Don Javier saiu de casa de Pedro com Laura ao seu lado, ambos subiram ao carro do velho, que era um caminhão da cidade, grande e novo, e partiram. A noite já havia entrado completamente e algumas gotas de chuva começavam a cair. O apartamento de Don Javier estava um pouco longe, e com o trânsito, certamente demorariam mais tempo para chegar, então ele subiu os vidros do seu carro, que eram escuros, se sentou confortavelmente no assento do condutor e ordenou a Laura: como o viagem vai ser um pouco longa, puta, quero que te desencontres, te recostes no sofá e me mamasses a cock, mas com suavidade e muito devagar pois não se trata de virar-me no caminho, só quero fazer o viagem um pouco mais agradável para mim. Laura hesitou por um segundo porque nunca havia se desencontrado nem se fizera mamada no carro, na verdade nunca havia subido ao seu carro e lhe deu certo medo de que a vissem da rua apesar dos vidros escuros, mas imediatamente o instinto a fez obedece, tirou o vestido e se jogou boca para baixo sobre o sofá, colocando sua cabeça entre as pernas do velho e o volante, sacou a cock que estava completamente flácida e a meteu na boca. Bebito precioso - disse Laura à cock do velho - vou mimar você durante todo o viagem para que não se faça tão longa. Don Javier pôs um disco com música tranquila, acendeu um cigarro e dirigiu tranquilamente enquanto com a mão direita agarrava as nádegas de Laura e metia dois dedos no cu para ela se retorcer pelo prazer ao mesmo tempo que parava um pouco mais o cu para ele poder manobrar à sua vontade. Don Javier era um homem sortudo. Apesar de ser quase analfabeto, havia resultado muito bom para os negócios e desde muito jovem começou sua carreira comercial com vários artigos e muito rapidamente saiu da pobreza em que havia vivido sua infância e adolescência. Ele trabalhou muito e agora, na sua idade madura, podia se dar todos os luxos que quisesse e poder ter tudo o que lhe apetecesse, e com esse poder que dava o dinheiro, manipulava todo seu entorno à sua conveniência e ninguém lhe podia negar nada. Depois de viúvo quinze anos atrás, não encontrou nenhuma mulher que o convencesse para voltar a casar-se e ele não tinha nenhuma urgência por fazer isso, sua única necessidade real era a satisfação sexual porque sempre desde muito jovem havia sido um semental insaciável para o sexo e até a data era capaz de fazer o amor mais de uma vez ao dia durante todos os dias, e essa necessidade a mitigava sempre com mulheres bem-dispostas a satisfazerlo por dinheiro ou conveniência, sem que se tratasse de prostitutas profissionais, de maneira que satisfeita essa necessidade, não havia razão para casar-se novamente pois era muito difícil que ele pudesse voltar a se enamorar. Antes de Laura, don Javier havia tido várias mulheres de maneira similar, obrigando-as por necessidade a ser suas putas particulares e a todas as havia gratificado generosamente antes de despedir-las quando se cansava delas. Mas Laura tinha algo especial, era sem dúvida a melhor de todas as que havia tido, para começar, era a mais bela e a mais jovem de todas, tinha um corpo esplendorosamente belo que nem ela mesma se dava conta disso, e com as roupas que usava, os demais tampouco o apreciavam, mas ele, que a via nua e sabia apreciar a beleza feminina, sabia que haveria muitas modelos jovens e não tão jovens que dariam o que fosse por ter um corpo como o de Laura. E por outro lado, Laura se havia acoplado perfeitamente a ele, parecia ter um instinto especial para satisfazê-lo, e sua submissão era quase completa, faltavam apenas alguns detalhes para que ele lograsse dominá-la por completo, mas ele terminaria esse trabalho, e sabia que ao final teria à sua disposição a mulher mais bela que havia visto e disposta cem por cento a fazer qualquer coisa que ele lhe ordenasse, sem vontade própria e sujeita à vontade dele. Já vamos chegar – disse o velho a Laura, sacando violentamente o dedo de seu... – Põe o vestido. Ela... Obedientemente lhe deu um último beijo à puta, sentou-se e pôs o vestido. Viu pela janela que estavam em um dos bairros mais luxuosos da cidade, aproximou-se dele e meteu a sua bebê na bragueta enquanto lhe besava o ouvido ao velho. Este entrou com o carro no estacionamento de um edifício bonito de oito andares, tomaram o elevador e subiram para a última planta onde havia apenas um apartamento que ocupava todo o piso, e entraram nele. Laura ficou pasmada ao ver a amplitude e o luxo que imperava nesse apartamento, desde o chão, as paredes adornadas de quadros e os móveis, eram de um luxo que Laura só havia visto em filmes, estava tão absorvida que ainda não se havia despir como era sua obrigação sempre que estava sozinha com don Javier. O que esperas, puta? –disse o velho dando-lhe uma palmada nas costas. Desculpe, don Javier, é que eu estava admirando sua casa –respondeu Laura tirando rapidamente o vestido. Vamos para você a admire toda –disse o velho pegando-a pela cintura. E a leva a fazer um tour todo o apartamento deixando-a com a boca aberta com tudo que via. Depois sentou-se don Javier no sofá principal da sala e ordenou-lhe que servisse uma cuba para cada um, Laura obedeceu repondo-se já um pouco do impacto de estar nesse lugar tão luxuoso, serviu os tragos e voltou junto ao velho sentando-se nas suas pernas. Bebiram lentamente enquanto o velho a manuseava com uma mão. Tenho meus pés muito cansados –disse o velho esticando as pernas. Laura entendeu imediatamente o que queria seu patrão, deixou seu vaso sobre a mesa de centro e se agachou às suas pernas, tirou os sapatos e meias e começou a sobar com suas suaves mãos os pés suados e pestilentos do velho. Espere um pouco –disse don Javier levantando-se- primeiro tire toda a roupa. Laura o despira lentamente começando pela camisa e depois pelos calções, pois ele não usava calças, e enquanto fazia isso lhe besava cada parte do seu corpo que ia descobrindo, ao mesmo tempo que lhe dizia palavras carinhosas. Papacito lindo... eu gosto muito beijar todo o seu corpo, Don Javier... eu gosto de ser sua puta e fazer tudo o que você quiser... Laura terminou e Don Javier sentou-se e acendeu com o controle remoto a televisão gigante que havia na sala e se dispôs a beber tranquilamente sua cerveja, enquanto Laura voltava a se inclinar aos seus pés e continuava com seu trabalho. Agarrou um dos pés do velho e começou a lamber desde os tornozelos para baixo, pondo especial atenção às plantas e dedos, que metia na boca um por um e os chupava e lambia como se fossem doces. E continuava com o outro pé, não sentindo mais nenhum asco e parecia fazer isso realmente com amor, com verdadeiras vontades de agradar a Don Javier. E assim esteve por um bom tempo, interrompendo-se apenas para servir-lhe outro gole ao velho. Já deixe isso – disse o velho - e senta-te na bunda que já tenho quente. Se Don Javier – respondeu Laura, sentando-se sobre os joelhos do velho e começando a se mover sobre a imensa bunda parada. Não te muevas porque eu vou dizer algo e quero que pões atenção, mas primeiro beija-me na boca. Laura parou de se mover e abraçou o velho, beijando-o apassionadamente, metendo sua língua na boca quase até a garganta. E assim esteve por vários minutos até que ele a separou e disse: vou te dar algumas novas obrigações que deves cumprir no meu corpo, a primeira dessas talvez não seja muito agradável para ti, mas se será para mim, e tu queres agradar-me? Claro que sim, Don Javier, eu só vivo para agradá-lo, e não se preocupe porque nenhuma parte do seu corpo pode ser desagradável para mim, você apenas ordene e eu obedeço. Está muito bem, isso me agrada, pois bem, decidi que de agora em diante tu serás encarregada da limpeza do meu cu. Laura pôs cara de espanto porque não entendia bem o que queria dizer a instrução de Don Javier, assim simplesmente aceitou sua nova obrigação. Farei o que você me ordenar, Don Javier, apenas diga-me o que tenho que fazer. É muito simples – disse. O velhinho - assim como te ocupas da limpeza do meu pinto todas as vezes que chegas à oficina e quando eu acabo de mijar, assim te ocuparás agora também do meu cu, você deve limpá-lo com a língua cada vez que chegar e sempre que eu acabe de cagar e engolir todos os restos que encontrar - você entendeu bem? Don Javier ficou olhando para o rosto de Laura para ver se ela mostrava algum gesto de desagrado ou algo similar, porque no fundo era isso que ele esperava, pois tinha muitas vontades de batera e isso seria uma razão ideal para fazer isso, mas o único que viu foi um autêntico gesto de complacência por parte dela quando ela respondeu: Sim, eu entendi bem, don Javier, e claro que vou fazê-lo com muito carinho, pois meu único interesse é que você esteja satisfeito com meu trabalho e com o cumprimento das minhas obrigações. Muito bem, começaremos desde agora, há algumas horas que fui cagar, a propósito não me limpei para dar oportunidade a você de fazer isso. Laura se levantou e o velhinho se recostou boca abaixo no sofá, pondo um travesseiro sob a ingles para que seu cu ficasse parado. Agora - disse don Javier - abre as nádegas com as mãos o mais que puder e limpa-me todo o cu e seus arredores com a língua. Laura se aproximou lentamente do cu do velhinho, naturalmente ela nunca havia feito algo assim nem com ele nem com ninguém e não sabia se poderia fazer bem sem voltar o estômago por asco, mas nem por um momento passou pela sua mente a ideia de não fazer ou de pôr algum mas ao velhinho, sua resposta de que faria com muito carinho havia sido totalmente sincera, ela realmente queria agradá-lo a don Javier, então com decisão abriu as nádegas do velhinho com as mãos e meteu a cara entre elas. Havia restos de merda por todo o cu do velhinho e a primeira reação de Laura foi de asco ao pôr a língua sobre o cu, mas se sobrepôs rapidamente e começou a limpar com a língua e engolir todos os restos que encontrava. Limpia bem todo - ordenou don Javier - e em seguida meta no cu. Tudo o que puder da tua língua. Se don Javier - ela responde sem tirar a boca do asqueroso cu da velho - que lindo é você ao me permitir que limpe seu cu com a língua. E assim continuo Laura por um tempo, já havia engolido todos os restos e agora se ocupava de massajar seu cu com a língua e tratar de meter-se nele sem lograr meter mais além de um centímetro da língua. Don Javier estava muito satisfeito e gozava do trabalho de Laura, e também estava satisfeito com a submissão dela, todas as suas mulheres haviam limpado seu cu, mas todas após protestar e prometer uma gratificação especial, e todas o haviam feito a contragosto e com asco, inclusive houve uma que voltou o estômago sobre seu cu, mas Laura estava fazendo muito bem e com prazer, isso queria dizer que o domínio que exercia sobre ela era quase total, e isso o deixava satisfeito de sua obra, havia logrado ter uma puta linda e que faria tudo o que ele ordenasse, por extravagante que isso fosse. Já está bem - disse don Javier - agora vai ao banheiro para lavar a boca, lá encontrarás um escovador dental novo, sempre que terminares dessa obrigação, deve lavar-se bem a boca pois não quero que estejas ao meu lado ou me beijes com a boca suja. Se don Javier - respondeu Laura levantando-se e dirigindo-se ao banheiro. Quando Laura regressou do banheiro, o velho lhe indicou que servisse outros tragos para os dois e que voltasse a sentar-se na cock, e Laura obedeceu. Sentou-se no pito e os dois tomaram seus tragos. Gosto de você ser complacente - disse o velho - enquanto continues assim, te terás contento e te ajudarei em tudo o que precisares. Já disse que você é meu dono, don Javier, e eu sempre farei tudo o que você quiser. Está bem puta, agora move-se porque me pusiste bem quente e já estou prestes a virar-me. Se don Javier - respondeu Laura começando a se mover sobre a cock - Você quer virar-se em minha bunda ou prefere virar-se em meu cu? Não puta, agora vou dizer-lhe a próxima obrigação que terás de agora Adiante, você quer ouvir? Claro que sim, sr. Javiera – disse Laura, pensando no que agora lhe ocorreria ao velho, mas não se quedou pensando com temor ou medo pelo imprevisível que pudesse vir, sim com expectação e prazer por fazer coisas novas com seu patrão - você ordene a sua pauta o que ela deve fazer. Perfeito puta, vou chegar em tua boca mas tu não te engolirás os muques senão os retendas na boca durante um tempo até que eu te ordene que os engulas, e quando eu quiser abrirás a boca para mostrar-me que lá estão, e se você os engulires antes de eu te dizer, me fará muito zangado. Entendeste puta? Se sr. Javiera – disse Laura, pensando que isso não era tão difícil e que poderia fazer tranquilamente. De acordo, agora agachem-se e chupem a minha cock, eu vou avisar quando estiver por chegar-me. Laura se agachou aos pés do velho e agarrou a sua cock aproximando-a à sua boca e dirigindo-se-lhe disse: Bebito precioso, vou beber até que me esgote o seu cume na boca e depois a vou ter lá até que meu senhor me ordene que eu a engula, mete-te na minha boca, meu bebito. Sr. Javiera sorriu complacente e gozou do momento. Laura chupava muito bem a cock, parecia fazê-lo com amor, realmente se esforçava por lhe agradar e fazer-lhe sentir à vontade. Depois de alguns minutos sr. Javiera fez um sinal para Laura de que estava por chegar-se e ela assentiu com a cabeça e se preparou para receber os muques, e quando o velho começou a vir-se, ela pego bem a boca na cabeça do pito para que não caísse nem uma gota fora da boca. Quando o velho terminou, ela se retirou da cock fechando sua boca para que nada saísse de lá, sr. Javiera se quedou vendo e sorriu. Estás fazendo muito bem, vá servir outros dois tragos. Laura foi cumprir a ordem com a boca fechada e cheia de muques, serviu os vasos e regressou ao velho, entregando-lhe o seu, e ele próprio o pôs sobre a mesa central e se sentou novamente aos pés de sr. Javiera, este começou a beber sua copa e acendeu a... Tele para se divertir enquanto Laura continuava com a boca fechada. Mas resulta que, o que lhe parecera tão simples de fazer, agora já não estava sendo fácil, respirava pela nariz e sentia a necessidade de engolir o que tinha na boca, mas fazendo um esforço conseguiu evitar. Houveram dez minutos quando don Javier lhe pediu que abrisse a boca para confirmar que ainda tivesse seus mocos, ela moveu um pouco a cabeça para trás e abriu a boca mostrando-o ao velho e notou que efectivamente a tinha cheia de seus mocos, e sorriu ao mesmo tempo em que lhe dava uma palmada na espinha e isso fez com que ela engolisse um pouco e ao tratar de evitar, se atragantou e viu-se obrigada a tosar jogando no chão o que lhe restava na boca, isso enfureceu o velho que a empurrou fortemente puxando-a para o chão e gritando: Pinché puta! Menina, é que não sabes obter minhas ordens? E levantando-se começou a patear com os pés descalços, bastante forte mas cuidando de não lhe fazer um dano grave como seria quebrar-lhe uma costela e ela aguentou o castigo chorando e dizendo: Perdoei-me don Javier, por favor perdoei-me, foi sem querer, não foi por desobedecer-te, mereço o castigo mas por favor perdoei-me. Já é a segunda vez que me desobedece puta! Menina e isso me põe muito furioso, sinto que não mereces todo o que te he ajudado, vou ter que esquecer de ti. Não don Javier –disse Laura- não voltará a acontecer, juro-te, castigue-me todo o que quiser mas não me abandone. O velho continuou pateando-a e em seguida a levantou pelos cabelos ordenando-lhe que se levantasse, ela fez isso e ele a seguiu golpeando agora com as mãos, e embora o fizesse com as mãos abertas os golpes eram fortes, ela se cobria com os braços mas ele ordenou que os baixasse e ela sumisamente lhe obedeceu e ele lhe deu repetidas e fortes bofetadas no rosto. Não sei o que vou fazer contigo –disse o velho sem parar de bater-lhe- não vejo que te interessa cumprir com as tuas obrigações. Perdoei-me don Javier, eu cumprirei com todas. Minhas obrigações. Não sei se perdoarte pois não me agrada que me desobedeçam –disse don Javier todo suarento e cansado, e parando de bater-lhe-se voltou-se para o sofá empinando-se sobre ele e fingindo procurar algo nele, como uma convidação para que Laura fizesse alguma coisa, e ela entendeu instantaneamente e fez-o. Rapidamente se ajoelhou no tapete, abriu com as mãos as nádegas do velho e meteu a cara entre elas pondo-lhe sua boca no cu, ao mesmo tempo que continuava falando. Perdão-me, meu senhor –decia Laura e sua voz soava um tanto distante e distorcida por ter o cu do velho colado na sua boca- nunca voltarei a desobedecer-lhe, pode fazer comigo o que quiser, mas perdão-me, sempre limparei seu cu com a língua após você urinar e até poderá urinar em minha boca quando quiser, mas por favor, perdão-me. O velho a escutava sorrindo, nunca havia pensado nisso de urinar em sua boca, mas não era má ideia e talvez algum dia o faria. Naturalmente que ele iria perdoá-la pois lhe havia dado uma palmada nas costas propositalmente para provocar que ela tosisse e tivesse que escuspir e tudo com o único fim de ter o prazer de bater-lhe. Já está bem –disse o velho separando-se dela e sentando-se no sofá enquanto ela ficava ajoelhada no chão- ensuciei minha alfombra, puta, agora vais limpar isso que jogaste com a língua e tragá-lo. Laura adolorida de todo o corpo, dócilmente obedeceu e inclinou-se para limpar com a língua os mucozinhos que estavam sobre a alfombra, e quando terminou se quedou ajoelhada à espera de que lhe dissesse algo e rogando por dentro para que a perdoasse. Está bem, puta –disse o velho- vou te perdoar, mas se voltares a falhar em tuas obrigações, o castigo será mais forte e não haverá perdão e terás de sair da minha vida. Que bom é você comigo, don Javier –disse ela inclinando-se para beijar e lamber seus pés- não volveré a falhar. Ele ordenou que se levantasse e fosse ao banheiro porque tinha vontade de urinar e ela obedeceu. De imediato correndo ao banheiro e colocando-se como era sua obrigação para receber na boca os miados do velho e bebê-los com prazer, quando terminaram regressaram à sala, ele sentou-se no sofá e disse-lhe que tomasse seu copo e se sentasse nas suas pernas e ela obedeceu rapidamente. E assim estiveram por duas horas mais, bebendo licor os dois e ela mimando-o e beijando-o, dando-lhe para beber na boca e ratificando-o sobre o bem que ele era com ela e que ela cumpriria fielmente sempre com suas obrigações. Depois desse tempo já os dois estavam meio bêbados, mas mais Laura que não estava acostumbrada a beber, mas era incapaz de dizer-lhe não, e se ele queria que tomasse, então ela tomaria. Agora vamos jogar um pouco – disse don Javier alegremente e com vontade de ver-la mais humilhada- você vai ser minha puta? Estás de acordo? Claro que sim, don Javier, O que devo fazer? Primeiro, nada, -disse o velho, rindo-se antecipadamente por aquilo que ela iria fazer- põe-se a quatro patas e caminha pela sala e quando eu te fizer uma sinal, venha até mim e ladre-me, você entendeu? Sim, senhor. E Laura se pôs a quatro patas, caminhando assim pela sala, mostrando seu esplendoroso cu desnudo e atenta à quando o velho a chamasse, até que ele fez um sinal com a mão e ela se dirigiu para ele e ladrou. Gua, gua, gua, gua, gua, gua, gua, gua, gua, gua. Muito bem, puta, agora toma um dos meus meias com a boca e passa-mo. Laura fez o que lhe ordenavam, foi caminhando de quatro patas até onde estava a roupa dele, tomou um dos meias com a boca e se o levou, ele o tomou e o fez bola e disse-lhe: Agora vou jogar este meia e tu correrás para tomar com a boca e me o traras, mas terás de ir e voltar correndo o mais rápido que puder. Laura assentiu com a cabeça e o velho jogou o meia, naturalmente ela não podia correr de quatro patas, mas se esforçava por fazer isso o mais rápido possível e trazia o meia com a boca, ele o tomava e o voltava a jogar, e assim estiveram por um tempo até que ele disse... Compaixão dela quando notou que já quase não podia mais com o cansaço. Descansa um pouco, puta, mas descansa com meu pau na boca. Ela exausta meteu o pau na boca, embora do que verdadeiramente estava cansada era de estar sentada, mas se agarrou até que eu ordenasse levantar-se. Já estou quente novamente – disse o velho separando a cabeça dela e recostando-se sobre o sofá, boca acima- vamos fazer um 69, tenho vontade de chupar tua vagina. Ai que boa gente é você, don Javier, ao querer chupar a vagina da sua puta, sei que não mereço e por isso estou muito agradecida. Laura se deitou sobre don Javier, pondo-lhe a vagina na boca e metendo-se ela o pau do velho, e don Javier começou a chupar a bunda de Laura com força, mordendo-a e metendo-lhe a língua até onde podia, em seguida passava para seu cu e também lambia, mordia e metia-lhe a língua, Laura convulsionava-se do prazer e recebia em seu corpo orgasmo após orgasmo. Depois de um tempo, o velho ordenou: Já pára, puta, e senta-te na bunda, mete-a na vagina e dás alguns sentidos e então a sacas e metes-na no cu e assim a vais alternando? Entendeste? Se don Javier. E Laura obedeceu às instruções, metia o pau na vagina e em seguida o sacava e se metia no cu, e assim estiveram durante um bom tempo até que o velho se viesse no cu dela, e ela experimentasse seu orgasmo enésimo. Quando terminaram, o velho decidiu que já tinha sono e era hora de dormir. Os dois foram para a luxuosa recamar e se deitaram na enorme cama. Agora vou-te dar a última obrigação desse dia – disse o velho. Se don Javier, ordene-me você. Sempre que passarmos a noite juntos, tu deves dormir com meu pau na tua boca e ter muito cuidado para que não saia, se despertar e não tiver na boca, me enfurecerei muito? Estás de acordo? Ai, don Javier, será um verdadeiro prazer para mim dormir-me com minha bebe na boca e ter muito cuidado para que não saia. Perfeito – disse o velho- eu Sempre durmo de lado, de forma que tu também dormirás de lado com a cara na altura da minha pija, e quando notares que eu me virei para o outro lado, tu mudarás também de lado, é claro? Se meu senhor. E imediatamente Laura se baixou até a altura da pija e se meteu na boca dizendo: Meu belo bebito, esta noite você dormirá mais quente dentro da minha boca. E assim passaram o primeiro fim de semana juntos. Três dias e três noites em que pegamos como loucos. Laura banhava o velho todas as manhãs e depois secava amorosamente. Limpiava a pija dele após ele se fazer xixi e limpava o cu com a língua após ele cagar. Também limpava os pés dele com a língua. Preparava comida para ele e dormia com a pija na boca. Todos os três dias completos estiveram os dois desnudos no apartamento e ela cumpriu satisfatoriamente com todas as suas obrigações. A noite de segunda-feira, o velho foi deixá-la em sua casa e lhe deu um bom fajo de bilhetes. Laura ia toda doente mas muito satisfeita, era o melhor fim de semana que havia passado na vida, havia bebido bem, havia comido bem, e havia sido fodida repetidas vezes por todos os seus buracos, e ao chegar em sua casa para se despedir do velho, disse: Até amanhã, patrão, e muito obrigada por tudo, é você o homem mais bom e mais belo do mundo e eu sempre serei sua agradecida puta, me dá seu permiso para despedir-me de meu bebe? O velho apenas assentiu com a cabeça e ela imediatamente sacou a pija dele e lhe deu repetidos beijos acompanhados de palavras de carinho.
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