Voltei para a casa do meu sogro para jantar com ele e minha esposa, depois de tomar umas cervejas com o Seu Jorge (e toda a porra dele também) na casa dele. Mas naquele 30 de dezembro, o Seu Yiyo tinha acabado sem comer a Ale, e toda a porra dele eu tinha provado, servida no vidro da mesa dele enquanto minha esposa não perdia um detalhe pela chamada do WhatsApp.
Depois do jantar, fomos para a cama com a Ale muito excitados, lembrando do que tinha acontecido naquela tardinha, e imaginando um monte de situações que poderiam rolar no dia seguinte.
O dia 31 começou com muito calor, e o mais relevante não foi o encontro que a Ale teve com o Seu Jorge na hora da sesta, no qual eu pude estar presente pela chamada do WhatsApp onde os dois, pela tela do celular, zombavam e me humilhavam ao máximo. O que queremos destacar nesse relato sobre o velho amigo do meu sogro é o que aconteceu à noite, nos primeiros minutos do ano novo.
Obviamente, aquela trepada da tarde que acompanhei por videchamada me masturbando enquanto a Ale gozava e junto com o amigo sexagenário do meu sogro me humilhavam por ser corno e ter pau curto (e mole), não é o mais relevante. À noite, junto com a Ale e meu sogro, nos reunimos para jantar na casa da irmã viúva dele, e o Seu Jorge estava convidado para passar com a gente. Comemos no quintal, já que o calor estava sufocante. A Ale estava com um vestido branco, de um tecido fino, sem sutiã e solto, bem de verão, com umas sandálias de salto alto que estilizavam as pernas dela. A Ale estava realmente gostosa, totalmente desejável para qualquer homem que consegue ter uma ereção, desde um adolescente até um sexagenário. Compartilhamos o jantar, brindamos ao chegar as 12 e, depois dos cumprimentos e desejos de praxe, a Ale se ofereceu para levantar a mesa da tia, lavar os talheres e preparar uma bandeja de coisas doces.
— Vocês fiquem aí conversando fora que lá dentro deve estar insuportável, eu vou lavar a louça e preparo o doce e já volto.
Ficamos os 4 no pátio falando coisas sem sentido quando depois de um tempo don Jorge se levanta da mesa e nos diz: -vou ao banheiro e depois preparo um lemonchamp, para acompanhar o Panetone que o Ale trouxe (enquanto me dá uma piscadela imperceptível) -Nossa que tasty, quanto tempo faz que não tomo lemonchamp, disse a tia -pra você Tomás, você gosta de lemonchamp? -(captando ou achando que entendi por onde ele estava indo) sim, adoro, tenta fazer bastante, porque sou fanático. Quando tem não consigo parar de tomar -ok, já volto (disse, e olhou pro meu sogro e pra irmã dele por trás fazendo um sinal pedindo pra eu me encarregar de mantê-los entretidos enquanto ele cuidava de ir lá dentro pra preparar o "lemonchamp") Eu tava lá dando papo pro meu sogro e pra irmã dele, falando uma coisa com a boca e pensando na minha cabeça que minha esposa lá dentro com certeza tava recebendo rola do sexagenário de pau grande, realmente tava difícil fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Depois de um tempo, uns 15 minutos que foram uma eternidade, don Jorge sai pro pátio, ajustando o cinto da calça e se certificando que o zíper tava bem fechado na braguilha e ao chegar na mesa me diz: -Tomás, o Ale diz pra você ir provar o lemonchamp que preparei pra ver o que você acha, se tiver bom traz pra gente tomar todos… Claro que a decodificação da mensagem era: Sua esposa diz pra você ir tomar a porra que deixei na buceta dela, que limpe bem Mal entrei fechei a porta e o Ale me diz: -vai amor, me limpa bem toda a porra que já tá começando a escorrer pelas minhas pernas. E ainda por cima gozei um monte o filho da puta… O velho tinha levantado o vestido, aberto as pernas dela, puxado a calcinha pro lado, com uma mão na cintura e a outra na boca pra tentar abafar os gemidos, enquanto o Ale se segurava nas canelas e na bancada aguentando as enfiadas -te falei que meu pau ia ser o último que você ia comer ano passado e o primeiro em comer você esse ano, e tô cumprindo. Não deve ter fodido com o corno do seu marido quando voltou da minha casa, né? - kkkkk, não, tio… como vou querer transar com o Tomás depois de ter comido um pau lindo, grande e duro como o seu? Você me come como um macho de verdade, por favor… vai, tio, me dá pau, me fode rápido e goza em mim pra ninguém desconfiar - seu marido já imagina que você tá comendo pau, putinha, vou me apressar pra seu pai e sua tia não desconfiarem. Amanhã espero vocês na minha piscina à tarde pra gente se divertir os três, enquanto seu velho dorme a sesta - bota na minha bunda, tio… por favor… ahhhhh - não, putinha, a bunda eu faço bem amanhã, depois que o corno do seu marido preparar bem na minha frente… quero ouvir ele me pedir por favor pra te comer pela bunda… agora vou foder sua buceta, toda, te encher de porra pra ele vir te limpar e de quebra preparar o lemonchamp, não vai pensar que vou fazer isso eu. - não, tio, você só tem que se preocupar em comer a esposa dele… nada mais, dar prazer pra ela como uma putinha - e como o tio te come? Você gosta? Gosta do pau do tio??? - sim, adoro seu pau, tio, me perco… - pede minha porra… ou não quer, putinha? - Siiiii… quero sua porra, tio… vai… enche minha xota de porra, tio, e chama o corno pra vir me limpar e tomar tudo… vai - aí tá, putinha… o tio te dá a porra, como você tanto gosta… aí vai… uhhhh… ahhhh… toma, putinha… toma tudoooooo……….. Enquanto ele enfiava o pau bem fundo na buceta da Ale, ficando só as bolas pra fora. Depois que acabaram os espasmos e pulsadas daquele pirocão, ele foi tirando devagar enquanto a Ale fechava as pernas tentando segurar todo aquele néctar lindo até eu fazer minha entrada. Logicamente, enquanto eu ia degustando toda a porra do velho, a Ale me contava tudo isso e eu gozei sem nem me tocar, manchando toda a cueca e a bermuda que eu tava usando. Terminei de limpar a buceta da minha esposa e preparei o lemonchamp enquanto saio com a jarra e as taças pro pátio. - se sujou a bermuda (me diz o Jorge) - é, derrubei um um pouco de lemonchamp (e pisquei pra ela)
Depois do jantar, fomos para a cama com a Ale muito excitados, lembrando do que tinha acontecido naquela tardinha, e imaginando um monte de situações que poderiam rolar no dia seguinte.
O dia 31 começou com muito calor, e o mais relevante não foi o encontro que a Ale teve com o Seu Jorge na hora da sesta, no qual eu pude estar presente pela chamada do WhatsApp onde os dois, pela tela do celular, zombavam e me humilhavam ao máximo. O que queremos destacar nesse relato sobre o velho amigo do meu sogro é o que aconteceu à noite, nos primeiros minutos do ano novo.
Obviamente, aquela trepada da tarde que acompanhei por videchamada me masturbando enquanto a Ale gozava e junto com o amigo sexagenário do meu sogro me humilhavam por ser corno e ter pau curto (e mole), não é o mais relevante. À noite, junto com a Ale e meu sogro, nos reunimos para jantar na casa da irmã viúva dele, e o Seu Jorge estava convidado para passar com a gente. Comemos no quintal, já que o calor estava sufocante. A Ale estava com um vestido branco, de um tecido fino, sem sutiã e solto, bem de verão, com umas sandálias de salto alto que estilizavam as pernas dela. A Ale estava realmente gostosa, totalmente desejável para qualquer homem que consegue ter uma ereção, desde um adolescente até um sexagenário. Compartilhamos o jantar, brindamos ao chegar as 12 e, depois dos cumprimentos e desejos de praxe, a Ale se ofereceu para levantar a mesa da tia, lavar os talheres e preparar uma bandeja de coisas doces.
— Vocês fiquem aí conversando fora que lá dentro deve estar insuportável, eu vou lavar a louça e preparo o doce e já volto.
Ficamos os 4 no pátio falando coisas sem sentido quando depois de um tempo don Jorge se levanta da mesa e nos diz: -vou ao banheiro e depois preparo um lemonchamp, para acompanhar o Panetone que o Ale trouxe (enquanto me dá uma piscadela imperceptível) -Nossa que tasty, quanto tempo faz que não tomo lemonchamp, disse a tia -pra você Tomás, você gosta de lemonchamp? -(captando ou achando que entendi por onde ele estava indo) sim, adoro, tenta fazer bastante, porque sou fanático. Quando tem não consigo parar de tomar -ok, já volto (disse, e olhou pro meu sogro e pra irmã dele por trás fazendo um sinal pedindo pra eu me encarregar de mantê-los entretidos enquanto ele cuidava de ir lá dentro pra preparar o "lemonchamp") Eu tava lá dando papo pro meu sogro e pra irmã dele, falando uma coisa com a boca e pensando na minha cabeça que minha esposa lá dentro com certeza tava recebendo rola do sexagenário de pau grande, realmente tava difícil fazer as duas coisas ao mesmo tempo. Depois de um tempo, uns 15 minutos que foram uma eternidade, don Jorge sai pro pátio, ajustando o cinto da calça e se certificando que o zíper tava bem fechado na braguilha e ao chegar na mesa me diz: -Tomás, o Ale diz pra você ir provar o lemonchamp que preparei pra ver o que você acha, se tiver bom traz pra gente tomar todos… Claro que a decodificação da mensagem era: Sua esposa diz pra você ir tomar a porra que deixei na buceta dela, que limpe bem Mal entrei fechei a porta e o Ale me diz: -vai amor, me limpa bem toda a porra que já tá começando a escorrer pelas minhas pernas. E ainda por cima gozei um monte o filho da puta… O velho tinha levantado o vestido, aberto as pernas dela, puxado a calcinha pro lado, com uma mão na cintura e a outra na boca pra tentar abafar os gemidos, enquanto o Ale se segurava nas canelas e na bancada aguentando as enfiadas -te falei que meu pau ia ser o último que você ia comer ano passado e o primeiro em comer você esse ano, e tô cumprindo. Não deve ter fodido com o corno do seu marido quando voltou da minha casa, né? - kkkkk, não, tio… como vou querer transar com o Tomás depois de ter comido um pau lindo, grande e duro como o seu? Você me come como um macho de verdade, por favor… vai, tio, me dá pau, me fode rápido e goza em mim pra ninguém desconfiar - seu marido já imagina que você tá comendo pau, putinha, vou me apressar pra seu pai e sua tia não desconfiarem. Amanhã espero vocês na minha piscina à tarde pra gente se divertir os três, enquanto seu velho dorme a sesta - bota na minha bunda, tio… por favor… ahhhhh - não, putinha, a bunda eu faço bem amanhã, depois que o corno do seu marido preparar bem na minha frente… quero ouvir ele me pedir por favor pra te comer pela bunda… agora vou foder sua buceta, toda, te encher de porra pra ele vir te limpar e de quebra preparar o lemonchamp, não vai pensar que vou fazer isso eu. - não, tio, você só tem que se preocupar em comer a esposa dele… nada mais, dar prazer pra ela como uma putinha - e como o tio te come? Você gosta? Gosta do pau do tio??? - sim, adoro seu pau, tio, me perco… - pede minha porra… ou não quer, putinha? - Siiiii… quero sua porra, tio… vai… enche minha xota de porra, tio, e chama o corno pra vir me limpar e tomar tudo… vai - aí tá, putinha… o tio te dá a porra, como você tanto gosta… aí vai… uhhhh… ahhhh… toma, putinha… toma tudoooooo……….. Enquanto ele enfiava o pau bem fundo na buceta da Ale, ficando só as bolas pra fora. Depois que acabaram os espasmos e pulsadas daquele pirocão, ele foi tirando devagar enquanto a Ale fechava as pernas tentando segurar todo aquele néctar lindo até eu fazer minha entrada. Logicamente, enquanto eu ia degustando toda a porra do velho, a Ale me contava tudo isso e eu gozei sem nem me tocar, manchando toda a cueca e a bermuda que eu tava usando. Terminei de limpar a buceta da minha esposa e preparei o lemonchamp enquanto saio com a jarra e as taças pro pátio. - se sujou a bermuda (me diz o Jorge) - é, derrubei um um pouco de lemonchamp (e pisquei pra ela)
5 comentários - A fin de año, blanqueamos con Don Jorge (2da parte)
Imagino que siguieron!! Ale se hizo adicta a esa pija y vos a la leche, como nos gusta a los cornudos!
felicitaciones Misko