O capítulo de The Last of Us tinha ficado muito tenso e eu tava doido pra ver o próximo. Olhei a hora no celular e vi que era 1 da manhã. Amanhã cedo eu tinha que acordar, porque marquei com a galera pra jogar uma pelada, mas pelo menos dava tempo de ver mais um capítulo antes de dormir.
Levantei pra ir no banheiro e, quando tava indo em direção à cozinha, achei que ouvi alguma coisa na porta de casa. Cedo demais pra ser minha irmã voltando de festa, e meus pais nem estavam no país. Cheguei com cuidado perto da porta e, cada vez mais, ouvia claramente o barulho de umas chaves batendo na fechadura.
Olhei pelo olho mágico e vi uma silhueta de cabelo preto que reconheci na hora como minha irmã, e um monte de cabelo loiro bem perto do olho mágico. Pela posição, parecia que ela estava com a cabeça encostada na porta.
Destravei rápido o ferrolho da porta e abri ela de uma vez. Pois é, a loirinha tava encostada na porta e quase caiu de cara no chão quando perdeu o apoio de repente. Depois de se equilibrar pra frente, teve que se segurar em mim pra não cair, e nisso enfiou o molho de chaves que tava na mão bem no meu ombro.
- Boa noite, Sandra. O que vocês tão fazendo aqui tão cedo? - Falei com um tomzinho irônico.
- Beleza. David. - Ele me respondeu, semicerrrando os olhos como se tentasse focar a visão, e acrescentou meu nome depois de uma pausa curta enquanto demorava pra me reconhecer.
A garota loira que tava me encarando na porta de casa era a melhor amiga da minha irmã. Elas se conheciam desde pequenas, mas agora já tinham amadurecido pra caralho. A Sandra tava com um top rosa com um decaizão que não deixava quase nada das tetonas dela pra imaginação, e uma minissaia preta que cobria menos pele ainda que o top. Queria poder dizer que ela tava usando mais roupa, mas pelo jeito que os bicos dos peitos marcavam, tive certeza de que ela não tava de sutiã.
- Me ajuda com a sua irmã, vai, gostoso. Ela tá que não se aguenta em pé.
Foi pra cima da minha irmã e se abaixou pra levantar ela do chão. A minissaia fez uma tentativa heróica de cumprir sua função e tampar tudo que tinha que tampar, mas se não vi mais do que um pouco da bunda dela, não foi por causa dela, e sim pela pouca luz que tinha na varanda.
Me agachei do lado dela e peguei minha irmã pelo braço, jogando ele sobre meu ombro. Depois disso, passei um braço nas costas dela e outro por baixo das pernas pra levantar ela no colo. Por sorte, minha irmã pesava pouco e se mantinha em ótima forma, graças principalmente à academia e ao quanto ela adorava dançar. A Lúcia, minha irmã, e a Sandra amavam sair pra festar e ir dançar nas baladas, mas nunca tinha visto ela voltar tão cedo nem num estado daqueles. A camisa branca que ela tava usando tinha umas manchas que, pelo cheiro que soltava, sem dúvida era álcool e vômito. A calça de couro preta dela não tava melhor, toda manchada, com certeza ela não tinha caído só na varanda.
Abro a porta do quarto dela. - Falei pra Sandra enquanto entrava em casa com ela.
Atravessamos o corredor escuro. A Sandra conhecia minha casa quase tão bem quanto eu. Ao entrar no quarto dela, a Sandra acendeu as luzes e eu deixei minha irmã na cadeira da escrivaninha, segurando ela pra não cair no chão.
— Não vou colocar minha irmã na cama com essa roupa. — Falei depois do olhar confuso que a Sandra me deu.
- Sim, sim, é verdade. - Respondeu arrastando um pouquinho as palavras.
Sandra foi até o armário e logo tirou uma camisola da minha irmã. Como já disse, conhecia essa casa melhor do que eu. Ela se aproximou de mim e, depois de dar dois passos, parou de repente, levando a mão livre à boca. Me estendeu a camisola e disse:
- Você pode...
Ela deixou a frase pela metade quando veio um pequeno engulho, na hora me jogou a camisola e saiu correndo na direção do banheiro.
- Olha só, vocês duas tão cheias de estilo. - falei pra mim mesma enquanto largava a camisola noescritório.
Comecei a desabotoar a camisa da minha irmã enquanto tentava evitar que ela caísse da cadeira no chão. Quando abri a camisa dela, fiquei pasmo. Minha irmã, assim como a amiga, estava sem sutiã. Ali, na minha frente, tinha dois peitos perfeitos, nem grandes nem pequenos demais, do jeito certo pra caber na mão. Desafiando a gravidade e coroados por dois pequenos mamilos rosados.
Nunca tinha visto minha irmã pelada, na praia ela não era de fazer topless e o máximo que eu tinha chegado era vê-la de calcinha e sutiã por acidente, alguma vez em casa. Essa era a primeira vez que eu via os peitos da minha irmã.
O barulho da Sandra vomitando no banheiro me tirou do meu torpor. Terminei de tirar a camisa dela e joguei no chão, mais tarde eu lavaria. Levantei minha irmã da cadeira pra desabotoar a calça de couro dela. Custou bem mais do que eu gostaria de admitir tirar da cabeça os pensamentos que me vinham com as tetas da minha irmã encostadas no meu ombro enquanto eu lutava pra tirar a calça dela.
Ao desabotoar a calça e puxar o zíper dela, vi que aparecia o tecido de uma calcinha fio-dental preta. Não me orgulho de dizer que fiquei um pouco decepcionado por ela estar de calcinha, mas fazer o quê, também não era hora nem lugar pra ver minha irmã pelada, ainda mais do jeito que ela tava. Comecei a brigar com a calça dela, que tava apertada pra caralho, e quando consegui puxar até as coxas, deitei ela na cama com as pernas pra fora.
Levantei as pernas dela, colocando sobre um dos meus ombros, e comecei de novo a puxar a calça até que ela passou dos joelhos. Ela devia passar talco ou algo pra conseguir enfiar aquilo em algo tão apertado, porque não era normal. Quando chegou lá embaixo, consegui tirar de vez sem muito esforço. Quando me virei pra pegar a camisola, me deparei com a Sandra encostada no batente da porta, com um sorriso estampado na cara.
- Por mim, não se segura não, nem que eu fosse sua irmã ou algo assim.
-Cala a boca e me dá uma mão aqui.
Sandra pegou a camisola e se aproximou da cama. Ergui minha irmã, colocando-me atrás dela e levantando seus braços para facilitar que Sandra a vestisse. Depois de vestir minha irmã, a colocamos na cama e a deixamos lá para dormir sossegada. De manhã, ela teria que lidar com uma baita ressaca.
— Tem cerveja na geladeira?a? - Sandra me perguntou enquanto saía do quarto da minha irmã.
— Sim, tenho um par. Steinburg. Você já não aguentou o suficiente por esta noite?
—Tá pensando que é meu pai agora? São só 1 hora. Prefiro ficar mais um pouco, se não se importa. Se eu voltar pra casa nesse horário, vou ter que aturar a sinfonia de gemidos da minha madrasta.
-Bom, vamos lá, me conta o que aconteceu com a minha irmã.
Pulei o assunto da madrasta dela porque todo mundo no bairro sabia que os pais tinham se divorciado, já que o pai tinha chifrado a mãe dela com uma novinha que mal tinha 5 anos a mais que a Sandra. Não demorou nem um mês pra mina se mudar pra casa dele. Sandra não aguentava ela e, por isso, passava o máximo de tempo que podia fora de casa.
Quando chegamos na cozinha, a Sandra abriu a geladeira pra pegar a cerveja ela mesma. Quando se abaixou, pude ver que a minissaia tinha subido um pouco e consegui enxergar quase toda a bunda dela, além de perceber o começo da buceta entre as pernas. Não sei se ela não percebeu ou fez de propósito pra me deixar excitado.
Estanão era a primeira vez que ela tentava me esquentar, adorava brincar comigo me dando abraços suspeitosamente longos enquanto enfiava as tetas dela no meu peito, me dando beijos perto demais do canto da minha boca, encostando a bunda dela no meu pacote quando a gente se esbarrava em alguma balada. até mais de uma vez eu já tinha visto ela pelada por algum "descuido" igual esse agora, ouque a toalha caísse dela ao sair do banho quando tomava banho aqui.
Dois anos atrás, na piscina de casa, ela tava deitada numa espreguiçadeira e me pediu pra passar protetor solar nela, enquanto minha irmã nadava de boa. Conforme eu comecei a passar minhas mãos nas costas dela, ela começou a gemer baixinho, só o suficiente pra minha irmã, com a água batendo na piscina, não escutar.
Pouco tempo depois de ficarmos assim, minha irmã saiu da piscina, se enxugou um pouco com uma toalha enquanto falava alguma coisa pra gente e entrou em casa. A verdade é que eu tava tão besta olhando pra bunda da Sandra que nem percebi o que ela disse.
Quando minha irmã foi embora, os gemidos da Sandra foram aumentando de volume. Eu já tava fervendo vendo aquela rabuda enfiada na calcinha se balançando de um lado pro outro no ritmo dos gemidos dela e como os peitos dela se amassavam, escapando um pouco pros lados. Aos poucos, minhas mãos iam ganhando mais terreno, chegando mais perto daquele rabo e do começo dos peitos dela, até que, quando uma delas alcançou o quadril, arrastando um pouco a alça do biquíni dela, a Sandra parou de gemer de repente. Ela tirou minha mão com um movimento rápido, mas nada brusco. Amarrou de novo o sutiã do biquíni e se levantou. "Muito obrigada", ela disse com um meio sorriso safado no rosto e foi pra piscina, onde se jogou num mergulho gracioso, me deixando sozinho ali, de pau duro.
Desde aquele momento eu soube que, se algo rolasse entre a gente, seria porque ela queria. Não ia tentar forçar a barra de novo, levando o jogo além.
Sandra se levantou, fechando a geladeira e me deixando sem aquela vista maravilhosa. Me passou uma lata de cerveja e abriu a dela, dando um longo gole. Sentamos nos bancos que tinha na ilha da cozinha, ela no lado mais curto, eu no mais comprido, separados só pela quina. Meus olhos foram direto pras pernas dela, esperava ter um pouco de sorte e ver algo a mais, mas ela tinha se sentado com as pernas bem juntas e uma mão no colo segurando a minissaia no lugar. Com uma pontinha de decepção, perguntei:
- Bom, o que foi que aconteceu?
- Bom, a gente tava na Blue dançando, bebendo, como quase sempre. Aí sua irmã quis ir no banheiro, e não é que tava uma fila do caralho? Parecia que todas as minas da balada se combinaram pra ir ao mesmo tempo. Então a gente foi pra fora, não é a primeira vez que a gente ia mijar no beco ali atrás. Mas quando a gente chegou no beco, vimos um casal se pegando contra a parede. Pelos movimentos da mão dele, ele até já tinha tirado a pica dela e tava batendo uma punheta. Aí a mina se ajoelhou e começou a chupar ele ali mesmo.
- Podiam ter ido pra um motel ou pro carro. - falei enquanto Sandra dava um gole na cerveja.
— Era exatamente isso que eu ia falar, mas eles não tinham percebido que a gente tava ali. Puxei sua irmã pra sair de lá, mas ela tinha ficado paralisada. Não tirava os olhos do casal. Foi aí que percebi o que sua irmã tava vendo. O cara era o Joaquim.
- O namorado dela?
- Ajam. Exato.
- Que filho da puta!
- Então, sua irmã foi pra balada e começou a beber como nunca vi. Tentei segurar ela um pouco, mas tava viajando. Pelo menos consegui evitar que uns otários fizessem alguma coisa com ela. Você sabe como vocês caras são quando veem uma mina muito bêbada na balada.
- É, bem. Nem todo mundo é assim também.
- Você não é assim, né? Não me pareceu pelo jeito que eu vi você olhando pra sua irmã antes.
Essa última frase me pegou dando um gole na cerveja e quase me engasguei com ela. Fiquei olhando pra Sandra sem saber bem o que dizer.
- Também não tem problema nenhum nisso, David. Com o corpinho que a sua irmã tem, até estranho seria se você não desse uma olhadinha, nem que fosse por um instante. E, sabe de uma coisa? Sua irmã me contou que, em alguma ocasião, já te viu pelado.
Sandra colocou a mão na minha perna, bem acima do joelho. Ela se inclinou pra mim, o máximo que a ilha da cozinha permitiu, até apoiar os peitões dela em cima dela. Não consegui evitar que meu olhar fosse parar naquele decote incrível na minha frente. Sandra, que claramente percebeu meu olhar, sorriu.
- Diz que você não é nada mal equipado.
A mão dela começou a subir pela minha coxa e, quando estava prestes a chegar no meu pau, parou. Sandra levantou do banquinho e veio na minha direção. Sem a ilha entre a gente, ela colocou de novo a mão direita na minha perna, enquanto com a outra mão puxava a blusa pra baixo, deixando o decote ainda mais pronunciado.
— Você me deixaria ver ela também? — me perguntou com uma voz mais suave que o normal pro tom dela e mordendo o lábio.
- Para já, vai. Para de brincar comigo.
Coloquei minha mão por cima da que ela tinha na minha coxa, mas sem fazer nenhuma pressão ou tentar tirar a mão dela dali. Não queria entrar no jogo dela, mas queria ver até onde ela estava disposta a ir.
- Não tô brincando não, desde que sua irmã me contou isso, fiquei curioso pra saber o que você guarda aí embaixo. Sua irmã ficou bem impressionada.
Nessa altura, minha cabeça começou a encher de perguntas. Minha irmã tinha me visto pelado? Quando? Onde? Por que ela contou pra Sandra? O que será que ela contou pra Sandra? Impressionada? Sem perceber, a mão de Sandra continuava subindo devagar e ela se aproximou ainda mais de mim e sussurrou no meu ouvido:
- Mostra ela pra mim e esta noite sua irmã não vai ser a única garota que você vai ver pelada.
O final da frase dela veio junto com a mão dela acariciando meu pau por cima da roupa. Naquela hora, minha cabeça desligou e o instinto tomou conta. Se ela queria guerra, ia ter.
Quando ela tirou a boca do meu ouvido, me joguei pra frente e esmaguei meus lábios nos dela. Ela correspondeu ao beijo e logo deixou claro que não ia brincar comigo e me deixar na mão. Foi um beijo selvagem, molhado, safado. Nem com minha ex-namorada eu tinha tido um beijo assim. Nossas línguas se entrelaçavam dançando entre nossas bocas. Mordíamos os lábios e até as línguas se não fossem rápidas pra sair da boca do outro.
Levei as mãos pra bunda dela, enfiando por baixo da saia, e agarrei as nádegas, amassando tudo. A ponta dos meus dedos chegou até a buceta dela e percebi como já tava molhada. Ela não ficou atrás e meteu as mãos dentro da minha pijama. Com uma mão me tocando o peito e a outra descendo pela calça pra agarrar minha piroca dura. Começou a me masturbar.
Nos separamos daquele beijo longo e ela abaixou o top, soltando os peitos incríveis dela e deixando ele na cintura, como se fosse um cinto rosa. Eu, por minha vez, tirei a calça do pijama, deixando livre minha piroca dura. Não que eu tivesse a piroca de um ator pornô, mas tenho bastante orgulho dos meus 17 cm. Além disso, era um pouco gordinha e a cabeça curvava pra cima.
Sandra se agachou na minha frente e, com uma mão segurando pela base, enfiou a cabecinha na boca dela. Enquanto chupava de leve, eu sentia a língua dela envolvendo minha glande em movimentos circulares. Ela continuou assim por um tempo até começar a balançar a cabeça pra frente e pra trás, engolindo mais da minha pica a cada vez.
Eu tava no paraíso, nunca tinha levado um boquete com tanta maestria, com certeza a Sandra era uma expert nisso. Logo senti meu pau sair da boca dela e ser envolvido pelas tetonas imensas dela.
Você tem uma piroca boa, David. Se eu soubesse, teria deixado você me apalpar antes. — Ela disse com um olhar carregado de uma luxúria incrível antes de voltar a chupar a ponta da cabecinha que aparecia entre os peitos dela.
Apertei um mamilo com dois dedos, apertando forte e puxando ele. Isso fazia com que a siririca não fosse tão boa, mas eu não conseguia segurar a vontade de apalpar aqueles peitos tendo eles na minha frente. Forcei ela a se levantar, pegando pelas axilas, e cravei meus lábios de novo na boca dela num beijo tão molhado que nossa saliva escorria pelos queixos até os peitos dela, onde minhas mãos espalhavam por toda a superfície.
Ela, por sua vez, não ficou parada e segurou minha pica de novo, mexendo pra cima e pra baixo.
- Meu Deus, não sabia que você era tão promíscua. - Falei, num momento em que nos separamos pra respirar.
—Você gosta? Gosta que eu seja uma promíscua, uma puta? Você ainda não viu nada.
Ela me olhou de um jeito que dizia ainda mais que suas palavras. Um olhar que me lembrava aquelas vezes que via num documentário um predador espreitando sua presa. Como única resposta, levantei ela no colo e sentei em cima da ilha da cozinha. Com um gesto firme, empurrei ela pra trás até que ficasse apoiada nos cotovelos e com a buceta na beirada.
Comecei a chupar os biquinhos dela alternadamente enquanto amassava os peitos dela com as duas mãos. Aos poucos, fui descendo pela barriga dela, que era sequinha por causa da dança e do exercício, deixando um rastro de saliva por onde minha língua passava. Às vezes dava umas mordidinhas leves aqui e ali até chegar na buceta dela, que tava completamente depilada.
Sandra tava tentando se segurar pra não gemer muito alto até que eu cheguei na buceta dela. Dei uma lambida de baixo pra cima e aí ela já não conseguiu mais se conter. A cozinha se encheu com uma mistura de sons entre os gemidos dela e o barulho da minha língua chapinhando na buceta dela.
Com uma mão ainda nos peitos dela, desci a outra pra me dedicar, com o polegar, a acariciar o clitóris dela enquanto com a língua procurava o buraquinho. Logo comecei a sentir aquele gosto um pouco mais doce dos fluidos dela. Dava pra sentir na minha mão e na minha língua como ela se arrepiou.
- Continua. Continua – Ela disse, entre gemidos, enquanto com uma mão me puxava pelo cabelo e me empurrava mais para dentro dela.
Peguei o clitóris inchado dela entre meus lábios, chupando e lambendo enquanto ia enfiando dois dedos dentro dela. Com o quanto ela tava molhada, os dedos entraram suavemente. Continuei chupando e masturbando ela até que ela gozou entre gritos e espasmos.
Me levantei, tirando meus dedos de dentro dela e secando minha boca. Sandra se sentou, ainda ofegante, e me deu um beijo, mais leve que os anteriores. Senti uma umidade no meu pau e, olhando pra baixo, vi como ele descansava sobre a buceta dela. Segurei ele pela base e comecei a deslizar entre os lábios dela. A umidade da gozada anterior era um lubrificante excelente. Quando chegava no clitóris dela, dava leves tapinhas com a ponta do meu pau que faziam ela pular e se arrepiar.
Quando já estava alinhando minha pica com o buraco dela pra meter, ouvimos um baita estrondo em algum lugar da casa. Sandra deu um pulo, tapando os peitos com os braços instintivamente e fechando as pernas.
-O que foi... — Sandra começou a perguntar.-Shhh... — eu a silenciei, levando um dedo à boca, fazendo um gesto para ela ficar quieta.
Rapidamente, vesti a calça do pijama e saí pro corredor. Vi que saía luz por debaixo da porta do quarto da minha irmã. Dei duas batidas e abri um pouco a porta.
- Lucía, você tá bem? Posso entrar?
Um leve resmungo escapou pela fresta da porta. Abri ela de vez e me deparei com minha irmã sentada no chão, com as costas apoiadas na cama. Na hora, imaginei que ela tinha caído no chão ao tentar se levantar depois de acordar. Me abaixei do lado dela pra pegar ela e ajudar a levantar.
- Vem, te ajudo a subir na cama.
- Preciso... Banheiro... - ele me disse, gaguejando.
- Vale.
Colocando um braço nos meus ombros, levei ela pro banheiro. Não sabia direito o que fazer nem o que ela precisava. Quando ia gritar pra Sandra se podia vir me dar uma mão, vi que minha irmã teve uma ânsia de vômito. Inclinei ela sobre a banheira, segurando com uma mão na cintura e a outra juntando o cabelo dela enquanto ela vomitava. Nem preciso dizer que com todo esse show, a minha ereção já tinha baixado completamente.
Quando ela terminou de vomitar, limpei a boca dela com um pouco de papel higiênico e a levei de volta pra cama. Nem tinha terminado de cobri-la e ela já tinha apagado.
Voltei pra cozinha e encontrei ela vazia. A Sandra não estava lá, nem as roupas dela. A única coisa que provava que ela tinha estado ali era a poça de fluidos da gozada dela em cima da bancada da ilha e no chão da cozinha. Procurei por ela na sala, mas também não estava lá. Naquele momento, eu poderia ter ficado puto com ela, mas a verdade é que a tesão tinha baixado completamente e preferi deixar pra lá.
Sem pensar muito, limpei a cozinha e o banheiro, deixei um copo d'água na mesinha da minha irmã, já que no dia seguinte ela ia acordar com um gosto ruim na boca, e fui pro meu quarto. Olhei o celular pra ver as horas, quase 2 da manhã, já era tarde demais pra começar outro episódio de The Last of Us. Nessa hora, o celular vibrou e apareceu uma notificação do WhatsApp, da Sandra, dizendo: "Me desculpa".
Abri a conversa e na mesma hora chegou outra mensagem: “Não queria que sua irmã nos pegasse assim, te compenso outro dia” e o emoji do diabo com a língua de fora.
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Levantei pra ir no banheiro e, quando tava indo em direção à cozinha, achei que ouvi alguma coisa na porta de casa. Cedo demais pra ser minha irmã voltando de festa, e meus pais nem estavam no país. Cheguei com cuidado perto da porta e, cada vez mais, ouvia claramente o barulho de umas chaves batendo na fechadura.
Olhei pelo olho mágico e vi uma silhueta de cabelo preto que reconheci na hora como minha irmã, e um monte de cabelo loiro bem perto do olho mágico. Pela posição, parecia que ela estava com a cabeça encostada na porta.
Destravei rápido o ferrolho da porta e abri ela de uma vez. Pois é, a loirinha tava encostada na porta e quase caiu de cara no chão quando perdeu o apoio de repente. Depois de se equilibrar pra frente, teve que se segurar em mim pra não cair, e nisso enfiou o molho de chaves que tava na mão bem no meu ombro.
- Boa noite, Sandra. O que vocês tão fazendo aqui tão cedo? - Falei com um tomzinho irônico.
- Beleza. David. - Ele me respondeu, semicerrrando os olhos como se tentasse focar a visão, e acrescentou meu nome depois de uma pausa curta enquanto demorava pra me reconhecer.
A garota loira que tava me encarando na porta de casa era a melhor amiga da minha irmã. Elas se conheciam desde pequenas, mas agora já tinham amadurecido pra caralho. A Sandra tava com um top rosa com um decaizão que não deixava quase nada das tetonas dela pra imaginação, e uma minissaia preta que cobria menos pele ainda que o top. Queria poder dizer que ela tava usando mais roupa, mas pelo jeito que os bicos dos peitos marcavam, tive certeza de que ela não tava de sutiã.
- Me ajuda com a sua irmã, vai, gostoso. Ela tá que não se aguenta em pé.
Foi pra cima da minha irmã e se abaixou pra levantar ela do chão. A minissaia fez uma tentativa heróica de cumprir sua função e tampar tudo que tinha que tampar, mas se não vi mais do que um pouco da bunda dela, não foi por causa dela, e sim pela pouca luz que tinha na varanda.
Me agachei do lado dela e peguei minha irmã pelo braço, jogando ele sobre meu ombro. Depois disso, passei um braço nas costas dela e outro por baixo das pernas pra levantar ela no colo. Por sorte, minha irmã pesava pouco e se mantinha em ótima forma, graças principalmente à academia e ao quanto ela adorava dançar. A Lúcia, minha irmã, e a Sandra amavam sair pra festar e ir dançar nas baladas, mas nunca tinha visto ela voltar tão cedo nem num estado daqueles. A camisa branca que ela tava usando tinha umas manchas que, pelo cheiro que soltava, sem dúvida era álcool e vômito. A calça de couro preta dela não tava melhor, toda manchada, com certeza ela não tinha caído só na varanda.
Abro a porta do quarto dela. - Falei pra Sandra enquanto entrava em casa com ela.
Atravessamos o corredor escuro. A Sandra conhecia minha casa quase tão bem quanto eu. Ao entrar no quarto dela, a Sandra acendeu as luzes e eu deixei minha irmã na cadeira da escrivaninha, segurando ela pra não cair no chão.
— Não vou colocar minha irmã na cama com essa roupa. — Falei depois do olhar confuso que a Sandra me deu.
- Sim, sim, é verdade. - Respondeu arrastando um pouquinho as palavras.
Sandra foi até o armário e logo tirou uma camisola da minha irmã. Como já disse, conhecia essa casa melhor do que eu. Ela se aproximou de mim e, depois de dar dois passos, parou de repente, levando a mão livre à boca. Me estendeu a camisola e disse:
- Você pode...
Ela deixou a frase pela metade quando veio um pequeno engulho, na hora me jogou a camisola e saiu correndo na direção do banheiro.
- Olha só, vocês duas tão cheias de estilo. - falei pra mim mesma enquanto largava a camisola noescritório.
Comecei a desabotoar a camisa da minha irmã enquanto tentava evitar que ela caísse da cadeira no chão. Quando abri a camisa dela, fiquei pasmo. Minha irmã, assim como a amiga, estava sem sutiã. Ali, na minha frente, tinha dois peitos perfeitos, nem grandes nem pequenos demais, do jeito certo pra caber na mão. Desafiando a gravidade e coroados por dois pequenos mamilos rosados.
Nunca tinha visto minha irmã pelada, na praia ela não era de fazer topless e o máximo que eu tinha chegado era vê-la de calcinha e sutiã por acidente, alguma vez em casa. Essa era a primeira vez que eu via os peitos da minha irmã.
O barulho da Sandra vomitando no banheiro me tirou do meu torpor. Terminei de tirar a camisa dela e joguei no chão, mais tarde eu lavaria. Levantei minha irmã da cadeira pra desabotoar a calça de couro dela. Custou bem mais do que eu gostaria de admitir tirar da cabeça os pensamentos que me vinham com as tetas da minha irmã encostadas no meu ombro enquanto eu lutava pra tirar a calça dela.
Ao desabotoar a calça e puxar o zíper dela, vi que aparecia o tecido de uma calcinha fio-dental preta. Não me orgulho de dizer que fiquei um pouco decepcionado por ela estar de calcinha, mas fazer o quê, também não era hora nem lugar pra ver minha irmã pelada, ainda mais do jeito que ela tava. Comecei a brigar com a calça dela, que tava apertada pra caralho, e quando consegui puxar até as coxas, deitei ela na cama com as pernas pra fora.
Levantei as pernas dela, colocando sobre um dos meus ombros, e comecei de novo a puxar a calça até que ela passou dos joelhos. Ela devia passar talco ou algo pra conseguir enfiar aquilo em algo tão apertado, porque não era normal. Quando chegou lá embaixo, consegui tirar de vez sem muito esforço. Quando me virei pra pegar a camisola, me deparei com a Sandra encostada no batente da porta, com um sorriso estampado na cara.
- Por mim, não se segura não, nem que eu fosse sua irmã ou algo assim.
-Cala a boca e me dá uma mão aqui.
Sandra pegou a camisola e se aproximou da cama. Ergui minha irmã, colocando-me atrás dela e levantando seus braços para facilitar que Sandra a vestisse. Depois de vestir minha irmã, a colocamos na cama e a deixamos lá para dormir sossegada. De manhã, ela teria que lidar com uma baita ressaca.
— Tem cerveja na geladeira?a? - Sandra me perguntou enquanto saía do quarto da minha irmã.
— Sim, tenho um par. Steinburg. Você já não aguentou o suficiente por esta noite?
—Tá pensando que é meu pai agora? São só 1 hora. Prefiro ficar mais um pouco, se não se importa. Se eu voltar pra casa nesse horário, vou ter que aturar a sinfonia de gemidos da minha madrasta.
-Bom, vamos lá, me conta o que aconteceu com a minha irmã.
Pulei o assunto da madrasta dela porque todo mundo no bairro sabia que os pais tinham se divorciado, já que o pai tinha chifrado a mãe dela com uma novinha que mal tinha 5 anos a mais que a Sandra. Não demorou nem um mês pra mina se mudar pra casa dele. Sandra não aguentava ela e, por isso, passava o máximo de tempo que podia fora de casa.
Quando chegamos na cozinha, a Sandra abriu a geladeira pra pegar a cerveja ela mesma. Quando se abaixou, pude ver que a minissaia tinha subido um pouco e consegui enxergar quase toda a bunda dela, além de perceber o começo da buceta entre as pernas. Não sei se ela não percebeu ou fez de propósito pra me deixar excitado.
Estanão era a primeira vez que ela tentava me esquentar, adorava brincar comigo me dando abraços suspeitosamente longos enquanto enfiava as tetas dela no meu peito, me dando beijos perto demais do canto da minha boca, encostando a bunda dela no meu pacote quando a gente se esbarrava em alguma balada. até mais de uma vez eu já tinha visto ela pelada por algum "descuido" igual esse agora, ouque a toalha caísse dela ao sair do banho quando tomava banho aqui.
Dois anos atrás, na piscina de casa, ela tava deitada numa espreguiçadeira e me pediu pra passar protetor solar nela, enquanto minha irmã nadava de boa. Conforme eu comecei a passar minhas mãos nas costas dela, ela começou a gemer baixinho, só o suficiente pra minha irmã, com a água batendo na piscina, não escutar.
Pouco tempo depois de ficarmos assim, minha irmã saiu da piscina, se enxugou um pouco com uma toalha enquanto falava alguma coisa pra gente e entrou em casa. A verdade é que eu tava tão besta olhando pra bunda da Sandra que nem percebi o que ela disse.
Quando minha irmã foi embora, os gemidos da Sandra foram aumentando de volume. Eu já tava fervendo vendo aquela rabuda enfiada na calcinha se balançando de um lado pro outro no ritmo dos gemidos dela e como os peitos dela se amassavam, escapando um pouco pros lados. Aos poucos, minhas mãos iam ganhando mais terreno, chegando mais perto daquele rabo e do começo dos peitos dela, até que, quando uma delas alcançou o quadril, arrastando um pouco a alça do biquíni dela, a Sandra parou de gemer de repente. Ela tirou minha mão com um movimento rápido, mas nada brusco. Amarrou de novo o sutiã do biquíni e se levantou. "Muito obrigada", ela disse com um meio sorriso safado no rosto e foi pra piscina, onde se jogou num mergulho gracioso, me deixando sozinho ali, de pau duro.
Desde aquele momento eu soube que, se algo rolasse entre a gente, seria porque ela queria. Não ia tentar forçar a barra de novo, levando o jogo além.
Sandra se levantou, fechando a geladeira e me deixando sem aquela vista maravilhosa. Me passou uma lata de cerveja e abriu a dela, dando um longo gole. Sentamos nos bancos que tinha na ilha da cozinha, ela no lado mais curto, eu no mais comprido, separados só pela quina. Meus olhos foram direto pras pernas dela, esperava ter um pouco de sorte e ver algo a mais, mas ela tinha se sentado com as pernas bem juntas e uma mão no colo segurando a minissaia no lugar. Com uma pontinha de decepção, perguntei:
- Bom, o que foi que aconteceu?
- Bom, a gente tava na Blue dançando, bebendo, como quase sempre. Aí sua irmã quis ir no banheiro, e não é que tava uma fila do caralho? Parecia que todas as minas da balada se combinaram pra ir ao mesmo tempo. Então a gente foi pra fora, não é a primeira vez que a gente ia mijar no beco ali atrás. Mas quando a gente chegou no beco, vimos um casal se pegando contra a parede. Pelos movimentos da mão dele, ele até já tinha tirado a pica dela e tava batendo uma punheta. Aí a mina se ajoelhou e começou a chupar ele ali mesmo.
- Podiam ter ido pra um motel ou pro carro. - falei enquanto Sandra dava um gole na cerveja.
— Era exatamente isso que eu ia falar, mas eles não tinham percebido que a gente tava ali. Puxei sua irmã pra sair de lá, mas ela tinha ficado paralisada. Não tirava os olhos do casal. Foi aí que percebi o que sua irmã tava vendo. O cara era o Joaquim.
- O namorado dela?
- Ajam. Exato.
- Que filho da puta!
- Então, sua irmã foi pra balada e começou a beber como nunca vi. Tentei segurar ela um pouco, mas tava viajando. Pelo menos consegui evitar que uns otários fizessem alguma coisa com ela. Você sabe como vocês caras são quando veem uma mina muito bêbada na balada.
- É, bem. Nem todo mundo é assim também.
- Você não é assim, né? Não me pareceu pelo jeito que eu vi você olhando pra sua irmã antes.
Essa última frase me pegou dando um gole na cerveja e quase me engasguei com ela. Fiquei olhando pra Sandra sem saber bem o que dizer.
- Também não tem problema nenhum nisso, David. Com o corpinho que a sua irmã tem, até estranho seria se você não desse uma olhadinha, nem que fosse por um instante. E, sabe de uma coisa? Sua irmã me contou que, em alguma ocasião, já te viu pelado.
Sandra colocou a mão na minha perna, bem acima do joelho. Ela se inclinou pra mim, o máximo que a ilha da cozinha permitiu, até apoiar os peitões dela em cima dela. Não consegui evitar que meu olhar fosse parar naquele decote incrível na minha frente. Sandra, que claramente percebeu meu olhar, sorriu.
- Diz que você não é nada mal equipado.
A mão dela começou a subir pela minha coxa e, quando estava prestes a chegar no meu pau, parou. Sandra levantou do banquinho e veio na minha direção. Sem a ilha entre a gente, ela colocou de novo a mão direita na minha perna, enquanto com a outra mão puxava a blusa pra baixo, deixando o decote ainda mais pronunciado.
— Você me deixaria ver ela também? — me perguntou com uma voz mais suave que o normal pro tom dela e mordendo o lábio.
- Para já, vai. Para de brincar comigo.
Coloquei minha mão por cima da que ela tinha na minha coxa, mas sem fazer nenhuma pressão ou tentar tirar a mão dela dali. Não queria entrar no jogo dela, mas queria ver até onde ela estava disposta a ir.
- Não tô brincando não, desde que sua irmã me contou isso, fiquei curioso pra saber o que você guarda aí embaixo. Sua irmã ficou bem impressionada.
Nessa altura, minha cabeça começou a encher de perguntas. Minha irmã tinha me visto pelado? Quando? Onde? Por que ela contou pra Sandra? O que será que ela contou pra Sandra? Impressionada? Sem perceber, a mão de Sandra continuava subindo devagar e ela se aproximou ainda mais de mim e sussurrou no meu ouvido:
- Mostra ela pra mim e esta noite sua irmã não vai ser a única garota que você vai ver pelada.
O final da frase dela veio junto com a mão dela acariciando meu pau por cima da roupa. Naquela hora, minha cabeça desligou e o instinto tomou conta. Se ela queria guerra, ia ter.
Quando ela tirou a boca do meu ouvido, me joguei pra frente e esmaguei meus lábios nos dela. Ela correspondeu ao beijo e logo deixou claro que não ia brincar comigo e me deixar na mão. Foi um beijo selvagem, molhado, safado. Nem com minha ex-namorada eu tinha tido um beijo assim. Nossas línguas se entrelaçavam dançando entre nossas bocas. Mordíamos os lábios e até as línguas se não fossem rápidas pra sair da boca do outro.
Levei as mãos pra bunda dela, enfiando por baixo da saia, e agarrei as nádegas, amassando tudo. A ponta dos meus dedos chegou até a buceta dela e percebi como já tava molhada. Ela não ficou atrás e meteu as mãos dentro da minha pijama. Com uma mão me tocando o peito e a outra descendo pela calça pra agarrar minha piroca dura. Começou a me masturbar.
Nos separamos daquele beijo longo e ela abaixou o top, soltando os peitos incríveis dela e deixando ele na cintura, como se fosse um cinto rosa. Eu, por minha vez, tirei a calça do pijama, deixando livre minha piroca dura. Não que eu tivesse a piroca de um ator pornô, mas tenho bastante orgulho dos meus 17 cm. Além disso, era um pouco gordinha e a cabeça curvava pra cima.
Sandra se agachou na minha frente e, com uma mão segurando pela base, enfiou a cabecinha na boca dela. Enquanto chupava de leve, eu sentia a língua dela envolvendo minha glande em movimentos circulares. Ela continuou assim por um tempo até começar a balançar a cabeça pra frente e pra trás, engolindo mais da minha pica a cada vez.
Eu tava no paraíso, nunca tinha levado um boquete com tanta maestria, com certeza a Sandra era uma expert nisso. Logo senti meu pau sair da boca dela e ser envolvido pelas tetonas imensas dela.
Você tem uma piroca boa, David. Se eu soubesse, teria deixado você me apalpar antes. — Ela disse com um olhar carregado de uma luxúria incrível antes de voltar a chupar a ponta da cabecinha que aparecia entre os peitos dela.
Apertei um mamilo com dois dedos, apertando forte e puxando ele. Isso fazia com que a siririca não fosse tão boa, mas eu não conseguia segurar a vontade de apalpar aqueles peitos tendo eles na minha frente. Forcei ela a se levantar, pegando pelas axilas, e cravei meus lábios de novo na boca dela num beijo tão molhado que nossa saliva escorria pelos queixos até os peitos dela, onde minhas mãos espalhavam por toda a superfície.
Ela, por sua vez, não ficou parada e segurou minha pica de novo, mexendo pra cima e pra baixo.
- Meu Deus, não sabia que você era tão promíscua. - Falei, num momento em que nos separamos pra respirar.
—Você gosta? Gosta que eu seja uma promíscua, uma puta? Você ainda não viu nada.
Ela me olhou de um jeito que dizia ainda mais que suas palavras. Um olhar que me lembrava aquelas vezes que via num documentário um predador espreitando sua presa. Como única resposta, levantei ela no colo e sentei em cima da ilha da cozinha. Com um gesto firme, empurrei ela pra trás até que ficasse apoiada nos cotovelos e com a buceta na beirada.
Comecei a chupar os biquinhos dela alternadamente enquanto amassava os peitos dela com as duas mãos. Aos poucos, fui descendo pela barriga dela, que era sequinha por causa da dança e do exercício, deixando um rastro de saliva por onde minha língua passava. Às vezes dava umas mordidinhas leves aqui e ali até chegar na buceta dela, que tava completamente depilada.
Sandra tava tentando se segurar pra não gemer muito alto até que eu cheguei na buceta dela. Dei uma lambida de baixo pra cima e aí ela já não conseguiu mais se conter. A cozinha se encheu com uma mistura de sons entre os gemidos dela e o barulho da minha língua chapinhando na buceta dela.
Com uma mão ainda nos peitos dela, desci a outra pra me dedicar, com o polegar, a acariciar o clitóris dela enquanto com a língua procurava o buraquinho. Logo comecei a sentir aquele gosto um pouco mais doce dos fluidos dela. Dava pra sentir na minha mão e na minha língua como ela se arrepiou.
- Continua. Continua – Ela disse, entre gemidos, enquanto com uma mão me puxava pelo cabelo e me empurrava mais para dentro dela.
Peguei o clitóris inchado dela entre meus lábios, chupando e lambendo enquanto ia enfiando dois dedos dentro dela. Com o quanto ela tava molhada, os dedos entraram suavemente. Continuei chupando e masturbando ela até que ela gozou entre gritos e espasmos.
Me levantei, tirando meus dedos de dentro dela e secando minha boca. Sandra se sentou, ainda ofegante, e me deu um beijo, mais leve que os anteriores. Senti uma umidade no meu pau e, olhando pra baixo, vi como ele descansava sobre a buceta dela. Segurei ele pela base e comecei a deslizar entre os lábios dela. A umidade da gozada anterior era um lubrificante excelente. Quando chegava no clitóris dela, dava leves tapinhas com a ponta do meu pau que faziam ela pular e se arrepiar.
Quando já estava alinhando minha pica com o buraco dela pra meter, ouvimos um baita estrondo em algum lugar da casa. Sandra deu um pulo, tapando os peitos com os braços instintivamente e fechando as pernas.
-O que foi... — Sandra começou a perguntar.-Shhh... — eu a silenciei, levando um dedo à boca, fazendo um gesto para ela ficar quieta.
Rapidamente, vesti a calça do pijama e saí pro corredor. Vi que saía luz por debaixo da porta do quarto da minha irmã. Dei duas batidas e abri um pouco a porta.
- Lucía, você tá bem? Posso entrar?
Um leve resmungo escapou pela fresta da porta. Abri ela de vez e me deparei com minha irmã sentada no chão, com as costas apoiadas na cama. Na hora, imaginei que ela tinha caído no chão ao tentar se levantar depois de acordar. Me abaixei do lado dela pra pegar ela e ajudar a levantar.
- Vem, te ajudo a subir na cama.
- Preciso... Banheiro... - ele me disse, gaguejando.
- Vale.
Colocando um braço nos meus ombros, levei ela pro banheiro. Não sabia direito o que fazer nem o que ela precisava. Quando ia gritar pra Sandra se podia vir me dar uma mão, vi que minha irmã teve uma ânsia de vômito. Inclinei ela sobre a banheira, segurando com uma mão na cintura e a outra juntando o cabelo dela enquanto ela vomitava. Nem preciso dizer que com todo esse show, a minha ereção já tinha baixado completamente.
Quando ela terminou de vomitar, limpei a boca dela com um pouco de papel higiênico e a levei de volta pra cama. Nem tinha terminado de cobri-la e ela já tinha apagado.
Voltei pra cozinha e encontrei ela vazia. A Sandra não estava lá, nem as roupas dela. A única coisa que provava que ela tinha estado ali era a poça de fluidos da gozada dela em cima da bancada da ilha e no chão da cozinha. Procurei por ela na sala, mas também não estava lá. Naquele momento, eu poderia ter ficado puto com ela, mas a verdade é que a tesão tinha baixado completamente e preferi deixar pra lá.
Sem pensar muito, limpei a cozinha e o banheiro, deixei um copo d'água na mesinha da minha irmã, já que no dia seguinte ela ia acordar com um gosto ruim na boca, e fui pro meu quarto. Olhei o celular pra ver as horas, quase 2 da manhã, já era tarde demais pra começar outro episódio de The Last of Us. Nessa hora, o celular vibrou e apareceu uma notificação do WhatsApp, da Sandra, dizendo: "Me desculpa".
Abri a conversa e na mesma hora chegou outra mensagem: “Não queria que sua irmã nos pegasse assim, te compenso outro dia” e o emoji do diabo com a língua de fora.
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2 comentários - A amiga da minha irmã - Capítulo 1