Finais de semana como gostosa

Sempre curti me vestir de mulher e fazia isso como uma travesti de armário. Primeiro com as roupas das minhas irmãs, depois com as da minha ex-mulher, com quem fui casado por 10 anos. Nos separamos quando eu tinha 32. Me chamo Jesus, sou hétero, tenho um rosto neutro, sou magro, cabelo curto, e tenho uma bunda boa — por isso vestidos e saias curtas caíam tão bem em mim. Três semanas depois da separação, comecei a fuçar em fóruns e a me montar com algumas peças que minha ex deixou no apartamento, além de umas calcinhas que peguei emprestado dos varais de algumas vizinhas. Sempre tive a fantasia de ser feminizado por uma mulher e passar um dia de garota com ela, fazendo coisas de mulher.

Depois de muitas conversas com várias mulheres e algum travesti aqui e ali, comecei a falar com Mari Carmen. Contei minha fantasia e ela disse que morava sozinha e podia realizá-la pra mim. Falou que era Dona e tinha um submisso, mas queria outro para feminizar e transformar numa mulherzinha obediente e submissa. Depois de uns dois meses conversando, decidimos marcar um dia para nos conhecer. Morávamos a uns 40 km um do outro. Fui até a cidade dela e nos encontramos numa cafeteria.

— Oi, Mari Carmen.
— Oi, Jesus.

Ficamos um bom tempo conversando e marcamos para a sexta-feira seguinte, no meio da tarde. Eu tinha que me apresentar na casa dela totalmente depilado e de calcinha rosa de renda por baixo da roupa, e a partir daquele momento chamá-la de Dona Carmen. Ela disse que me feminizaria por completo e que, de sexta até domingo à tarde, eu viveria como mulher com todas as consequências, mas não explicou mais nada.

Passei a semana inteira bem nervoso. Chegou o dia, mandei uma mensagem:

— Oi, Dona Carmen, tô saindo agora.
— Oi, boneca, tudo bem, te espero.
— Sim, Dona Carmen, em uma hora estou aí.
— Ah, mais uma coisa: compra um chip de celular pré-pago.

Saí de carro e, depois de 20 minutos, ela me ligou:

— Tem onde parar?
— Sim, Dona.
— Então para. Quero ver se você foi obediente. Tira uma foto agora. Das calcinhas que você está usando, pra ver se cumpriu.
— Sim, Ama, vou. Mandei a foto.
— Muito bem, continue seu caminho.

Quase não coloquei as calcinhas até chegar no destino, tava morrendo de medo de sofrer um acidente e me pegarem de calcinha se acontecesse algo grave, mas o tesão falou mais alto e eu coloquei. Quando cheguei, tava bem nervoso e demorei um tempinho pra tocar a campainha lá de baixo.

— Sim, quem é?
— Sou o Jesus.
— Oi, linda, sobe, deixei a porta aberta. Tem um bilhete na entrada, lê ele.

Entrei no apartamento, fechei a porta e comecei a ler o bilhete.
"Bem-vinda à minha casa. Assim que ler minhas instruções, você é livre pra continuar ou dar meia-volta. Antes de seguir em frente, tire a roupa e fique só de calcinha. Ao cruzar a porta à sua frente, pra mim você será uma mulher. Vou fazer você se comportar como mulher, pensar como mulher, vai falar de si mesma sempre no feminino e só vai fazer coisas de mulher, com todas as consequências. Se quiser viver essa experiência, bem-vinda, Ivette — esse será seu nome."

Me despi e cruzei aquela porta.

— Bem-vinda, Ivette.
— Obrigada, Ama Carmen.
— Vem, me segue.

Eu segui ela, entramos no quarto dela e ela me inspecionou.

— Muito bem, Ivette, você vem bem depilada e com umas calcinhas bonitas.
— Sim, Ama Carmen, como a senhora mandou.

Ela procurou algo numa gaveta, baixou um pouco minha calcinha, pegou meu pau com uma mão e não demorou pra ele crescer um pouco e ficar duro.

— Já começamos mal, Ivette. Mulheres não têm ereções.

Ela foi e voltou com uma sacola de gelo e colocou na minha rola, que não demorou nada pra ficar pequena e enrugada. Pegou o que tinha tirado da gaveta.

— Você vai usar esse fim de semana inteiro essa gaiola de castidade. Vai evitar que você tenha ereções e vai te obrigar a fazer xixi sentada.

Era uma gaiolinha rosa. Depois de colocar, ela subiu minha calcinha.

— Senta aí.
— Sim, Ama Carmen.
— Consegui algumas coisas por intermédio de uma amiga dominadora, expert em feminização.
— Vamos começar pela peruca. Qual você prefere, loira ou morena?
— Hummmm... loira.
— Bem, vou colocar a morena kkkk. -tá bom Ama Carmen. -uma mulher tem que ter peitos. Tirei os peitos e ela colou em mim. -o que cê acha Ivette, se olha no espelho. -bom Ama Carmen. -tira a calcinha que vou te colocar um conjunto limpo. Ela me colocou um conjunto de renda vermelha com liga e meia e um vestido vermelho curtinho e justo. -como cê se vê Ivette. -bem Ama. -eu vejo um cara travestido, mas depois de maquiada já vai parecer toda uma mulher. Aí ela pegou no meu rosto, fez minhas sobrancelhas, colocou cílios, me maquiou. -o que cê acha agora Ivette. -uuuuuuf demais Ama. -só falta as unhas, vou colocar umas postiças que quando cê for embora é fácil tirar. Ela colou umas unhas deixando compridas e pintou de rosa, depois as dos pés e por último uns saltos pretos, me fez andar um pouco, não foi difícil me acostumar porque já tinha usado. -agora vamos dar um passeio juntas. -minha ama, como vou sair assim. -como cê vai sair senão. -é que ama nunca saí assim na rua. -hoje vai ser seu primeiro dia, pega sua bolsa, dentro tem uma carteira pra colocar seu dinheiro e o que precisar, coloquei um par de absorventes também, nunca se sabe quando a menstruação pode descer, e esse vai ser o celular da Ivette, coloca o cartão pré-pago. Saí bem nervosa pra rua, era cedo e ainda de dia, andamos umas quadras e entramos numa loja que vende roupa barata, e ela me levou direto pro fundo, tinha uns gavetões cheios de calcinha e minhas revirando entre elas. -Ivette, agora cê vai se meter no meio das minhas pra olhar calcinhas, quero que cê compre algumas. -sim Ama, tô muito nervosa. -nervosa ou excitada. -acho que os dois Ama. -é isso que eu quero, que te excite o que mando fazer. Comecei a revirar ali no meio das minhas, pegava alguma que gostava, olhava, reparava como elas olhavam e fazia igual, fiquei pelo menos 15 minutos lá, escolhi 5 calcinhas de renda que gostei, sem pensar fui pegar uma cesta pra Colocar elas lá. — O que você está fazendo, Ivette? — Pegar uma cesta pra levar elas. — Não, linda, na mão, pra todo mundo ver que calcinha você usa. — Sim, Ama. — Agora você podia dar uma olhada em alguma saia e experimentar. Experimentar roupa é o que uma mulher mais gosta, você também gosta, não é, Ivette? — Sim, Ama, adoro. — Vamos, escolhe algumas que você goste e vamos pro provador. Experimentei várias e no final acabei comprando uma mini jeans. Saímos de lá e entramos numa perfumaria, onde ela me fez comprar um batom, rímel, um pequeno kit de maquiagem para os olhos e um espelhinho. — Essas coisinhas não podem faltar na bolsa de uma mulher. — Sim, Ama, mas eu preciso ir ao banheiro. — Agora vamos tomar algo num bar e depois vamos ao banheiro. Antes de sentar, fomos as duas ao banheiro. Entramos juntas, primeiro ela fez xixi e depois foi a minha vez. Fiquei com bastante vergonha de levantar meu vestido e abaixar a calcinha na frente dela e sentar pra fazer xixi. — E aí, Ivette, o que você acha? Até agora, seu primeiro dia como mulher foi excitante escolher calcinhas entre garotas? — Muito, Ama, sim, foi muito excitante. — Isso você precisa aprender a controlar. É muito normal uma mulher comprar calcinhas sem ficar excitada e sem molhar a calcinha como aconteceu com você. — Sim, Ama, vou tentar que não aconteça. — A única coisa que pode fazer a gente molhar a calcinha é um homem gostoso. Fiquei calado, não soube responder. — Não diz nada, Ivette? — Sim, Ama, é verdade. — Você me disse que era hétero, né, Ivette? — Sim, Ama. — Vamos, Ivette, vamos tomar algo e depois pra casa. Hoje vamos pedir pizzas e mandar entregar. Em casa, ficamos sentadas no sofá conversando. Ela se interessou pela minha vida e me fazia perguntas até baterem na porta. — As pizzas chegaram, Ivette. Meu cartão está ali na mesa, abre você. — Sim, Ama, já vou. Já não sentia vergonha. Tinha passado a tarde toda vestida de mulher na rua e abri a porta com naturalidade. Depois do jantar, Ama Carmen colocou um filme pornô pra gente assistir juntas. — Você já viu filmes pornô, né? Sim, Ama. — Suponho que você tenha visto isso de outra perspectiva, hoje você vai ver como mulher, se imagine que é ela. — Ama, não sei se vou conseguir. — Claro que consegue, brinca com sua imaginação, eu te ajudo. — Olha bem pra pica do cara, você gosta. — Não sei, minha Ama. — Vamos, não é tão difícil dizer que sim, pensa como mulher. — Sim, minha Ama, ele tem uma pica boa. — Imagina que essa garota é você, se coloca nela, você tá chupando ela, gosta, né, putinha. — Sim, minha Ama, eu gosto. — Continua assim, aproveita, você adora mamar pica. — Sim, minha Ama, gosto muito. — Assim que eu gosto, putinha. Assistimos o filme inteiro e ela ficava me perguntando coisas como se eu fosse a garota, tenho que admitir que isso me excitou muito. Depois fomos dormir, ela me deu uma camisola pra usar. — Boa noite, Ivette, às 8 quero você de pé, desce assim mesmo e prepara o café da manhã pra nós duas. — Sim, Ama. Levantei, fiz o café da manhã e depois ela me mandou vestir uma das calcinhas que comprei e a mini saia jeans, e me ordenou fazer a limpeza da casa: varri, tirei o pó, limpei o banheiro, arrumei as camas, recolhi e dobrei a roupa dela que estava no varal, fiz a comida e almoçamos juntas. — Estou muito contente com você, Ivette, vejo que sabe fazer bem suas tarefas. — Obrigada, Ama. Agora, daqui a pouco você vai tomar um banho, quando terminar, enrola a toalha no corpo e vem nua pro quarto. — Sim, Ama. Depois do banho, fui direto pro quarto. — Bom, Ivette, esta tarde vou transformar você numa Barbie de verdade. Primeiro, colocou uma peruca loira em mim, uma tanga rosa de renda, com o sutiã, e um vestido curto de vinil bem justo que batia na base da bunda, e uns saltos também rosa. Me sentou e me maquiou com tons suaves e uns lábios bem rosados. — Então, Ivette, o que achou? — Gostei muito, Ama. — Pois os homens vão gostar ainda mais quando te virem assim na rua. — Vou ter que sair assim? — Sim, Ivette, quero que você saiba o que é sentir o olhar dos homens na sua bunda, no seu corpo, que sinta esse desconforto que Sentimos as mulheres às vezes. — Ama, não acho muito provocativo. — Por isso você vai sair assim hoje à noite. — Como a senhora quiser, Ama. — Vamos pro sofá, pega o celular. Daqui a pouco chegou uma mensagem de WhatsApp e eu olhei pra minha Ama surpresa, não era dela, ela não tava com o celular na mão. — Vamos, gata, olha a mensagem. — Sim. — "Oi Ivette, gata, como cê tá?" — Quem é, Ama? — Responde e já te falo. — "Bem." — É o Fernando, um dos meus submissos, entra na onda dele. — Sim, Ama. — "E o que cê tá fazendo?" — "Nada, sentada no sofá." — "O que cê tá vestindo?" — "Um vestido rosa de vinil curto e justo." — "Cê deve estar linda, e por baixo, o que cê tá usando?" — Ama, tô com vergonha de falar o que ele tá perguntando. — Ivette, entra no teu papel de mulher e responde. — "Uma tanga rosa de renda." — "Adoraria ver ela, meu amor." Fiquei paralisada e olhei pra minha Ama. — O que foi, Ivette? — Ele disse que adoraria ver minha tanga. — E qual o problema? Abre as pernas, tira uma foto e manda pra ele. — Mas Ama, tô com vergonha. — Se não fizer, se troca e vai pra sua casa. Se quer continuar, manda a foto e segue o jogo como mulher. Quero que você tenha um chat quente com ele, quero que seja a putinha dele. — Sim, Ama. Não tava confortável com a situação, mas me dava um tesão fazer aquilo. — Vem cá, deixa eu tirar a foto. Abre as pernas. Tirou uma foto. — Manda pra ele. — "Uff, gata, que bom gosto, linda tanga." — "Valeu." Chegou uma foto do pau dele e fiquei vidrada olhando, mostrei pra minha Ama. — O que cê espera? Responde. — Mas o que eu falo? — Ivette, parece boba, ué, fala que ele tem um pau lindo, e de uma vez por todas entra no teu papel de mulher. Pensa como uma puta quando ele perguntar. — Vou tentar. — "Que pau mais lindo." — "É todo seu, Ivette, cê chuparia ele?" — "Sim, adoraria." — "Como cê chuparia?" — "Eu ficaria de joelhos, chuparia primeiro a ponta e depois enfiaria ele inteiro na boca." — "Muito bem, minha putinha, vou encher sua boca de porra." — "Sim, enche minha boca com sua porra." — "Tô indo. slut" — "hum, que delícia, gostosa" — "você se comportou muito bem, slut, mas agora me diz você, que é minha slut" — "sim, sou sua slut" — "assim que eu gosto, minha slut, espero te conhecer logo" — "sim, tá bom" — "até mais, slut" — "tchau" — pronto, Ama. — deixa eu ver. — muito bem, você conseguiu no final, e o que achou? — estranho, Ama falando isso pra um homem. — claro, imagino, mas pensa que você é uma mulher e que um homem queira que você chupe ele é normal. — sim, Ama, mas a senhora sabe que eu não sou mulher. — desde que você entrou por aquela porta, eu te falei que você seria mulher até sair. — sim, Ama. — vamos, fica de pé na minha frente. Fiquei de pé, ela enfiou as mãos entre minhas pernas e a mão por dentro da calcinha fio dental. — você está com a calcinha molhada, ficou excitada com ele. — sim, um pouco. — isso é porque você se colocou bem no seu papel de mulher. — sim, um pouco. — uma não molha a calcinha se não gosta de uma coisa. Bom, vou me arrumar que vamos jantar e depois tomar uns drinks, mas hoje quem paga o jantar é você. — sim, Ama, sim. Eu estava muito mais nervosa do que no dia anterior. Sair com aquele vestido rosa todo justo, tão curto, me dava muita vergonha, parecia uma slut. — já estou pronta, Ivette, vamos. — Ama, não dava pra eu vestir outra coisa? Esse vestido é muito chamativo, pareço uma slut. — não, Ivette, não, já te falei, quero que todo mundo te olhe, e você não parece uma slut, você é uma. Há pouco você se molhou tendo um chat quente com o Fernando, então pega essa bolsa, guarda suas coisas e vamos. Saímos de casa e, assim que saímos, todos os olhares foram pra mim. Ela parou um táxi e deu um endereço. O taxista virava a cabeça pra me olhar. Coloquei minha bolsa na frente porque dava pra ver tudo. — tira essa bolsa daí, Ivette. — mas, Ama, dá pra ver tudo. — por isso, Ivette, aproveita pra ver como o taxista fica excitado te olhando. — buuuf, Ama. — não resmunga, essa noite você vai encontrar isso muitas vezes. Ficamos as duas jantando, e claro, eu era o alvo de todos os olhares. Sentia vergonha, mas também uma excitação por causa disso. Bebemos 1 garrafa de vinho entre nós duas, depois tomamos uns coquetéis num bar.
— O que você costuma beber, Ivette?
— Cerveja ou gin tônica.
— Isso é coisa de homem, vamos pedir um cosmopolitan, é um coquetel bem feminino, tem várias minas tomando agora.
— Qual é, Ama?
— O que aquela garota está bebendo.
Era uma bebida numa taça aberta, de cor vermelha. Ela pediu uma para cada uma.
— Gostou?
— Sim, tá muito bom.
Depois fomos pra outro bar, onde ela me fez tomar dois daiquiris e pediu um San Francisco sem álcool.
— O daiquiri também é uma bebida bem feminina, Ivette.
Quando saímos de lá, eu já tava bem alegre por causa da bebida. Ela me levou pra um parque perto, tinha casais se pegando ou passeando. Ela se aproximou de um banco onde tinha um cara.
— Oi, Fernando, como você tá?
— Bem, Ama.
— Então, te apresento a Ivette, a puta que você troca zap comigo. Esse é o Fernando, Ivette.
— Oi, Ivette, como você tá?
— Oi, Fernando, bem, prazer.
Ele se aproximou, pensei que ia me dar dois beijos e, direto, me agarrou pela cintura e colou os lábios com força nos meus. Tentei me afastar, mas foi inútil, ele era mais forte que eu.
— Relaxa, Ivette, se deixa levar, não fica tensa, sente como é gostoso beijar um homem, deixa sair essa mulherzinha delicada que você é.
Acabamos num puta amasso demorado. No começo foi difícil, mas me deixei levar.
— Assim, Ivette, muito bom. Beijar um cara é gostoso, né?
— Não sei, Ama.
— Beija ela de novo, Fernando.
Outro amasso longo.
— E agora, você já gostou?
— Sim, Ama, sim.
— Bem, não se solta dele agora, fica agarrada nele. Como você sabe, ele é meu submisso e você minha submissa, e vocês têm que me obedecer. E agora você também é submissa dele, vai ser boazinha e obediente com ele. Você sabe dominar essa puta, Fernando?
— Sim, Ama, claro.
— Então, do jeito que você tá segurando ela, leva ela pra passear e faz ela te chupar atrás daqueles arbustos.
— Desculpa, Ama, eu não quero chupar, isso não me agrada.
— Ivette, ontem você não me... Você disse isso. - Eu não disse nada, Ama. - Sim, Ivette, eu te perguntei se era hétero e você disse que sim. - Sim, Ama, mas pensei que estava perguntando pra ela. Ela me cortou no meio da resposta. - Perguntei pra Ivette e ela disse que sim. - Mas, Ama... - Sem mas, me dá sua bolsa um instante. - Toma. - Você acabou de me dar a única coisa que tem, aqui está seu dinheiro, agora vai fazer o que eu mandei. Se fizer, devolvo sua bolsa. Se não, Fernando e eu vamos embora e você fica aqui sozinha. Você está a mais de 5 km de casa, e isso se souber chegar. São 2 da manhã, quer ir assim sozinha até meu apartamento andando? Eu te disse que você seria mulher com todas as consequências, e você aceitou. - Ama, é que não consigo chupar o pau dele. - Fernando, vamos embora, ela que se vire sozinha. - Ama, por favor, não me deixe aqui. - Você vai fazer o que eu mandar. - Sim, Ama, o que a senhora quiser. - Quero que você seja a puta do Fernando. - Tá bom, Ama. - Aceita ser a submissa dele também? - Sim, Ama, sim. - Então já sabe o que tem que fazer. Pega o Fernando e diz que quer ser a puta dele e que quer chupar o pau dele. - Quero ser sua puta e chupar seu pau. - Viu, Ivette, não é tão difícil. E agora vão vocês dois a sós, que você tem um bom trabalho a fazer. Ele me levou agarrada pela bunda, foi passando a mão. Cruzamos com vários casais, e tinha gente se pegando nos bancos, mas ninguém estava vestida tão puta quanto eu. Andamos dando uma volta no parque, ele me levou atrás de uns arbustos e começou a me beijar. Depois de um tempo, empurrou meu ombro pra baixo. - Ivette, já sabe o que tem que fazer. - Não sei se vou saber fazer. - Claro que vai saber, é só abrir a calça, tirar o pau pra fora e chupar. Fiquei ajoelhada na frente dele, olhei pra ele no escuro de baixo pra cima, pra ver se ele tinha pena de mim e falava pra não chupar. - Vai, se liga, não temos a noite toda. Abri a calça dele devagar, apavorada de ter que fazer aquilo, e ele puxou a calça junto com a cueca de uma vez, e o pau dele ficou duro na frente da minha cara. Ele segurou minha cabeça e... Me aproximo dela. - Vamos, slut. Começa a chupar, abre a boca. Abri a boca e comecei a chupar a ponta devagar, sem me atrever a mais, ele empurrou minha cabeça um pouco mais. - Vamos, slut, tá fazendo bem, mas enfia mais pra dentro, sim, assim muito bem, agora enfia ela inteira, muito bem assim. Enquanto eu chupava, ele ia tirando e colocando devagar, quando o celular dele tocou. - Sim, Ama, fala. - Aproxima o celular do ouvido da Ivette. - Oi, Ivette, parece que você tá curtindo, essa cock tá tasty, né? Continua assim, você faz muito bem, tô te vendo. A ligação caiu e segundos depois uma mão acariciava minha cabeça. - Tô muito orgulhosa de você, Ivette, você entendeu muito rápido qual é seu lugar na frente de um macho: sempre de joelhos. Muito bem assim, nena, continua chupando, assim, muito bem, aproveita. O que você acha, Fernando, como sua slut tá fazendo? - Muito bem, Ama. - Mais rápido agora, slut, até ele gozar. Isso, vai, assim, já tá perto, quero ver essa boquinha cheia de cum. Quando percebi que ele ia gozar, tentei tirar da boca, mas não deixaram, empurraram minha cabeça pra ele. Encheu minha boca de cum e não consegui engolir tudo, escorreu pelos cantos dos lábios. - Você se comportou muito bem, Ivette, acho que em breve você vai ser uma women de verdade. Deixa eu ver uma coisa. Enfiou a mão por baixo da saia, tocando a thong. - Você molhou a thong, isso quer dizer que você gostou e ficou com tesão. - Sim, Ama. - Agora vamos tomar algo, você não precisa se separar do seu boy em nenhum momento a noite toda, vocês formam um casal bonito. Entramos num bar, Fernando ficou me segurando o tempo todo, as mãos dele grudadas na minha bunda. Lá ele pediu um uísque e a Ama Carmen pediu um daiquiri pra nós duas. Não tinha lugar pra sentar, Fernando me segurava por trás pela cintura, bem colado na minha bunda, de vez em quando me beijava, eu já deixava, não sei se por tesão ou por causa da bebida. Depois de outro daiquiri, minha atitude já era carinhosa. Com o Fernando e acabei abraçada no pescoço dele, nos beijando. — Já deu, casalzinho, hora de terminar isso em casa, vamos. Peguei um táxi e ele nos levou até o apartamento dele. O Fernando passou o caminho todo me segurando e acariciando minhas pernas. Eu, que estava bêbada, tinha minha cabeça apoiada no ombro dele, e até o apartamento da Ama Carmen ele me levou segurando. — Vem comigo pro quarto, Ivette. Segui minha Ama, ela tirou meu vestido e me deu uma calcinha de renda limpa, uma meia-calça, cinta-liga e uma camisola transparente rosa. Ela passou batom nos meus lábios de novo. — Agora espera aqui ajoelhada. Fiquei de joelhos esperando. Daí a pouco ela apareceu com o Fernando, completamente nu, e masturbando ele. Ela veio direto pra mim. — Abre a boca, Ivette, e chupa como uma boa submissa. Comecei a chupar a rola do Fernando, enquanto minha Ama afastou minha calcinha pro lado e começou a passar a mão na minha bunda. Depois, senti ela passar alguma coisa e enfiar um dedo, o que me fez dar um pulo. Depois de um tempo chupando: — Fica de quatro na cama que o Fernando vai te fazer mulher de verdade agora. — Minha Ama, isso não, por favor, não tô preparada. — Vou ser boazinha com você, deixa ele enfiar só a pontinha. — Tô com medo, minha Ama. — Fica calma, relaxa, vai ser só a pontinha. — Jura, minha Ama? — Sim, fuck you, palavra. Fiquei de quatro, o Fernando afastou a calcinha pro lado e eu senti uma pressão tentando abrir caminho. Eu tava tensa, sentia a pressão e ficava mais tensa ainda. — Relaxa, Ivette, vai ser só a pontinha, nada mais. — Não consigo, Ama. Aí ela começou a me beijar na boca. Não esperava por isso, mas entrei no jogo dela e, sem perceber, me relaxei. Senti a rola do Fernando entrando um pouquinho, doía. Ele tirou um pouco e enfiou de novo, enquanto a Ama Carmen continuava me beijando. Foquei nos beijos dela e, quando me dei conta, tava sendo fodida pelo Fernando. No começo doía muito e pedi pra parar. — Ama Carmen, já entrou tudo. — Ótimo, era isso que eu queria. — Ama, a senhora disse que era só a pontinha, me enganou. — Olha, vou te dar Dizer uma coisa, Ivette: só pela pontinha, mulher nenhuma tira a calcinha.
– Sim, mas mmmmm ahhhh.
– Mas nada, viu? Agora aproveita, já está gemendo porque você gosta. Eu te falei que faria de você uma mulherzinha submissa e obediente, e olha só como você está agora, de pernas abertas de quatro, sendo fodida pelo Fernando.
– Ahhhh ahhhh mmmm. Ohhh.
– Isso, slut, isso. Aproveita sua nova vida como mulher. A partir de hoje, você será minha submissa e vai formar par com o Fernando. Você será a putinha sissy dele.
– Sim, Ama. Ahhhh.
– Você vai vir todo fim de semana, me servir, e aos sábados vai sair e dormir com seu homem, e vai agradá-lo como uma boa putinha submissa.
– Sim, Ama.
– Agora vou deixar vocês a sós, casal. Lembre-se, Ivette: amanhã, domingo, às 10, quero você de pé para preparar o café da manhã para nós três.

Depois de dar mais uma foda, eu dormi junto com ele. Era uma cama pequena e estávamos bem colados. Levantei primeiro, preparei o café e fui acordá-los. Durante o café, minha Ama me explicou como seria a partir de agora.

– Ivette, olha: você vai vir toda sexta à tarde. Na entrada, vai tirar a roupa e ficar só de calcinha, que você já vai estar usando. Mais que isso: a partir de agora, você só pode usar calcinhas. Lembre-se, você é uma mulher. Na sexta à tarde, depois de se vestir, e no sábado de manhã, você vai fazer as tarefas de casa que eu mandar. No sábado à tarde, você vai se arrumar bem gostosa. O Fernando vai te buscar, vocês vão passear, jantar, e depois um pouco de festa, e vão dormir aqui. Estão de acordo?
– Sim, Ama. Mas não posso usar calcinha no trabalho.
– Você tem alguma colega no trabalho?
– Sim, Ama, três colegas.
– E elas podem usar calcinha no trabalho?
– Sim, claro.
– Então você também pode usar.
– Sim, Ama, o que a senhora mandar.
– Não sei se o Fernando quer te impor alguma regra.
– Sim, Ama. Além de ter que usar sempre calcinha a partir de agora, quando você chegar em casa depois do trabalho e quando estiver comigo, só pode usar saias. Curtas, as calças eu já tiro, e assim vai ser mais fácil te foder em qualquer lugar e hora. Algum problema, minha sissy? — Não, Amo. — Pois então, agora já sabe: arruma a cozinha e prepara a comida. Depois de comer, nossa Ama mandou a gente foder na frente dela, e no meio da tarde voltei pra casa de calcinha e bem fodida. Na segunda, fui trabalhar de calcinha por baixo da roupa. Fiquei bem nervosa, trabalho com meu chefe e só três garotas, mas agora somos quatro, já que eu tava de calcinha igual a elas. Nos primeiros quatro dias, usei as que comprei com minha Ama pra estrear, e depois fui usando as que já tinha. Durante a semana, fui falando com minha Ama e com Fernando, que pediam fotos de como eu tava vestida em casa. Na sexta, cheguei na casa da minha Ama, me despi na entrada e ela mandou eu segui-la até o quarto. Em cima da cama, tinha um vestido de empregada francesa curto, com babadinhos, completo com meia-calça, cinta-liga e sapatos de salto bem alto. — Esse vai ser seu uniforme pras tarefas de casa. Você veste na sexta quando chegar, no sábado e no domingo de manhã, que é quando vai fazer esses serviços. Passei a tarde toda fazendo tarefas: coloquei uma lavada com roupa da minha Ama, recolhi outra que ela tinha estendido e dobrei tudo sob o olhar atento dela, que via como eu dobrava a lingerie dela. Tirei o pó e fiz o jantar. No sábado de manhã, varri e passei pano. Às 7 da tarde, já tava vestida e pronta pra receber o Fernando, com meu conjunto vermelho por baixo e uma minissaia preta bem justa e curta. Assim que ele chegou, me deu um beijo longo na boca. — Ivette, pega uma cerveja pro seu homem. — Sim, Ama, já vou. — Senta do lado dele, você deve estar com vontade de ficar com ele. Sentada ao lado dele, ele não demorou pra acariciar minhas pernas enquanto Ama Carmen explicava o que a gente ia fazer. — Daqui a pouco vocês dois vão sair. Devem estar com vontade de ficar a sós e se conhecer melhor. Jantam juntos, tomam uns drinks. E aí, aqui tem uma cama pra gente passar a noite bem. Ama Carmen me deu uma bolsa preta pra carregar minhas coisas e daí a pouco eu saí com Fernando de mãos dadas. No começo eu tava nervosa, era minha primeira saída sozinha com um homem. A gente deu um passeio como qualquer outro casal e depois ele me levou pra jantar numa pizzaria. Durante a tarde, percebi que me sentia muito à vontade com ele, me sentia bem quando ele me pegava pela cintura ou colocava a mão na minha bunda. Isso me fazia sentir e eu entrei de cabeça no meu papel de mulher. Mais tarde, fomos tomar uns drinks e, bom, depois de uns copos eu já tava animada. Ele ficou do meu lado o tempo todo, gostei de como ele cuidava de mim e me tratava. Depois de alguns drinks, saímos pra passear no parque, sentamos num banco e ficamos nos beijando. — Neném, preciso ir fazer xixi. — Eu também. — Vamos ali atrás daqueles arbustos. — Eu preciso de um banheiro, nunca fiz assim na rua, preciso sentar. — Você pode se agachar ali atrás. — Sei não, não me vejo fazendo xixi agachada. — Vamos, não seja boba, uma experiência nova e você vai ter que se acostumar, vai acontecer mais vezes. Ele me pegou pela mão e puxou, assim que chegou atrás, ele tirou o pau pra fora e começou a mijar. Eu senti um pouco de vergonha de ter que fazer xixi pela primeira vez agachada como uma mulher e na frente de um homem. — Vamos, Ivette, o que você tá esperando? — Tô com vergonha. — Já vou virar e não olho. — Tá bom, mas não vai virar, hein. — Não. Levantei a minissaia, baixei a calcinha quase até os joelhos e me agachei pra fazer xixi. — Você tá linda assim, neném. — Você disse que não ia virar. — Já, mas desse jeito agachada você podia aproveitar. Ele chegou perto de mim com o pau de fora, pegou minha cabeça e a aproximou. — Chupa. Não deu tempo nem de falar quando a ponta do pau tocou meus lábios, abri a boca e comecei a chupar. Fiquei uns 10 minutos chupando ele com a bunda de fora e a calcinha nos joelhos até que ele encheu minha boca de porra. — Vem pra cá que ali... A grama tá molhada com seu mijo. Ele me pegou pela mão, me levantou e puxou pra lá, fazendo a calcinha cair e ficar nos meus pés, e ele começou a tocar minha bunda nua. — Me dá o lubrificante da bolsa. — O lubrificante. — Sim, claro. — Vai ter que lubrificar bem esse cu antes de foder. — Aqui, alguém pode nos ver. — Sim, aquele casal ali atrás com certeza vê, mas acho que não ligam. Eu não tinha percebido, me virei e uma garota na posição de putinha sendo fodida, Fernando me agarrou por trás e fiquei de frente pra aquele casal, a garota parecia estar gostando, me olhava sorrindo. Ele lubrificou bem meu cu, enfiando um dedo e depois dois. — Abre as pernas, sua putinha. — Espera, vou subir a calcinha, senão vai rasgar se eu abrir mais. — Melhor eu tirar. Ele se abaixou, tirou minha calcinha e ela ficou no chão. Assim, de pé, abri as pernas, curvei o corpo pra frente e ele foi enfiando devagar até o fundo, e começou a acelerar os movimentos. Depois de um tempo, de tanto prazer, minhas pernas fraquejaram. — Vou cair, minhas pernas não aguentam de tanto prazer. — Aguenta, putinha, falta pouco. Ele me segurou firme pela cintura enquanto me fodiu até gozar. — Você foi muito bem, gata. — Você também, Fernando. Há alguns meses eu nunca imaginaria isso, eu era um cara casado com uma garota, e agora estava pegando minha calcinha do chão pra vestir depois de ter sido fodida pelo meu Dono Fernando, embora eu percebesse que ele era tão submisso quanto eu e não sabia dominar, agia como qualquer outro homem normal e me tratava como outro homem trataria sua parceira. Depois ele me levou pra tomar mais uns drinks, no local fui reparando nos outros casais e principalmente nas garotas, e percebi que eu era mais uma como elas, não me separava do que agora era meu namorado e agia como elas, me deixava acariciar por ele, beijar e me sentia bem. Perto das 4 da manhã, fomos pro apartamento da Dona Carmen, ela estava dormindo. Acho que ela não percebeu que a gente chegou, porque não saiu. Em cima da nossa cama, ela deixou uma camisola vermelha de cetim junto com um bilhete dizendo que às 10 eu tinha que estar uniformizada com meu vestido de empregada e preparar o café da manhã. A gente transou de novo e eu apaguei assim que terminou. Acordei às 9h30, me vesti e comecei a preparar o café. Lá pelas 10, a Dona Carmen acordou. — Bom dia, Ivette. — Bom dia, Dona. — Como foi ontem à noite? — Muito bom, Dona. — É, você parece feliz. Me conta o que vocês fizeram, quero saber tudo. Contei tudo o que aconteceu. — Então vejo que vocês se divertiram, e vejo que você é uma putinha que foi dormir bem comida. — Sim, Dona. Daí a pouco, Fernando apareceu. — Bom dia, Dona. — Bom dia, Fernando. Ele chegou perto de mim e me beijou na boca. — Hummm, que empregada mais gostosa. — Sua putinha já me contou que vocês tiveram uma boa noite de sexo e bebida. Como ela se comportou? — Muito bem, Dona. Ela é uma putinha muito boa. — Fico feliz em saber. Vamos tomar café que está ficando tarde, e a Ivette tem serviço pra fazer. E antes quero que você coma ela aqui na cozinha com o vestido de empregada. Depois do café, comecei minhas tarefas. Tava lavando umas panelas e mais uns utensílios. — Fernando, pega sua putinha, puxa a calcinha dela pro lado e come ela enquanto lava a louça. Enche a bunda dela de porra. Ele começou a apalpar minha bunda enquanto eu lavava, se lubrificou bem e meteu quase de uma vez. Em poucos segundos, eu já não conseguia lavar nada. Me apoiei na pia e me deixei foder. — O que foi, a putinha não consegue fazer nada enquanto tá dando? — Não, Dona, não consigo. — Hahaha, que putinha você é. Depois de um bom tempo, Fernando disse que ia gozar. — Goza dentro da sua putinha, deixa ela prenha. — Sim, Dona, como a senhora mandar. — Ivette, você gosta de ter a bunda cheia de porra do seu macho? — Sim, Dona. — Hoje você vai fazer as tarefas com a porra dele escorrendo entre as pernas. — Como a senhora quiser. Depois de ser comida de novo, continuei com minhas tarefas. Fernando foi embora e ficamos só nós duas. tô orgulhosa de você, Ivette, você é uma boa criada e uma boa puta. - obrigada, Ama. - e o que você acha do Fernando? - parece um homem bom. - sim, ele é, e é o homem certo pra você, você gosta de ser a puta dele. - sim, Ama, me deu muito tesão ontem me vendo grudada nele igual as outras garotas. - fico feliz. Naquela tarde voltei pra casa com a calcinha manchada de porra do Fernando. Esse relacionamento durou 4 meses, até eu conhecer a pessoa que controla minha vida agora, mas isso é outra história.Finais de semana como gostosa
vadia

1 comentários - Finais de semana como gostosa

GIEGUI
Me encanta ojalá algún día me pase algo asi