Finalmente, depois de tanto tempo, retomo essa história que vocês tanto gostaram, aproveitem que logo chega ao fim!
(A história é completamente fictícia, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência)
Vocês podem ler o capítulo anterior no link abaixo:
Capítulo 11: http://www.poringa.net/posts/relatos/3981305/La-Cuarentena-Mi-Melliza-y-Yo-Capitulo-11.html
Como um relógio suíço, bem às quatro da manhã a campainha tocou. Arrumei o apartamento como pude; a cama onde eu dormia antes de dividir o quarto com a Mica era a que o Lucas ia usar. No dia seguinte, a gente cuidaria de mudar algumas coisas pro apartamento dois andares abaixo que ele ia ocupar. Avisei que já tava descendo e torci pra não cruzar com ninguém nem no elevador nem na entrada, não tinha paciência nem vontade de fingir educação com ninguém.
E lá estava ele, sempre me fascinou e admirei meu irmão mais velho, com aquele jeito de quem comandava uma empresa importante (com certeza chegaria lá muito em breve). Abri a porta e, deixando de lado os protocolos e o distanciamento, nos abraçamos. Fazia anos que não nos víamos.
Ajudando ele com as malas, fomos conversando no elevador. Contei rapidamente o que tinha rolado, falei que a Kari tava no apartamento comigo, ela dormia, que os velhos e a Mimi teriam que ficar isolados por pelo menos uma semana. Nossos pais estavam com febre de 38° e o corpo fraco, mas nada além disso. A Mica só tinha sintomas leves. Lucas suspirou aliviado. Ele me explicou que queria voltar de qualquer jeito, que sentia que tinha fechado um ciclo naquela empresa e agora tinha tudo que precisava pra montar o próprio negócio e tocar ele, mesmo no contexto atual de pandemia. Perguntou sobre meu trabalho e eu disse que ia bem, não entrei em detalhes, ele sempre soube quando eu mentia.
Tomamos uns mates, conversamos mais um pouco e a porta do meu quarto se abriu. De lá saiu a Kari, de fio dental e com uma camiseta regata que deixava bem claro que não estava usando sutiã. Ela estava esfregando os olhos e me perguntando por que estava dormindo sozinha. Quando finalmente focou o olhar, entendeu o motivo, e sem se importar com nada (nem com o fato de estar quase nua), correu pra abraçar o Lucas e se pendurar no pescoço dele. Ele, surpreso com toda a situação, só conseguiu segurá-la pela bunda pra evitar que ela caísse. Kari encheu a cara dele de beijos, alguns até acertaram os lábios de um atordoado Lucas.
- Quando você chegou? Por que não me avisou que vinha? O que você me trouxe? - foram algumas das mil perguntas que a mais nova fez ao mais velho, ele tentava responder como podia. Mesmo assim, não tinha tirado as mãos da bunda da Kari.
Quando a mais nova se acalmou (e percebeu que um dos peitos dela estava completamente pra fora da regata), Lucas começou a falar, disse que tudo foi muito de repente, mas que já tinha planos de voltar, só precisava de uma desculpa, e que, embora a história dos nossos pais fosse algo bem azarado, caiu como uma luva. E respondendo à pergunta sobre o que tinha trazido, meu irmão tirou de uma das várias malas uma bolsa Louis Vuitton original (com mil euros dentro) e dois conjuntos da Victoria's Secret, disse que tudo era presente por ela já ser maior de idade. A cara de felicidade da Kari não cabia no rosto, ela quase chorava de emoção. Tanto que foi no banheiro experimentar o conjunto, nos deixando ambos petrificados, mas a gente já sabia que a pequena costumava fazer isso sempre que ganhava roupa, até nos aniversários dela não se segurava e abria os presentes na hora.
Minutos depois, meio penteada e com o rosto lavado, ela saiu vestindo um roupão, perguntou se a gente tava pronto, a gente respondeu que sim, e de um jeito por demais sensual foi abaixando o roupão devagar, mostrando como a renda ficava gostosa naquela pele tão macia e branca. Os biquinhos e a ppk dela apareciam. Timidamente, puxei o tecido pra baixo. Ela deu uma voltinha pra perguntar como tava por trás, nos presenteando com uma vista espetacular de como a bunda dela apertava o pouquinho de pano da tanguinha. A gente fez o gesto de aplaudir, e ela fez uma reverência. Correu de volta pro banheiro, só pra voltar com um conjunto branco, parecido com o anterior e igualmente ardente. A gente viu ela desfilar e dar voltinhas pro nosso prazer, e ela voltou de novo pro banheiro, dessa vez retornando com a roupa de dormir dela, ou quase, porque tava de regata, mas com a tanguinha branca do último conjunto que mostrou pra gente. Deu um beijo no Lucas na bochecha e outro em mim e foi dormir, ainda sorrindo feliz.
A mina deixou a gente dois pelando no salão, do jeito que deu, o Lucas se levantou, falou que ia tomar um banho e depois dormir um pouco, eu disse que por hoje ele podia dormir na cama que eu tava usando e que eu ia dormir com a Kari, ele sorriu como quem diz "que filho da puta...". Pegou o pijama dele e entrou no banheiro, eu juntei as coisas que a gente tinha usado, terminei de arrumar a cama pra ele e esperei ele sair. Lá fora, o sol começava a nascer...
/Quando o Lucas entrou no banheiro, a primeira coisa que viu no chão foi a tanguinha ainda molhada da Karina. Toda a situação anterior, mais a sensação de ter a bunda dela nas mãos, tinham deixado ele muito excitado, ele precisava se aliviar, então, quando terminou de se despir, abriu o chuveiro, mas não entrou debaixo d'água. Pegou a tanguinha da Karina e cheirou, ainda tinha o cheiro do fluido dela, e começou a bater uma. Ele fazia rápido, também não queria demorar muito, antes de gozar, envolveu o pau com a peça e descarregou todo o esperma que vinha juntando há um tempão. Se limpou o melhor que pôde e tomou banho rapidinho./
*
Quando ele saiu, o Lucas já tinha preparado tudo, eu desejei boa noite pra ele e deixei ele dormir. Com certeza ele ia dormir até a tarde por causa da diferença de fuso, mas não me incomodava.
Eu entrei no meu quarto e encontrei a Karina dormindo de bruços, com a bunda pra cima. Me acomodei do lado dela... de lado e eu também dormi...
*
Ao acordar, liguei pros meus pais enquanto esquentava a água do café da manhã. Kari acordou depois e veio me abraçar enquanto eu falava no telefone com a Mica. Ela disse que estava tudo bem, que os velhinhos estavam melhorando aos poucos, embora meu pai ainda não tivesse baixado a febre. As mãos de Kari me faziam saber que ela tinha acordado com muita vontade, tanta que se ajoelhou pra me chupar ali mesmo, a metros do Lucas e enquanto eu falava com a Mica. A Mimi percebeu que eu estava ofegante e perguntou se tava tudo bem, bem baixinho eu falei que a Kari tava me chupando. A Mica ria e se arrependia de não estar com a gente. Quando eu disse que o Lucas tava dormindo perto da gente, ela falou pra ter cuidado, se fôssemos descobertos seria um problema pra família toda. Kari continuava chupando com fome, enfiava inteiro na boca só pra tirar ele cheio de saliva.
- Me come, Chito... - repetia Kari cada vez que tirava ele da boca. Eu continuava falando com a Mimi, sentia ela excitada também com toda a situação.
- Come ela, a mina tá morrendo de vontade... - disse minha gêmea.
Apoiei o telefone na bancada sem desligar a chamada, queria que agora fosse a Mimi quem nos ouvisse foder, embora não pudéssemos fazer muito barulho já que o Lucas continuava dormindo a poucos metros.
Fiz sinal pra irmos pro quarto, mas ela não quis, sentia tesão em poder ser descoberta... Puxei a calcinha fio dental dela e comecei a comê-la devagar mas fundo, quando chegava na metade enfiava de uma vez e sem avisar. Isso fazia ela gemer muito. Assim como fizemos na casa dos meus pais, tapava a boca dela com a mão pra não sermos ouvidos. Ela mordia meus dedos excitada cada vez que a buceta se contraía gozando e deixando cair algumas gotas no chão. Em poucos minutos, levantei ela, ela se abraçou no meu pescoço e coloquei ela na bancada. Tirei a pica da buceta dela e, sem dizer nada, enfiei devagar no cuzinho. Ela se abraçava ainda mais forte. mordendo meu pescoço, a bunda dela apertava forte minha pica, eu não aguentaria muito mais se continuássemos assim, mas não me importava. Queria encher o cu dela de porra, e quase como se lesse minha mente, ela disse:
- Enche meu cu de leite, Chito, quero sentir bem dentro.
Senti meu corpo inteiro se tensar com a intensidade do orgasmo. Até ela gemeu alto dessa vez, sem conseguir se segurar, tapando a boca depois ao perceber que poderíamos acordar nosso irmão mais velho. A pica saiu sozinha quando perdeu a força, e atrás dela o sêmen com que a tinha enchido, sujando o chão. Ela, suando mas feliz, disse que limparia. Peguei o telefone de novo, ouvi exatamente os suspiros que me indicavam que do outro lado da linha minha gêmea estava gozando.
*
Depois do café da manhã, tivemos uma videochamada com meus pais, por sorte estavam melhor, meu pai tinha baixado a febre e minha mãe já conseguia levantar da cama. Contamos que Lucas estava no nosso apartamento e eles ficaram muito felizes, prometemos ligar de novo quando ele acordasse. Também me pediram para levar mantimentos, anotei e prometi sair assim que terminasse de almoçar, depois disso nos despedimos e fomos cozinhar com a Kari, houve roçadas e beijos, mas sabendo que Lucas podia acordar a qualquer momento, não nos arriscamos a mais.
Comemos vendo um filme e, quando terminei de lavar tudo, Kari se ofereceu para me acompanhar nas compras e levar tudo para a casa dos meus pais, mas eu disse que não, se ela também pegasse a doença, eu não me perdoaria. Falei que voltaria lá pelas cinco da tarde, que se Lucas acordasse, ela cuidasse dele e desse o que precisasse. Ela disse para eu ficar tranquilo. Me deu um beijo e saí para cumprir a tarefa que me haviam dado.
*
/Quando Nacho foi embora e Kari ficou sozinha, foi para o quarto dele, tirou a legging e deitou para ver uma série, dormiu em poucos segundos quase sem perceber. Ao acordar, se deu Conta que já eram quase quatro e meia da tarde, então ele devia acordar o irmão mais velho, senão ia passar a noite toda acordado. Saiu como estava, esquentou a água e preparou o mate pra deixar tudo pronto (queria cumprir o que o Nacho tinha falado) e, ao chegar na cama onde o Lucas dormia, notou que ele estava meio destapado e reparou também na ereção enorme que esticava o tecido do pijama. Quase em transe, levou a mão até aquela área e apertou o tronco com um pouco de força. Ficou com água na boca, queria provar, mas a respiração do Lucas era leve, o que indicava que ele ia acordar logo. Não quis arriscar, mas o tesão falou mais alto. Puxou o elástico pra baixo e não acreditou no tamanho da pica do irmão mais velho. Tentando a sorte, aproximou a boca e deu uns beijos tímidos na cabeça. Não se atreveu a mais. Colocou tudo de volta no lugar e, com movimentos leves, o acordou. Disse que tinha preparado o café da manhã, que ele esperava no quarto.
Comprar tudo foi fácil, difícil foi carregar tudo pro táxi e levar pra casa dos pais. Na porta, Mimi e os velhos estavam me esperando, mas o que eu mais queria era abraçá-la, tive que me contentar em cumprimentá-los a dois metros de distância. Deixei as sacolas, conversei um pouco com meus pais e voltei pro apartamento, o Lucas já devia estar acordado. Fiquei feliz e tranquilo em vê-los bem, embora não fosse prudente chegar muito perto, sabia que logo estaríamos todos juntos.
Ao chegar no prédio, subi as escadas, fiquei preocupado porque nem o Lucas nem a Kari atendiam o telefone, imaginei que os dois ainda estivessem dormindo. Ia dar um puxão de orelha na Kari se a encontrasse na cama. Supondo que ainda estavam dormindo, entrei bem devagar, as luzes estavam apagadas, na cama do Lucas vi um vulto, então pensei que era ele. Abri devagar a porta do meu quarto e não acreditei no que via...
Continua...
(A história é completamente fictícia, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência)
Vocês podem ler o capítulo anterior no link abaixo:
Capítulo 11: http://www.poringa.net/posts/relatos/3981305/La-Cuarentena-Mi-Melliza-y-Yo-Capitulo-11.html
Como um relógio suíço, bem às quatro da manhã a campainha tocou. Arrumei o apartamento como pude; a cama onde eu dormia antes de dividir o quarto com a Mica era a que o Lucas ia usar. No dia seguinte, a gente cuidaria de mudar algumas coisas pro apartamento dois andares abaixo que ele ia ocupar. Avisei que já tava descendo e torci pra não cruzar com ninguém nem no elevador nem na entrada, não tinha paciência nem vontade de fingir educação com ninguém.
E lá estava ele, sempre me fascinou e admirei meu irmão mais velho, com aquele jeito de quem comandava uma empresa importante (com certeza chegaria lá muito em breve). Abri a porta e, deixando de lado os protocolos e o distanciamento, nos abraçamos. Fazia anos que não nos víamos.
Ajudando ele com as malas, fomos conversando no elevador. Contei rapidamente o que tinha rolado, falei que a Kari tava no apartamento comigo, ela dormia, que os velhos e a Mimi teriam que ficar isolados por pelo menos uma semana. Nossos pais estavam com febre de 38° e o corpo fraco, mas nada além disso. A Mica só tinha sintomas leves. Lucas suspirou aliviado. Ele me explicou que queria voltar de qualquer jeito, que sentia que tinha fechado um ciclo naquela empresa e agora tinha tudo que precisava pra montar o próprio negócio e tocar ele, mesmo no contexto atual de pandemia. Perguntou sobre meu trabalho e eu disse que ia bem, não entrei em detalhes, ele sempre soube quando eu mentia.
Tomamos uns mates, conversamos mais um pouco e a porta do meu quarto se abriu. De lá saiu a Kari, de fio dental e com uma camiseta regata que deixava bem claro que não estava usando sutiã. Ela estava esfregando os olhos e me perguntando por que estava dormindo sozinha. Quando finalmente focou o olhar, entendeu o motivo, e sem se importar com nada (nem com o fato de estar quase nua), correu pra abraçar o Lucas e se pendurar no pescoço dele. Ele, surpreso com toda a situação, só conseguiu segurá-la pela bunda pra evitar que ela caísse. Kari encheu a cara dele de beijos, alguns até acertaram os lábios de um atordoado Lucas.
- Quando você chegou? Por que não me avisou que vinha? O que você me trouxe? - foram algumas das mil perguntas que a mais nova fez ao mais velho, ele tentava responder como podia. Mesmo assim, não tinha tirado as mãos da bunda da Kari.
Quando a mais nova se acalmou (e percebeu que um dos peitos dela estava completamente pra fora da regata), Lucas começou a falar, disse que tudo foi muito de repente, mas que já tinha planos de voltar, só precisava de uma desculpa, e que, embora a história dos nossos pais fosse algo bem azarado, caiu como uma luva. E respondendo à pergunta sobre o que tinha trazido, meu irmão tirou de uma das várias malas uma bolsa Louis Vuitton original (com mil euros dentro) e dois conjuntos da Victoria's Secret, disse que tudo era presente por ela já ser maior de idade. A cara de felicidade da Kari não cabia no rosto, ela quase chorava de emoção. Tanto que foi no banheiro experimentar o conjunto, nos deixando ambos petrificados, mas a gente já sabia que a pequena costumava fazer isso sempre que ganhava roupa, até nos aniversários dela não se segurava e abria os presentes na hora.
Minutos depois, meio penteada e com o rosto lavado, ela saiu vestindo um roupão, perguntou se a gente tava pronto, a gente respondeu que sim, e de um jeito por demais sensual foi abaixando o roupão devagar, mostrando como a renda ficava gostosa naquela pele tão macia e branca. Os biquinhos e a ppk dela apareciam. Timidamente, puxei o tecido pra baixo. Ela deu uma voltinha pra perguntar como tava por trás, nos presenteando com uma vista espetacular de como a bunda dela apertava o pouquinho de pano da tanguinha. A gente fez o gesto de aplaudir, e ela fez uma reverência. Correu de volta pro banheiro, só pra voltar com um conjunto branco, parecido com o anterior e igualmente ardente. A gente viu ela desfilar e dar voltinhas pro nosso prazer, e ela voltou de novo pro banheiro, dessa vez retornando com a roupa de dormir dela, ou quase, porque tava de regata, mas com a tanguinha branca do último conjunto que mostrou pra gente. Deu um beijo no Lucas na bochecha e outro em mim e foi dormir, ainda sorrindo feliz.
A mina deixou a gente dois pelando no salão, do jeito que deu, o Lucas se levantou, falou que ia tomar um banho e depois dormir um pouco, eu disse que por hoje ele podia dormir na cama que eu tava usando e que eu ia dormir com a Kari, ele sorriu como quem diz "que filho da puta...". Pegou o pijama dele e entrou no banheiro, eu juntei as coisas que a gente tinha usado, terminei de arrumar a cama pra ele e esperei ele sair. Lá fora, o sol começava a nascer...
/Quando o Lucas entrou no banheiro, a primeira coisa que viu no chão foi a tanguinha ainda molhada da Karina. Toda a situação anterior, mais a sensação de ter a bunda dela nas mãos, tinham deixado ele muito excitado, ele precisava se aliviar, então, quando terminou de se despir, abriu o chuveiro, mas não entrou debaixo d'água. Pegou a tanguinha da Karina e cheirou, ainda tinha o cheiro do fluido dela, e começou a bater uma. Ele fazia rápido, também não queria demorar muito, antes de gozar, envolveu o pau com a peça e descarregou todo o esperma que vinha juntando há um tempão. Se limpou o melhor que pôde e tomou banho rapidinho./
*
Quando ele saiu, o Lucas já tinha preparado tudo, eu desejei boa noite pra ele e deixei ele dormir. Com certeza ele ia dormir até a tarde por causa da diferença de fuso, mas não me incomodava.
Eu entrei no meu quarto e encontrei a Karina dormindo de bruços, com a bunda pra cima. Me acomodei do lado dela... de lado e eu também dormi...
*
Ao acordar, liguei pros meus pais enquanto esquentava a água do café da manhã. Kari acordou depois e veio me abraçar enquanto eu falava no telefone com a Mica. Ela disse que estava tudo bem, que os velhinhos estavam melhorando aos poucos, embora meu pai ainda não tivesse baixado a febre. As mãos de Kari me faziam saber que ela tinha acordado com muita vontade, tanta que se ajoelhou pra me chupar ali mesmo, a metros do Lucas e enquanto eu falava com a Mica. A Mimi percebeu que eu estava ofegante e perguntou se tava tudo bem, bem baixinho eu falei que a Kari tava me chupando. A Mica ria e se arrependia de não estar com a gente. Quando eu disse que o Lucas tava dormindo perto da gente, ela falou pra ter cuidado, se fôssemos descobertos seria um problema pra família toda. Kari continuava chupando com fome, enfiava inteiro na boca só pra tirar ele cheio de saliva.
- Me come, Chito... - repetia Kari cada vez que tirava ele da boca. Eu continuava falando com a Mimi, sentia ela excitada também com toda a situação.
- Come ela, a mina tá morrendo de vontade... - disse minha gêmea.
Apoiei o telefone na bancada sem desligar a chamada, queria que agora fosse a Mimi quem nos ouvisse foder, embora não pudéssemos fazer muito barulho já que o Lucas continuava dormindo a poucos metros.
Fiz sinal pra irmos pro quarto, mas ela não quis, sentia tesão em poder ser descoberta... Puxei a calcinha fio dental dela e comecei a comê-la devagar mas fundo, quando chegava na metade enfiava de uma vez e sem avisar. Isso fazia ela gemer muito. Assim como fizemos na casa dos meus pais, tapava a boca dela com a mão pra não sermos ouvidos. Ela mordia meus dedos excitada cada vez que a buceta se contraía gozando e deixando cair algumas gotas no chão. Em poucos minutos, levantei ela, ela se abraçou no meu pescoço e coloquei ela na bancada. Tirei a pica da buceta dela e, sem dizer nada, enfiei devagar no cuzinho. Ela se abraçava ainda mais forte. mordendo meu pescoço, a bunda dela apertava forte minha pica, eu não aguentaria muito mais se continuássemos assim, mas não me importava. Queria encher o cu dela de porra, e quase como se lesse minha mente, ela disse:
- Enche meu cu de leite, Chito, quero sentir bem dentro.
Senti meu corpo inteiro se tensar com a intensidade do orgasmo. Até ela gemeu alto dessa vez, sem conseguir se segurar, tapando a boca depois ao perceber que poderíamos acordar nosso irmão mais velho. A pica saiu sozinha quando perdeu a força, e atrás dela o sêmen com que a tinha enchido, sujando o chão. Ela, suando mas feliz, disse que limparia. Peguei o telefone de novo, ouvi exatamente os suspiros que me indicavam que do outro lado da linha minha gêmea estava gozando.
*
Depois do café da manhã, tivemos uma videochamada com meus pais, por sorte estavam melhor, meu pai tinha baixado a febre e minha mãe já conseguia levantar da cama. Contamos que Lucas estava no nosso apartamento e eles ficaram muito felizes, prometemos ligar de novo quando ele acordasse. Também me pediram para levar mantimentos, anotei e prometi sair assim que terminasse de almoçar, depois disso nos despedimos e fomos cozinhar com a Kari, houve roçadas e beijos, mas sabendo que Lucas podia acordar a qualquer momento, não nos arriscamos a mais.
Comemos vendo um filme e, quando terminei de lavar tudo, Kari se ofereceu para me acompanhar nas compras e levar tudo para a casa dos meus pais, mas eu disse que não, se ela também pegasse a doença, eu não me perdoaria. Falei que voltaria lá pelas cinco da tarde, que se Lucas acordasse, ela cuidasse dele e desse o que precisasse. Ela disse para eu ficar tranquilo. Me deu um beijo e saí para cumprir a tarefa que me haviam dado.
*
/Quando Nacho foi embora e Kari ficou sozinha, foi para o quarto dele, tirou a legging e deitou para ver uma série, dormiu em poucos segundos quase sem perceber. Ao acordar, se deu Conta que já eram quase quatro e meia da tarde, então ele devia acordar o irmão mais velho, senão ia passar a noite toda acordado. Saiu como estava, esquentou a água e preparou o mate pra deixar tudo pronto (queria cumprir o que o Nacho tinha falado) e, ao chegar na cama onde o Lucas dormia, notou que ele estava meio destapado e reparou também na ereção enorme que esticava o tecido do pijama. Quase em transe, levou a mão até aquela área e apertou o tronco com um pouco de força. Ficou com água na boca, queria provar, mas a respiração do Lucas era leve, o que indicava que ele ia acordar logo. Não quis arriscar, mas o tesão falou mais alto. Puxou o elástico pra baixo e não acreditou no tamanho da pica do irmão mais velho. Tentando a sorte, aproximou a boca e deu uns beijos tímidos na cabeça. Não se atreveu a mais. Colocou tudo de volta no lugar e, com movimentos leves, o acordou. Disse que tinha preparado o café da manhã, que ele esperava no quarto.
Comprar tudo foi fácil, difícil foi carregar tudo pro táxi e levar pra casa dos pais. Na porta, Mimi e os velhos estavam me esperando, mas o que eu mais queria era abraçá-la, tive que me contentar em cumprimentá-los a dois metros de distância. Deixei as sacolas, conversei um pouco com meus pais e voltei pro apartamento, o Lucas já devia estar acordado. Fiquei feliz e tranquilo em vê-los bem, embora não fosse prudente chegar muito perto, sabia que logo estaríamos todos juntos.
Ao chegar no prédio, subi as escadas, fiquei preocupado porque nem o Lucas nem a Kari atendiam o telefone, imaginei que os dois ainda estivessem dormindo. Ia dar um puxão de orelha na Kari se a encontrasse na cama. Supondo que ainda estavam dormindo, entrei bem devagar, as luzes estavam apagadas, na cama do Lucas vi um vulto, então pensei que era ele. Abri devagar a porta do meu quarto e não acreditei no que via...
Continua...
1 comentários - Minha Gêmea e Eu na Quarentena - Cap. 12