A Quarentena, Minha Gêmea e Eu - Cap. 13

(A história é completamente fictícia, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência)
Vocês podem ler o capítulo anterior no link a seguir:

Capítulo 12: http://www.poringa.net/posts/relatos/5035047/La-Cuarentena-Mi-Melliza-y-Yo-Capitulo-12.html

/Depois que Kari acordou Lucas e disse que esperava ele no quarto do Nacho, ele ajustou ainda mais a pica, tinha sentido tudo que a menor tinha feito e a vontade que vinha juntando há um tempão explodiu naquele momento, entrou no quarto mas não esperava mate quente e sim uma gostosa de pernas abertas, se masturbando, Kari também tava afim dele e tinha sentido falta. As conversas que mantinham em segredo dos irmãos começaram a ficar cada vez mais quentes depois que Kari contou que Nacho e Mimi vendiam material, mas o que mais surpreendeu a menor foi Lucas confessar que ele era um dos clientes que mais pagava pra eles, se passando por outra pessoa com o pseudônimo de Magic Mike. Lucas tinha reconhecido na hora o ambiente, as paredes e tudo que aparecia nos vídeos que Nacho e Mimi fizeram, o irmão dele não tinha sido muito cuidadoso com esses detalhes, além das vezes que Mimi olhava pra câmera, mesmo de máscara, quem ficasse olhando com atenção reconheceria. Ele tinha manipulado eles de certa forma, embora ajudando financeiramente.

Kari esticou as mãos, chamando ele, Lucas baixou a calça do pijama e, com a pica dura, foi direto meter nela, lá dentro era gostoso demais, Kari tinha uma buceta apertada e rosada. Ele comeu a boca dela com desejo, os corpos se chocavam e o suor cobria eles inteiros. Lucas colocou as pernas da irmã mais nova nos ombros e disse pra ela se preparar, Lucas colocou a pica na entrada da buceta de Kari e se deixou cair, sentiu o interior dela se contrair e a barriga dela ficar molhada com o orgasmo intenso que ela teve. Foi tão forte que terminou num squirt delicioso da jovem.
- Pelo amor de Deus, Lucas, me fode sempre, quero gozar sempre assim!! - ela gritou, o prazer tinha quebrado todas as correntes e derrubado todos os tabus hoje mais do que nunca.
Lucas também estava muito tesudo, tava há meses sem foder, só batendo punheta com as fotos e os vídeos que os irmãos dele mandavam. Queria encher a buceta dela de porra e tava prestes a fazer isso quando ouviu a porta do apartamento abrir, Kari não pareceu notar porque ainda se contorcia de prazer. Nacho tinha voltado, mas ele não se preocupou, levantou Kari e fez ela se ajoelhar no chão, começou a bater punheta e gozou bem na hora que a porta do quarto abriu./
*
Vi que Lucas tava gozando na cara toda de Karina, fiquei surpreso com a cena, mas mais ainda com o tamanho da pica do meu irmão mais velho, era maior do que eu imaginava. Kari, com a carinha de inocente de sempre, tava de boca aberta e olhos fechados esperando a porra que caía nas bochechas dela. Lucas terminou e passou a pica toda na cara dela, cobrindo ela de esperma. Eu não consegui me segurar e me aproximei tirando a pica, a mina era insaciável e agora era minha vez, se Lucas tinha fodido ela, então supus que Kari tinha contado sobre a gente também. A mais nova abriu os olhos quando sentiu outra pica na boca, mas se acalmou ao ver que era eu. Lucas me olhava sorrindo...
- Treinou bem a putinha, já arrombou o cu dela igual fez com a Mimi? - ele disse e eu fiquei chocado, não entendia como ele sabia sobre mim e a Mimi e muito menos como sabia que eu tinha arrombado o cu da minha gêmea. - Não me olha assim, quem você acha que te mandava tanta grana, otário? Eu sou o Magic Mike... -
Meu queixo quase caiu no chão, não tava caindo a ficha. Sem contar que Kari ainda tava me chupando, Lucas sentou e ficou nos olhando, começou a estimular a pica dele pra ficar dura de novo.
- Cê acha que a mina aguenta duas juntas? Quero meter no cu dela - a pica de Lucas começou a ficando cada vez mais dura.
— Sim, quero provar! — Kari tirou a cock da boca pra responder. — Chito, quero duas cocks dentro, vocês vão me dar? — fez biquinho enquanto ainda me batia uma.

Levantei ela pelas axilas num movimento rápido e segurei na bunda, a pussy dela ainda escorria sucos, então entrei sem dificuldade. Lucas se levantou com o membro totalmente ereto, ainda era imponente, ficou atrás da Kari e se ajeitou, aos poucos sentia a pussy da minha irmãzinha ficar mais apertada por causa da pressão que o Lucas fazia. Ela me abraçava forte e mordia meu pescoço aguentando, com certeza era muito pra aguentar, mas parecia determinada a mostrar que dava conta. Quando o Lucas terminou de entrar, eu comecei a me mexer, entrando e saindo devagar. As penetrações se complementavam, quando eu entrava ele recuava e vice-versa, Kari suspirava, parecia fora de si de tanto prazer. Meu celular começou a tocar, era uma ligação da Mimi, como pude peguei o telefone e atendi, ela perguntou se eu tinha chegado bem, que ficou preocupada porque não avisei. Respondi que sim, e perguntei se ela tava sozinha, ela respondeu que os velhos estavam na cozinha. Então falei pra ela escutar:

— Conta pra Mica o que tá rolando... — aproximei o telefone do rostinho da Kari, ela mal abrindo os olhos respondeu:
— Mimi, tão me comendo os dois ao mesmo tempo, Lucas meteu no meu cu e o Nacho na pussy. Desculpa, mas não aguentei a vontade... — terminou de falar e gozou de novo entre convulsões.

— Quando a gente puder se ver, a gente come você também, Mica, palavra de Magic Mike! — falou Lucas, ele pegou a Kari pelas axilas e levou ela pra cama. Colocou ela de quatro e começou a comer o cu dela com força. Kari gritava pedindo mais.

— Não demorem muito que os velhos querem ver o Lucas e o Chito. O Lucas é mesmo o Mike? — me perguntou a Mica surpresa.

— Parece que sim, ainda não sei desde quando ele sabe disso. nosso, mas é assim. Depois eu falo com ele e te conto. Vou desligar porque a Kari tá gritando muito, vou colocar algo na boca dela. — ouvi ela rir e desligou.

Caminhei até a cama, subi e enfiei o pau quase todo na boca da Kari. Ela, longe de ficar brava, recebeu com muito prazer. Lucas continuava se movendo atrás dela e não demorou muito pra gozar, enchendo a bunda dela de porra, enquanto eu fazia o mesmo na boquinha dela. Kari ficou deitada de bruços na cama, exausta de tanto esforço, com porra escorrendo da bunda dela e um fio de sêmen na boca.

— Deixa ela descansar um pouco, vamos comer algo que tô morrendo de fome... — Lucas colocou a mão no meu ombro e, pelados, fomos tomar mate na sala.

*

Na hora do jantar, depois que tomamos banho e a Karina descansou um pouco, ligamos pros meus pais. Eles estavam muito felizes em ver quase todos os filhos juntos de novo, conversaram muito com o Lucas, sobre a volta dele, a viagem, onde ele pretendia ficar e tal. Ele disse que ia ficar na minha casa enquanto procurava um lugar pra morar. O plano de morar no mesmo prédio que eu foi pro saco quando o zelador disse que o único apartamento vago já tinha sido alugado. Felizmente, meus pais já estavam se sentindo muito melhor e garantiram que em menos de uma semana a gente podia se encontrar todo mundo de novo.

*

Essa semana foi intensa. A Kari quase não teve descanso: transava comigo durante o dia e o Lucas acordava ela com o pau enfiado em qualquer buraco dela durante a noite. Várias vezes fizemos ménage até deixar ela coberta de porra, e uma vez até fizemos videochamada com a Mimi, e enquanto ela se masturbava com os brinquedos dela, a gente comia a Karina ao mesmo tempo.

*

Na terça-feira da semana seguinte, um dia antes de ir visitar meus pais pra uma reunião em família, o Lucas se mudou pro apartamento novo dele. Pra sorte dele, tava quase todo mobiliado e a poucas quadras do meu. Ajudei ele na mudança e, antes de ir embora, ele disse que passaria sempre que desse pra gente se ver (e com certeza foder com a Kari). Na última viagem, a pequena nos acompanhou, arrumamos o necessário pra ela passar a noite e pedimos comida, brindamos pela saúde dos meus pais, da família e pelo reencontro. Depois de comer e de tanto álcool, aconteceu o que era esperado, a gente voltou a foder os três juntos, embora eu só tenha conseguido ficar até a primeira transa, que deixei bem dentro do cu enquanto meu irmão mais velho comia a buceta dela, depois tive que voltar pro meu apartamento, a Kari ia ficar com o Lucas até o dia seguinte e a gente se veria pra ir na casa dos nossos pais. Karina me confessou depois que aquela foi a noite de sexo mais intensa da vida dela, nosso irmão mais velho era um garanhão.
*
Eram quase oito horas quando passei pra buscar meus irmãos, Karina tava com cara de quem não tinha dormido bem e Lucas tava como se nada tivesse acontecido. Compramos salgados e subimos no táxi, na casa dos nossos pais já estavam acordados nos esperando com chimarrão. Reencontrar a Mimi foi lindo, a conexão que a gente compartilhava era especial e ao abraçar ela me senti completo, pode-se dizer. Sem ninguém ver, apertei a bunda dela e falei o quanto tinha sentido falta. Meus pais abraçaram o Lucas entre lágrimas de felicidade, ele disse pra eles que tinha voltado pra ficar e que planejava montar uma pequena empresa. Meu pai inflou o peito de orgulho e disse que teria todo o apoio dele.
Na hora do almoço, depois que a gente colocou em dia tudo que tinha rolado naquela semana que ficamos isolados, meu irmão mais velho nos surpreendeu com uma notícia que não esperávamos, ele disse que no fim de semana seguinte, aproveitando que as restrições começavam a afrouxar um pouco mais, a gente ia todo mundo viajar pro litoral, e que ele ia bancar todas as despesas. Todos aplaudimos e comemoramos a decisão, nos desfizemos em palavras de agradecimento pra ele, mas sendo sincero, nunca esperei que acontecesse o que aconteceu, embora não queira me adiantar.
Essa Naquela noite, Lucas ficou pra dormir na casa dos meus pais e a Mimi voltou comigo. Mal a gente entrou no apartamento, ela tirou toda a roupa e disse que ia me esperar no quarto. Eu tranquei tudo, apaguei as luzes e fui atrás dela. Quando entrei, levei um susto: a Mica estava na cama, de quatro, com um plug anal em formato de coração bem enfiado.
— Usei ele o dia inteiro, tira e me enche toda, Chito... — ela disse, quase implorando.
Devagar, eu tirei o plug, e o cu aberto começou a se contrair e abrir de novo. Minha pica já tava pronta pra entrar ali... Não deixei ela esperando: fui enfiando aos poucos, tirava e enfiava mais um pouco. Quando tava tudo dentro, comi devagar mas fundo, segurando ela pela cintura e cravando a pica inteira. Ela apertava o lençol, mordia o travesseiro e pedia mais, mais forte. Eu sabia que, naquele exato momento, no quarto da Karina, tava rolando algo parecido: o Lucas devia estar arrombando a bunda da mina, e ela segurando a vontade de gritar com medo dos meus pais ouvirem.
Nem preciso dizer que naquela noite gozei três vezes seguidas na Mimi: uma na bunda, outra na buceta e uma na boquinha. Dormimos abraçados, felizes por estar juntos de novo.
Continua...

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