Novo despertar sexual...

Olá. É um prazer ter você por aqui, me apresentar um pouco e compartilhar com vocês o que não tenho coragem de contar pra ninguém do meu círculo... Sou Carlota, uma mulher adulta de 52 anos, viúva há mais de 20 anos, mãe de dois filhos mais velhos que já moram cada um com sua família. Pra ser sincera, meu relacionamento com meu marido foi bem ruim. Ele era muito mais velho que eu e bebia demais, e foi isso que o levou pra cova. No sexo, não era nada de outro mundo, e na maioria das vezes era quando ele tava bêbado. Ele se satisfazia e acabava com o ato sexual. Já fazem muitos anos desde que me senti desejada por alguém. Dediquei minha vida aos meus filhos, ao meu trabalho e nunca procurei um novo relacionamento. Tudo começou há um ano. Eu tava chegando do trabalho e minha vizinha veio me perguntar se eu poderia ajudar o filho dela, Matías, com matemática. Ele tinha ficado de recuperação na matéria e na semana seguinte teria a prova de recuperação; se não passasse, não ia se formar. Aceitei ajudar e pedi pra ele ir no sábado de manhã em casa e levar os apontamentos pra ver como era a prova. No sábado, às 9h, bateram na minha porta. Era minha vizinha e o filho dela. Ela começou a falar e me contar o que tava rolando. Ele ficou em silêncio do lado dela. Quando ela terminou de me explicar, arrancou o celular da mão dele, enfiou na bolsa e prometeu devolver quando chegasse em casa, porque precisava ir pro escritório no sábado. Entramos em casa e ofereci algo pra ele comer. Finalmente ouvi a voz dele: — Não, senhora, obrigado, já comi em casa. — Eu tava prestes a tomar café. — Deixa suas coisas na mesa enquanto preparo um café pra mim. Ele sentou na mesa e tirou os apontamentos dele e mais uns cadernos de colegas de classe, porque tinha aulas que ele não tinha copiado. Passamos a manhã estudando e, como não queria que ele se esgotasse e ficasse sobrecarregado, falei que se quisesse podia usar meu notebook pra ver alguma coisa e se distrair um pouco. Depois do meio-dia, a mãe dele me ligou pra perguntar como tava indo e se ele tava Enquanto estudava, comentei que sim, que com certeza ele estaria pronto pra prova que ia ter. Ela me disse que chegaria tarde e perguntou se eu queria pedir comida pra nós dois, que ela pagava. Perguntei se ele queria comer algo e, depois de entrar num acordo, decidimos pedir comida chinesa. O restaurante não tinha delivery, então fomos buscar a comida, já que ficava a uns 10 ou 15 minutos andando. Quando estávamos voltando, encontramos uns amigos dele. Cumprimentei eles e ele começou a conversar um pouco. Falei que ia comprar umas coisas na loja perto. Enquanto tava no caixa pra pagar, vi que um dos amigos dele apontava pra mim e eles riam... Imaginei que estavam zoando ele por estar com uma babá, praticamente... Já eram cinco da tarde e a mãe dele ia chegar logo, mas a curiosidade tava me matando sobre o que os colegas tinham dito, então perguntei. "Não é nada, só tavam brincando que eu tava com uma milf." Eu não entendi o que queriam dizer com isso, então pedi pra ele explicar. Ele falou que eram mães desejáveis. Eu arregalei os olhos. "Desejáveis sexualmente, quer dizer?" "Isso mesmo, é um termo que usam agora pra isso, mas fica tranquila que não é por desrespeito." "Seus colegas são uns loucos. Você vai ficar de olho em mim desse jeito? Eu podia ser sua mãe. Você gosta é de garotas da sua idade, com esses corpos esculpidos que têm hoje." "Não fala isso. Com todo respeito, a senhora tá bem conservada, podia pegar o cara que quisesse." Mudei de assunto e pouco depois a mãe dele chegou pra buscá-lo. Já em casa sozinha, as palavras dele não saíam da minha cabeça. Depois de tomar banho, fiquei na frente do espelho do meu quarto olhando meu corpo com detalhe, como não fazia há muitos anos. Fiz umas poses sexy enquanto ria de mim mesma... Antes de dormir, revi a conversa e algo em mim se sentia estranho. Não sabia o que era nem por quê. Será que eu tava animada em pensar que podia agradar um garoto? No dia seguinte, ele voltou pra revisar mais um pouco. Perguntei se ele tinha Conversei com os amigos dele e ele me disse que sim, que tinha mandado algumas mensagens de noite e que perguntaram por mim, mas ele explicou que eu só tava ajudando ele com matemática. Ouvir que ele tinha falado de mim me deixou animada, pra ser sincera. Passei um teste prático pra ele e falei que se resolvesse, podia passar a tarde no PC e que a gente diria pra mãe dele que ele estudou o dia inteiro. A resposta dele me surpreendeu: "Tá bem, mas se eu for bem, você não é mais minha professora, é minha milf." Ele soltou um sorriso. Eu entreguei o lápis pra ele: "Estuda, para de pensar nisso..." Ele terminou e, vendo o teste, tava muito bom, já tava pronto pra prova. "Parabéns, Mati, já tá pronto pra passar na matéria." — "Obrigado, senhora, mas nem tudo é bom, porque eu gostava de passar o tempo aqui." — "Pode vir quando quiser, eu adoraria." — "Foi um prazer ter uma milf por um fim de semana." — "Você vai continuar com isso, Mati? Se me vir sem roupa, vai se decepcionar e não vai mais me chamar assim." — "Tenho certeza que não, a senhora é muito gostosa, e se com roupa já é bonita, sem deve ser ainda melhor." — "Você me lisonjeia, Mati... Não vou mentir, eu gostava de ouvir isso." — "Mais ainda, podemos apostar que eu ia gostar e despertar tudo em mim..." — "Olha, Mati, isso é entre eu e você, ok?" Coloquei a mão na blusa, puxei um pouco pra baixo e tirei um dos meus peitos. "Vê, isso não excita ninguém." Ele ficou me olhando por um momento, mas não perdeu tempo: se aproximou e colocou meu peito na boca, lambendo e chupando meu mamilo. Eu fechei os olhos e comecei a aproveitar. Senti ele se grudar mais em mim e a mão dele enfiar na minha calça. Senti os dedos dele procurando na minha calcinha até achar minha buceta, e os dedos brincando com meus lábios, molhando cada vez mais. Tirei a blusa pra deixar os dois peitos ao alcance dele, e ele começou a passar de um pro outro, chupando e lambendo, parecia desesperado, se amamentando de mim. "Vamos pro quarto", falei. Meu corpo tinha deixado o bom senso de lado. Chegamos no quarto e tirei toda a roupa, me deitei na cama. cama e ele se aproximou. Eu pensei que vinha de novo pelos meus peitos, mas ele parou, abriu um pouco minhas pernas e meteu a cabeça. A língua dele me dava um prazer que eu nunca tinha sentido, era a primeira vez que faziam sexo oral em mim. Aproveitei enquanto me agarrava na cama, por momentos desejava que parasse porque a sensação no meu clitóris era insuportável de tão bom que era. Depois ele saiu da minha buceta, a boca dele estava molhada, as bochechas e o nariz cobertos com meus sucos vaginais. Subiu na cama e me penetrou sem esperar muito, nem percebi quando ele tinha tirado a calça. Senti o pau dele me abrindo num instante e uma excitação percorrendo meu corpo. Ele se moveu algumas vezes e gozou, desabou sobre mim e pediu desculpas por ter gozado tão rápido. Falei que não tinha problema, que estava tudo bem. Deixei ele descansar um pouco em cima de mim e se acalmar. Levantei da cama e o esperma dele começou a escorrer pelas minhas coxas. "Vamos lá lavar teu rosto e te limpar". Fomos para o chuveiro, eu entrei e me limpei um pouco. Ele estava se limpando com uma toalha e depois lavou o rosto. Enquanto estava no chuveiro, vi que ele estava parado na porta. Abri a porta e ele já tinha uma nova ereção. "Deus, Mati, já tá pronto pra mais?" Ele pegou o pau dele nas mãos e comentou que aparentemente sim. Convidei ele pra entrar no chuveiro, virei de costas e ele começou a acariciar minha bunda. Depois se aproximou, eu me curvei um pouco e ele me penetrou de novo. A mão dele acariciava meu peito e a outra segurava minha cintura enquanto me bombava e eu gemia. Ele continuou, continuou e continuou. Dessa vez durou muito mais, e o pau dele me preenchia a cada penetração, parecia que era a primeira vez que eu transava. Depois ele deu uma última estocada e gozou de novo, dentro de mim. Nos secamos e saímos do chuveiro. Ele se vestiu e eu também. Voltamos pra mesa e ele confessou que era a primeira vez dele e que tinha gostado de ser comigo. Combinamos que ele não devia... Não contar nada pra mãe dela nem pra ninguém, porque se isso vazasse, a gente não ia poder repetir. E antes de ir pra casa, ele me deu um beijo na boca, que eu respondi chupando a língua dele... Ele foi embora e eu me deitei no sofá. Adorei tudo, mas agora sentia um vazio na minha buceta que queria que ele preenchesse de novo com o pau dele. Acabei me masturbando ali no móvel mesmo pra saciar aquela necessidade de mais que ainda tava rolando... Depois disso, algo mudou em mim e sinto que tive um despertar sexual que devia ter aproveitado bem mais nova, mas nunca é tarde. Já experimentei umas coisas novas e adoraria viver muitas outras... Escrever o que aconteceu é uma das coisas que queria expressar e botar pra fora, assim como tantas outras... Valeu por ler, abraços...

1 comentários - Novo despertar sexual...

No es tarde para empezar a difrutar del sexo. Vas haber que es hermoso. Si no es con tu vecinito va a hacer otro. Van puntos