Sofia estava feliz pela relação que tinha desenvolvido em pouco tempo com a irmã Mariángeles (Angie só para ela). Elas se comportavam como verdadeiras amigas, e ela sentia que o episódio de ter se exibido na frente dela transando com Luciano ia permitir que ela subisse na confiança que ambas tinham uma pela outra. A decepção chegou como a água de uma banheira que vai esfriando até acabar congelando ela.
À noite, Sofia pega o celular para trocar ideia com a freira gostosa, mas se decepciona ao ver que a última conexão tinha sido há 2 horas. Claramente, ela desligou o telefone ou colocou no modo avião. Que estranho, ela pensou.
No domingo, a mesma coisa: Sofia tentou escrever de novo e não teve resposta, o telefone da irmã Mariángeles continuava sem conexão.
Na segunda-feira, Sofia entrou no colégio e procurou a irmã, que não aparecia em lugar nenhum. Perguntou ao Luciano e à Josefina, sua melhor amiga, e os dois disseram que não tinham visto ela. Chegou o primeiro recreio e ela foi atrás. O resultado era o esperado: não encontrou.
No segundo recreio, a ansiedade começou a corroer Sofia, e ela procurou até na sala dos professores. Os alunos tinham entrada proibida lá. Perguntou, e a resposta veio como um raio. A irmã Mariángeles não vem mais.
Sofia foi tomada pela angústia, só tinham se passado 48 horas daquele encontro com Luciano na cozinha da escola, sob o olhar da freira. O que poderia ter acontecido? O rosto da garota parecia desfigurado de angústia. Tanto que a professora perguntou se algo estava errado. Sofia se virou para encará-la, confirmando. Como assim, ela não vem mais? Não vem mais, foi pra um retiro espiritual por tempo indeterminado. E não posso falar com ela? Não, ela deve ter desligado tudo e nos retiros a essência é essa – dizia a professora tagarela. Não pode ser – concluiu Sofia em voz alta Aconteceu alguma coisa? – quis saber a professora Ela tava me explicando matemática – mentiu Sofi pela metade. Bom, os retiros são por um tempo determinado… Quanto? – perguntou Sofia rapidamente. Não sei, mas eles não são eternos E vai voltar pra escola? Sim, mas não sei quando.
A culpa tomou conta da Sofia.
Ela tinha ido longe demais ao agir daquele jeito com uma freira e provocá-la do jeito que fez.
Pra piorar, o padre Roberto chamou a Sofia pra conversar e ela temeu o pior: que a irmã tivesse se confessado com o padre e dedurado ela e o Luciano. Quando o padre Roberto começou a falar, ela achou que ia desmaiar. Oi Sofia Oi, Padre Sabia que a irmã Mariángeles foi pro convento? Sim – disse secamente Bom, antes de ir embora, ele me disse que lamentava não poder continuar te ensinando matemática.
Sofia recuperou parcialmente a tranquilidade. Ah, foi só isso que ele disse pra ela? Não, só isso não… E aí, mais alguma coisa? Deixou esta carta pra você.
Sofia pegou o envelope tremendo e percebeu que estava lacrado com cola, claramente não queria que ninguém abrisse. Valeu, padre – falou seca e foi embora.
Quando ficou sozinha e sem ninguém por perto, sentou e, sem abrir, olhou o envelope dos dois lados. Ele tinha fechado com todo cuidado, isso era sinal de que o que tinha pra contar era completamente secreto. Ainda tremendo, abriu devagar e com muito cuidado. O papel estava dobrado e com uma letra clara e precisa. Começou a ler.
Querida Sofia:
Espero que você esteja muito bem. Antes de tudo, quero te dizer que te amo muito, te considero uma amiga e curto pra caralho a relação que a gente tem, onde somos bem francas e cúmplices uma com a outra.
Sofia respirou fundo e releu aquele parágrafo. Falar no presente da amizade a animava a pensar que ia vê-la de novo em breve. Continuou lendo.
Quero que você saiba que fui para um retiro espiritual por uma decisão abrupta que tomei depois do que aconteceu no sábado. Preciso me reencontrar no caminho do senhor. Pra mim, é um puta passo reconhecer isso e lembrar que Deus tá sempre pronto pra nos ouvir e perdoar se a gente se arrepender de verdade dos nossos erros.
Nesse parágrafo, Sofia se sentiu culpada pelo que tinha feito com a amiga religiosa, manipulando ela.
Não quero deixar de te dizer isso e quero que você saiba e tenha bem claro que não deve se sentir culpada por nada do que rolou. Não quero que você interprete errado o que tô escrevendo. Lembra que voltar ao caminho do senhor é um processo gradual e não vai acontecer da noite pro dia. Mas, com dedicação e esforço, tenho certeza que vou conseguir retomar minha conexão com Deus.
Sofia se emocionou ao perceber que cada coisa que a freira escrevia respondia às perguntas que ela mesma ia fazendo. Achou que não ia falar do assunto sexual, era algo muito pesado pra colocar numa carta, mas precisava de alguma palavra da freira. Quando voltou os olhos pra carta, não conseguia acreditar no que tava lendo.
É muito difícil pra mim falar isso, mas sinto que preciso compartilhar meus sentimentos com você. Ultimamente, tenho lidado com confusão e desejo sexual, e não sei como lidar com isso.
Sei que nossas conversas sempre foram sinceras, e espero que você possa me ouvir sem me julgar. Me sinto confusa porque não sei se esse desejo é normal ou não. Às vezes sinto que está fora do meu controle e me preocupo que possa me levar a fazer coisas que não quero.
Sei que a sexualidade é um assunto complicado e pode ser difícil de falar, mas sinto que não posso manter isso em segredo. Preciso do seu apoio e compreensão enquanto tento entender meus sentimentos e como lidar com eles.
Não tenho certeza do que fazer a seguir, acho que o retiro espiritual é a melhor decisão por enquanto, mas estou aberta a qualquer conselho ou recursos que você possa compartilhar comigo. Também estou pensando em buscar ajuda profissional para poder falar sobre isso com alguém que tenha experiência no assunto.
Obrigada por me ouvir e por ser uma amiga em quem posso confiar. Espero que possamos continuar conversando aberta e honestamente como sempre fizemos.
Sofia fechou a carta apertando-a contra o peito, as lágrimas escorriam dos seus olhos e seu olhar se perdia dentro da jaula e na completa solidão. Os sentimentos se agitavam dentro dela. Por um lado, sentia responsabilidade por tudo que tinha acontecido, mas, por outro, sentia a plenitude de saber que Angie (a irmã Mariángeles) a considerava uma amiga fiel. Enxugou as lágrimas e ficou sentada. Guardou a carta na mochila e foi vendo seus colegas voltarem lentamente para a aula entre risadas e gritos.
Passou mais de uma semana, na qual Sofia tinha mexido no celular de vez em quando e não tinha novidades da sua amiga religiosa. Conforme os dias foram passando, ela foi se perguntando o que aconteceria com Angie. Será que ela voltaria para o colégio assim, sem mais nem menos?
Na segunda-feira, Sofia estava entrando no colégio e sentiu que a chamavam suavemente. Percebeu na mesma hora e ficou paralisada como se tudo tivesse parado naquele momento. Era a voz da Irmã Mariángeles, Angie. Ela virou o corpo e sentiu o resto do mundo desaparecer. Só tinha olhos pra ela. O rosto dela fez uma careta de emoção, choro e alegria ao mesmo tempo. Sem hesitar, acelerou o passo em direção à religiosa que a olhava com alegria. A irmã fez um gesto com as mãos pra baixo, pedindo pra ela moderar a empolgação — estavam no colégio e não podiam se cumprimentar com tanta efusividade. Sofia não conseguiu se segurar e beijou a irmã na bochecha, segurando a vontade de abraçá-la. Oi Sofi! Como você tá? – disse a irmã Agora muito bem, Ang…, desculpa Irmã Mariângeles – disse Sofia olhando para os dois lados Obrigada – disse a religiosa com um olhar de carinho que desmontava qualquer um. Valeu pra você também, ehhh pra você, irmã, por… Por quê? – quis saber a freirinha Por lembrar de mim e me escrever uma carta. Foi muito difícil pra mim – dizia a freira Eu sei e por isso te agradeço muito. Você não tem nada que me agradecer. Bom, como foi no retiro? – quis saber Sofia É longo pra contar aqui no corredor. E quando a gente se vê?" – A Sofia tava morrendo de vontade de saber mais detalhes. Combinamos pelo WhatsApp – disse a freirinha Ah sim, sim Bom, agora vai pra aula – despediu-se a irmã Mariângeles
Na aula, Sofia parecia outra pessoa, alegre, divertida e muito extrovertida, queria participar da aula, falava com Josefina, sua amiga.
À tarde, chegou da escola e mandou um WhatsApp pra freira Oi, Angie! Oi Sofi – a resposta não demorou pra chegar —Quando posso te ver? — perguntou Sofia sem rodeios. Não sei, sábado? – a freira escrevia Não pode ser antes? É que aqui tem muita gente circulando e a gente não vai conseguir conversar sossegadas. Ah, entendi – Sofia ficou desiludida Vai ter que ser no sábado. Você não pode sair? A Sofia se jogou. Sim, poder eu posso, mas pra ir aonde? Na minha casa Sei lá, cê acha? Sim, minha mãe não tá em casa e a gente podia conversar de boa. Hoje? - Perguntou a irmã rapidamente, ela também estava ansiosa. Sim, sim, hoje minha mãe não tá em casa, ela viajou. Ah, beleza, que horas? Que horas? Hahaha kkkkk
As duas escreveram a mesma coisa ao mesmo tempo e ficaram rindo, cada uma olhando pra tela do celular.
Às 6 da tarde, a irmã Mariángeles, vestida com o hábito completo, tocou a campainha na casa da Sofia. Ela desceu pra abrir a porta e fez a freira entrar. Assim que entrou, Sofia abriu os braços, fazendo menção de abraçar a freira, dizendo: Posso? Claro! – Disse a religiosa e também abriu os braços.
Elas se abraçaram forte e ficaram grudadas por um bom tempo, sem conseguir se soltar. As duas sentiam a necessidade de sentir a outra por perto e não se seguraram. Vamos pro meu quarto – disse Sofia ao se separar. Vamos.
A Sofía mostrou rapidamente a casa enquanto preparava a garrafa térmica pro mate e subiram pro quarto da jovem.
A irmã não parava de olhar tudo que via e perguntava fascinada pelos quadros, enfeites e pôsteres que a Sofía tinha no quarto dela.
Sentaram na cama e começaram a conversar. — Como foi com o retiro? — perguntou Sofia na hora.
A Mariángeles adorava a espontaneidade da Sofia, que não se segurava quando queria saber alguma coisa. Te falo a verdade Sim Não sei se me serviu de muita coisa Conseguiu pensar? É que não sei se queria pensar ou parar de pensar É que… - Sofia não sabia como entrar nesse terreno Não quero falar sobre isso ainda. Bom, tá bem Me conta como você anda? E a escola? Beleza, sem professor de matemática pra me ajudar, mas beleza – Sofia fez cara de tristeza e as duas caíram na risada.
Ficaram falando sobre mil assuntos por um tempão, nem percebiam que o tempo passava e já tava ficando tarde.
Quando a freira espiou pela janela e viu que escurecia, se assustou e falou: É tarde pra caralho, não posso chegar nesse horário na escola! Bom, fica pra dormir, ele disse pra ela Não posso, ainda mais na de uma aluna. E eles precisam saber disso?" – perguntou Sofia. Preciso avisar e não posso mentir Diz que você fica na casa da sua mãe Não! Isso é mentir. Você disse que vinha na minha casa? – quis saber Sofia Não Perfeito, então você diz que por segurança prefere ficar e não voltar tão tarde pra não incomodar na escola. Mariángeles olhou pra ela com um olhar severo de aviso, mas era tanta vontade de ficar que ela não resistiu e ligou pro colégio. Quem atendeu foi uma irmã jovem que não fez muitas perguntas, então ela disse bem direitinho: Vou dormir aqui hoje e amanhã cedo vou pra escola, só queria avisar a irmã pra ela não se preocupar. Ah, beleza, mana, vou avisar ela. Obrigado e cortou.
Se abraçaram quase comemorando. Mariángeles olhou pra ela e disse: Olha as coisas que você me faz fazer… Já te fiz fazer coisas piores… - Sofia sustentou o olhar deles. Sim – disse a freira e ficou completamente corada Não quero te fazer sentir mal" – disse Sofia, sentindo-se culpada. Não, fica tranquila, Sofia – disse a freira, que não conseguiu disfarçar sua perturbação.
Naquele exato instante, veio à cabeça da religiosa a imagem de Sofia de pernas abertas na mesa da cozinha e Luciano chupando a buceta dela por baixo, certamente bebendo seus sucos, enquanto ela se masturbava atrás da porta. Seu corpo tremeu de prazer e, sob o hábito, ela teve que fechar as pernas para sentir melhor sua cavidade molhada. Tá acontecendo alguma coisa?" – perguntou Sofia. Não, nada. Me diz a verdade – ela apressou É que… Você lembrou e ficou com tesão, né? Bom, não sei se… - a freira não tinha coragem O quê? Sim – concluiu a freira Não tem problema, não precisa ter vergonha, ainda mais comigo. Valeu Sou muito tarada" – confessou Sofia. Já percebi, hahaha – a freira fez uma piada curta, mas muito eficaz. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Acho que é a primeira vez que como num sofá e numa mesinha de centro – disse a freira. Ah, beleza – disse Sofia E aí, beleza? Minha primeira vez também foi nessa poltrona, hahaha – disse Sofia entre risadas. Hahaha – a freira ria muito da cara de pau da sua amiga aluna.
Terminaram a pizza e a Sofia colocou música e começou a dançar, convidou a freira que no início recusou o convite, mas depois acabou aceitando e dançando de hábito.
Colocaram Taylor Swift, Nirvana, Lali, a Rosalía, entre tantos, e se divertiram pra caralho. Vem comigo pro quarto que vou arrumar sua cama – disse Sofia Ah, vamos dormir no mesmo quarto? – apressou-se a freira Sim, óbvio Não usei roupa de dormir e por baixo do hábito… Não tem roupa? – quis saber Só de calcinha, tá calor – disse Mariángeles, seca. Claro, claro.
Sobem pro quarto e a Sofia se apressa pra arrumar a cama de baixo e começa a se despir com toda a naturalidade na frente da freira, que fica olhando ela, toda absorta. Você já me viu em situações piores, Angie – ria Sofia. Sim, é verdade – dizia a irmã Mariángeles.
Ela olhava para ela com incredulidade. Sofia tirou a camiseta e o short, ficando só de calcinha e sutiã brancos. O sutiã deixava adivinhar os mamilos dela. Quando a freira olhou para aquela região, sentiu como se os próprios mamilos também tivessem endurecido e sentiu vergonha.
Assim, de roupa íntima como estava, Sofia apontou para o quarto da mãe dela e deu a ela uma camiseta e uma calça comprida para levar e trocar de roupa lá.
Mariángeles estava atordoada, mas foi até o quarto da mãe de Sofia, fechando a porta atrás de si. Tirou o hábito rapidamente e não conseguiu evitar se olhar no espelho de calcinha, sutiã, meias e sapatos. Sentiu-se ridícula, por um lado, mas incrivelmente gostosa por outro. Os peitos dela pareciam inchados de tesão e os mamilos doíam de tão duros que estavam. Ainda se olhando no espelho, enfiou uma mão dentro da calcinha e se sentiu muito molhada. Já tá aí? – ouviu-se o grito da Sofia de longe Sim, sim – a irmã se recompôs e vestiu as roupas da Sofia.
Quando se olhou no espelho com a roupa da Sofia, a princípio não se reconheceu. Os peitos dela pareciam que iam estourar a camiseta, e o short também ficou pequeno. Ela se sentiu extremamente gostosa, e isso até que a agradou um pouco.
Chegou no quarto da Sofia, e ela ficou olhando pra ela por um bom tempo. Tava linda. A Sofia adorou o corpo da freira enfiado na própria roupa dela. Vários pensamentos dos mais diversos e perversos vieram à mente, mas ela tentou segurar. O que não conseguiu foi parar de olhar pra ela com desejo. E aí?" – disse a freira Nada, por quê?" – respondeu Sofia. É que você me olha de um jeito… Ah sim, é que a roupa tá meio apertada em você, né? Sim, um pouco, mas não tem problema. Nããão, como é que você vai dormir com roupa apertada! – disse Sofia Não vou dormir de calcinha… — esclareceu a freira. Não, claro, vem comigo – disse Sofia pegando a irmã pela mão. Que… pra onde a gente vai? Vou provar a roupa da minha mãe Nããããooooo Sim, pode ficar à vontade, sem problema.
Ao chegar no quarto da mãe, a Sofia viu na cama o hábito de freira estendido. Ai, esqueci de dobrar e levar. – disse a irmã Mariângeles Nããão, deixa ele esticado aí assim pra não amassar Bem – disse a freira Vamos ver – dizia Sofia enquanto revirava o guarda-roupa da mãe. Não se preocupa… Toma, veste isso. – disse Sofia, entregando a ela uma camisola de alças finas.
Sofia tinha feito de propósito. Era uma camisola bem sexy e quis testar a freira. A irmã olhou para ela com diversão e decidiu surpreender Sofia. Bom, vou colocar ele em mim. Quer que eu vá embora? – disse Sofia. Não, vira pra lá
Sofia se virou e a freira tirou o short e a camiseta que apertavam e vestiu a camisola por cima da roupa íntima, se virando de novo enquanto falava. Sofia ficou petrificada com o que via.
— Ficou perfeito em você! É? Bom, já vou dormir com isso. Mas assim não se usa Não? Como se usa Sem sutiã, além disso você vai ficar mais confortável pra dormir. Sim? Você dorme de calcinha sempre? – perguntou Sofia Sim – mentiu a irmã, que às vezes você dormia sem calcinha e ela adorava Nããão, você tem que dormir sem nada, pelo menos na parte de cima. Sim?? Vem, vira – Sofia a obrigou O quê?" – dizia a freira, mas se virava. Deixa comigo – dizia Sofia e soltava o sutiã dela Tiro ele? O que acha? – Dizia a freira divertida. Siii, vai nessa, afinal, ninguém vai ficar sabendo, a gente tá sozinha – a Sofía já tava ficando tesuda. Vamos lá – A freira tentava com dificuldade tirar o sutiã sem tirar a camisola, e tava penando. A Sofia, vendo o sufoco, foi ajudar e baixou uma alça da camisola dela. As mãos tremiam. Já a Mariángeles se sentia emocionada com tudo que tava rolando. Quando sentiu que ela baixou a alça da camisola, ficou toda mexida e um fiozinho escorreu lá dentro da buceta já molhada dela. Os bicos endureceram e os peitos pareciam inchar de tesão. Não vai dar nada se aparecer uma teta sua" – falou Sofia com tom de médica. Não, claro — dizia a freira toda excitada.
Finalmente conseguiu tirar o sutiã dela e ajeitou a camisola de seda. Era um espetáculo ver a irmã casta vestida assim. Ela era só uns 2 centímetros mais alta que a Sofia e o corpo parecia o de uma modelo de lingerie. Os peitos eram lindos de se adivinhar. Os biquinhos marcavam completamente na seda e deixavam a Sofia louca de tesão.
Por sua vez, a freira se olhou no espelho e se sentiu linda e sensual. O contato do tecido fino nos biquinhos a enlouquecia. Ela procurou o olhar da Sofia no espelho e a encarou com seriedade. Sofia devolveu o olhar e, com a voz rouca de excitação, disse: Você é uma gostosa, sabia? Sim? Sim, se você não fosse freira... O quê?" – quis saber a irmã Todo mundo te quereria… O quê? A freira queria se sentir desejada e que a Sofia dissesse isso com todas as palavras. Melhor não te contar.
A freira olhou para ela mais séria, e nos olhos dela dava pra ver a excitação de uma mulher no cio, com desejo puro. Todo mundo me quereria… o quê? Foder A irmã teve que fechar os olhos quando sentiu que ficava ainda mais molhada. Abriu eles de novo e, pelo espelho, conseguiu ver a Sofia. Vou ao banheiro" – disse a freira Vai pra esse – Sofia apontou pro banheiro no quarto da mãe dela Ah, assim que a freira entrou, ela baixou a calcinha e meteu sem demora dois dedos na buceta, que entraram com muita facilidade. Se perguntou se devia se masturbar e decidiu abrir a torneira pra disfarçar um pouco.
Do outro lado da porta, a Sofia preparava uma travessura das que mais gostava. Fazer um roleplay invertido com a freira.
Mariángeles estava muito excitada. Viu os dedos encharcados e fez algo que achou uma loucura. Abriu a boca e enfiou o indicador e o médio, degustando o próprio sabor. Uma corrente de excitação percorreu ela desde a buceta até a cabeça, passando pelo corpo todo, estremecendo ela como nunca antes. Será que foi um orgasmo sem se tocar, a irmã se perguntava? Lavou o rosto tentando se acalmar e achou que tinha conseguido. Se olhou no espelho de novo, e ele devolveu a imagem de uma loba no cio. Se virou e abriu a porta, não esperava encontrar o que encontrou…
(continua…)
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À noite, Sofia pega o celular para trocar ideia com a freira gostosa, mas se decepciona ao ver que a última conexão tinha sido há 2 horas. Claramente, ela desligou o telefone ou colocou no modo avião. Que estranho, ela pensou.
No domingo, a mesma coisa: Sofia tentou escrever de novo e não teve resposta, o telefone da irmã Mariángeles continuava sem conexão.
Na segunda-feira, Sofia entrou no colégio e procurou a irmã, que não aparecia em lugar nenhum. Perguntou ao Luciano e à Josefina, sua melhor amiga, e os dois disseram que não tinham visto ela. Chegou o primeiro recreio e ela foi atrás. O resultado era o esperado: não encontrou.
No segundo recreio, a ansiedade começou a corroer Sofia, e ela procurou até na sala dos professores. Os alunos tinham entrada proibida lá. Perguntou, e a resposta veio como um raio. A irmã Mariángeles não vem mais.
Sofia foi tomada pela angústia, só tinham se passado 48 horas daquele encontro com Luciano na cozinha da escola, sob o olhar da freira. O que poderia ter acontecido? O rosto da garota parecia desfigurado de angústia. Tanto que a professora perguntou se algo estava errado. Sofia se virou para encará-la, confirmando. Como assim, ela não vem mais? Não vem mais, foi pra um retiro espiritual por tempo indeterminado. E não posso falar com ela? Não, ela deve ter desligado tudo e nos retiros a essência é essa – dizia a professora tagarela. Não pode ser – concluiu Sofia em voz alta Aconteceu alguma coisa? – quis saber a professora Ela tava me explicando matemática – mentiu Sofi pela metade. Bom, os retiros são por um tempo determinado… Quanto? – perguntou Sofia rapidamente. Não sei, mas eles não são eternos E vai voltar pra escola? Sim, mas não sei quando.
A culpa tomou conta da Sofia.
Ela tinha ido longe demais ao agir daquele jeito com uma freira e provocá-la do jeito que fez.
Pra piorar, o padre Roberto chamou a Sofia pra conversar e ela temeu o pior: que a irmã tivesse se confessado com o padre e dedurado ela e o Luciano. Quando o padre Roberto começou a falar, ela achou que ia desmaiar. Oi Sofia Oi, Padre Sabia que a irmã Mariángeles foi pro convento? Sim – disse secamente Bom, antes de ir embora, ele me disse que lamentava não poder continuar te ensinando matemática.
Sofia recuperou parcialmente a tranquilidade. Ah, foi só isso que ele disse pra ela? Não, só isso não… E aí, mais alguma coisa? Deixou esta carta pra você.
Sofia pegou o envelope tremendo e percebeu que estava lacrado com cola, claramente não queria que ninguém abrisse. Valeu, padre – falou seca e foi embora.
Quando ficou sozinha e sem ninguém por perto, sentou e, sem abrir, olhou o envelope dos dois lados. Ele tinha fechado com todo cuidado, isso era sinal de que o que tinha pra contar era completamente secreto. Ainda tremendo, abriu devagar e com muito cuidado. O papel estava dobrado e com uma letra clara e precisa. Começou a ler.
Querida Sofia:
Espero que você esteja muito bem. Antes de tudo, quero te dizer que te amo muito, te considero uma amiga e curto pra caralho a relação que a gente tem, onde somos bem francas e cúmplices uma com a outra.
Sofia respirou fundo e releu aquele parágrafo. Falar no presente da amizade a animava a pensar que ia vê-la de novo em breve. Continuou lendo.
Quero que você saiba que fui para um retiro espiritual por uma decisão abrupta que tomei depois do que aconteceu no sábado. Preciso me reencontrar no caminho do senhor. Pra mim, é um puta passo reconhecer isso e lembrar que Deus tá sempre pronto pra nos ouvir e perdoar se a gente se arrepender de verdade dos nossos erros.
Nesse parágrafo, Sofia se sentiu culpada pelo que tinha feito com a amiga religiosa, manipulando ela.
Não quero deixar de te dizer isso e quero que você saiba e tenha bem claro que não deve se sentir culpada por nada do que rolou. Não quero que você interprete errado o que tô escrevendo. Lembra que voltar ao caminho do senhor é um processo gradual e não vai acontecer da noite pro dia. Mas, com dedicação e esforço, tenho certeza que vou conseguir retomar minha conexão com Deus.
Sofia se emocionou ao perceber que cada coisa que a freira escrevia respondia às perguntas que ela mesma ia fazendo. Achou que não ia falar do assunto sexual, era algo muito pesado pra colocar numa carta, mas precisava de alguma palavra da freira. Quando voltou os olhos pra carta, não conseguia acreditar no que tava lendo.
É muito difícil pra mim falar isso, mas sinto que preciso compartilhar meus sentimentos com você. Ultimamente, tenho lidado com confusão e desejo sexual, e não sei como lidar com isso.
Sei que nossas conversas sempre foram sinceras, e espero que você possa me ouvir sem me julgar. Me sinto confusa porque não sei se esse desejo é normal ou não. Às vezes sinto que está fora do meu controle e me preocupo que possa me levar a fazer coisas que não quero.
Sei que a sexualidade é um assunto complicado e pode ser difícil de falar, mas sinto que não posso manter isso em segredo. Preciso do seu apoio e compreensão enquanto tento entender meus sentimentos e como lidar com eles.
Não tenho certeza do que fazer a seguir, acho que o retiro espiritual é a melhor decisão por enquanto, mas estou aberta a qualquer conselho ou recursos que você possa compartilhar comigo. Também estou pensando em buscar ajuda profissional para poder falar sobre isso com alguém que tenha experiência no assunto.
Obrigada por me ouvir e por ser uma amiga em quem posso confiar. Espero que possamos continuar conversando aberta e honestamente como sempre fizemos.
Sofia fechou a carta apertando-a contra o peito, as lágrimas escorriam dos seus olhos e seu olhar se perdia dentro da jaula e na completa solidão. Os sentimentos se agitavam dentro dela. Por um lado, sentia responsabilidade por tudo que tinha acontecido, mas, por outro, sentia a plenitude de saber que Angie (a irmã Mariángeles) a considerava uma amiga fiel. Enxugou as lágrimas e ficou sentada. Guardou a carta na mochila e foi vendo seus colegas voltarem lentamente para a aula entre risadas e gritos.
Passou mais de uma semana, na qual Sofia tinha mexido no celular de vez em quando e não tinha novidades da sua amiga religiosa. Conforme os dias foram passando, ela foi se perguntando o que aconteceria com Angie. Será que ela voltaria para o colégio assim, sem mais nem menos?
Na segunda-feira, Sofia estava entrando no colégio e sentiu que a chamavam suavemente. Percebeu na mesma hora e ficou paralisada como se tudo tivesse parado naquele momento. Era a voz da Irmã Mariángeles, Angie. Ela virou o corpo e sentiu o resto do mundo desaparecer. Só tinha olhos pra ela. O rosto dela fez uma careta de emoção, choro e alegria ao mesmo tempo. Sem hesitar, acelerou o passo em direção à religiosa que a olhava com alegria. A irmã fez um gesto com as mãos pra baixo, pedindo pra ela moderar a empolgação — estavam no colégio e não podiam se cumprimentar com tanta efusividade. Sofia não conseguiu se segurar e beijou a irmã na bochecha, segurando a vontade de abraçá-la. Oi Sofi! Como você tá? – disse a irmã Agora muito bem, Ang…, desculpa Irmã Mariângeles – disse Sofia olhando para os dois lados Obrigada – disse a religiosa com um olhar de carinho que desmontava qualquer um. Valeu pra você também, ehhh pra você, irmã, por… Por quê? – quis saber a freirinha Por lembrar de mim e me escrever uma carta. Foi muito difícil pra mim – dizia a freira Eu sei e por isso te agradeço muito. Você não tem nada que me agradecer. Bom, como foi no retiro? – quis saber Sofia É longo pra contar aqui no corredor. E quando a gente se vê?" – A Sofia tava morrendo de vontade de saber mais detalhes. Combinamos pelo WhatsApp – disse a freirinha Ah sim, sim Bom, agora vai pra aula – despediu-se a irmã Mariângeles
Na aula, Sofia parecia outra pessoa, alegre, divertida e muito extrovertida, queria participar da aula, falava com Josefina, sua amiga.
À tarde, chegou da escola e mandou um WhatsApp pra freira Oi, Angie! Oi Sofi – a resposta não demorou pra chegar —Quando posso te ver? — perguntou Sofia sem rodeios. Não sei, sábado? – a freira escrevia Não pode ser antes? É que aqui tem muita gente circulando e a gente não vai conseguir conversar sossegadas. Ah, entendi – Sofia ficou desiludida Vai ter que ser no sábado. Você não pode sair? A Sofia se jogou. Sim, poder eu posso, mas pra ir aonde? Na minha casa Sei lá, cê acha? Sim, minha mãe não tá em casa e a gente podia conversar de boa. Hoje? - Perguntou a irmã rapidamente, ela também estava ansiosa. Sim, sim, hoje minha mãe não tá em casa, ela viajou. Ah, beleza, que horas? Que horas? Hahaha kkkkk
As duas escreveram a mesma coisa ao mesmo tempo e ficaram rindo, cada uma olhando pra tela do celular.
Às 6 da tarde, a irmã Mariángeles, vestida com o hábito completo, tocou a campainha na casa da Sofia. Ela desceu pra abrir a porta e fez a freira entrar. Assim que entrou, Sofia abriu os braços, fazendo menção de abraçar a freira, dizendo: Posso? Claro! – Disse a religiosa e também abriu os braços.
Elas se abraçaram forte e ficaram grudadas por um bom tempo, sem conseguir se soltar. As duas sentiam a necessidade de sentir a outra por perto e não se seguraram. Vamos pro meu quarto – disse Sofia ao se separar. Vamos.
A Sofía mostrou rapidamente a casa enquanto preparava a garrafa térmica pro mate e subiram pro quarto da jovem.
A irmã não parava de olhar tudo que via e perguntava fascinada pelos quadros, enfeites e pôsteres que a Sofía tinha no quarto dela.
Sentaram na cama e começaram a conversar. — Como foi com o retiro? — perguntou Sofia na hora.
A Mariángeles adorava a espontaneidade da Sofia, que não se segurava quando queria saber alguma coisa. Te falo a verdade Sim Não sei se me serviu de muita coisa Conseguiu pensar? É que não sei se queria pensar ou parar de pensar É que… - Sofia não sabia como entrar nesse terreno Não quero falar sobre isso ainda. Bom, tá bem Me conta como você anda? E a escola? Beleza, sem professor de matemática pra me ajudar, mas beleza – Sofia fez cara de tristeza e as duas caíram na risada.
Ficaram falando sobre mil assuntos por um tempão, nem percebiam que o tempo passava e já tava ficando tarde.
Quando a freira espiou pela janela e viu que escurecia, se assustou e falou: É tarde pra caralho, não posso chegar nesse horário na escola! Bom, fica pra dormir, ele disse pra ela Não posso, ainda mais na de uma aluna. E eles precisam saber disso?" – perguntou Sofia. Preciso avisar e não posso mentir Diz que você fica na casa da sua mãe Não! Isso é mentir. Você disse que vinha na minha casa? – quis saber Sofia Não Perfeito, então você diz que por segurança prefere ficar e não voltar tão tarde pra não incomodar na escola. Mariángeles olhou pra ela com um olhar severo de aviso, mas era tanta vontade de ficar que ela não resistiu e ligou pro colégio. Quem atendeu foi uma irmã jovem que não fez muitas perguntas, então ela disse bem direitinho: Vou dormir aqui hoje e amanhã cedo vou pra escola, só queria avisar a irmã pra ela não se preocupar. Ah, beleza, mana, vou avisar ela. Obrigado e cortou.
Se abraçaram quase comemorando. Mariángeles olhou pra ela e disse: Olha as coisas que você me faz fazer… Já te fiz fazer coisas piores… - Sofia sustentou o olhar deles. Sim – disse a freira e ficou completamente corada Não quero te fazer sentir mal" – disse Sofia, sentindo-se culpada. Não, fica tranquila, Sofia – disse a freira, que não conseguiu disfarçar sua perturbação.
Naquele exato instante, veio à cabeça da religiosa a imagem de Sofia de pernas abertas na mesa da cozinha e Luciano chupando a buceta dela por baixo, certamente bebendo seus sucos, enquanto ela se masturbava atrás da porta. Seu corpo tremeu de prazer e, sob o hábito, ela teve que fechar as pernas para sentir melhor sua cavidade molhada. Tá acontecendo alguma coisa?" – perguntou Sofia. Não, nada. Me diz a verdade – ela apressou É que… Você lembrou e ficou com tesão, né? Bom, não sei se… - a freira não tinha coragem O quê? Sim – concluiu a freira Não tem problema, não precisa ter vergonha, ainda mais comigo. Valeu Sou muito tarada" – confessou Sofia. Já percebi, hahaha – a freira fez uma piada curta, mas muito eficaz. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK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Acho que é a primeira vez que como num sofá e numa mesinha de centro – disse a freira. Ah, beleza – disse Sofia E aí, beleza? Minha primeira vez também foi nessa poltrona, hahaha – disse Sofia entre risadas. Hahaha – a freira ria muito da cara de pau da sua amiga aluna.
Terminaram a pizza e a Sofia colocou música e começou a dançar, convidou a freira que no início recusou o convite, mas depois acabou aceitando e dançando de hábito.
Colocaram Taylor Swift, Nirvana, Lali, a Rosalía, entre tantos, e se divertiram pra caralho. Vem comigo pro quarto que vou arrumar sua cama – disse Sofia Ah, vamos dormir no mesmo quarto? – apressou-se a freira Sim, óbvio Não usei roupa de dormir e por baixo do hábito… Não tem roupa? – quis saber Só de calcinha, tá calor – disse Mariángeles, seca. Claro, claro.
Sobem pro quarto e a Sofia se apressa pra arrumar a cama de baixo e começa a se despir com toda a naturalidade na frente da freira, que fica olhando ela, toda absorta. Você já me viu em situações piores, Angie – ria Sofia. Sim, é verdade – dizia a irmã Mariángeles.
Ela olhava para ela com incredulidade. Sofia tirou a camiseta e o short, ficando só de calcinha e sutiã brancos. O sutiã deixava adivinhar os mamilos dela. Quando a freira olhou para aquela região, sentiu como se os próprios mamilos também tivessem endurecido e sentiu vergonha.
Assim, de roupa íntima como estava, Sofia apontou para o quarto da mãe dela e deu a ela uma camiseta e uma calça comprida para levar e trocar de roupa lá.
Mariángeles estava atordoada, mas foi até o quarto da mãe de Sofia, fechando a porta atrás de si. Tirou o hábito rapidamente e não conseguiu evitar se olhar no espelho de calcinha, sutiã, meias e sapatos. Sentiu-se ridícula, por um lado, mas incrivelmente gostosa por outro. Os peitos dela pareciam inchados de tesão e os mamilos doíam de tão duros que estavam. Ainda se olhando no espelho, enfiou uma mão dentro da calcinha e se sentiu muito molhada. Já tá aí? – ouviu-se o grito da Sofia de longe Sim, sim – a irmã se recompôs e vestiu as roupas da Sofia.
Quando se olhou no espelho com a roupa da Sofia, a princípio não se reconheceu. Os peitos dela pareciam que iam estourar a camiseta, e o short também ficou pequeno. Ela se sentiu extremamente gostosa, e isso até que a agradou um pouco.
Chegou no quarto da Sofia, e ela ficou olhando pra ela por um bom tempo. Tava linda. A Sofia adorou o corpo da freira enfiado na própria roupa dela. Vários pensamentos dos mais diversos e perversos vieram à mente, mas ela tentou segurar. O que não conseguiu foi parar de olhar pra ela com desejo. E aí?" – disse a freira Nada, por quê?" – respondeu Sofia. É que você me olha de um jeito… Ah sim, é que a roupa tá meio apertada em você, né? Sim, um pouco, mas não tem problema. Nããão, como é que você vai dormir com roupa apertada! – disse Sofia Não vou dormir de calcinha… — esclareceu a freira. Não, claro, vem comigo – disse Sofia pegando a irmã pela mão. Que… pra onde a gente vai? Vou provar a roupa da minha mãe Nããããooooo Sim, pode ficar à vontade, sem problema.
Ao chegar no quarto da mãe, a Sofia viu na cama o hábito de freira estendido. Ai, esqueci de dobrar e levar. – disse a irmã Mariângeles Nããão, deixa ele esticado aí assim pra não amassar Bem – disse a freira Vamos ver – dizia Sofia enquanto revirava o guarda-roupa da mãe. Não se preocupa… Toma, veste isso. – disse Sofia, entregando a ela uma camisola de alças finas.
Sofia tinha feito de propósito. Era uma camisola bem sexy e quis testar a freira. A irmã olhou para ela com diversão e decidiu surpreender Sofia. Bom, vou colocar ele em mim. Quer que eu vá embora? – disse Sofia. Não, vira pra lá
Sofia se virou e a freira tirou o short e a camiseta que apertavam e vestiu a camisola por cima da roupa íntima, se virando de novo enquanto falava. Sofia ficou petrificada com o que via.
— Ficou perfeito em você! É? Bom, já vou dormir com isso. Mas assim não se usa Não? Como se usa Sem sutiã, além disso você vai ficar mais confortável pra dormir. Sim? Você dorme de calcinha sempre? – perguntou Sofia Sim – mentiu a irmã, que às vezes você dormia sem calcinha e ela adorava Nããão, você tem que dormir sem nada, pelo menos na parte de cima. Sim?? Vem, vira – Sofia a obrigou O quê?" – dizia a freira, mas se virava. Deixa comigo – dizia Sofia e soltava o sutiã dela Tiro ele? O que acha? – Dizia a freira divertida. Siii, vai nessa, afinal, ninguém vai ficar sabendo, a gente tá sozinha – a Sofía já tava ficando tesuda. Vamos lá – A freira tentava com dificuldade tirar o sutiã sem tirar a camisola, e tava penando. A Sofia, vendo o sufoco, foi ajudar e baixou uma alça da camisola dela. As mãos tremiam. Já a Mariángeles se sentia emocionada com tudo que tava rolando. Quando sentiu que ela baixou a alça da camisola, ficou toda mexida e um fiozinho escorreu lá dentro da buceta já molhada dela. Os bicos endureceram e os peitos pareciam inchar de tesão. Não vai dar nada se aparecer uma teta sua" – falou Sofia com tom de médica. Não, claro — dizia a freira toda excitada.
Finalmente conseguiu tirar o sutiã dela e ajeitou a camisola de seda. Era um espetáculo ver a irmã casta vestida assim. Ela era só uns 2 centímetros mais alta que a Sofia e o corpo parecia o de uma modelo de lingerie. Os peitos eram lindos de se adivinhar. Os biquinhos marcavam completamente na seda e deixavam a Sofia louca de tesão.
Por sua vez, a freira se olhou no espelho e se sentiu linda e sensual. O contato do tecido fino nos biquinhos a enlouquecia. Ela procurou o olhar da Sofia no espelho e a encarou com seriedade. Sofia devolveu o olhar e, com a voz rouca de excitação, disse: Você é uma gostosa, sabia? Sim? Sim, se você não fosse freira... O quê?" – quis saber a irmã Todo mundo te quereria… O quê? A freira queria se sentir desejada e que a Sofia dissesse isso com todas as palavras. Melhor não te contar.
A freira olhou para ela mais séria, e nos olhos dela dava pra ver a excitação de uma mulher no cio, com desejo puro. Todo mundo me quereria… o quê? Foder A irmã teve que fechar os olhos quando sentiu que ficava ainda mais molhada. Abriu eles de novo e, pelo espelho, conseguiu ver a Sofia. Vou ao banheiro" – disse a freira Vai pra esse – Sofia apontou pro banheiro no quarto da mãe dela Ah, assim que a freira entrou, ela baixou a calcinha e meteu sem demora dois dedos na buceta, que entraram com muita facilidade. Se perguntou se devia se masturbar e decidiu abrir a torneira pra disfarçar um pouco.
Do outro lado da porta, a Sofia preparava uma travessura das que mais gostava. Fazer um roleplay invertido com a freira.
Mariángeles estava muito excitada. Viu os dedos encharcados e fez algo que achou uma loucura. Abriu a boca e enfiou o indicador e o médio, degustando o próprio sabor. Uma corrente de excitação percorreu ela desde a buceta até a cabeça, passando pelo corpo todo, estremecendo ela como nunca antes. Será que foi um orgasmo sem se tocar, a irmã se perguntava? Lavou o rosto tentando se acalmar e achou que tinha conseguido. Se olhou no espelho de novo, e ele devolveu a imagem de uma loba no cio. Se virou e abriu a porta, não esperava encontrar o que encontrou…
(continua…)
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12 comentários - Mamãe gostosa (31)
Pronto, muy pronto
Te mando un abrazo