Há tempos que queria continuar essa parte dos contos, só que não tava encontrando inspiração. Como vocês sabem, todos esses contos são minhas fantasias e pura ficção, mas adoraria que vocês curtissem.
Também fiquei 10 dias sem gozar. Foi um orgasmo muito gostoso, terminei tremendo. Se eu quiser manter minha jaulinha com minhas bolinhas bem redondinhas e apertadas, preciso ficar um tempo sem gozar. Meu pau fica apertado e as bolinhas bem redondas e sensíveis, é uma sensação muito gostosa.
A jaula de castidade é uma das melhores coisas, adoro usar e deixar ela colocada. Sério, me deixa muito excitado e espero muito que um dia alguém coloque uma jaulinha em mim e fique com a chave sem me dizer quando vai tirar. Talvez mantenham meu pau virgem.
Espero um dia poder usar uma jaula completamente lisa. Já vi até umas que têm um tubo que vai na uretra, assim dá pra usar por muito tempo sem tirar, e o pré-gozo, sêmen e urina saem direto do seu pau, além de dar uma estimulação extra por ter aquele tubo dentro do seu pau. Claro que pra usar preciso de mais prática, mas espero um dia conseguir.
Continuando...
Meu papai e eu subimos no carro, eu com o dildo na boca, a jaulinha de castidade e o plug no meu cu. Fomos o caminho todo, meu papai aproveitava algumas ocasiões pra tocar minhas bolas. Tava com muita vontade de gozar, mas a jaula me impedia.
Às vezes, durante o trajeto, ele pedia pra eu puxar o pau dele, pra ir me acostumando a tocar nele, já que seria o único pau que eu tocaria. Além de masturbá-lo e ele tocar nas minhas bolinhas, a viagem continuou sem muitas surpresas. Cada vez que ele me fazia puxar o pau dele ou ele me tocava, eu ficava mais e mais excitado. Não podia falar por causa da mordaça. Meu papai limpava a baba que escorria de mim, dizia que eu devia me acostumar a ter a boca cheia de pau. Felizmente não era muito grande, mas ele disse que com o tempo me treinaria com dildos e plugs cada vez maiores. A chave da minha jaula de castidade ele tinha com ele. O chaveiro dele, como se fosse só mais uma chave, também me disse que com o tempo ele ia me colocar gaiolas cada vez menores e me deixar mais e mais tempo em castidade. Meu papi falou que primeiro queria testar meus limites na castidade, estimulação anal e outras coisas. Também me explicou que treinaria meu cu pra eu conseguir gozar só usando minha bunda.
Durante o caminho, ele disse que hoje a gente ia comprar roupas novas que ele escolheria, além de novos brinquedinhos com os quais ele me treinaria, e por último, fazer depilação a laser pra eu nunca mais ter pelo. Pelo é coisa de macho, e como filho submisso, eu não precisava disso.
Quando chegamos, ele garantiu de limpar minha baba e o pré-gozo que escorria da minha gaiolinha, antes de sair do carro. Depois de se certificar de que tudo estava em ordem, a gente desceu. Eu tava muito nervoso, mas meu papi disse que ele ia garantir que ninguém me descobrisse.
Entramos no shopping, ele sempre me segurava pelo ombro ou pela mão, de um jeito que eu não podia me separar dele. Fomos direto pras roupas, entramos em várias lojas, ficamos mais de uma hora procurando roupa. Não demorou muito, eu não podia falar porque tinha a boca cheia com o dildo, então toda vez que alguém me perguntava algo, meu papi intervinha e eu só balançava a cabeça. Algumas vendedoras até me confundiram com uma garota. Em algumas ocasiões, ele só dizia que eu era tímida e por isso não falava. Saímos com todo tipo de roupa, desde calcinhas fio dental até jock straps, que só cobriam meu pau enjaulado e deixavam meu cu de fora. Ele também me comprou umas cuecas de várias cores, bem justinhas, pijamas, embora tenha dito que eu quase não usaria eles. Ele falou que em casa eu só andaria de roupa íntima ou pelado, então não compramos roupa pra usar em casa. Isso me deixava muito nervoso e ao mesmo tempo muito excitado. Depois de comprar todo tipo de roupa, das quais só tinha muito pouca roupa do meu gênero, que eu só usaria se tivesse que sair ou em situações muito específicas, por Além disso, tinha jockstraps, tangas, meias, saias, tops, vestidos que davam um ar inocente e enfeites de cabelo, além de um conjunto de empregada e um biquíni.
Depois de comprar minhas roupas novas, fomos para a depilação. Ela fez algumas perguntas, mas no final não passamos. Disse que no futuro voltaríamos para garantir que nunca mais crescesse pelo em mim. Antes de irmos, passamos numa sexshop. Lá ela comprou muitas coisas que só me deixaram mais tarado e ansioso pelo que viria. A primeira coisa que comprou foi uma espécie de fitas. Ela explicou que serviam como cintos na minha jaula de castidade, assim ela ficava sempre ajustada e nunca poderia sair, além de ser mais confortável usar minha jaulinha com isso.
Também comprou mais jaulinhas: transparentes, rosas e metálicas. Duas delas tinham um tubo uretral e uma era completamente lisa. Por último, comprou outra com tubo uretral, lisa e invertida. Eu já imaginava usando aquilo. Queria tirar a que estava usando e saber que um dia usaria esses tipos de jaulinhas só me deixava mais excitado. Também comprou alguns plugs, pacotes que incluíam de tamanhos diferentes, uns com joias e outros com rabos, alguns colares, dildos, massageadores de próstata com controle remoto, correias para me amarrar de todas as formas possíveis, algumas garrafas de lubrificante e bolas chinesas. Ela disse que outras coisas poderia comprar pela internet, que só queria comprar coisas para começar a me treinar.
Tinha comprado tantas coisas e era só o começo. Depois de comprar muitas coisas, voltamos para casa. Assim que chegamos, ela me fez tirar toda a roupa, ficando só com minha jaula de castidade. Colocou uma cinta que servia para manter minha jaulinha ajustada. A partir daquele momento, essa seria minha forma de andar pela casa. E tirou a mordaça com formato de pau. Depois de tanto tempo usando, me senti aliviado, minha boca estava muito cansada, mas ela não tirou o plug, esse eu deixo colocado.
Depois disso, a gente se dedicou a organizar todas as compras, minhas roupas e todos os brinquedos que eu tinha comprado. Alguns a gente guardou no meu quarto e outros no quarto do meu papi, embora ele tenha me dito que eu não dormiria sozinho sempre, que na maioria das vezes eu dormiria com ele, como naquela noite.
Mas que nas vezes que a gente dormisse separado, ele queria que eu aproveitasse minha buceta, mas não tanto. Por isso não guardamos todas as coisas no meu quarto. Depois disso, chegou a hora do jantar. Ele se dedicou a preparar a janta enquanto eu terminava de guardar minhas coisas, além de preparar algumas coisas para minhas aulas, já que eu teria as aulas de casa. Raramente eu precisaria sair de casa, embora meu papi tenha me garantido que no futuro eu teria que sair ainda menos. Assim, a gente passaria mais tempo junto e ele poderia me treinar o dia inteiro, já que ele trabalhava de casa.
Eu me sentia desconfortável andar pela casa sem roupa. Não parava de escorrer porra de tão tarado que eu tava, e isso irritou meu papi. Ele disse que eu tinha que tomar cada gota que saísse da minha jaulinha de castidade.
Assim que o jantar ficou pronto, fui me sentar, mas tinha um dildo na minha cadeira.
Daddy: A partir de hoje, você só vai se sentar aí quando tiver que comer. Vou trocando o dildo com o tempo por um cada vez maior. Agora tira o plug e senta pra comer.
Eu só concordei com a cabeça. Não foi difícil enfiar o novo dildo, já tava com o cu bem dilatado, então foi fácil meter.
A gente comeu sem muita diferença. Meu papi me atendeu durante todo o jantar. Bem na hora de eu me levantar e voltar pro meu plug de sempre, ele me parou.
Daddy: Antes de se levantar, você tem que tomar seu leitinho.
Ele falou enquanto desafivelava a calça.
Daddy: Se você não tomar seu leitinho, vai ter que dormir amarrado no chão. Mas se for bonzinho e tomar tudinho, vou deixar você dormir comigo hoje.
Eu não queria dormir no chão. Já tava sentindo um pouco de frio estando completamente pelado, não conseguia nem imaginar no chão só com minha jaula. castidade, eu fiquei de quatro embaixo da mesa, com minhas mãos terminei de tirar a pica do papi, toda suculenta e os ovos dele cheios de porra gostosa, eu já tava me acostumando a tomar porra, me deixava com tesão, mesmo ainda nervoso com minha nova vida, aos poucos eu ia me acostumando e me deixando levar, embora gostaria de ter um pouco de liberdade da gaiola, tinha passado o tempo todo com vontade de gozar sem poder.
Eu: Papi, quero porra quente, passei o dia todo querendo tomar ela
Daddy: Você tá com tesão desde que coloquei a gaiola em você, né?
Eu: Sim, papi, já quero que tire ela pra poder gozar.
Daddy: Ainda não, quero que se acostume a usar ela, quero manter essa bucetinha virgem, pra você ficar com tesão e submisso o tempo todo, hoje vai dormir com ela, não vai ter preocupação de você bater uma durante a noite, né?
Eu: Não, papi, mas tô com muita vontade de gozar, por favor, pode ser só dessa vez?
Daddy: Não, silêncio e continua chupando minha pica, você tem que tomar minha porra, se não fizer, vou deixar ela em você por um mês, mas como você foi bonzinho hoje, vou te dar um desafio pequeno, quando você tomar 5 das minhas gozadas sem deixar escapar uma gota, vou tirar a gaiolinha e deixar você gozar, mas só nas minhas condições.
Eu não falei mais nada, me concentrei em chupar a pica do meu papi, tava com tesão o dia todo, podia sentir um fio de pré-gozo saindo do meu pau enjaulado, tava fazendo uma poça de pré-gozo que escorria.
Fiquei assim por um tempo que nem lembro, meu daddy foi me guiando o tempo todo, marcava o ritmo, me dizia como chupar, me fazia lamber os ovos dele e chupar, era muito fácil e eu tava começando a gostar, eles eram sem pelo, então entravam de boa na minha boquinha, embora no começo tive dificuldade porque eram muito grandes e eu chupava um de cada vez, mas no final com um pouco de esforço engoli os dois, estavam muito inchados e quentes. podia sentir que estavam cheios de cum gostoso.
No final, ele me ensinou a dar um efeito de sucção, foi difícil no começo, mas depois de algumas tentativas consegui. Quando ele ia gozar, me fez acelerar o ritmo, me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca, até gozar na minha boquinha. Como era minha primeira vez e eu não estava acostumado, acabei cuspindo parte do leite dele.
Daddy: Desculpa, mas essa não vale, você precisa aprender a tomar todo o cum do papai, mas não se preocupa, vou te dar umas aulas de como mamar e com o tempo você vai se acostumar a tomar meu leite. Agora quero que você limpe essa bagunça com sua linguinha do chão e depois me acompanhe até a cama.
Eu tinha deixado uma poça de pré-cum debaixo de mim, estava tão tarado chupando a rola do papai que mal tinha notado. Um pouco frustrado e ainda excitado, limpei a poça de pré-cum como o papai mandou, fiquei de quatro e, como se fosse uma putinha, lambi toda a poça até deixar o chão limpo.
Depois disso, me levantei e fui para o quarto do papai, onde ele já estava me esperando com umas algemas e uma corrente na mão. Aquilo começava a me agradar, me fazia sentir completamente submisso e à mercê do papai, embora eu não me acostumasse a ficar imobilizado.
Meu papai me amarrou de novo, com as mãos para trás e os pés amarrados, além disso, minha coleira e, para finalizar, uma corrente que ligava minha coleira e meus braços, de modo que eu ficava ainda mais imobilizado e, se tentasse mexer as mãos, acabaria puxando minha própria coleira.
Daddy: Hoje vou te surrar, por ter derramado meu leite. Como é sua primeira vez, não vou deixar seu cu vermelho, mas quero que você conte as palmadas e, se eu ouvir você reclamar ou pedir para parar, vamos recomeçar. Ficou claro?
Eu: Sim, papai, por favor, seja leve comigo.
Daddy: Isso quem decide sou eu, só por isso vou adicionar 10 palmadas às 20 que eu planejava te dar, então agora serão 30.
Sem aviso, meu papai me empurrou para a cama e me acomodou sobre as pernas dele, com minha bunda para cima, de Imediatamente, ele deixa a mão cair na minha bunda. Eu gritei de dor assim que senti a primeira palmada.
Daddy: Vamos recomeçar até você contar.
Ele deixou a mão cair de novo, e dessa vez eu falei o número. Do jeito que dava, eu abafava meus gemidos e contei cada uma das 30 palmadas que meu papi me deu. Nem todas foram fortes, e ele fez algumas pausas, onde massageava minha bunda e enfiava os dedos no meu cu, pra depois continuar com as palmadas.
Quando terminou de castigar minha bunda, ele pegou um dildo que tinha escondido debaixo de um travesseiro junto com um vidro de lubrificante. Passou lubrificante no meu cu e no dildo e, sem piedade, meteu o dildo no meu rabo, enquanto com a outra mão ele tocava minha gaiolinha e brincava com minhas bolinhas, totalmente inchadas de vontade de gozar.
Assim que ele sentiu que do meu pau engaiolado escorriam gotas de pré-gozo, ele parou e tirou o dildo de uma vez, me deixando com uma sensação de vazio, que não durou muito, porque ele colocou um plug maior do que eu estava acostumado. Eu tinha passado aquele tempo todo abafando meus gemidos nos lençóis. Depois de deixar o plug bem firme, ele desamarrou minhas pernas e colocou uma calcinha que tinha comprado pra mim, que era branca com listras coloridas claras. Terminou de me desamarrar e disse que eu estava pronto pra dormir.
Meu papi me disse que naquela noite eu devia dormir com ele, por ser uma das primeiras, e que depois algumas noites eu dormiria no meu quarto, mas principalmente com ele, pra que ele pudesse me foder no meio da noite se desse vontade.
Daddy: Se eu perceber que você tirou o plug ou a calcinha, vou te castigar. Por hoje já chega, é melhor você descansar. Amanhã talvez eu te dê aulas de boquete ou comece a treinar seus mamilos. Quero te aproveitar o dia inteiro e brincar com você.
Eu estava completamente tarado, queria gozar. As palmadas e a fodida com o dildo, mesmo que tivessem me surpreendido e as palmadas doído, me deixaram ainda mais excitado e eu estava totalmente frustrado. Meu papi percebeu. imediatamente.
Daddy: Não se preocupa, filhinho, logo você vai perceber que ficar enjaulado o tempo todo vai te ajudar a sentir mais prazer de outras formas, até vai conseguir gozar sem tocar nesse pênis virgem que você tem, quero mantê-lo virgem por muito tempo ou talvez para sempre, adoro te ver assim frustrado e tarado.
Eu fiquei ainda mais excitado ao imaginar que nunca tiraria a jaula, embora também me assustasse um pouco, depois disso, deitamos, ele completamente nu e eu só com minha jaula, plug e a cueca que tinha vestido.
Meu papai me abraçou por trás e eu podia sentir o pau dele contra minha bunda, entre o pau dele, o plug e a jaula, tive dificuldade para pegar no sono, mas no final acabei dormindo, sem saber como.
Continua...
Desculpa ter demorado tanto para escrever essa parte, mas andei sem inspiração, vou tentar ser mais constante nos próximos posts.
Ainda não encontrei ninguém para me ajudar a ficar dias sem gozar, ou um key holder, espero que seja logo, e se quiserem fazer roleplay comigo como filho submisso ou algo parecido, podem me chamar, vou tentar sempre responder.
Em breve vou comprar outra jaulinha, ainda não sei se preta ou branca, infelizmente não tem rosa, dessa vez vai ser menor e espero que mais confortável para usar por dias inteiros, se conseguir, talvez faça uma dinâmica onde vocês decidam quanto tempo vou deixá-la colocada, se forem dias, posso postar fotos com ela a cada dia.
Também planejo comprar dildos e plugs, mas isso vai ser quando tiver uma jaula que eu goste.
Meu chat também está aberto para vocês me mandarem os paus de vocês, às vezes uso essas fotos para me masturbar, pessoalmente me deixam mais tesudo quando estão sem pelos, mas no final sempre acabo usando para bater uma punheta.
Espero não demorar tanto no próximo post e também vou ler os comentários de vocês, sempre leio cada um, assim como cada chat que me mandam.
Por último, para não deixar vocês sem conteúdo enquanto eu posto o Post seguinte, queria fazer um perguntas e respostas. Nesse dia posso tirar foto da minha piroca enjaulada ou recém-depilada. Se chegarmos a 10 perguntas, vou publicar. Podem deixar a pergunta nos comentários ou me mandar no chat. Vou tentar responder todas e de um jeito bem safado.
Também fiquei 10 dias sem gozar. Foi um orgasmo muito gostoso, terminei tremendo. Se eu quiser manter minha jaulinha com minhas bolinhas bem redondinhas e apertadas, preciso ficar um tempo sem gozar. Meu pau fica apertado e as bolinhas bem redondas e sensíveis, é uma sensação muito gostosa.
A jaula de castidade é uma das melhores coisas, adoro usar e deixar ela colocada. Sério, me deixa muito excitado e espero muito que um dia alguém coloque uma jaulinha em mim e fique com a chave sem me dizer quando vai tirar. Talvez mantenham meu pau virgem.
Espero um dia poder usar uma jaula completamente lisa. Já vi até umas que têm um tubo que vai na uretra, assim dá pra usar por muito tempo sem tirar, e o pré-gozo, sêmen e urina saem direto do seu pau, além de dar uma estimulação extra por ter aquele tubo dentro do seu pau. Claro que pra usar preciso de mais prática, mas espero um dia conseguir.
Continuando...
Meu papai e eu subimos no carro, eu com o dildo na boca, a jaulinha de castidade e o plug no meu cu. Fomos o caminho todo, meu papai aproveitava algumas ocasiões pra tocar minhas bolas. Tava com muita vontade de gozar, mas a jaula me impedia.
Às vezes, durante o trajeto, ele pedia pra eu puxar o pau dele, pra ir me acostumando a tocar nele, já que seria o único pau que eu tocaria. Além de masturbá-lo e ele tocar nas minhas bolinhas, a viagem continuou sem muitas surpresas. Cada vez que ele me fazia puxar o pau dele ou ele me tocava, eu ficava mais e mais excitado. Não podia falar por causa da mordaça. Meu papai limpava a baba que escorria de mim, dizia que eu devia me acostumar a ter a boca cheia de pau. Felizmente não era muito grande, mas ele disse que com o tempo me treinaria com dildos e plugs cada vez maiores. A chave da minha jaula de castidade ele tinha com ele. O chaveiro dele, como se fosse só mais uma chave, também me disse que com o tempo ele ia me colocar gaiolas cada vez menores e me deixar mais e mais tempo em castidade. Meu papi falou que primeiro queria testar meus limites na castidade, estimulação anal e outras coisas. Também me explicou que treinaria meu cu pra eu conseguir gozar só usando minha bunda.
Durante o caminho, ele disse que hoje a gente ia comprar roupas novas que ele escolheria, além de novos brinquedinhos com os quais ele me treinaria, e por último, fazer depilação a laser pra eu nunca mais ter pelo. Pelo é coisa de macho, e como filho submisso, eu não precisava disso.
Quando chegamos, ele garantiu de limpar minha baba e o pré-gozo que escorria da minha gaiolinha, antes de sair do carro. Depois de se certificar de que tudo estava em ordem, a gente desceu. Eu tava muito nervoso, mas meu papi disse que ele ia garantir que ninguém me descobrisse.
Entramos no shopping, ele sempre me segurava pelo ombro ou pela mão, de um jeito que eu não podia me separar dele. Fomos direto pras roupas, entramos em várias lojas, ficamos mais de uma hora procurando roupa. Não demorou muito, eu não podia falar porque tinha a boca cheia com o dildo, então toda vez que alguém me perguntava algo, meu papi intervinha e eu só balançava a cabeça. Algumas vendedoras até me confundiram com uma garota. Em algumas ocasiões, ele só dizia que eu era tímida e por isso não falava. Saímos com todo tipo de roupa, desde calcinhas fio dental até jock straps, que só cobriam meu pau enjaulado e deixavam meu cu de fora. Ele também me comprou umas cuecas de várias cores, bem justinhas, pijamas, embora tenha dito que eu quase não usaria eles. Ele falou que em casa eu só andaria de roupa íntima ou pelado, então não compramos roupa pra usar em casa. Isso me deixava muito nervoso e ao mesmo tempo muito excitado. Depois de comprar todo tipo de roupa, das quais só tinha muito pouca roupa do meu gênero, que eu só usaria se tivesse que sair ou em situações muito específicas, por Além disso, tinha jockstraps, tangas, meias, saias, tops, vestidos que davam um ar inocente e enfeites de cabelo, além de um conjunto de empregada e um biquíni.
Depois de comprar minhas roupas novas, fomos para a depilação. Ela fez algumas perguntas, mas no final não passamos. Disse que no futuro voltaríamos para garantir que nunca mais crescesse pelo em mim. Antes de irmos, passamos numa sexshop. Lá ela comprou muitas coisas que só me deixaram mais tarado e ansioso pelo que viria. A primeira coisa que comprou foi uma espécie de fitas. Ela explicou que serviam como cintos na minha jaula de castidade, assim ela ficava sempre ajustada e nunca poderia sair, além de ser mais confortável usar minha jaulinha com isso.
Também comprou mais jaulinhas: transparentes, rosas e metálicas. Duas delas tinham um tubo uretral e uma era completamente lisa. Por último, comprou outra com tubo uretral, lisa e invertida. Eu já imaginava usando aquilo. Queria tirar a que estava usando e saber que um dia usaria esses tipos de jaulinhas só me deixava mais excitado. Também comprou alguns plugs, pacotes que incluíam de tamanhos diferentes, uns com joias e outros com rabos, alguns colares, dildos, massageadores de próstata com controle remoto, correias para me amarrar de todas as formas possíveis, algumas garrafas de lubrificante e bolas chinesas. Ela disse que outras coisas poderia comprar pela internet, que só queria comprar coisas para começar a me treinar.
Tinha comprado tantas coisas e era só o começo. Depois de comprar muitas coisas, voltamos para casa. Assim que chegamos, ela me fez tirar toda a roupa, ficando só com minha jaula de castidade. Colocou uma cinta que servia para manter minha jaulinha ajustada. A partir daquele momento, essa seria minha forma de andar pela casa. E tirou a mordaça com formato de pau. Depois de tanto tempo usando, me senti aliviado, minha boca estava muito cansada, mas ela não tirou o plug, esse eu deixo colocado.
Depois disso, a gente se dedicou a organizar todas as compras, minhas roupas e todos os brinquedos que eu tinha comprado. Alguns a gente guardou no meu quarto e outros no quarto do meu papi, embora ele tenha me dito que eu não dormiria sozinho sempre, que na maioria das vezes eu dormiria com ele, como naquela noite.
Mas que nas vezes que a gente dormisse separado, ele queria que eu aproveitasse minha buceta, mas não tanto. Por isso não guardamos todas as coisas no meu quarto. Depois disso, chegou a hora do jantar. Ele se dedicou a preparar a janta enquanto eu terminava de guardar minhas coisas, além de preparar algumas coisas para minhas aulas, já que eu teria as aulas de casa. Raramente eu precisaria sair de casa, embora meu papi tenha me garantido que no futuro eu teria que sair ainda menos. Assim, a gente passaria mais tempo junto e ele poderia me treinar o dia inteiro, já que ele trabalhava de casa.
Eu me sentia desconfortável andar pela casa sem roupa. Não parava de escorrer porra de tão tarado que eu tava, e isso irritou meu papi. Ele disse que eu tinha que tomar cada gota que saísse da minha jaulinha de castidade.
Assim que o jantar ficou pronto, fui me sentar, mas tinha um dildo na minha cadeira.
Daddy: A partir de hoje, você só vai se sentar aí quando tiver que comer. Vou trocando o dildo com o tempo por um cada vez maior. Agora tira o plug e senta pra comer.
Eu só concordei com a cabeça. Não foi difícil enfiar o novo dildo, já tava com o cu bem dilatado, então foi fácil meter.
A gente comeu sem muita diferença. Meu papi me atendeu durante todo o jantar. Bem na hora de eu me levantar e voltar pro meu plug de sempre, ele me parou.
Daddy: Antes de se levantar, você tem que tomar seu leitinho.
Ele falou enquanto desafivelava a calça.
Daddy: Se você não tomar seu leitinho, vai ter que dormir amarrado no chão. Mas se for bonzinho e tomar tudinho, vou deixar você dormir comigo hoje.
Eu não queria dormir no chão. Já tava sentindo um pouco de frio estando completamente pelado, não conseguia nem imaginar no chão só com minha jaula. castidade, eu fiquei de quatro embaixo da mesa, com minhas mãos terminei de tirar a pica do papi, toda suculenta e os ovos dele cheios de porra gostosa, eu já tava me acostumando a tomar porra, me deixava com tesão, mesmo ainda nervoso com minha nova vida, aos poucos eu ia me acostumando e me deixando levar, embora gostaria de ter um pouco de liberdade da gaiola, tinha passado o tempo todo com vontade de gozar sem poder.
Eu: Papi, quero porra quente, passei o dia todo querendo tomar ela
Daddy: Você tá com tesão desde que coloquei a gaiola em você, né?
Eu: Sim, papi, já quero que tire ela pra poder gozar.
Daddy: Ainda não, quero que se acostume a usar ela, quero manter essa bucetinha virgem, pra você ficar com tesão e submisso o tempo todo, hoje vai dormir com ela, não vai ter preocupação de você bater uma durante a noite, né?
Eu: Não, papi, mas tô com muita vontade de gozar, por favor, pode ser só dessa vez?
Daddy: Não, silêncio e continua chupando minha pica, você tem que tomar minha porra, se não fizer, vou deixar ela em você por um mês, mas como você foi bonzinho hoje, vou te dar um desafio pequeno, quando você tomar 5 das minhas gozadas sem deixar escapar uma gota, vou tirar a gaiolinha e deixar você gozar, mas só nas minhas condições.
Eu não falei mais nada, me concentrei em chupar a pica do meu papi, tava com tesão o dia todo, podia sentir um fio de pré-gozo saindo do meu pau enjaulado, tava fazendo uma poça de pré-gozo que escorria.
Fiquei assim por um tempo que nem lembro, meu daddy foi me guiando o tempo todo, marcava o ritmo, me dizia como chupar, me fazia lamber os ovos dele e chupar, era muito fácil e eu tava começando a gostar, eles eram sem pelo, então entravam de boa na minha boquinha, embora no começo tive dificuldade porque eram muito grandes e eu chupava um de cada vez, mas no final com um pouco de esforço engoli os dois, estavam muito inchados e quentes. podia sentir que estavam cheios de cum gostoso.
No final, ele me ensinou a dar um efeito de sucção, foi difícil no começo, mas depois de algumas tentativas consegui. Quando ele ia gozar, me fez acelerar o ritmo, me pegou pela cabeça e começou a foder minha boca, até gozar na minha boquinha. Como era minha primeira vez e eu não estava acostumado, acabei cuspindo parte do leite dele.
Daddy: Desculpa, mas essa não vale, você precisa aprender a tomar todo o cum do papai, mas não se preocupa, vou te dar umas aulas de como mamar e com o tempo você vai se acostumar a tomar meu leite. Agora quero que você limpe essa bagunça com sua linguinha do chão e depois me acompanhe até a cama.
Eu tinha deixado uma poça de pré-cum debaixo de mim, estava tão tarado chupando a rola do papai que mal tinha notado. Um pouco frustrado e ainda excitado, limpei a poça de pré-cum como o papai mandou, fiquei de quatro e, como se fosse uma putinha, lambi toda a poça até deixar o chão limpo.
Depois disso, me levantei e fui para o quarto do papai, onde ele já estava me esperando com umas algemas e uma corrente na mão. Aquilo começava a me agradar, me fazia sentir completamente submisso e à mercê do papai, embora eu não me acostumasse a ficar imobilizado.
Meu papai me amarrou de novo, com as mãos para trás e os pés amarrados, além disso, minha coleira e, para finalizar, uma corrente que ligava minha coleira e meus braços, de modo que eu ficava ainda mais imobilizado e, se tentasse mexer as mãos, acabaria puxando minha própria coleira.
Daddy: Hoje vou te surrar, por ter derramado meu leite. Como é sua primeira vez, não vou deixar seu cu vermelho, mas quero que você conte as palmadas e, se eu ouvir você reclamar ou pedir para parar, vamos recomeçar. Ficou claro?
Eu: Sim, papai, por favor, seja leve comigo.
Daddy: Isso quem decide sou eu, só por isso vou adicionar 10 palmadas às 20 que eu planejava te dar, então agora serão 30.
Sem aviso, meu papai me empurrou para a cama e me acomodou sobre as pernas dele, com minha bunda para cima, de Imediatamente, ele deixa a mão cair na minha bunda. Eu gritei de dor assim que senti a primeira palmada.
Daddy: Vamos recomeçar até você contar.
Ele deixou a mão cair de novo, e dessa vez eu falei o número. Do jeito que dava, eu abafava meus gemidos e contei cada uma das 30 palmadas que meu papi me deu. Nem todas foram fortes, e ele fez algumas pausas, onde massageava minha bunda e enfiava os dedos no meu cu, pra depois continuar com as palmadas.
Quando terminou de castigar minha bunda, ele pegou um dildo que tinha escondido debaixo de um travesseiro junto com um vidro de lubrificante. Passou lubrificante no meu cu e no dildo e, sem piedade, meteu o dildo no meu rabo, enquanto com a outra mão ele tocava minha gaiolinha e brincava com minhas bolinhas, totalmente inchadas de vontade de gozar.
Assim que ele sentiu que do meu pau engaiolado escorriam gotas de pré-gozo, ele parou e tirou o dildo de uma vez, me deixando com uma sensação de vazio, que não durou muito, porque ele colocou um plug maior do que eu estava acostumado. Eu tinha passado aquele tempo todo abafando meus gemidos nos lençóis. Depois de deixar o plug bem firme, ele desamarrou minhas pernas e colocou uma calcinha que tinha comprado pra mim, que era branca com listras coloridas claras. Terminou de me desamarrar e disse que eu estava pronto pra dormir.
Meu papi me disse que naquela noite eu devia dormir com ele, por ser uma das primeiras, e que depois algumas noites eu dormiria no meu quarto, mas principalmente com ele, pra que ele pudesse me foder no meio da noite se desse vontade.
Daddy: Se eu perceber que você tirou o plug ou a calcinha, vou te castigar. Por hoje já chega, é melhor você descansar. Amanhã talvez eu te dê aulas de boquete ou comece a treinar seus mamilos. Quero te aproveitar o dia inteiro e brincar com você.
Eu estava completamente tarado, queria gozar. As palmadas e a fodida com o dildo, mesmo que tivessem me surpreendido e as palmadas doído, me deixaram ainda mais excitado e eu estava totalmente frustrado. Meu papi percebeu. imediatamente.
Daddy: Não se preocupa, filhinho, logo você vai perceber que ficar enjaulado o tempo todo vai te ajudar a sentir mais prazer de outras formas, até vai conseguir gozar sem tocar nesse pênis virgem que você tem, quero mantê-lo virgem por muito tempo ou talvez para sempre, adoro te ver assim frustrado e tarado.
Eu fiquei ainda mais excitado ao imaginar que nunca tiraria a jaula, embora também me assustasse um pouco, depois disso, deitamos, ele completamente nu e eu só com minha jaula, plug e a cueca que tinha vestido.
Meu papai me abraçou por trás e eu podia sentir o pau dele contra minha bunda, entre o pau dele, o plug e a jaula, tive dificuldade para pegar no sono, mas no final acabei dormindo, sem saber como.
Continua...
Desculpa ter demorado tanto para escrever essa parte, mas andei sem inspiração, vou tentar ser mais constante nos próximos posts.
Ainda não encontrei ninguém para me ajudar a ficar dias sem gozar, ou um key holder, espero que seja logo, e se quiserem fazer roleplay comigo como filho submisso ou algo parecido, podem me chamar, vou tentar sempre responder.
Em breve vou comprar outra jaulinha, ainda não sei se preta ou branca, infelizmente não tem rosa, dessa vez vai ser menor e espero que mais confortável para usar por dias inteiros, se conseguir, talvez faça uma dinâmica onde vocês decidam quanto tempo vou deixá-la colocada, se forem dias, posso postar fotos com ela a cada dia.
Também planejo comprar dildos e plugs, mas isso vai ser quando tiver uma jaula que eu goste.
Meu chat também está aberto para vocês me mandarem os paus de vocês, às vezes uso essas fotos para me masturbar, pessoalmente me deixam mais tesudo quando estão sem pelos, mas no final sempre acabo usando para bater uma punheta.
Espero não demorar tanto no próximo post e também vou ler os comentários de vocês, sempre leio cada um, assim como cada chat que me mandam.
Por último, para não deixar vocês sem conteúdo enquanto eu posto o Post seguinte, queria fazer um perguntas e respostas. Nesse dia posso tirar foto da minha piroca enjaulada ou recém-depilada. Se chegarmos a 10 perguntas, vou publicar. Podem deixar a pergunta nos comentários ou me mandar no chat. Vou tentar responder todas e de um jeito bem safado.
1 comentários - Fantasia de ter um Daddy (parte 4)