Aos 16 anos, tive meu primeiro namorado. Eu era uma garota bem tímida no quesito sexual. Já tinha dado pra alguns caras, mas isso foi em outro contexto, que depois conto. Já tinha o corpo todo desenvolvido e sempre fui bem carnuda, então meus peitos e minha raba não passavam despercebidos pelos olhos dos homens jovens nem dos adultos. Apesar de ser baixinha e usar óculos, várias vezes me cantavam na rua, caras mais velhos queriam me pegar em muitas ocasiões, mas eu me inibia demais. Quando comecei a sair com meu primeiro namorado, que conheci na escola, de outra turma, um ano mais novo, foi aí que minha sexualidade começou a despertar, todos os meus tesões. O sexo com meu namorado não era grande coisa, mas me excitava ter uma rola dentro da minha buceta. Num fim de semana, minha tia veio passar uns dias em casa com um primo meu de 18 anos, que eu não via há anos. Quando vi ele, não acreditei como tinha ficado gostoso e já não era mais aquele garoto calado e tímido do interior; ele tinha crescido, e como! Naquela noite, a gente ficou conversando sobre tudo um pouco, e ele foi dormir rápido porque tava muito cansado. No dia seguinte, depois que eu voltei da escola, vi ele sozinho tomando mate na cozinha e ele me ofereceu. Num momento, ele ficou atrás de mim, eu sentada num banquinho pequeno, e disse que sabia fazer massagem. Eu ri e ele começou a me massagear. Minha tia e minha mãe tinham ido fazer compras. Ele tava me fazendo umas massagens gostosas, eu só escutava ele e soltava uns sons de prazer, tipo "hummm, isso, ahhh"... Parece que isso deixou ele excitado, porque começou a sentir uma coisa dura e bem grande nas minhas costas. Tanto que ele se afastou e sentou rápido de vergonha. Eu olhei pra ele, perguntando se já tinha terminado, que eu tinha ficado com vontade de mais. Ele riu e disse que à noite talvez fizesse mais massagens. De tarde, fui pra casa do meu namorado. Cheguei umas 12 da noite, tomei banho e fui pro meu quarto. Quando tava vendo TV umas 2 da madrugada, bateram na porta do... Peça e eu pensando que era minha mãe, mando ela entrar. Quando vejo a cabeça do meu primo, estranhei, ele me diz brincando que veio fazer massagem e ria, eu mando ele entrar um pouquinho, ele pede desculpa pelo horário mas não conseguia dormir, eu mando ele sentar na cama e levanto pra arrumar a tv, nesse momento não percebi que tava usando um shortinho bem curto que marcava demais a raba e deixava os peitos de fora e uma camiseta sem sutiã. Ofereço um café e fomos pra cozinha preparar. Minha mãe e minha tia já dormiam, ele se colocou de novo atrás de mim e começou com as massagens, mas dessa vez não me apoiava. Mando ele ir pro meu quarto tomar o café pra não fazer barulho. Depois de conversar um tempão sobre tudo e tomar o café, do nada ele começa a brincar com algo sexual que tava passando na tv e me pergunta se eu já tinha tido vários namorados, e perguntas do tipo, eu rindo respondia tudo e por uma coisa e outra começamos a falar de sexo. Tava adorando a conversa até que ficou mais interessante e ele começou a me perguntar quantas rolas eu já tinha provado, eu bem envergonhada falei que só a do meu namorado, ele surpreso, meio incrédulo me perguntou se eu gostaria de conhecer outras, eu só ri fiquei toda vermelha e respondi com um "não sei". Pra sair daquela situação desconfortável perguntei com quantas mulheres ele tinha comido e ele me disse que com 6. Fiquei surpresa e ele explicou que teve 3 namoradas e as outras foram casuais. E é isso... continuamos conversando mais um tempo sobre sexo. Estávamos na cama um do lado do outro cobertos com uma colcha apoiando nossas costas na parede. Eu sentia que cada brincadeira que ele fazia me tocava mais a perna que dava pro lado dele, mas não me desagradava, na verdade tava gostando. Num momento ele me diz que tava com dor na perna, na coxa interna, que sentia algo duro, eu perguntei onde, e ele se descobriu mostrando uma ereção enorme que fazia uma barraca gigante na calça de moletom dele, eu me fiz de sonsa, ele me Peguei na mão dele e ele me mostrava, fazendo eu tocar a perna dele pra eu saber onde tava doendo e precisava de umas massagens, segundo ele. Várias vezes eu roçava a pica dele com meu braço e sentia que tava dura igual um ferro, tava morrendo de curiosidade e vontade de ver ela. Eu toquei a perna dele perto das bolas e ele falava que tava doendo muito, se eu podia massagear, óbvio que eu falei que sim, mas ele disse que tinha que baixar a calça senão ia ser perda de tempo. Eu não sabia o que falar, queria ajudar ele e também dar uma olhada na pica, mas se alguém levantasse não ia ficar nada bom, então falei que amanhã à tarde, quando minha mãe fosse com a dele pra casa de outra tia, ele ficasse e aí eu fazia as massagens sossegada. Então ele me deu um beijo e foi embora, foi saindo com a pica toda dura e eu não conseguia parar de olhar, e ele percebeu várias vezes mas não falou nada. No outro dia eu tomei banho, falei pra minha mãe que ia comprar umas coisas e que o Marcelo vinha comigo, assim ele ficava. Quando elas foram embora, o Mariano apareceu no meu quarto vestido igual ontem e falou que a perna tava doendo, então fui no banheiro verificar se elas tinham ido mesmo. Eu tava usando uma roupa velha que coloquei depois do banho, saia curtinha e regata. O folgado deitou na minha cama e mandou eu tirar a calça dele, eu obedeci, já dava pra ver a ereção, comecei a baixar a calça e não acreditei como a pica dele aparecia dura dentro da cueca. Fui tirando o tênis e por último a calça. Fiquei babando de ver um pedaço daquele. Ele levantou a perna e apontou onde doía, então comecei a passar a mão devagar e massagear, a pica atrapalhava porque ficava no meio, ele relaxou e só soltava sons de prazer. Logo começou a acariciar minhas pernas e eu não falei nada, de vez em quando ele pedia mais pra cima, pra esse lado, agora pro outro, e a pica cada vez mais dura. Num momento ele pergunta se a cueca incomodava, pra tirar, eu ri e falei Eu falei que não precisava, ele ria e dizia:
— Vai, boba, tira pra mim, tá com medo?
— Não, tudo bem, mas não precisa.
— Não me diga que você tem vergonha de ver meu pau?
— Não, de jeito nenhum.
Eu respondia toda envergonhada e não acreditava no que ele tava me pedindo.
— Então deixa que eu tiro sozinho, aí depois vou direto pro chuveiro.
Naquele segundo, eu fiquei muda e nem percebi que ele tava passando a mão na minha bunda por baixo da saia. Mas eu tava chocada, porque automaticamente depois de falar isso, ele começou a abaixar a cueca com as duas mãos, deixando aparecer um pauzão, com pouco pelo e grosso. Eu fiquei muda olhando pra ele, e ele logo falou:
— Ei, não fica aí paralisada, me ajuda a tirar.
Eu ri, super nervosa, e fui tirando a cueca toda. Ele abriu bem as pernas, pegou minha mão e levou de volta pra perna dele, mandando eu massagear com as duas mãos. Como eu sou baixinha, tive que me esticar quase deitando em cima dele, e aquele pauzão ficou perto da minha cara. Pra evitar, me virei pro lado onde tava o rosto dele, e ele me segurou pela cintura e disse:
— Isso... muito bem, vem um pouquinho pra cá, prima.
E na mesma hora meteu a mão por baixo da minha saia, acariciando minha bunda, sem vergonha nenhuma.
Eu morria de vontade de tocar no pau dele, ficava roçando o cotovelo, me sujando com o líquido pré-seminal. Depois de alguns minutos, ele falou:
— Seu namorado tem o pau igual ao meu?
Eu, tímida, falei que não, muito menor.
— Toca, pega pra ver se é parecido?
— Não, tá de boa, haja.
— Vai, se solta.
— Não, tá tudo bem.
Eu não conseguia dizer que era exatamente o que eu mais queria fazer.
— Vai, só um pouquinho, pega, que depois eu tenho que fazer massagem em você.
— Tá bom.
Peguei nele e fiquei louca. Desde aquele dia, amo paus grandes. Mesmo já tendo tocado e batido punheta em alguns paus, nunca um pedaço daquele. Senti aquele troço pulsando na minha mão, bem quente. bem grosso, ele me segurou pelo pulso e fez eu ir masturbando ele bem devagar, e foi uma sensação incrível, eu adorava ver ele assim, segurando ele ali. - Mmm... sim... continua assim por um tempo. Você bate punheta pro seu namorado? - Pouco - E você gosta? - Sei lá, sim. Ele se vira pra parede e me manda deitar do lado dele, que depois ia me fazer massagem. Eu deito, sem soltar a pica dele, ele me abraça e me dá um beijo na boca, eu paro ele e falo que não dava por causa do meu namorado, ele me disse pra ficar tranquila que ficava entre nós dois e ninguém nunca ia saber. Ele me beijou de novo e eu me agarrei que nem carrapato. Então ficamos nos pegando enquanto ele me apalpava a bunda e eu batia uma pra ele. Já tinha ficado tarde e não queríamos arriscar sermos pegos assim, então falo que era muito tarde, aí ele começou a pegar nos meus peitos e disse que de noite ia vir me fazer massagem. Eu falei que com certeza ia chegar tarde da casa do meu namorado, e ele disse que ia me esperar na hora que eu chegasse, levantou, ficamos nos beijando um tempão em pé, eu peguei na pica dele de novo um pouco e ele foi pelado tomar banho. Eu fiquei muito tesuda e me sentindo culpada, mas como ninguém ia saber, fiquei tranquila, tomei um banho e fui pra casa do meu namorado. Naquele dia meu namorado me convidou pra comer e saímos pro centro, eu não conseguia tirar aquela pica da cabeça. Quando cheguei em casa já era tarde, fui direto pro meu quarto e fiquei vendo TV esperando pra ver se meu primo vinha. Quando tô quase dormindo, ouço baterem na porta bem devagar, falo "entra" e ele aparece. Eu feliz, mas disfarçando, falei que era muito tarde, ele chegou perto da cama e disse que só queria me cumprimentar e deitar um pouquinho comigo. Eu falei que só 15 minutos, que amanhã tinha que ir pra escola, então me afastei e ele deitou. Automaticamente começamos a nos beijar e eu pegava na pica dele por cima da calça, depois de 5 minutos ele pergunta se dava pra tirar a calça e eu falei que sim, era o que eu mais queria, mas não ia deixar ele entender isso de cara. Peguei no pau dele de novo, bobona por aquela cock comecei a masturbar ele, ele continuava me beijando mas já tava no meu pescoço e apalpando meus peitos. Num momento ele me pergunta se podia tirar minha calcinha, eu falei que não, ele insistiu de novo mas eu não queria que passasse daquilo, então falei que só se ele prometesse que não ia ter penetração, ele óbvio que falou pra eu ficar tranquila. Ele foi descendo minha calcinha até o joelho, e aí eu ajudei e tirei, ele virou de lado, levantou minha perna e ficou passando a mão na minha pussy enquanto a gente se matava de beijar. Eu tava toda molhada e ele passava os dedinhos como um expert, me fez esquentar como nunca, era a primeira vez que eu ardia, tanto que quando ele falou que já era tarde, sei lá o que deu em mim que eu destampei ele e fiquei olhando pra cock dele enquanto batia uma pra ele e ele foi subindo mais e enfiou minha cabeça no meio das pernas dele, eu não resisti, mesmo meu namorado sempre pedindo, eu fazia sem vontade. Mas dessa vez com toda vontade eu coloquei na boca e comecei a chupar, a sugar, amava o gosto, o cheiro de cock dele. Ele acariciava minha cabeça e falava como chupar, eu toda obediente. Ficamos assim vários minutos, passei a língua por toda aquela porra linda de poronga, ele com a mão pegou meu rosto, me levantou na altura dele e começou a me beijar, eu continuei masturbando ele, ele pegou minha mão e acelerou a velocidade, dando a entender que queria rápido. A mão dele tava na minha pussy, enfiando um dedo, ufff mmmm seeeee… eu tava entregue. Comecei a sentir que ele tava mais ofegante e percebi que tava perto de gozar, isso me deixou pior e bati muito mais rápido enquanto olhava pra cock dele, sabendo que ia gozar, chupei os mamilos dele, passei a língua no peito quando sinto que ele fica rígido e suspira espirrando esperma na minha mão e na peito, ele gemia e eu adorava tirar toda a porra dele. Ahhh que gostoso!! Ele se vestiu e falou que amanhã à noite voltava. Naquela noite, me masturbei e tive um orgasmo incrível. No dia seguinte, não nos vimos o dia inteiro, acho que ele tinha saído pra passear e chegou tarde. Curiosa, fui pro banheiro e vi que ele estava na cozinha, fiz barulho pra ele perceber que eu tava acordada e entrei no meu quarto. Deitei e fiquei vendo TV, mas deixei a porta aberta. Quando ouvi baterem, mandei entrar. Ele perguntou se podia deitar um pouco comigo, eu disse que sim. Ele tirou o short e se meteu na minha cama. Sem trocar palavra, começamos a nos beijar e em um minuto já estávamos nos apalpando inteiros. Comecei a puxar a cueca dele pra baixo, ele fez o mesmo com a minha calcinha. Eu só queria chupar a pica dele e ver ela jorrando leite, isso me deixava louca, mas não podia falar na cara. Ele queria me convencer a transar um pouco, eu falei que não, aí ele pediu pra me ver pelada. Tirei a camiseta e o sutiã. Ele mandou eu ficar de pé, e ele sentou na cama me olhando, enquanto pedia pra eu girar pra ele me ver. Eu tava morrendo de vergonha, mas amava meu primo e tava muito afim dele. Fiz tudo que ele pediu, enquanto ele se masturbava me olhando, até que ele me puxou pro corpo dele e começou a chupar meus peitos, enquanto me apalpava e apertava minha bunda. Eu, toda molhada, não conseguia controlar a situação. Ele mandou eu ajoelhar e masturbar ele. Eu, fervendo de tesão, peguei a pica dele e comecei a punhetar enquanto dava beijos na boca dele. Não ia aguentar muito a vontade de chupar, então comecei a descer a boca pelo pescoço dele, depois o peito, até enfiar a pica dele toda na minha boca e começar a chupar com a maior calma do mundo. Eu tava ajoelhada, ele falava comigo e mandava onde lamber, eu obedecia. Até que ele falou:
— Você gosta de chupar minha pica?
— Sim
— Você gostaria de chupar todo dia, até eu ir embora?
Eu não respondi. Continuei batendo uma pra ele. Aí ele levantou e disse:
— Ah, se não quer, vou embora!
E fez menção de sair. Eu segurei ele pela perna e falei pra não ir ainda, que ia chupar ele todo dia. Então ele sentou de novo e disse que queria encher meus peitos de porra, e isso me deixou doida, não acreditava no que ele tava falando e comecei a chupar ele desesperada. Ele já tinha sacado que eu adorava ver ele gozar, e eu, toda entregue, fazia tudo que ele pedia.
Fiquei mais um tempo assim, ele passava a rola nos meus peitos e metia na minha boca, até que se inclinou um pouco e começou a bater uma rapidinho, apontando pros meus peitos. Eu comecei a ofegar, toda doida esperando o jato. Joguei o corpo pra trás, juntei os peitos com as duas mãos e em segundos senti toda a porra nos meus peitos, no pescoço... Uff! Que loucura! Como eu gostei daquilo. Ele gemia enquanto continuava banhando meus peitos de sêmen. Disse pra eu não me mexer, esticou a mão e com uma camiseta minha limpou meus peitos. Eu ri de nervoso e coloquei a rola na boca, senti o gosto da porra e não me incomodou nada, chupei ele mais um pouco, até que ele falou que ia dormir. Aí levantei do chão, vesti a camiseta e acompanhei ele até a porta, e a gente se beijou. Claro que depois me masturbei feito uma louca e tive um orgasmo fantástico.
Bom... essa é a primeira parte, espero que tenham gostado, em breve a segunda parte 😘.
— Vai, boba, tira pra mim, tá com medo?
— Não, tudo bem, mas não precisa.
— Não me diga que você tem vergonha de ver meu pau?
— Não, de jeito nenhum.
Eu respondia toda envergonhada e não acreditava no que ele tava me pedindo.
— Então deixa que eu tiro sozinho, aí depois vou direto pro chuveiro.
Naquele segundo, eu fiquei muda e nem percebi que ele tava passando a mão na minha bunda por baixo da saia. Mas eu tava chocada, porque automaticamente depois de falar isso, ele começou a abaixar a cueca com as duas mãos, deixando aparecer um pauzão, com pouco pelo e grosso. Eu fiquei muda olhando pra ele, e ele logo falou:
— Ei, não fica aí paralisada, me ajuda a tirar.
Eu ri, super nervosa, e fui tirando a cueca toda. Ele abriu bem as pernas, pegou minha mão e levou de volta pra perna dele, mandando eu massagear com as duas mãos. Como eu sou baixinha, tive que me esticar quase deitando em cima dele, e aquele pauzão ficou perto da minha cara. Pra evitar, me virei pro lado onde tava o rosto dele, e ele me segurou pela cintura e disse:
— Isso... muito bem, vem um pouquinho pra cá, prima.
E na mesma hora meteu a mão por baixo da minha saia, acariciando minha bunda, sem vergonha nenhuma.
Eu morria de vontade de tocar no pau dele, ficava roçando o cotovelo, me sujando com o líquido pré-seminal. Depois de alguns minutos, ele falou:
— Seu namorado tem o pau igual ao meu?
Eu, tímida, falei que não, muito menor.
— Toca, pega pra ver se é parecido?
— Não, tá de boa, haja.
— Vai, se solta.
— Não, tá tudo bem.
Eu não conseguia dizer que era exatamente o que eu mais queria fazer.
— Vai, só um pouquinho, pega, que depois eu tenho que fazer massagem em você.
— Tá bom.
Peguei nele e fiquei louca. Desde aquele dia, amo paus grandes. Mesmo já tendo tocado e batido punheta em alguns paus, nunca um pedaço daquele. Senti aquele troço pulsando na minha mão, bem quente. bem grosso, ele me segurou pelo pulso e fez eu ir masturbando ele bem devagar, e foi uma sensação incrível, eu adorava ver ele assim, segurando ele ali. - Mmm... sim... continua assim por um tempo. Você bate punheta pro seu namorado? - Pouco - E você gosta? - Sei lá, sim. Ele se vira pra parede e me manda deitar do lado dele, que depois ia me fazer massagem. Eu deito, sem soltar a pica dele, ele me abraça e me dá um beijo na boca, eu paro ele e falo que não dava por causa do meu namorado, ele me disse pra ficar tranquila que ficava entre nós dois e ninguém nunca ia saber. Ele me beijou de novo e eu me agarrei que nem carrapato. Então ficamos nos pegando enquanto ele me apalpava a bunda e eu batia uma pra ele. Já tinha ficado tarde e não queríamos arriscar sermos pegos assim, então falo que era muito tarde, aí ele começou a pegar nos meus peitos e disse que de noite ia vir me fazer massagem. Eu falei que com certeza ia chegar tarde da casa do meu namorado, e ele disse que ia me esperar na hora que eu chegasse, levantou, ficamos nos beijando um tempão em pé, eu peguei na pica dele de novo um pouco e ele foi pelado tomar banho. Eu fiquei muito tesuda e me sentindo culpada, mas como ninguém ia saber, fiquei tranquila, tomei um banho e fui pra casa do meu namorado. Naquele dia meu namorado me convidou pra comer e saímos pro centro, eu não conseguia tirar aquela pica da cabeça. Quando cheguei em casa já era tarde, fui direto pro meu quarto e fiquei vendo TV esperando pra ver se meu primo vinha. Quando tô quase dormindo, ouço baterem na porta bem devagar, falo "entra" e ele aparece. Eu feliz, mas disfarçando, falei que era muito tarde, ele chegou perto da cama e disse que só queria me cumprimentar e deitar um pouquinho comigo. Eu falei que só 15 minutos, que amanhã tinha que ir pra escola, então me afastei e ele deitou. Automaticamente começamos a nos beijar e eu pegava na pica dele por cima da calça, depois de 5 minutos ele pergunta se dava pra tirar a calça e eu falei que sim, era o que eu mais queria, mas não ia deixar ele entender isso de cara. Peguei no pau dele de novo, bobona por aquela cock comecei a masturbar ele, ele continuava me beijando mas já tava no meu pescoço e apalpando meus peitos. Num momento ele me pergunta se podia tirar minha calcinha, eu falei que não, ele insistiu de novo mas eu não queria que passasse daquilo, então falei que só se ele prometesse que não ia ter penetração, ele óbvio que falou pra eu ficar tranquila. Ele foi descendo minha calcinha até o joelho, e aí eu ajudei e tirei, ele virou de lado, levantou minha perna e ficou passando a mão na minha pussy enquanto a gente se matava de beijar. Eu tava toda molhada e ele passava os dedinhos como um expert, me fez esquentar como nunca, era a primeira vez que eu ardia, tanto que quando ele falou que já era tarde, sei lá o que deu em mim que eu destampei ele e fiquei olhando pra cock dele enquanto batia uma pra ele e ele foi subindo mais e enfiou minha cabeça no meio das pernas dele, eu não resisti, mesmo meu namorado sempre pedindo, eu fazia sem vontade. Mas dessa vez com toda vontade eu coloquei na boca e comecei a chupar, a sugar, amava o gosto, o cheiro de cock dele. Ele acariciava minha cabeça e falava como chupar, eu toda obediente. Ficamos assim vários minutos, passei a língua por toda aquela porra linda de poronga, ele com a mão pegou meu rosto, me levantou na altura dele e começou a me beijar, eu continuei masturbando ele, ele pegou minha mão e acelerou a velocidade, dando a entender que queria rápido. A mão dele tava na minha pussy, enfiando um dedo, ufff mmmm seeeee… eu tava entregue. Comecei a sentir que ele tava mais ofegante e percebi que tava perto de gozar, isso me deixou pior e bati muito mais rápido enquanto olhava pra cock dele, sabendo que ia gozar, chupei os mamilos dele, passei a língua no peito quando sinto que ele fica rígido e suspira espirrando esperma na minha mão e na peito, ele gemia e eu adorava tirar toda a porra dele. Ahhh que gostoso!! Ele se vestiu e falou que amanhã à noite voltava. Naquela noite, me masturbei e tive um orgasmo incrível. No dia seguinte, não nos vimos o dia inteiro, acho que ele tinha saído pra passear e chegou tarde. Curiosa, fui pro banheiro e vi que ele estava na cozinha, fiz barulho pra ele perceber que eu tava acordada e entrei no meu quarto. Deitei e fiquei vendo TV, mas deixei a porta aberta. Quando ouvi baterem, mandei entrar. Ele perguntou se podia deitar um pouco comigo, eu disse que sim. Ele tirou o short e se meteu na minha cama. Sem trocar palavra, começamos a nos beijar e em um minuto já estávamos nos apalpando inteiros. Comecei a puxar a cueca dele pra baixo, ele fez o mesmo com a minha calcinha. Eu só queria chupar a pica dele e ver ela jorrando leite, isso me deixava louca, mas não podia falar na cara. Ele queria me convencer a transar um pouco, eu falei que não, aí ele pediu pra me ver pelada. Tirei a camiseta e o sutiã. Ele mandou eu ficar de pé, e ele sentou na cama me olhando, enquanto pedia pra eu girar pra ele me ver. Eu tava morrendo de vergonha, mas amava meu primo e tava muito afim dele. Fiz tudo que ele pediu, enquanto ele se masturbava me olhando, até que ele me puxou pro corpo dele e começou a chupar meus peitos, enquanto me apalpava e apertava minha bunda. Eu, toda molhada, não conseguia controlar a situação. Ele mandou eu ajoelhar e masturbar ele. Eu, fervendo de tesão, peguei a pica dele e comecei a punhetar enquanto dava beijos na boca dele. Não ia aguentar muito a vontade de chupar, então comecei a descer a boca pelo pescoço dele, depois o peito, até enfiar a pica dele toda na minha boca e começar a chupar com a maior calma do mundo. Eu tava ajoelhada, ele falava comigo e mandava onde lamber, eu obedecia. Até que ele falou:
— Você gosta de chupar minha pica?
— Sim
— Você gostaria de chupar todo dia, até eu ir embora?
Eu não respondi. Continuei batendo uma pra ele. Aí ele levantou e disse:
— Ah, se não quer, vou embora!
E fez menção de sair. Eu segurei ele pela perna e falei pra não ir ainda, que ia chupar ele todo dia. Então ele sentou de novo e disse que queria encher meus peitos de porra, e isso me deixou doida, não acreditava no que ele tava falando e comecei a chupar ele desesperada. Ele já tinha sacado que eu adorava ver ele gozar, e eu, toda entregue, fazia tudo que ele pedia.
Fiquei mais um tempo assim, ele passava a rola nos meus peitos e metia na minha boca, até que se inclinou um pouco e começou a bater uma rapidinho, apontando pros meus peitos. Eu comecei a ofegar, toda doida esperando o jato. Joguei o corpo pra trás, juntei os peitos com as duas mãos e em segundos senti toda a porra nos meus peitos, no pescoço... Uff! Que loucura! Como eu gostei daquilo. Ele gemia enquanto continuava banhando meus peitos de sêmen. Disse pra eu não me mexer, esticou a mão e com uma camiseta minha limpou meus peitos. Eu ri de nervoso e coloquei a rola na boca, senti o gosto da porra e não me incomodou nada, chupei ele mais um pouco, até que ele falou que ia dormir. Aí levantei do chão, vesti a camiseta e acompanhei ele até a porta, e a gente se beijou. Claro que depois me masturbei feito uma louca e tive um orgasmo fantástico.
Bom... essa é a primeira parte, espero que tenham gostado, em breve a segunda parte 😘.
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