Antes de mais nada, quero contar pra vocês como tudo começou. Tô namorando faz uns seis anos. É um relacionamento muito legal, já moramos juntos há quatro anos e nos damos super bem. Isso talvez tenha a ver com a gente trabalhar muito e só se ver nos fins de semana, quando estamos um pouco mais livres.
Às vezes vamos em encontros com amigos em comum, também com amigos de cada um.
Foi assim que num sábado fomos na casa de um amigo do Cristian, meu namorado. Era uma festa com muita gente. Não conhecia quase ninguém, só o amigo do Cris e mais uns dois que costumam passar em casa pra chamar ele pra jogar futebol. Tava meio entediada, não conseguia puxar conversa com ninguém. De repente, comecei a sentir que alguém tava me encarando. Era um cara que tava no outro lado da mesa. Olhei pra ele de leve e achei ele bem gostoso. Mas só olhei por um instante. Depois ele parou e não fez mais.
Já tinham passado várias horas e eu continuava meio entediada. Num momento, esse cara levantou da mesa com um maço de cigarro e foi pro quintal interno da casa. Foi aí que ele me chamou mais atenção. Era bem alto e tinha um corpo bem definido, dava pra ver que malhava. Aproveitei pra ir no banheiro, que ficava do lado desse quintal. Quando saí, fui direto pra lá. Ele tava encostado numa parede com o cigarro na mão. Quando me viu, me ofereceu uma tragada. Eu não fumo, mas aceitei mesmo assim. Rezando pra fumaça não me fazer tossir. Ali começamos a bater um papo sobre tudo um pouco. Ele era bem simpático e me fazia rir pra caramba, o que deixava ele ainda mais atraente. Fui me aproximando cada vez mais dele conforme ia ficando à vontade.
Continuamos conversando mais um tempo e depois falei que ia entrar de novo na casa. Agradeci pelo cigarro e pela companhia.
Depois de alguns minutos, ele também entrou na casa e sentou no mesmo lugar. Dessa vez, trocamos mais uns olhares até que Chegou a hora de ir embora. Me despedi de todo mundo e, por último, dele, que se levantou pra se despedir de mim. Aproveitei pra abraçar ele e apertar de leve os braços firmes dele.
Antes de passar pela porta, olhei pra ele uma última vez e sorri. Ele fez o mesmo.
Quando saímos, a Cris me olhou com uma cara estranha, mas não falou nada.
Eu tava bem excitada, tinha que dar um jeito de contatar ele.
Deixei passar uns dias e decidi seguir no Instagram o amigo da Cris, o que tinha nos convidado, e ali esperava encontrar ele, mesmo sem saber o nome. Por sorte, esse cara aparecia em várias fotos em grupo, e foi lá que consegui o contato do "Facu".
Comecei a seguir ele e, na hora, começamos a conversar pelo chat, depois trocamos números e a gente se falava pelo WhatsApp praticamente todo dia.
Quando surgiu a oportunidade, o Facu me convidou pra jantar. Aceitei porque sabia que a Cris ia se encontrar com uns amigos e ia ficar até tarde com eles.
Ele ia passar pra me buscar quando eu avisasse. Eu tinha que ter certeza de que a Cris já tinha ido embora.
Assim que ela foi, me arrumei rápido. Coloquei uma roub bem provocante pra ocasião. Um vestido bem justinho e curto, vesti a melhor lingerie que tinha e um perfume bem gostoso. Quando ele chegou, ficou de boca aberta.
Fomos a um restaurante muito bonito e nos divertimos pra caralho. Ele se comportou super cavalheiro o tempo todo.
Já era tarde. O Facu ia me levar de volta pra casa, mas antes de chegar, beijei ele com tudo e falei pra irmos pra um hotel. Ele acelerou na hora e a gente entrou no primeiro que encontrou.
Finalmente íamos acabar com a tensão sexual que tava rolando desde que a gente se viu pela primeira vez.
Subimos pro quarto e extravasamos de um jeito incrível. Adorei, ele me deixou sem fôlego. O físico do Facu era impressionante, mal dava pra falar.
Quando me recuperei, olhei a hora e já era tarde pra caramba.
Me convenci de que ia ser só naquela noite e tinha que aproveitar ao máximo. Então mandei uma mensagem pra Cris e falei que ia Fiquei pra dormir na casa da Valen, minha amiga.
Falei pro Facu a gente passar a noite toda e ele topou na hora.
Óbvio que a gente não dormiu. Ele me comeu de um jeito incrível até nos tirarem do quarto.
Quando saímos do hotel, já de dia, ele se ofereceu pra me levar, mas falei que ia pegar um táxi. A gente se despediu com um beijo interminável e cada um foi pro seu lado.
Tava chegando em casa e percebi que tava toda melada de porra. O Facu não usou camisinha em nenhum momento. Não me importei, tomo pílula. Mas tinha que tomar um banho antes do Cris me ver, e foi o que fiz.
Essa situação me deixou meio nervosa, mas não ia se repetir.
Passaram umas semanas e eu não conseguia tirar aquela noite da cabeça. Comecei a ficar com tesão de novo. Queria sentir ele dentro outra vez, me comendo com força e me deixando aberta com aquela pica grande e dura.
Não consegui resistir e mandei mensagem pra gente se ver de novo. Depois de novo e de novo.
Às vezes ele passava em casa pra me levar pro trabalho (eu entrava mais tarde que o Cristian) e eu pagava com um boquete antes de descer do carro. Engolia toda a porra dele e entrava no trampo com o batom todo borrado. Depois comecei a me pintar depois de chupar ele. Pra evitar comentários.
Toda vez que ia transar com o Facu, minha amiga Valen era quem me dava cobertura.
Ela sabia de tudo, a gente ia organizar um jantar na casa dela pra ele conhecer.
A Valen é solteira, não tem muita sorte com homem, mesmo sendo muito gostosa.
Pra esse jantar, o Facu ia levar um amigo pra ver se rolasse algo.
Chegou o dia e o jantar foi foda. A gente ficou batendo papo os quatro, mas a Valen e o amigo do Facu não tiveram muita química.
Quem foi embora primeiro foi esse cara. Depois, a Valen se ofereceu pra lavar a louça e a gente ficou sentado no sofá. Tinha bebido bastante vinho e começou a bater. A gente começou a se beijar e eu já tava bem quente. Passei a mão de leve no volume dele e senti que tava durasso. Duro. Falei no ouvido dele: "Não sei se vou aguentar até o hotel". Desabotoei a calça dele e puxei o pau pra fora, comecei a bater uma devagar enquanto a gente continuava se beijando. Eu tava me deixando levar. De repente, comecei a descer pra chupar ele, mas ele me parou falando "a Valen pode chegar a qualquer hora", mas eu respondi que ela ia demorar um tempão. Facu não falou mais nada, só focou em aproveitar o boquete que eu tava dando.
Do nada, a Valen entrou na sala e exclamou "Ei, vão pro hotel, não contem dinheiro na frente dos pobres" e riu. Levantei a cabeça e falei "desculpa, amiga, o vinho bateu, tô meio bêbada e me deixei levar". "Vem e entra" — continuei — "ele não vai reclamar, né?" Falei olhando pro Facu, e ele balançou a cabeça negando. Valen, ainda meio sem certeza, disse que não, mas insisti: "Faz quanto tempo que você não transa?", "Vem, olha isso aqui" falei, balançando o pau do Facu. Ela cedeu um pouco e se aproximou de onde eu tava. Peguei a mão dela e fiz ela segurar a haste do pau. Depois, ela começou a esfregar timidamente e foi se aproximando devagarzinho da cabeça. Quando chegou na frente, abriu a boca pra meter, mas tava difícil. Disse "É grande, não entra". Na hora, peguei a rola e meti na minha boca. Chupei um pouco e depois devolvi pra ela. "Abre bem a boca" aconselhei, e ela obedeceu. Começou a chupar ele por um bom tempo, com bastante tesão, e depois foi tirando a roupa. Deitou do lado do Facu, completamente pelada, e abriu as pernas pra ele virar e meter. Facu foi penetrando devagar, mas Valen reclamava bastante e pediu pra ele deitar. Ela subiu em cima e foi enterrando devagar. Enfiava um pouquinho e tirava. Foi assim até meter tudo. Facu exclamou "que apertadinha que você é, Valen", e ela respondeu rindo "é, mas você também é bem dotado, não é à toa que ela fica te procurando". Eu assistia ao espetáculo, consegui tirar umas fotos pra documentar como eu tava abrindo a minha amiga.
Valen se mexia cada vez mais rápido e dava pra ouvir o fluido da buceta dela, louca por sexo.
Valen sussurrou no ouvido do Facu "Vamos pro quarto" e ele se levantou com ela montada pra levar ela enfiada até a cama. Lá, ele deitou ela e subiu em cima pra continuar comendo ela. Levantou as pernas da Valen e começou a meter selvagemente enquanto ela gritava de prazer. Uns minutos depois, ela gozou e as pernas dela ficaram tremendo. Facu tirou a pica e me mandou ficar do lado da minha amiga, que tava exausta. Ele meteu o pau de uma vez e começou a meter freneticamente. Doeu um pouco, mas depois comecei a sentir prazer e mais prazer. Ele não parava, até que me fez gozar também. Ficou dentro de mim por um tempo e depois colocou a Valen de quatro. Meteu até o fundo e começou a dar duro enquanto batia na bunda dela. Ela gritava ainda mais. Uns minutos depois, ele gozou dentro dela e ficou deitado no meio de nós duas, respirando pesado.
Já era tarde, a gente ia pro hotel passar a noite, mas a Valen pediu pra ficarmos até o outro dia.
Dormimos um pouco e voltamos a transar os três até o meio-dia.
Quando a gente tava indo embora, a Valen pediu o telefone do Facu... parece que ela gostou.


Às vezes vamos em encontros com amigos em comum, também com amigos de cada um.
Foi assim que num sábado fomos na casa de um amigo do Cristian, meu namorado. Era uma festa com muita gente. Não conhecia quase ninguém, só o amigo do Cris e mais uns dois que costumam passar em casa pra chamar ele pra jogar futebol. Tava meio entediada, não conseguia puxar conversa com ninguém. De repente, comecei a sentir que alguém tava me encarando. Era um cara que tava no outro lado da mesa. Olhei pra ele de leve e achei ele bem gostoso. Mas só olhei por um instante. Depois ele parou e não fez mais.
Já tinham passado várias horas e eu continuava meio entediada. Num momento, esse cara levantou da mesa com um maço de cigarro e foi pro quintal interno da casa. Foi aí que ele me chamou mais atenção. Era bem alto e tinha um corpo bem definido, dava pra ver que malhava. Aproveitei pra ir no banheiro, que ficava do lado desse quintal. Quando saí, fui direto pra lá. Ele tava encostado numa parede com o cigarro na mão. Quando me viu, me ofereceu uma tragada. Eu não fumo, mas aceitei mesmo assim. Rezando pra fumaça não me fazer tossir. Ali começamos a bater um papo sobre tudo um pouco. Ele era bem simpático e me fazia rir pra caramba, o que deixava ele ainda mais atraente. Fui me aproximando cada vez mais dele conforme ia ficando à vontade.
Continuamos conversando mais um tempo e depois falei que ia entrar de novo na casa. Agradeci pelo cigarro e pela companhia.
Depois de alguns minutos, ele também entrou na casa e sentou no mesmo lugar. Dessa vez, trocamos mais uns olhares até que Chegou a hora de ir embora. Me despedi de todo mundo e, por último, dele, que se levantou pra se despedir de mim. Aproveitei pra abraçar ele e apertar de leve os braços firmes dele.
Antes de passar pela porta, olhei pra ele uma última vez e sorri. Ele fez o mesmo.
Quando saímos, a Cris me olhou com uma cara estranha, mas não falou nada.
Eu tava bem excitada, tinha que dar um jeito de contatar ele.
Deixei passar uns dias e decidi seguir no Instagram o amigo da Cris, o que tinha nos convidado, e ali esperava encontrar ele, mesmo sem saber o nome. Por sorte, esse cara aparecia em várias fotos em grupo, e foi lá que consegui o contato do "Facu".
Comecei a seguir ele e, na hora, começamos a conversar pelo chat, depois trocamos números e a gente se falava pelo WhatsApp praticamente todo dia.
Quando surgiu a oportunidade, o Facu me convidou pra jantar. Aceitei porque sabia que a Cris ia se encontrar com uns amigos e ia ficar até tarde com eles.
Ele ia passar pra me buscar quando eu avisasse. Eu tinha que ter certeza de que a Cris já tinha ido embora.
Assim que ela foi, me arrumei rápido. Coloquei uma roub bem provocante pra ocasião. Um vestido bem justinho e curto, vesti a melhor lingerie que tinha e um perfume bem gostoso. Quando ele chegou, ficou de boca aberta.
Fomos a um restaurante muito bonito e nos divertimos pra caralho. Ele se comportou super cavalheiro o tempo todo.
Já era tarde. O Facu ia me levar de volta pra casa, mas antes de chegar, beijei ele com tudo e falei pra irmos pra um hotel. Ele acelerou na hora e a gente entrou no primeiro que encontrou.
Finalmente íamos acabar com a tensão sexual que tava rolando desde que a gente se viu pela primeira vez.
Subimos pro quarto e extravasamos de um jeito incrível. Adorei, ele me deixou sem fôlego. O físico do Facu era impressionante, mal dava pra falar.
Quando me recuperei, olhei a hora e já era tarde pra caramba.
Me convenci de que ia ser só naquela noite e tinha que aproveitar ao máximo. Então mandei uma mensagem pra Cris e falei que ia Fiquei pra dormir na casa da Valen, minha amiga.
Falei pro Facu a gente passar a noite toda e ele topou na hora.
Óbvio que a gente não dormiu. Ele me comeu de um jeito incrível até nos tirarem do quarto.
Quando saímos do hotel, já de dia, ele se ofereceu pra me levar, mas falei que ia pegar um táxi. A gente se despediu com um beijo interminável e cada um foi pro seu lado.
Tava chegando em casa e percebi que tava toda melada de porra. O Facu não usou camisinha em nenhum momento. Não me importei, tomo pílula. Mas tinha que tomar um banho antes do Cris me ver, e foi o que fiz.
Essa situação me deixou meio nervosa, mas não ia se repetir.
Passaram umas semanas e eu não conseguia tirar aquela noite da cabeça. Comecei a ficar com tesão de novo. Queria sentir ele dentro outra vez, me comendo com força e me deixando aberta com aquela pica grande e dura.
Não consegui resistir e mandei mensagem pra gente se ver de novo. Depois de novo e de novo.
Às vezes ele passava em casa pra me levar pro trabalho (eu entrava mais tarde que o Cristian) e eu pagava com um boquete antes de descer do carro. Engolia toda a porra dele e entrava no trampo com o batom todo borrado. Depois comecei a me pintar depois de chupar ele. Pra evitar comentários.
Toda vez que ia transar com o Facu, minha amiga Valen era quem me dava cobertura.
Ela sabia de tudo, a gente ia organizar um jantar na casa dela pra ele conhecer.
A Valen é solteira, não tem muita sorte com homem, mesmo sendo muito gostosa.
Pra esse jantar, o Facu ia levar um amigo pra ver se rolasse algo.
Chegou o dia e o jantar foi foda. A gente ficou batendo papo os quatro, mas a Valen e o amigo do Facu não tiveram muita química.
Quem foi embora primeiro foi esse cara. Depois, a Valen se ofereceu pra lavar a louça e a gente ficou sentado no sofá. Tinha bebido bastante vinho e começou a bater. A gente começou a se beijar e eu já tava bem quente. Passei a mão de leve no volume dele e senti que tava durasso. Duro. Falei no ouvido dele: "Não sei se vou aguentar até o hotel". Desabotoei a calça dele e puxei o pau pra fora, comecei a bater uma devagar enquanto a gente continuava se beijando. Eu tava me deixando levar. De repente, comecei a descer pra chupar ele, mas ele me parou falando "a Valen pode chegar a qualquer hora", mas eu respondi que ela ia demorar um tempão. Facu não falou mais nada, só focou em aproveitar o boquete que eu tava dando.
Do nada, a Valen entrou na sala e exclamou "Ei, vão pro hotel, não contem dinheiro na frente dos pobres" e riu. Levantei a cabeça e falei "desculpa, amiga, o vinho bateu, tô meio bêbada e me deixei levar". "Vem e entra" — continuei — "ele não vai reclamar, né?" Falei olhando pro Facu, e ele balançou a cabeça negando. Valen, ainda meio sem certeza, disse que não, mas insisti: "Faz quanto tempo que você não transa?", "Vem, olha isso aqui" falei, balançando o pau do Facu. Ela cedeu um pouco e se aproximou de onde eu tava. Peguei a mão dela e fiz ela segurar a haste do pau. Depois, ela começou a esfregar timidamente e foi se aproximando devagarzinho da cabeça. Quando chegou na frente, abriu a boca pra meter, mas tava difícil. Disse "É grande, não entra". Na hora, peguei a rola e meti na minha boca. Chupei um pouco e depois devolvi pra ela. "Abre bem a boca" aconselhei, e ela obedeceu. Começou a chupar ele por um bom tempo, com bastante tesão, e depois foi tirando a roupa. Deitou do lado do Facu, completamente pelada, e abriu as pernas pra ele virar e meter. Facu foi penetrando devagar, mas Valen reclamava bastante e pediu pra ele deitar. Ela subiu em cima e foi enterrando devagar. Enfiava um pouquinho e tirava. Foi assim até meter tudo. Facu exclamou "que apertadinha que você é, Valen", e ela respondeu rindo "é, mas você também é bem dotado, não é à toa que ela fica te procurando". Eu assistia ao espetáculo, consegui tirar umas fotos pra documentar como eu tava abrindo a minha amiga.
Valen se mexia cada vez mais rápido e dava pra ouvir o fluido da buceta dela, louca por sexo.
Valen sussurrou no ouvido do Facu "Vamos pro quarto" e ele se levantou com ela montada pra levar ela enfiada até a cama. Lá, ele deitou ela e subiu em cima pra continuar comendo ela. Levantou as pernas da Valen e começou a meter selvagemente enquanto ela gritava de prazer. Uns minutos depois, ela gozou e as pernas dela ficaram tremendo. Facu tirou a pica e me mandou ficar do lado da minha amiga, que tava exausta. Ele meteu o pau de uma vez e começou a meter freneticamente. Doeu um pouco, mas depois comecei a sentir prazer e mais prazer. Ele não parava, até que me fez gozar também. Ficou dentro de mim por um tempo e depois colocou a Valen de quatro. Meteu até o fundo e começou a dar duro enquanto batia na bunda dela. Ela gritava ainda mais. Uns minutos depois, ele gozou dentro dela e ficou deitado no meio de nós duas, respirando pesado.
Já era tarde, a gente ia pro hotel passar a noite, mas a Valen pediu pra ficarmos até o outro dia.
Dormimos um pouco e voltamos a transar os três até o meio-dia.
Quando a gente tava indo embora, a Valen pediu o telefone do Facu... parece que ela gostou.



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