LA ESPOSA PURITANA

Marta era a mulher do meu melhor amigo, a gente se conhecia há pelo menos 10 anos. Eduardo e Marta eram um casal convencional, dois filhos maravilhosos, uma vida sem problemas financeiros. Mas, pelo que o Eduardo me contava quando a gente tomava uns drinks, eles tinham um problema sério: a mulher dele era muito, mas muito puritana. Nunca entrava em brincadeiras ou contava histórias picantes, simplesmente se deitava em cima dela e, quando ele tentava algo mais safado, ela cortava na hora e dizia: "Mas o que você pensou que eu sou?". Marta era uma gostosa, o corpo dela de trinta e cinco primaveras mostrava aquela fase em que a mulher deixa de ser uma jovenzinha e vira uma senhora. Ela é morena, 1,60m, umas carnes deliciosas, não muito magra, uns peitos que se adivinhavam nada caídos, durinhos, com uns bicos que, nas muitas vezes que a gente se reunia, me deixavam vesgo e minha pica ficava dura que nem um cacete. Ela às vezes percebia minha excitação e ia pro quarto dela colocar o sutiã pra me mostrar que por ali não ia rolar. A gente passou muitos anos se reunindo, sabe como é, uns drinks, umas conversas legais, éramos amigos pra tudo. Mas nem tudo pode ser perfeito, e o imperfeito era eu. Nesse último ano, comecei a ficar obcecado por ela. Sabia que era impossível, mas meus pensamentos pecaminosos e a vontade de saber se a Marta era mesmo tão puritana quanto meu amigo dizia falavam mais alto. Minha profissão é carpinteiro, e um dia tive que instalar umas portas novas na casa nova deles. Subi pro sótão e me enfiei no trabalho. Não tinha ninguém, então me preparei pra trampar quando ouvi a porta da rua abrir. Era ela. "Oi! Tem alguém?" "Siiiiim, sobe, tô aqui em cima." Ela estava linda com uma saia preta, meia-calça e uma camisa branca (dois botões desabotoados). Quando me viu, veio me dar dois beijos, e no momento em que ia dar o primeiro na bochecha, eu virei e cravei um beijo na boca dela. Vi como ela... Nesse momento ela ficou vermelha de raiva e me disse: "Mas você é louco! O que está fazendo? Quem você pensa que eu sou? Vou contar pro Eduardo! Uma coisa é você ficar o dia inteiro me olhando, mas acho que passou dos limites." Eu só conseguia balbuciar meias palavras, pedir desculpas, mas ela estava cada vez mais histérica. Ela se virou e começou a descer as escadas, mas deu tanta azar que tropeçou e levou um puta tombo nas costas. Saí correndo pra ajudar, peguei ela no colo e levei pro quarto dela. "Deixa eu ver o que você fez…", eu dizia. "Pelo amor, sai daqui." "Não vou embora até ver o que aconteceu." Ela chorava. Peguei a blusa dela e fui desabotoando os botões. Só precisei tirar o primeiro pra começar a ver o sutiã preto e transparente dela. Ela, já calada, se deixava fazer. Tirei a blusa e mandei ela se deitar de bruços na cama. Fui no banheiro dela, peguei um pote de óleo e comecei a dar uma massagem leve na região. Ela estava tremendo, dava pra sentir que o corpo dela era um emaranhado de nervos ao sentir minhas mãos nas costas. Pedia desculpas pelo que aconteceu, e de verdade sentia muito, mas também sentia que meu p@u tava explodindo dentro da calça. De repente, ela começou a se acalmar, não reclamava mais, não tremia mais. Minhas mãos já não percorriam só a área machucada, mas começavam a acariciar os lados, chegando na saia dela, no fecho do sutiã. "Deixa eu soltar isso, senão não consigo continuar. Por favor… deixa." O broche saltou. Continuei a massagem, ela já só ficava em silêncio. Desabotoei o botão da saia e abaixei o zíper. Vi o começo da calcinha fio dental dela, preta, uhmmmmmmmmm, tava ficando louco. Abaixei a saia e comecei a acariciar as pernas dela, devagar, sem pressa. Fiquei de joelhos entre as pernas dela, levantei os pés e comecei a beijá-los. Minha outra mão acariciava entre as coxas, sem tocar na buc3t4, só uma carícia. De repente, ouvi um gemido. "Vira pra cá", eu disse. "Não… não faz isso comigo. A voz dela era um sussurro. Eu já não conseguia parar, virei ela e fiquei olhando, ela colocou o braço no rosto, fui beijando até chegar na altura da boca dela, afastei o braço e beijei ela de novo. No começo ela não abria a boca, mas de tanto insistir, notei que de repente ela abriu e me deu a língua. Minhas mãos estavam nos peitos dela, fui chupando o pescoço dela, minha boca nos mamilos dela, estavam duros igual pedra. Fui descendo mais, a calcinha sumiu nas minhas mãos, ali estava, um tesouro, sem um pelo, com um cheiro delicioso e perfeito. Sabia qual era minha intenção e ela me parou com a mão: "Não faz isso, não gosto". Minha língua já estava na buceta dela, o clitóris dela já estava na minha boca, chupei, chupei e chupei até ouvir ela gemer. Ela levantava o rosto, me olhava e enterrava de novo no travesseiro, não conseguia ficar quieta, até que vi ela arquear o corpo. Minha língua e meu piercing não paravam de esfregar até que um orgasmo fabuloso veio nela. Deitei do lado dela e falei: "Quero que você me toque. Marta, me toca." Ela esticou a mão e começou a me acariciar por cima da cueca, a mão dela subia e descia, ela suspirava. "Tira e chupa", ordenei. "Por favor, o que você vai pensar de mim?", ela disse, ficando vermelha. "Penso que você é uma gostosa e que tá com vontade agora", falei olhando nos olhos dela e na cara excitada dela. Ela baixou minha cueca e a cara dela era um poema, aproximei meu pau da boca dela, ela me deu um beijinho. "Bota a língua pra fora e chupa." Nossa, que maravilha que ela fez, chupava como se não tivesse comido na vida. Ela tava se abrindo e eu sabia qual ia ser o próximo passo. Entrei entre as pernas dela e, abrindo as pernas dela, meti meu pau de uma só enfiada. "Não mete, não! O que eu tô fazendo!" "Que gostoso, continua assim, não para." Claro que continuei, era delicioso ver o corpo dela se mexendo, como os peitos dela tremiam. Depois virei ela e meti de novo até o talo, já era só gritaria no quarto. "Como eu gosto! Continua, não para, que pau você tem, sinto ele tão... Dentro de mim. Sabia que não duraria muito mais e comecei a meter e tirar com força, puxando pra fora e enfiando de novo, sem piedade, até sentir ela perder o controle do corpo em outro orgasmo longo que fez meu esperm@ jorrar, e com uma última estocada enchi ela com meu leite quentinho. A gente se olhou nos olhos, sabendo que aquele segredo ia nos unir e que era o começo da transformação dela como mulher. Desde então, ela deixou de ser uma puritana aos meus olhos e se tornou uma mulher realizada.LA ESPOSA PURITANA

2 comentários - LA ESPOSA PURITANA

qye bueno que le mamaste los seno pero te comento aqui lo que pongas es lo de de menos aqui se habla de sexo abiertamnete como por exemplo yo diria que me encantaria mamarle los senos o que le tieens miedo as su marido