Sempre gostei de me travestir e fazia isso como uma travesti de armário. Primeiro com as roupas das minhas irmãs, depois com as da minha ex-mulher, com quem fui casado por 10 anos. Nos separamos quando eu tinha 32. Me chamo Jesus, sou hétero, tenho um rosto neutro, sou magro, cabelo curto, e tenho uma bunda boa — por isso vestidos e saias curtas caíam super bem em mim. Três semanas depois da separação, comecei a fuçar em fóruns e a me travestir graças a algumas peças que minha ex deixou no apartamento, além de umas calcinhas que peguei emprestado dos varais de algumas vizinhas. Sempre tive a fantasia de ser feminizado por uma mulher e passar um dia de garota com ela, fazendo coisas de mulher.
Depois de muitas conversas com várias mulheres e algum ou outro travesti, comecei a falar com Mari Carmen. Contei minha fantasia e ela disse que morava sozinha e poderia realizá-la. Disse que era uma Dona e tinha um submisso, mas queria outro para feminizar e transformar numa mulherzinha obediente e submissa. Depois de conversar com ela por uns dois meses, decidimos marcar um dia para nos conhecer. Moramos a uns 40 quilômetros um do outro. Fui até a cidade dela e nos encontramos numa cafeteria.
— Oi, Mari Carmen.
— Oi, Jesus.
Ficamos um bom tempo conversando e combinamos para a sexta-feira seguinte, no meio da tarde. Eu tinha que me apresentar na casa dela totalmente depilado e de calcinha rosa de renda por baixo da roupa, e a partir daquele momento chamá-la de Dona Carmen. Ela disse que me feminizaria por completo e que, de sexta até domingo à tarde, eu viveria como mulher com todas as consequências, mas não explicou mais nada.
Passei a semana inteira bem nervoso. Chegou o dia, mandei uma mensagem:
— Oi, Dona Carmen, estou saindo agora.
— Oi, boneca, tudo bem, te espero.
— Sim, Dona Carmen, em uma hora estarei aí.
— Ah, e mais uma coisa: compra um chip de celular pré-pago.
Saí de carro e, depois de 20 minutos, ela me ligou:
— Tem onde parar?
— Sim, Dona.
— Então para. Quero ver se você foi obediente. Tira uma foto agora. Das calcinhas que você está usando, pra ver se cumpriu. – Sim, Ama, vou. Mandei a foto. – Muito bem, continue seu caminho. Quase não coloquei as calcinhas até chegar no destino, tava morrendo de medo de sofrer um acidente e me pegarem de calcinha se algo grave acontecesse, mas o tesão falou mais alto e eu coloquei. Quando cheguei, tava bem nervoso e demorei um tempinho pra tocar a campainha lá de baixo. – Sim, quem é? – Sou o Jesus. – Oi, linda, sobe, vou deixar a porta aberta. Tem um bilhete na entrada, lê ele. Entrei no apartamento, fechei a porta e comecei a ler o bilhete. "Bem-vinda à minha casa. Assim que ler minhas instruções, você é livre pra continuar ou dar meia-volta. Antes de seguir em frente, tire a roupa e fique só de calcinha. Ao cruzar a porta à sua frente, pra mim você será uma mulher. Vou fazer você se comportar como mulher, pensar como mulher, vai falar de si mesma sempre no feminino e só vai fazer coisas de mulher, com todas as consequências. Se quiser viver essa experiência, bem-vinda, Ivette. Esse será seu nome." Me despi e cruzei aquela porta. – Bem-vinda, Ivette. – Obrigada, Ama Carmen. – Vem, me segue. Eu a segui, entramos no quarto dela e ela me inspecionou. – Muito bem, Ivette, você vem bem depilada e com umas calcinhas bonitas. – Sim, Ama Carmen, como a senhora ordenou. Ela procurou algo numa gaveta, baixou um pouco minha calcinha, pegou meu pau com uma mão e ele não demorou a crescer um pouco e ficar duro. – Já começamos mal, Ivette. Mulheres não têm ereções. Ela foi e voltou com uma sacola de gelo e colocou na minha rola, que não demorou nada pra murchar e ficar enrugada. Pegou o que tinha tirado da gaveta. – Você vai usar esse fim de semana inteiro essa gaiola de castidade. Isso vai impedir você de ter ereções e vai te obrigar a fazer xixi sentada. Era uma gaiolinha rosa. Depois de colocada, ela subiu minha calcinha. – Senta aí. – Sim, Ama Carmen. – Consegui algumas coisas por intermédio de uma amiga dominadora, experiente em feminização. Vamos começar pela peruca. Qual você prefere, loira ou morena? – Hummm... loira. – Bem, vou colocar a morena kkkk. -tá bom Ama Carmen. -uma mulher tem que ter peitos. Ela puxou meus peitos e colou eles. -o que você acha, Ivette, se olha no espelho. -tá bom, Ama Carmen. -tira a calcinha que vou te vestir um conjunto limpo. Ela me colocou um conjunto de renda vermelha com liga e meia, e um vestido vermelho curtinho e justo. -como você se vê, Ivette. -bem, Ama. -eu vejo um cara travestido, mas depois de maquiada vai parecer toda uma mulher. Aí ela pegou no meu rosto, fez minhas sobrancelhas, colocou cílios, me maquiou. -o que você acha agora, Ivette. -ufffff demais, Ama. -só falta as unhas, vou colocar umas postiças que quando você for embora é fácil tirar. Ela colou umas unhas deixando compridas e pintou de rosa, depois as dos pés e por fim uns saltos pretos, me fez andar um pouco, não foi difícil me acostumar porque já tinha usado. -agora vamos sair pra dar um passeio juntas. -minha ama, como vou sair assim. -como você vai sair, senão assim. -é que ama, nunca saí assim na rua. -hoje vai ser seu primeiro dia, pega sua bolsa, dentro tem uma carteira pra colocar seu dinheiro e o que precisar, coloquei um par de absorventes também, nunca se sabe quando a menstruação pode descer, e esse vai ser o celular da Ivette, coloca o cartão pré-pago. Saí bem nervosa pra rua, era cedo e ainda de dia, andamos umas quadras e entramos numa loja que vende roupa barata, e ela me levou direto pro fundo, tinha uns cestos grandes cheios de calcinhas e meninas revirando entre elas. -Ivette, agora você vai se meter no meio das meninas pra olhar calcinhas, quero que você compre algumas. -sim, Ama, tô muito nervosa. -nervosa ou excitada. -acho que os dois, Ama. -é isso que eu quero, que te excite o que mando fazer. Comecei a revirar ali no meio das meninas, pegava alguma que gostava, olhava, reparava como elas olhavam e fazia igual, fiquei pelo menos 15 minutos lá, escolhi 5 calcinhas de renda que gostei, sem pensar fui pegar um cesto pra Coloca elas lá. — O que você tá fazendo, Ivette? — Pegando uma cesta pra levar elas. — Não, linda, na mão, pra todo mundo ver que calcinha você usa. — Sim, Ama. — Agora você podia dar uma olhada em alguma saia e experimentar. Experimentar roupa é o que uma mulher mais gosta, você também, né, Ivette? — Sim, Ama, adoro. — Vamos, escolhe algumas que você goste e vamos pro provador. Experimentei várias e no final acabei comprando uma mini jeans. Saímos de lá e entramos numa perfumaria, onde ela me fez comprar um batom, rímel, um kit pequeno de maquiagem pra olhos e um espelhinho. — Essas coisinhas não podem faltar na bolsa de uma mulher. — Sim, Ama, mas eu preciso ir ao banheiro. — Agora vamos tomar algo num bar e aí vamos ao banheiro. Antes de sentar, fomos as duas ao banheiro. Entramos juntas, primeiro ela fez xixi e depois foi a minha vez. Fiquei com muita vergonha de levantar meu vestido e abaixar a calcinha na frente dela e sentar pra fazer xixi. — E aí, Ivette, o que você acha? Até agora, seu primeiro dia como mulher foi excitante escolher calcinha entre garotas? — Muito, Ama, sim, foi muito excitante. — Isso você precisa aprender a controlar. É muito normal uma mulher comprar calcinha sem ficar excitada e sem molhar a calcinha, como aconteceu com você. — Sim, Ama, vou tentar que não aconteça. — A única coisa que pode fazer a gente molhar a calcinha é um homem gostoso. Fiquei calado, não soube responder. — Não diz nada, Ivette? — Sim, Ama, é verdade. — Você me disse que era hétero, né, Ivette? — Sim, Ama. — Vamos, Ivette, vamos tomar algo e depois pra casa. Hoje vamos pedir umas pizzas pra entregar. Em casa, ficamos sentadas no sofá conversando. Ela se interessou pela minha vida e ficou me perguntando coisas até baterem na porta. — As pizzas chegaram, Ivette. Meu cartão tá ali na mesa, abre você. — Sim, Ama, já vou. Não sentia mais vergonha. Tinha passado a tarde toda vestida de mulher na rua e abri a porta com naturalidade. Depois da janta, Ama Carmen colocou um filme pornô pra gente assistir junto. — Você já viu filme pornô, né? Sim, Ama. — Suponho que você tenha visto por outra perspectiva, hoje vai ver como mulher, se imagine que é ela. — Ama, não sei se vou conseguir. — Claro que consegue, brinca com sua imaginação, eu te ajudo. — Olha pro pau do cara, você gosta. — Não sei, minha Ama. — Vamos, não é tão difícil dizer sim, pensa como mulher. — Sim, minha Ama, ele tem um pau bonito. — Imagina que essa garota é você, se coloca nela, você tá chupando ele, gosta, né, putinha. — Sim, minha Ama, eu gosto. — Continua assim, aproveita, você adora mamar pica. — Sim, minha Ama, gosto muito. — Assim que eu gosto, putinha. Assistimos o filme inteiro e ele ficava me perguntando coisas como se eu fosse a garota, tenho que dizer que isso me excitou muito. Depois fomos dormir, ele me deu uma camisola. — Boa noite, Ivette, às 8 quero você de pé, desce assim como está e prepara o café da manhã pra nós duas. — Sim, Ama. Levantei, fiz o café da manhã e depois ele me mandou colocar uma das calcinhas que comprei e a mini saia jeans, e mandou eu fazer a limpeza da casa: varri, tirei o pó, limpei o banheiro, arrumei as camas, recolhi e dobrei a roupa dela que estava no varal, fiz a comida e almoçamos juntas. — Estou muito contente com você, Ivette, vejo que sabe fazer bem suas tarefas. — Obrigada, Ama. — Agora, daqui a pouco você vai tomar banho, quando terminar, enrola a toalha no corpo e vem nua pro quarto. — Sim, Ama. Depois do banho, fui direto pro quarto. — Bem, Ivette, esta tarde vou transformar você numa Barbie. Primeiro, colocou uma peruca loira, uma tanga rosa de renda, com o sutiã, e um vestido curto de vinil bem justo que batia na base da bunda, e uns saltos também rosa. Me sentou e me maquiou com tons suaves e uns lábios bem rosados. — Então, Ivette, o que achou? — Gostei muito, Ama. — Pois vai gostar ainda mais quando os homens te virem assim na rua. — Vou ter que sair assim? — Sim, Ivette, quero que você saiba o que é sentir o olhar dos homens na sua bunda, no seu corpo, que sinta esse desconforto que Sentimos as mulheres às vezes. — Ama, não acho muito provocativo. — Por isso você vai sair assim hoje à noite. — Como a senhora quiser, Ama. — Vamos pro sofá, pega o celular. Daqui a pouco chegou uma mensagem de WhatsApp e eu olhei pra minha Ama surpresa, não era dela, ela não tava com o celular na mão. — Vamos, gata, olha a mensagem. — Sim. — "Oi Ivette, gata, como cê tá?" — Quem é, Ama? — Responde e já te falo. — "Bem." — É o Fernando, um dos meus submissos, entra na onda dele. — Sim, Ama. — "E o que cê tá fazendo?" — "Nada, sentada no sofá." — "O que cê tá vestindo?" — "Um vestido rosa de vinil curto e justo." — "Cê deve estar linda, e por baixo, o que cê tá usando?" — Ama, tô com vergonha de falar o que ele tá perguntando. — Ivette, entra no teu papel de mulher e responde. — "Uma tanga rosa de renda." — "Adoraria ver ela, meu amor." Fiquei paralisada e olhei pra minha Ama. — O que foi, Ivette? — Ele disse que adoraria ver minha tanga. — E qual o problema? Abre as pernas, tira uma foto e manda pra ele. — Mas Ama, tô com vergonha. — Se não fizer, se troca e vai pra sua casa. Se quiser continuar, manda a foto e segue o jogo como mulher. Quero que você tenha um chat quente com ele, quero que seja a putinha dele. — Sim, Ama. Não tava confortável com a situação, mas me dava tesão fazer aquilo. — Traz aqui que eu tiro a foto, abre as pernas. Ela tirou uma foto. — Manda pra ele. — "Uff, gata, que bom gosto, linda tanga." — "Valeu." Chegou uma foto do pau dele e eu fiquei vidrada olhando, mostrei pra minha Ama. — O que cê espera? Responde. — Mas o que eu falo? — Ivette, parece boba, ué, fala que ele tem um pau lindo, e de uma vez por todas entra no teu papel de mulher, pensa como uma puta quando ele perguntar. — Vou tentar. — "Que pau mais lindo." — "É todo seu, Ivette, cê chuparia ele?" — "Sim, adoraria." — "Como cê chuparia?" — "Eu ficaria de joelhos, chuparia primeiro a ponta e depois enfiaria ele todo na boca." — "Muito bem, sua putinha, vou encher sua boca de porra." — "Sim, enche minha boca com seu leite." — "Tô indo. vadia" — "si, hmm, que gostosa você está" — "você se comportou muito bem, vadia, mas agora me diz você, que é minha vadia" — "sim, sou sua vadia" — "assim que eu gosto, minha vadia, espero te conhecer logo" — "sim, tá bom" — "até logo, vadia" — "tchau" — pronto, Ama. — deixa eu ver. — muito bem, você conseguiu no final, e o que achou? — estranho, Ama dizendo isso pra um homem. — claro, imagino, mas pensa que você é uma mulher e que um homem queira que você chupe ele é normal. — sim, Ama, mas a senhora sabe que eu não sou mulher. — desde que você entrou por aquela porta, eu te disse que seria mulher até sair. — sim, Ama. — vamos, fica de pé na minha frente. Fiquei de pé, ela enfiou as mãos entre minhas pernas e a mão por dentro da calcinha fio dental. — você está com a calcinha molhada, ficou excitada com ele. — sim, um pouco. — isso é porque você se colocou bem no seu papel de mulher. — sim, um pouco. — uma não molha a calcinha se não gosta de uma coisa. Bom, vou me arrumar que vamos jantar e depois tomar uns drinks, mas hoje você paga o jantar. — sim, Ama, sim. Eu estava muito mais nervosa do que no dia anterior, sair com aquele vestido rosa todo justo e tão curto me dava muita vergonha, parecia uma vadia. — já estou pronta, Ivette, vamos. — Ama, não dava pra eu vestir outra coisa? Esse vestido é muito chamativo, pareço uma vadia. — não, Ivette, não, já te falei, quero que todo mundo te olhe, e você não parece uma vadia, você é uma. Há pouco você se molhou tendo um chat quente com o Fernando, então pega essa bolsa, guarda suas coisas e vamos. Saímos de casa e, assim que saímos, todos os olhares iam pra mim. Ela parou um táxi e deu um endereço, o taxista virava a cabeça pra me olhar. Coloquei minha bolsa na frente porque dava pra ver tudo. — tira a bolsa daí, Ivette. — mas, Ama, tá aparecendo tudo. — por isso, Ivette, aproveita pra ver como o taxista fica de pau duro te olhando. — buuuf, Ama. — não resmunga, essa noite você vai encontrar isso muitas vezes. Ficamos jantando as duas, e, claro, eu era o alvo de todos os olhares. Sentia vergonha, mas também uma excitação por causa disso. Bebemos uma garrafa de vinho entre nós duas, depois tomamos uns coquetéis num bar.
— O que você costuma beber, Ivette?
— Cerveja ou gin tônica.
— Isso é coisa de homem. Vamos pedir um cosmopolitan, é um coquetel bem feminino, tem várias garotas tomando agora.
— Qual é, Ama?
— O que aquela garota está bebendo.
Era uma bebida numa taça aberta, de cor vermelha. Ela pediu uma para cada uma.
— Você gostou?
— Sim, está muito bom.
Depois fomos para outro bar, onde ela me fez tomar dois daiquiris e pediu um San Francisco sem álcool.
— O daiquiri também é uma bebida bem feminina, Ivette.
Quando saímos de lá, eu já estava bem alegre por causa da bebida. Ela me levou para um parque perto dali, tinha casais se pegando ou passeando. Ela se aproximou de um banco onde tinha um cara.
— Oi, Fernando, como você está?
— Bem, Ama.
— Bom, te apresento a Ivette, a puta com quem você troca mensagem no WhatsApp. Esse é o Fernando, Ivette.
— Oi, Ivette, como você está?
— Oi, Fernando, bem, prazer.
Ele se aproximou de mim, pensei que fosse me dar dois beijos, mas ele me agarrou pela cintura e colou os lábios com força nos meus. Tentei me afastar, mas foi inútil, ele era mais forte que eu.
— Relaxa, Ivette, se deixa levar, não fica tensa. Sente como é gostoso beijar um homem, deixa essa mulher delicada que você é aparecer.
Acabamos dando um baita amasso. No começo foi difícil, mas me deixei levar.
— Assim, Ivette, muito bem. É gostoso beijar um cara, né?
— Não sei, Ama.
— Beija ela de novo, Fernando.
Outro amasso longo.
— E agora, você já gostou?
— Sim, Ama, sim.
— Bom, agora não se solta dele, fica agarrada nele. Como você sabe, ele é meu submisso e você minha submissa, e vocês têm que me obedecer. E agora você também é submissa dele, vai ser boazinha e obediente com ele. Você sabe dominar essa puta, Fernando?
— Sim, Ama, claro.
— Então, agora do jeito que você tá segurando ela, leva ela pra passear e faz ela te chupar atrás daqueles arbustos.
— Desculpa, Ama, eu não quero chupar ele, isso não me agrada.
— Ivette, ontem você não me... Você disse isso. - Eu não disse nada, Ama. - Sim, Ivette, eu te perguntei se era hétero e você disse que sim. - Sim, Ama, mas achei que ela estava perguntando. Ela me cortou no meio da resposta. - Perguntei pra Ivette e ela disse que sim. - Mas, Ama... - Sem mas, me dá sua bolsa um instante. - Toma. - Você acabou de me dar a única coisa que tem, aqui está seu dinheiro. Agora vai fazer o que eu mandei. Se fizer, devolvo sua bolsa. Se não, Fernando e eu vamos embora e você fica aqui sozinha. Você está a mais de 5 km de casa, e isso se souber voltar. São 2 da manhã. Quer ir assim, sozinha, andando até meu apartamento? Eu te disse que você seria mulher com todas as consequências, e você aceitou. - Ama, é que eu não consigo chupar ele. - Fernando, vamos embora. Ela que se vire sozinha. - Ama, por favor, não me deixe aqui. - Você vai fazer o que eu mandar. - Sim, Ama, o que a senhora quiser. - Quero que você seja a puta do Fernando. - Tá bom, Ama. - Aceita ser a submissa dele também? - Sim, Ama, sim. - Então já sabe o que tem que fazer. Pega o Fernando e fala que quer ser a puta dele e que quer chupar a pica dele. - Quero ser sua puta e chupar sua pica. - Viu, Ivette? Não é tão difícil. E agora vão vocês dois, que você tem um bom trabalho a fazer. Ele me levou agarrada pela bunda, foi passando a mão. A gente cruzou com vários casais, e tinha gente se pegando nos bancos, mas ninguém estava vestido tão puta quanto eu. A gente deu uma volta no parque, ele me levou pra trás de uns arbustos e começou a me beijar. Daí a pouco, ele empurrou meu ombro pra baixo. - Ivette, já sabe o que tem que fazer. - Não sei se vou saber fazer. - Claro que vai saber. É só abrir a calça, tirar ela pra fora e chupar. Fiquei de joelhos na frente dele, olhei pra ele no escuro de baixo pra cima, pra ver se ele tinha pena de mim e falava pra não chupar. - Vamos, acorda, a gente não tem a noite toda. Abri a calça dele devagar, morrendo de medo de ter que fazer aquilo, e ele puxou a calça junto com a cueca de uma vez, e a pica dele ficou dura na minha cara. Ele segurou minha cabeça e... Me aproximo dela. - Vamos, putinha. Começa a chupar, abre a boca. Abri a boca e comecei a chupar a ponta devagar, sem me atrever a mais. Ele empurrou minha cabeça um pouco mais. - Vamos, putinha. Tá fazendo bem, mas enfia mais pra dentro. Isso, assim mesmo, muito bem. Agora enfia ela toda. Muito bem, assim. Enquanto eu chupava, ele ia tirando e enfiando devagar, quando o celular dele tocou. - Sim, Ama, fala. - Aproxima o celular do ouvido da Ivette. - Oi, Ivette, parece que você tá curtindo. Essa cock tá gostosa, né? Continua assim, você tá fazendo muito bem, tô te vendo. A ligação caiu e segundos depois uma mão acariciava minha cabeça. - Tô muito orgulhosa de você, Ivette. Você entendeu muito rápido qual é o seu lugar na frente de um macho: sempre de joelhos. Muito bem assim, gata. Continua chupando, assim mesmo, muito bem. Aproveita. O que você acha, Fernando, como sua putinha tá fazendo? - Muito bem, Ama. - Mais rápido agora, putinha, até ele gozar. Vamos, assim, já tá quase. Quero ver essa boquinha cheia de porra. Quando percebi que ele ia gozar, tentei tirar da boca, mas não deixaram, empurraram minha cabeça pra dentro. Ele encheu minha boca de porra e eu não consegui engolir tudo, saiu pelos cantos dos lábios. - Você se comportou muito bem, Ivette. Acho que em breve você vai ser uma mulher de verdade. Deixa eu ver uma coisa. Ele enfiou a mão por baixo da saia, tocando a calcinha fio dental. - Você molhou a calcinha. Isso quer dizer que você gostou e ficou com tesão. - Sim, Ama. - Agora vamos tomar alguma coisa. Você não pode se separar do seu boy em nenhum momento da noite. Vocês formam um belo casal. Entramos num bar. Fernando ficou o tempo todo me segurando, as mãos dele grudadas na minha bunda. Lá ele pediu um uísque e a Ama Carmen pediu um daiquiri pra nós duas. Não tinha lugar pra sentar. Fernando me segurava por trás, pela cintura, bem colado na minha bunda. De vez em quando me beijava. Eu me deixava beijar, não sei se por tesão ou por causa da bebida. Depois de outro daiquiri, minha atitude já era carinhosa. Com o Fernando e acabei abraçada no pescoço dele, nos beijando. — Já deu, casalzinho, tá na hora de vocês terminarem isso em casa, vamos. Peguei um táxi e levei a gente pro apartamento dele, o Fernando passou o caminho todo me segurando e acariciando minhas pernas, eu, que tava bebada, tava com a cabeça apoiada no ombro dele e até no apartamento da Ama Carmen ele me levou colada. — Vem comigo pro quarto, Ivette. Segui minha Ama, ela tirou meu vestido e me deu umas calcinhas de renda limpas, uma meia, cinta-liga e uma camisola transparente rosa, passou batom nos meus lábios de novo. — Agora espera aqui de joelhos. Fiquei de joelhos esperando, daí a pouco ela apareceu com o Fernando, ele completamente nu, e ela masturbando ele, veio direto pra mim. — Abre a boca, Ivette, e chupa como uma boa submissa. Comecei a chupar a pica do Fernando, minha Ama, enquanto isso, afastou minha calcinha pro lado e começou a passar a mão na minha bunda, depois senti ela passar alguma coisa e enfiar um dedo, o que me fez dar um pulo, depois de um tempo chupando. — Fica de quatro na cama que o Fernando vai te fazer mulher de verdade agora. — Minha Ama, isso não, por favor, não tô preparada. — Vou ser boazinha com você, deixa ele enfiar só a pontinha. — Tô com medo, minha Ama. — Fica calma, relaxa, vai ser só a pontinha. — Jura, minha Ama? — Sim, fuck you, palavra. Fiquei de quatro, o Fernando afastou a calcinha pro lado e eu senti uma pressão tentando abrir caminho, eu tava tensa e sentia a pressão, e isso me deixava mais tensa ainda. — Relaxa, Ivette, vai ser só a pontinha, nada mais. — Não consigo, Ama. Aí ela começou a me beijar na boca, não esperava por isso e entrei no jogo dela, e sem perceber, me relaxei e senti a pica do Fernando entrando um pouquinho, sentia dor, ele tirou um pouco e enfiou de novo, enquanto a Ama Carmen continuava me beijando, eu foquei nos beijos dela e quando me dei conta, tava sendo fodida pelo Fernando, no começo com muita dor e pedi pra parar. — Ama Carmen, já entrou tudo. — Ótimo, era isso que eu queria. — Ama, a senhora disse que era só a pontinha, me enganou. — Olha, vou te Dizer uma coisa, Ivette: só pela pontinha, uma mulher não tira a calcinha.
— Sim, mas mmmmm ahhhh.
— Mas nada, viu? Agora aproveita, já está gemendo porque você gosta. Eu te falei que faria de você uma mulherzinha submissa e obediente, e olha só como você está agora, de pernas abertas de quatro, sendo fodida pelo Fernando.
— Ahhhh ahhhh mmmm. Ohhh.
— Isso, slut, isso. Aproveita sua nova vida como mulher. A partir de hoje, você será minha submissa e vai formar par com o Fernando, será a slut sissy dele.
— Sim, Ama. Ahhhh.
— Você vai vir todo fim de semana, me servir, e nos sábados vai sair e dormir com seu homem, e vai agradar ele como uma boa slut submissa.
— Sim, Ama.
— Agora vou deixar vocês a sós, casal. Lembra, Ivette: amanhã, domingo, às 10, quero você de pé pra preparar o café da manhã pra nós três.
Depois de dar mais uma foda, eu dormi agarrada com ele. Era uma cama pequena e a gente estava bem colada. Levantei primeiro, preparei o café e fui acordar os dois. Durante o café, minha Ama me explicou como seria daqui pra frente.
— Ivette, olha: você vai vir toda sexta à tarde. Na entrada, tira a roupa e fica só de calcinha — que você já vai estar usando. Mais que isso: a partir de agora, só pode usar calcinha. Lembra, você é uma mulher. Na sexta à tarde, depois de se vestir, e no sábado de manhã, você vai fazer as tarefas de casa que eu mandar. No sábado à tarde, você se arruma bem gostosa, o Fernando vem te buscar, e vocês vão passear, jantar, e depois uma festinha, e voltam pra dormir aqui. Vocês estão de acordo?
— Sim, Ama. Mas não posso usar calcinha no trabalho.
— Você tem alguma colega no trabalho?
— Sim, Ama, três colegas.
— E elas podem usar calcinha no trabalho?
— Sim, claro.
— Então você também pode usar.
— Sim, Ama, o que a senhora mandar.
— Não sei se o Fernando quer te impor alguma regra.
— Sim, Ama. Além de ter que usar sempre calcinha a partir de agora, quando chegar em casa depois do trabalho e quando estiver comigo, só pode usar saias. Curtas, as calças eu já tiro, assim fica mais fácil te foder a qualquer hora e em qualquer lugar. Algum problema, minha sissy? – Não, Amo. – Então tá, agora já sabe: arruma a cozinha e prepara a comida. Depois de comer, nossa Ama mandou a gente foder na frente dela. No meio da tarde, voltei pra casa de calcinha e bem comida. Na segunda, fui trabalhar de calcinha por baixo da roupa. Fiquei bem nervosa, trabalho com meu chefe e só três garotas, mas agora somos quatro, porque eu tava de calcinha igual a elas. Nos primeiros quatro dias, usei as que comprei com minha Ama pra estrear, e depois fui usando as que já tinha. Durante a semana, fui falando com minha Ama e com Fernando, que pediam fotos de como eu tava vestida em casa. Na sexta, cheguei na casa da minha Ama, me despi na entrada e ela mandou eu segui-la até o quarto. Em cima da cama, tinha um vestido de empregada francesa, curtinho, com babadinhos, completo com meia-liga e sapato de salto bem alto. – Esse vai ser seu uniforme pras tarefas de casa. Você veste na sexta quando chegar, no sábado e no domingo de manhã, que é quando vai fazer esses serviços. Passei a tarde toda fazendo tarefas: coloquei uma lavada com roupa da minha Ama, recolhi outra que ela tinha estendido e dobrei tudo sob o olhar atento dela, que via como eu dobrava a lingerie dela. Tirei o pó e fiz o jantar. No sábado de manhã, varri e passei pano. Às 7 da tarde, já tava vestida e pronta pra receber o Fernando com meu conjunto vermelho por baixo e uma minissaia preta justinha e bem curta. Assim que ele chegou, me deu um beijo longo na boca. – Ivette, pega uma cerveja pro seu homem. – Sim, Ama, já vou. – Senta do lado dele, você deve estar com vontade de ficar com ele. Sentada do lado dele, ele não demorou a acariciar minhas pernas enquanto Ama Carmen explicava o que a gente ia fazer. – Daqui a pouco vocês vão embora os dois. Devem estar com vontade de ficar a sós e se conhecer melhor. Jantam juntos, tomam uns drinks. E aí, aqui tem uma cama pra gente passar a noite bem. Ama Carmem me deu uma bolsa preta pra carregar minhas coisas e daí a pouco eu saía com Fernando de mãos dadas. No começo eu tava nervosa, minha primeira vez saindo sozinha com um homem. A gente deu um passeio como qualquer outro casal e depois ele me levou pra jantar numa pizzaria. Durante a tarde, percebi que me sentia muito à vontade com ele, me sentia bem quando ele me pegava pela cintura ou colocava a mão na minha bunda. Ele me fazia sentir gostosa e eu entrei de cabeça no meu papel de mulher. Mais tarde, fomos tomar uns drinks e, bem, depois de uns copos eu já tava soltinha. Ele ficou do meu lado o tempo todo, gostei de como ele cuidava de mim e me tratava. Depois de uns drinks, saímos pra andar no parque, sentamos num banco e ficamos nos beijando. — Neném, preciso fazer xixi. — Eu também. — Vamos ali atrás daqueles arbustos. — Eu preciso de um banheiro, nunca fiz isso na rua, preciso sentar. — Dá pra agachar ali atrás. — Sei não, não me vejo fazendo xixi agachada. — Vai, não seja boba, é uma experiência nova e você vai ter que se acostumar, vai acontecer mais vezes. Ele me pegou pela mão e puxou. Assim que chegamos atrás, ele tirou o pau pra fora e começou a mijar. Eu senti um pouco de vergonha de ter que fazer xixi pela primeira vez agachada como uma mulher e na frente de um homem. — Vai, Ivette, o que você tá esperando? — Tô com vergonha. — Já vou virar e não olho. — Tá bom, mas não vai virar, hein. — Não. Levantei a minissaia, baixei a calcinha quase até os joelhos e me agachei pra fazer xixi. — Você tá linda assim, neném. — Você disse que não ia virar. — É, mas desse jeito agachada dava pra aproveitar. Ele chegou perto de mim com o pau pra fora, segurou minha cabeça e aproximou. — Chupa. Não deu tempo nem de falar quando a ponta do pau encostou nos meus lábios. Abri a boca e comecei a chupar. Fiquei uns 10 minutos chupando ele com a bunda de fora e a calcinha nos joelhos até que ele encheu minha boca de porra. — Vem pra cá que ali... A grama tá molhada com seu mijo. Ele me pegou pela mão, me levantou e me puxou pra lá, fazendo a calcinha cair e ficar nos meus pés, e ele começou a tocar minha bunda nua. — Me dá o lubrificante da bolsa. — O lubrificante. — Sim, claro. — Vai ter que lubrificar bem esse cu antes de foder ele. — Aqui, alguém pode nos ver. — Sim, aquele casal ali atrás com certeza vê, mas acho que não tão nem aí. Eu não tinha percebido, me virei e uma garota na posição de putinha sendo fodida, Fernando me agarrou por trás e fiquei de frente pra aquele casal, a garota parecia estar adorando, me olhava sorrindo. Ele lubrificou bem meu cu, enfiando um dedo e depois dois. — Abre as pernas, sua putinha. — Espera, vou subir a calcinha, senão vai rasgar se eu abrir mais. — Melhor eu tirar ela. Ele se abaixou, tirou minha calcinha e ela ficou lá no chão. Assim, de pé, eu abri as pernas, inclinei o corpo pra frente e ele foi enfiando devagar até o fundo, e começou a acelerar os movimentos. Depois de um tempo, de tanto prazer, minhas pernas fraquejaram. — Vou cair, minhas pernas não aguentam de tanto tesão. — Aguenta, putinha, falta pouco. Ele me segurou firme pela cintura enquanto me fodiu até gozar. — Você foi muito bem, gatinha. — Você também, Fernando. Uns meses atrás, eu nunca imaginaria isso. Eu era um cara casado com uma garota, e agora tava pegando minha calcinha do chão pra vestir depois de ter sido fodida pelo meu Dono Fernando, embora eu tenha percebido que ele era tão submisso quanto eu e não sabia dominar, agia como qualquer outro homem normal e me tratava como outro homem trataria sua parceira. Depois ele me levou pra tomar mais uns drinks. No local, fui reparando nos outros casais e principalmente nas garotas, e percebi que eu era mais uma como elas, não me separava do que agora era meu namorado e agia como elas, me deixava acariciar por ele, beijar, e me sentia bem. Perto das 4 da manhã, fomos pro apartamento da Dona Carmen, ela tava dormindo. Acho que ela nem percebeu que a gente chegou, porque não saiu. Em cima da nossa cama, ela deixou uma camisola vermelha de cetim junto com um bilhete dizendo que às 10 eu tinha que estar uniformizada com meu vestido de empregada e preparar o café da manhã. A gente transou de novo e eu apaguei assim que terminou. Acordei às 9:30, me vesti e comecei a preparar o café. Lá pelas 10, a Dona Carmen acordou. — Bom dia, Ivette. — Bom dia, Dona. — Como foi ontem à noite? — Muito bom, Dona. — É, você parece feliz. Explica o que vocês fizeram, quero saber tudo. Contei tudo que aconteceu. — Então vejo que vocês se divertiram, e vejo que você é uma putinha que foi dormir bem comida. — Sim, Dona. Daqui a pouco, Fernando apareceu. — Bom dia, Dona. — Bom dia, Fernando. Ele chegou perto de mim e me beijou na boca. — Hummm, que empregada mais gostosa. — Sua putinha já me contou que vocês tiveram uma boa noite de sexo e bebida. Como ela se comportou? — Muito bem, Dona, ela é uma putinha muito boa. — Fico feliz em saber. Vamos tomar café que está ficando tarde, e a Ivette tem serviço pra fazer. E antes quero que você coma ela aqui na cozinha com o vestido de empregada. Depois do café, comecei minhas tarefas, estava lavando umas panelas e alguns utensílios. — Fernando, pega sua putinha, puxa a calcinha dela pro lado e come ela enquanto lava a louça. Enche a bunda dela de porra. Ele começou a apalpar minha bunda enquanto eu lavava, me lubrificou bem e meteu quase de uma vez. Em poucos segundos, eu já não conseguia lavar nada, me apoiei na pia e me deixei foder. — O que foi, a putinha não consegue fazer nada enquanto tá sendo comida? — Não, Dona, não consigo. — Kkkk, que putinha você é. Depois de um bom tempo, Fernando disse que ia gozar. — Goza dentro da sua putinha, deixa ela prenha. — Sim, Dona, como a senhora mandar. — Ivette, você gosta de ter a bunda cheia de porra do seu macho? — Sim, Dona. — Hoje você vai fazer as tarefas com a porra dele escorrendo entre as pernas. — Como a senhora quiser. Depois de ser comida de novo, continuei com minhas tarefas. Fernando foi embora e ficamos só nós duas. Tô orgulhosa de você, Ivette, você é uma boa criada e uma boa puta. — Obrigada, Ama. — E o que você acha do Fernando? — Ele parece um homem bom. — Sim, ele é, e é o homem certo pra você. Você gosta de ser a putinha dele? — Sim, Ama, me deu muito tesão ontem me vendo grudada nele igual as outras garotas. — Que bom. Naquela tarde, voltei pra casa com a calcinha manchada de porra do Fernando. Esse relacionamento durou 4 meses, até eu conhecer a pessoa que controla minha vida agora, mas isso é outra história.
Depois de muitas conversas com várias mulheres e algum ou outro travesti, comecei a falar com Mari Carmen. Contei minha fantasia e ela disse que morava sozinha e poderia realizá-la. Disse que era uma Dona e tinha um submisso, mas queria outro para feminizar e transformar numa mulherzinha obediente e submissa. Depois de conversar com ela por uns dois meses, decidimos marcar um dia para nos conhecer. Moramos a uns 40 quilômetros um do outro. Fui até a cidade dela e nos encontramos numa cafeteria.
— Oi, Mari Carmen.
— Oi, Jesus.
Ficamos um bom tempo conversando e combinamos para a sexta-feira seguinte, no meio da tarde. Eu tinha que me apresentar na casa dela totalmente depilado e de calcinha rosa de renda por baixo da roupa, e a partir daquele momento chamá-la de Dona Carmen. Ela disse que me feminizaria por completo e que, de sexta até domingo à tarde, eu viveria como mulher com todas as consequências, mas não explicou mais nada.
Passei a semana inteira bem nervoso. Chegou o dia, mandei uma mensagem:
— Oi, Dona Carmen, estou saindo agora.
— Oi, boneca, tudo bem, te espero.
— Sim, Dona Carmen, em uma hora estarei aí.
— Ah, e mais uma coisa: compra um chip de celular pré-pago.
Saí de carro e, depois de 20 minutos, ela me ligou:
— Tem onde parar?
— Sim, Dona.
— Então para. Quero ver se você foi obediente. Tira uma foto agora. Das calcinhas que você está usando, pra ver se cumpriu. – Sim, Ama, vou. Mandei a foto. – Muito bem, continue seu caminho. Quase não coloquei as calcinhas até chegar no destino, tava morrendo de medo de sofrer um acidente e me pegarem de calcinha se algo grave acontecesse, mas o tesão falou mais alto e eu coloquei. Quando cheguei, tava bem nervoso e demorei um tempinho pra tocar a campainha lá de baixo. – Sim, quem é? – Sou o Jesus. – Oi, linda, sobe, vou deixar a porta aberta. Tem um bilhete na entrada, lê ele. Entrei no apartamento, fechei a porta e comecei a ler o bilhete. "Bem-vinda à minha casa. Assim que ler minhas instruções, você é livre pra continuar ou dar meia-volta. Antes de seguir em frente, tire a roupa e fique só de calcinha. Ao cruzar a porta à sua frente, pra mim você será uma mulher. Vou fazer você se comportar como mulher, pensar como mulher, vai falar de si mesma sempre no feminino e só vai fazer coisas de mulher, com todas as consequências. Se quiser viver essa experiência, bem-vinda, Ivette. Esse será seu nome." Me despi e cruzei aquela porta. – Bem-vinda, Ivette. – Obrigada, Ama Carmen. – Vem, me segue. Eu a segui, entramos no quarto dela e ela me inspecionou. – Muito bem, Ivette, você vem bem depilada e com umas calcinhas bonitas. – Sim, Ama Carmen, como a senhora ordenou. Ela procurou algo numa gaveta, baixou um pouco minha calcinha, pegou meu pau com uma mão e ele não demorou a crescer um pouco e ficar duro. – Já começamos mal, Ivette. Mulheres não têm ereções. Ela foi e voltou com uma sacola de gelo e colocou na minha rola, que não demorou nada pra murchar e ficar enrugada. Pegou o que tinha tirado da gaveta. – Você vai usar esse fim de semana inteiro essa gaiola de castidade. Isso vai impedir você de ter ereções e vai te obrigar a fazer xixi sentada. Era uma gaiolinha rosa. Depois de colocada, ela subiu minha calcinha. – Senta aí. – Sim, Ama Carmen. – Consegui algumas coisas por intermédio de uma amiga dominadora, experiente em feminização. Vamos começar pela peruca. Qual você prefere, loira ou morena? – Hummm... loira. – Bem, vou colocar a morena kkkk. -tá bom Ama Carmen. -uma mulher tem que ter peitos. Ela puxou meus peitos e colou eles. -o que você acha, Ivette, se olha no espelho. -tá bom, Ama Carmen. -tira a calcinha que vou te vestir um conjunto limpo. Ela me colocou um conjunto de renda vermelha com liga e meia, e um vestido vermelho curtinho e justo. -como você se vê, Ivette. -bem, Ama. -eu vejo um cara travestido, mas depois de maquiada vai parecer toda uma mulher. Aí ela pegou no meu rosto, fez minhas sobrancelhas, colocou cílios, me maquiou. -o que você acha agora, Ivette. -ufffff demais, Ama. -só falta as unhas, vou colocar umas postiças que quando você for embora é fácil tirar. Ela colou umas unhas deixando compridas e pintou de rosa, depois as dos pés e por fim uns saltos pretos, me fez andar um pouco, não foi difícil me acostumar porque já tinha usado. -agora vamos sair pra dar um passeio juntas. -minha ama, como vou sair assim. -como você vai sair, senão assim. -é que ama, nunca saí assim na rua. -hoje vai ser seu primeiro dia, pega sua bolsa, dentro tem uma carteira pra colocar seu dinheiro e o que precisar, coloquei um par de absorventes também, nunca se sabe quando a menstruação pode descer, e esse vai ser o celular da Ivette, coloca o cartão pré-pago. Saí bem nervosa pra rua, era cedo e ainda de dia, andamos umas quadras e entramos numa loja que vende roupa barata, e ela me levou direto pro fundo, tinha uns cestos grandes cheios de calcinhas e meninas revirando entre elas. -Ivette, agora você vai se meter no meio das meninas pra olhar calcinhas, quero que você compre algumas. -sim, Ama, tô muito nervosa. -nervosa ou excitada. -acho que os dois, Ama. -é isso que eu quero, que te excite o que mando fazer. Comecei a revirar ali no meio das meninas, pegava alguma que gostava, olhava, reparava como elas olhavam e fazia igual, fiquei pelo menos 15 minutos lá, escolhi 5 calcinhas de renda que gostei, sem pensar fui pegar um cesto pra Coloca elas lá. — O que você tá fazendo, Ivette? — Pegando uma cesta pra levar elas. — Não, linda, na mão, pra todo mundo ver que calcinha você usa. — Sim, Ama. — Agora você podia dar uma olhada em alguma saia e experimentar. Experimentar roupa é o que uma mulher mais gosta, você também, né, Ivette? — Sim, Ama, adoro. — Vamos, escolhe algumas que você goste e vamos pro provador. Experimentei várias e no final acabei comprando uma mini jeans. Saímos de lá e entramos numa perfumaria, onde ela me fez comprar um batom, rímel, um kit pequeno de maquiagem pra olhos e um espelhinho. — Essas coisinhas não podem faltar na bolsa de uma mulher. — Sim, Ama, mas eu preciso ir ao banheiro. — Agora vamos tomar algo num bar e aí vamos ao banheiro. Antes de sentar, fomos as duas ao banheiro. Entramos juntas, primeiro ela fez xixi e depois foi a minha vez. Fiquei com muita vergonha de levantar meu vestido e abaixar a calcinha na frente dela e sentar pra fazer xixi. — E aí, Ivette, o que você acha? Até agora, seu primeiro dia como mulher foi excitante escolher calcinha entre garotas? — Muito, Ama, sim, foi muito excitante. — Isso você precisa aprender a controlar. É muito normal uma mulher comprar calcinha sem ficar excitada e sem molhar a calcinha, como aconteceu com você. — Sim, Ama, vou tentar que não aconteça. — A única coisa que pode fazer a gente molhar a calcinha é um homem gostoso. Fiquei calado, não soube responder. — Não diz nada, Ivette? — Sim, Ama, é verdade. — Você me disse que era hétero, né, Ivette? — Sim, Ama. — Vamos, Ivette, vamos tomar algo e depois pra casa. Hoje vamos pedir umas pizzas pra entregar. Em casa, ficamos sentadas no sofá conversando. Ela se interessou pela minha vida e ficou me perguntando coisas até baterem na porta. — As pizzas chegaram, Ivette. Meu cartão tá ali na mesa, abre você. — Sim, Ama, já vou. Não sentia mais vergonha. Tinha passado a tarde toda vestida de mulher na rua e abri a porta com naturalidade. Depois da janta, Ama Carmen colocou um filme pornô pra gente assistir junto. — Você já viu filme pornô, né? Sim, Ama. — Suponho que você tenha visto por outra perspectiva, hoje vai ver como mulher, se imagine que é ela. — Ama, não sei se vou conseguir. — Claro que consegue, brinca com sua imaginação, eu te ajudo. — Olha pro pau do cara, você gosta. — Não sei, minha Ama. — Vamos, não é tão difícil dizer sim, pensa como mulher. — Sim, minha Ama, ele tem um pau bonito. — Imagina que essa garota é você, se coloca nela, você tá chupando ele, gosta, né, putinha. — Sim, minha Ama, eu gosto. — Continua assim, aproveita, você adora mamar pica. — Sim, minha Ama, gosto muito. — Assim que eu gosto, putinha. Assistimos o filme inteiro e ele ficava me perguntando coisas como se eu fosse a garota, tenho que dizer que isso me excitou muito. Depois fomos dormir, ele me deu uma camisola. — Boa noite, Ivette, às 8 quero você de pé, desce assim como está e prepara o café da manhã pra nós duas. — Sim, Ama. Levantei, fiz o café da manhã e depois ele me mandou colocar uma das calcinhas que comprei e a mini saia jeans, e mandou eu fazer a limpeza da casa: varri, tirei o pó, limpei o banheiro, arrumei as camas, recolhi e dobrei a roupa dela que estava no varal, fiz a comida e almoçamos juntas. — Estou muito contente com você, Ivette, vejo que sabe fazer bem suas tarefas. — Obrigada, Ama. — Agora, daqui a pouco você vai tomar banho, quando terminar, enrola a toalha no corpo e vem nua pro quarto. — Sim, Ama. Depois do banho, fui direto pro quarto. — Bem, Ivette, esta tarde vou transformar você numa Barbie. Primeiro, colocou uma peruca loira, uma tanga rosa de renda, com o sutiã, e um vestido curto de vinil bem justo que batia na base da bunda, e uns saltos também rosa. Me sentou e me maquiou com tons suaves e uns lábios bem rosados. — Então, Ivette, o que achou? — Gostei muito, Ama. — Pois vai gostar ainda mais quando os homens te virem assim na rua. — Vou ter que sair assim? — Sim, Ivette, quero que você saiba o que é sentir o olhar dos homens na sua bunda, no seu corpo, que sinta esse desconforto que Sentimos as mulheres às vezes. — Ama, não acho muito provocativo. — Por isso você vai sair assim hoje à noite. — Como a senhora quiser, Ama. — Vamos pro sofá, pega o celular. Daqui a pouco chegou uma mensagem de WhatsApp e eu olhei pra minha Ama surpresa, não era dela, ela não tava com o celular na mão. — Vamos, gata, olha a mensagem. — Sim. — "Oi Ivette, gata, como cê tá?" — Quem é, Ama? — Responde e já te falo. — "Bem." — É o Fernando, um dos meus submissos, entra na onda dele. — Sim, Ama. — "E o que cê tá fazendo?" — "Nada, sentada no sofá." — "O que cê tá vestindo?" — "Um vestido rosa de vinil curto e justo." — "Cê deve estar linda, e por baixo, o que cê tá usando?" — Ama, tô com vergonha de falar o que ele tá perguntando. — Ivette, entra no teu papel de mulher e responde. — "Uma tanga rosa de renda." — "Adoraria ver ela, meu amor." Fiquei paralisada e olhei pra minha Ama. — O que foi, Ivette? — Ele disse que adoraria ver minha tanga. — E qual o problema? Abre as pernas, tira uma foto e manda pra ele. — Mas Ama, tô com vergonha. — Se não fizer, se troca e vai pra sua casa. Se quiser continuar, manda a foto e segue o jogo como mulher. Quero que você tenha um chat quente com ele, quero que seja a putinha dele. — Sim, Ama. Não tava confortável com a situação, mas me dava tesão fazer aquilo. — Traz aqui que eu tiro a foto, abre as pernas. Ela tirou uma foto. — Manda pra ele. — "Uff, gata, que bom gosto, linda tanga." — "Valeu." Chegou uma foto do pau dele e eu fiquei vidrada olhando, mostrei pra minha Ama. — O que cê espera? Responde. — Mas o que eu falo? — Ivette, parece boba, ué, fala que ele tem um pau lindo, e de uma vez por todas entra no teu papel de mulher, pensa como uma puta quando ele perguntar. — Vou tentar. — "Que pau mais lindo." — "É todo seu, Ivette, cê chuparia ele?" — "Sim, adoraria." — "Como cê chuparia?" — "Eu ficaria de joelhos, chuparia primeiro a ponta e depois enfiaria ele todo na boca." — "Muito bem, sua putinha, vou encher sua boca de porra." — "Sim, enche minha boca com seu leite." — "Tô indo. vadia" — "si, hmm, que gostosa você está" — "você se comportou muito bem, vadia, mas agora me diz você, que é minha vadia" — "sim, sou sua vadia" — "assim que eu gosto, minha vadia, espero te conhecer logo" — "sim, tá bom" — "até logo, vadia" — "tchau" — pronto, Ama. — deixa eu ver. — muito bem, você conseguiu no final, e o que achou? — estranho, Ama dizendo isso pra um homem. — claro, imagino, mas pensa que você é uma mulher e que um homem queira que você chupe ele é normal. — sim, Ama, mas a senhora sabe que eu não sou mulher. — desde que você entrou por aquela porta, eu te disse que seria mulher até sair. — sim, Ama. — vamos, fica de pé na minha frente. Fiquei de pé, ela enfiou as mãos entre minhas pernas e a mão por dentro da calcinha fio dental. — você está com a calcinha molhada, ficou excitada com ele. — sim, um pouco. — isso é porque você se colocou bem no seu papel de mulher. — sim, um pouco. — uma não molha a calcinha se não gosta de uma coisa. Bom, vou me arrumar que vamos jantar e depois tomar uns drinks, mas hoje você paga o jantar. — sim, Ama, sim. Eu estava muito mais nervosa do que no dia anterior, sair com aquele vestido rosa todo justo e tão curto me dava muita vergonha, parecia uma vadia. — já estou pronta, Ivette, vamos. — Ama, não dava pra eu vestir outra coisa? Esse vestido é muito chamativo, pareço uma vadia. — não, Ivette, não, já te falei, quero que todo mundo te olhe, e você não parece uma vadia, você é uma. Há pouco você se molhou tendo um chat quente com o Fernando, então pega essa bolsa, guarda suas coisas e vamos. Saímos de casa e, assim que saímos, todos os olhares iam pra mim. Ela parou um táxi e deu um endereço, o taxista virava a cabeça pra me olhar. Coloquei minha bolsa na frente porque dava pra ver tudo. — tira a bolsa daí, Ivette. — mas, Ama, tá aparecendo tudo. — por isso, Ivette, aproveita pra ver como o taxista fica de pau duro te olhando. — buuuf, Ama. — não resmunga, essa noite você vai encontrar isso muitas vezes. Ficamos jantando as duas, e, claro, eu era o alvo de todos os olhares. Sentia vergonha, mas também uma excitação por causa disso. Bebemos uma garrafa de vinho entre nós duas, depois tomamos uns coquetéis num bar.
— O que você costuma beber, Ivette?
— Cerveja ou gin tônica.
— Isso é coisa de homem. Vamos pedir um cosmopolitan, é um coquetel bem feminino, tem várias garotas tomando agora.
— Qual é, Ama?
— O que aquela garota está bebendo.
Era uma bebida numa taça aberta, de cor vermelha. Ela pediu uma para cada uma.
— Você gostou?
— Sim, está muito bom.
Depois fomos para outro bar, onde ela me fez tomar dois daiquiris e pediu um San Francisco sem álcool.
— O daiquiri também é uma bebida bem feminina, Ivette.
Quando saímos de lá, eu já estava bem alegre por causa da bebida. Ela me levou para um parque perto dali, tinha casais se pegando ou passeando. Ela se aproximou de um banco onde tinha um cara.
— Oi, Fernando, como você está?
— Bem, Ama.
— Bom, te apresento a Ivette, a puta com quem você troca mensagem no WhatsApp. Esse é o Fernando, Ivette.
— Oi, Ivette, como você está?
— Oi, Fernando, bem, prazer.
Ele se aproximou de mim, pensei que fosse me dar dois beijos, mas ele me agarrou pela cintura e colou os lábios com força nos meus. Tentei me afastar, mas foi inútil, ele era mais forte que eu.
— Relaxa, Ivette, se deixa levar, não fica tensa. Sente como é gostoso beijar um homem, deixa essa mulher delicada que você é aparecer.
Acabamos dando um baita amasso. No começo foi difícil, mas me deixei levar.
— Assim, Ivette, muito bem. É gostoso beijar um cara, né?
— Não sei, Ama.
— Beija ela de novo, Fernando.
Outro amasso longo.
— E agora, você já gostou?
— Sim, Ama, sim.
— Bom, agora não se solta dele, fica agarrada nele. Como você sabe, ele é meu submisso e você minha submissa, e vocês têm que me obedecer. E agora você também é submissa dele, vai ser boazinha e obediente com ele. Você sabe dominar essa puta, Fernando?
— Sim, Ama, claro.
— Então, agora do jeito que você tá segurando ela, leva ela pra passear e faz ela te chupar atrás daqueles arbustos.
— Desculpa, Ama, eu não quero chupar ele, isso não me agrada.
— Ivette, ontem você não me... Você disse isso. - Eu não disse nada, Ama. - Sim, Ivette, eu te perguntei se era hétero e você disse que sim. - Sim, Ama, mas achei que ela estava perguntando. Ela me cortou no meio da resposta. - Perguntei pra Ivette e ela disse que sim. - Mas, Ama... - Sem mas, me dá sua bolsa um instante. - Toma. - Você acabou de me dar a única coisa que tem, aqui está seu dinheiro. Agora vai fazer o que eu mandei. Se fizer, devolvo sua bolsa. Se não, Fernando e eu vamos embora e você fica aqui sozinha. Você está a mais de 5 km de casa, e isso se souber voltar. São 2 da manhã. Quer ir assim, sozinha, andando até meu apartamento? Eu te disse que você seria mulher com todas as consequências, e você aceitou. - Ama, é que eu não consigo chupar ele. - Fernando, vamos embora. Ela que se vire sozinha. - Ama, por favor, não me deixe aqui. - Você vai fazer o que eu mandar. - Sim, Ama, o que a senhora quiser. - Quero que você seja a puta do Fernando. - Tá bom, Ama. - Aceita ser a submissa dele também? - Sim, Ama, sim. - Então já sabe o que tem que fazer. Pega o Fernando e fala que quer ser a puta dele e que quer chupar a pica dele. - Quero ser sua puta e chupar sua pica. - Viu, Ivette? Não é tão difícil. E agora vão vocês dois, que você tem um bom trabalho a fazer. Ele me levou agarrada pela bunda, foi passando a mão. A gente cruzou com vários casais, e tinha gente se pegando nos bancos, mas ninguém estava vestido tão puta quanto eu. A gente deu uma volta no parque, ele me levou pra trás de uns arbustos e começou a me beijar. Daí a pouco, ele empurrou meu ombro pra baixo. - Ivette, já sabe o que tem que fazer. - Não sei se vou saber fazer. - Claro que vai saber. É só abrir a calça, tirar ela pra fora e chupar. Fiquei de joelhos na frente dele, olhei pra ele no escuro de baixo pra cima, pra ver se ele tinha pena de mim e falava pra não chupar. - Vamos, acorda, a gente não tem a noite toda. Abri a calça dele devagar, morrendo de medo de ter que fazer aquilo, e ele puxou a calça junto com a cueca de uma vez, e a pica dele ficou dura na minha cara. Ele segurou minha cabeça e... Me aproximo dela. - Vamos, putinha. Começa a chupar, abre a boca. Abri a boca e comecei a chupar a ponta devagar, sem me atrever a mais. Ele empurrou minha cabeça um pouco mais. - Vamos, putinha. Tá fazendo bem, mas enfia mais pra dentro. Isso, assim mesmo, muito bem. Agora enfia ela toda. Muito bem, assim. Enquanto eu chupava, ele ia tirando e enfiando devagar, quando o celular dele tocou. - Sim, Ama, fala. - Aproxima o celular do ouvido da Ivette. - Oi, Ivette, parece que você tá curtindo. Essa cock tá gostosa, né? Continua assim, você tá fazendo muito bem, tô te vendo. A ligação caiu e segundos depois uma mão acariciava minha cabeça. - Tô muito orgulhosa de você, Ivette. Você entendeu muito rápido qual é o seu lugar na frente de um macho: sempre de joelhos. Muito bem assim, gata. Continua chupando, assim mesmo, muito bem. Aproveita. O que você acha, Fernando, como sua putinha tá fazendo? - Muito bem, Ama. - Mais rápido agora, putinha, até ele gozar. Vamos, assim, já tá quase. Quero ver essa boquinha cheia de porra. Quando percebi que ele ia gozar, tentei tirar da boca, mas não deixaram, empurraram minha cabeça pra dentro. Ele encheu minha boca de porra e eu não consegui engolir tudo, saiu pelos cantos dos lábios. - Você se comportou muito bem, Ivette. Acho que em breve você vai ser uma mulher de verdade. Deixa eu ver uma coisa. Ele enfiou a mão por baixo da saia, tocando a calcinha fio dental. - Você molhou a calcinha. Isso quer dizer que você gostou e ficou com tesão. - Sim, Ama. - Agora vamos tomar alguma coisa. Você não pode se separar do seu boy em nenhum momento da noite. Vocês formam um belo casal. Entramos num bar. Fernando ficou o tempo todo me segurando, as mãos dele grudadas na minha bunda. Lá ele pediu um uísque e a Ama Carmen pediu um daiquiri pra nós duas. Não tinha lugar pra sentar. Fernando me segurava por trás, pela cintura, bem colado na minha bunda. De vez em quando me beijava. Eu me deixava beijar, não sei se por tesão ou por causa da bebida. Depois de outro daiquiri, minha atitude já era carinhosa. Com o Fernando e acabei abraçada no pescoço dele, nos beijando. — Já deu, casalzinho, tá na hora de vocês terminarem isso em casa, vamos. Peguei um táxi e levei a gente pro apartamento dele, o Fernando passou o caminho todo me segurando e acariciando minhas pernas, eu, que tava bebada, tava com a cabeça apoiada no ombro dele e até no apartamento da Ama Carmen ele me levou colada. — Vem comigo pro quarto, Ivette. Segui minha Ama, ela tirou meu vestido e me deu umas calcinhas de renda limpas, uma meia, cinta-liga e uma camisola transparente rosa, passou batom nos meus lábios de novo. — Agora espera aqui de joelhos. Fiquei de joelhos esperando, daí a pouco ela apareceu com o Fernando, ele completamente nu, e ela masturbando ele, veio direto pra mim. — Abre a boca, Ivette, e chupa como uma boa submissa. Comecei a chupar a pica do Fernando, minha Ama, enquanto isso, afastou minha calcinha pro lado e começou a passar a mão na minha bunda, depois senti ela passar alguma coisa e enfiar um dedo, o que me fez dar um pulo, depois de um tempo chupando. — Fica de quatro na cama que o Fernando vai te fazer mulher de verdade agora. — Minha Ama, isso não, por favor, não tô preparada. — Vou ser boazinha com você, deixa ele enfiar só a pontinha. — Tô com medo, minha Ama. — Fica calma, relaxa, vai ser só a pontinha. — Jura, minha Ama? — Sim, fuck you, palavra. Fiquei de quatro, o Fernando afastou a calcinha pro lado e eu senti uma pressão tentando abrir caminho, eu tava tensa e sentia a pressão, e isso me deixava mais tensa ainda. — Relaxa, Ivette, vai ser só a pontinha, nada mais. — Não consigo, Ama. Aí ela começou a me beijar na boca, não esperava por isso e entrei no jogo dela, e sem perceber, me relaxei e senti a pica do Fernando entrando um pouquinho, sentia dor, ele tirou um pouco e enfiou de novo, enquanto a Ama Carmen continuava me beijando, eu foquei nos beijos dela e quando me dei conta, tava sendo fodida pelo Fernando, no começo com muita dor e pedi pra parar. — Ama Carmen, já entrou tudo. — Ótimo, era isso que eu queria. — Ama, a senhora disse que era só a pontinha, me enganou. — Olha, vou te Dizer uma coisa, Ivette: só pela pontinha, uma mulher não tira a calcinha.
— Sim, mas mmmmm ahhhh.
— Mas nada, viu? Agora aproveita, já está gemendo porque você gosta. Eu te falei que faria de você uma mulherzinha submissa e obediente, e olha só como você está agora, de pernas abertas de quatro, sendo fodida pelo Fernando.
— Ahhhh ahhhh mmmm. Ohhh.
— Isso, slut, isso. Aproveita sua nova vida como mulher. A partir de hoje, você será minha submissa e vai formar par com o Fernando, será a slut sissy dele.
— Sim, Ama. Ahhhh.
— Você vai vir todo fim de semana, me servir, e nos sábados vai sair e dormir com seu homem, e vai agradar ele como uma boa slut submissa.
— Sim, Ama.
— Agora vou deixar vocês a sós, casal. Lembra, Ivette: amanhã, domingo, às 10, quero você de pé pra preparar o café da manhã pra nós três.
Depois de dar mais uma foda, eu dormi agarrada com ele. Era uma cama pequena e a gente estava bem colada. Levantei primeiro, preparei o café e fui acordar os dois. Durante o café, minha Ama me explicou como seria daqui pra frente.
— Ivette, olha: você vai vir toda sexta à tarde. Na entrada, tira a roupa e fica só de calcinha — que você já vai estar usando. Mais que isso: a partir de agora, só pode usar calcinha. Lembra, você é uma mulher. Na sexta à tarde, depois de se vestir, e no sábado de manhã, você vai fazer as tarefas de casa que eu mandar. No sábado à tarde, você se arruma bem gostosa, o Fernando vem te buscar, e vocês vão passear, jantar, e depois uma festinha, e voltam pra dormir aqui. Vocês estão de acordo?
— Sim, Ama. Mas não posso usar calcinha no trabalho.
— Você tem alguma colega no trabalho?
— Sim, Ama, três colegas.
— E elas podem usar calcinha no trabalho?
— Sim, claro.
— Então você também pode usar.
— Sim, Ama, o que a senhora mandar.
— Não sei se o Fernando quer te impor alguma regra.
— Sim, Ama. Além de ter que usar sempre calcinha a partir de agora, quando chegar em casa depois do trabalho e quando estiver comigo, só pode usar saias. Curtas, as calças eu já tiro, assim fica mais fácil te foder a qualquer hora e em qualquer lugar. Algum problema, minha sissy? – Não, Amo. – Então tá, agora já sabe: arruma a cozinha e prepara a comida. Depois de comer, nossa Ama mandou a gente foder na frente dela. No meio da tarde, voltei pra casa de calcinha e bem comida. Na segunda, fui trabalhar de calcinha por baixo da roupa. Fiquei bem nervosa, trabalho com meu chefe e só três garotas, mas agora somos quatro, porque eu tava de calcinha igual a elas. Nos primeiros quatro dias, usei as que comprei com minha Ama pra estrear, e depois fui usando as que já tinha. Durante a semana, fui falando com minha Ama e com Fernando, que pediam fotos de como eu tava vestida em casa. Na sexta, cheguei na casa da minha Ama, me despi na entrada e ela mandou eu segui-la até o quarto. Em cima da cama, tinha um vestido de empregada francesa, curtinho, com babadinhos, completo com meia-liga e sapato de salto bem alto. – Esse vai ser seu uniforme pras tarefas de casa. Você veste na sexta quando chegar, no sábado e no domingo de manhã, que é quando vai fazer esses serviços. Passei a tarde toda fazendo tarefas: coloquei uma lavada com roupa da minha Ama, recolhi outra que ela tinha estendido e dobrei tudo sob o olhar atento dela, que via como eu dobrava a lingerie dela. Tirei o pó e fiz o jantar. No sábado de manhã, varri e passei pano. Às 7 da tarde, já tava vestida e pronta pra receber o Fernando com meu conjunto vermelho por baixo e uma minissaia preta justinha e bem curta. Assim que ele chegou, me deu um beijo longo na boca. – Ivette, pega uma cerveja pro seu homem. – Sim, Ama, já vou. – Senta do lado dele, você deve estar com vontade de ficar com ele. Sentada do lado dele, ele não demorou a acariciar minhas pernas enquanto Ama Carmen explicava o que a gente ia fazer. – Daqui a pouco vocês vão embora os dois. Devem estar com vontade de ficar a sós e se conhecer melhor. Jantam juntos, tomam uns drinks. E aí, aqui tem uma cama pra gente passar a noite bem. Ama Carmem me deu uma bolsa preta pra carregar minhas coisas e daí a pouco eu saía com Fernando de mãos dadas. No começo eu tava nervosa, minha primeira vez saindo sozinha com um homem. A gente deu um passeio como qualquer outro casal e depois ele me levou pra jantar numa pizzaria. Durante a tarde, percebi que me sentia muito à vontade com ele, me sentia bem quando ele me pegava pela cintura ou colocava a mão na minha bunda. Ele me fazia sentir gostosa e eu entrei de cabeça no meu papel de mulher. Mais tarde, fomos tomar uns drinks e, bem, depois de uns copos eu já tava soltinha. Ele ficou do meu lado o tempo todo, gostei de como ele cuidava de mim e me tratava. Depois de uns drinks, saímos pra andar no parque, sentamos num banco e ficamos nos beijando. — Neném, preciso fazer xixi. — Eu também. — Vamos ali atrás daqueles arbustos. — Eu preciso de um banheiro, nunca fiz isso na rua, preciso sentar. — Dá pra agachar ali atrás. — Sei não, não me vejo fazendo xixi agachada. — Vai, não seja boba, é uma experiência nova e você vai ter que se acostumar, vai acontecer mais vezes. Ele me pegou pela mão e puxou. Assim que chegamos atrás, ele tirou o pau pra fora e começou a mijar. Eu senti um pouco de vergonha de ter que fazer xixi pela primeira vez agachada como uma mulher e na frente de um homem. — Vai, Ivette, o que você tá esperando? — Tô com vergonha. — Já vou virar e não olho. — Tá bom, mas não vai virar, hein. — Não. Levantei a minissaia, baixei a calcinha quase até os joelhos e me agachei pra fazer xixi. — Você tá linda assim, neném. — Você disse que não ia virar. — É, mas desse jeito agachada dava pra aproveitar. Ele chegou perto de mim com o pau pra fora, segurou minha cabeça e aproximou. — Chupa. Não deu tempo nem de falar quando a ponta do pau encostou nos meus lábios. Abri a boca e comecei a chupar. Fiquei uns 10 minutos chupando ele com a bunda de fora e a calcinha nos joelhos até que ele encheu minha boca de porra. — Vem pra cá que ali... A grama tá molhada com seu mijo. Ele me pegou pela mão, me levantou e me puxou pra lá, fazendo a calcinha cair e ficar nos meus pés, e ele começou a tocar minha bunda nua. — Me dá o lubrificante da bolsa. — O lubrificante. — Sim, claro. — Vai ter que lubrificar bem esse cu antes de foder ele. — Aqui, alguém pode nos ver. — Sim, aquele casal ali atrás com certeza vê, mas acho que não tão nem aí. Eu não tinha percebido, me virei e uma garota na posição de putinha sendo fodida, Fernando me agarrou por trás e fiquei de frente pra aquele casal, a garota parecia estar adorando, me olhava sorrindo. Ele lubrificou bem meu cu, enfiando um dedo e depois dois. — Abre as pernas, sua putinha. — Espera, vou subir a calcinha, senão vai rasgar se eu abrir mais. — Melhor eu tirar ela. Ele se abaixou, tirou minha calcinha e ela ficou lá no chão. Assim, de pé, eu abri as pernas, inclinei o corpo pra frente e ele foi enfiando devagar até o fundo, e começou a acelerar os movimentos. Depois de um tempo, de tanto prazer, minhas pernas fraquejaram. — Vou cair, minhas pernas não aguentam de tanto tesão. — Aguenta, putinha, falta pouco. Ele me segurou firme pela cintura enquanto me fodiu até gozar. — Você foi muito bem, gatinha. — Você também, Fernando. Uns meses atrás, eu nunca imaginaria isso. Eu era um cara casado com uma garota, e agora tava pegando minha calcinha do chão pra vestir depois de ter sido fodida pelo meu Dono Fernando, embora eu tenha percebido que ele era tão submisso quanto eu e não sabia dominar, agia como qualquer outro homem normal e me tratava como outro homem trataria sua parceira. Depois ele me levou pra tomar mais uns drinks. No local, fui reparando nos outros casais e principalmente nas garotas, e percebi que eu era mais uma como elas, não me separava do que agora era meu namorado e agia como elas, me deixava acariciar por ele, beijar, e me sentia bem. Perto das 4 da manhã, fomos pro apartamento da Dona Carmen, ela tava dormindo. Acho que ela nem percebeu que a gente chegou, porque não saiu. Em cima da nossa cama, ela deixou uma camisola vermelha de cetim junto com um bilhete dizendo que às 10 eu tinha que estar uniformizada com meu vestido de empregada e preparar o café da manhã. A gente transou de novo e eu apaguei assim que terminou. Acordei às 9:30, me vesti e comecei a preparar o café. Lá pelas 10, a Dona Carmen acordou. — Bom dia, Ivette. — Bom dia, Dona. — Como foi ontem à noite? — Muito bom, Dona. — É, você parece feliz. Explica o que vocês fizeram, quero saber tudo. Contei tudo que aconteceu. — Então vejo que vocês se divertiram, e vejo que você é uma putinha que foi dormir bem comida. — Sim, Dona. Daqui a pouco, Fernando apareceu. — Bom dia, Dona. — Bom dia, Fernando. Ele chegou perto de mim e me beijou na boca. — Hummm, que empregada mais gostosa. — Sua putinha já me contou que vocês tiveram uma boa noite de sexo e bebida. Como ela se comportou? — Muito bem, Dona, ela é uma putinha muito boa. — Fico feliz em saber. Vamos tomar café que está ficando tarde, e a Ivette tem serviço pra fazer. E antes quero que você coma ela aqui na cozinha com o vestido de empregada. Depois do café, comecei minhas tarefas, estava lavando umas panelas e alguns utensílios. — Fernando, pega sua putinha, puxa a calcinha dela pro lado e come ela enquanto lava a louça. Enche a bunda dela de porra. Ele começou a apalpar minha bunda enquanto eu lavava, me lubrificou bem e meteu quase de uma vez. Em poucos segundos, eu já não conseguia lavar nada, me apoiei na pia e me deixei foder. — O que foi, a putinha não consegue fazer nada enquanto tá sendo comida? — Não, Dona, não consigo. — Kkkk, que putinha você é. Depois de um bom tempo, Fernando disse que ia gozar. — Goza dentro da sua putinha, deixa ela prenha. — Sim, Dona, como a senhora mandar. — Ivette, você gosta de ter a bunda cheia de porra do seu macho? — Sim, Dona. — Hoje você vai fazer as tarefas com a porra dele escorrendo entre as pernas. — Como a senhora quiser. Depois de ser comida de novo, continuei com minhas tarefas. Fernando foi embora e ficamos só nós duas. Tô orgulhosa de você, Ivette, você é uma boa criada e uma boa puta. — Obrigada, Ama. — E o que você acha do Fernando? — Ele parece um homem bom. — Sim, ele é, e é o homem certo pra você. Você gosta de ser a putinha dele? — Sim, Ama, me deu muito tesão ontem me vendo grudada nele igual as outras garotas. — Que bom. Naquela tarde, voltei pra casa com a calcinha manchada de porra do Fernando. Esse relacionamento durou 4 meses, até eu conhecer a pessoa que controla minha vida agora, mas isso é outra história.

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