Tenho 18 anos e meu nome é Israel. Num dia chuvoso e bem frio, tive que acompanhar minha mãe nas compras de última hora para os presentes de Natal da família. A gente se atrasou pra caralho e perdeu o último ônibus, então não sobrou outra opção senão pegar o metrô. Minha mãe não gostava de usar o metrô, ainda mais naquela hora da noite, e menos ainda porque a estação onde estávamos era uma das mais perigosas da cidade — pra entrar no metrô, tinha que passar por um túnel bem comprido onde rolavam assaltos direto. Minha mãe sugeriu ir a pé até outra estação, mas eu achei besteira, falei que não ia acontecer nada e decidimos descer no túnel rumo ao metrô. No túnel, tinha 5 caras largados no chão: um era branco, dois negros e outros dois árabes. Eles nem se mexeram nem repararam na gente até a gente passar por perto, quando dois deles levantaram rápido e sacaram dois canivetes. "Olha só o que temos aqui, rapaziada: um racista acompanhando a mamãe nas compras." É fácil sacar por que me chamaram de racista: eu tava com a cabeça raspada, botas militares e vários patches na jaqueta apoiando a supremacia branca. A gente tava na merda. Eles não eram muito fortes nem grandes, eram mendigos, mas eram cinco. E, embora eu não duvidasse que conseguia sair dali correndo, sabia que minha mãe não ia conseguir correr na mesma velocidade que eu. Eles levaram nossos relógios e o dinheiro. Minha mãe não gosta de usar joias, então não tinha nem colar nem anel. Achei que tinha acabado e que iam deixar a gente ir, quando senti uma porrada forte na cabeça. Caí de cara no chão enquanto ouvia o moreno que me bateu falando com minha mãe: "Senhora, com certeza o filho da puta do seu filho tratou mal muitos irmãos nossos. Isso não tá certo, e esse merdinha tem que pagar por isso, mas prefiro que a senhora pague." Eu entendi perfeitamente o que eles queriam. Aos 42 anos, minha mãe era uma mulher... atraente, nada de especial claro, mas pra idade dela ainda se mantinha magra e com um corpo firme. "Vamos senhora, se despe ou vão passar muito mal". Mamãe começou a chorar, pedia pra que por favor nos deixassem em paz, que já tinham o dinheiro, que não nos machucassem, nisso um deles me chutou no chão. "Vamos senhora, ou se comporta como uma puta comedora de pica com a gente ou não saem daqui vivos". Mamãe entendeu a situação, tirou o casaco e largou no chão, depois as calças, a jaqueta e a blusa, ficou de roupa íntima. "Essa calcinha e o sutiã pra fora senhora, não se preocupe com o frio, a gente esquenta a senhora". Eu ainda tava no chão me doendo quando minha mãe deixou os peitos e a buceta expostos na visão daqueles 5 degenerados, um dos negros pegou a roupa íntima de mamãe e jogou numa fogueira. "Se se comportar bem podem voltar pra casa, mas vai ter que fazer isso com a buceta no ar senhora". Depois foram eles que se desp iram enquanto mamãe tentava se cobrir com as mãos sem parar de choramingar e pedir clemência. Quando ficaram nus fizeram um círculo em volta de mamãe e mandaram ela ficar de joelhos no centro, mamãe fez sem reclamar, 5 picas de vários tamanhos ficaram a poucos centímetros da boca da minha mãe, eu pensava nela e no meu pai, na galha que iam crescer nele por causa daqueles 5 filhos da puta. "Você moleque nem pense em se mexer enquanto sua mãe come nossas picas, é melhor você torcer pra ela fazer direito e não tirar os olhos do espetáculo ou vocês viram defunto aqui mesmo". "Vamos senhora, faz tempo que não podemos nos lavar direito então a senhora vai ser a encarregada de deixar nossas picas bem limpas e brilhando". Uma última lágrima escorreu pela bochecha de mamãe, ela já tava resignada e sabia que aqueles homens iam foder ela na minha frente, mas me surpreendi quando ela me olhou rapidamente sem desviar o olhar de mim, era tipo um olhar de reprovação, nunca gostou do meu ódio por outras raças e Parecia me culpar com aquele olhar pelo que estava prestes a fazer. Enquanto papai e minhas irmãs nos esperavam pra jantar e abrir os presentes, mamãe estava prestes a jantar pica, 5 rolas só pra ela que iam encher a boca dela por completo. Vejo como mamãe agarra com uma mão uma pica, com a outra mão outra pica e, com a boca, engole sem cerimônia a pica do negão que estava na frente dela. - Glubs… mmmhhh… mmhhh… ¡¡mmmmhhh!! – ouço mamãe gemer enquanto lambe primeiro com gosto e depois chupa sem dó a pica daquele negão, que quase não cabe inteira na boca dela enquanto o safado ofega e grita obscenidades pra ela. "Muito bem, putinha, mostra pro teu filho como tu gosta de comer uma boa pica preta, não fica com fome não, querida, aqui tem rola pra tu se fartar de engolir, com certeza tu gosta mais do que a do corno do teu marido." Eu não perco um detalhe, me obrigaram a ficar atento a tudo, me sentia humilhado por mim e pela minha mãe, a coitada chupava a pica daquele negão do melhor jeito que sabia e provavelmente era culpa minha. Minha mãe estava nua, ajoelhada na frente do negão, chupando a pica dele enquanto com as mãos acaricia cada vez mais rápido as rolas dos mulatos. O homem branco e o outro negão esperam a vez enquanto batem uma vendo minha mãe meter a boca fundo na pica daquele cara. - ¡¡MMHHH… SLURP.. SLUUURPP… AHHHMMMHHH!! – ofega e geme minha mãe enquanto chupa e chupa sem parar, sem tirar os olhos do negão - ¡¡AAhhh… siii… puuutaaa… ahhh!! – ofega o negão, agarrando ferozmente com as mãos o cabelo da minha mãe, que não esqueceu dos mulatos. Usando habilmente as duas mãos, minha mãe bate uma pros outros dois sem piedade, acariciando e apalpando com gosto as rolas que já completamente duras, pedem aos berros que minha mãe meta elas na boca de uma vez. E minha mãe deu o passo, obrigada pela situação, se deixou levar. Parou de mamar a pica do negão e passou direto a chupar o membro de um dos outros dois. Enfiou na boca e Ela começou a chupar, devagar, enchendo de saliva, apertando com os dentes e os molares, esmagando e adorando. Mamãe não mostrou nenhum complexo e continuou esfregando com as duas mãos outros dois paus enquanto chupava o terceiro. Logo passou para o pau que ainda não tinha recebido as carícias dos lábios dela, soltou um pau e meteu outro na boca, começando a chupá-lo na sequência. Assim se passaram alguns minutos intermináveis, eu via como minha mãe alternava os 5 paus na boca enquanto punhetava outros dois, primeiro um pau, depois outro e mais outro, a dança dos paus na boca da minha mãe foi insuportável para mim. — Aaahhh… ela é uma verdadeira chupadora de paus… aahhhh!! — gemeu um dos vagabundos. Mamãe chupava alternadamente os 5 paus, até deixá-los mais que prontos. Duros e rijos, molhados e escorrendo fluidos viscosos e brilhantes, mamãe partiu para a parte final da sua missão como chupadora de paus, com um sorriso nos lábios molhados que gelou meu sangue, como se mamãe começasse a gostar daquilo. Ela se jogou no pau do primeiro e o meteu na boca. Passou de um lado para o outro, chupou, lambeu, espremeu entre os lábios, foi para cima e para baixo, chegou com os lábios até a base do pau, tirou da boca, lambeu por fora, lambeu os ovos… e finalmente, meteu de novo na boca e deu uma lambida especial na cabeça, lambida que o preto não aguentou. — Aaahhh… eu… vou gozar… aahhh… aahhh… puta… aahh!! — exclamou o preto, se derramando sem controle dentro da boca da mamãe. Minha mãe engoliu muito esperma e depois abriu a boca. O pau saiu por conta própria e os jatos de porra se estamparam na cara da minha mãe, deixando ela toda suja e perdida. Mamãe ficou ali impassível de joelhos, enquanto o pau do preto jogava jatos e mais jatos de porra diretamente na cara dela. Por fim, o preto se afastou, com o pau murchando. Mamãe, rápida, meteu na boca o pau que estava mais perto e o chupou. aparatosamente, querendo terminar logo. -¡¡SLUURP!!¡¡SLUURPP!!- se ouvia a chupada da mamãe, literalmente devorando a pica do moreno, que não parava de gemer de prazer. Mamãe se apressou. Chupou mais e mais forte, quase mordendo a pica do preto, balançando a cabeça pra frente e pra trás, enfiando e tirando a pica da boca uma e outra vez… -¡¡AAAggghhhh….ahhh!!.-¡¡Tô gozandooo….ahhhh….!!- E novos e potentes jatos de sêmen escorreram dentro da boca da mamãe, descendo garganta abaixo. Minha mãe engoliu de novo à vontade e a pica saiu da boca dela. O sêmen solto molhou a cara já suja da mamãe, deixando ela toda escorrendo de porra. A mesma coisa com o terceiro e o quarto até chegar no último, outro preto que quase recuou de tanto medo quando minha mãe, com a cara coberta por riachos escorregadios de sêmen viscoso, foi na direção dele, engatinhando e com os olhos sorrindo e brilhando de tesão. Enfiou a última pica na boca. Chupou vigorosamente por uns minutos e aí o preto, sem se segurar, gozou dentro da boca suja da minha mãe, que já tinha engolido o conteúdo das bolas dos outros 4 vagabundos. -¡¡Aahhhh…..que me corrooo…ahhh!!- gemeu o preto, gozando estrondeando, jogando jatos de porra pra todo lado, dentro e fora da boca da mamãe. Os minutos passaram com minha mãe pelada no centro do círculo e a cara dela escorrendo porra enquanto as picas dos vagabundos estavam moles na frente dela. Mamãe se levantou pensando que iam deixar a gente ir, mas tava claro que aqueles restos não iam deixar uma mulher daquela escapar tão cedo, o maior dos mulatos empurrou mamãe contra a parede enquanto gritava pra eu nem pensar em levantar do chão. "Nada disso, ainda não podem ir, senhora, não dá pra negar que sabe como chupar uma pica, já que você fez tão bem, vamos recompensar pra depois terminar o serviço fodendo essa Lindo coñito branco." O moreno limpou o rosto da minha mãe com a jaqueta e depois a beijou, foi descendo até os peitos dela, que chupou com gula até chegar na buceta da minha mãe. — Aaahhh... não... por favor... não... não chupa ela... aaaahhh!! — implorava minha mãe, mas o moreno não deu a mínima e enfiou a língua na caverna dela. — AAAAHHHHH...!!! — exclamou mamãe, toda trêmula e ofegante, mas gemendo com os movimentos daquele cara até ele se levantar. — "Mas não para, por favor" — gemeu minha mãe, toda cachorra, me deixando totalmente surpreso ao perceber que ela estava gostando de certo modo daquela "violação". E então, vi o moreno deitar mamãe num colchão meio mofado que tinha lá no túnel, ninguém tinha passado por ali o tempo todo e eu já tinha perdido a esperança de alguém nos ajudar. Pude ver o moreno subir em cima de mamãe e ir enfiando o pau dele aos poucos na buceta dela até enterrar tudo lá dentro, fodendo ela sem piedade. Nessa posição, ele martelou a buceta da minha mãe por pelo menos 5 minutos, até os outros pedirem a vez deles. O outro moreno sentou no colchão e mandou minha mãe sentar em cima dele. Mamãe obedeceu sem reclamar, feito uma puta submissa, montou de frente no pau daquele moreno sujo e começou a cavalgar, os peitos dela balançando cada vez que o pau do cara perfurava a buceta da minha mãe até as bolas baterem nela. Depois foi o branco que agarrou ela e fodeu no colo, de pé, encostada na parede, socando a buceta da minha mãe, que tinha as pernas enlaçadas nas costas do sujeito, e assim o pau daquele cara entrava e saía dela sem chance de escapar. Só faltavam os negros comerem ela, ninguém tinha gozado pela segunda vez, e foi o mais velho dos negros que empurrou mamãe contra a Parede e mandei ela virar de costas. Assim, o preto enfiou a pica na buceta da mamãe por trás. Dava pra ver perfeitamente como as bolas daquele cara batiam na buceta da mamãe toda vez que ele metia fundo. A pica preta inteira daquele mendigo sujo atravessava a buceta da mamãe sem nenhum impedimento, como se fosse uma adaga quente cortando manteiga. Por último, o único que faltava colocou ela de quatro no colchão, e outro deles aproveitou pra sentar na frente da minha mãe e enfiar a pica na cara dela pra ela começar a chupar de novo a ferramenta dele. Mamãe chupava a pica daquele homem com gula. Ninguém que aparecesse naquele momento ia achar que ela tava sendo estuprada. Mamãe só mostrou resistência quando percebeu que o preto que tava fodendo a buceta dela decidiu trocar de buraco. "A buceta da sua mãe é uma delícia, moleque, mas agora vamos ver se o cu da sua mãe aguenta uma pica preta boa." Ele apertou com força, e mamãe gritou que nem uma louca. Pensei que ele tinha rasgado o cu dela. Quando a pica do preto entrou toda no cu da mamãe, a pica do outro enfiou na garganta dela até as bolas baterem no queixo dela. O preto tava metendo no cu da mamãe quando ela, ultrajada, virou a cara pra trás, parando de chupar a pica daquele homem. "Não, pelo amor de Deus, não no cu." Mamãe falou aquelas palavras sem muita convicção, e o preto deve ter notado, porque só riu e mandou ela calar a boca, continuar chupando a pica do amigo e aproveitar a enrabada enquanto eu via tudo. Mamãe voltou a chupar a pica do preto como se nada tivesse acontecendo, nada além do outro preto metendo no cu dela a meio metro do filho. PUM, PUM, PUM. As estocadas do preto eram ritmadas e violentas. A pica dura e tesuda entrava e saía uma e outra vez do buraco do cu da mamãe, que no começo sentiu uma certa dor ao ser fodida por trás, mas não demorou pra começar a soltar umas palavras que me... acertaram em cheio no orgulho dela "Isso, porra, não para, que pau que tu tem" "Nunca tinham me comido no cu e eu adoro" Todos aqueles vagabundos riam à vontade, me diziam que a mamãe gostava mesmo era de negros e de árabes, que ela não era tão contra conviver com outras raças e que parecia que ela preferia a pica preta. O negro não demorou muito pra gozar no cu da minha mãe, o pau dele saiu do rabo dela e continuou cuspindo porra que sujou toda a bunda dela. O negro que tava com o pau na boca da mamãe decidiu assumir o lugar e enfiou ele por trás na minha mãe, enquanto agora era o moreno que ocupava a boca da minha mãe com a pica fedorenta dele. -¡¡Ohhh…ahhhmmmmhhh!!- mamãe gemia sendo penetrada no cu pelo novo perfurador dela enquanto o pau daquele outro homem entrava e saía sem dificuldade da bunda dela. PUM,PUM,PUM O ritmo da penetração anal se repetia. O cu da mamãe foi fodido de novo com gosto, provocando nela novas ondas de prazer que ela não conseguia nem queria disfarçar. "Que boquete bom" o moreno disse pra mamãe enquanto tinha o pau inteiro enfiado na boca dela, ao mesmo tempo que o do cu dela gozava no rabo já encharcado de porra. Depois foi o moreno que fodeu o cu da minha mãe. O moreno aumentou brutalmente o ritmo da penetração. O pau entrava e saía como uma espada, uma e outra vez, do buraco do cu da mamãe, e ela não aguentou mais. -¡¡¡AAAAhhhh….que eu vou gozar…ahhh…ahhh…isso….ahhh!!- exclamou minha mãe, puta como nunca. Mamãe gozou violentamente enquanto o último fodia o cu dela sem piedade, embora faltasse um que ainda não tinha provado o cu da minha mãe, esse não aguentou mais e derramou a carga das bolas dele inteira na boca da minha mãe, sem tirar o pau da boca dela, ela teve que engolir toda a porra daquele porco imundo. "Continua chupando, puta, engole tudo sem desperdiçar nada" Mamãe tinha o corpo coberto de porra quente. Tudo tinha acabado, os Os vagabundos estavam exaustos, mamãe se levantou com dificuldade. Estava toda manchada de porra, mas não ligava, começou a catar as roupas enquanto limpava o rosto com as costas da mão. Aqueles homens garantiram que ela tinha sido uma das melhores putas que já tinham comido na vida e que, como ela se comportou muito bem, a gente podia ir pra casa. "E você, moleque, lembra de agora em diante: quando ver um preto ou um moreno, que uns como eles gozaram na boca da sua mãe e foderam a buceta e o cu dela." "Fica tranquilo, haha, certeza que esse pivete não esquece na vida como a gente comeu a mãe dele." A gente saiu do túnel e entrou no trem, mamãe já tinha se vestido e ninguém falou nada durante o trajeto pra casa. Pensei que mamãe ia querer denunciar eles ou algo assim, mas quando chegamos no destino final, antes de entrar em casa, ela me disse: "Querido, não fala nada do que aconteceu hoje, seria muito pesado pro seu pai saber o que aqueles homens fizeram comigo, além disso, viraria fofoca no bairro inteiro, melhor deixar pra lá." Na minha opinião, o motivo era outro: eu vi como mamãe curtiu a trepada que aqueles porcos deram nela, vi como ela gritava e pedia mais, e acho que era isso que envergonhava minha mãe. O tempo passou e minha mãe parece a mesma de sempre, como se nada tivesse acontecido, só que agora ela não pega mais ônibus nem carro, adora pegar o metrô. E não me engana, eu sei por que ele virou o transporte favorito dela.
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