Terapia Especial. Capítulo VIII:

O segredo da MarCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/5026790/Terapia-Especial-Capitulo-I.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/5047265/Terapia-Especial-Capitulo-VII.htmlSexta-feira

Assim que o relógio marcou 7h, Chloe saiu de casa rumo à universidade. A garota não queria chegar atrasada, tinha um motivo pelo qual precisava dar o máximo e aproveitar cada minuto. Aos poucos, o movimento começou na casa. Blanca ficou surpresa ao ver que nenhuma de suas filhas estava nos quartos dormindo. A mulher se perguntou se estava sonhando, porque responsabilidade era algo que suas filhas não tinham.

Os ponteiros seguiram seu curso, já eram quase 9h e o único que não tinha saído do quarto era Tomás. Camila, um pouco preocupada, foi até o quarto onde o irmão descansava. Batendo na porta com delicadeza, esperou alguma resposta do homem, mas um silêncio tomou conta daquele canto da casa.—"To-Tomás, cê tá aí?Olhou com estranheza e girou a maçaneta para abrir a porta, percebendo que estava trancada por dentro.–“Tomás?”–Enunciou, batendo na porta de novo, mas com um pouco mais de força.—"Me diz, Camirespondeu o psicólogo, com naturalidade e trazendo alívio pra irmã dele.Desculpa te incomodar, mas queria saber se você topa a gente tomar café da manhã juntos?expressou a mulher, percebendo um leve miado e constantes palmadas.Claro, me dá uns minutinhos, vou tomar um banho e aí vou comer com você.respondeu, com serenidade. Apesar de não notar nada estranho na voz do irmão, aquele som continuava.

Intrigada, encostou-se na porta, tentando descobrir a origem daqueles ruídos, enquanto perguntava se ele estava bem. Mesmo Tomás tendo dito que estava tudo em ordem e que assim que terminasse de tomar banho iria para a cozinha, Camila continuava confusa com aquele som. Seu instinto a instigava a desconfiar e ficar atrás da porta, esperando alguma pista sobre aquele zumbido misterioso que não parava de ouvir. O tempo se arrastou para ela, tanto que um segundo virou uma hora.

Ela ouvia sua respiração acelerada e as batidas do coração, algo que a irritava, pois não conseguia ouvir com total clareza. Por sorte para Camila, uma voz conhecida conseguiu acalmar sua ansiedade voraz.Beleza, amor, vou te deixar pra você tomar um banho e ir tomar café com minha cunhada.Ressoou pelas paredes. O doce timbre de voz da April tomou conta da atenção da cunhada, que, imaginando que talvez tivesse interrompido um momento íntimo do casal, deu meia-volta e desceu para o primeiro andar.

Aquela interrupção da MILF foi uma jogada sensata pra esconder o que realmente rolava naquele quarto. Nele não estava só o Tomás, mas também uma das sobrinhas dele, que tava deitada na cama, com a cabeça apoiada no colchão, mordendo e apertando os lençóis, enquanto mantinha a bunda levantada, esperando o tio meter nela.–“Hhmm… T-ti-tio…”-murmurou, com muito esforço para não deixar escapar um gemido.Quer outro beijo pra abafar seus gemidos?Ele interpelou com um sorriso, com a mão esquerda apoiada na cintura daquela guria e a outra segurando o celular, com o qual transmitia aquela cena incestuosa e safada para a esposa. April, nua, se masturbava impetuosamente e riscava mais uma da sua lista. Ver o rostinho de prazer que aquela jovem colocava ao ir recebendo o grosso membro do marido no cu e os olhos dela revirando de tesão, fazia com que estar longe dele valesse a pena.

Entre suspiros, a moça respondeu ao tio que sim, que ansiava por uma boa babada. Ele, consentindo, se aproximou dos lábios dela e, abrindo a boca, foi esfregando-a contra a dela, até que suas línguas se entrelaçaram. Aquela guria se sentia no céu, com cada estocada que o homem dava, o jeito que ele tocava o corpo dela e a sua maneira experiente de beijar. Se afastando daquela boquinha, Tomás mordeu aqueles lábios angelicais, suas respirações se tornaram uma só e, num sussurro, ele disse:—"Quer que eu goze dentro da sua bunda, Luna?A mais nova das sobrinhas demorou pra responder, nos olhos cheios de safadeza dela dava pra ver o tesão daquela trepada matinal. Mas tudo começou durante a noite, quando ela viu o beijo de língua intenso que Tomás deu em Mar. Aquela imagem apavorou ela e o ciúme floresceu, tava decidida a interromper os dois e impedir que a irmã dela transasse com o coroa. Só que, antes que ela fizesse qualquer movimento, Mar se afastou de Tomás e deu um tapa na cara dele.

Aquilo foi inesperado pra Luna, porque mesmo tendo sido só uns segundos, ela percebeu que Mar tinha curtido aquele beijo e aquela boca madura. Não foi só pelo jeito que ela ficou grudada nos lábios dele, mas também porque as pernas de Mar tremiam de tesão. Luna ficou se perguntando na cama dela se devia ir ver o tio ou não, falar com ele e implorar pra ele não ignorar ela como tava fazendo, porque aquilo machucava ela. O corpo fervendo dela apressou a decisão, sem olhar as consequências, ela se despiu e foi visitar ele.

Luna já não ligava mais pro que o tio pensava dela, só precisava que ele acalmasse aquele fogo dentro dela e a dor intensa no peito, que surgia quando ele a rejeitava. Se movendo com cuidado, ficou parada por uns segundos na frente da porta, suspirou, enquanto o frio passava pelo corpo dela. Abriu a porta na penumbra e, olhando fixamente pro rosto dele que tava iluminado pela luz artificial do celular, falou sem hesitar que já não aguentava mais o que sentia.

Ao ver que ele não tava ignorando ela e que os olhos dele se perdiam na figura nua dela, escolheu seguir o instinto. Se aproximando dele e se deixando levar pela luxúria que abraçava ela, subiu na cama. Engatinhando, cortou a distância ficando a centímetros da boca dele, com a qual tinha sonhado. As respirações deles estavam sincronizadas e, dominada pelo tesão, agarrou com sutileza aquele pau duro que se escondia debaixo das cobertas. Só o aperto daqueles dedos finos já ofuscou um já Tomás está excitado.

Ele não duvidou, abrindo a boca foi se aproximando dela, que o olhava com ternura e lascívia. Encostando os lábios nos dela, as mãos deslizaram por aquela costa macia, até chegar naquela cinturinha, onde se firmaram com força. Ambos embriagados pelos próprios demônios consumaram o pecado incestuoso num beijo denso e apaixonado. Suas línguas fogosas se enroscando, como dois ganchos, a delicadeza da língua pequena dela excitava ainda mais o maduro.

Luna foi erguendo as pálpebras e as sobrancelhas, ao notar como aquela pica que segurava com as mãos ficava maior, enquanto isso a buceta dela ficava toda molhada. Quando finalmente se separaram, não tinha mais volta, só precisavam terminar aquela loucura com uma fodida, algo impensável para os dois. Embora ela quisesse transar com o tio, não imaginava que isso aconteceria naquela noite; no máximo, achava que ele pediria desculpas por ter ignorado ela e que não faria de novo, beijando ela como fez com a Mar. Naqueles segundos em que pensou na irmã, se perguntou como ela tinha negado aquele pauzão.

Já o maduro, ele não tinha planejado foder a Luna, ainda queria continuar torturando ela com a indiferença dele. No entanto, depois do que rolou com a Mar e saber que no dia seguinte teria a Chloe montada na pica dele, não conseguiu pensar direito quando viu a sobrinha mais nova na entrada, completamente nua, e ainda por cima a figura da Adara, que sempre deixava ele com tesão. Ainda mudos, ela se enfiou entre os lençóis, colando o corpo no do tio, enrolando os braços no pescoço do homem.

O roçar das peles deles condenou qualquer chance de arrependimento nos dois; se olhando nos olhos, fundiram as bocas noutro beijo longo e ardente. As mãos de Tomás voltaram a explorar aquela costa reta, mas não pararam na cintura da garota, foram além, se apoiando naquelas bundas. Como não eram tão grandes nem largas, as palmas dele pareciam imensas naquelas... firmes e redondos bundões. Os dedos dele acariciavam com delicadeza aquele esfíncter, fazendo a garota dar um pequeno pulo.

Mesmo assim, os lábios não se desgrudaram, o calor daquela troca de saliva e a felicidade que provavam, faziam com que se agarrassem um ao outro, para que aquele desejo proibido nunca parasse. O gosto de baunilha que aquela baba viva soltava, despertava uma gula no homem que ele não sentia há um bom tempo. Por mais que não quisessem, suas bocas terminaram de se satisfazer, recuperando o fôlego, seus sexos foram se roçando, mesmo com o pau do velho guardado dentro da cueca, sua dureza aniquilava aquela bucetinha.

Leves suspiros foram ouvidos naquele quarto escuro, continuando abraçados e na mesma posição, Tomás foi devorando a garganta da sobrinha. Luna jogou a cabeça para trás e suas mãos acariciaram a nuca do tio, que voraz continuou comendo de beijos aquele pescoço fino. A garota começava a perder a cabeça, com cada roçada que sua buceta dava naquele pau duro, queria sentir ele dentro, que revirassem suas entranhas e apagasse o incêndio que começou, há alguns dias.

Os minutos passavam e ele adiava a espera do próximo movimento, o que exasperava aquela guria, embora ao mesmo tempo, ela não quisesse parar de sentir aquela língua experiente, deslizando pela sua pele macia. Finalmente Tomás, deitou a sobrinha, que implorava para ser penetrada, porém, o velho, se aproximou dela enquanto com os dedos massageava aquela vulva safada. Mordendo aqueles lábios tão viciosos, desceu até onde fluíam aqueles melados manjares que molharam sua virilha.

Sentir a respiração ofegante do tio no seu sexo, provocou um grande formigamento, que foi aliviado, com um traço daquela língua dominante. Com lambidas lentas na beirada daquela vagina, começou, depois com seus lábios prendeu com gentileza aquele sensível grelinho, para, abrindo Esse orifício com a ajuda das mãos e meter a língua. Dando uma comida de buceta deliciosa pra aquela garota que mal tinha sido mimada duas vezes ali antes.

Segurando nos lençóis, ela se regozijava e ofegava, o corpo inteiro tremia e se rendia àquele amante experiente que era o tio dela. Lambuzando a boca do homem com seu néctar, ficou estirada naquela cama por uns minutos, a cabeça rodando, de tanto prazer que tinha vivido. Quando olhou de novo pro coroa, percebeu que ele estava abaixando a calça, e ao ver aquela pica divina balançando na frente dela, acendeu de novo aquela vontade de ser atravessada por ela.

Tomás, antes de continuar, procurou entre as coisas dele um preservativo. Depois de colocar, se aproximou da filha mais nova da Blanca. Sem tirar os olhos dela, foi tocando com a glande os lábios molhados daquela xota, separando a fenda. Ela, ao sentir aquela ponta grossa e afiada prestes a entrar, explodiu de prazer. O homem hesitou em enfiar, já que ela estava tão sensível, mas ela implorou, quebrando aquele silêncio que tinha entre os dois, falando com ele pela primeira vez depois de tudo que tinha feito.

Diante daquele pedido, ele não conseguiu se segurar. Agarrando as pernas finas da sobrinha, começou a mergulhar a pica dentro daquela caverna apertada.Deus... Continua, tio, enterra esse pauzão todo em mim, por favorexclamou Luna, passando as mãos no rosto do coroa e beijando ele pra calar os gemidos dele. Tomás ia enfiando o pau devagar, sem pressa, sabia que a noite era longa o bastante pra curtir uma boa foda, e que ninguém ia atrapalhar eles.

Mesmo se, no pior dos casos, alguém acordasse e ouvisse, ele podia usar a escuridão a seu favor e esconder a novinha debaixo dos cobertores. Quando se separou da boquinha da sobrinha, já tinha metade do tronco enfiado naquela buceta suculenta, que apertava e engolia com força.—"Mais… Me dá mais forte, tio…Sussurrou mordendo a orelha do coroa e passando a língua em volta, mas apesar das insistências dela, ele não mudou seus planos.

Foi a última tortura que ele fez naquela garota, afinal, a partir daquele instante ela seria uma amante enquanto estivesse naquela casa. Quando finalmente todo o pau dele estava dentro dela, apoiou as pernas da novinha nos ombros e começou com estocadas mais fortes. Cada golpe que Luna sentia no útero a fazia se contorcer de prazer. Aquele homem era melhor do que ela imaginava, o corpo fogoso dela agradeceu por ter sido corajosa e dado o primeiro passo pra dar o cu pra ele.

Os minutos passavam e Luna se afundava cada vez mais no tesão que recebia daquela foda. Não controlava os gemidos nem o corpo, inconscientemente mexia a bunda, se sincronizando com as bombadas do tio. As pernas dela tremeram, ao mesmo tempo que uma corrente elétrica percorreu a espinha, explodindo num novo orgasmo. A novinha tentou respirar, mas Tomás não deu descanso, continuando freneticamente metendo na buceta dela.

Os uivos dela se intensificaram, e pra disfarçar e não acordar ninguém, o homem enrolou a língua na dela de novo. Luna já tinha perdido a conta de quantas vezes tinham se beijado, mas cada vez que acontecia, sentia que era melhor que a anterior. As mãos do tio foram da cintura dela pros peitinhos pequenos e redondos, aqueles dedos experientes desenharam sobre eles, tocando com carinho os biquinhos durinhos. Ele estava reescrevendo no corpo dela o significado de prazer.

Amassando aqueles peitos macios, os lábios de Tomás voltaram a beber da pele daquela novinha. Mais, mais, mais, balbuciava Luna, uma e outra vez, enquanto os sexos se batiam com força. O gosto do suor daquela gostosa era tão doce quanto a saliva dela, ou pelo menos essa foi a impressão que Tomás teve, já que tava no auge. Dando três estocadas fundas, tirou o pau daquela buceta apetitosa. Bucetinha, pra tirar a camisinha e pintar essa figura como uma tela.

Luna tinha ficado mais que satisfeita e ao mesmo tempo com vontade de mais, mas o corpo dela não aguentava, precisava descansar, tinha tido o que tanto queria e acabou completamente exausta. Tomás a pegou nos braços pra acomodar ela direitinho na cama e cobrir com os lençóis, depois foi pro banheiro tomar um banho. Tinha curtido aquela fodida maravilhosa, a única coisa que lamentava era não ter gravado, pra poder mandar pra esposa dele.

Foi assim que nasceu a ideia de fazer uma videochamada pra April, enquanto metia no cu da sobrinha mais nova dele.–“Ss-sim… Tio… Goza dentro do meu cu”–afirmou a mina, mordendo os lábios dela. Tomás apalpando com os dedos aquela buceta encharcada, deu as últimas estocadas. Aquele massagem no clitóris dela, contrastava com as bombadas brutais no cu dela, uma combinação inesperada mas perfeita, que fez ela chegar ao êxtase, gozando junto com ele, ao sentir o esfíncter dela sendo preenchido.

Aquela imagem daquele rabo, era tão quente que sem pensar, Tomás tirou uma foto sem que a sobrinha dele percebesse. Foto que ele mandaria pra Adara, junto com a mensagem:—"Acabei de gozar nesse otário, pensando em você"—Luna: Porra… Isso… Isso foi maravilhoso…
Comentou, exausta.

Tomás: Valeu a pena matar aula?
Luna: Claro que sim… E quero mais, tio.
Disse mostrando sua cara mais puta.

Tomás: A gente vai fazer de novo, desde que você mantenha suas tarefas em dia.
As palavras do tio não ecoaram nos ouvidos da garota, que só pensava em continuar trepando, em comer aquela vara que tinha metido no cu dela há alguns minutos. No entanto, quando tentou se virar pra pegar o doce, ele já tinha sido guardado pelo coroa, que se preparava pra ir tomar café com a irmã.–“Onde você vai?”-perguntou Luna com ingenuidade.—"Vem comer com a Cami, senão ela vai desconfiar que alguém não foi pras aulas e ficou sendo a putinha do tio dela"—declarou com malícia.  

Luna: Você não vai tomar banho?

Tomás: Não, porque a Camila deve estar me esperando. Vou fazer isso depois do café, mas você vai agora.

Essas palavras deixaram Luna atordoada, porque ela pensou que, depois de ter passado aquela noite de paixão e aquela manhã gostosa, ele a trataria como se fosse sua mulher. Mas não, a atitude dele continuava a mesma de sempre. Ela entendia que o fato de ter transado com o tio não significava que ele a amava, no entanto, esperava um tratamento mais especial. Tomás desceu as escadas e, antes de ir para a cozinha, passou no banheiro, onde rapidamente lavou as mãos e se perfumou, para disfarçar o cheiro de sexo que exalava.

Enquanto isso, April tomava um banho. Ao tocar seu corpo, sentia como ele se mantinha ardente e, no fundo, sentia falta das carícias do marido. Fechando os olhos, o via entrando e se aproximando dela, com um sorriso estampado no rosto. Seu olhar se perdia naquele homem que ela havia escolhido como companheiro de vida e amante há uns 21 anos. Seu coração batia tão forte que sentia o peito inflamar, mas encontrou a calma quando Tomás tocou seu queixo e aproximou os lábios.

Sem questionar, ela abriu a boca e esticou a língua, esperando pela do marido, que primeiro mordeu suavemente seus lábios e murmurou que tinha sentido falta dela. Ela confessou que também sentiu falta dele, que ficar longe dele por mais de um dia tinha sido um martírio que não esperava passar. Entrelaçando as línguas e trocando saliva, se entregavam ao prazer, ao amor que os marcava desde aquele primeiro encontro numa sala de aula.

As carícias de Tomás eram diferentes das que ela fazia em si mesma para se consolar, pois provocavam algo diferente em seu corpo, algo que ninguém poderia igualar. Quando pensou que ele era um cara peculiar que queria continuar conhecendo, nunca imaginou que se tornaria presa dos beijos dele, das mãos dele, do cheiro dele e daste amo, PrincesaJá tinham se passado vários dias desde a última vez que ouviu aquelas palavras, e até percebia ele meio distante, talvez isso a fez se refugiar na fantasia.

Seus lábios eram devorados, enquanto ela abria as pernas ao sentir os dedos dele acariciando sua buceta. Aquele passeio que Tomás fazia com as pontas dos dedos pelos seus lábios, a fazia se deliciar e se agarrar ainda mais àquela boca com a qual trocava palavras lascivas. Ele, com delicadeza, foi mergulhando os dedos dentro da sua buceta, que estava toda molhada. Sentir aqueles dedos afiados entrando nela a matou de prazer, fazendo-a tremer e suas pulsações aumentarem.

Seu marido conhecia perfeitamente o corpo dela e sabia como tratá-lo na intimidade, algo que ela nunca ensinou. Nunca precisou dizer onde mais gostava; por instinto, ele encontrava o jeito de fazê-la se sentir bem. Ela não acreditava que outro homem fosse capaz de igualá-lo, mesmo que soubessem onde estavam seus pontos mais sensíveis. Seus peitos grandes foram apertados pela mão livre do marido. O jeito que ele os amassava era único, que nem ela mesma conseguia se sentir daquele jeito.

Ela estava perto de gozar, mas uma tontura interrompeu bruscamente a fantasia da MILF. Com os olhos bem abertos, tentava encontrar uma explicação para aquele sintoma repentino. Achando que talvez fosse porque já tinha gozado umas duas vezes ao contemplar aquele sexo ao vivo que o marido tinha mostrado pra ela. April saiu do chuveiro e, ao secar sua figura fibrosa, percebeu que estava um pouco mais magra que o normal. Não estava de dieta e tinha abandonado a atividade física há algumas semanas.

Se olhando fixamente no espelho, percebeu que tinha perdido uns 3 a 5 quilos no mínimo. Uma dúvida surgiu em April, que não queria ficar na incerteza. Enquanto isso, Vanessa dirigia para o trabalho, acompanhada de Alessandra. Embora as duas garotas não se conhecessem muito, o fato de estarem sofrendo por amor e pelo mesmo cara as uniu para conversarem. dos sentimentos dela. Era incomum que a filha de Tomás e April se abrisse com alguém que não considerasse íntimo.

No entanto, com o casamento do irmão tão próximo, ela buscava consolo em qualquer um que estivesse disposto a ouvi-la. O mesmo valia para a fotógrafa, que também aproveitaria aquela ocasião para tirar fotos da modelo sensação que era a Vanessa. Ao ouvir o quanto a vida da loira era amarga, tendo que ver o homem que ama com outra e ele a tratando com frieza, fez a ruiva perceber que, pelo menos, ela podia aproveitar a gentileza do Axel.

Benjamim, por outro lado, estava na aula, olhando pela janela e pensando nas palavras que seu irmão disse depois de contar sua história com a Pía María.—"A dona Isidora é a mãe do Bruno"—murmurou uma e outra vez, pensando naquela mulher que conhecera uma semana atrás. Sem saber o que fazer da vida, o garoto decidiu entrar em uns cursos. Entre eles, enfiou-se num de aprender a tocar piano. A música não era bem algo que o fascinasse, mas a melodia do piano o relaxava.

Foi lá que conheceu Isidora, a ex-vizinha do pai e da mãe dele, mãe de Bruno, que era a encarregada de ensinar. Depois do divórcio com Daniel e sem grana pra sobreviver, ela resolveu pegar aquele trampo. A habilidade dela naquele instrumento musical não enferrujou com os anos que passou sem tocar, afinal era uma virtuosa. Desde o primeiro encontro, ela e Benjamín ficaram próximos; na real, o moleque sentia uma certa pena, porque aquela mulher parecia muito melancólica e todas as músicas que tocava transmitiam esse sentimento.

Já Isidora, o garoto lembrava o filho dela, pela inocência que tinha, sem saber que era filho de Tomás e April. Durante toda a aula, Benjamín não conseguiu tirar Isidora da cabeça. Aquela mulher era cheia de mistérios, e descobrir que era a mãe de Bruno só aumentou eles. Foi por isso que, depois da aula, ele foi direto pra casa dela. Dois dias antes, Isidora o convidou pra casa dela, com a desculpa de que queria continuar ensinando ele a tocar piano, mas na real, só queria companhia.

Antes de ir pra casa, a coroa pediu pro garoto acompanhá-la pra comprar umas coisas. Curiosamente, naquela loja estavam Bruno e Agustina; Benjamín se aproximou pra cumprimentá-los. Isidora achou que era uma piada de mau gosto de Deus aquela situação, porque entre todas as possibilidades, qual era a chance de o aluno dela ser conhecido do filho dela. Apavorada com a rejeição de Bruno, ela sumiu pelos corredores como se fosse um fantasma, antes que ele a visse.

O sopro do vento mexeu o cabelo fino de Benjamín, depois que ele interrogou a professora por não ter contado. que era a mãe do Bruno. A mulher sentiu o peito oprimir com aquele olhar tão direto e sério. A pele dela se arrepiou, igualzinho da primeira vez que interagiu com o Tomás. Engolindo seco, se acalmou um pouco e convidou aquele guri pra entrar na casa dela, não queria falar na rua, com os olhares cortantes de alguns vizinhos.

Benjamin aceitou, afinal ele também não gostava de ser o centro das atenções. Andando atrás dela, o moleque deu uma olhada rápida naquela coroa, pensou que o vestido dela era comprido e largo, evitando apreciar aquelas curvas divinas que ela tinha, ele se sentia atraído. Não conseguia se explicar por que de repente começou a reparar no corpo daquela mulher e ter curiosidade sobre as medidas dela, já que sempre a via com roupa larga.

Quando entraram, a pica do Benjamin já tava dura de imaginar que debaixo daquele vestido, tinha uma silhueta majestosa, igual a da Pía Maria ou da mãe dele. Isidora ignorava que tava sendo despida e devorada pelos olhos cheios de tesão do aluno dela. Sem notar o volume marcado na calça do jovem, pediu pra ele sentar enquanto ela ia pegar uns refrigerantes na cozinha. Benjamin obedeceu, tendo assim uns segundos de paz por não vê-la.

O moleque suspirou, percebendo que as palavras do irmão dele tinham entrado fundo na cabeça. O desejo que o Axel tinha por aquela Milf, tinha passado pra ele, que não parava de alucinar e viajar na fantasia. Sem perceber a volta da Isidora, até que ela sentou do lado dele, despertou um nervosismo no Benjamin, que começou a sentir o cheiro daquela mulher e a ficar obcecado por aqueles lábios, que falavam com ele e tentavam ele a tocar.

Isidora: (Suspiro) Benjamin, se eu não te falei que o Bruno era meu filho, é porque eu machuquei ele e agora ele me odeia.

Benjamin: Machucar? Odiar?

Falou sem parar de olhar pros lábios dela e raciocinando devagar.

Isidora: Fiz coisas ruins, coisas que uma mãe não deve fazer, como mentir pra Meu filho ou contratar uma puta pra fazer ele se apaixonar e depois quebrar o coração dele, pra que ele fosse só meu. Ele descobriu minhas mentiras e agora não quer mais me ver. Mas duvido que ele saiba que a namorada dele só chegou perto porque eu paguei, e não quero contar porque ele já sofreu demais. Não vou entrar em mais detalhes, Benjamim. Se você acha que não sou confiável pra continuar te ensinando, fique à vontade pra largar as aulas.

Ela declarou com seriedade e uma angústia que a envolvia, sentindo que a única pessoa com quem tinha se relacionado mais e mudado sua vida monótona, depois de meses de solidão, ia sumir e ela voltaria pra sua rotina amarga. No entanto, Benjamim não pensava em largar as aulas, ainda mais quando começava a se interessar por aquela mulher e perceber a beleza dela.—"Relaxa, não vim aqui pra te julgar, só queria saber o motivo de você não ter dito que era a mãe do Bruno.disse o rapaz.
Essas palavras surpreenderam a mulher, que já tinha se resignado àquela penumbra que a cercava.—"E... Isso quer dizer que você vai continuar vindo pras suas lesões?perguntou, emocionada. Ao ouvir a resposta afirmativa daquele garoto, não conseguiu segurar as lágrimas. Benjamin despertou da hipnose ao vê-la chorar, atônito, se perguntava o motivo daquele choro e ficaria sem reação, até que ela o abraçou e apoiou a cabeça contra o peito dele.

Enquanto isso, April estava na universidade, arrumando suas coisas para poder ir para casa, quando Bruno aparece na porta do escritório dela. A MILF, ao vê-lo, sorri.–“A que se deve essa surpresa, Bruno?”–Apontei, retomando a atividade anterior. O moleque tinha ido decidido, com as palavras já decoradas, mas, ao ver a cunhada dele, deu um branco total. Nunca imaginei que uma mulher pudesse ficar tão gostosa de terno, as curvas dela se marcavam perfeitamente naquele tecido.—"Bruno?interpelou confusa, ao não ter uma resposta do cunhado. Pegando a bolsa, aproximou-se do garoto que não parava de admirar a silhueta majestosa dela. April, sagaz como sempre, percebia que o motivo do branco na mente do jovem era ela. Não via maldade naqueles olhos que a admiravam, mas sim deslumbramento, que logo se transformaria em inspiração.Agustina comeu tua buceta?Consultou com malícia, enlaçando os braços no pescoço dele e apoiando a bunda na mesa.

Aqueles olhos azuis devolviam a alma ao Bruno, que tinha escapado de susto. Fitar eles fixamente era como estar no meio do oceano, sem preocupações ou medos.—"A… A-Aprilgaguejou, lembrando por que tinha ido até ali.Me desculpa, só queria te perguntar sobre meu irmão. Já faz uma semana que não falo com ele e tô me sentindo um lixo pelo que falei pra ele da última vez.expressou sem desviar o olhar daqueles olhos tranquilizantes.

Ela sorriu pela ternura que aquele garoto transmitia, abraçando-o, levou o rosto dele até os seios, despertando a luxúria que oprimia seu cunhado.—"Você não falou com suas irmãs?interrogo—"N… Nãorespondeu ele, inalando o aroma adocicado daquela Milf.—"Bom, o Tommy foi conhecer elas. O mais provável é que ele volte um dia antes do casamento da Ignacia e do Axel.Murmuro no ouvido dela. Aquilo foi uma revelação importante, não esperava que o encontro rolasse tão cedo.

Por outro lado, Tomás voltava pra casa da Blanca, depois de acompanhar a Camila numa exposição de arte. A irmã mais nova ficou pra conversar com uns amigos e ele decidiu voltar pra casa, porque já tava na hora daquela sobrinha insolente voltar também. Tava ansioso pra ver ela e aproveitar que não tinha ninguém em casa pra encher o saco deles. O que ele tinha feito com a Luna não ia nem se comparar com o que ele tinha bolado pra Chloe. Queria algo selvagem com aquela putinha provocante.

Quando foi pro quarto dele, pra instalar uma câmera que tinha comprado e assim transmitir pra esposa, percebeu um detalhezinho. O cesto onde tinha deixado a roupa que usou no dia anterior tava com as peças todas bagunçadas. Intrigado, virou o cesto e começou a colocar as roupas uma por uma, percebendo que a cueca dele não tava lá. Igual no dia anterior, ela tinha sumido. O pior é que não podia botar a culpa em nenhuma das sobrinhas, porque nenhuma tava em casa.

Cauteloso, saiu do quarto e andou pelo corredor, abrindo de leve as portas dos quartos das sobrinhas. Espiava por aquela fresta pra ver se alguma delas aparecia, mas não era o caso. Então entrou de fininho nos quartos das meninas. O primeiro que revistou foi o da Mar, onde não achou nada estranho. Depois foi no da Luna, onde aconteceu a mesma coisa. E finalmente procurou no da Chloe, sem encontrar nada. Não tinha provas ou qualquer vestígio que entregasse aquela ladra de roupa íntima.

Era alguém muito cuidadosa, mesmo tendo deixado a roupa do cesto toda bagunçada. Descobrir a identidade dela ia ser moleza se ela atacasse de novo, já que agora ele tinha uma câmera que ia flagrar na hora o momento em que ela cometesse aquele vandalismo. Então parou de investigar algo que ia resolver logo e voltou a se concentrar na sua querida Chloe. Esperando ela feito um predador que vigia o jantar, mal a garota abriu a porta, foi recebida pelo tio com um beijo de língua fervoroso.

No primeiro minuto, a filha mais velha da Blanca ficou chocada e tentou se soltar daqueles braços, com medo de serem descobertos. Mas, conforme os segundos passavam e ela saboreava aquela boca madura, que percorria cada canto da sua, foi se entregando à luxúria e ao prazer. As palmas das mãos, que estavam apoiadas no peito dele, foram descendo até a virilha do homem, roçando com as unhas, e ela percebeu o quanto o tio estava excitado.

Deduziu que ele estava assim desde a manhã e não tinha parado de pensar nela, por isso, só de vê-la aparecer, se jogou em cima. Não podia culpá-lo, porque depois de dar a prova, ela também não conseguia parar de pensar nele e de sonhar com aquela foda. O desespero consumia os dois; ambos ansiavam por se despir e se acasalar ali mesmo, como se fossem animais selvagens. Quanto mais ela tocava naquele pau, mais duro e grosso ele ficava, e ela foi abaixando a braguilha, querendo acariciá-lo sem nenhum pano no meio.

Enquanto isso, as mãos do homem estavam perto daquela bunda, ele estava com tanta vontade de apalpar, dar uns tapas e depois fazer dela sua, que mal se segurava. O deslizar daqueles dedos macios pela cabeça da rola dele, onde já brotava líquido pré-seminal, foi enfraquecendo ele. As línguas se separaram e entre os lábios se formou um fio de saliva que os manteve conectados, até que ela falou.Pô, cê sentiu mesmo minha falta, manodisse com a voz entrecortada.–“Não deixa isso subir pra cabeça não, sua gostosa. Só te beijei pra te lembrar do prêmio que você tá arriscando perder”–disse ele, saboreando a boca e sentindo o cheiro do pescoço da jovem.Bem, meu coroa gostoso. Você tá com sorte, porque eu tirei a nota mais altarespondeu a ele, apalpando o pau dele. Tomás sorriu ao ouvir aquilo, beijou ela de novo e tirou a mochila das costas dela. Pra isso, ela teve que soltar por uns segundos aquele tronco ardente.

Aproveitando a deixa, levou os dedos à boca e saboreou o resto de porra que tinha entre as unhas e as pontas. Tomás abriu a mochila e procurou a prova daquela mina. Quando encontrou a folha, percebeu que ela não mentia sobre ter tirado a nota máxima, mas isso não significava que tinha sido a maior de todas as notas, porque podia ser que alguém tivesse empatado com ela. Ao perguntar sobre as notas dos outros, Chloe sorriu de forma arrogante, tirou o celular do meio dos peitos e mostrou que ninguém tinha chegado perto dela.–“Fiquei satisfeita?”–a jovenzinha consultou com ironia, encurtando a distância e colando os peitos nela.Sim, sua putinha. Agora eu vou cumprir minha parte do trato.disse o psicólogo, levantando-a pela cintura. Atrevida, ela passou a língua nos lábios dele e voltou a bater uma pra aquela pica vigorosa. Sem dizer nada, deixou o tio levá-la pro quarto; uma vez lá, o coroa jogou ela na cama e fechou a porta, pra ninguém interromper. Suspirando, a garota sentia uns espasmos por dentro de tanta ansiedade.

Era a primeira vez que ficaria com um homem mais velho; sempre se divertira com caras da idade dela, no máximo tinha pego alguém dois anos mais velho. Ver ele se despir e do short dele aparecer uma anaconda dura, fez ela tremer de tesão. Já tinha provado no dia anterior aquele pedaço de carne madura e curtido a dureza dele, mas ter aquilo na frente dela, tão imponente e com fios de porra pendurados na uretra, abriu o apetite dela.

Sem esperar ele se aproximar ou mandar ela fazer um boquete, ela diminui a distância entre os dois e pega aquele cacete entre os dedos, acariciando, enquanto se lambia. Sentir a respiração quente da Chloe na glande dele encantou o Tomás; sem ele falar nada, a mina abriu a boca e, com a língua safada, começou a dar pinceladas naquela cabeça, saboreando aquele líquido pré-gozo que escorria a cada lambida.

Dava pra ver que a garota tinha melhorado desde o dia anterior; mesmo não sendo nenhuma maravilha, o jeito que ela envolvia a vara com aquela língua molhada era tão gostoso quanto a Vanessa fazia. As papilas gustativas da novinha se embriagavam com o sabor forte daquela pica. Tirando da boca, ela passou a língua nos lábios e deu uns tapinhas com aquele pau robusto. Ao fazer isso, lembrou quanto sonhava em encontrar uma pica assim, desde que começou a vida sexual dela.

Mais comprida que a média normal e bem grossa, a ponto de não caber fácil na boca dela. Mas aquilo era só uma ilusão, algo improvável de acontecer. Jamais imaginou que realmente fosse dar de cara com um homem capaz de cumprir essa expectativa. Por isso, quando puxou a calça do tio pra baixo no provador de roupas, ficou incrédula só de ver aquele pau balançando entre seus olhos inocentes, e o corpo dela tremeu de desejo.

Pela mesma razão, não queria que aquilo fosse algo rápido, mas sim o contrário: aproveitar ao máximo e gravar lembranças maravilhosas com aquela rola dos sonhos. Abrindo sua boquinha, deixou cair sua baba quente e pegajosa, que escorreu ao longo daquele caule cheio de veias. Sem tirar os olhos dele, deu uma lambida suave na cabeça e, com as mãos, começou uma massagem, espalhando a saliva em volta do falo. Voltou a babar e deixou escorrer por aquele mastro que começava a brilhar ao ser coberto de saliva.

Assim que tinha encharcado todo aquele membro viril, começou a engolir devagar, se afogando no sabor que seu paladar sentia. De novo, não conseguiu passar da metade daquela espada. Era tão grosso que era difícil ir além sem ajuda; tirou ele da boca e respirou fundo, perguntou com ingenuidade pro tio se a esposa dele conseguia chupar tudo. Tomás soltou uma risadinha e confirmou que a April engolia inteiro sem problema nenhum.

Os olhinhos da garota se iluminaram, se perguntando se alguém realmente dava conta daquela rola. Voltou a chupar, tentando dessa vez ir um pouco além da metade, só mais alguns centímetros pra dentro da garganta. Tomás, ajeitando o cabelo dela, disse que a esposa dele também achava impossível engolir o pau inteiro no começo, mas ela era teimosa e não desistiu até conseguir; com os anos, virou uma mestra, tanto que nenhuma mulher chegava aos pés dela.

Chloe sentiu ciúme e admiração pela mulher do tio. Pelas palavras dele, deduziu que deviam ter uma vida sexual bem ativa, que ele gostava de brincar e que ela tava ali mamando a vara dele, com certeza. Tinha sido pedido dela. Porque toda vez que ele falava da April, dava pra perceber o carinho e o amor nas palavras do tio, os olhos brilhavam e um sorriso bobo se formava no rosto dele. Era impossível que ele gostasse de ser infiel à esposa, sendo tão apaixonado por ela.

Mais uma vez, ele fracassou na tentativa de passar por aquele umbral sem ajuda nenhuma. Ao tirar aquilo da boca, uns fios grossos de saliva se formaram entre os lábios dele e aquele pedaço de carne.—"Chegou a hora de me domardisse, olhando nos olhos dele de um jeito provocante,–“Ah, é?”-perguntou ele com um sorrisinho debochado.–“Do meu ponto de vista, já te tenho domada, putinha. Você tá passando a mão no meu pau e chupando ele como se fosse um doce, querendo se afogar nele. Mas ainda assim, não consegue engolir ele inteiro.”–acrescentou.—"Já que você não consegue fazer sozinha, quer que eu te satisfaça. E claro que vou fazer isso, gostosa, mas me fala com as palavras certas"—sentenciou, segurando o queixo dela. Tomás não seria um babaca que ia se aproveitar da situação da sobrinha e maltratar ela fisicamente.—no máximo, dava umas palmadas na bunda dela.Ele não era um cara bruto, mas compensaria isso com frieza e a torturaria emocionalmente, fazendo aquela garota ter que engolir o orgulho ao admitir que não era capaz de satisfazê-lo.–“Tsk… Ti-ti… Cê tem razão”–balbuciou, apaixonada por aquele jeito que ele olhava pra ela e a fazia se sentir inferior.Me perdoa, tio. Vo-você pode… Não, eu te imploro, me dá essa sua piroca majestosadeclarou a garota trêmula. O homem, sem se abalar com o pedido dela, passou o dedo indicador nos lábios dela. Automaticamente Chloe abriu a boca e chupou, era uma nova forma de sentir o prazer masoquista e ela estava adorando, tanto que seu corpo reagia por vontade própria diante daquele garanhão.

Ele tirou o dedo daquela boquinha e a beijou. Prendendo a língua dela e mordendo com sutileza, ao mesmo tempo que suas mãos percorriam aquela costa lisa. Tocando aquelas bundinhas suadas, cravou o dedo molhado naquele cu apertado. Só de sentir a ponta do dedo entrando no ânus dela e se enfiando devagar, ela se contorceu de prazer, intensificando o formigamento na buceta. Ao chegar no fundo daquele esfíncter estreito, mexeu o dedo, acendendo ainda mais aquela chama de delírio.

Ao tirar o dedo, parou de beijá-la, mantendo os olhos fixos nos dela, expressou seu interesse por aquela bundinha minúscula, deixando claro que ia usar ela.Faz o que quiser, sou toda sua, cara.Ela murmurou, imaginando uma coleira na mão daquele homem, ligada ao seu pescoço. Aquele jogo psicológico estava realmente funcionando, ela se sentia como se ele a estivesse domando como se fosse uma putinha. Na verdade, ao ver a palma da mão dele estendida, como se pedisse a mão dela, ela a entregou sem hesitar.

Tomás achou graça da inocência da sobrinha. Então pediu que ela se virasse, deixando as costas apoiadas no colchão e a cabeça jogada para trás. Depois, mandou que ela abrisse a boca. Ela obedeceu de novo e esperou ansiosa pela próxima ordem. Mas não veio nenhuma; em vez disso, o tio foi aproximando aquele cilindro enorme dela e, aos poucos, foi enfiando na garganta dela. Experimentar uma foda de boca daquela posição pareceu uma ideia brilhante pra ela.

Aquele pedaço robusto de carne ultrapassou o limite dela e, sem perceber, ela o tinha completamente dentro de si. Engasgando com o tamanho e tonta com o sangue subindo à cabeça. Ele foi tirando com cuidado e enfiando do mesmo jeito, fez isso umas quatro vezes, depois foi aumentando as estocadas. O som obsceno que aquela boca fazia ao receber aquele membro ecoava pelas paredes, que eram testemunhas de um novo ato incestuoso.

Pegando as pernas da garota, colocou-as sobre os ombros dele, vendo aquela buceta brilhante, começou a esfregar aqueles lábios, e depois a masturbou. Chloe estava em êxtase com tudo que aquele coroa fazia. As sombras nas pálpebras dela se desfaziam com as lágrimas que escorriam dos olhos; a situação era tão sufocante que ela realmente achou que ia sufocar, e aquela sensação a enlouqueceu completamente. Jorrando os fluidos dela como se fosse uma fonte d'água.

Depois de observar aquela maravilha, Tomás foi diminuindo a intensidade da enfiada, até que os quadris dele ficaram parados. Tirou o pau e deixou em cima do rosto daquela putinha, que respirava rápido e tossia.Beleza, agora quero que você chupe minhas bolas.disse Tomás, colocando as bolas dele nos lábios da garota e apertando com aqueles peitos redondos a piroca dela. Ela abriu a boca e esticou a língua com timidez, passando ela de leve por cima delas.

O gosto daquelas bolas também conquistou ela. Girando em círculos, desenhava sobre as bolas do tio dela, chupando as duas como se fossem um doce que ia se desmanchar na língua. Assim como acontecia com aquele pau, ela sentia que podia passar horas chupando aqueles ovos e não ia se cansar. Tomás elogiou a Chloe pelo desempenho foda nessa atividade e passou a cabeça da piroca dele pelos lábios da garota.- que tirava a língua pra lamber ela e seguia ela pra todo canto -, ordena que ela se ajoelhe de quatro.

A garota cansada leva uns minutos antes de continuar a farra. Colocando-se na posição que o tio pediu, ela rebola sua bunda pequenina, enquanto olhava para ele de um jeito provocante. Tomás, satisfeito, se aproxima dela e aperta com força aquelas nádegas, seduzido pelo cheiro daquela bucetinha, e passa a língua pelo sexo da jovem. Foram umas lambidas suaves e lentas, mas aquele não era o prato principal, e sim aquele buraquinho que ele já tinha começado a dilatar um tempo atrás.

Deixando a boca na altura daquele cu, ele começa a enfiar a língua nele. Segurando-a com força pela cintura, dá uma palmada em cada glúteo, fazendo a garota gritar enquanto se agarrava aos lençóis de tanto prazer. Que ficaria ainda mais intenso e sufocante, quando os dedos do velhote voltaram a ser os protagonistas. Entraram sem cerimônia dentro daquela vulva, mergulhando fundo e tocando lugares que só faziam Chloe se contorcer de tesão.

O tio dela era um verdadeiro expert em sexo e psicologicamente a tinha tão controlada, que ela se imaginava amarrada e amordaçada. Parecia tão real, que o corpo dela jorrou outro orgasmo em golfadas. Tomás, chocado com o que estava causando nela, parou de chupar aquela bocetinha e se posicionou para empurrar com força. Pegando os braços finos da sobrinha, se ajeitou para começar aquela exploração dentro daquela bucetinha apertada e quente.Sim, cara… Faz isso, enfia até o fundo e arrebenta comigo sem piedade.exclamou Chloe com a voz entrecortada, ao perceber a cabeça daquele pau entrando e dilatando os lábios da sua buceta. Tomás, enquanto terminava de enfiar o membro, meteu um par de dedos naquele rabo empinado. A sobrinha se inundou de um prazer eterno, tanto físico quanto psicológico. Com o pau totalmente enfiado dentro daquela xota rebelde e os dedos cutucando aquele cuzinho, ele dá um tapa forte na bunda dela, pra ela bufar ainda mais.—"Aaaaaaaiiiii... Meu-Deus-do-céééééuuuuuugghhh..."—A jovem gritou ao sentir o bombeamento impetuoso do homem. Sua bucetinha engolia aquele tronco com uma facilidade incrível, e seus músculos se agarravam nele. Os peitos redondos dela balançavam a cada estocada que recebia. Ele não hesitou em intensificar as investidas, eram tão fortes que reviravam as entranhas de Chloe, que uivava de prazer como nunca tinha feito antes.

Puxando-a pelo cabelo, Tomás beijou com veemência sua sobrinha, que tinha as pernas trêmulas de tanto gozo e já não conseguia articular uma palavra. Ela se sentia tonta de tanto gozar. De repente, aqueles dedos que estavam cravados no cu dela saíram e se aproximaram da boca dela. Chupando como se fosse um sorvete, ela degustava o sabor do próprio rabo, enquanto sua buceta, sem trégua, era fodida brutalmente. Chloe se rendeu de novo, soltando um rio de fluidos. Tomás, no auge, tirou o pau e cobriu as costas da garota com seu leite.

Cansados e suados, ficaram deitados na cama. Se acomodando no peito do tio, ela o beijou loucamente, agradecendo pela foda que ele tinha dado. Ao se separar da boca madura dele, olhou fixamente antes de fechar os olhos e cair no sono. Tomás fez o mesmo, já que tinha passado uma noite e manhã quentes com Luna. Ao acordar, Chloe ainda estava largada ao lado dele. Pegando o celular pra ver as horas, percebeu que sua amada Adara tinha respondido.–“Porra, que inveja”–Foi a mensagem daquela morena, por causa da foto da buceta aberta e cheia de porra da Luna.–“Hahaha… Sério que deu inveja?”–Tomás consultou, enquanto seu pau ficava duro debaixo dos lençóis.–"Sim, e muitarespondeu a safada da Adara, acompanhada de um emoji de rostinho corado, e depois mandou uma foto da bucetinha molhada dela.–“Uuufff, gostosa. Como eu queria estar do teu lado pra cuidar desse tesão que eu te causei”–escreveu ele, tocando seu pau duro.–"É, uma pena"–Respondeu aquela mulher de pele ébano, com uma carinha chorando. Tomás esboçou um sorriso e, sem pensar duas vezes, ofereceu de novo a chance deles se encontrarem. No entanto, Adara rapidamente jogaria as expectativas dele no chão ao dizer que, por mais que ele a excitesse, ela não ia se encontrar com ele. O cara não se resignou ao ver de novo a imagem daquela buceta toda molhada, mandando o endereço de um lugar onde ele poderia realizar seu sonho depravado, já que tinha um quarto com um glory hole.—"Não precisa a gente se ver, nem fazer de graça ou transar. Já me contento com um boquete.imploro. Os minutos passavam e ela não respondia, Tomás estava perdendo a esperança de conseguir algo daquela mulherão com quem ele era obcecado.—"Ok. Me transfere a metade agora e depois do serviço a outra.Ao ler aquela mensagem, os olhos do coroa brilharam e um sorriso de orelha a orelha se formou no rosto dele. Sem se importar com o valor absurdo por um boquete, ele depositou.

Depois de falar com Adara, Tomás não parou de pensar naquela mulher e no que faria com ela no dia seguinte. Depois que Chloe acordou, os dois saíram para descer ao primeiro andar, e quando perguntaram o que estavam fazendo, a garota disse que estavam estudando. Tomás continuou nas nuvens, tão distraído que nem ligou pro que rolava ao lado dele. Quando voltou pro quarto pra se deitar, tirou a roupa e foi pegar o pijama, percebendo que uma camisa que tinha deixado no cesto já não estava mais lá.

Engolindo seco, procurou a camisa, até se convencer de que não estava ali e tinha sido roubada, assim como as cuecas dele. Lembrando que tinha a câmera com a qual gravou a sessão de sexo com Chloe, ligou o laptop e começou a transferir os arquivos. Ao procurar no material pela ladra, o coração dele disparou, e quando finalmente a encontrou, não conseguia acreditar no que estava vendo. A mais difícil das suas sobrinhas era a culpada: Mar.

Sábado

Apesar da descoberta chocante que tinha feito, Tomás não se esqueceu de que tinha um encontro com sua amiguinha da internet. Depois de passar a manhã inteira investigando sobre as supostas garotas que abusavam da sobrinha dele, se deparou com outra surpresa, mas deixou de lado e foi pro banheiro tomar um banho longo. Com os olhos fechados e enquanto lavava o corpo, a pica dele foi endurecendo ao imaginar uma Mar ousada, pedindo pra ele meter. Agarrando o pau, que não podia estar mais duro, começou a esfregar.—"Uuuff… O tio vai te dar tudo isso e você vai curtir pra caralho.murmurou.

Ao mesmo tempo em que lembrava do corpo volumoso da sobrinha no banho, vinha à mente a figura ardente e morena de Adara.–“Deus… Não acredito que hoje vou pintar nesse corpinho gostoso”–Disse pra si mesmo, ofegante. A mão dele massageava automaticamente o pau de um jeito frenético, tava tão excitado com tudo que tava vivendo que só queria esvaziar as bolas. Mesmo assim, conseguiu se acalmar bem na hora, soltando um suspiro de alívio.

Da ponta do pinto dele, escorria um fio grosso de porra, ele tinha acumulado uma boa quantidade de líquido pré-gozado, que parecia borbulhar na uretra. Não queria desperdiçar nem mais uma gota, tudo que tinha guardado tinha que ir pra negrinha gostosa dele. Embora no começo fosse só um boquete que ele ia receber daquela mina, esperava que terminassem trepando em algum motel. Queria percorrer a pele quente daquela mulher que deixava ele louco, com as mãos e os lábios.

Provar o néctar daquela bucetinha e se perder nos beijos dela. Quanto mais pensava nela, pior ficava, já nem conseguia mais se tocar, porque uma ansiedade tomava conta e, sem perceber, ele passava a mão no próprio pau. Só esperava que naquela hora nem Luna nem Chloe aparecessem na porta. Porque se aparecessem, ia acabar fodendo as duas igual um touro solto. Pra sorte dele, nenhuma das sobrinhas brincalhonas foi visitá-lo, e por mais difícil que fosse, ele terminou de se lavar e se secar.

Já vestido, desceu pro primeiro andar pra avisar as irmãs que ia sair por uns minutos. Na sala de estar, Camila tava sentada no sofá vendo um filme, do lado dela, Luna mexia no celular. A novinha, ao ver o tio, largou o telefone e focou naquele homem que tinha dado uma boa trepada nela e ela esperava repetir. Mas ele, de novo, ignorou ela, como se ela não existisse, e aquilo já não era irritante, era doloroso.–“Aconteceu alguma coisa, mano?”–perguntou Camila, tirando os olhos da televisão por alguns segundos.–“É, queria avisar você e a Blanca que ia sair um pouco. Tenho um paciente que tá pela cidade e precisa conversar, então vou encontrar com ele”–Tomás tinha improvisado aquilo, tinha outra desculpa muito mais convincente, mas não conseguia raciocinar direito com tanta tesão. Por sorte, a irmã mais nova acreditou nele e disse que a Blanca tinha saído pra comprar alguma coisa.

Se despedindo da Camila, ele se virou pra ir embora, e aí os olhos dele pousaram naquela figura baixinha, com umas proporções abomináveis, num vestido comprido. As tetonas dela balançavam a cada passo que dava. Quando ela ficou a centímetros dele, não conseguiu se segurar: levantou o queixo dela pra dar um beijo na bochecha, bem pertinho dos lábios.—"Você tá linda, MarSussurro pra ela, fazendo a filha do meio da Blanca corar e despertando ciúmes em Luna, que queria o mesmo carinho do tio.

Já não via mais inocência naquela carinha enrubescida. Não, no lugar dela, via a putinha que mexia na roupa suja dele e teimosamente se recusava a cair na sua lábia. Tava morrendo de vontade de apalpar aquela bunda que se marcava no vestido, pegar ela no colo e levar pro quarto pra arrebentar igual fez com as irmãs. Com muito esforço, resistiu à tentação que tinha na frente. Ela não entendia por que se envergonhava, então baixou o olhar pra ele não perceber, mas mesmo assim continuava se encantando, porque via o pau duro do tio.

Tomás tava tão duro que a qualquer momento ia explodir. O volume que ela via com seus olhinhos de gata era imenso. O homem avançou, sem olhar pra trás porque se olhasse, não ia se segurar com a Mar. Ela, por sua vez, não ia tirar aquela imagem dos olhos e agora não só o cheiro dele era excitante pra ela, mas também aquela anaconda escondida na cueca que ela roubava. Ao sair, Tomás encontra a Chloe, que vestia um shorts justo e uma regata branca, parecendo muito gostosa aos olhos dele.

Ela se jogou nele, abraçou e perguntou pra onde ele ia. O coroa, nervoso por ter uma adolescente tão safada tão perto, mentiu pra ela igual fez com a irmã. Mesmo achando a desculpa do tio meio absurda, ela acreditou.—"Já entendi. Que pena. Porque pensei que a gente podia aproveitar que a mamãe não tá em casa, pra você me castigar igual ontem.Ela gemeu, tocando aquele ferro duro com a mão.

Tomás, completamente dominado pelos instintos, abraçou aquela novinha e agarrou a bundinha dela, enquanto a beijava apaixonadamente. Chloe, impressionada com a ousadia do tio e excitada, se entregou completamente àquela troca de saliva.Porra, gostosa… Se eu chegar antes das cinco, vou no teu quarto te dar com esse cacete que você tanto adoraEle apontou, iluminando os olhinhos claros da sobrinha mais velha. Mordendo os lábios, a jovem tatuada o elogiou pela coragem de ter beijado ela, quando alguém podia ver os dois.

Ele, sem parar de amassar aquelas bundinhas redondinhas, disse que não ligava se todo mundo soubesse que a sobrinha dele era sua putinha e que, se tivesse tempo, comia ela ali mesmo. Essas palavras deixaram a Chloe louca de tesão, e ela esperaria o tio terminar antes das cinco para curtir um sexo tão intenso quanto o de sexta-feira. Tomás entrou no carro e arrancou rumo ao encontro com a Adara. Ao chegar no local, andou por lá sem nenhuma vergonha, vendo vários brinquedos sexuais, mas nenhum interessava ele, só queria o serviço de banheiro compacto com um glory hole que ofereciam.

Depois de falar com a atendente sobre a reserva, ele avançou para aquele lugar majestoso onde experimentaria o prazer com aquela moreninha gostosa. Ele entrou no banheiro e mandou mensagem dizendo que já estava lá dentro, que esperaria ela. Adara não demorou pra responder, falando que já tava indo, que demoraria só uns segundos. Ao ouvir a porta abrir e o som dos saltos que aquela mulher usava, ele não aguentou mais e baixou a calça, liberando a linguiça que tava inchada, fervendo e vazando esperma.

Ela entrou no outro cubículo e, depois de fechar a porta, murmurou.—"Oi, seu Maslowa doçura da voz dela combinava com a do vídeo, não tinha dúvida que atrás daquela parede estava sua querida Adara.Oi, Adara. Que bom que você veio.recito, controlando a desesperação por aquela mulher.—"O senhor pagou, não podia deixar ele na mão"—respondeu com ternura–“Além disso, tô curiosa pra ver a pica dele”acrescentou com um tom sensual e safado.–"Quer ver se é tão grande quanto nas fotos, né?soltou com um sorriso safado.–“Sim”afirmou a garota sem vergonha.Bom, vai ser um orgulho poder te satisfazer, mesmo que seja meio injusto, já que eu também adoraria ver essa sua anatomia maravilhosa.declarou Tomás, querendo derrubar a parede.—"Se quiser ver minha figura gostosa, pode entrar no meu perfil. Porque vou transmitir esse encontro"—comentou, deixando o coroa sem palavras.

Tomás ficou pasmo com a esperteza daquela mina, que não perdeu a chance de ganhar mais grana, e já ficou de pau duro ao saber que seria gravado e veria aquela negrinha chupar a rola dele, mesmo que não de frente. Conectando-se ao streaming, viu que os números de usuários assistindo aquilo eram altos. Aquela mulher safada estava com um casaco bege, os lábios carnudos pintados de um tom dourado. Deu uma dançadinha antes de abrir o casaco e expor a sua anatomía voluptuosa.–“Porra…”-murmurou Tomás, segurando o pau dele e balançando no ar. Ela foi se abaixando devagar, assim como a câmera que registrava aquele ato safado. Ficando de cócoras e com a boca na altura do glory hole, passou a língua pelos lábios e esperou pacientemente pela comida dela. Tomás não hesitou e foi enfiando o pinto naquele buraco, que tinha uma circunferência ideal pro tamanho que o pau dele tava inchado naquele momento.

Ver o membro dele aparecendo naquela bunda e aquela garotinha animada, que primeiro mordeu o lábio inferior e depois abriu a boca bem grande pra receber aquele sabre que parecia muito mais colossal do que nas fotos. Ela começou passando a língua pela cabeça inchada, curtindo aquele líquido viscoso e pegajoso. Tomás não segurou o gemido e deixou escapar, com uns simples toques, já mostrava que era muito superior à Chloe e até a várias mulheres com quem tinha estado, só perdendo pra esposa dele.

Adara continuou chupando a ponta, enquanto com a mão batia uma naquele tronco de uma forma foda. Tomás não parava de uivar, tava recebendo o boquete da vida dele e isso que a garota só tava brincando com a glande dele.

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