Passaram-se 4 meses em que eu fazia de mulher, empregada e puta em tempo integral nos fins de semana. Durante todo esse tempo, usava calcinha todo dia e sempre vestia saia em casa, e não tinha cortado o cabelo de novo. Continuava entrando em fóruns de dominação e comecei conversas muito quentes tanto com amos quanto com amas. Um dia, recebi uma mensagem de um tal de dominador de cadelas.
- Oi, slutty, como você está?
- Bem, senhor.
- O que você procura?
- Me entreter um pouco.
- E como uma slutty como você se entretém?
- Conversando por aqui.
- Muito bem, você tem um Amo?
- Tenho uma Ama nos fins de semana e um Amo que é submisso dela também.
- Que relação você tem com eles?
Expliquei minha relação.
- Você parece uma boa submissa e puta.
- Sim, senhor, eu tento.
- Me chame de Amo.
- Sim, Amo.
- E você não gostaria de ter um amo de verdade?
- Não sei, nunca pensei nisso.
- Você está vestida agora?
- Sim, Amo.
- O que você está usando?
- Uma minissaia preta.
- Tá de calcinha?
- Sim, Amo, só uso calcinha por ordem da minha Ama.
- Me manda uma foto de pernas abertas que dê pra ver a calcinha.
- Já vou, Amo.
- Essa foto tá boa, mas quero de corpo inteiro, mostrando o rosto.
- É que não estou maquiada nem usando a peruca.
- Tanto faz, quero te ver inteira.
- Já vou, Amo.
- Assim gosto mais, já vi que você é uma puta obediente.
Continuei minhas conversas com ele todo dia, e duas semanas depois ele disse que queria me conhecer.
- Você tem algum sábado à noite livre?
- Não, passo com minha Ama e meu Amo.
- E você não pode arrumar um livre? Quero te conhecer e te testar pra ver se me serve como submissa.
- Vou dar um jeito de inventar alguma desculpa pra não ir num fim de semana.
- Quero pra já, não gosto de esperar.
- Sim, Amo.
Inventei uma desculpa pro sábado seguinte, dizendo que não podia descer porque tinha um almoço em família.
- Oi, Amo, o próximo sábado tá livre.
- Beleza, puta, vou te dar as instruções mais tarde.
- Sim, Amo.
Faltando dois dias.
- Oi, puta.
- Oi, Amo.
- Sábado às 7 te espero na minha casa. Você tem que vir de lingerie vermelha e aquela minissaia. Vermelha da foto que você tem da puta e do top vermelho. — Meu Amo, não consigo me vestir assim, nunca saí de casa desse jeito, tenho medo de ser vista e reconhecida. — Não, minhas putas vêm vestidas de casa. — Mas, Amo, algum vizinho pode me ver. — Se você quer ser minha submissa, precisa obedecer. — Sim, Amo, estarei lá. No sábado, me vesti como ele mandou, com uma peruca loira que comprei, me maquiei como minha Ama me ensinou e saí para a casa dele morrendo de vergonha. Minha primeira vez saindo sozinha, e eu ia insegura pela rua. Bati na porta dele e ele abriu, pela primeira vez estava na minha frente. — Oi, Ivette, bem-vinda. — Oi, Amo, obrigada. Ele me convidou para entrar. Quando me cumprimentou, já percebi por que ele era o Amo e eu a submissa: o olhar duro dele e a voz impunham respeito e faziam você baixar a cabeça em sinal de submissão. Na sala de jantar, ele me examinou de cima a baixo, apalpou minha bunda e levantou a minissaia que só cobria meu rabo. — Muito bem, vejo que você cumpriu. Fica bem gostosa assim vestida, sua puta. Ele puxou minha calcinha até os joelhos e inspecionou meu pau. — Espera, fica parada assim. Voltou depois de um tempo com uma gaiola de castidade e colocou em mim. — Sobe a calcinha e ajoelha. — Essa vai ser sua posição habitual na minha frente. — Sim, meu Amo. — Você tem boca de gulosa, vai gostar do que tenho preparado para você. Se passar nesse teste, vai ser minha escrava sissy. — Sim, Amo. — Agora quero ver como você se vira em casa. No quartinho da cozinha tem tudo para você limpar o banheiro. — Já vou, Amo. Limpei o banheiro sob o olhar atento dele. — Gosto do jeito que você faz, dá pra ver que você gosta das suas tarefas. — Sim, Amo, gosto muito desses serviços. — E cozinhar, como é que você se sai? — Bem, Amo. — Dá uma olhada no que tem na geladeira e faz o jantar para nós dois, assim a gente se conhece enquanto come. Olhei na geladeira, peguei lombo de porco e umas batatas para fazer no micro-ondas com pimenta e azeite. — Meu Amo, eu gostaria de fazer lombo com molho roquefort para o senhor, mas faltam ingredientes. — Pega o dinheiro e desce. a comprar o que precisar. — Amo, não conheço nada por aqui e comprar assim, não sei se tenho coragem. — Olha, por essa vez vou deixar passar, vou te acompanhar, mas se quiser ser minha submissa, tem que se acostumar a ir sozinha. Fizemos as compras e me dediquei a cozinhar; por sorte, meu novo Amo gostou do jantar. Ele me perguntou sobre minha Ama Carmen e o submisso dela, que por sua vez era meu amo. — História bonita, mas você precisa de um Amo como eu, duro, que te mostre qual é o seu lugar, que te domine e você sirva orgulhosa. Falta polimento, mas eu vou fazer isso se me deixar. Vou te deixar mais feminina, isso inclui comportamento, transformação numa mulher tomando hormônios que cresçam seus peitos um pouco — não quero eles muito grandes. Posso fazer de você toda uma escrava sissy. Você está disposta a seguir em frente se passar no teste esta noite? — Sim, Amo. — Esta noite, depois do teste, se passar, será sua última chance de desistir. Você virá todas as tardes depois do trabalho, já vestida de casa. Só pode usar saias na minha frente, e quanto mais curtas, melhor. Quando vier, fará todas as tarefas que uma mulher tem obrigação de fazer, e esta noite saberá o que mais terá que fazer. Depois do jantar. — Retoque a maquiagem, que vamos sair. — Sim, Amo. Ele colocou em mim um colar que dizia "escrava sissy" e prendeu uma coleira, puxando-me. — Vamos, putinha, e sempre atrás de mim. Que vergonha sair na rua como uma putinha sendo levada por uma coleira, mas ao mesmo tempo me dava muito tesão. As pessoas ficavam me olhando. Ele me fez subir no carro, durante o trajeto ficava passando a mão nas minhas pernas. Estacionou o carro num estacionamento e voltamos a sair na rua. Eu o seguia como uma vadiazinha com minha coleira sendo puxada por ele, até entrarmos numa sex shop. — Boa noite, senhor Félix. — Boa noite, Guilherme. Acabava de descobrir que meu amo se chamava Félix. — O que vai querer hoje? — Trouxe minha nova escrava para ver como ela se sai. — Parece uma boa putinha, pode entrar, é sempre bem-vindo. Ele puxou de mim. Correa pra dentro, entramos numa cabine que tinha vários buracos na parede. — Sabe o que é isso, sua puta? — Sim, Amo, um Glory hole. — Sabe o que fazer aqui, né? — Sim, Amo, sim. — Então ajoelha e espera aparecer a primeira pica. Primeiro pega com uma mão, bate uma, e depois leva pra boca. Não demorou pra aparecer uma pica pelo buraco. Toda obediente, fiz o que meu Amo mandou. Enquanto eu chupava, meu Amo acompanhava meus movimentos com a mão na minha cabeça e me fazia seguir o ritmo. Não demorou pra ele gozar na camisinha e desaparecer. — Mandou muito bem, você é uma puta de verdade. — Obrigada, Amo. Apareceu outra e eu chupei mais um pouco. Meu Amo levantou minha saia e começou a tocar minha bunda, afastou minha calcinha de lado e foi lubrificando meu cu. Enfiou um dedo e depois dois enquanto eu chupava, até que essa pica desapareceu. — Levanta, puta. A próxima pica você vai foder. Não demorou pra aparecer outra. Meu Amo me colocou na posição, pegou aquela pica e enfiou no meu cu. — Vai, puta, empurra pra entrar tudo. Fiquei colada no buraco e ele começou a me foder. Enquanto isso, meu Amo tirou a pica dele, me abaixou até ela e enfiou na minha boca, começando a foder minha garganta. Minha primeira vez com meu cu, minha buceta e minha boca cheios de carne. Quando o outro parou de me foder: — Ajoelha e termina o serviço comigo. Tava chupando ele sem camisinha. — Para que eu vou gozar. Olha nos meus olhos, Foxy, e abre a boca. — Sim, Amo. — Tô quase gozando. Vou te batizar gozando na sua cara e na sua boca, mas só se você quiser. Se você me disser pra fazer isso, a partir desse momento você vai ser minha puta escrava. Senão, a gente para e cada um segue seu rumo. Te deixo em casa e esquecemos isso. O que você diz? Quer ser minha puta escrava? — Sim, Amo, quero ser sua puta escrava. — Abre essa boca e olha na minha cara enquanto eu gozo na sua cara de puta. — Sim, Amo. Ele começou a gozar enquanto eu olhava. O sêmen dele caía na minha boca e no meu rosto. Quando acabou, ele enfiou a pica de novo na minha boca. Limpa a pica do teu dono. Chupa ela até deixar bem limpinha. — Você vai ser uma boa escrava, eu sinto, não limpa seu rosto por enquanto, vou te deixar um tempo aqui sozinha, já sabe o que fazer, vou resolver uns negócios aqui. — Sim, Amo. Ele saiu da cabine, não demorou pra aparecer uma pica pelo buraco, assim até duas mais que chupei, até que meu amo entrou de novo e eu estava entretida chupando uma. — Vejo que você é uma grande puta, não tem nojo de nenhuma pica, quantas você comeu aqui? — Com a sua, 6, meu Amo. — E uma que te comeu, a partir de hoje você vai chupar muitas. — Sim, Amo, o que o senhor ordenar. Ele começou a recolher o esperma espalhado pelo meu rosto e levava até minha boca até deixar minha cara limpa. — Agora vamos, vou te marcar pra você lembrar que me pertence, são umas tatuagens temporárias, com os dias somem. Ele me levou pra outra sala onde um homem nos esperava, me fez deitar numa maca de bruços e colou algo nas minhas pernas, na coxa, bem debaixo da bunda, depois me fez virar e acima da buceta colocou mais coisa, me fez levantar. — Olha, Ivette, o que achou? Gostou? Me olhei na buceta, ele tinha colocado uma pica com um Q e na parte de trás dois lacinhos bem femininos. — Sim, Amo, gostei muito. — Esses são temporários, se eu ficar satisfeito com você e você for uma boa escrava, vou fazer permanentes, e agora vamos pra casa. Chegamos na casa dele, ele me fez tirar a roupa, fiquei de calcinha na frente dele, me fez ajoelhar e chupar a pica dele até gozar, me fez subir na cama, depois me amarrou, colocou uma mordaça na minha boca e assim me comeu. — Hoje você vai dormir amarrada, toda noite que passar aqui, antes de dormir, vai chupar minha pica e vou te comer, no começo você vem algum dia, mas assim que possível você vem morar aqui como escrava 24/7. — Sim, Amo, o que o senhor pedir, mas eu tenho meu trabalho, não posso largar. — Eu vou cuidar pra você não parar de trabalhar no seu emprego. De manhã, bem cedo, ele me desamarrou. — Prepara um café e começa com suas tarefas. - sim, Amo. Ia me vestir. - faz as tarefas de calcinha. - sim, Amo. Fiz todas as tarefas que mandou e, quando gozou, me fez ajoelhar na frente dele. - quieta, marca um encontro com sua antiga Ama, não fala nada, só que sábado que vem você vai descer pra vê-la, que precisa falar com ela - enquanto falava isso, enfiou a pica na minha boca - chupa, fala que também quer que seu namorado esteja lá. - sim, meu amo. - não tira a pica da boca pra falar, responde enquanto chupa. - siiiim, meuuu amooo. - você vai agradecer por ela ter te iniciado e que era feliz com ela, mas que vai ser mais feliz sendo escrava de um amo duro e dominante. - siiiim, Amo. Exatamente nesse momento ele gozou. - engole, puta, engole, me olha enquanto engole o leite do seu Amo, você tem um olhar lindo e uma cara de puta gostosa, você estava destinada a me pertencer, em pouco tempo vai ser só uma escrava obediente, puta e servil. - siiiim, Amo. - agora já pode me servir a comida. Servi ele e, enquanto comia, fiquei ajoelhada ao lado dele até terminar. - agora pode recolher, e você come na cozinha. Comi e limpei as coisas da cozinha. - deseja mais alguma coisa, meu Amo? - não, fica aqui do meu lado, agora vão chegar dois amigos com as submissas deles e vamos passar uma tarde divertida. Fiquei ajoelhada por mais de uma hora sem falar nada, até que tocaram a campainha. - vai abrir a porta. Abri a porta, cumprimentei, mas eles entraram sem me dizer nada, direto pra sala, as duas garotas atrás deles de cabeça baixa. Fui pra sala de jantar e me ajoelhei do lado do meu amo, elas, assim que se sentaram, fizeram o mesmo. Olhei de lado, elas eram mulheres. - Ivette, serve um uísque pros convidados. Levantei, servi uma dose pros três e me ajoelhei de novo. Meu Amo falou de mim como apresentação e ficaram mais um tempo conversando até que se levantaram e nos fizeram ficar de joelhos, coladas, de costas pra eles. Nos amarraram as três juntas, fiquei amarrada pelo braço de cada um. Uma e cada vez, o Amo se colocou entre nossas cabeças. — Já é hora de vocês colocarem essas bocas de puta pra trabalhar. Uma mão virou minha cabeça e eu me deparei com uma rola na minha frente, pronta pra chupar. Comecei a chupar até que meu Amo disse: — Trocam de rola, putas. Viraram minha cabeça pro outro lado pra chupar outra que já tava bem dura. Ficamos um bom tempo assim, chupando as rolas dos três até eles gozarem. Nos soltaram e mandaram a gente ficar de pé. — Ivette, abaixa a calcinha até o meio da coxa e oferece essa bunda. Fiz isso. Um deles me pegou por trás, me fez curvar pra frente e em poucos segundos eu tinha uma rola me fodendo. — Você gosta, né, Ivette? Sempre que te fodem de pé, a calcinha no meio da coxa, porque isso é coisa de puta. — Sim, Amo. De tarde, fomos fodidas pelos três. Eu fiquei muito excitada vendo como me fodiam na frente delas, meu jeito de gemer era igual ao delas. Duas horas depois, eles foram embora. Meu Amo mandou eu arrumar a mesa e disse que eu já podia ir pra casa, que em breve mandaria novas instruções. Voltei pra casa vestida de puta e bem fodida. Entrei no meu apartamento com cuidado pra ninguém me ver, não cruzei com nenhum vizinho. Durante a semana, eu ia toda tarde na casa dele e fazia as tarefas que ele mandava, e depois ele me fazia cumprir com ele como uma boa mulher. Na sexta à tarde, já tinha que ir pra casa dele passar o fim de semana. Ele me fez fazer quatro coisas em casa, já que tava limpa — durante a semana eu mantinha assim. Depois, preparei o jantar e, depois de comer, ele me levou ao sex shop e me colocou no Glory hole. — Vai, puta, cuida da tua vida, chupar rolas. Daqui a pouco eu volto, vou tomar uma. Fiquei mais de uma hora lá dentro, chupando toda rola que entrava pelo buraco, até ele vir me buscar. Me levou de volta pro apartamento dele, me deu minha ração de porra, que eu tive que trabalhar com a boca, e uma boa fodida. No sábado, dediquei o dia às minhas tarefas e, de tarde, fomos ver a Ama. Carmen, eu estava vestida com uma minissaia vermelha de puta que deixava ver um pedaço da bunda e um top vermelho, com lingerie vermelha e meus saltos, e claro, meu colar de escrava, e sendo levada por uma coleira pelo meu Amo. Quando chegamos, bati na porta. — Quem é? — Minha Ama, sou a Ivette. — Sobe. Quando cheguei lá em cima, a porta estava aberta como sempre na minha chegada, e minha Ama me esperava lá dentro, porque na entrada eu sempre tirava minha roupa de homem e ficava de calcinha, mas dessa vez não precisava. Deixei meu Amo passar na frente. — Oi, Ama Carmen, vim apresentar meu novo Amo Félix, que quer prestar seus respeitos. — Oi, prazer, mas Ivette, isso você devia ter me explicado, não acha? — É, mas meu Amo não me permitiu. — Se é assim, tudo bem. Vejo que você mudou pra melhor, tá com uma cara de puta gostosa. Fizeram uma tatuagem bonita embaixo do umbigo. — Meu Amo me virou pra ela me ver por trás. — E esses dois laços nas suas coxas, são lindos, e um colar bonito com coleira, feito uma putinha. — Sim, Ama. Fernando estava bem atrás da Ama. — Sente-se, Amo Félix. — Obrigado, me chame de Félix. Ele sentou, eu me ajoelhei ao lado dele. — Fernando, serve algo pro senhor Félix e pra mim. Eles começaram a conversar. Meu Amo começou agradecendo pelo bom trabalho que fez comigo, depois explicou que o que eu realmente precisava era de um Amo dominante e duro pra me ensinar a ser uma boa escrava. Enquanto eles falavam, eu de joelhos e Fernando de pé ao lado da Ama dele. — Esse deve ser o primeiro homem da Ivette, né? — Sim, é meu submisso e também era o macho da Ivette, ele a fez virar mulher de verdade. — Agora a Ivette já teve mais de um homem. No fim de semana passado, além de mim, ela foi comida por mais três caras, e ontem, Ivette, quantas rolas você chupou? — Umas seis, minha Ama. — Que bom, Ivette. — Pois é, Carmen, como você vê, ela é uma puta completa, adora rolas, e já tá ansiosa pra se despedir do Fernando, né? — Sim, Amo, como o senhor quiser. — Chega aqui, Fernando, que Ivette tá doida pra chupar ele, né puta. - Sim, Amo. - Então se entretém enquanto eu falo com a Carmen. Comecei a chupar ele enquanto meu Amo guiava meus movimentos com a mão na minha cabeça. - Carmen, você fez um bom trabalho com ela, ela é muito submissa e obediente, e aprende rápido. Sou eu que tô no comando do boquete agora. - Sim, já tô vendo, e acho certo você ser o Amo dela. Ela precisava de alguém como você pra ensinar o lugar dela. - Sim, era isso que ela procurava, um macho autoritário que a obrigasse. Desde o primeiro dia que encontrei com ela, obriguei ela a sair de casa assim vestida, e daqui a pouco ela vai ter que ir pro trabalho desse jeito. Eu vou cuidar disso e ela vai morar comigo como escrava 24/7. Fernando gozou na minha boca. - Engole, Ivette, engole tudo, puta. Tá vendo, Carmen? Ela é insaciável, adora porra. Continua assim, chupa, coloca firme de novo. Se despede dele como ele merece. Ele foi seu primeiro homem e merece que você dê tudo. Oferece pra ele, puta. Fernando já tava duro de novo. Levantei, baixei minha calcinha até o meio da coxa e entreguei minha bunda pra Fernando pela última vez. Enquanto minha ex-Ama e meu Amo conversavam, Fernando me comeu de pé até gozar. Quando ele tirou a camisinha: - Deixa bem limpinha pra ele, puta. Me ajoelhei de novo e chupei ele por um bom tempo até ele gozar na minha boca de novo. Depois, fiquei ajoelhada do lado do meu Amo até a hora de voltar pra casa dele. No caminho, como já era tarde, pedi umas pizzas pra jantar. Em casa, ele comeu primeiro, e o que sobrou eu comi na cozinha enquanto ele via TV. - Terminei, Amo. Quer alguma coisa? - Sim, prepara um gin tônica. - Sim, Amo. ... - Aqui está, meu Amo. - Obrigado, Ivette. Acho que você ficou com fome ainda. Ajoelha aqui na frente e chupa. - Sim, Amo, o que o senhor quiser. Eu passava o dia inteiro chupando pica, mas me sentia bem. Gostava de ser humilhada assim. Depois, ele me levou pra cama, me comeu e me deixou largada lá dormindo. Fiquei três Meses assim, indo todo dia na casa dele e os fins de semana inteiros fazendo as tarefas domésticas, chupando pica no Glory hole e em encontros BDSM, sendo humilhada, amarrada e fodida por vários amos. Os hormônios já estavam fazendo efeito, meus mamilos estavam maiores, meu peito aos poucos começava a crescer, meu cabelo, depois de um ano sem cortar, já batia no ombro, não usava mais peruca. Num sábado, depois de levantar e preparar o café da manhã pro meu Amo. — Vem, Ivette, ajoelha aqui. — Sim, Amo. — Sua vida a partir de hoje vai mudar. Pela primeira vez, você vai a um salão de senhoras, vão fazer uma pequena mudança em você. — Do que se trata, meu Amo? — Você vai ver. Saí de casa com ele, me levou a um salão cheio de mulheres. — Oi, Sandra, aqui te deixo a Ivette, você já sabe o que fazer. — Oi, Félix, sim, fique tranquilo, ela está em boas mãos. Me deixou lá e foi embora. Voltou três horas depois. Eu estava sentada esperando, com um corte de mulher, cabelo cor de mogno, sobrancelhas finas e desenhadas, e umas unhas postiças compridas, totalmente aterrorizada com a minha mudança. — Você está muito bem, Ivette. — Meu Amo, sim, mas não esperava por isso. Como vou trabalhar na segunda? Não posso ir assim. — Não se preocupe com isso, daqui a pouco está resolvido. Vamos, bora. Me fez subir no carro. Durante o trajeto, eu ficava olhando minhas unhas e me vendo no espelho do para-sol, não podia acreditar. Tava muito puta com o que ele tinha feito, embora eu gostasse, mas só pensava na segunda, no meu trabalho. Ele estacionou onde deu e me levou até o terraço de um bar. — Oi, senhor Codina, já chegamos. Apresento a Ivette, sua nova secretária. — Oi, Ivette, como você tá, gostosa? Que surpresa. — Sim, senhor Codina, não esperava por isso. — Pois é, seu Amo veio falar comigo e a gente se acertou: agora você vai ser a nova secretária e a moça dos recados. A Maria vai ocupar seu lugar na contabilidade, porque você entende que não vou deixar um travesti ir a reuniões de condomínio. E a Alicia vai ocupar... O lugar da María e você o da Alicia, claro que isso traz umas mudanças. Seu salário vai ser o de secretária. — Mas, senhor, isso não pode ser. Com o salário que a Alicia ganha, não consigo pagar o aluguel do meu apartamento. São quase 1000 euros a menos. — Disso seu amo vai falar com você depois. Bom, Ivette, te espero na segunda de manhã, e coloca uma saia um pouco mais comprida, gostosa. Ah, e já que eu sei do que você gosta, e é seu dever, você vai cuidar da limpeza do meu escritório. — Sim, senhor. E ela foi embora. — Amo, desculpa, mas eu não vou conseguir viver com esse salário, não dá nem para as contas do apartamento. — Eu te disse que sua vida ia mudar. Amanhã você vai na imobiliária devolver o apartamento. A partir de hoje, você vai morar no meu. Você é minha escrava e eu quero você perto de mim. De agora em diante, você vai se dedicar ao seu trabalho de secretária — uma sissy como você não pode aspirar a nada mais —, à limpeza da casa e a mim. E isso inclui ser humilhada, castigada e ser a puta de quem eu mandar. Ficou claro? — Sim, Amo. — E vamos para casa, que você tem um monte de serviço pela frente, e hoje à noite vamos na casa do Julián. Fiz todas as tarefas de casa de calcinha, como meu Amo gosta que eu faça. Quando terminei, meu Amo mandou eu me vestir para sairmos. Na casa do Julián, eram 4 amos e 4 submissas. A única sissy era eu. Me dou bem com elas, sou mais uma, mas às vezes elas zoam e riem de mim. Depois de servir nossos amos e jantar na cozinha, fomos amarradas, levamos palmadas, tratadas como o que somos: putas escravas submissas. Saí de lá com o cu bem aberto, mas tendo curtido uma noite deliciosa. No domingo, tive uma manhã tranquila, ocupada com a limpeza e a comida. À tarde, ele me levou ao meu apartamento para pegar todas as minhas coisas. Minhas roupas de mulher coloquei em duas malas, e as de homem ele mandou eu colocar em caixas para doar na Cáritas ou algo assim, já que eu não ia usar mais. Por sorte, no meu apartamento não tinha muito o que pegar além de roupa, uma televisão, notebook e pouco mais. De volta ao meu novo Em casa, organizei minhas roupas em gavetas e armários. Ainda tinha pouca coisa, mas ao longo de um ano acabei acumulando um pouco. O que mais tinha eram calcinhas e saias, as únicas coisas que eu podia usar. À noite, fui me deitar cansada, mas quase não consegui dormir. No dia seguinte, era meu primeiro dia como secretária. Levantei cedo, preparei o café da manhã do meu amo e me vesti com uma saia acima dos joelhos, uma blusa e saltos pretos. Me maquiei e meu amo me deixou no trabalho. Cheguei 5 minutos atrasada por causa do trânsito. Na porta, meu chefe já me esperava. — Bom dia, Ivette. — Bom dia, senhor Codina. — Vem, que você vai conhecer suas colegas. Ele me levou direto para o escritório dele, onde minhas três colegas já estavam esperando. — Meninas, apresento a Ivette, a nova colega e secretária de vocês a partir de hoje. Todas ficaram pasadas me olhando, sem saber o que dizer. O chefe explicou que eu gostava de servir como mulher, que tinha um amo a quem obedecia e que ele tinha decidido que já era hora de eu viver totalmente como mulher. Ele explicou as mudanças e, assim, eu caí no nível mais baixo da hierarquia no trabalho. Passei de ser o braço direito dele, um bem contábil, a ser uma simples secretária. O serviço que eu fazia agora era mais fácil que o anterior. Todos os dias, eu limpava o escritório do chefe. Ele trancava a porta e eu tinha que limpar na frente dele só de calcinha, por ordem do meu amo. Ele ficava me olhando enquanto eu fazia e ria. Duas semanas depois, eu estava limpando o escritório dele, só nós dois, a gestoria estava fechada. — Quem diria que meu amigo — porque eu te considerava um amigo, depois de tantos anos trabalhando pra mim — era uma putinha toda. — Espero não ter decepcionado o senhor. — É que eu não entendo como você chegou a esse ponto. Um bom contador e agora se contenta em ser uma simples secretária. Não entendo. Senta aqui e me explica. — Bem, senhor Codina, é que sempre gostei de me vestir de mulher e, depois que me separei, comecei a fazer isso de novo e a entrar em chats... Comunidades me apresentando como submissa, me atraía ser dominada. Primeiro tive uma ama que me iniciou e me entregou ao meu primeiro homem, e continuei procurando até encontrar meu amo. Queria ser dominada por um homem, comecei a servi-lo e sou feliz sendo sua escrava. Não vou negar que isso não entrava nos meus planos, ser rebaixada a secretária, mas meu amo decide por mim e devo obedecer.
— E você está contente com seu trabalho aqui?
— Sim, senhor.
— E se eu disser que quero que você me faça um boquete agora, você fará?
— Eu me sentiria estranha, senhor, mas devo obedecê-lo como homem que é.
— Tudo bem, mas não vou te pedir isso. Vista a saia e vá pra casa descansar.
— Obrigada, senhor.
Agora, dois anos depois, estou totalmente feminizada. Os laços estão tatuados permanentemente nas minhas pernas. Nos encontros que meu Amo me leva, sou sempre amarrada com minha bunda exposta pra ser comida por qualquer um dos presentes. Continuo sendo uma boa secretária, uma boa empregada em casa e toda uma foxy quando meu amo me usa ou seus amigos.
- Oi, slutty, como você está?
- Bem, senhor.
- O que você procura?
- Me entreter um pouco.
- E como uma slutty como você se entretém?
- Conversando por aqui.
- Muito bem, você tem um Amo?
- Tenho uma Ama nos fins de semana e um Amo que é submisso dela também.
- Que relação você tem com eles?
Expliquei minha relação.
- Você parece uma boa submissa e puta.
- Sim, senhor, eu tento.
- Me chame de Amo.
- Sim, Amo.
- E você não gostaria de ter um amo de verdade?
- Não sei, nunca pensei nisso.
- Você está vestida agora?
- Sim, Amo.
- O que você está usando?
- Uma minissaia preta.
- Tá de calcinha?
- Sim, Amo, só uso calcinha por ordem da minha Ama.
- Me manda uma foto de pernas abertas que dê pra ver a calcinha.
- Já vou, Amo.
- Essa foto tá boa, mas quero de corpo inteiro, mostrando o rosto.
- É que não estou maquiada nem usando a peruca.
- Tanto faz, quero te ver inteira.
- Já vou, Amo.
- Assim gosto mais, já vi que você é uma puta obediente.
Continuei minhas conversas com ele todo dia, e duas semanas depois ele disse que queria me conhecer.
- Você tem algum sábado à noite livre?
- Não, passo com minha Ama e meu Amo.
- E você não pode arrumar um livre? Quero te conhecer e te testar pra ver se me serve como submissa.
- Vou dar um jeito de inventar alguma desculpa pra não ir num fim de semana.
- Quero pra já, não gosto de esperar.
- Sim, Amo.
Inventei uma desculpa pro sábado seguinte, dizendo que não podia descer porque tinha um almoço em família.
- Oi, Amo, o próximo sábado tá livre.
- Beleza, puta, vou te dar as instruções mais tarde.
- Sim, Amo.
Faltando dois dias.
- Oi, puta.
- Oi, Amo.
- Sábado às 7 te espero na minha casa. Você tem que vir de lingerie vermelha e aquela minissaia. Vermelha da foto que você tem da puta e do top vermelho. — Meu Amo, não consigo me vestir assim, nunca saí de casa desse jeito, tenho medo de ser vista e reconhecida. — Não, minhas putas vêm vestidas de casa. — Mas, Amo, algum vizinho pode me ver. — Se você quer ser minha submissa, precisa obedecer. — Sim, Amo, estarei lá. No sábado, me vesti como ele mandou, com uma peruca loira que comprei, me maquiei como minha Ama me ensinou e saí para a casa dele morrendo de vergonha. Minha primeira vez saindo sozinha, e eu ia insegura pela rua. Bati na porta dele e ele abriu, pela primeira vez estava na minha frente. — Oi, Ivette, bem-vinda. — Oi, Amo, obrigada. Ele me convidou para entrar. Quando me cumprimentou, já percebi por que ele era o Amo e eu a submissa: o olhar duro dele e a voz impunham respeito e faziam você baixar a cabeça em sinal de submissão. Na sala de jantar, ele me examinou de cima a baixo, apalpou minha bunda e levantou a minissaia que só cobria meu rabo. — Muito bem, vejo que você cumpriu. Fica bem gostosa assim vestida, sua puta. Ele puxou minha calcinha até os joelhos e inspecionou meu pau. — Espera, fica parada assim. Voltou depois de um tempo com uma gaiola de castidade e colocou em mim. — Sobe a calcinha e ajoelha. — Essa vai ser sua posição habitual na minha frente. — Sim, meu Amo. — Você tem boca de gulosa, vai gostar do que tenho preparado para você. Se passar nesse teste, vai ser minha escrava sissy. — Sim, Amo. — Agora quero ver como você se vira em casa. No quartinho da cozinha tem tudo para você limpar o banheiro. — Já vou, Amo. Limpei o banheiro sob o olhar atento dele. — Gosto do jeito que você faz, dá pra ver que você gosta das suas tarefas. — Sim, Amo, gosto muito desses serviços. — E cozinhar, como é que você se sai? — Bem, Amo. — Dá uma olhada no que tem na geladeira e faz o jantar para nós dois, assim a gente se conhece enquanto come. Olhei na geladeira, peguei lombo de porco e umas batatas para fazer no micro-ondas com pimenta e azeite. — Meu Amo, eu gostaria de fazer lombo com molho roquefort para o senhor, mas faltam ingredientes. — Pega o dinheiro e desce. a comprar o que precisar. — Amo, não conheço nada por aqui e comprar assim, não sei se tenho coragem. — Olha, por essa vez vou deixar passar, vou te acompanhar, mas se quiser ser minha submissa, tem que se acostumar a ir sozinha. Fizemos as compras e me dediquei a cozinhar; por sorte, meu novo Amo gostou do jantar. Ele me perguntou sobre minha Ama Carmen e o submisso dela, que por sua vez era meu amo. — História bonita, mas você precisa de um Amo como eu, duro, que te mostre qual é o seu lugar, que te domine e você sirva orgulhosa. Falta polimento, mas eu vou fazer isso se me deixar. Vou te deixar mais feminina, isso inclui comportamento, transformação numa mulher tomando hormônios que cresçam seus peitos um pouco — não quero eles muito grandes. Posso fazer de você toda uma escrava sissy. Você está disposta a seguir em frente se passar no teste esta noite? — Sim, Amo. — Esta noite, depois do teste, se passar, será sua última chance de desistir. Você virá todas as tardes depois do trabalho, já vestida de casa. Só pode usar saias na minha frente, e quanto mais curtas, melhor. Quando vier, fará todas as tarefas que uma mulher tem obrigação de fazer, e esta noite saberá o que mais terá que fazer. Depois do jantar. — Retoque a maquiagem, que vamos sair. — Sim, Amo. Ele colocou em mim um colar que dizia "escrava sissy" e prendeu uma coleira, puxando-me. — Vamos, putinha, e sempre atrás de mim. Que vergonha sair na rua como uma putinha sendo levada por uma coleira, mas ao mesmo tempo me dava muito tesão. As pessoas ficavam me olhando. Ele me fez subir no carro, durante o trajeto ficava passando a mão nas minhas pernas. Estacionou o carro num estacionamento e voltamos a sair na rua. Eu o seguia como uma vadiazinha com minha coleira sendo puxada por ele, até entrarmos numa sex shop. — Boa noite, senhor Félix. — Boa noite, Guilherme. Acabava de descobrir que meu amo se chamava Félix. — O que vai querer hoje? — Trouxe minha nova escrava para ver como ela se sai. — Parece uma boa putinha, pode entrar, é sempre bem-vindo. Ele puxou de mim. Correa pra dentro, entramos numa cabine que tinha vários buracos na parede. — Sabe o que é isso, sua puta? — Sim, Amo, um Glory hole. — Sabe o que fazer aqui, né? — Sim, Amo, sim. — Então ajoelha e espera aparecer a primeira pica. Primeiro pega com uma mão, bate uma, e depois leva pra boca. Não demorou pra aparecer uma pica pelo buraco. Toda obediente, fiz o que meu Amo mandou. Enquanto eu chupava, meu Amo acompanhava meus movimentos com a mão na minha cabeça e me fazia seguir o ritmo. Não demorou pra ele gozar na camisinha e desaparecer. — Mandou muito bem, você é uma puta de verdade. — Obrigada, Amo. Apareceu outra e eu chupei mais um pouco. Meu Amo levantou minha saia e começou a tocar minha bunda, afastou minha calcinha de lado e foi lubrificando meu cu. Enfiou um dedo e depois dois enquanto eu chupava, até que essa pica desapareceu. — Levanta, puta. A próxima pica você vai foder. Não demorou pra aparecer outra. Meu Amo me colocou na posição, pegou aquela pica e enfiou no meu cu. — Vai, puta, empurra pra entrar tudo. Fiquei colada no buraco e ele começou a me foder. Enquanto isso, meu Amo tirou a pica dele, me abaixou até ela e enfiou na minha boca, começando a foder minha garganta. Minha primeira vez com meu cu, minha buceta e minha boca cheios de carne. Quando o outro parou de me foder: — Ajoelha e termina o serviço comigo. Tava chupando ele sem camisinha. — Para que eu vou gozar. Olha nos meus olhos, Foxy, e abre a boca. — Sim, Amo. — Tô quase gozando. Vou te batizar gozando na sua cara e na sua boca, mas só se você quiser. Se você me disser pra fazer isso, a partir desse momento você vai ser minha puta escrava. Senão, a gente para e cada um segue seu rumo. Te deixo em casa e esquecemos isso. O que você diz? Quer ser minha puta escrava? — Sim, Amo, quero ser sua puta escrava. — Abre essa boca e olha na minha cara enquanto eu gozo na sua cara de puta. — Sim, Amo. Ele começou a gozar enquanto eu olhava. O sêmen dele caía na minha boca e no meu rosto. Quando acabou, ele enfiou a pica de novo na minha boca. Limpa a pica do teu dono. Chupa ela até deixar bem limpinha. — Você vai ser uma boa escrava, eu sinto, não limpa seu rosto por enquanto, vou te deixar um tempo aqui sozinha, já sabe o que fazer, vou resolver uns negócios aqui. — Sim, Amo. Ele saiu da cabine, não demorou pra aparecer uma pica pelo buraco, assim até duas mais que chupei, até que meu amo entrou de novo e eu estava entretida chupando uma. — Vejo que você é uma grande puta, não tem nojo de nenhuma pica, quantas você comeu aqui? — Com a sua, 6, meu Amo. — E uma que te comeu, a partir de hoje você vai chupar muitas. — Sim, Amo, o que o senhor ordenar. Ele começou a recolher o esperma espalhado pelo meu rosto e levava até minha boca até deixar minha cara limpa. — Agora vamos, vou te marcar pra você lembrar que me pertence, são umas tatuagens temporárias, com os dias somem. Ele me levou pra outra sala onde um homem nos esperava, me fez deitar numa maca de bruços e colou algo nas minhas pernas, na coxa, bem debaixo da bunda, depois me fez virar e acima da buceta colocou mais coisa, me fez levantar. — Olha, Ivette, o que achou? Gostou? Me olhei na buceta, ele tinha colocado uma pica com um Q e na parte de trás dois lacinhos bem femininos. — Sim, Amo, gostei muito. — Esses são temporários, se eu ficar satisfeito com você e você for uma boa escrava, vou fazer permanentes, e agora vamos pra casa. Chegamos na casa dele, ele me fez tirar a roupa, fiquei de calcinha na frente dele, me fez ajoelhar e chupar a pica dele até gozar, me fez subir na cama, depois me amarrou, colocou uma mordaça na minha boca e assim me comeu. — Hoje você vai dormir amarrada, toda noite que passar aqui, antes de dormir, vai chupar minha pica e vou te comer, no começo você vem algum dia, mas assim que possível você vem morar aqui como escrava 24/7. — Sim, Amo, o que o senhor pedir, mas eu tenho meu trabalho, não posso largar. — Eu vou cuidar pra você não parar de trabalhar no seu emprego. De manhã, bem cedo, ele me desamarrou. — Prepara um café e começa com suas tarefas. - sim, Amo. Ia me vestir. - faz as tarefas de calcinha. - sim, Amo. Fiz todas as tarefas que mandou e, quando gozou, me fez ajoelhar na frente dele. - quieta, marca um encontro com sua antiga Ama, não fala nada, só que sábado que vem você vai descer pra vê-la, que precisa falar com ela - enquanto falava isso, enfiou a pica na minha boca - chupa, fala que também quer que seu namorado esteja lá. - sim, meu amo. - não tira a pica da boca pra falar, responde enquanto chupa. - siiiim, meuuu amooo. - você vai agradecer por ela ter te iniciado e que era feliz com ela, mas que vai ser mais feliz sendo escrava de um amo duro e dominante. - siiiim, Amo. Exatamente nesse momento ele gozou. - engole, puta, engole, me olha enquanto engole o leite do seu Amo, você tem um olhar lindo e uma cara de puta gostosa, você estava destinada a me pertencer, em pouco tempo vai ser só uma escrava obediente, puta e servil. - siiiim, Amo. - agora já pode me servir a comida. Servi ele e, enquanto comia, fiquei ajoelhada ao lado dele até terminar. - agora pode recolher, e você come na cozinha. Comi e limpei as coisas da cozinha. - deseja mais alguma coisa, meu Amo? - não, fica aqui do meu lado, agora vão chegar dois amigos com as submissas deles e vamos passar uma tarde divertida. Fiquei ajoelhada por mais de uma hora sem falar nada, até que tocaram a campainha. - vai abrir a porta. Abri a porta, cumprimentei, mas eles entraram sem me dizer nada, direto pra sala, as duas garotas atrás deles de cabeça baixa. Fui pra sala de jantar e me ajoelhei do lado do meu amo, elas, assim que se sentaram, fizeram o mesmo. Olhei de lado, elas eram mulheres. - Ivette, serve um uísque pros convidados. Levantei, servi uma dose pros três e me ajoelhei de novo. Meu Amo falou de mim como apresentação e ficaram mais um tempo conversando até que se levantaram e nos fizeram ficar de joelhos, coladas, de costas pra eles. Nos amarraram as três juntas, fiquei amarrada pelo braço de cada um. Uma e cada vez, o Amo se colocou entre nossas cabeças. — Já é hora de vocês colocarem essas bocas de puta pra trabalhar. Uma mão virou minha cabeça e eu me deparei com uma rola na minha frente, pronta pra chupar. Comecei a chupar até que meu Amo disse: — Trocam de rola, putas. Viraram minha cabeça pro outro lado pra chupar outra que já tava bem dura. Ficamos um bom tempo assim, chupando as rolas dos três até eles gozarem. Nos soltaram e mandaram a gente ficar de pé. — Ivette, abaixa a calcinha até o meio da coxa e oferece essa bunda. Fiz isso. Um deles me pegou por trás, me fez curvar pra frente e em poucos segundos eu tinha uma rola me fodendo. — Você gosta, né, Ivette? Sempre que te fodem de pé, a calcinha no meio da coxa, porque isso é coisa de puta. — Sim, Amo. De tarde, fomos fodidas pelos três. Eu fiquei muito excitada vendo como me fodiam na frente delas, meu jeito de gemer era igual ao delas. Duas horas depois, eles foram embora. Meu Amo mandou eu arrumar a mesa e disse que eu já podia ir pra casa, que em breve mandaria novas instruções. Voltei pra casa vestida de puta e bem fodida. Entrei no meu apartamento com cuidado pra ninguém me ver, não cruzei com nenhum vizinho. Durante a semana, eu ia toda tarde na casa dele e fazia as tarefas que ele mandava, e depois ele me fazia cumprir com ele como uma boa mulher. Na sexta à tarde, já tinha que ir pra casa dele passar o fim de semana. Ele me fez fazer quatro coisas em casa, já que tava limpa — durante a semana eu mantinha assim. Depois, preparei o jantar e, depois de comer, ele me levou ao sex shop e me colocou no Glory hole. — Vai, puta, cuida da tua vida, chupar rolas. Daqui a pouco eu volto, vou tomar uma. Fiquei mais de uma hora lá dentro, chupando toda rola que entrava pelo buraco, até ele vir me buscar. Me levou de volta pro apartamento dele, me deu minha ração de porra, que eu tive que trabalhar com a boca, e uma boa fodida. No sábado, dediquei o dia às minhas tarefas e, de tarde, fomos ver a Ama. Carmen, eu estava vestida com uma minissaia vermelha de puta que deixava ver um pedaço da bunda e um top vermelho, com lingerie vermelha e meus saltos, e claro, meu colar de escrava, e sendo levada por uma coleira pelo meu Amo. Quando chegamos, bati na porta. — Quem é? — Minha Ama, sou a Ivette. — Sobe. Quando cheguei lá em cima, a porta estava aberta como sempre na minha chegada, e minha Ama me esperava lá dentro, porque na entrada eu sempre tirava minha roupa de homem e ficava de calcinha, mas dessa vez não precisava. Deixei meu Amo passar na frente. — Oi, Ama Carmen, vim apresentar meu novo Amo Félix, que quer prestar seus respeitos. — Oi, prazer, mas Ivette, isso você devia ter me explicado, não acha? — É, mas meu Amo não me permitiu. — Se é assim, tudo bem. Vejo que você mudou pra melhor, tá com uma cara de puta gostosa. Fizeram uma tatuagem bonita embaixo do umbigo. — Meu Amo me virou pra ela me ver por trás. — E esses dois laços nas suas coxas, são lindos, e um colar bonito com coleira, feito uma putinha. — Sim, Ama. Fernando estava bem atrás da Ama. — Sente-se, Amo Félix. — Obrigado, me chame de Félix. Ele sentou, eu me ajoelhei ao lado dele. — Fernando, serve algo pro senhor Félix e pra mim. Eles começaram a conversar. Meu Amo começou agradecendo pelo bom trabalho que fez comigo, depois explicou que o que eu realmente precisava era de um Amo dominante e duro pra me ensinar a ser uma boa escrava. Enquanto eles falavam, eu de joelhos e Fernando de pé ao lado da Ama dele. — Esse deve ser o primeiro homem da Ivette, né? — Sim, é meu submisso e também era o macho da Ivette, ele a fez virar mulher de verdade. — Agora a Ivette já teve mais de um homem. No fim de semana passado, além de mim, ela foi comida por mais três caras, e ontem, Ivette, quantas rolas você chupou? — Umas seis, minha Ama. — Que bom, Ivette. — Pois é, Carmen, como você vê, ela é uma puta completa, adora rolas, e já tá ansiosa pra se despedir do Fernando, né? — Sim, Amo, como o senhor quiser. — Chega aqui, Fernando, que Ivette tá doida pra chupar ele, né puta. - Sim, Amo. - Então se entretém enquanto eu falo com a Carmen. Comecei a chupar ele enquanto meu Amo guiava meus movimentos com a mão na minha cabeça. - Carmen, você fez um bom trabalho com ela, ela é muito submissa e obediente, e aprende rápido. Sou eu que tô no comando do boquete agora. - Sim, já tô vendo, e acho certo você ser o Amo dela. Ela precisava de alguém como você pra ensinar o lugar dela. - Sim, era isso que ela procurava, um macho autoritário que a obrigasse. Desde o primeiro dia que encontrei com ela, obriguei ela a sair de casa assim vestida, e daqui a pouco ela vai ter que ir pro trabalho desse jeito. Eu vou cuidar disso e ela vai morar comigo como escrava 24/7. Fernando gozou na minha boca. - Engole, Ivette, engole tudo, puta. Tá vendo, Carmen? Ela é insaciável, adora porra. Continua assim, chupa, coloca firme de novo. Se despede dele como ele merece. Ele foi seu primeiro homem e merece que você dê tudo. Oferece pra ele, puta. Fernando já tava duro de novo. Levantei, baixei minha calcinha até o meio da coxa e entreguei minha bunda pra Fernando pela última vez. Enquanto minha ex-Ama e meu Amo conversavam, Fernando me comeu de pé até gozar. Quando ele tirou a camisinha: - Deixa bem limpinha pra ele, puta. Me ajoelhei de novo e chupei ele por um bom tempo até ele gozar na minha boca de novo. Depois, fiquei ajoelhada do lado do meu Amo até a hora de voltar pra casa dele. No caminho, como já era tarde, pedi umas pizzas pra jantar. Em casa, ele comeu primeiro, e o que sobrou eu comi na cozinha enquanto ele via TV. - Terminei, Amo. Quer alguma coisa? - Sim, prepara um gin tônica. - Sim, Amo. ... - Aqui está, meu Amo. - Obrigado, Ivette. Acho que você ficou com fome ainda. Ajoelha aqui na frente e chupa. - Sim, Amo, o que o senhor quiser. Eu passava o dia inteiro chupando pica, mas me sentia bem. Gostava de ser humilhada assim. Depois, ele me levou pra cama, me comeu e me deixou largada lá dormindo. Fiquei três Meses assim, indo todo dia na casa dele e os fins de semana inteiros fazendo as tarefas domésticas, chupando pica no Glory hole e em encontros BDSM, sendo humilhada, amarrada e fodida por vários amos. Os hormônios já estavam fazendo efeito, meus mamilos estavam maiores, meu peito aos poucos começava a crescer, meu cabelo, depois de um ano sem cortar, já batia no ombro, não usava mais peruca. Num sábado, depois de levantar e preparar o café da manhã pro meu Amo. — Vem, Ivette, ajoelha aqui. — Sim, Amo. — Sua vida a partir de hoje vai mudar. Pela primeira vez, você vai a um salão de senhoras, vão fazer uma pequena mudança em você. — Do que se trata, meu Amo? — Você vai ver. Saí de casa com ele, me levou a um salão cheio de mulheres. — Oi, Sandra, aqui te deixo a Ivette, você já sabe o que fazer. — Oi, Félix, sim, fique tranquilo, ela está em boas mãos. Me deixou lá e foi embora. Voltou três horas depois. Eu estava sentada esperando, com um corte de mulher, cabelo cor de mogno, sobrancelhas finas e desenhadas, e umas unhas postiças compridas, totalmente aterrorizada com a minha mudança. — Você está muito bem, Ivette. — Meu Amo, sim, mas não esperava por isso. Como vou trabalhar na segunda? Não posso ir assim. — Não se preocupe com isso, daqui a pouco está resolvido. Vamos, bora. Me fez subir no carro. Durante o trajeto, eu ficava olhando minhas unhas e me vendo no espelho do para-sol, não podia acreditar. Tava muito puta com o que ele tinha feito, embora eu gostasse, mas só pensava na segunda, no meu trabalho. Ele estacionou onde deu e me levou até o terraço de um bar. — Oi, senhor Codina, já chegamos. Apresento a Ivette, sua nova secretária. — Oi, Ivette, como você tá, gostosa? Que surpresa. — Sim, senhor Codina, não esperava por isso. — Pois é, seu Amo veio falar comigo e a gente se acertou: agora você vai ser a nova secretária e a moça dos recados. A Maria vai ocupar seu lugar na contabilidade, porque você entende que não vou deixar um travesti ir a reuniões de condomínio. E a Alicia vai ocupar... O lugar da María e você o da Alicia, claro que isso traz umas mudanças. Seu salário vai ser o de secretária. — Mas, senhor, isso não pode ser. Com o salário que a Alicia ganha, não consigo pagar o aluguel do meu apartamento. São quase 1000 euros a menos. — Disso seu amo vai falar com você depois. Bom, Ivette, te espero na segunda de manhã, e coloca uma saia um pouco mais comprida, gostosa. Ah, e já que eu sei do que você gosta, e é seu dever, você vai cuidar da limpeza do meu escritório. — Sim, senhor. E ela foi embora. — Amo, desculpa, mas eu não vou conseguir viver com esse salário, não dá nem para as contas do apartamento. — Eu te disse que sua vida ia mudar. Amanhã você vai na imobiliária devolver o apartamento. A partir de hoje, você vai morar no meu. Você é minha escrava e eu quero você perto de mim. De agora em diante, você vai se dedicar ao seu trabalho de secretária — uma sissy como você não pode aspirar a nada mais —, à limpeza da casa e a mim. E isso inclui ser humilhada, castigada e ser a puta de quem eu mandar. Ficou claro? — Sim, Amo. — E vamos para casa, que você tem um monte de serviço pela frente, e hoje à noite vamos na casa do Julián. Fiz todas as tarefas de casa de calcinha, como meu Amo gosta que eu faça. Quando terminei, meu Amo mandou eu me vestir para sairmos. Na casa do Julián, eram 4 amos e 4 submissas. A única sissy era eu. Me dou bem com elas, sou mais uma, mas às vezes elas zoam e riem de mim. Depois de servir nossos amos e jantar na cozinha, fomos amarradas, levamos palmadas, tratadas como o que somos: putas escravas submissas. Saí de lá com o cu bem aberto, mas tendo curtido uma noite deliciosa. No domingo, tive uma manhã tranquila, ocupada com a limpeza e a comida. À tarde, ele me levou ao meu apartamento para pegar todas as minhas coisas. Minhas roupas de mulher coloquei em duas malas, e as de homem ele mandou eu colocar em caixas para doar na Cáritas ou algo assim, já que eu não ia usar mais. Por sorte, no meu apartamento não tinha muito o que pegar além de roupa, uma televisão, notebook e pouco mais. De volta ao meu novo Em casa, organizei minhas roupas em gavetas e armários. Ainda tinha pouca coisa, mas ao longo de um ano acabei acumulando um pouco. O que mais tinha eram calcinhas e saias, as únicas coisas que eu podia usar. À noite, fui me deitar cansada, mas quase não consegui dormir. No dia seguinte, era meu primeiro dia como secretária. Levantei cedo, preparei o café da manhã do meu amo e me vesti com uma saia acima dos joelhos, uma blusa e saltos pretos. Me maquiei e meu amo me deixou no trabalho. Cheguei 5 minutos atrasada por causa do trânsito. Na porta, meu chefe já me esperava. — Bom dia, Ivette. — Bom dia, senhor Codina. — Vem, que você vai conhecer suas colegas. Ele me levou direto para o escritório dele, onde minhas três colegas já estavam esperando. — Meninas, apresento a Ivette, a nova colega e secretária de vocês a partir de hoje. Todas ficaram pasadas me olhando, sem saber o que dizer. O chefe explicou que eu gostava de servir como mulher, que tinha um amo a quem obedecia e que ele tinha decidido que já era hora de eu viver totalmente como mulher. Ele explicou as mudanças e, assim, eu caí no nível mais baixo da hierarquia no trabalho. Passei de ser o braço direito dele, um bem contábil, a ser uma simples secretária. O serviço que eu fazia agora era mais fácil que o anterior. Todos os dias, eu limpava o escritório do chefe. Ele trancava a porta e eu tinha que limpar na frente dele só de calcinha, por ordem do meu amo. Ele ficava me olhando enquanto eu fazia e ria. Duas semanas depois, eu estava limpando o escritório dele, só nós dois, a gestoria estava fechada. — Quem diria que meu amigo — porque eu te considerava um amigo, depois de tantos anos trabalhando pra mim — era uma putinha toda. — Espero não ter decepcionado o senhor. — É que eu não entendo como você chegou a esse ponto. Um bom contador e agora se contenta em ser uma simples secretária. Não entendo. Senta aqui e me explica. — Bem, senhor Codina, é que sempre gostei de me vestir de mulher e, depois que me separei, comecei a fazer isso de novo e a entrar em chats... Comunidades me apresentando como submissa, me atraía ser dominada. Primeiro tive uma ama que me iniciou e me entregou ao meu primeiro homem, e continuei procurando até encontrar meu amo. Queria ser dominada por um homem, comecei a servi-lo e sou feliz sendo sua escrava. Não vou negar que isso não entrava nos meus planos, ser rebaixada a secretária, mas meu amo decide por mim e devo obedecer.
— E você está contente com seu trabalho aqui?
— Sim, senhor.
— E se eu disser que quero que você me faça um boquete agora, você fará?
— Eu me sentiria estranha, senhor, mas devo obedecê-lo como homem que é.
— Tudo bem, mas não vou te pedir isso. Vista a saia e vá pra casa descansar.
— Obrigada, senhor.
Agora, dois anos depois, estou totalmente feminizada. Os laços estão tatuados permanentemente nas minhas pernas. Nos encontros que meu Amo me leva, sou sempre amarrada com minha bunda exposta pra ser comida por qualquer um dos presentes. Continuo sendo uma boa secretária, uma boa empregada em casa e toda uma foxy quando meu amo me usa ou seus amigos.
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