca, viu, amor? Olha o tamanho dela? Ele vai meter tudo, como esse cara vai me comer, meu céu, já me molhei todaaa... ahhh... ahhh... assim... Oscar... assimmm... bem fundooo, me mata, siiiim... siiiim... vem, amor... vemmm... me beija, céuuu, que delícia que o filho da puta me fodeu
Eu já estava por cima dela e o Mário não hesitou, subiu na cama e deu um beijo interminável nela. Enchi a buceta dela de porra, e ela gemia e se contorcia toda. Tirei ela de lá, me levantei, e ela disse pro Mário:
Gladys, agora é a sua vez, meu amor.
Mario, mas meu pau tá morto, céu.
Gladys, usa tua língua, corno.
Ele se jogou de cabeça na buceta dela, e ela virou e começou a chupar o pau dele. Lá estava o cu dela aberto, todo entregue pra minha pica. Apoiei e comecei a penetrar o cu dela. Pra minha surpresa, minha pica entrava fácil, e quando enfiei tudo, minhas bolas batiam na cara do marido, que continuava chupando a buceta dela, toda melada de porra. Impulsivamente, tirei a pica do cu da esposa e enfiei na boca do corno, que abriu e recebeu ela toda.
Gladys, você tá chupando toda gostoso, corno manso, tá chupando tudinho, meu amorrrr, isso, minha vida, chupa tudinhoooo, depois é a vez da sua bunda, minha vida
Mario não me deixava tirar a pica da boca dele, ele abria bem grande pra eu chupar. Quando finalmente tirei, ela saiu de cima dele e mandou ele ficar de quatro. Mario abriu bem as pernas, empinando a bunda. Ela chegou perto de mim e pediu pra eu arrebentar o cu dela, e foi ela mesma quem chupou ele. Ele tremeu um pouco quando ela brincava com a língua no cu dele.
Gladys, já tá pronto, é todo seu.
Enfiei a pica nela e enterrei até o fundo, aquele cu já tava arrombado, percebi na hora e comi com tudo enquanto ele se contorcia e gemia até chorar, enquanto a Gladys xingava ele.
Gladys, então você pagava pra arrombarem sua buceta, viado? Que lindo é ver como te arrombam o cu, amorzinho. Isso, assim, aproveita. Tá doendo, céu? Tá doendo muito? Se fode, viado, se fode, corno. E se o Oscar me engravidar, você assume, entendeu, viado? Agora sim vou te fazer bem, mas bem corno.
Mário só gemia e dava uns gritos de dor até sentir eu encher o cu dele de porra, montado em cima dele, metendo a pica até as bolas. Tirei ela e ele ficou largado na cama, reclamando, enquanto eu, do lado dele, continuava comendo a mulher dele. Demorei um tempão pra encher ela de porra, mas ela teve dois orgasmos enormes que não conseguiu disfarçar, nem quis. Nós três fomos pro chuveiro, e enquanto tomávamos banho, beijei a esposa dele e nós dois ficamos apalpando a bunda dela. No final do banho, o Mário acabou chupando minha pica na frente da mulher dele.
Gladys, que putão você se tornou, meu amor. Vai lá, mija tudo no Oscar, é o mínimo que esse promíscuo merece.
Tirei a pica da boca dela, lavei ela e nos secamos juntos. Fomos pra sala de jantar e abrimos uma cerveja. Mario ficou no banheiro e nós aproveitamos pra bater um papo.
Gladys, viu? Eu sabia que algo estranho tava rolando com o Mario, e no final ele curte uma pica. Ele não tava me traindo com outra gostosa, mas com um macho. Eu vi como sua pica entrou no cu daquele puto, vai saber quem já tinha arrombado ele antes.
Tá bom, ele é viado, mas isso não quer dizer que ele não te ama. E acho que ele aguenta você humilhar ele, então por que você não faz isso, seu viado, e come ele? Com certeza você vai fazer com amor.
Gladys sim, é uma boa ideia, mas os chifres ela vai ter sempre. Percebi que preciso de pica, não todo dia, mas preciso.
Bom, então eu te dou todas as vezes que você quiser.
Gladys, claro que quero, quero que você seja o macho da casa e faça o corno do meu marido ver isso.
Vou fazer dele um baita viadinho, isso você gosta muito, não é?
Gladys siiiim, quero que humilhe ele pra caralho, você não sabe como isso me excita, fica até domingo por favor, quero que você durma comigo essa noite
Vou te comer a noite inteira e ele vai ser nosso escravinho, que tal?
Gladys, adoraria que você dormisse aos meus pés como a putinha que é.
Ver ela assim, toda putinha, contrastava com a senhora que ela era no escritório, que evitava qualquer contato com os homens. Isso me deixava com muito tesão, mais uma vitória pra mim, ter transformado ela numa puta. Naquela noite, fiquei pra dormir. Mario não podia ser nada além de uma putinha submissa, pronta pra nos satisfazer em tudo. Foi testemunha de como eu comi ela a noite inteira, enquanto ele se desesperava batendo uma punheta aos pés da cama. De manhã, ela nos acordou trazendo café na cama. Depois de fazer ele chupar meu pau, coloquei a porra no café dele, e a Gladys mandou ele tomar. A putinha humilhava ele de um jeito gostoso, mas ao meio-dia acabei deixando os dois sozinhos, prometendo que no próximo fim de semana eu voltava.
Como eu disse antes
VALEU PELOS PONTOS
E OS COMENTÁRIOS
No escritório, eu me dava super bem com a Gládis, uma morena gostosa e muito simpática, apesar de ser um pouco cheinha. Com ela dava pra falar de tudo e eu adorava a companhia dela, maaaaas, ela era casada e parecia feliz, sempre mencionava o marido. Eu via isso como uma autodefesa dela pra ninguém dar em cima, e isso virou um desafio pra mim. Foi aí que começamos uma amizade e, em pouco tempo, vieram as confidências. Ela me confessou que, embora tudo estivesse bem com o Mário, tinha umas coisas que não batiam. Não eram saídas sozinhas, nem encontros, nem chegadas tarde. O que chamava a atenção dela eram os gastos sem justificativa. Ela me contou que cada um cuidava da própria grana, dividiam as contas, mas as contas dela não fechavam. E quando uma mulher começa a desconfiar, é porque tem coisa errada, com certeza. Então, uma tarde fomos a um bar e conversamos um tempão.
Mas me escuta aqui, Gladys, cê acha que tem outra então?
Gladys, pra ser sincero, duvido muito.
Olha, é fácil, vocês como tão na cama? Transam bem? É seguido?
Gladys, bom, não tão seguido ultimamente e depois normal, o Mario não é muito ativo, por isso que seja questão de sexo.
Como que não é muito ativo, não entendo, já sei que tu não é uma modelo, mas... tu tem o teu valor, sim.
Gladys sim, sim, já sei, mas ele chega muito cansado e estressado, e nos fins de semana têm os encontros de família, sei lá, não dou tanta importância pra isso.
E pelo visto o menos, pra mim tem algo errado aí que você não quer me contar e tá tudo bem se for assim.
Gladys não para nunca, é que ele é tão bom de verdade que às vezes me dá pena do que acontece com ele e por isso não reclamo muito.
O quê, não sobe pra ela?
Gladys sim, e além disso ele é muito mal dotado, acho que esse é o complexo dele, mas isso não tem nada a ver com os gastos exagerados dele.
Já tô ligado, não tem chifre por causa de sexo, pelo contrário, você que tá carente de sexo. Será que ela não tá fazendo algum tratamento escondido de você?
Gladys, não acredito nisso. E se você vier um dia? Te convido pra comer aqui em casa e a gente bate um papo, assim você conhece ele direito e talvez ele te dê algum sinal.
Por você, eu faria sem problema, a parada é se ele ia gostar.
Gladys, o Mario já sabe que você é meu amigo, mais que colega de trabalho. Eu conto tudo pra ele, e ele não é ciumento. Além disso, ele me conhece, sabe que sou incapaz de traí-lo.
Se for assim, então sábado eu apareço aí na sua casa e a gente vê.
Gladys, melhor não na sexta à noite, depois que saímos do escritório.
No dia seguinte, eu tinha tempo pra ir na casa do Fede, mesmo já estando tudo certo e planejado. Chegamos lá, sentamos, e ele já trouxe uma cerveja na hora. Ficamos batendo papo. Daí a pouco, o Mario chegou, me cumprimentou e entrou na conversa, pegando outra cerveja. A Gladys deixou a gente na nossa e foi cozinhar.
Mario, então você é o confidente dela.
Bom, um pouco sim, e ela também é minha confidente.
Mario, então você já sabe do nosso probleminha.
Mario, fico muito feliz que você finalmente tenha dado esse passo.
O que foi? Não te entendi, me desculpa.
Mario, tô pedindo pra ela há um tempão pra ter um terceiro na cama que finalmente faça ela gozar, mas ela sempre nega isso.
Bom, na verdade não vim pra isso, embora adorasse, ela me contou sobre seu probleminha, isso sim.
Mário, te contei que eu tenho um pau e, além disso, não consigo broxar?
Claro, isso ela me contou outro dia porque ela tá desconfiada de você por causa dos gastos que você tem, não porque tenha outra mulher.
Mario, já sei, ontem ele me propôs e eu expliquei pra ele. Então, cê tá dizendo que ele não te trouxe pra transar?
Não, mas adoraria.
Mario, ela me disse que você é bem dotado, não sei se ela sabe porque já comeu você.
Não, não, não, talvez por causa das coisas que contei pra ela.
Gladys trouxe umas pizzas e colocou na mesa, e o Mario foi buscar mais cervejas.
Gladys já te contou tudo, né? O babaca quer ser corno a todo custo.
Bom, dá o gosto total, é só sexo mesmo, por isso você não vai deixar de me amar. Além disso, eu acho que você sabe muito bem que eu adoraria, mas seria só sexo, você sabe que eu tenho namorada.
Gladys, já sei, mas tô com medo.
Medo de quê? De gozar? Vocês dois vão gozar, se solta de uma vez
Gladys tá bem, que se foda o corno se quer chifre, hoje ele vai ter.
Nisso tudo, já tava com ela nos meus braços, o Mário tava bem longe observando tudo e viu quando eu beijei ela, apertando ela contra o meu corpo e massageando a bunda e os peitos dela.
Gladys, vamos.
Levo ela pro quarto, a gente tira a roupa e sobe na cama sem ligar pro Mario. Gladys começou a chupar minha pica, aí virei o rosto e vi ele — também tava pelado, se masturbando. Gladys tinha razão: o que o Mario tava tocando não era uma rola. Coitado do Mario, com aquele pinto minúsculo, ele já sabia que ia ser corno mais cedo ou mais tarde. Tava mais que resignado, admirando a pica que a esposa dele tava mamando — e olha que ela fazia isso muito bem. Ela tirou a boca bem antes de eu encher a boca dela de porra.
Gladys, isso sim que é uma piroca, viu, amor? Olha o tamanho dela? Ele vai meter tudo, como esse cara vai me comer, meu céu, já me molhei todaaa... ahhh... ahhh... assim... Oscar... assimmm... bem fundooo, me mata, siiiim... siiiim... vem, amor... vemmm... me beija, céuuu, que delícia que o filho da puta me fodeu
Eu já estava por cima dela e o Mário não hesitou, subiu na cama e deu um beijo interminável nela. Enchi a buceta dela de porra, e ela gemia e se contorcia toda. Tirei ela de lá, me levantei, e ela disse pro Mário:
Gladys, agora é a sua vez, meu amor.
Mario, mas meu pau tá morto, céu.
Gladys, usa tua língua, corno.
Ele se jogou de cabeça na buceta dela, e ela virou e começou a chupar o pau dele. Lá estava o cu dela aberto, todo entregue pra minha pica. Apoiei e comecei a penetrar o cu dela. Pra minha surpresa, minha pica entrava fácil, e quando enfiei tudo, minhas bolas batiam na cara do marido, que continuava chupando a buceta dela, toda melada de porra. Impulsivamente, tirei a pica do cu da esposa e enfiei na boca do corno, que abriu e recebeu ela toda.
Gladys, você tá chupando toda gostoso, corno manso, tá chupando tudinho, meu amorrrr, isso, minha vida, chupa tudinhoooo, depois é a vez da sua bunda, minha vida
Mario não me deixava tirar a pica da boca dele, ele abria bem grande pra eu chupar. Quando finalmente tirei, ela saiu de cima dele e mandou ele ficar de quatro. Mario abriu bem as pernas, empinando a bunda. Ela chegou perto de mim e pediu pra eu arrebentar o cu dela, e foi ela mesma quem chupou ele. Ele tremeu um pouco quando ela brincava com a língua no cu dele.
Gladys, já tá pronto, é todo seu.
Enfiei a pica nela e enterrei até o fundo, aquele cu já tava arrombado, percebi na hora e comi com tudo enquanto ele se contorcia e gemia até chorar, enquanto a Gladys xingava ele.
Gladys, então você pagava pra arrombarem sua buceta, viado? Que lindo é ver como te arrombam o cu, amorzinho. Isso, assim, aproveita. Tá doendo, céu? Tá doendo muito? Se fode, viado, se fode, corno. E se o Oscar me engravidar, você assume, entendeu, viado? Agora sim vou te fazer bem, mas bem corno.
Mário só gemia e dava uns gritos de dor até sentir eu encher o cu dele de porra, montado em cima dele, metendo a pica até as bolas. Tirei ela e ele ficou largado na cama, reclamando, enquanto eu, do lado dele, continuava comendo a mulher dele. Demorei um tempão pra encher ela de porra, mas ela teve dois orgasmos enormes que não conseguiu disfarçar, nem quis. Nós três fomos pro chuveiro, e enquanto tomávamos banho, beijei a esposa dele e nós dois ficamos apalpando a bunda dela. No final do banho, o Mário acabou chupando minha pica na frente da mulher dele.
Gladys, que putão você se tornou, meu amor. Vai lá, mija tudo no Oscar, é o mínimo que esse promíscuo merece.
Tirei a pica da boca dela, lavei ela e nos secamos juntos. Fomos pra sala de jantar e abrimos uma cerveja. Mario ficou no banheiro e nós aproveitamos pra bater um papo.
Gladys, viu? Eu sabia que algo estranho tava rolando com o Mario, e no final ele curte uma pica. Ele não tava me traindo com outra gostosa, mas com um macho. Eu vi como sua pica entrou no cu daquele puto, vai saber quem já tinha arrombado ele antes.
Tá bom, ele é viado, mas isso não quer dizer que ele não te ama. E acho que ele aguenta você humilhar ele, então por que você não faz isso, seu viado, e come ele? Com certeza você vai fazer com amor.
Gladys sim, é uma boa ideia, mas os chifres ela vai ter sempre. Percebi que preciso de pica, não todo dia, mas preciso.
Bom, então eu te dou todas as vezes que você quiser.
Gladys, claro que quero, quero que você seja o macho da casa e faça o corno do meu marido ver isso.
Vou fazer dele um baita viadinho, isso você gosta muito, não é?
Gladys siiiim, quero que humilhe ele pra caralho, você não sabe como isso me excita, fica até domingo por favor, quero que você durma comigo essa noite
Vou te comer a noite inteira e ele vai ser nosso escravinho, que tal?
Gladys, adoraria que você dormisse aos meus pés como a putinha que é.
Ver ela assim, toda putinha, contrastava com a senhora que ela era no escritório, que evitava qualquer contato com os homens. Isso me deixava com muito tesão, mais uma vitória pra mim, ter transformado ela numa puta. Naquela noite, fiquei pra dormir. Mario não podia ser nada além de uma putinha submissa, pronta pra nos satisfazer em tudo. Foi testemunha de como eu comi ela a noite inteira, enquanto ele se desesperava batendo uma punheta aos pés da cama. De manhã, ela nos acordou trazendo café na cama. Depois de fazer ele chupar meu pau, coloquei a porra no café dele, e a Gladys mandou ele tomar. A putinha humilhava ele de um jeito gostoso, mas ao meio-dia acabei deixando os dois sozinhos, prometendo que no próximo fim de semana eu voltava.
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