Oi, estou transcrevendo o que acontece comigo... o que sinto. Alguns dias atrás comentei em fóruns e só recebi insultos e fui humilhado como pessoa, por favor não publique meu e-mail. Gostei dos relatos, me identifiquei com um, mas talvez aquela pessoa tenha parado a tempo.
Sou professora de biologia, viúva com filhos já grandes que moram no exterior. Mesmo mantendo contato pelo WhatsApp com eles, não é a mesma coisa. Me sinto sozinha. Há anos dou aulas em escolas de ensino médio pela manhã e em escolas noturnas. Viajo para o interior por decisão própria, para que tudo seja mais rápido e para me sentir VIVA. Durante todos esses anos, passei por tudo: calor na estrada, chuva, vento, ônibus que não passa... enfim, calar a boca e aguentar. Há 1 ano comecei a dar aulas em uma cidadezinha de Santa Fé, não fica longe da capital, são 45 km pela rodovia que vai para o norte (rodovia 11).
Há um tempo comecei a dar aulas numa escola mais afastada da cidade, lá seriam 12 alunos entre 16 e 18 anos, alguns eram repetentes. Começou a me chamar a atenção um que era muito gentil comigo, muitas vezes eu o encontrava me olhando perdidamente "obnubilado", pensava... vai saber o que esse rapaz estaria pensando, comecei a vê-lo do ponto de vista de professora... o que ele pensaria de mim? Alta, com alguns cabelos brancos, gosto de me vestir bem, elegante... combinar cores... comprar roupas, uso óculos para ler, corrigir provas sempre os uso pendurados, não sou nada provocante. Já quase nos meus 56 anos tento me vestir de forma que nada apareça ou marque. Pensava dentro daquele mundo quase inexplorado... o que ele pensaria? Qual será o destino dele? Comecei a gostar dele (sempre pensando como professora) ele sempre tirava dez!! Sempre colaborava... ou seja, um típico aluno exemplar que até eu mesma nas minhas distrações olhava a pasta dele para ver como estávamos com os assuntos.
Antes da saída e enquanto você guardava minhas coisas, ele sempre ficava conversando sobre qualquer assunto, seja atualidades, matéria, país, escola, rotas, ônibus... Certo dia ele me disse...
professora, você é de Santa Fé?
Não me surpreendeu a pergunta, já que é algo normal. O que me surpreendeu de um cara jovem foi o que veio depois.
e aí, por quê?
- por que não conheço Santa Fé e tenho medo de ir sozinho, poderia ir com você de ônibus e quando chegarmos você me explica onde fica o centro?
Me surpreendeu e me adoçou por dentro, não sei o que aconteceu, mas gostei que me consultou e adorei que se abriu para mim.
Naquele dia viajamos para Santa Fé no ônibus, conversamos sobre mil coisas e ele não parava de me olhar nos olhos, sempre com aquela gentileza, aquela doçura de menino... acreditem, por dentro eu pensava: "será que esse cara não está dando em cima de mim?" Mas como eu me via totalmente madura, envelhecida... olha, por que não pensar assim e também por que não imaginar os rios de néctar grosso, desejado e esperma branco que ele teria derramado por mim? Meu pensamento começou a mudar de cor...
Tenho essa idade, mas como mulher, não vou mentir pra vocês: tenho meus desejos, excitações, palpitações, fantasias... mas sempre com algo me travando por trás... "o que vão dizer"... ou também "você já é grande pra esse tipo de coisa!" Como podem ver... pensamentos de uma mulher frustrada... talvez eu esteja errada, mas é isso que comecei a sentir quando meu coração começou a bater diferente.
Deixei ele na estação, expliquei onde ficava o centro… (se não conhecem Santa Fé… é bem fácil chegar no centro) e dei meu telefone pra ele me ligar se precisasse de qualquer coisa.
Nos despedimos com um beijo… se me perguntassem… me surpreendeu?… sim! Mas eu gostei porque até aí é tudo normal dentro do anormal
Cheguei em casa, precisava tomar um banho, não sei por que, mas foi diferente. Aquele dia no chuveiro, minhas mãos percorreram meu corpo, meus mamilos, cheguei várias vezes ao clímax... será que foi isso? É um aluno!!! Mas claro... dentro de mim eu pensava... gosto de me sentir uma puta, uma cortesã, que todas nós temos escondido ou totalmente aberto. Sentia como se uma voz me dissesse... PROVA... COME... SACIATE.
Essa tarde começou a chover, e a verdade é que Santa Fé é conhecida pelo calor, pelo frio ou pelas tempestades. Quando venta, são ventos fortes, e quando chove, é pior ainda... Já trocada e em casa, recebo um áudio no celular... Era aquele aluno me dizendo que estava perdido. Falei pra ele pegar um táxi e vir pra minha casa... Uma hora e meia depois (depois de trocar mensagens perguntando se ele estava bem e por onde andava), o táxi chegou e ele desceu todo molhado... meio assustado.
Fiz ele entrar em casa... minha sala é meio grande, mas confortável... sofás grandes... uma lareira, luzes de led... algo apresentável e bonito... ofereci um café pra ele...Peguei uma toalha, pedi para ele tirar os sapatos... quando ele se sentou em uma das poltronas para eu ajudá-lo a tirar o calzado e as meias... vi aqueles pés brancos. Dedos longos... me impactaram... sua roupa... sua pele... sua simplicidade.
Como vocês vão perceber, até eu estava mentindo para mim mesma… essaPaixão exagerada por algoe esse algo era um Enamoramento apaixonado e prematuro para ele, e para mim totalmente impróprio.Não vou entrar em detalhes mais específicos, prefiro usar as palavras de forma mais interpretativa, não gostaria de adentrar num mundo de luxúria que só eu e ele vivemos... mas que, do meu ponto de vista como mulher, foi uma lascívia obscena do que aconteceu.
Nos olhar, sentir seus lábios. Sentir o calor do meu lar, no tapete que tantos segredos meus conhecia, sentir a chuva, descobrir nossos corpos, sentir seu bálsamo de humanidade, sentir ou saber que aquele efebo ou púber seria meu. Não sei se foi o tempo, o desejo, a situação, a banalidade do meu ato, mas foi a melhor... melhor foda que tive. Algo suave, algo com muita ternura, onde ele não parou de me beijar nem quando gozou dentro de mim, deitados no tapete onde nossos néctares se misturavam escorrendo de nossos sexos, o brilho dos seus olhos e me ver refletida nele totalmente entregue, escrava sem sermos conscientes do que fizemos.
Ficamos só ouvindo a chuva, totalmente colados, suados. Meu sexo se desprendendo da sua vulva com uma suavidade que nunca tinha sentido.
Depois disso rolou muito mais, começamos a nos instruir sobre como lidar com o futuro... naquele dia, depois de ligar pra família dela pra avisar que estava bem e que chegaria mais tarde, e também de CATEQUIZAR nosso relacionamento de novo, ela me fez totalmente dela.
É lindo, mas sei que podem falar de tudo... essa é minha história real. Daria pra fazer um livro com tudo que a gente faz, mas também sei que, se isso explodir, posso escrever esse livro de outro lugar.
Pra sempre @anonima.
Sou professora de biologia, viúva com filhos já grandes que moram no exterior. Mesmo mantendo contato pelo WhatsApp com eles, não é a mesma coisa. Me sinto sozinha. Há anos dou aulas em escolas de ensino médio pela manhã e em escolas noturnas. Viajo para o interior por decisão própria, para que tudo seja mais rápido e para me sentir VIVA. Durante todos esses anos, passei por tudo: calor na estrada, chuva, vento, ônibus que não passa... enfim, calar a boca e aguentar. Há 1 ano comecei a dar aulas em uma cidadezinha de Santa Fé, não fica longe da capital, são 45 km pela rodovia que vai para o norte (rodovia 11).
Há um tempo comecei a dar aulas numa escola mais afastada da cidade, lá seriam 12 alunos entre 16 e 18 anos, alguns eram repetentes. Começou a me chamar a atenção um que era muito gentil comigo, muitas vezes eu o encontrava me olhando perdidamente "obnubilado", pensava... vai saber o que esse rapaz estaria pensando, comecei a vê-lo do ponto de vista de professora... o que ele pensaria de mim? Alta, com alguns cabelos brancos, gosto de me vestir bem, elegante... combinar cores... comprar roupas, uso óculos para ler, corrigir provas sempre os uso pendurados, não sou nada provocante. Já quase nos meus 56 anos tento me vestir de forma que nada apareça ou marque. Pensava dentro daquele mundo quase inexplorado... o que ele pensaria? Qual será o destino dele? Comecei a gostar dele (sempre pensando como professora) ele sempre tirava dez!! Sempre colaborava... ou seja, um típico aluno exemplar que até eu mesma nas minhas distrações olhava a pasta dele para ver como estávamos com os assuntos.
Antes da saída e enquanto você guardava minhas coisas, ele sempre ficava conversando sobre qualquer assunto, seja atualidades, matéria, país, escola, rotas, ônibus... Certo dia ele me disse...
professora, você é de Santa Fé?
Não me surpreendeu a pergunta, já que é algo normal. O que me surpreendeu de um cara jovem foi o que veio depois.
e aí, por quê?
- por que não conheço Santa Fé e tenho medo de ir sozinho, poderia ir com você de ônibus e quando chegarmos você me explica onde fica o centro?
Me surpreendeu e me adoçou por dentro, não sei o que aconteceu, mas gostei que me consultou e adorei que se abriu para mim.
Naquele dia viajamos para Santa Fé no ônibus, conversamos sobre mil coisas e ele não parava de me olhar nos olhos, sempre com aquela gentileza, aquela doçura de menino... acreditem, por dentro eu pensava: "será que esse cara não está dando em cima de mim?" Mas como eu me via totalmente madura, envelhecida... olha, por que não pensar assim e também por que não imaginar os rios de néctar grosso, desejado e esperma branco que ele teria derramado por mim? Meu pensamento começou a mudar de cor...
Tenho essa idade, mas como mulher, não vou mentir pra vocês: tenho meus desejos, excitações, palpitações, fantasias... mas sempre com algo me travando por trás... "o que vão dizer"... ou também "você já é grande pra esse tipo de coisa!" Como podem ver... pensamentos de uma mulher frustrada... talvez eu esteja errada, mas é isso que comecei a sentir quando meu coração começou a bater diferente.
Deixei ele na estação, expliquei onde ficava o centro… (se não conhecem Santa Fé… é bem fácil chegar no centro) e dei meu telefone pra ele me ligar se precisasse de qualquer coisa.
Nos despedimos com um beijo… se me perguntassem… me surpreendeu?… sim! Mas eu gostei porque até aí é tudo normal dentro do anormal
Cheguei em casa, precisava tomar um banho, não sei por que, mas foi diferente. Aquele dia no chuveiro, minhas mãos percorreram meu corpo, meus mamilos, cheguei várias vezes ao clímax... será que foi isso? É um aluno!!! Mas claro... dentro de mim eu pensava... gosto de me sentir uma puta, uma cortesã, que todas nós temos escondido ou totalmente aberto. Sentia como se uma voz me dissesse... PROVA... COME... SACIATE.
Essa tarde começou a chover, e a verdade é que Santa Fé é conhecida pelo calor, pelo frio ou pelas tempestades. Quando venta, são ventos fortes, e quando chove, é pior ainda... Já trocada e em casa, recebo um áudio no celular... Era aquele aluno me dizendo que estava perdido. Falei pra ele pegar um táxi e vir pra minha casa... Uma hora e meia depois (depois de trocar mensagens perguntando se ele estava bem e por onde andava), o táxi chegou e ele desceu todo molhado... meio assustado.
Fiz ele entrar em casa... minha sala é meio grande, mas confortável... sofás grandes... uma lareira, luzes de led... algo apresentável e bonito... ofereci um café pra ele...Peguei uma toalha, pedi para ele tirar os sapatos... quando ele se sentou em uma das poltronas para eu ajudá-lo a tirar o calzado e as meias... vi aqueles pés brancos. Dedos longos... me impactaram... sua roupa... sua pele... sua simplicidade.
Como vocês vão perceber, até eu estava mentindo para mim mesma… essaPaixão exagerada por algoe esse algo era um Enamoramento apaixonado e prematuro para ele, e para mim totalmente impróprio.Não vou entrar em detalhes mais específicos, prefiro usar as palavras de forma mais interpretativa, não gostaria de adentrar num mundo de luxúria que só eu e ele vivemos... mas que, do meu ponto de vista como mulher, foi uma lascívia obscena do que aconteceu.
Nos olhar, sentir seus lábios. Sentir o calor do meu lar, no tapete que tantos segredos meus conhecia, sentir a chuva, descobrir nossos corpos, sentir seu bálsamo de humanidade, sentir ou saber que aquele efebo ou púber seria meu. Não sei se foi o tempo, o desejo, a situação, a banalidade do meu ato, mas foi a melhor... melhor foda que tive. Algo suave, algo com muita ternura, onde ele não parou de me beijar nem quando gozou dentro de mim, deitados no tapete onde nossos néctares se misturavam escorrendo de nossos sexos, o brilho dos seus olhos e me ver refletida nele totalmente entregue, escrava sem sermos conscientes do que fizemos.
Ficamos só ouvindo a chuva, totalmente colados, suados. Meu sexo se desprendendo da sua vulva com uma suavidade que nunca tinha sentido.
Depois disso rolou muito mais, começamos a nos instruir sobre como lidar com o futuro... naquele dia, depois de ligar pra família dela pra avisar que estava bem e que chegaria mais tarde, e também de CATEQUIZAR nosso relacionamento de novo, ela me fez totalmente dela.
É lindo, mas sei que podem falar de tudo... essa é minha história real. Daria pra fazer um livro com tudo que a gente faz, mas também sei que, se isso explodir, posso escrever esse livro de outro lugar.
Pra sempre @anonima.
0 comentários - Pecado de Educadora ( by anónimo)