Fantasia de ter um Daddy (parte 4)

Há tempos queria continuar essa parte dos relatos, só que não tava encontrando inspiração. Como vocês sabem, todos esses relatos são minhas fantasias e pura ficção, mas eu adoraria que vocês compartilhassem as de vocês também.

Também fiquei 10 dias sem gozar. Foi um orgasmo muito gostoso, terminei tremendo. Se eu quiser manter minha gaiolinha com minhas bolinhas bem redondinhas e apertadas, preciso ficar um tempo sem gozar. Meu pau fica apertado e as bolinhas ficam bem redondas e sensíveis, é uma sensação muito gostosa.

A gaiola de castidade é uma das melhores coisas, na minha opinião. Adoro usá-la e mantê-la colocada. Sério, me deixa muito excitado e, de verdade, espero um dia que alguém coloque uma gaiolinha em mim e fique com a chave, sem me dizer quando vai tirar. Talvez mantenham meu pau virgem.

Espero um dia poder usar uma gaiola completamente lisa. Já vi até umas que têm um tubo que vai até a uretra, assim dá pra usar por muito tempo sem tirar, e seu pré-gozo, sêmen e xixi saem direto do seu pau, além de dar uma estimulação extra por ter aquele tubo dentro do seu pau. Claro que pra usar essas preciso de mais prática, mas espero um dia conseguir.

Continuando...

Meu papai e eu subimos no carro, eu com o dildo na boca, a gaiolinha de castidade e o plug no meu cu. Fomos o caminho todo, e meu papai aproveitava algumas ocasiões para tocar minhas bolas. Eu tava com muita vontade de gozar, mas a gaiola me impedia.

Às vezes, durante o trajeto, ele pedia pra eu puxar a rola dele, pra eu ir me acostumando a tocar nela, já que seria a única rola que eu tocaria. Além de masturbá-lo e ele tocar minhas bolinhas, a viagem continuou sem muitas surpresas. Cada vez que ele me fazia puxar a rola dele ou ele me tocava, eu ficava mais e mais excitado. Não podia falar por causa da mordaça, e meu papai limpava a baba que escorria de mim. Ele dizia que eu devia me acostumar a ter a boca cheia de rola. Felizmente, não era muito grande, mas ele disse que com o tempo me treinaria com dildos e plugs cada vez maiores. A chave da minha gaiola de castidade ele guardava. O chaveiro dele, como se fosse só mais uma chave, também me disse que com o tempo ele ia me colocar gaiolas cada vez menores e me manter mais e mais tempo em castidade. Meu papi falou que primeiro queria testar meus limites na castidade, estimulação anal e outras coisas. Também explicou que treinaria meu cu pra eu conseguir gozar só usando minha bunda.

Durante o caminho, ele disse que hoje a gente ia comprar roupas novas que ele mesmo escolheria, além de novos brinquedinhos que ele usaria pra me treinar e, por último, fazer depilação a laser pra eu nunca mais ter pelo. Pelo é coisa de macho, e como filho submisso, eu não precisava disso.

Quando chegamos, ele garantiu que limpou minha baba e o pré-gozo que escorria da minha gaiolinha antes de sair do carro. Depois de se certificar de que tudo estava em ordem, a gente desceu. Eu tava muito nervoso, mas meu papi disse que ele ia garantir que ninguém me descobrisse.

Entramos no shopping. Ele sempre me segurava pelo ombro ou pela mão, de um jeito que eu não conseguia me separar dele. Fomos direto pras roupas, entramos em várias lojas, ficamos mais de uma hora procurando. Não demorou muito, eu não podia falar porque tinha a boca cheia com o dildo, então toda vez que alguém me perguntava algo, meu papi intervinha e eu só balançava a cabeça. Algumas vendedoras até me confundiram com uma garota. Em algumas ocasiões, ele só dizia que eu era tímida e por isso não falava. Saímos com todo tipo de roupa: desde calcinhas fio dental até jockstraps que só cobriam meu pau enjaulado e deixavam minha bunda de fora. Ele também me comprou umas cuecas de várias cores, bem justinhas, e pijamas, embora tenha dito que eu quase não usaria eles. Falou que em casa eu só andaria de roupa íntima ou pelado, então não compramos roupa pra usar em casa. Isso me deixava muito nervoso e ao mesmo tempo muito excitado. Depois de comprar todo tipo de roupa, sendo que tinha muito pouca roupa do meu gênero — que eu só usaria se precisasse sair ou em situações muito específicas —, Além disso, tinha jockstraps, calcinhas fio dental, meias, saias, tops, vestidos que davam um ar inocente e enfeites de cabelo, além de um conjunto de empregadinha e um biquíni.

Depois de comprar minhas roupas novas, passamos pra depilação, ela fez algumas perguntas, mas no final não rolou, me disse que no futuro a gente voltaria pra garantir que nunca mais crescesse pelo. Antes de ir embora, passamos numa sexshop, onde ela comprou um monte de coisas que só me deixaram mais tarado e ansioso pelo que ia rolar. A primeira coisa que comprou foi uma espécie de tiras, me explicou que serviam como cintos na minha gaiola de castidade, assim ela ficava sempre apertada e nunca ia escapar, além de ser mais confortável usar minha gaiolinha com isso.

Também comprou umas gaiolinhas a mais, transparentes, rosas e metálicas, duas delas tinham um tubo uretral e uma era completamente lisa. Por último, comprou outra com tubo uretral, lisa e invertida. Eu já imaginava usando ela, queria tirar a que tava usando e saber que um dia ia usar esses tipos de gaiolinha, só me deixava mais excitado. Também comprou alguns plugs, kits com tamanhos diferentes, uns com joias e outros com rabos, alguns colares, dildos, massageadores de próstata com controle remoto, cintas pra me amarrar de todo jeito, uns frascos de lubrificante e bolas chinesas. Ela disse que outras coisas dava pra comprar pela internet, que só queria pegar umas coisas pra começar a me treinar.

Tinha comprado tanta coisa e era só o começo. Depois de comprar um monte de coisas, voltamos pra casa, ela me mandou pelar assim que chegamos, só fiquei com minha gaiola de castidade. Colocou uma cinta que servia pra manter minha gaiola apertada, a partir daquele momento esse seria meu jeito de andar pela casa, e tirou a mordaça de cock. Depois de tanto tempo usando, me senti aliviado, minha boca tava muito cansada, mas ela não tirou o plug, esse eu deixo enfiado.

Depois disso, a gente se dedicou a organizar todas as compras, minhas roupas e todos os brinquedos que eu tinha comprado. Alguns a gente guardou no meu quarto e outros no do meu papai, embora ele tenha me dito que eu não dormiria sozinho sempre, que na maioria das vezes eu dormiria com ele, como naquela noite.

Mas que nas vezes que a gente dormisse separado, ele queria que eu aproveitasse minha buceta, mas nem tanto, por isso não tinha guardado tudo no meu quarto. Depois disso, chegou a hora do jantar. Ele se dedicou a preparar a janta enquanto eu terminava de guardar minhas coisas, além de preparar algumas coisas para minhas aulas, já que eu teria aula de casa. Raramente eu precisaria sair de casa, embora meu papai tenha me garantido que no futuro eu teria que sair ainda menos. Assim, a gente passaria mais tempo junto e ele poderia me treinar o dia inteiro, já que ele trabalhava de casa.

Eu me sentia desconfortável andar pela casa sem roupa. Não parava de escorrer porra de tão tarado que eu tava, o que irritou meu papai. Ele disse que eu tinha que lamber cada gota que saísse da minha jaulinha de castidade.

Assim que a janta ficou pronta, fui me sentar, mas tinha um dildo na minha cadeira.

Daddy: A partir de hoje, você só vai se sentar aí quando tiver que comer. Vou trocando o dildo com o tempo por um cada vez maior. Agora tira o plug e senta pra comer.

Eu só concordei com a cabeça. Não foi difícil enfiar o novo dildo, já tava com o cu bem dilatado, então foi fácil meter.

A gente comeu sem muita diferença. Meu papai me atendeu durante toda a janta. Bem antes de eu me levantar e voltar pro meu plug de sempre, ele me parou.

Daddy: Antes de levantar, você tem que tomar seu leitinho.

Ele disse enquanto desabotoava a calça.

Daddy: Se você não tomar seu leitinho, vai ter que dormir amarrado no chão. Mas se for bonzinho e tomar tudinho, vou deixar você dormir comigo hoje.

Eu não queria dormir no chão. Já tava sentindo um pouco de frio estando completamente pelado, não conseguia nem imaginar no chão só com minha jaula. castidade, eu fiquei de quatro debaixo da mesa, com minhas mãos terminei de tirar a pica do papi, toda suculenta e os ovos dele cheios de porra gostosa, eu já estava me acostumando a tomar porra, ficava com tesão, mesmo ainda nervoso com minha nova vida, aos poucos ia me acostumando e me deixando levar, embora gostaria de ter um pouco de liberdade da gaiola, tinha passado o tempo todo com vontade de gozar sem poder.

Eu: Papi, quero porra quente, passei o dia todo querendo tomar ela

Daddy: Você ficou com tesão desde que coloquei a gaiola em você, né?

Eu: Sim, papi, já quero que tire ela pra poder gozar.

Daddy: Ainda não, quero que se acostume a usar ela, quero manter essa bucetinha virgem, pra você ficar com tesão e submisso o tempo todo, hoje vai dormir com ela colocada, não vai ter preocupação de você bater uma durante a noite, né?

Eu: Não, papi, mas tô com muita vontade de gozar, por favor, pode ser só dessa vez?

Daddy: Não, silêncio e continua chupando minha pica, você tem que tomar minha porra, se não fizer, vou deixar ela em você por um mês, mas como você foi bonzinho hoje, vou te dar um desafio pequeno, quando você tiver tomado 5 das minhas gozadas sem deixar escapar uma gota, vou tirar a gaiolinha e deixar você gozar, mas só nas minhas condições.

Eu não falei mais nada, me concentrei em chupar a pica do meu papi, estava com tesão o dia todo, podia sentir um fio de pré-gozo saindo do meu pau engaiolado, estava fazendo uma poça de pré-gozo que escorria por mim.

Fiquei assim por um tempo que não lembro, meu daddy foi me guiando o tempo todo, marcava o ritmo, me dizia como chupar, me fazia lamber os ovos dele e chupar, era muito fácil e comecei a gostar, eles estavam sem pelo, então entravam sem problema na minha boquinha, embora no começo tive dificuldade porque eram muito grandes e eu chupava um de cada vez, mas no final com um pouco de esforço engoli os dois, estavam muito inchados e quentes. podia sentir que estavam cheios de cum gostoso.
No final, ele me ensinou a dar um efeito de sucção, no começo foi difícil, mas depois de algumas tentativas consegui. Quando ele estava prestes a gozar, me fez acelerar o ritmo, me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca, até gozar na minha boquinha. Como era minha primeira vez e eu não estava acostumado, acabei cuspindo parte da porra dele.

Daddy: Desculpa, mas essa não vale, você precisa aprender a tomar todo o cum do papai. Mas não se preocupa, já vou te dar umas aulas de como mamar e com o tempo você vai se acostumar a tomar meu leite. Agora quero que você limpe essa bagunça com sua linguinha do chão e depois me acompanhe até a cama.

Tinha deixado uma poça de pré-cum debaixo de mim, estava tão tesudo chupando a rola do papai que mal tinha percebido. Um pouco frustrado e ainda excitado, limpei a poça de pré-cum como o papai mandou. Fiquei de quatro e, como se fosse uma putinha, lambi toda a poça até deixar o chão limpo.

Depois disso, me levantei e fui para o quarto do papai, onde ele já estava me esperando com umas algemas e uma corrente na mão. Isso começava a me agradar, me fazia sentir completamente submisso e à mercê do papai, embora eu não me acostumasse a ficar imobilizado.

Meu papai me amarrou de novo, com as mãos para trás e os pés amarrados, além disso, minha coleira e, para finalizar, uma corrente que ligava minha coleira e meus braços, de modo que eu ficava ainda mais imobilizado e, se tentasse mexer as mãos, acabaria puxando minha própria coleira.

Daddy: Hoje vou te surrar, por ter derramado meu cum. Como é sua primeira vez, não vou deixar seu cu vermelho, mas quero que você conte as palmadas. Se eu ouvir você reclamar ou pedir para parar, vamos começar de novo. Está claro?

Eu: Sim, papai, por favor, seja leve comigo.

Daddy: Isso quem decide sou eu. Só por isso, vou adicionar 10 palmadas às 20 que eu planejava te dar, então agora serão 30.

Sem aviso, meu papai me empurrou para a cama e me acomodou sobre as pernas dele, com minha bunda para cima. Imediatamente, ele deixa a mão cair na minha bunda. Eu gritei de dor assim que senti a primeira palmada.

Daddy: Vamos recomeçar até você contar.

Ele deixou a mão cair de novo, e dessa vez eu disse o número. Como pude, abafei meus gemidos e contei cada uma das 30 palmadas que meu papi me deu. Nem todas foram fortes, e ele fez algumas pausas, nas quais massageava minha bunda e enfiava os dedos no meu cu, para depois continuar com as palmadas.

Quando terminou de castigar meu rabo, pegou um dildo que estava escondido debaixo de um travesseiro junto com um vidro de lubrificante. Passou lubrificante no meu cu e no dildo e, sem piedade, meteu o dildo no meu cu, enquanto com a outra mão mexia na minha gaiolinha e brincava com minhas bolas, completamente inchadas de vontade de gozar.

Assim que sentiu que do meu pau engaiolado escorriam gotas de pré-gozo, ele parou e tirou o dildo de uma vez, me deixando com uma sensação de vazio, que não durou muito, porque ele colocou um plug maior do que eu estava acostumado. Eu tinha passado todo aquele tempo abafando meus gemidos nos lençóis. Depois de deixar o plug bem firme, ele desamarrou minhas pernas e colocou uma calcinha que tinha comprado pra mim, branca com listras coloridas claras. Terminou de me desamarrar e disse que eu estava pronto pra dormir.

Meu papi disse que naquela noite eu devia dormir com ele, por ser uma das primeiras vezes, e que depois algumas noites eu dormiria no meu quarto, mas principalmente com ele, pra que pudesse me foder no meio da noite se tivesse vontade.

Daddy: Se eu perceber que você tirou o plug ou a calcinha, vou te castigar. Por hoje já chega, é melhor você descansar. Amanhã talvez eu te dê aulas de boquete ou comece a treinar seus mamilos. Quero te aproveitar o dia inteiro e brincar com você.

Eu estava completamente tarado, queria gozar. As palmadas e a fodida com o dildo, embora tivessem me surpreendido e as palmadas doído, me deixaram ainda mais excitado e eu estava completamente frustrado. Meu papi percebeu. imediatamente.

Daddy: Não se preocupa, filhinho, logo você vai perceber que ficar enjaulado o tempo todo vai te ajudar a sentir mais prazer de outras formas, até vai conseguir gozar sem tocar nesse pênis virgem que você tem, quero mantê-lo virgem por muito tempo ou talvez para sempre, adoro te ver assim frustrado e com tesão.

Eu fiquei ainda mais excitado ao imaginar que nunca tiraria a jaula, embora também me assustasse um pouco. Depois disso, deitamos, ele completamente nu e eu só com minha jaula, plug e as cuecas que tinha vestido.

Meu papai me abraçou por trás e eu podia sentir o pau dele contra minha bunda, entre o pau dele, o plug e a jaula, foi difícil pegar no sono, mas no fim consegui dormir, sem saber como.

Continua...

Desculpa ter demorado tanto pra escrever essa parte, mas andei sem inspiração, vou tentar ser mais constante nos próximos posts.

Ainda não encontrei ninguém pra me ajudar a ficar dias sem gozar, ou um key holder, espero que seja logo. Também, se quiserem fazer um roleplay comigo como filho submisso ou algo parecido, podem me chamar, vou tentar sempre responder.

Logo vou comprar outra jaulinha, ainda não sei se preta ou branca, infelizmente não tem rosa, dessa vez vai ser menor e espero que mais confortável pra usar por dias inteiros. Se conseguir, talvez faça uma dinâmica onde vocês decidam quanto tempo vou deixar ela colocada, se forem dias, posso postar fotos com ela a cada dia.

Também planejo comprar dildos e plugs, mas isso vai ser quando tiver uma jaula que eu goste.

Meu chat também tá aberto pra vocês me mandarem os paus de vocês, às vezes uso essas fotos pra me masturbar, pessoalmente me deixam mais com tesão quando estão sem pelos, mas no fim sempre acabo usando pra bater uma pra minha piroquinha.

Espero não demorar tanto no próximo post e também vou ler os comentários de vocês, sempre leio cada um, assim como cada chat que me mandam.

Por último, pra não deixar vocês sem conteúdo enquanto eu posto o próximo. Post seguinte, queria fazer um perguntas e respostas. Nesse dia posso tirar foto da minha piroca enjaulada ou recém-depilada. Se chegar a 10 perguntas, vou publicar. Podem deixar a pergunta nos comentários ou me mandar no chat. Vou tentar responder todas e de um jeito bem safado.

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