Depois de algumas semanas em que eu continuei com as mesmas intenções e atitude em relação à minha mãe, oportunidade desperdiçada pra fazer sentir na bunda dela ou nas pernas dela o tamanho que eu já tava, que os 17 anos tavam no meu pau e eu já era um homem, ela sempre ficava vermelha e tentava se afastar de mim, enquanto eu assediava ela quando meu velho não tava em casa (a puta com certeza se sentia desejada, coroa gostosa). Tava sempre de olho pra ver ela sair do banho, com minha cueca parecendo uma barraca, e cada vez que eu imaginava ela e me ajudava com as calcinhas dela recém-tiradas, as punhetas mais incríveis que todo bom filho deve fazer com a mãe. Num daqueles dias, minha Mamãe Luz tava ao telefone, a mulher que considero minha mãe de verdade e que cuidou de mim por longos 7 anos no Equador, me criando e cuidando, e naqueles últimos dias me ensinando o que um homem de verdade tem que fazer. Aquele ser de altura média, de quadras largas e cansadas por ser a matriarca da família, teve muita tarefa na criação do meu tio e do meu pai sem descuidar do velho marido dela. Imagino as vezes que ela sentou nos paus deles, dando aquele calor molhado e alívio do gozo que só uma mãe é capaz de dar, aquelas tetas grandes e caídas pra dar as melhores chupadas. Minha imaginação e a calcinha fio dental que eu tinha roubado do cesto de roupa suja da velha Elisabeth e aquela calcinha presente e lembrança da minha Mamãe Luz gostosa me faziam bater punheta muitas vezes, e agora não ia ser diferente [imaginando o que teria sido foder naquela casa nós dois sozinhos como animais, sendo o macho de satisfação da minha Mamãe Luz]. Desliguei o telefone e era ela, ouvi aquela voz doce e cansada pelos anos. • Mamãe Luz: Alô, alô, Danisitinho meu filhinho, como cê tá, meu filhinho?... Meu amor, minha bucetinha linda, quanto tempo? Meu filhinho lindo, tá bem, tão tratando bem você? Por aí, e aquela mulher trata bem do meu filhinho?... Ela fez alguma coisa?... Cê tá comendo bem?... Me fala, Danisitinho da minha vida... • Eu: Sim, mamãe. minha mamãe linda, a única... tô me adaptando, tudo é diferente por aqui!!! e aquela velha, não se preocupa que ela não mexe comigo, tô pouco me lixando pra ela, enquanto só penso em você, mamãe!!! falei enquanto fechava os olhos, ouvia a voz dela e acariciava meu pau, sabia que tava sozinho em casa, mamãe como cê tá linda, mamãe linda, assim linda e gostosa como sempre, assim tão yummy!!! soltei pra ela.
• Mamãe Luz: Danisito, meu filhinho lindo, eu sou só uma velha bem velhinha, obrigada, sei que cê fala isso pra me fazer sentir bem, você é quem me fez sentir viva, meu amor Danisito, tô com muita saudade de você e do seu... cê já sabe!!!
• Eu: O quê? Minha mamãe, cê sente minha falta como eu sinto a sua, seu jeito de me fazer homem, seu amor, sua delicadeza, seu jeito de me acariciar com as mãos, com a boca, aquela forma de me dar amor com a boca, nunca vou esquecer, só uma mulher que ama o filho é capaz de tomar o gozo que saiu de mim, tudo que você me fez naquela noite, mamãe Luz, te amo!!! sinto falta da mulher, da grande mulher gostosa que você é, você é minha mãe...
• Mamãe Luz: sim, meu filho, EU SOU SUA MÃE, SOU CAPAZ DE FAZER QUALQUER COISA POR VOCÊ!!! e sim, me enlouquece aquele pau que você tem, Danisito, meu amor, aquele pau de bom tamanho que deixa sua mamãe tão feliz, ele precisa sentir meus lábios, a dureza dele, e minha boca, aquele gosto tão delicioso do seu esperma, meu filhinho lindo, desejo ter você dentro de mim, não só na minha boca... Danisito, filhinho lindo, cê me entende, dentro de mim... dentro da sua mamãe Luz... tô muito molhada e sozinha, precisando de você!!! Ouvir isso me deixou muito excitado, a sensação que eu tinha ao escutar minha mamãe Luz, uma mulher com seus sessenta e poucos anos metendo a mão entre as coxas, procurando a buceta dela, bem molhada e ardente, falando com o neto que sentia falta do meu pau dentro dela, fez com que meus movimentos com aquele pedaço de pano fossem incessantes, de um jeito desesperado, eu tava ouvindo minha mamãe Luz sussurrando QUE ELA PRECISAVA DO PAU JOVEM DO MOLOQUE DE CASA!!! Entre gemidos, eu escutava ela Suavemente e gostosa ao mesmo tempo, de me cumprimentar a me perguntar como eu estava com a cock dura naquele momento.
• Mamita Luz: Danisito, meu lindinho, você tá com esse pau duro?? Igual naquele dia?? Tá se masturbando pensando em mim, meu Danisito, ahhhhhh meu amor, Ainnsss, minha boca tá cheia d'água!!! — exclamou.
• Eu: Tô com a cock bem dura, mamita linda, do jeito que você gosta, igual naquele dia, tá saindo líquido dela!!! Mamita, ahhhh Ainnssss, sabia que minha velhinha linda tava se dedando ou sei lá o que tava se enfiando naquela pussy encharcada e com aquele cheiro tão peculiar. Naquele momento, ahhhhh, mamita Luz, ahhhhhh, meu corpo começou a tremer e eu ouvi de novo aquela voz gostosa e bem madura dizer: QUIERO SEU cum, DANISITO, PRECISO DO SEU cum, MIJITO. Aquele empurrão em mim fez sair o que minha mamita tanto queria provar de novo. Sei que ela gostou naquele dia porque saiu do meu quarto se lambendo, e dessa vez aqueles gemidos de mulher excitada e precisando de uma cock, brincando com minha imaginação da safadeza da minha velhinha gostosa. [Imaginava ela lá na cama grande dela, de pernas abertas, sem calcinha, com aquele vestido subido até em cima, com a mão direita enfiada na buceta dela, tirando os últimos restos daquele fluido que mulheres como ela, toda uma dominadora de cocks, a experiência de comer muito pau, e a outra mão no telefone me ouvindo dizer como ela é gostosa, que minha cock nunca tinha provado uma boca como a dela, e que sentia muito ciúmes de ter que dividir ela com meu avô, meu tio e meu pai, que na vida tinha conhecido uma velha tão gostosa e safada como ela.] Naquele momento, senti de novo aquele sentimento de como as mulheres são putas quando têm uma cock dura a poucos metros da boca delas e no que elas se transformam. Esse sentimento tomou conta e me sacudiu de um jeito que, ao soltar o primeiro jato, um ahhhhhhhhh ensurdecedor, aproveitando que não tinha ninguém em casa, minha velhinha também começou a se extasiar e juntos gozamos enquanto... ela me ouvia dizer: AHHHHH MAMITA LUZ, TE AMO TE AMO, MINHA PUTA LINDA AHHHHH ESSA PORRA É SUA, PRA RAINHA DAS VADIAS AHHHHH ESSA PIROCA E ESSA PORRA SEMPRE VÃO TE PERTENCER!!!!! • Mamita Luz: que gostoso, Danisito, meu amor ahhhh Ainnnsss te amo... Minha gozada foi tão grande!!!
A conversa quente com minha mamita Luz e a masturbação com a calcinha da minha mãe Elizabeth foi deliciosa, aquela calcinha meio durinha já por todas aquelas gozadas que carregava em seus tecidos, da minha mãe Elizabeth estava sendo o objeto de limpeza, o qual minha piroca dura totalmente encharcada de sêmen limpando minha piroca e meu colo enquanto me despedia da minha velhinha querida, mas muito puta.. Ao sair do meu quarto, vi que minha linda velha puta Elizabeth estava em casa, me surpreendeu, mas me encheu de tesão saber que uma velha tão puta e bunduda como minha mãe Elizabeth tinha me ouvido por trás da porta a masturbação tão gostosa que tive falando com minha mamita Luz e que fiz com ajuda de uma calcinha dela... Entrei no banheiro pra me lavar e bati mais uma imaginando a puta atrás da porta me ouvindo se masturbar e querendo entrar, a muito puta da Elizabeth... Que punheta!!!
Uns dias depois, recebemos a notícia que uns primos iam viajar do Equador e que meu pai falou com a irmã dele, e ela se ofereceu pra recebê-los em Madri já que tinham que chegar em Múrcia onde mora minha tia. Numa sexta, recebemos os primos: Roberto, uns 20 anos, pele morena, cabelo preto, corpo bruto, mãos grandes, voz grossa e muito másculo na aparência, atitude e jeito de se vestir; e o irmão dele, Hernán, uns 15 anos, pele branca, cabelo preto, corpo muito magro e frágil, voz fina e um comportamento e um jeito de se vestir muito afeminado, aliás, usava umas calças que marcavam uma bunda empinada. Eu conhecia eles, mas nunca tinha convivido de verdade. Naquela noite, jantando, pude perceber como os primos se olhavam, de um jeito sério, como cheio de raiva que Roberto olhava pro irmão. Não dei muita importância, falei: "deve ser porque ele é o mais velho". Enquanto isso, o outro com olhar desviado, voz baixa, submisso e concordando com tudo. Na hora de dormir, fomos os três juntos no meu quarto, já que a casa só tem dois cômodos. Meu velho levou a puta dele pra cama, a velha Elisabeth, e nós fomos pro meu quarto: eu na cama e eles dois se acomodaram num colchão no chão, falando besteira e jogando PlayStation. Dava pra ver quem mandava naqueles dois. As horas passaram, apagamos a luz e tentei dormir. Dava pra ouvir sussurros e movimentos entre os primos, o som do lençol que eles usavam pra se cobrir. Depois de um tempo, peguei no sono. Já de madrugada, entre sonhos, ouvia gemidos e batidas numa das minhas paredes. Meio que abri os olhos: vinha do quarto dos meus pais. O tum-tum com o rangido da cama, e os gemidos porque a boca dela tava livre do pedaço enorme de carne do meu velho. Uma puta gostosa sendo castigada, preenchida brutalmente como a vadia que a velha Elisabeth é. Meu pau respondeu na hora aos sons de prazer daquela puta dona de casa. Nesse momento, ouvi sussurros, caindo na real de que não tava sozinho. Com a pouca luz que entrava pela janela, virei e vi Hernán se masturbando com uma mão e, com a outra, batendo punheta pro irmão mais velho — um pau de tamanho bem grande, mas muito mais grosso que o meu, me lembrava o do meu pai. De olhos fechados, ele enfiava o dedo do meio no próprio cu. O lençol já tinha ido embora, e os sussurros dos dois se misturavam com os gemidos e meios gritos da puta da mãe que me pariu... ...sabia que ela era muito vadia e não conseguiu esperar ter visita em casa, queria o pau enorme do meu velho dentro dela, mostrando o quanto é puta e como é bem servida. "Vai, viado, vai", falava baixinho Roberto enquanto via o outro se divertir, e Hernán fazia a parte dele — rápido e forte, enfiando o dedo com toda energia enquanto batia punheta pro belo pau que tinha na outra mão. Dava pra ver que os dois estavam se acabando. que não era a primeira vez que se masturbavam daquele jeito, eu comecei a curtir o espetáculo que estavam me dando. Minha burrada de começar a bater uma fez com que um deles percebesse.
• Roberto: E aí, primo, curtindo a bucetuda que tão metendo na tia!!! Falou rindo
• Eu: Já vi que vocês também tão gostando!!! Gosta de bater uma pro teu irmão??
• Roberto: Ele é minha putinha viada, não sabia que teu primo Hernán é uma prima!!! Riu de novo, é verdade, seu promíscuo, seu viadinho de merda, puxando o cabelo curto dele.
• Hernán: Siiiiim respondeu timidamente
• Roberto: Vem, vou te mostrar o que a Hernancita pode fazer pra gente!!! Levantou-se altivo com aquela pica dura como um carvalho, de tanto carinho que tinha recebido do irmãozinho, deixando Hernán de cócoras naquele colchão.
• Roberto: Essa viada chupa melhor que qualquer mulher, por isso tenho ela como minha putinha pessoal. Dito isso, segurou a cabeça dele puxando pelos cabelos, engole, puta, a pica que te faz tão feliz. Hernán abriu a boca e meteu de uma só vez a pica do irmão dominador. De um lado, eu ouvia os gemidos da minha mãe sendo comida pelo meu pai de um jeito desesperado, e do outro, via meus dois primos, um chupando a pica do outro, aquela pica grossa, grande, cor de canela, entrando naquela boca de lábios finos, mas com uma maestria incrível pra fazer o Roberto gozar, jogando a cabeça pra trás, ouço ele dizer: essa pica faz falta pra tia parar de gritar, ahhhhhhh, vamos, Hernancita, mostra pro Dani como você chupa!!! Eu comecei a bater uma enquanto Hernán, por tudo que tava ouvindo e chupando, começou a tocar na própria pica, tentando se masturbar.
• Roberto: Vem, primo, te cedo meu lugar, mostra, viadinha puta, como você chupa. Eu me aproximei, na hora ele se jogou na dureza da minha pica, onde pude sentir o fundo da boca dele, tímida, morna, bem babada, Agghhhhh até o fundo [a Hernancita era uma prima muito puta e eu sem saber, guaaaaa] minha cabeça não tava Não acredito que meu primo estava chupando meu pau, fazendo melhor que qualquer mulher. Eu curtia cada movimento da língua dele. Quando aquele líquido pré-seminal começou a sair, ele começou a chupar. Entre a língua quente e carinhosa dele e a boca, eu me sentia no céu. Naquele momento, Roberto segurava firme a priminha (a gente chamava ela assim e fazia ela se sentir a puta, a vagabunda da casa), enquanto Hernán, sem parar de chupar, não perdia detalhe dos centímetros do meu pau. Puxando as cadeiras dela, ele deixou ela posicionada como uma verdadeira puta. Era delicioso ver como, com um único empurrão, Roberto enfiou o pau dentro do irmão. Tirando o pau da boca, ele soltou um "Ahhhhh", mas não de dor, e sim de prazer, igual qualquer puta dando por os dois lados. Dava pra ver que aquele pau cabeçudo, cheio de veias, grande e escuro do Roberto não era a primeira vez que entrava naquele buraco. Quando Hernancita colocou a bunda mais pra cima e inclinou o corpo pra frente, foi o sinal pro irmão mais velho começar a meter como um animal, sem pena nenhuma. Ver aquele pau entrando no primo me deixava mais excitado. Os gemidos afeminados da minha prima puta Hernancita e os da minha mãe puta se misturavam, e chegou num ponto que eu não sabia qual puta tava mais gostosa: se a minha mãe, que tava com o pauzão do meu pai, ou a minha prima puta, aproveitando nossos paus. Uffff, comecei a castigar a Hernancita, imitando o movimento do Roberto. Num instante, nós dois estávamos comendo aquela bichinha promíscua de olhos meigos, mas de bunda inquieta. Nossos paus entravam nela ao mesmo tempo, o "pum pum pum" do choque da pélvis dela com aquela bunda que antes apertava aquela calça. Enquanto Roberto dava tapas naquela bunda empinada e a puta mexia de um lado pro outro com o pau do irmão mais velho dentro, eu não parava de ir e vir na boca dela, tirando uma quantidade de saliva sem parar. Foi aí que ouvi a proposta do Roberto:
• Roberto: PRIMO, QUERO QUE ESSA PUTA PROVE OUTRO PAU DA FAMÍLIA!!! Quer enfiar nessa bunda? Tudo fica em família!!! E começou a rir. Eu me abaixei pra ver a cara do Hernán de boca cheia, ele fechou os olhos como concordando com o que o irmão mandava. Naquele momento, puxamos nossas pirocas pra fora, ela ficou esperando, ansiosa, na mesma posição. A Hernancita queria provar minha piroca também. Quando fiquei por trás, pude ver aquelas nádegas empinadas, brancas, e aquela bunda toda arrombada e faminta por mais... enquanto olhava de viés, com tesão, a piroca que ia penetrar ela.
• Roberto: Sabe, primo? Minha Hernancita eu comi virgem, meu pai antes de morrer... e arrombava a bunda dela toda vez que chegava bêbado, enchia ela de porra por cima e por baixo. Por isso essa bunda tá assim, come pirocas.
Ao ouvir isso e o barulho da cama dos meus pais batendo na parede do meu quarto, como ela gemia que nem uma puta bem comida, como a tia Elizabeth transa, soltou o Roberto, mas essa puta não fica atrás. Fez eu começar a meter a entrada da minha piroca de um jeito animal, além de ter o colchão no chão, ajudou o trio familiar; o tesão de sermos ouvidos pelos meus pais também tava garantido. Gemidos e barulhos que terminaram em silêncio. Segurando a piroca do Roberto na mão, ela se atreveu a falar:
• Hernán: Robe... ahhhhh... que piroca gostosa que o priminho Daniel tem, ahhhhh... que delícia... Robe... Robe, ahhhhhh
• Roberto: Enfia minha piroca na boca, puta, e cala a boca, sua vadia!!! Já tava na hora de você sentir falta de outra piroca... Tá com saudade da piroca do nosso pai, é, viadinho? ... ehhh, puta, chupa
Um único soco foi suficiente pra enfiar na boca dela e começar a foder a boca da pequena...
• Roberto: Faz o primo Daniel se divertir, é família!!! Ele soltou
Nisso, eu senti o momento em que o vai e vem da minha piroca começou a apertar a bunda dela. A fricção era alucinante, e a sensação que eu tinha naquele momento, enquanto ela praticamente devorava a piroca enorme do irmão mais velho, dava pra ver que já fazia um tempo que ela fazia aquilo. Ela aproveitava cada... centímetro daquele pedaço tremendo de carne e os fios de saliva que ela produzia… que puta!!! falei e ela adorou, apertando a bunda e deixando ela mais exposta de quatro. queria meu gozo, os gemidos da minha mãe se misturavam com os dela, naquele momento falei vou gozar!!! • Hernán: tirando aquela cock preta da boca e virando pra me olhar, falou Me enche!!!! Enquanto fios e fios se soltavam da boca dela. Uffff meu coração batia mais rápido e meu corpo começou a sentir os estragos da minha gozada, sentia jorros e jorros saindo da minha cock pra satisfazer e encher a bunda do meu primo gostoso… gostoso ahhhhhh ouvi ele exclamar feliz por ser preenchido… tudo fica em família como o Roberto disse, eu pensei, tirei minha cock já murcha mas deliciosa ao sentir a bunda ainda apertada do Hernán, pouco depois de tirar ela inteira vi como brotos de gozo começaram a aparecer naquele buraco faminto e de interesses carnívoros e do meu gozo. Ao se colocar de cócoras pra continuar aproveitando aquela cock que já sentia com direitos, ele batia punheta com as mãos e com a boca usando a língua de cima pra baixo, tudo pra ver o irmão mais velho feliz, eu não perdia detalhe enquanto ele descia uma das mãos procurando o próprio pau meio duro e começou Hernán a se masturbar também. Os dois irmãos gozando e se dando prazer. A imagem de vê-lo de cócoras, com o cu vazando uma amostra de mim, um fio de gozo manchando o colchão, o tesão do Hernán era tanto que depois de um tempo batendo punheta ele começou a gozar, o sêmen do Hernán saía da cock dele, arrancando pequenos espasmos e a quantidade da gozada dele se misturava com meus restos no colchão. • Roberto: já te encheram por baixo, eu vou te encher por cima ahhhhhh puta fodida ahhhhhhh Aquele par de primeiros jorros entraram no Hernán diretamente sem nenhum tipo de clemência nem dúvida; vi aumentar o tamanho das bochechas dele tentando apertar os lábios com a cock dentro (ele tava engolindo o gozo do irmão) aproveitando como ninguém e conseguiu mais e na comissura dos lábios dela começou a aparecer o rastro de porra dessa ambição fracassada, a quantidade tinha sido brutal, já que dava pra ver ela curtindo que na garganta dela tava descendo a porra do irmão que ela tanto ama e curte…………………………….
• Mamãe Luz: Danisito, meu filhinho lindo, eu sou só uma velha bem velhinha, obrigada, sei que cê fala isso pra me fazer sentir bem, você é quem me fez sentir viva, meu amor Danisito, tô com muita saudade de você e do seu... cê já sabe!!!
• Eu: O quê? Minha mamãe, cê sente minha falta como eu sinto a sua, seu jeito de me fazer homem, seu amor, sua delicadeza, seu jeito de me acariciar com as mãos, com a boca, aquela forma de me dar amor com a boca, nunca vou esquecer, só uma mulher que ama o filho é capaz de tomar o gozo que saiu de mim, tudo que você me fez naquela noite, mamãe Luz, te amo!!! sinto falta da mulher, da grande mulher gostosa que você é, você é minha mãe...
• Mamãe Luz: sim, meu filho, EU SOU SUA MÃE, SOU CAPAZ DE FAZER QUALQUER COISA POR VOCÊ!!! e sim, me enlouquece aquele pau que você tem, Danisito, meu amor, aquele pau de bom tamanho que deixa sua mamãe tão feliz, ele precisa sentir meus lábios, a dureza dele, e minha boca, aquele gosto tão delicioso do seu esperma, meu filhinho lindo, desejo ter você dentro de mim, não só na minha boca... Danisito, filhinho lindo, cê me entende, dentro de mim... dentro da sua mamãe Luz... tô muito molhada e sozinha, precisando de você!!! Ouvir isso me deixou muito excitado, a sensação que eu tinha ao escutar minha mamãe Luz, uma mulher com seus sessenta e poucos anos metendo a mão entre as coxas, procurando a buceta dela, bem molhada e ardente, falando com o neto que sentia falta do meu pau dentro dela, fez com que meus movimentos com aquele pedaço de pano fossem incessantes, de um jeito desesperado, eu tava ouvindo minha mamãe Luz sussurrando QUE ELA PRECISAVA DO PAU JOVEM DO MOLOQUE DE CASA!!! Entre gemidos, eu escutava ela Suavemente e gostosa ao mesmo tempo, de me cumprimentar a me perguntar como eu estava com a cock dura naquele momento.
• Mamita Luz: Danisito, meu lindinho, você tá com esse pau duro?? Igual naquele dia?? Tá se masturbando pensando em mim, meu Danisito, ahhhhhh meu amor, Ainnsss, minha boca tá cheia d'água!!! — exclamou.
• Eu: Tô com a cock bem dura, mamita linda, do jeito que você gosta, igual naquele dia, tá saindo líquido dela!!! Mamita, ahhhh Ainnssss, sabia que minha velhinha linda tava se dedando ou sei lá o que tava se enfiando naquela pussy encharcada e com aquele cheiro tão peculiar. Naquele momento, ahhhhh, mamita Luz, ahhhhhh, meu corpo começou a tremer e eu ouvi de novo aquela voz gostosa e bem madura dizer: QUIERO SEU cum, DANISITO, PRECISO DO SEU cum, MIJITO. Aquele empurrão em mim fez sair o que minha mamita tanto queria provar de novo. Sei que ela gostou naquele dia porque saiu do meu quarto se lambendo, e dessa vez aqueles gemidos de mulher excitada e precisando de uma cock, brincando com minha imaginação da safadeza da minha velhinha gostosa. [Imaginava ela lá na cama grande dela, de pernas abertas, sem calcinha, com aquele vestido subido até em cima, com a mão direita enfiada na buceta dela, tirando os últimos restos daquele fluido que mulheres como ela, toda uma dominadora de cocks, a experiência de comer muito pau, e a outra mão no telefone me ouvindo dizer como ela é gostosa, que minha cock nunca tinha provado uma boca como a dela, e que sentia muito ciúmes de ter que dividir ela com meu avô, meu tio e meu pai, que na vida tinha conhecido uma velha tão gostosa e safada como ela.] Naquele momento, senti de novo aquele sentimento de como as mulheres são putas quando têm uma cock dura a poucos metros da boca delas e no que elas se transformam. Esse sentimento tomou conta e me sacudiu de um jeito que, ao soltar o primeiro jato, um ahhhhhhhhh ensurdecedor, aproveitando que não tinha ninguém em casa, minha velhinha também começou a se extasiar e juntos gozamos enquanto... ela me ouvia dizer: AHHHHH MAMITA LUZ, TE AMO TE AMO, MINHA PUTA LINDA AHHHHH ESSA PORRA É SUA, PRA RAINHA DAS VADIAS AHHHHH ESSA PIROCA E ESSA PORRA SEMPRE VÃO TE PERTENCER!!!!! • Mamita Luz: que gostoso, Danisito, meu amor ahhhh Ainnnsss te amo... Minha gozada foi tão grande!!!
A conversa quente com minha mamita Luz e a masturbação com a calcinha da minha mãe Elizabeth foi deliciosa, aquela calcinha meio durinha já por todas aquelas gozadas que carregava em seus tecidos, da minha mãe Elizabeth estava sendo o objeto de limpeza, o qual minha piroca dura totalmente encharcada de sêmen limpando minha piroca e meu colo enquanto me despedia da minha velhinha querida, mas muito puta.. Ao sair do meu quarto, vi que minha linda velha puta Elizabeth estava em casa, me surpreendeu, mas me encheu de tesão saber que uma velha tão puta e bunduda como minha mãe Elizabeth tinha me ouvido por trás da porta a masturbação tão gostosa que tive falando com minha mamita Luz e que fiz com ajuda de uma calcinha dela... Entrei no banheiro pra me lavar e bati mais uma imaginando a puta atrás da porta me ouvindo se masturbar e querendo entrar, a muito puta da Elizabeth... Que punheta!!!
Uns dias depois, recebemos a notícia que uns primos iam viajar do Equador e que meu pai falou com a irmã dele, e ela se ofereceu pra recebê-los em Madri já que tinham que chegar em Múrcia onde mora minha tia. Numa sexta, recebemos os primos: Roberto, uns 20 anos, pele morena, cabelo preto, corpo bruto, mãos grandes, voz grossa e muito másculo na aparência, atitude e jeito de se vestir; e o irmão dele, Hernán, uns 15 anos, pele branca, cabelo preto, corpo muito magro e frágil, voz fina e um comportamento e um jeito de se vestir muito afeminado, aliás, usava umas calças que marcavam uma bunda empinada. Eu conhecia eles, mas nunca tinha convivido de verdade. Naquela noite, jantando, pude perceber como os primos se olhavam, de um jeito sério, como cheio de raiva que Roberto olhava pro irmão. Não dei muita importância, falei: "deve ser porque ele é o mais velho". Enquanto isso, o outro com olhar desviado, voz baixa, submisso e concordando com tudo. Na hora de dormir, fomos os três juntos no meu quarto, já que a casa só tem dois cômodos. Meu velho levou a puta dele pra cama, a velha Elisabeth, e nós fomos pro meu quarto: eu na cama e eles dois se acomodaram num colchão no chão, falando besteira e jogando PlayStation. Dava pra ver quem mandava naqueles dois. As horas passaram, apagamos a luz e tentei dormir. Dava pra ouvir sussurros e movimentos entre os primos, o som do lençol que eles usavam pra se cobrir. Depois de um tempo, peguei no sono. Já de madrugada, entre sonhos, ouvia gemidos e batidas numa das minhas paredes. Meio que abri os olhos: vinha do quarto dos meus pais. O tum-tum com o rangido da cama, e os gemidos porque a boca dela tava livre do pedaço enorme de carne do meu velho. Uma puta gostosa sendo castigada, preenchida brutalmente como a vadia que a velha Elisabeth é. Meu pau respondeu na hora aos sons de prazer daquela puta dona de casa. Nesse momento, ouvi sussurros, caindo na real de que não tava sozinho. Com a pouca luz que entrava pela janela, virei e vi Hernán se masturbando com uma mão e, com a outra, batendo punheta pro irmão mais velho — um pau de tamanho bem grande, mas muito mais grosso que o meu, me lembrava o do meu pai. De olhos fechados, ele enfiava o dedo do meio no próprio cu. O lençol já tinha ido embora, e os sussurros dos dois se misturavam com os gemidos e meios gritos da puta da mãe que me pariu... ...sabia que ela era muito vadia e não conseguiu esperar ter visita em casa, queria o pau enorme do meu velho dentro dela, mostrando o quanto é puta e como é bem servida. "Vai, viado, vai", falava baixinho Roberto enquanto via o outro se divertir, e Hernán fazia a parte dele — rápido e forte, enfiando o dedo com toda energia enquanto batia punheta pro belo pau que tinha na outra mão. Dava pra ver que os dois estavam se acabando. que não era a primeira vez que se masturbavam daquele jeito, eu comecei a curtir o espetáculo que estavam me dando. Minha burrada de começar a bater uma fez com que um deles percebesse.
• Roberto: E aí, primo, curtindo a bucetuda que tão metendo na tia!!! Falou rindo
• Eu: Já vi que vocês também tão gostando!!! Gosta de bater uma pro teu irmão??
• Roberto: Ele é minha putinha viada, não sabia que teu primo Hernán é uma prima!!! Riu de novo, é verdade, seu promíscuo, seu viadinho de merda, puxando o cabelo curto dele.
• Hernán: Siiiiim respondeu timidamente
• Roberto: Vem, vou te mostrar o que a Hernancita pode fazer pra gente!!! Levantou-se altivo com aquela pica dura como um carvalho, de tanto carinho que tinha recebido do irmãozinho, deixando Hernán de cócoras naquele colchão.
• Roberto: Essa viada chupa melhor que qualquer mulher, por isso tenho ela como minha putinha pessoal. Dito isso, segurou a cabeça dele puxando pelos cabelos, engole, puta, a pica que te faz tão feliz. Hernán abriu a boca e meteu de uma só vez a pica do irmão dominador. De um lado, eu ouvia os gemidos da minha mãe sendo comida pelo meu pai de um jeito desesperado, e do outro, via meus dois primos, um chupando a pica do outro, aquela pica grossa, grande, cor de canela, entrando naquela boca de lábios finos, mas com uma maestria incrível pra fazer o Roberto gozar, jogando a cabeça pra trás, ouço ele dizer: essa pica faz falta pra tia parar de gritar, ahhhhhhh, vamos, Hernancita, mostra pro Dani como você chupa!!! Eu comecei a bater uma enquanto Hernán, por tudo que tava ouvindo e chupando, começou a tocar na própria pica, tentando se masturbar.
• Roberto: Vem, primo, te cedo meu lugar, mostra, viadinha puta, como você chupa. Eu me aproximei, na hora ele se jogou na dureza da minha pica, onde pude sentir o fundo da boca dele, tímida, morna, bem babada, Agghhhhh até o fundo [a Hernancita era uma prima muito puta e eu sem saber, guaaaaa] minha cabeça não tava Não acredito que meu primo estava chupando meu pau, fazendo melhor que qualquer mulher. Eu curtia cada movimento da língua dele. Quando aquele líquido pré-seminal começou a sair, ele começou a chupar. Entre a língua quente e carinhosa dele e a boca, eu me sentia no céu. Naquele momento, Roberto segurava firme a priminha (a gente chamava ela assim e fazia ela se sentir a puta, a vagabunda da casa), enquanto Hernán, sem parar de chupar, não perdia detalhe dos centímetros do meu pau. Puxando as cadeiras dela, ele deixou ela posicionada como uma verdadeira puta. Era delicioso ver como, com um único empurrão, Roberto enfiou o pau dentro do irmão. Tirando o pau da boca, ele soltou um "Ahhhhh", mas não de dor, e sim de prazer, igual qualquer puta dando por os dois lados. Dava pra ver que aquele pau cabeçudo, cheio de veias, grande e escuro do Roberto não era a primeira vez que entrava naquele buraco. Quando Hernancita colocou a bunda mais pra cima e inclinou o corpo pra frente, foi o sinal pro irmão mais velho começar a meter como um animal, sem pena nenhuma. Ver aquele pau entrando no primo me deixava mais excitado. Os gemidos afeminados da minha prima puta Hernancita e os da minha mãe puta se misturavam, e chegou num ponto que eu não sabia qual puta tava mais gostosa: se a minha mãe, que tava com o pauzão do meu pai, ou a minha prima puta, aproveitando nossos paus. Uffff, comecei a castigar a Hernancita, imitando o movimento do Roberto. Num instante, nós dois estávamos comendo aquela bichinha promíscua de olhos meigos, mas de bunda inquieta. Nossos paus entravam nela ao mesmo tempo, o "pum pum pum" do choque da pélvis dela com aquela bunda que antes apertava aquela calça. Enquanto Roberto dava tapas naquela bunda empinada e a puta mexia de um lado pro outro com o pau do irmão mais velho dentro, eu não parava de ir e vir na boca dela, tirando uma quantidade de saliva sem parar. Foi aí que ouvi a proposta do Roberto:
• Roberto: PRIMO, QUERO QUE ESSA PUTA PROVE OUTRO PAU DA FAMÍLIA!!! Quer enfiar nessa bunda? Tudo fica em família!!! E começou a rir. Eu me abaixei pra ver a cara do Hernán de boca cheia, ele fechou os olhos como concordando com o que o irmão mandava. Naquele momento, puxamos nossas pirocas pra fora, ela ficou esperando, ansiosa, na mesma posição. A Hernancita queria provar minha piroca também. Quando fiquei por trás, pude ver aquelas nádegas empinadas, brancas, e aquela bunda toda arrombada e faminta por mais... enquanto olhava de viés, com tesão, a piroca que ia penetrar ela.
• Roberto: Sabe, primo? Minha Hernancita eu comi virgem, meu pai antes de morrer... e arrombava a bunda dela toda vez que chegava bêbado, enchia ela de porra por cima e por baixo. Por isso essa bunda tá assim, come pirocas.
Ao ouvir isso e o barulho da cama dos meus pais batendo na parede do meu quarto, como ela gemia que nem uma puta bem comida, como a tia Elizabeth transa, soltou o Roberto, mas essa puta não fica atrás. Fez eu começar a meter a entrada da minha piroca de um jeito animal, além de ter o colchão no chão, ajudou o trio familiar; o tesão de sermos ouvidos pelos meus pais também tava garantido. Gemidos e barulhos que terminaram em silêncio. Segurando a piroca do Roberto na mão, ela se atreveu a falar:
• Hernán: Robe... ahhhhh... que piroca gostosa que o priminho Daniel tem, ahhhhh... que delícia... Robe... Robe, ahhhhhh
• Roberto: Enfia minha piroca na boca, puta, e cala a boca, sua vadia!!! Já tava na hora de você sentir falta de outra piroca... Tá com saudade da piroca do nosso pai, é, viadinho? ... ehhh, puta, chupa
Um único soco foi suficiente pra enfiar na boca dela e começar a foder a boca da pequena...
• Roberto: Faz o primo Daniel se divertir, é família!!! Ele soltou
Nisso, eu senti o momento em que o vai e vem da minha piroca começou a apertar a bunda dela. A fricção era alucinante, e a sensação que eu tinha naquele momento, enquanto ela praticamente devorava a piroca enorme do irmão mais velho, dava pra ver que já fazia um tempo que ela fazia aquilo. Ela aproveitava cada... centímetro daquele pedaço tremendo de carne e os fios de saliva que ela produzia… que puta!!! falei e ela adorou, apertando a bunda e deixando ela mais exposta de quatro. queria meu gozo, os gemidos da minha mãe se misturavam com os dela, naquele momento falei vou gozar!!! • Hernán: tirando aquela cock preta da boca e virando pra me olhar, falou Me enche!!!! Enquanto fios e fios se soltavam da boca dela. Uffff meu coração batia mais rápido e meu corpo começou a sentir os estragos da minha gozada, sentia jorros e jorros saindo da minha cock pra satisfazer e encher a bunda do meu primo gostoso… gostoso ahhhhhh ouvi ele exclamar feliz por ser preenchido… tudo fica em família como o Roberto disse, eu pensei, tirei minha cock já murcha mas deliciosa ao sentir a bunda ainda apertada do Hernán, pouco depois de tirar ela inteira vi como brotos de gozo começaram a aparecer naquele buraco faminto e de interesses carnívoros e do meu gozo. Ao se colocar de cócoras pra continuar aproveitando aquela cock que já sentia com direitos, ele batia punheta com as mãos e com a boca usando a língua de cima pra baixo, tudo pra ver o irmão mais velho feliz, eu não perdia detalhe enquanto ele descia uma das mãos procurando o próprio pau meio duro e começou Hernán a se masturbar também. Os dois irmãos gozando e se dando prazer. A imagem de vê-lo de cócoras, com o cu vazando uma amostra de mim, um fio de gozo manchando o colchão, o tesão do Hernán era tanto que depois de um tempo batendo punheta ele começou a gozar, o sêmen do Hernán saía da cock dele, arrancando pequenos espasmos e a quantidade da gozada dele se misturava com meus restos no colchão. • Roberto: já te encheram por baixo, eu vou te encher por cima ahhhhhh puta fodida ahhhhhhh Aquele par de primeiros jorros entraram no Hernán diretamente sem nenhum tipo de clemência nem dúvida; vi aumentar o tamanho das bochechas dele tentando apertar os lábios com a cock dentro (ele tava engolindo o gozo do irmão) aproveitando como ninguém e conseguiu mais e na comissura dos lábios dela começou a aparecer o rastro de porra dessa ambição fracassada, a quantidade tinha sido brutal, já que dava pra ver ela curtindo que na garganta dela tava descendo a porra do irmão que ela tanto ama e curte…………………………….
1 comentários - Masturbador tarado, fofoca, e meus pais não ajudam