Beleza, como falei antes, já não posto mais aqui, mas trouxe um spoiler do que vem por aí. Quis fazer um final diferente pro segundo livro e acabei criando um livro novo. Já tenho quase 40 capítulos. É interessante... Seria um jeito alternativo de encerrar a história. Acho que já passei de 400 páginas... Então é isso... Aqui vai o primeiro capítulo... As imagens não carregam todas, não sei por quê... Mas beleza, vocês vão poder ver com o livro pronto. Espero que gostem... Aguardo comentários. Abraços. Instagram HIPHOP911OK. hiphop911.webnode. Minha prima, Mara 2.5: Escuridão. CENA 1: Casa da Fernanda (Começo do capítulo 41 de "O caminho..."). MAR: Ah, não vai me dar? aa aa aa... EU: Depois, depois... MAR: Tá bom, hehe... — Ela continuava se mordendo. Virei de novo e fui embora. Ela ficou lá, transando de pé com o Franco. Foi bem impactante, mesmo a gente tendo combinado. Me deparar com a situação de repente assim. Sei da promessa que fiz pra ela, mas já não me sentia como antes. Não via mais aquilo como normal. Os pensamentos vinham na minha cabeça. Será que ela chupou ele antes de meter? Terrível. Saí pro quintal. A Sabri tava sozinha na mesa. A Gabi e o Brian estavam sentados com os pés na água. Ela me olhou sabendo muito bem o que tava rolando. Sentei com ela. SAB: O que cê tá fazendo, gostoso? — Ela falou bem natural. Na real, me surpreendeu. EU: Oi, linda... — Falei. Estranhíssimo ela me tratar assim. Mas, beleza, não me incomodou nem um pouco. Ela sorriu de lado. SAB: Me ajudou pra caralho o que cê falou pra minha argumentação! EU: Ah, é? Show! SAB: Peguei aquele caminho e comecei... haha. — Ela falava bem, mas meio nervosa. Não conseguia manter o olhar nos meus olhos por mais de uns segundos. EU: Às vezes um ponto de vista diferente muda tudo! SAB: Total... EU: Você escureceu o cabelo? — Perguntei. SAB: Não, por quê? Deve ser a tintura, haha. EU: Então você não é ruiva de verdade... — Falei brincando. SAB: Sou sim! Juro! Mas meu natural parece mais cenoura kkk
EU: Sério?
SAB: Sim, eu só escureço ele…
Não imaginava.
Era ruiva de verdade!
Uma beleza.
EU: Olha… Eu te imaginava uma loira daquelas kkk
SAB: Já fui loira… Mas não kkk
EU: O teu negócio é o ruivo, pode crer… Não sabia que era ruiva de verdade, de verdade hehe
SAB: Valeu. Pode ser… Talvez tenha escurecido um pouco, como você disse…
Ficava olhando umas mechas.
Muito gostosa se vendo fazer isso.
EU: Sim, achei… Fica lindo em você mesmo kkk.- Fiz uma careta pra ela
Aí veio o Martín e sentou pra beliscar algo.
Que longo ia ser aquele fim de semana!
Também veio a Mara.
Com cara de pedra sentou do meu lado.
Inacreditável que ela viesse de transar de pé com outro e sentasse como se nada.
MAR: O que vocês tão fazendo?.- Falou como quem quer se enturmar
EU: Menos que você, com certeza….- Falei na ironia, sem olhar pra ela
Ela me olhou apertando os lábios como quem diz “que otário”.
Na real, saiu de dentro de mim falar aquilo.
Não falei na maldade nem nada.
Sabrina nem comentava. Ficava no celular.
Franco também saiu e sentou na mesa.
Começou a puxar papo comigo.
Tudo era tão inusitado…
Eu me sentia um cuzão de outro mundo.
Sim, em outra ocasião, eu tinha pirado. Fiz de tudo. Mas agora não via da mesma forma.
Percebia como uma situação bizarra.
Ele falou umas merdas de futebol e da pandemia.
Mais uma coisa pra somar na esquisitice do rolê. Fazer teste de covid antes de se juntar…
Mara e eu, por acaso, tínhamos feito pelos nossos trabalhos.
Mas não os outros, que tiveram que ir se testar.
Qual o motivo pelo qual o senhor faz o teste?
Não, não, pra transar em grupo. Uma bobagem…
Deus!
Que putaria.
Também peguei no celular.
Tava entediado.
E tava há menos de uma hora ali…
Mara me agarrou pelo braço e se apoiou no meu ombro.
Eu por dentro pensava, “você acabou de receber carne como uma louca e agora vem me abraçar…”.
Como qualquer outro dia.
Sou eu o errado? Ou parece qualquer coisa? Tudo?
Lembro bem daquilo que ela me disse.
“Que a gente fizesse junto”
Pior que era tão torto que até me dava graça.
Mas fazer o quê, era o que tinha que ser feito…
MAR: Você não me dá bola… — Ela falou, baixinho, no meu ouvido.
Virei a cabeça.
Não sabia se ela tava falando sério ou se tava me zoando.
Comecei a rir.
EU: Que foi? haha
MAR: Faz 10 minutos que eu tô te agarrando, te dando beijo e nada…
Ela se afastou de mim e sentou.
Talvez em outra ocasião, ela mandava uma ou eu mandava uma, e a gente acabava se pegando com mais tesão ainda.
Agora eu não tava muito a fim.
E pô, também não dava pra fingir tanto.
Fiz o gesto de “ai, meu deus”.
Não sei se ela ficou puta ou não, mas levantou e foi falar com a Gabi e a Fer que estavam na piscina.
A noite já tinha começado bem torta…
Olhei pra Sabrina.
Era como se a energia mudasse…
EU: Eu, juro… Você tá muito gostosa…
Ela abriu um sorrisão que não conseguiu disfarçar.
SAB: Tá falando sério? haha
EU: Demais…
SAB: Que idiota…
Eu ri.
SAB: Não, mentira… Você é um amor…
Uff…
Aquele olhar…
Me dava arrepio.
EU: Você que é um amor… Todo mundo sabe…
SAB: Ah, é? — Ela exclamou entre risadas e se aproximando de mim.
Sim…
Era isso que eu queria.
Ela chegar perto me deixava louco.
Na real, ela me dar bola…
EU: Tipo, tava com saudade de você, né? — Falei na brincadeira.
SAB: Tenho que admitir que eu também… — Ela falou meio tímida e com um ruborzinho no rosto.
Será que ela tava falando sério?
Ela jogou todo o cabelo pro lado.
Minha nossa senhora! como diria um cara cabeçudo.
Uma mulher dos sonhos.
EU: Não me fala isso senão eu te beijo agora…
SAB: Kkkk… Melhor eu ir colocar o biquíni… — Ela disse com um sorriso safado.
Depois, levantou e foi embora.
Se tinha alguém que conseguia mudar meu humor, com certeza era ela.
E acho que era a única…
Mara me olhava de onde tava. Não sei o que ela pensava, vamos ser sinceros…
Eu fiquei ali, esperando a ruiva.
Ainda tentava entender como todo mundo levava com tanta naturalidade uma coisa tão, sei lá, crua, tipo o que a gente fazia.
Talvez era eu que não acompanhava…
Mas também não. Mesmo sendo eu o desgarrado, não gostava da situação em que ela estava. Não sendo o que éramos na época, com Mara.
Nem passava pelas nossas cabeças algo assim
— Comer outras pessoas?
— Quê?
Parece piada só de falar…
Sério que não tinha explicação racional possível. Pelo menos pra mim.
Quando Sabrina voltou, meus sentidos se voltaram completamente pra ela.
Me surpreendi…
Ela tinha colocado um biquíni esverdeado… Meio amarelado, na verdade, e bem pequenininho, que fazia ela explodir.
Engoli seco.
Pra piorar, vinha andando como se desfilasse e meu cérebro reproduzia em câmera lenta.
Deus…
Ela dava um sorrisinho de vergonha enquanto desviava o olhar pro chão e depois pra mim.
— Vai ser tão deusa assim? — gritou Fernanda.
Eu fiquei feito um idiota, contemplando cada detalhe da linda humanidade dela.
Percebi que Mara estava me olhando…
Não disse nada. Só seguiu na dela.
Sabrina continuou o caminho e foi na direção das minas. Pela escadinha, entrou devagar na água.
Se juntou com elas e me sorriu de lado.
Uff…
O que estava acontecendo?
Devo admitir que gostava muito dessa faceta mais desinibida. Mesmo sem entender o porquê, hein…
Fato é que pensar na Sabrina me fazia esquecer qualquer tipo de problema que aparecesse e não sei se isso era bom…
Mas vendo as atitudes da Mara, acho que não devia me preocupar tanto.
Fico pensando… Não passaram nem 15 minutos e eu já tava comendo…
Claramente a gente tinha tomado um caminho sinuoso do qual nenhum de nós sabia o que nos esperaria no final.
Martin, Brian e Franco também se juntaram onde eu tava.
Acho que às vezes o magrelo me olhava com medo… Ou não sei com quê, mas deixava claro que tava numa situação "exagerada" o tempo todo. Como se dissesse por dentro "a qualquer momento ela me pega".
Eu, claro, não dava muita bola. Não porque eu fingir de durão, mas sim porque a situação era desconfortável.
Aquele magrelo estava comendo a minha mina…
Foda, né?
Ha…
Mas também não dava pra encher o saco só dele porque, segundo a Mara, “era só sexo”. Além do mais, ela também tinha ficado com o Brian no último rolê.
Mesmo assim… Eu não interagia muito com os primos. E bom, o Martín era meio diferente no fim das contas.
Claro que eu seria um idiota se dissesse que não pensava na possibilidade de rolar algo mais entre a Mara e o Franco, mesmo ela me garantindo que não, que era só uma parada sexual que ela queria viver e blá-blá…
Era verdade que ela tava uma comedora serial, mas tava com ele mais do que qualquer outra coisa…
“É seu principal concorrente” Ela tinha me falado? Kkkk
Que engraçado…
Também tinha a parada da condição dele de… Super dotado, digamos…
E mesmo assim, como ela diz, não deixava de ser uma loucura tudo isso.
Deus…
Quem foi que me mandou?
Fiquei mais um tempo com eles, vendo a Sabri me mandar uns olhares cúmplices. Pra ser sincero, ela era a única coisa que me mantinha ali.
Não sei o que ela tinha… Mas já não era mais a simples amiga da minha namorada. Tinha se transformado em algo maior, que se não fossem os últimos meses vividos, eu não teria dado essa atenção, igual tava dando agora.
Quando ela tava perto, sentia uma espécie de radiação ao meu redor. Me dava um tesão.
Num momento, ela me viu olhando pra ela.
Fez o gesto de “tô com fome” mordendo os lábios.
O sorriso se desenhava sozinho…
Ela começou a vir na minha direção.
Mmm… Como eu gostava quando ela me dava atenção.
Quase pulando na água, se aproximou até a borda onde eu tava.
O jeito que os peitões enormes dela balançavam era infernal. Um efeito perfeito em câmera lenta…
Ela percebeu que eu tava olhando besta e respondeu com um gesto cúmplice.
Linda…
SAB: Entra…
EU: Sem vontade de ir pegar o short…
SAB: E quem falou em short? – Disse levantando uma sobrancelha de forma safada.
Será que ela queria que eu entrasse de cueca?
Eu ri.
SAB: A menos que tu não queira se meter comigo… — Falou num tom de coitadinha, claramente de brincadeira.
EU: Com você eu me meto até num vulcão de lava fervendo… — Respondi bem natural.
Ela arregalou os olhos. Mas logo sorriu e disse:
SAB: Então se mete logo, já foi, kkk
Vendo ela toda gostosa, não dava mais pra recusar…
Olhando pra ela, tirei a camiseta, chamando a atenção das minas, inclusive da Mara.
FER: Vai rolar, vai rolar… — Falou alto.
Mara só sorriu, como se nada.
Tirei a bermuda e fiquei de cueca na frente de todo mundo, mas pulei na água rapidinho.
Minha peça era preta e colada. Ficava muito bem em mim…
Sabrina me observava…
Deus…
O que será que ela tava me dizendo com o olhar?
Mais me chamava a atenção ela estar daquele jeito na frente da Mara.
Será que fizeram algum tipo de pacto ou algo assim?
Foda-se… Não importava…
Sabrina veio pro meu lado, encostada numa das bordas da piscina.
SAB: Alguém andou treinando… — Falou olhando pros meus peitorais.
Verdade, sim…
Nos últimos meses eu tinha treinado pra caralho e meu peito e meus ombros estavam mais volumosos. As costas também.
EU: Sim, kkk… Você tá divina… — Respondi olhando ela de cima a baixo.
SAB: Valeu… — Disse docemente.
Dava pra ver um certo tom avermelhado no rosto dela. Isso só me derretia por dentro.
EU: Alguma novidade daquele babaca?
SAB: Quem? O Rodrigo? — Falou estranhando.
EU: É…
SAB: Não, kkk… Acho que você foi bem claro com ele… — Falou se divertindo.
EU: Melhor assim…
SAB: Valeu de novo por isso… Você não precisava e fez…
EU: Não me agradece… — Falei meio nervoso.
Ela percebeu.
Mas eu queria perguntar uma coisa e não tava com coragem.
SAB: O quê? O que foi? kkk
EU: Nada, não… Kkk
SAB: Eu te conheço, querido… O que foi?
Comecei a passar a língua nos lábios.
Ha…
EU: Sei que é algo que… Quero dizer… — Travei. Ela me olhava, tentando entender onde eu queria chegar.
SAB: Algo o quê…
EU: Digo… Não é da minha conta, mas você… — Falei fazendo olhinhos. SAB: Eu…? – Respondi na mesma sintonia.
EU: Desde… Ele… Você saiu ou sei lá, conheceu alguém? – Falei quase gaguejando.
Sabrina arregalou os olhos do tamanho de dois pratos.
EU: É só uma pergunta… Haha… De intrometida…
Aquele tom vermelho no rosto dela ficou mais intenso.
SAB: Perdão? – Exclamou em tom de brincadeira.
EU: Daaa, qual é? Só tô perguntando… – E empurrei ela sutilmente com o braço.
SAB: O que você tem a ver com isso? – Respondeu rindo.
EU: Se eu pergunto é porque me importo…
SAB: Ah, é? – Disse de um jeito sugestivo.
EU: E óbvio… Tenho que ver quem aparece pra você, sabe… Principalmente depois daquela vez, tenho um dever de proteção com você…
Não sei de onde tirei isso, mas encaixou direitinho.
Sabrina começou a rir às gargalhadas.
SAB: Que idiota… Meu deus… – Dizia sorrindo, toda corada.
Eu também tava rindo.
Ela mordia o lábio como quem diz “que cara”.
Me deixei levar e fiz um carinho na cintura dela, por baixo da água. Quando me toquei, já era tarde.
Mas, surpreendentemente, ela não falou nada. Sorriu e também me acariciou, mas na região da barriga.
Mentiria se dissesse que não senti uma tontura gostosa no estômago.
Uff…
Só me tocou e eu voei…
SAB: Então você é meu protetor agora?
Me fez rir.
EU: Se você não se importar… Haha…
SAB: Vou pensar…
Olhei ela toda.
Ela tava mais firme.
EU: Você também malhou…
Ela se olhou.
SAB: Um pouco… Dá pra notar?
EU: Faz força, vamos ver… – Toquei o braço dela.
SAB: Ah, esquece – Continuou com graça.
EU: O quê?
SAB: Músculo não tem…
EU: Eu acho que tem, hein… Você tá toda deusa…
SAB: Idiota…
EU: Sério… Qual era sua altura mesmo?
SAB: 1,73. Por quê?
EU: Tá me zoando…
SAB: Não, qual é?
EU: É verdade… Sempre te achei alta…
SAB: Bom, obrigada…
Sorri pra ela.
SAB: Já te contei que fiz Aikido uma vez?
EU: Nada… – Ri
SAB: O quê?
EU: Não pode ser… Sério?
SAB: Sim, haha… Com a Maxine, minha irmã, a gente fez… Pouco tempo, mas…
EU: Olha só…
Me surpreendeu.
De verdade.
EU: Você seria tipo uma Steven Seagala, haha.
SAB: É, então não me enche o saco senão te viro pelo avesso…
Olhei pra ela.
EU: Exato, se tem uma coisa que eu quero é que me vire mesmo… — falei empurrando ela de brincadeira…
SAB: Bom… — respondeu se fazendo de sonsa, na zoeira.
EU: Hehe.
SAB: Como eu tava dizendo… Minha irmã também é alta, quase como eu… E um dia a gente se animou e foi junto…
EU: Quero ver… Me mostra…
Me afastei um pouco dela e fingi que tava me preparando pra luta.
SAB: O que cê tá fazendo, otário? Haha.
EU: Já que você se acha tanto por fazer aikido.
Os caras se viraram, assim como as minas.
MARTIN: Qual é aí, mano? Vai dar merda? A gente estraga tudo, hein…
EU: Ela diz que sabe aikido…
Todo mundo olhou pra ela, incrédulo.
Sabrina queria me matar.
SAB: Vou te machucar…
Todo mundo explodiu num grito de “Ooooooh”, incluindo a Mara.
GAB: Briga, briga, briga!
FER: Isso vai ser interessante.
EU: Pronta? — falei me fazendo de engraçadinho.
SAB: Tá bom… Se você insiste… — respondeu provocando o furor geral.
Como eles gritaram.
Comecei a andar em círculos, bem devagar.
Ela ficou parada, sem guarda, com os braços caídos ao lado do corpo.
Me olhava incrédula.
Eu, por minha vez, só tava pagando de palhaço, fingindo que ia pra cima dela.
O que eu não esperava foi o que aconteceu no instante seguinte…
Minha ideia era sair correndo como se fosse dar um toque na cara dela (coisa que não ia fazer) e no último segundo, abraçar ela pela cintura.
Mas tudo aconteceu tão rápido que quando fui ver, Sabrina pegou minhas duas mãos e, se movendo só um pouquinho pro lado, torceu meus pulsos de um jeito que eu saí voando pro outro lado, na mesma velocidade que eu tinha “atacado”.
Todo mundo gritou, eufórico com a manobra dela.
O que ela fez?
Quando foi isso?
Tava parado, olhando como se não entendesse nada e com uma dor leve nos pulsos.
EU: Au… — respondi meio sem graça.
Martín segurava a cabeça.
“Viu aquilo?” ele falava pro Brian.
As minas ficaram vermelhas.
Como ela conseguiu me jogar assim?
SAB: Já chega, muleque? Expressou soberba.
EU: Sim… Au… haha. — Sacudi os braços como quem não queria mais. Mas parti pra cima de novo, na traição.
Fez-se um silêncio tenso no momento em que a Sabrina segurou meu braço esquerdo na altura do ombro, quase me fazendo girar tipo um “kick flip” e me jogar contra a parede da piscina.
O movimento foi tão brusco que ela ficou boca a boca comigo, e além de dolorido, eu tava completamente fascinado.
Todo mundo ficou mudo.
Os lábios molhados dela e os olhos azuis, tão profundos quanto o oceano, detonavam minha mente.
Uff…
Que vontade de beijar aquela boca.
Mas depois de uns segundos, ela percebeu a situação e me soltou, se afastando.
Fiquei tipo “uau”.
Por que ela não me beijou?
Sim, óbvio… Tava todo mundo olhando… E de perto…
SAB: Então já sabe… — Ela falou pra quebrar o silêncio que tinha se formado.
Os caras não acreditavam. Até o Franco ficou com cara de surpreso…
Eu olhei pra ela tipo “Não me fode”.
Só quando todo mundo voltou pros seus roles, ela chegou perto de novo.
SAB: Não te machuquei, né? — Falou docemente.
Haha…
EU: Isso foi foda… Não, não… Tudo suave…
Ela olhava minhas costas.
SAB: Certeza? Te joguei pra valer…
EU: Tava morrendo pra você me beijar…
Ela fez cara de “para, mano”.
EU: Sério…
SAB: Meu Deus… Depois… — Ela mexeu no cabelo.
EU: Isso eu gosto… — Falei com um sorriso no rosto.
Dava pra ver que ela também queria, e eu não via a hora de rolar.
Mas me acalmei um pouco e ficamos batendo papo ali.
Ela me contou umas paradas do trabalho dela. E sobre uma pós que queria fazer, em direito internacional.
Achei uma boa ideia. Eu também sempre me interessei por essa área. Principalmente a parte privada e o que envolve compra e venda, operações transnacionais e tal.
Passamos um tempão ali. Nem percebemos o tempo passar, nem o pessoal ao redor.
Olhei pro lado onde as minas estavam e só a Gabi e a Fernanda conversavam.
SAB: Vamos dar uma volta? A gente se manda pra enrugar tudo, hehe...
EU: Haha, beleza...
Ela saiu primeiro, quase desfilando...
Gostosa...
Eu fui atrás.
Sabri andou até a mesa onde os caras estavam e pegou o celular dela.
Isso me lembrou que eu também tinha um e não fazia ideia de onde tinha deixado.
EU: Roja... Meu celular tá aí? — perguntei
Martín riu ao ouvir o apelido que eu tinha dado pra ela.
Ela também riu...
SAB: Hmm... Não...
EU: Ahh... Não... Já era.
Eu tinha deixado lá dentro, quando chegamos, na área dos sofás.
Entrei pra pegar.
Me chamou a atenção que a Mara também não estava por ali.
O Franco tava lá fora?
Não tinha olhado.
Meu celular tava lá, no mesmo lugar, e peguei ele.
Quando fiz isso, um almofada se mexeu e uma pastinha que tava atrás apareceu.
Curiosa, peguei ela. Era fininha.
Abri e pareciam exames médicos.
Que estranho deixarem isso largado assim...
Pareciam várias folhas.
Quando vi o nome, minha atenção grudou nele.
Dizia “Franco Sebastián Lopez”.
Sim, era esse Franco.
O que esses exames estavam fazendo aqui?
Olhando com mais cuidado, percebi que eram testes de doenças sexualmente transmissíveis.
O quê?
De HIV, sífilis e outras mais.
Tudo negativo aparecia. Mas quem tinha pedido aquilo?
E se não fosse assim, o que estavam fazendo aí?
Comecei a ouvir sons vindo do banheiro.
A porta estava encostada, não aberta, mas encostada, e um pouco de vapor escapava pelo espaço entre o batente e a porta.
Deixei tudo onde estava e fui até lá.
O barulho aumentava...
Me aproximei pra ver o que era.
Não demorei pra descobrir o que realmente tava rolando...
Claro, Mara e Franco...
Olhei tipo “pô, sério?”
Não conseguiam parar um minuto?
Tavam transando no chuveiro.
Fiquei de boca aberta, não tanto pelo que já, mas pelo como...
Ela tava apoiada com os braços na parede, empinando a raba com tudo, e ele segurava ela pelo cabelo, metendo por trás.
“Aaa... Aaa... Aaa...” ela gemia sem parar e rápido, enquanto os peitos balançavam pra frente e pra trás. ferozmente, no que geralmente se chama de uma "boa fodida".
"Nnn... nn... oohh... nn" repetia ele, metendo com força.
O barulho da batida do púbis dele contra a bunda dela era tremendo. Não dava pra acreditar que ele tava comendo ela daquele jeito.
Nem que ela tava deixando.
Fiquei tipo "tanto assim?".
Não sei o que deu em mim, mas não me importei.
Sério?
E ainda por cima ele tava... Resumindo, metendo sem dó.
Mara tava totalmente na mão dele.
Era inacreditável...
Se ele ficou puto com o jeito que ela tava com a Sabrina naquela noite, essa não era a forma de me mostrar...
Pra piorar... Como ela gemia!
"Plaf, plaf, plaf" se ouvia pra caralho.
Já não sabia mais o que pensar.
Era a minha mina e estavam comendo ela daquele jeito?
Acho que naquela época eu não pensava com clareza.
Era a Mara, minha Mara… E outro cara, com a pica mais comprida e grossa que a minha, tava enfiando tudo nela.
MAR: Aaahhh… Aahhh… Isso, assim… Ooowww…
O som da bunda dela e dos peitos batendo um no outro era brutal.
Pareciam tapas de filme.
Fiquei duro…
Não bastava ter comido ele assim que chegamos, agora também?
Ufff…
A cara de perdição que ela tinha… Não parecia ela…
Não mentiu quando disse que queria “transar muito” nessa nova “juntada”?
Sem palavras…
FRA: Aahh… Caralho, gostosa… Oohhh… Que delícia você tá… Aahh…
MAR: Mmm… Sério? – Respondeu com voz orgásmica.
FRA: Ooohhh… Sim… Tem certeza que tá tudo bem? Mmmm…
MAR: Sim, gato… Ohhh… Não para…
Não dava pra acreditar…
Tudo bem?
Ufff…
O que eu tava fazendo ali? Olhando enquanto ele comia ela daquele jeito…
Será que tô tão fudido da cabeça?
Senti alguém se aproximar.
“O que você tá fazen… Nossa!” – Exclamou com horror, quase.
Era a Sabrina. De olhos bem abertos.
Até ela ficou chocada.
Acho que viu minha cara de confusão.
SAB: Vem, vamos… Quero que você me coma – Disse tentando me levar.
EU: Não… Pera…
Hã?
Ficar ali?
Por que eu disse isso?
Pra que eu queria ficar vendo eles trepando?
Sabrina olhou nos meus olhos.
Algo não me dizia com as palavras dela. Provavelmente, que ela não conhecia essa minha atitude…
MAR: Mmm… Mmm… Mmm…
FRA: Hooo… Hooo…
O jeito que ela gemia. Até a ruiva ficou impressionada.
Era o som da pele dela, se chocando…
FRA: Nunca tinha estado com uma… Oohhh… Caralho…
MAR: Mmm… Fala, puta, igual a mim… Aaaomm…
Sabrina arregalou os olhos.
Ficou muda.
FRA: Ohh… Não ia falar isso… Ahhh… Ia dizer deusa…
MAR: Tanto faz… Umm… – Respondeu enquanto se sacudia.
A ruiva, olhando pra dentro com cara de pôquer, se aproximou de mim e me abraçou por trás, apoiando a cabeça no meu ombro e as mãos na minha cintura.
Me mimou, tipo…
Apesar de tudo… Cru da cena, foi algo reconfortante.
SAB: Deus, o que é isso… – Exclamou acariciando minha barriga.
EU: O que todo mundo procurava…
Mara continuava gemendo como uma louca.
Ficava me perguntando quanto tempo ela aguentaria transando com aquela intensidade.
FRA: Ai… Oh… Encosta no vidro…
Franco, que parecia agitado, recuou um pouco e Mara obedeceu.
Ela ficou de frente pra gente, embora não nos visse…
Os peitos imponentes dela se espremiam no vidro de um jeito foda.
Quando percebeu o instante em que Franco voltou a meter em Mara por trás, Sabrina suspirou no meu pescoço e me beijou.
“Haaaa…”
Mas não foi só isso que ela fez.
Com a mão que acariciava minha barriga, desceu e enfiou dentro da cueca.
Eu continuava olhando pra dentro, enquanto ela passava os dedos em mim.
E quando viu que eu tava com o pau bem duro, me mordeu.
SAB: Amm…
Uff…
Adorei.
A mão quentinha dela segurava meu ferro quente…
EU: Oohh…
SAB: Que pau lindo que você tem, gostoso… – Ela disse me beijando o pescoço, arrastando os lábios e apertando meu pau com a mão.
EU: Você que é linda…
Os gemidos da Mara e o barulho da porta do box se mexendo eram enormes.
“Ahhh… aahhh… Plaf.. Plaff… Plaf…”. Parecia um show de porradas.
Sem contar os gemidos pesados do Franco, pelo esforço que tava fazendo.
“Arrghhh… Arhhh… Oorhhh…”.
Eu imaginava a buceta apertada da Mara sendo violada por aquele rabo.
Uff…
Esfregando contra as paredes da cavidade vaginal dela…
Sabrina suspirava no meu ouvido no ritmo dos gemidos da Mara.
“Mmm… Mmmm…” enquanto subia e descia a pele do meu pau devagar.
Deus…
O que era aquilo tudo?
MAR: Oooohh…. Aarrrgh… – Gemeu Mara, surpreendendo a gente e chamando nossa atenção.
Ela fez como se não conseguisse segurar o grito, descontrolado.
Olhamos pra ela.
Através do vidro dava pra ver o sorriso no rosto dela.
Era diabólico…
SAB: Hoo… – Ela disse, sem parar de me masturbar e acariciar por trás.
Me fez suspirar. Bom, não sei qual das duas…
EU: Haaaaa… — Escapou de mim.
Ao me ouvir, Sabrina veio pra frente.
Olhou direto nos meus olhos, com um olhar profundo, de desejo.
Mara musicalizava o momento com seus gemidos incessantes.
“Aaa… aaaa… aaaa… aaaaaa…”
SAB: Por que você tá com ela tão dura? — Disse me masturbando agora de frente.
O que eu podia responder?
Que eu era um tarado… Um pervertido… Um doente…
MAR: Aaaaerrr, caralho, Franco… Que dura que você tá… Preciso chupar ela, não aguento mais…
Nós dois viramos de repente pra ela.
O que ela tinha dito?
FRA: Oohhh… Mara… Sério?
MAR: É uma pedra… Desculpa… Ooommm… — Ouvi quando ela enfiou na boca como uma desesperada. Assim, até com os próprios fluidos dela impregnados.
FRA: Aaaaarrrrgg… — Gritei
Ficamos paralisados.
Bom, pelo menos eu…
Ela começou a chupar ele como uma puta.
Sim, é isso. Como uma puta.
Através do vidro, vi ela mamando a pica de boca cheia…
Minha Mara…
Sabrina apertou forte minha pica e olhou pasma.
Depois fez algo impensável.
SAB: Não dá pra continuar assim… — Disse se ajoelhando na minha frente.
Me olhou com aquele rubor divino no rosto e fez o mesmo que a amiga.
EU: Ooohhhh… — Gritei quando senti os lábios dela envolvendo minha glande.
Agora ela me chupava…
MAR: Ooommm oommmm ammm… Mmmmmoooo… — Se ouvia.
Eu tava alucinado.
Via Mara chupando pica, enquanto também chupavam a minha.
O calor da boca de Sabrina me envolvia.
Mas diferente da Mara, ela fazia mais devagar e curtindo cada lambida, cada sugada.
Como se tivesse mais… amor…
EU: Oohhh, linda… Você é linda, Sabrina…
SAB: Mmm… Você que é… Mmmm… Leeamm…
FRA: Deus… Que jeito de chupar, gostosa… Aaahh…
Ela não respondeu. Continuou balançando a cabeça no meu colo como se fosse a última pica que fosse chupar na vida.
Forte… Rápido…
Tava me matando o que ela fazia…
Mas Sabrina queria me tirar dali.
Quando eu olhava pra ela, minha atenção ficava ali, com ela.
Que linda…
Esses olhos… Esse olhar… Algo me dizia que com ela, podia Perceber, mas o quê? Será que…?
“Mmmmmmmm” gemeu Mara, trazendo minha atenção de volta para ela.
Franco olhava para cima, quase encostado na parede, com o pau enorme pra frente e, ela, segurava ele pelos glúteos de um jeito absurdo, como se cravasse o paladar no pau dele.
O quê?
Não…
Enquanto o calor da boca de Sabrina me envolvia, eu ia entendendo a dimensão do que a gente despertou…
FRA: Devagar, Mar… Aaahhh…
“Gloc gloc gloc” se ouvia.
O que era tudo aquilo?
MAR: Ooomm… Ommmm… Mmmmm…
FRA: Ahh… Deus… Mais deva… aaahhh…
MAR: Mmm.. mmmm vem, se ajeita aqui!
Ela abriu o box e fez ele se posicionar mais pro lado.
Todo o trajeto longo do pau dele babado balançava pra todo lado.
Franco olhava pra ela como um louco.
Com certeza esperou ansioso pra se encontrar de novo.
MAR: Assim a aguinha não bate na minha cara, hehe…
FRA: Você é linda… Me enlouquece!
MAR: É? Ela disse se ajoelhando de novo na frente dele.
FRA: Sabe a vontade que eu tava de estar com você de novo?
Ela sorria mordendo os lábios e com a cabeça do pau quase na boca.
MAR: Mesmo?
FRA: Sim, você não faz ideia… O que eu pensei em ver meu pau na sua boca de novo…
Ela sorria como uma puta no cio.
E claramente tava assim.
Isso corroía meu cérebro como uma piranha voraz. E ainda por cima, Franco parecia mais solto do que em outros momentos. Mais, à vontade.
MAR: Eu também tava morrendo de vontade de chupar esse pau enorme… Aaaammm.- Ela deu uma bocada.
Já não tinha nenhum freio.
Franco gemeu, quase gritou. “Aaahhh deus, nãoo”
Mara, sem usar as mãos, chupava o pau dele.
Ela mexia a cabeça, olhando pra ele como uma puta.
Chupava ele sem parar.
Segurava nas pernas dele.
“Mmm… Pmm… Mmmm…” saboreava.
Como podia ser tão natural pra ela?
MAR: Mmm deus… leamm… Adoro…
FRA: Haha, você vai me fazer gozar, linda…
MAR: Não importa… vou continuar chupando.-
Cada palavra injetava um universo de prazer nele e um nó que Sabrina desatava em mim.
Todo esse tempo…
Pensar que antes dessa putaria toda, eu tinha a ideia de casar com ela.
Foda-se, tudo foi pro caralho!
Que paradoxal.
Pedir uma mulher em casamento enquanto ela tava devorando um pau na minha frente.
E eu, que deixava a mesma coisa ser feita comigo pela ruiva gostosa…
Só de ver a cara dela…
Deus…
Que confusão do caralho.
Dava pra ouvir a bagunça lá fora, também tavam se divertindo.
FRA: Para, gostosa! Não aguento mais…
“Ommm… Oom… Mmmchp” — ouviu quando ela tirou da boca.
MAR: E se eu colocar aqui? — falou com voz de tesão. Até chamou a atenção da Sabrina, que virou a cabeça.
Mara se levantou um pouco e colocou o pau entre os peitos.
Eu gemi…
Ummmm…
FRA: Ahhh… Quer que eu coma esses peitos? — exclamou, gozando.
MAR: Aham… — respondeu, olhando pra ele.
Mara tava curtindo do jeito que mais gostava.
Ele agarrou o pescoço dela e começou a meter nos peitos dela.
Toda a carne de Franco se enfiava entre os peitos dela, brilhando de água e enormes.
FRA: Viu toda essa porra que gozei em você hoje no quarto? Oohh…
MAR: Sim, porco, você deixou toda minha bunda manchada…
Então era isso que tinha acontecido.
Logo cedo, a pele dela já tinha entrado em contato com o sêmen dele?
Sabia que isso podia rolar, mas não nesse nível.
Ela não parava de olhar pra ele como uma putinha.
SAB: Mmm… Gor…
Olhei pra ruiva.
EU: O quê?
SAB: Vamos pro quarto? Unmm… – Ela disse com uma voz bem doce.
EU: Já vamos…
Voltei a olhar pra eles…
Franco tava em chamas.
A pele toda dele deslizava nas tetas molhadas da Mara.
Não podia ser real isso…
Era a Mara… Minha mina…
Como?
MAR: Tô morrendo de vontade de sentir essa pele em mim!
FRA: Ahhh, é? – Ele gemia cada vez mais.
MAR: Sim, já não aguentava mais… Gosto muito do seu pau…
Cada palavra era uma facada. Uma que meu pau parecia ignorar.
SAB: Não se faz de bobo… Unmm… A cabeça… Você sabe melhor que eu que a Mara adora falar putaria… Ummm… – Ela dizia enquanto me dava uns beijinhos.
Precisava de mais.
Mais um pouco e tudo explodia…
Eu olhava…
Até onde isso ia chegar?
Mara apertava os peitos, fazendo a pele do pau do Franco esticar toda, o que dava um prazer extremo pra ele.
FRA: Ahhh, não aguento mais, gostosa…
MAR: Mmm, vai gozar pra mim?
Ele tentava resistir, mas era impossível.
Uma mina como a Mara é única. E no modo puta, melhor ainda…
FRA: Sim, sim, aaa… – Ele gozava como nunca na vida.
MAR: Mmm, que gostoso!
Ela continuava com essas barbaridades…
O que tava acontecendo com ela? Tinha perdido a razão?
Ela tirou o pau dos peitos e começou a bater uma. E fazia tão de perto que o pau batia no queixo dela a cada puxada.
Parecia que ela não tava nem aí que eu também tava debaixo do mesmo teto.
E claramente, não tava.
MAR: Mmm, adoro como ele é comprido, hehe – Ela olhava pro pau e depois pra ele.
FRA: Não, não pode me olhar assim… Ooohh…
MAR: Assim? – Ela falou feito uma submisso.
Ela fez olhinhos de chefe de filme pornô.
Eu não a reconhecia.
Totalmente.
Já tinha visto ela muitas vezes cheia de tesão, mas era comigo.
FRA: Não, linda, oohhh… Você vai me matar…
MAR: Se eu continuar assim, vou raspar a boca toda, hehe… –
Ela sabia muito bem o que tava fazendo e falando.
Não dava pra Não processar mais nada, de tudo que saía do ser dele.
Extremo demais, sujo.
Sujo. Essa é a palavra.
Sabrina se levantou e me pegou pela cintura.
"Chuiik" se ouviu quando me beijou nos lábios.
Ela também olhava pra eles. Percebi o quanto estava surpresa...
FRA: Aaaa... Não... Meu Deus!
Começou a se contorcer, ali parado.
Os gestos dele diziam tudo.
FRA: Aaaerrr... Mmmm...
Mara longe esteve de recuar. Batia uma pra ele cada vez mais rápido.
Franco começou a balançar.
Mara, com cara de sedenta, mostrou a língua.
Hã?
Senti uma facada, como se cravasse no meu peito.
O quê?
Franco começou a gozar e todo o gozo que ele cuspia, se estraçalhava na boca dela.
Bochechas, língua, lábios...
Não entendi nada. Olhava perdido enquanto Sabrina tentava me beijar sem parar de suspirar.
Toda lambuzada com o esperma dele.
Finalmente tinha se atrevido a deixar ele gozar na boca dela...
Não era verdade... Como?
Franco estava viajando. Ela continuava batendo uma pra ele, pronta pra tirar até a última gota.
Enquanto o sêmen escorria, ela lambia e engolia no ritmo das bombadas.
Senti uma dor imensa na pica. Sim, ali.
Imobilizado, juntava tudo que tinha que juntar, pra fazer o que devia.
Será que ela tinha deixado ele gozar na boca mesmo?
Só tinha feito isso comigo...
Observei todas as vezes que ela engoliu, enquanto a mão quente de Sabrina acariciava minha pica.
Ela tinha feito...
Engoliu um sêmen que não era meu. E a cara de prazer dela mostrava. Era isso que ela tanto queria sentir.
Esse tesão. Essa adrenalina de fazer o que não deve.
A pica grossa e grande de Franco estava começando a ceder.
FRA: Ohh... Gostou, gostosa? - Dizia ele enquanto ela pegava nele cada vez mais devagar.
MAR: Sim, tava morrendo de vontade de provar seu gozo...
Ufff...
Aí estava.
Sabrina se arrepiou ao ouvir isso. Apertou forte meu rosto.
FRA: Sério?
MAR: Sim. É a primeira depois da do Jonás...
Passava a língua toda na cabeça dele.
Não queria que ele broxasse ainda.
FRA: Tem certeza que ela não vai ficar com ciúmes? MAR: Não… Fica tranquilo. — Dizia ela sorrindo como se nada tivesse acontecido.
Será que ela realmente achava que isso não ia me deixar com tesão?
FRA: Não acredito que você tomou, hehe…
MAR: Hehe… — Sorriu feito uma puta.
FRA: E você gostou?
MAR: Humm… Hehe…
Quanto tempo mais eu teria que observar?
Parecia uma eternidade.
Cada segundo era um século.
MAR: Vem, deita aqui!
FRA: No chão? — Disse ele, surpreso.
MAR: Sim… — Com cara de tesão.
FRA: Preciso descansar, hehe!
MAR: Vem logo, haha!
O que mais ela pretendia fazer?
Será que ainda ia continuar?
SAB: Deus… Vamos, love… Lindo… — Se corrigiu.
Olhei pra ela.
SAB: Vamos… Vamos… — Disse de novo, me acariciando.
Franco sentou no chão, com as pernas esticadas, esperando a engenhosidade depravada de Mara, que tava explodindo como nunca.
Ela se ajoelhou ao lado dele.
As pernas dela estavam todas vermelhas por causa daquela posição prolongada de boquete no chão.
Sim, joelhos de head master. Por mais inacreditável que pareça.
Ela se agachou no chão.
Ele olhava como se tentasse adivinhar o que viria.
Sem surpresa, ela começou a bater uma pra ele de novo.
FRA: Hehe, não sei se vou aguentar agora, bombom!
Tava exausto depois do que tinha feito há pouco.
MAR: A gente vai ver… — Disse ela sorrindo.
Eu via ela de costas.
Todo o cabelo comprido caía pra trás…
Ela se inclinou pra frente e começou a chupar ele de novo.
Mais?
Deus…
“Gloc… gloc… glomc…” se ouvia.
Ela tava pegando fogo. Não queria saber de parar.
FRA: Ahh… Linda! — Reclamava pela sensibilidade na área.
SAB: Ela não para… Ahh…
“Uom… om… omm…” — Ela balançou a cabeça rapidamente.
Era uma sequência corrupta, promíscua, grotesca.
Franco tava curtindo e sofrendo ao mesmo tempo.
MAR: Hummm, meu truquezinho tá funcionando… — Exclamou com um sorriso de orelha a orelha.
Aconteceu algo incrível.
Ela se levantou um pouco e cruzou a perna por cima do corpo dele.
Ele tava morrendo, segurava a cabeça, se jogando pra trás.
O que ela pensava em fazer?
Curvada sobre ele… pernas, masturbei ele mais algumas vezes, de frente.
Já tava sentindo cansaço, fadiga, o corpo todo doendo.
Era demais.
Mas eu precisava daquilo.
Bati uma rápida pra ele ficar mais duro.
MAR: Hummm, com isso a gente vai se ajeitar… — Ela disse com um sorrisinho safado.
E aí aconteceu o que eu também não esperava.
Algo que quase me fez gritar por dentro, me rasgar.
Ela pegou a rola dele com a mão e, com uma cara de tesão mortal, levou até a porta da buceta dela.
Ia meter assim?
Não. Não era possível.
Com certeza ia brincar no limite… Como vinha fazendo…
Deus… Mesmo assim, já era demais…
Mordendo o lábio, suspirou com a cabeça da rola entre os lábios da buceta dela.
Tava muito perto…
Sabrina olhava, com uma cara que eu nunca tinha visto. Continuava me acariciando…
Mara se mordia, observando como aquela rola parecia enorme perto da vulva dela.
Mas aconteceu mais uma coisa. Algo que nunca vou esquecer.
Contra todas as expectativas, ela se ajeitou mais sobre a barriga dele e… Enfiou tudo.
Abriu a boca com um prazer imenso.
“Aaaaaaah” — exclamou ao enfiar a cabeça.
Um frio arrepiante tomou meu corpo inteiro.
Meu pelo arrepiou.
Ela tinha metido sem camisinha.
Tava dando sem preservativo?
Com todo o tesão que vinha acumulando, sentou completamente em cima dele.
Fiquei estupefato… Imóvel… Como se a alma tivesse saído do corpo.
Sem proteção?
A respiração de Sabrina também acelerou ao ver a cara de Mara.
Não, não… Com certeza tava sonhando… Aquilo não era real…
Olhei pra ruiva como quem diz “tá vendo isso?”
Era muito real…
Queria entrar e agarrar ele pelo pescoço…
Mas ela quem tinha feito aquilo…
Fiquei vermelho de raiva… Uma fúria enorme tomou conta de mim.
Ia matar ele, sem pensar em nada…
Me preparei pra entrar…
SAB: Para… — Ela disse com a mão no meu peito.
EU: O quê?
SAB: Você sabia disso…
EU: Sabia o quê?
Sabrina me olhou confusa, como se não entendesse.
SAB: Mas…
Claro!
Agora entendia tudo.
Aqueles exames…
EU: Os exames médicos?
SAB: Claro… O quê? Você não sabia?" — Ela disse surpresa, enquanto os gemidos da Mara ficavam cada vez mais intensos…
Estavam comendo ela sem camisinha no banheiro…
EU: Não…
Sabrina ficou parada.
Ela realmente não entendia.
Ela também sabia!
EU: Como pode…?
Eu sorri com ironia…
MAR: Aaaahh… Aahhh… Não goza ainda… Aaaahh…
Nunca vi se eram de mais pessoas, além dele.
Com certeza eram de todos os caras.
Ou talvez não.
Mas de uma coisa eu tinha certeza: dessa vez queriam que fosse inesquecível, mais que da última vez.
E pra isso, nada melhor que trazer aqueles certificados de que estavam limpos, pra poder comer sem proteção.
Era tudo muito perverso, até pra mim e minha mente aberta.
EU: Não tô nem aí…
SAB: Hã?
EU: Não tô nem aí pra mais nada… Que ela faça o que der na telha dela… — Falei puto, me afastando pra trás.
Me agitei um pouco…
Minha respiração acelerou.
Lembrei de quando chegamos e eles já estavam trepando depois de 10 minutos.
Quando peguei eles no flagra e o Franco começou a recuar por minha causa, a Mara segurou ele com as mãos.
Com certeza já tavam comendo sem camisinha desde antes e ela não quis que eu visse.
Quando iam me contar?
Já era tudo.
Imagens começaram a vir na minha cabeça.
A primeira foto de calcinha fio dental da Mara que vi no celular dela.
Eu, ameaçando o ex dela pra não encher o saco.
Enquanto isso, ela cavalgava a piroca quase morta do Franco e continuava falando putaria.
MAR: Que gostoso comer assim! aa a a. — Ela gemia que nem uma putinha.
FRA: Ahh… Oohh… Isso…
MAR: Boa ideia a do Fer hehe… mmm..
FRA: Puta merda… Ooohh...
MAR: Você vai me comer os quatro dias, lindo??
Ufff.
FRA: Se você não me matar antes… Ou o Jonás…
MAR: Mmmm não… Ele quer me ver assim, toda puta… Bem puta… Oooh…
FRA: Gostosa, que delícia sentir sua buceta pele com pele… Não imaginava…
MAR: Sério? Seu pau também é uma delícia dentro de mim… Mmmmm. — Ela fazia com a boca.
Sabrina queria me levar…
Algo começou a sair de mim. Não sei o que era, mas estava saindo.
Me sentia como se tivesse corrido 3 Maratonas numa tarde.
Continuavam vindo momentos na minha cabeça.
Ela sorrindo, lavando meu carro, me dando o primeiro beijo, nossos primeiros encontros juntos.
Ao fundo, tocava a música "Never let me down again" do Depeche Mode.
Aquela sensação, aquele mal-estar, estava indo embora de mim.
Ia desaparecendo.
Ela jogou o cabelo para o lado.
Reconheço o quanto ela era gostosa. Cutie demais pra qualquer um. E ainda por cima, tinha virado uma atriz pornô completa.
Os gestos, os gemidos, as poses.
Ela tinha se transformado em alguém totalmente diferente de quem eu me apaixonei.
Não entendia o porquê de tudo isso.
Como ela podia sequer cogitar a possibilidade de eu querer vê-la fazendo isso?
Será que eu tinha a mente tão corrompida?
FRA: Essas tetas… Que vontade de morder, caralho!
Eu sorria pra ela.
Ela adorava ser elogiada.
Mordia o lábio inferior, rebolando a bunda em cima dele.
MAR: Mmm… tá ficando durinho aos poucos…
FRA: É?
MAR: Sim, acho que ele gosta de entrar na minha buceta.
FRA: Ohhh… Sabe onde ele gostaria de entrar?
MAR: Onde? – Exclamou suspirando.
FRA: No seu cuzinho, linda…
Sabrina tapou a boca num reflexo incontrolável, involuntário.
Como?
Mara gemeu.
Deu um grito. "Aaawwwoo…"
E depois sorriu.
Um gelo do inferno grudou na minha nuca.
MAR: É? Você quer comer meu cuzinho? – Respondeu toda excitada, fazendo cara de puta. A cara mais de puta que eu já tinha visto enquanto cavalgava em cima dele, com os mamilos durinhos.
O jeito que ela pegava ele pelo peito e se movia por cima.
De um jeito muito safado, concentrado.
Incrível que ela se mexesse assim em cima de alguém que não era eu.
Os flashes continuavam vindo.
Andando na praia, transando em qualquer lugar.
Sabrina me beijava o rosto todo, repetia "quero que você me coma, lindo, vamos".
Eu não conseguia cair na real.
Será que não era um pesadelo?
Tudo que saía da boca dela...
FRA: E aí, gostosa, o que cê diz? Vai me dar essa buceta hoje? Haa... aah...
Mara continuava suspirando forte.
Sorria com os olhos fechados.
Será que eu entrava?
Será que matava ele na porrada?
Ja...
Não tava obrigando ela a fazer nada... Só tava perdido por ela, como muitos poderiam estar...
MAR: Mmmm... Mmmmm...
FRA: Aaahh, que gostosa você é...
Tudo ficava nublado.
Minha cabeça explodia.
Não queria mais ver. Já não precisava mais.
Via todo mundo na minha cabeça.
A Fernanda, a Gabi.
Todas as situações juntas. Uma atrás da outra. Elas viviam aquilo como se fosse normal.
Deus...
Mara gemia cada vez mais...
Os peitos dela se moviam num ritmo hipnotizante pro Franco.
Com certeza era uma noite inesquecível pra ele.
Ele tava comendo ela no pelo...
Não entrava na minha cabeça...
MAR: Deus... deeeeus... Aaaaa.-
FRA: Você me encanta, linda... Quero te comer pra sempre...
MAR: Aaaaaa e minha bunda também? Cê quer ela? aaaaa... Aaaaa.- Ela já gritava sem controle. Não conseguia se segurar.
FRA: Sim, quero sim! Aaaaa....
MAR: Deus, que dura! Siim... Cê quer arrebentar ela com sua batata? Aaaaa.-
Quase não dava pra ouvir.
Parecia um filme. Eu não distinguia o que via.
Tinha que sair dali. Já!
Meu pau continuava duro pra caralho, recebendo carícias da Sabrina, que às vezes também parecia se perder no que rolava dentro daquele banheiro.
FRA: Sim, quero comer bem sua bunda, Mar! Aaaaaa.... Aaa.- Ele gritou.
Mara sorriu que nem uma diaba e se contorceu toda.
Franziu a testa fazendo força.
"Aaaiii..." exclamou sentindo o orgasmo.
Sabrina quase subiu com a perna em cima de mim. Ela também não acreditava.
Os músculos Os traços do rosto dela se contraíram enquanto Franco ofegava.
Era isso que ele queria. Gozar como uma louca.
E ela fazia isso por cima dele.
Eu não conseguia me mexer…
Os dois se contorceram juntos.
As imagens na minha cabeça começaram a sumir.
Passavam mais devagar. Eu via a Sabrina e seus olhos azuis profundos.
Tantas coisas ela me dizia…
Mas faltava algo mais, que acabou me quebrar…
Ele explodiu… Mais uma vez…
Mas não foi só mais um orgasmo qualquer.
Franco tinha gozado e dentro dela…
Mara respirava ofegante.
MAR: Nãão… Gozou dentro de mim… Aaah… Aaah. — Tentava controlar a respiração acelerada.
Caiu sobre ele, apoiando os braços.
FRA: Desculpa… Não aguentei depois do que você disse…
MAR: Pensei que você ia tirar… Aaah… Aaah… — Olhou pra si mesma, como se voltasse a si.
FRA: Não deu mais…
MAR: Bom… De qualquer forma, tomo pílula… — Falou como quem diz “por sorte”, com cara séria.
FRA: Ufa, que sorte…
Tão crua quanto parecia.
Inacreditável.
Eu estava todo suado.
Molhado.
Mas um baita alívio passava pelo meu corpo.
Sim, apesar de tudo isso.
Senti uma espécie de libertação. De tranquilidade.
Tava quase virando as costas e indo embora com a Sabrina. Não ia mais sentir culpa por estar com ela. Mas alguma coisa me parou.
Mara continuava sentada no Franco e estava prestes a se levantar.
FRA: Gostosa… Posso te pedir uma coisa?
Mara, ainda ofegante, respondeu quase caída no peito dele.
MAR: O quê?
FRA: Me dá um beijo? Só um…
Mara arregalou os olhos feito uma boceta, assim como a Sabrina.
Meu coração tava saindo pela boca.
MAR: Haha a gente falou sobre isso, gato… — Pareceu responder, nervosa.
Será que ela ia?
FRA: Só um… Você não faz ideia do quanto eu queria.
Sabrina apertou minha mão.
MAR: Depois de tudo que a gente fez…
FRA: Preciso de um… Haha quero sentir seus lábios… É inacreditável que eu ainda não te beijei…
Mara engoliu seco.
A situação era foda, mas por mais que parecesse, um beijo ela nunca tinha dado.
Que loucura, né?
Com tanta intimidade… Um beijo…
Ha…
MAR: Não, sei lá… Haha…
FRA: Como você diz, depois de tudo que Fizemos… Um simples beijo não muda nada…
MAR: Pode ser… Mas…
FRA: O quê?
O mais doentio é que a pica do Franco ainda estava dentro da buceta da Mara. Ainda estava lá, provavelmente toda lambuzada com o esperma dele e com as substâncias dela…
SAB: Vamos… Eu te desejo muito, gostosa… — Falou bem doce.
EU: Um segundo… — Disse quase suando, mas tentando esboçar um sorriso.
MAR: Mmm… Não sei haha… Não quero que você pense que vou começar a te dar beijos, porque não é assim… Já te falei antes…
FRA: É, nada de beijos haha
Eu observava…
Mara olhava pra ele como se estivesse indecisa, como se pensasse que aquilo seria demais, mas que ao mesmo tempo não significava nada relevante, mais do que já tinham feito…
MAR: Não quero que você crie essa ideia…
FRA: Não, eu sei… Mas morreria por um beijo…
MAR: Acho que não tem nada de errado… Eu sei como o Jonas beija a Sabri…
Claro…
A justificativa…
Sabrina me olhou.
FRA: Não, óbvio…
MAR: Mas vai ser só um… Tô falando sério…
Fechei os olhos por um instante…
Até onde isso vai?
Tava quebrando todos os limites que eu mesmo impus…
Todos eles.
A cara de alegria do Franco era visível.
Será que ela ia fazer isso também?
Sabrina estava chocada. Não conseguia acreditar.
FRA: Vai lá!
MAR: Quietinho e não me agarra…
Com o coração batendo a mil, vi a Mara se inclinar mais e devagar chegar aos lábios dele.
Senti como se um soco explodisse no meu peito.
Sabrina apertou mais forte em mim, até deixou escapar um “não!”.
Ela encostou a boca na dele.
O próprio inferno estava dentro do meu corpo. Também não entendia como minha pica explodia…
Mara suspirou e começou a beijá-lo bem devagar, mal tocando a superfície dos lábios dele.
Mas não parou por aí, não. Gemeu longamente, bem baixinho, começando a se mexer em cima dele.
Minha mente me mostrava algo impossível…
Não, não podia ser verdade. De novo ela balançava a pelve em cima da pica desprotegida do Franco.
Não tinha como minha mente acreditar no que via…
Meu cérebro implorava pra acabar logo.
Chega!
Não só comeu ela sem camisinha…
Gozou na boca dela… Por dentro…
E agora tava beijando ela com a pica no pelo, enfiando na buceta dela?
Por quê? Por que ela tava se tremendo de novo?
Era isso…
FRA: OOoohh… Ummm… Ahaaa… — Gozou como nunca na vida.
“Vamos embora agora!” gritou Sabrina.
O que mais eu tinha que fazer ali?
Que fizesse o que quisesse… Não tava mais nem aí… Já era…
A última coisa que ouvi foi um “beleza, já deu, você se satisfez”.
Minha mente não conseguia processar o que eu tinha visto e ouvido.
Foi tudo pro caralho. Passou de todos os limites. E logo na primeira noite…
Por quê?
Prazer?
Vingança?
Não queria nem pensar…
Além disso, se tinha alguém que merecia minha atenção, era a Sabrina, que tinha sido um doce comigo desde que chegou.
Ela também tava chocada.
Respirava ofegante…
Saímos de lá. Direto pra um dos quartos. Não ia mais pensar na Mara. Chega.
O perfume da pele da ruiva mais gostosa que eu já conheci me envolvia num abraço.
Olhava os cabelos ruivos balançando no ritmo dos nossos passos.
Ia comer ela como um louco…
Sim, claro…
EU: Sério?
SAB: Sim, eu só escureço ele…
Não imaginava.
Era ruiva de verdade!
Uma beleza.
EU: Olha… Eu te imaginava uma loira daquelas kkk
SAB: Já fui loira… Mas não kkk
EU: O teu negócio é o ruivo, pode crer… Não sabia que era ruiva de verdade, de verdade hehe
SAB: Valeu. Pode ser… Talvez tenha escurecido um pouco, como você disse…
Ficava olhando umas mechas.
Muito gostosa se vendo fazer isso.
EU: Sim, achei… Fica lindo em você mesmo kkk.- Fiz uma careta pra ela
Aí veio o Martín e sentou pra beliscar algo.
Que longo ia ser aquele fim de semana!
Também veio a Mara.
Com cara de pedra sentou do meu lado.
Inacreditável que ela viesse de transar de pé com outro e sentasse como se nada.
MAR: O que vocês tão fazendo?.- Falou como quem quer se enturmar
EU: Menos que você, com certeza….- Falei na ironia, sem olhar pra ela
Ela me olhou apertando os lábios como quem diz “que otário”.
Na real, saiu de dentro de mim falar aquilo.
Não falei na maldade nem nada.
Sabrina nem comentava. Ficava no celular.
Franco também saiu e sentou na mesa.
Começou a puxar papo comigo.
Tudo era tão inusitado…
Eu me sentia um cuzão de outro mundo.
Sim, em outra ocasião, eu tinha pirado. Fiz de tudo. Mas agora não via da mesma forma.
Percebia como uma situação bizarra.
Ele falou umas merdas de futebol e da pandemia.
Mais uma coisa pra somar na esquisitice do rolê. Fazer teste de covid antes de se juntar…
Mara e eu, por acaso, tínhamos feito pelos nossos trabalhos.
Mas não os outros, que tiveram que ir se testar.
Qual o motivo pelo qual o senhor faz o teste?
Não, não, pra transar em grupo. Uma bobagem…
Deus!
Que putaria.
Também peguei no celular.
Tava entediado.
E tava há menos de uma hora ali…
Mara me agarrou pelo braço e se apoiou no meu ombro.
Eu por dentro pensava, “você acabou de receber carne como uma louca e agora vem me abraçar…”.
Como qualquer outro dia.
Sou eu o errado? Ou parece qualquer coisa? Tudo?
Lembro bem daquilo que ela me disse.
“Que a gente fizesse junto”
Pior que era tão torto que até me dava graça.
Mas fazer o quê, era o que tinha que ser feito…
MAR: Você não me dá bola… — Ela falou, baixinho, no meu ouvido.
Virei a cabeça.
Não sabia se ela tava falando sério ou se tava me zoando.
Comecei a rir.
EU: Que foi? haha
MAR: Faz 10 minutos que eu tô te agarrando, te dando beijo e nada…
Ela se afastou de mim e sentou.
Talvez em outra ocasião, ela mandava uma ou eu mandava uma, e a gente acabava se pegando com mais tesão ainda.
Agora eu não tava muito a fim.
E pô, também não dava pra fingir tanto.
Fiz o gesto de “ai, meu deus”.
Não sei se ela ficou puta ou não, mas levantou e foi falar com a Gabi e a Fer que estavam na piscina.
A noite já tinha começado bem torta…
Olhei pra Sabrina.
Era como se a energia mudasse…
EU: Eu, juro… Você tá muito gostosa…
Ela abriu um sorrisão que não conseguiu disfarçar.
SAB: Tá falando sério? haha
EU: Demais…
SAB: Que idiota…
Eu ri.
SAB: Não, mentira… Você é um amor…
Uff…
Aquele olhar…
Me dava arrepio.
EU: Você que é um amor… Todo mundo sabe…
SAB: Ah, é? — Ela exclamou entre risadas e se aproximando de mim.
Sim…
Era isso que eu queria.
Ela chegar perto me deixava louco.
Na real, ela me dar bola…
EU: Tipo, tava com saudade de você, né? — Falei na brincadeira.
SAB: Tenho que admitir que eu também… — Ela falou meio tímida e com um ruborzinho no rosto.
Será que ela tava falando sério?
Ela jogou todo o cabelo pro lado.
Minha nossa senhora! como diria um cara cabeçudo.
Uma mulher dos sonhos.
EU: Não me fala isso senão eu te beijo agora…
SAB: Kkkk… Melhor eu ir colocar o biquíni… — Ela disse com um sorriso safado.
Depois, levantou e foi embora.
Se tinha alguém que conseguia mudar meu humor, com certeza era ela.
E acho que era a única…
Mara me olhava de onde tava. Não sei o que ela pensava, vamos ser sinceros…
Eu fiquei ali, esperando a ruiva.
Ainda tentava entender como todo mundo levava com tanta naturalidade uma coisa tão, sei lá, crua, tipo o que a gente fazia.
Talvez era eu que não acompanhava…
Mas também não. Mesmo sendo eu o desgarrado, não gostava da situação em que ela estava. Não sendo o que éramos na época, com Mara.
Nem passava pelas nossas cabeças algo assim
— Comer outras pessoas?
— Quê?
Parece piada só de falar…
Sério que não tinha explicação racional possível. Pelo menos pra mim.
Quando Sabrina voltou, meus sentidos se voltaram completamente pra ela.
Me surpreendi…
Ela tinha colocado um biquíni esverdeado… Meio amarelado, na verdade, e bem pequenininho, que fazia ela explodir.
Engoli seco.
Pra piorar, vinha andando como se desfilasse e meu cérebro reproduzia em câmera lenta.
Deus…
Ela dava um sorrisinho de vergonha enquanto desviava o olhar pro chão e depois pra mim.
— Vai ser tão deusa assim? — gritou Fernanda.
Eu fiquei feito um idiota, contemplando cada detalhe da linda humanidade dela.
Percebi que Mara estava me olhando…
Não disse nada. Só seguiu na dela.
Sabrina continuou o caminho e foi na direção das minas. Pela escadinha, entrou devagar na água.
Se juntou com elas e me sorriu de lado.
Uff…
O que estava acontecendo?
Devo admitir que gostava muito dessa faceta mais desinibida. Mesmo sem entender o porquê, hein…
Fato é que pensar na Sabrina me fazia esquecer qualquer tipo de problema que aparecesse e não sei se isso era bom…
Mas vendo as atitudes da Mara, acho que não devia me preocupar tanto.
Fico pensando… Não passaram nem 15 minutos e eu já tava comendo…
Claramente a gente tinha tomado um caminho sinuoso do qual nenhum de nós sabia o que nos esperaria no final.
Martin, Brian e Franco também se juntaram onde eu tava.
Acho que às vezes o magrelo me olhava com medo… Ou não sei com quê, mas deixava claro que tava numa situação "exagerada" o tempo todo. Como se dissesse por dentro "a qualquer momento ela me pega".
Eu, claro, não dava muita bola. Não porque eu fingir de durão, mas sim porque a situação era desconfortável.
Aquele magrelo estava comendo a minha mina…
Foda, né?
Ha…
Mas também não dava pra encher o saco só dele porque, segundo a Mara, “era só sexo”. Além do mais, ela também tinha ficado com o Brian no último rolê.
Mesmo assim… Eu não interagia muito com os primos. E bom, o Martín era meio diferente no fim das contas.
Claro que eu seria um idiota se dissesse que não pensava na possibilidade de rolar algo mais entre a Mara e o Franco, mesmo ela me garantindo que não, que era só uma parada sexual que ela queria viver e blá-blá…
Era verdade que ela tava uma comedora serial, mas tava com ele mais do que qualquer outra coisa…
“É seu principal concorrente” Ela tinha me falado? Kkkk
Que engraçado…
Também tinha a parada da condição dele de… Super dotado, digamos…
E mesmo assim, como ela diz, não deixava de ser uma loucura tudo isso.
Deus…
Quem foi que me mandou?
Fiquei mais um tempo com eles, vendo a Sabri me mandar uns olhares cúmplices. Pra ser sincero, ela era a única coisa que me mantinha ali.
Não sei o que ela tinha… Mas já não era mais a simples amiga da minha namorada. Tinha se transformado em algo maior, que se não fossem os últimos meses vividos, eu não teria dado essa atenção, igual tava dando agora.
Quando ela tava perto, sentia uma espécie de radiação ao meu redor. Me dava um tesão.
Num momento, ela me viu olhando pra ela.
Fez o gesto de “tô com fome” mordendo os lábios.
O sorriso se desenhava sozinho…
Ela começou a vir na minha direção.
Mmm… Como eu gostava quando ela me dava atenção.
Quase pulando na água, se aproximou até a borda onde eu tava.
O jeito que os peitões enormes dela balançavam era infernal. Um efeito perfeito em câmera lenta…
Ela percebeu que eu tava olhando besta e respondeu com um gesto cúmplice.
Linda…
SAB: Entra…
EU: Sem vontade de ir pegar o short…
SAB: E quem falou em short? – Disse levantando uma sobrancelha de forma safada.
Será que ela queria que eu entrasse de cueca?
Eu ri.
SAB: A menos que tu não queira se meter comigo… — Falou num tom de coitadinha, claramente de brincadeira.
EU: Com você eu me meto até num vulcão de lava fervendo… — Respondi bem natural.
Ela arregalou os olhos. Mas logo sorriu e disse:
SAB: Então se mete logo, já foi, kkk
Vendo ela toda gostosa, não dava mais pra recusar…
Olhando pra ela, tirei a camiseta, chamando a atenção das minas, inclusive da Mara.
FER: Vai rolar, vai rolar… — Falou alto.
Mara só sorriu, como se nada.
Tirei a bermuda e fiquei de cueca na frente de todo mundo, mas pulei na água rapidinho.
Minha peça era preta e colada. Ficava muito bem em mim…
Sabrina me observava…
Deus…
O que será que ela tava me dizendo com o olhar?
Mais me chamava a atenção ela estar daquele jeito na frente da Mara.
Será que fizeram algum tipo de pacto ou algo assim?
Foda-se… Não importava…
Sabrina veio pro meu lado, encostada numa das bordas da piscina.
SAB: Alguém andou treinando… — Falou olhando pros meus peitorais.
Verdade, sim…
Nos últimos meses eu tinha treinado pra caralho e meu peito e meus ombros estavam mais volumosos. As costas também.
EU: Sim, kkk… Você tá divina… — Respondi olhando ela de cima a baixo.
SAB: Valeu… — Disse docemente.
Dava pra ver um certo tom avermelhado no rosto dela. Isso só me derretia por dentro.
EU: Alguma novidade daquele babaca?
SAB: Quem? O Rodrigo? — Falou estranhando.
EU: É…
SAB: Não, kkk… Acho que você foi bem claro com ele… — Falou se divertindo.
EU: Melhor assim…
SAB: Valeu de novo por isso… Você não precisava e fez…
EU: Não me agradece… — Falei meio nervoso.
Ela percebeu.
Mas eu queria perguntar uma coisa e não tava com coragem.
SAB: O quê? O que foi? kkk
EU: Nada, não… Kkk
SAB: Eu te conheço, querido… O que foi?
Comecei a passar a língua nos lábios.
Ha…
EU: Sei que é algo que… Quero dizer… — Travei. Ela me olhava, tentando entender onde eu queria chegar.
SAB: Algo o quê…
EU: Digo… Não é da minha conta, mas você… — Falei fazendo olhinhos. SAB: Eu…? – Respondi na mesma sintonia.
EU: Desde… Ele… Você saiu ou sei lá, conheceu alguém? – Falei quase gaguejando.
Sabrina arregalou os olhos do tamanho de dois pratos.
EU: É só uma pergunta… Haha… De intrometida…
Aquele tom vermelho no rosto dela ficou mais intenso.
SAB: Perdão? – Exclamou em tom de brincadeira.
EU: Daaa, qual é? Só tô perguntando… – E empurrei ela sutilmente com o braço.
SAB: O que você tem a ver com isso? – Respondeu rindo.
EU: Se eu pergunto é porque me importo…
SAB: Ah, é? – Disse de um jeito sugestivo.
EU: E óbvio… Tenho que ver quem aparece pra você, sabe… Principalmente depois daquela vez, tenho um dever de proteção com você…
Não sei de onde tirei isso, mas encaixou direitinho.
Sabrina começou a rir às gargalhadas.
SAB: Que idiota… Meu deus… – Dizia sorrindo, toda corada.
Eu também tava rindo.
Ela mordia o lábio como quem diz “que cara”.
Me deixei levar e fiz um carinho na cintura dela, por baixo da água. Quando me toquei, já era tarde.
Mas, surpreendentemente, ela não falou nada. Sorriu e também me acariciou, mas na região da barriga.
Mentiria se dissesse que não senti uma tontura gostosa no estômago.
Uff…
Só me tocou e eu voei…
SAB: Então você é meu protetor agora?
Me fez rir.
EU: Se você não se importar… Haha…
SAB: Vou pensar…
Olhei ela toda.
Ela tava mais firme.
EU: Você também malhou…
Ela se olhou.
SAB: Um pouco… Dá pra notar?
EU: Faz força, vamos ver… – Toquei o braço dela.
SAB: Ah, esquece – Continuou com graça.
EU: O quê?
SAB: Músculo não tem…
EU: Eu acho que tem, hein… Você tá toda deusa…
SAB: Idiota…
EU: Sério… Qual era sua altura mesmo?
SAB: 1,73. Por quê?
EU: Tá me zoando…
SAB: Não, qual é?
EU: É verdade… Sempre te achei alta…
SAB: Bom, obrigada…
Sorri pra ela.
SAB: Já te contei que fiz Aikido uma vez?
EU: Nada… – Ri
SAB: O quê?
EU: Não pode ser… Sério?
SAB: Sim, haha… Com a Maxine, minha irmã, a gente fez… Pouco tempo, mas…
EU: Olha só…
Me surpreendeu.
De verdade.
EU: Você seria tipo uma Steven Seagala, haha.
SAB: É, então não me enche o saco senão te viro pelo avesso…
Olhei pra ela.
EU: Exato, se tem uma coisa que eu quero é que me vire mesmo… — falei empurrando ela de brincadeira…
SAB: Bom… — respondeu se fazendo de sonsa, na zoeira.
EU: Hehe.
SAB: Como eu tava dizendo… Minha irmã também é alta, quase como eu… E um dia a gente se animou e foi junto…
EU: Quero ver… Me mostra…
Me afastei um pouco dela e fingi que tava me preparando pra luta.
SAB: O que cê tá fazendo, otário? Haha.
EU: Já que você se acha tanto por fazer aikido.
Os caras se viraram, assim como as minas.
MARTIN: Qual é aí, mano? Vai dar merda? A gente estraga tudo, hein…
EU: Ela diz que sabe aikido…
Todo mundo olhou pra ela, incrédulo.
Sabrina queria me matar.
SAB: Vou te machucar…
Todo mundo explodiu num grito de “Ooooooh”, incluindo a Mara.
GAB: Briga, briga, briga!
FER: Isso vai ser interessante.
EU: Pronta? — falei me fazendo de engraçadinho.
SAB: Tá bom… Se você insiste… — respondeu provocando o furor geral.
Como eles gritaram.
Comecei a andar em círculos, bem devagar.
Ela ficou parada, sem guarda, com os braços caídos ao lado do corpo.
Me olhava incrédula.
Eu, por minha vez, só tava pagando de palhaço, fingindo que ia pra cima dela.
O que eu não esperava foi o que aconteceu no instante seguinte…
Minha ideia era sair correndo como se fosse dar um toque na cara dela (coisa que não ia fazer) e no último segundo, abraçar ela pela cintura.
Mas tudo aconteceu tão rápido que quando fui ver, Sabrina pegou minhas duas mãos e, se movendo só um pouquinho pro lado, torceu meus pulsos de um jeito que eu saí voando pro outro lado, na mesma velocidade que eu tinha “atacado”.
Todo mundo gritou, eufórico com a manobra dela.
O que ela fez?
Quando foi isso?
Tava parado, olhando como se não entendesse nada e com uma dor leve nos pulsos.
EU: Au… — respondi meio sem graça.
Martín segurava a cabeça.
“Viu aquilo?” ele falava pro Brian.
As minas ficaram vermelhas.
Como ela conseguiu me jogar assim?
SAB: Já chega, muleque? Expressou soberba.
EU: Sim… Au… haha. — Sacudi os braços como quem não queria mais. Mas parti pra cima de novo, na traição.
Fez-se um silêncio tenso no momento em que a Sabrina segurou meu braço esquerdo na altura do ombro, quase me fazendo girar tipo um “kick flip” e me jogar contra a parede da piscina.
O movimento foi tão brusco que ela ficou boca a boca comigo, e além de dolorido, eu tava completamente fascinado.
Todo mundo ficou mudo.
Os lábios molhados dela e os olhos azuis, tão profundos quanto o oceano, detonavam minha mente.
Uff…
Que vontade de beijar aquela boca.
Mas depois de uns segundos, ela percebeu a situação e me soltou, se afastando.
Fiquei tipo “uau”.
Por que ela não me beijou?
Sim, óbvio… Tava todo mundo olhando… E de perto…
SAB: Então já sabe… — Ela falou pra quebrar o silêncio que tinha se formado.
Os caras não acreditavam. Até o Franco ficou com cara de surpreso…
Eu olhei pra ela tipo “Não me fode”.
Só quando todo mundo voltou pros seus roles, ela chegou perto de novo.
SAB: Não te machuquei, né? — Falou docemente.
Haha…
EU: Isso foi foda… Não, não… Tudo suave…
Ela olhava minhas costas.
SAB: Certeza? Te joguei pra valer…
EU: Tava morrendo pra você me beijar…
Ela fez cara de “para, mano”.
EU: Sério…
SAB: Meu Deus… Depois… — Ela mexeu no cabelo.
EU: Isso eu gosto… — Falei com um sorriso no rosto.
Dava pra ver que ela também queria, e eu não via a hora de rolar.
Mas me acalmei um pouco e ficamos batendo papo ali.
Ela me contou umas paradas do trabalho dela. E sobre uma pós que queria fazer, em direito internacional.
Achei uma boa ideia. Eu também sempre me interessei por essa área. Principalmente a parte privada e o que envolve compra e venda, operações transnacionais e tal.
Passamos um tempão ali. Nem percebemos o tempo passar, nem o pessoal ao redor.
Olhei pro lado onde as minas estavam e só a Gabi e a Fernanda conversavam.
SAB: Vamos dar uma volta? A gente se manda pra enrugar tudo, hehe...
EU: Haha, beleza...
Ela saiu primeiro, quase desfilando...
Gostosa...
Eu fui atrás.
Sabri andou até a mesa onde os caras estavam e pegou o celular dela.
Isso me lembrou que eu também tinha um e não fazia ideia de onde tinha deixado.
EU: Roja... Meu celular tá aí? — perguntei
Martín riu ao ouvir o apelido que eu tinha dado pra ela.
Ela também riu...
SAB: Hmm... Não...
EU: Ahh... Não... Já era.
Eu tinha deixado lá dentro, quando chegamos, na área dos sofás.
Entrei pra pegar.
Me chamou a atenção que a Mara também não estava por ali.
O Franco tava lá fora?
Não tinha olhado.
Meu celular tava lá, no mesmo lugar, e peguei ele.
Quando fiz isso, um almofada se mexeu e uma pastinha que tava atrás apareceu.
Curiosa, peguei ela. Era fininha.
Abri e pareciam exames médicos.
Que estranho deixarem isso largado assim...
Pareciam várias folhas.
Quando vi o nome, minha atenção grudou nele.
Dizia “Franco Sebastián Lopez”.
Sim, era esse Franco.
O que esses exames estavam fazendo aqui?
Olhando com mais cuidado, percebi que eram testes de doenças sexualmente transmissíveis.
O quê?
De HIV, sífilis e outras mais.
Tudo negativo aparecia. Mas quem tinha pedido aquilo?
E se não fosse assim, o que estavam fazendo aí?
Comecei a ouvir sons vindo do banheiro.
A porta estava encostada, não aberta, mas encostada, e um pouco de vapor escapava pelo espaço entre o batente e a porta.
Deixei tudo onde estava e fui até lá.
O barulho aumentava...
Me aproximei pra ver o que era.
Não demorei pra descobrir o que realmente tava rolando...
Claro, Mara e Franco...
Olhei tipo “pô, sério?”
Não conseguiam parar um minuto?
Tavam transando no chuveiro.
Fiquei de boca aberta, não tanto pelo que já, mas pelo como...
Ela tava apoiada com os braços na parede, empinando a raba com tudo, e ele segurava ela pelo cabelo, metendo por trás.
“Aaa... Aaa... Aaa...” ela gemia sem parar e rápido, enquanto os peitos balançavam pra frente e pra trás. ferozmente, no que geralmente se chama de uma "boa fodida".
"Nnn... nn... oohh... nn" repetia ele, metendo com força.
O barulho da batida do púbis dele contra a bunda dela era tremendo. Não dava pra acreditar que ele tava comendo ela daquele jeito.
Nem que ela tava deixando.
Fiquei tipo "tanto assim?".
Não sei o que deu em mim, mas não me importei.
Sério?
E ainda por cima ele tava... Resumindo, metendo sem dó.
Mara tava totalmente na mão dele.
Era inacreditável...
Se ele ficou puto com o jeito que ela tava com a Sabrina naquela noite, essa não era a forma de me mostrar...
Pra piorar... Como ela gemia!
"Plaf, plaf, plaf" se ouvia pra caralho.
Já não sabia mais o que pensar. Era a minha mina e estavam comendo ela daquele jeito?
Acho que naquela época eu não pensava com clareza.
Era a Mara, minha Mara… E outro cara, com a pica mais comprida e grossa que a minha, tava enfiando tudo nela.
MAR: Aaahhh… Aahhh… Isso, assim… Ooowww…
O som da bunda dela e dos peitos batendo um no outro era brutal.
Pareciam tapas de filme.
Fiquei duro…
Não bastava ter comido ele assim que chegamos, agora também?
Ufff…
A cara de perdição que ela tinha… Não parecia ela…
Não mentiu quando disse que queria “transar muito” nessa nova “juntada”?
Sem palavras…
FRA: Aahh… Caralho, gostosa… Oohhh… Que delícia você tá… Aahh…
MAR: Mmm… Sério? – Respondeu com voz orgásmica.
FRA: Ooohhh… Sim… Tem certeza que tá tudo bem? Mmmm…
MAR: Sim, gato… Ohhh… Não para…
Não dava pra acreditar…
Tudo bem?
Ufff…
O que eu tava fazendo ali? Olhando enquanto ele comia ela daquele jeito…
Será que tô tão fudido da cabeça?
Senti alguém se aproximar.
“O que você tá fazen… Nossa!” – Exclamou com horror, quase.
Era a Sabrina. De olhos bem abertos.
Até ela ficou chocada.
Acho que viu minha cara de confusão.
SAB: Vem, vamos… Quero que você me coma – Disse tentando me levar.
EU: Não… Pera…
Hã?
Ficar ali?
Por que eu disse isso?
Pra que eu queria ficar vendo eles trepando?
Sabrina olhou nos meus olhos.
Algo não me dizia com as palavras dela. Provavelmente, que ela não conhecia essa minha atitude…
MAR: Mmm… Mmm… Mmm…
FRA: Hooo… Hooo…
O jeito que ela gemia. Até a ruiva ficou impressionada.
Era o som da pele dela, se chocando…
FRA: Nunca tinha estado com uma… Oohhh… Caralho…
MAR: Mmm… Fala, puta, igual a mim… Aaaomm…
Sabrina arregalou os olhos.
Ficou muda.
FRA: Ohh… Não ia falar isso… Ahhh… Ia dizer deusa…
MAR: Tanto faz… Umm… – Respondeu enquanto se sacudia.
A ruiva, olhando pra dentro com cara de pôquer, se aproximou de mim e me abraçou por trás, apoiando a cabeça no meu ombro e as mãos na minha cintura.
Me mimou, tipo…
Apesar de tudo… Cru da cena, foi algo reconfortante.
SAB: Deus, o que é isso… – Exclamou acariciando minha barriga.
EU: O que todo mundo procurava…
Mara continuava gemendo como uma louca.
Ficava me perguntando quanto tempo ela aguentaria transando com aquela intensidade.
FRA: Ai… Oh… Encosta no vidro…
Franco, que parecia agitado, recuou um pouco e Mara obedeceu.
Ela ficou de frente pra gente, embora não nos visse…
Os peitos imponentes dela se espremiam no vidro de um jeito foda.
Quando percebeu o instante em que Franco voltou a meter em Mara por trás, Sabrina suspirou no meu pescoço e me beijou.
“Haaaa…”
Mas não foi só isso que ela fez.
Com a mão que acariciava minha barriga, desceu e enfiou dentro da cueca.
Eu continuava olhando pra dentro, enquanto ela passava os dedos em mim.
E quando viu que eu tava com o pau bem duro, me mordeu.
SAB: Amm…
Uff…
Adorei.
A mão quentinha dela segurava meu ferro quente…
EU: Oohh…
SAB: Que pau lindo que você tem, gostoso… – Ela disse me beijando o pescoço, arrastando os lábios e apertando meu pau com a mão.
EU: Você que é linda…
Os gemidos da Mara e o barulho da porta do box se mexendo eram enormes.
“Ahhh… aahhh… Plaf.. Plaff… Plaf…”. Parecia um show de porradas.
Sem contar os gemidos pesados do Franco, pelo esforço que tava fazendo.
“Arrghhh… Arhhh… Oorhhh…”.
Eu imaginava a buceta apertada da Mara sendo violada por aquele rabo.
Uff…
Esfregando contra as paredes da cavidade vaginal dela…
Sabrina suspirava no meu ouvido no ritmo dos gemidos da Mara.
“Mmm… Mmmm…” enquanto subia e descia a pele do meu pau devagar.
Deus…
O que era aquilo tudo?
MAR: Oooohh…. Aarrrgh… – Gemeu Mara, surpreendendo a gente e chamando nossa atenção.
Ela fez como se não conseguisse segurar o grito, descontrolado.
Olhamos pra ela.
Através do vidro dava pra ver o sorriso no rosto dela.
Era diabólico…
SAB: Hoo… – Ela disse, sem parar de me masturbar e acariciar por trás.
Me fez suspirar. Bom, não sei qual das duas…
EU: Haaaaa… — Escapou de mim.
Ao me ouvir, Sabrina veio pra frente.
Olhou direto nos meus olhos, com um olhar profundo, de desejo.
Mara musicalizava o momento com seus gemidos incessantes.
“Aaa… aaaa… aaaa… aaaaaa…”
SAB: Por que você tá com ela tão dura? — Disse me masturbando agora de frente.
O que eu podia responder?
Que eu era um tarado… Um pervertido… Um doente…
MAR: Aaaaerrr, caralho, Franco… Que dura que você tá… Preciso chupar ela, não aguento mais…
Nós dois viramos de repente pra ela.
O que ela tinha dito?
FRA: Oohhh… Mara… Sério?
MAR: É uma pedra… Desculpa… Ooommm… — Ouvi quando ela enfiou na boca como uma desesperada. Assim, até com os próprios fluidos dela impregnados.
FRA: Aaaaarrrrgg… — Gritei
Ficamos paralisados.
Bom, pelo menos eu…
Ela começou a chupar ele como uma puta.
Sim, é isso. Como uma puta.
Através do vidro, vi ela mamando a pica de boca cheia…
Minha Mara…
Sabrina apertou forte minha pica e olhou pasma.
Depois fez algo impensável.
SAB: Não dá pra continuar assim… — Disse se ajoelhando na minha frente.
Me olhou com aquele rubor divino no rosto e fez o mesmo que a amiga.
EU: Ooohhhh… — Gritei quando senti os lábios dela envolvendo minha glande.
Agora ela me chupava…
MAR: Ooommm oommmm ammm… Mmmmmoooo… — Se ouvia.
Eu tava alucinado.
Via Mara chupando pica, enquanto também chupavam a minha.
O calor da boca de Sabrina me envolvia.
Mas diferente da Mara, ela fazia mais devagar e curtindo cada lambida, cada sugada.
Como se tivesse mais… amor…
EU: Oohhh, linda… Você é linda, Sabrina…
SAB: Mmm… Você que é… Mmmm… Leeamm…
FRA: Deus… Que jeito de chupar, gostosa… Aaahh…
Ela não respondeu. Continuou balançando a cabeça no meu colo como se fosse a última pica que fosse chupar na vida.
Forte… Rápido…
Tava me matando o que ela fazia…
Mas Sabrina queria me tirar dali.
Quando eu olhava pra ela, minha atenção ficava ali, com ela.
Que linda…
Esses olhos… Esse olhar… Algo me dizia que com ela, podia Perceber, mas o quê? Será que…?
“Mmmmmmmm” gemeu Mara, trazendo minha atenção de volta para ela.
Franco olhava para cima, quase encostado na parede, com o pau enorme pra frente e, ela, segurava ele pelos glúteos de um jeito absurdo, como se cravasse o paladar no pau dele.
O quê?
Não…
Enquanto o calor da boca de Sabrina me envolvia, eu ia entendendo a dimensão do que a gente despertou…
FRA: Devagar, Mar… Aaahhh…
“Gloc gloc gloc” se ouvia.
O que era tudo aquilo?
MAR: Ooomm… Ommmm… Mmmmm…
FRA: Ahh… Deus… Mais deva… aaahhh…
MAR: Mmm.. mmmm vem, se ajeita aqui!
Ela abriu o box e fez ele se posicionar mais pro lado.
Todo o trajeto longo do pau dele babado balançava pra todo lado.
Franco olhava pra ela como um louco.
Com certeza esperou ansioso pra se encontrar de novo.
MAR: Assim a aguinha não bate na minha cara, hehe…
FRA: Você é linda… Me enlouquece!
MAR: É? Ela disse se ajoelhando de novo na frente dele.
FRA: Sabe a vontade que eu tava de estar com você de novo?
Ela sorria mordendo os lábios e com a cabeça do pau quase na boca.
MAR: Mesmo?
FRA: Sim, você não faz ideia… O que eu pensei em ver meu pau na sua boca de novo…
Ela sorria como uma puta no cio.
E claramente tava assim.
Isso corroía meu cérebro como uma piranha voraz. E ainda por cima, Franco parecia mais solto do que em outros momentos. Mais, à vontade.
MAR: Eu também tava morrendo de vontade de chupar esse pau enorme… Aaaammm.- Ela deu uma bocada.
Já não tinha nenhum freio.
Franco gemeu, quase gritou. “Aaahhh deus, nãoo”
Mara, sem usar as mãos, chupava o pau dele.
Ela mexia a cabeça, olhando pra ele como uma puta.
Chupava ele sem parar.
Segurava nas pernas dele.
“Mmm… Pmm… Mmmm…” saboreava.
Como podia ser tão natural pra ela?
MAR: Mmm deus… leamm… Adoro…
FRA: Haha, você vai me fazer gozar, linda…
MAR: Não importa… vou continuar chupando.-
Cada palavra injetava um universo de prazer nele e um nó que Sabrina desatava em mim.
Todo esse tempo…
Pensar que antes dessa putaria toda, eu tinha a ideia de casar com ela.
Foda-se, tudo foi pro caralho!
Que paradoxal.
Pedir uma mulher em casamento enquanto ela tava devorando um pau na minha frente.
E eu, que deixava a mesma coisa ser feita comigo pela ruiva gostosa…
Só de ver a cara dela…
Deus…
Que confusão do caralho.
Dava pra ouvir a bagunça lá fora, também tavam se divertindo.
FRA: Para, gostosa! Não aguento mais…
“Ommm… Oom… Mmmchp” — ouviu quando ela tirou da boca.
MAR: E se eu colocar aqui? — falou com voz de tesão. Até chamou a atenção da Sabrina, que virou a cabeça.
Mara se levantou um pouco e colocou o pau entre os peitos.
Eu gemi…
Ummmm…
FRA: Ahhh… Quer que eu coma esses peitos? — exclamou, gozando.
MAR: Aham… — respondeu, olhando pra ele.
Mara tava curtindo do jeito que mais gostava.
Ele agarrou o pescoço dela e começou a meter nos peitos dela.
Toda a carne de Franco se enfiava entre os peitos dela, brilhando de água e enormes.
FRA: Viu toda essa porra que gozei em você hoje no quarto? Oohh…
MAR: Sim, porco, você deixou toda minha bunda manchada…
Então era isso que tinha acontecido. Logo cedo, a pele dela já tinha entrado em contato com o sêmen dele?
Sabia que isso podia rolar, mas não nesse nível.
Ela não parava de olhar pra ele como uma putinha.
SAB: Mmm… Gor…
Olhei pra ruiva.
EU: O quê?
SAB: Vamos pro quarto? Unmm… – Ela disse com uma voz bem doce.
EU: Já vamos…
Voltei a olhar pra eles…
Franco tava em chamas.
A pele toda dele deslizava nas tetas molhadas da Mara.
Não podia ser real isso…
Era a Mara… Minha mina…
Como?
MAR: Tô morrendo de vontade de sentir essa pele em mim!
FRA: Ahhh, é? – Ele gemia cada vez mais.
MAR: Sim, já não aguentava mais… Gosto muito do seu pau…
Cada palavra era uma facada. Uma que meu pau parecia ignorar.
SAB: Não se faz de bobo… Unmm… A cabeça… Você sabe melhor que eu que a Mara adora falar putaria… Ummm… – Ela dizia enquanto me dava uns beijinhos.
Precisava de mais.
Mais um pouco e tudo explodia…
Eu olhava…
Até onde isso ia chegar?
Mara apertava os peitos, fazendo a pele do pau do Franco esticar toda, o que dava um prazer extremo pra ele.
FRA: Ahhh, não aguento mais, gostosa…
MAR: Mmm, vai gozar pra mim?
Ele tentava resistir, mas era impossível.
Uma mina como a Mara é única. E no modo puta, melhor ainda…
FRA: Sim, sim, aaa… – Ele gozava como nunca na vida.
MAR: Mmm, que gostoso!
Ela continuava com essas barbaridades…
O que tava acontecendo com ela? Tinha perdido a razão?
Ela tirou o pau dos peitos e começou a bater uma. E fazia tão de perto que o pau batia no queixo dela a cada puxada.
Parecia que ela não tava nem aí que eu também tava debaixo do mesmo teto.
E claramente, não tava.
MAR: Mmm, adoro como ele é comprido, hehe – Ela olhava pro pau e depois pra ele.
FRA: Não, não pode me olhar assim… Ooohh…
MAR: Assim? – Ela falou feito uma submisso.
Ela fez olhinhos de chefe de filme pornô.
Eu não a reconhecia.
Totalmente.
Já tinha visto ela muitas vezes cheia de tesão, mas era comigo.
FRA: Não, linda, oohhh… Você vai me matar…
MAR: Se eu continuar assim, vou raspar a boca toda, hehe… –
Ela sabia muito bem o que tava fazendo e falando.
Não dava pra Não processar mais nada, de tudo que saía do ser dele.
Extremo demais, sujo.
Sujo. Essa é a palavra.
Sabrina se levantou e me pegou pela cintura.
"Chuiik" se ouviu quando me beijou nos lábios.
Ela também olhava pra eles. Percebi o quanto estava surpresa...
FRA: Aaaa... Não... Meu Deus!
Começou a se contorcer, ali parado.
Os gestos dele diziam tudo.
FRA: Aaaerrr... Mmmm...
Mara longe esteve de recuar. Batia uma pra ele cada vez mais rápido.
Franco começou a balançar.
Mara, com cara de sedenta, mostrou a língua.
Hã?
Senti uma facada, como se cravasse no meu peito.
O quê?
Franco começou a gozar e todo o gozo que ele cuspia, se estraçalhava na boca dela.
Bochechas, língua, lábios...
Não entendi nada. Olhava perdido enquanto Sabrina tentava me beijar sem parar de suspirar.
Toda lambuzada com o esperma dele.
Finalmente tinha se atrevido a deixar ele gozar na boca dela...
Não era verdade... Como?
Franco estava viajando. Ela continuava batendo uma pra ele, pronta pra tirar até a última gota.
Enquanto o sêmen escorria, ela lambia e engolia no ritmo das bombadas.
Senti uma dor imensa na pica. Sim, ali.
Imobilizado, juntava tudo que tinha que juntar, pra fazer o que devia.
Será que ela tinha deixado ele gozar na boca mesmo?
Só tinha feito isso comigo...
Observei todas as vezes que ela engoliu, enquanto a mão quente de Sabrina acariciava minha pica.
Ela tinha feito...
Engoliu um sêmen que não era meu. E a cara de prazer dela mostrava. Era isso que ela tanto queria sentir.
Esse tesão. Essa adrenalina de fazer o que não deve.
A pica grossa e grande de Franco estava começando a ceder.
FRA: Ohh... Gostou, gostosa? - Dizia ele enquanto ela pegava nele cada vez mais devagar.
MAR: Sim, tava morrendo de vontade de provar seu gozo...
Ufff...
Aí estava.
Sabrina se arrepiou ao ouvir isso. Apertou forte meu rosto.
FRA: Sério?
MAR: Sim. É a primeira depois da do Jonás...
Passava a língua toda na cabeça dele.
Não queria que ele broxasse ainda.
FRA: Tem certeza que ela não vai ficar com ciúmes? MAR: Não… Fica tranquilo. — Dizia ela sorrindo como se nada tivesse acontecido.
Será que ela realmente achava que isso não ia me deixar com tesão?
FRA: Não acredito que você tomou, hehe…
MAR: Hehe… — Sorriu feito uma puta.
FRA: E você gostou?
MAR: Humm… Hehe…
Quanto tempo mais eu teria que observar?
Parecia uma eternidade.
Cada segundo era um século.
MAR: Vem, deita aqui!
FRA: No chão? — Disse ele, surpreso.
MAR: Sim… — Com cara de tesão.
FRA: Preciso descansar, hehe!
MAR: Vem logo, haha!
O que mais ela pretendia fazer?
Será que ainda ia continuar?
SAB: Deus… Vamos, love… Lindo… — Se corrigiu.
Olhei pra ela.
SAB: Vamos… Vamos… — Disse de novo, me acariciando.
Franco sentou no chão, com as pernas esticadas, esperando a engenhosidade depravada de Mara, que tava explodindo como nunca.
Ela se ajoelhou ao lado dele.
As pernas dela estavam todas vermelhas por causa daquela posição prolongada de boquete no chão.
Sim, joelhos de head master. Por mais inacreditável que pareça.
Ela se agachou no chão.
Ele olhava como se tentasse adivinhar o que viria.
Sem surpresa, ela começou a bater uma pra ele de novo.
FRA: Hehe, não sei se vou aguentar agora, bombom!
Tava exausto depois do que tinha feito há pouco.
MAR: A gente vai ver… — Disse ela sorrindo.
Eu via ela de costas.
Todo o cabelo comprido caía pra trás…
Ela se inclinou pra frente e começou a chupar ele de novo.
Mais?
Deus…
“Gloc… gloc… glomc…” se ouvia.
Ela tava pegando fogo. Não queria saber de parar.
FRA: Ahh… Linda! — Reclamava pela sensibilidade na área.
SAB: Ela não para… Ahh…
“Uom… om… omm…” — Ela balançou a cabeça rapidamente.
Era uma sequência corrupta, promíscua, grotesca.
Franco tava curtindo e sofrendo ao mesmo tempo.
MAR: Hummm, meu truquezinho tá funcionando… — Exclamou com um sorriso de orelha a orelha.
Aconteceu algo incrível.
Ela se levantou um pouco e cruzou a perna por cima do corpo dele.
Ele tava morrendo, segurava a cabeça, se jogando pra trás.
O que ela pensava em fazer?
Curvada sobre ele… pernas, masturbei ele mais algumas vezes, de frente.
Já tava sentindo cansaço, fadiga, o corpo todo doendo.
Era demais.
Mas eu precisava daquilo.
Bati uma rápida pra ele ficar mais duro.
MAR: Hummm, com isso a gente vai se ajeitar… — Ela disse com um sorrisinho safado.
E aí aconteceu o que eu também não esperava.
Algo que quase me fez gritar por dentro, me rasgar.
Ela pegou a rola dele com a mão e, com uma cara de tesão mortal, levou até a porta da buceta dela.
Ia meter assim?
Não. Não era possível.
Com certeza ia brincar no limite… Como vinha fazendo…
Deus… Mesmo assim, já era demais…
Mordendo o lábio, suspirou com a cabeça da rola entre os lábios da buceta dela.
Tava muito perto…
Sabrina olhava, com uma cara que eu nunca tinha visto. Continuava me acariciando…
Mara se mordia, observando como aquela rola parecia enorme perto da vulva dela.
Mas aconteceu mais uma coisa. Algo que nunca vou esquecer.
Contra todas as expectativas, ela se ajeitou mais sobre a barriga dele e… Enfiou tudo.
Abriu a boca com um prazer imenso.
“Aaaaaaah” — exclamou ao enfiar a cabeça.
Um frio arrepiante tomou meu corpo inteiro.
Meu pelo arrepiou.
Ela tinha metido sem camisinha.
Tava dando sem preservativo?
Com todo o tesão que vinha acumulando, sentou completamente em cima dele.
Fiquei estupefato… Imóvel… Como se a alma tivesse saído do corpo.
Sem proteção?
A respiração de Sabrina também acelerou ao ver a cara de Mara.
Não, não… Com certeza tava sonhando… Aquilo não era real…
Olhei pra ruiva como quem diz “tá vendo isso?”
Era muito real…
Queria entrar e agarrar ele pelo pescoço…
Mas ela quem tinha feito aquilo…
Fiquei vermelho de raiva… Uma fúria enorme tomou conta de mim.
Ia matar ele, sem pensar em nada…
Me preparei pra entrar…
SAB: Para… — Ela disse com a mão no meu peito.
EU: O quê?
SAB: Você sabia disso…
EU: Sabia o quê?
Sabrina me olhou confusa, como se não entendesse.
SAB: Mas…
Claro!
Agora entendia tudo.
Aqueles exames…
EU: Os exames médicos?
SAB: Claro… O quê? Você não sabia?" — Ela disse surpresa, enquanto os gemidos da Mara ficavam cada vez mais intensos…
Estavam comendo ela sem camisinha no banheiro…
EU: Não…
Sabrina ficou parada.
Ela realmente não entendia.
Ela também sabia!
EU: Como pode…?
Eu sorri com ironia…
MAR: Aaaahh… Aahhh… Não goza ainda… Aaaahh…
Nunca vi se eram de mais pessoas, além dele.
Com certeza eram de todos os caras.
Ou talvez não.
Mas de uma coisa eu tinha certeza: dessa vez queriam que fosse inesquecível, mais que da última vez.
E pra isso, nada melhor que trazer aqueles certificados de que estavam limpos, pra poder comer sem proteção.
Era tudo muito perverso, até pra mim e minha mente aberta.
EU: Não tô nem aí…
SAB: Hã?
EU: Não tô nem aí pra mais nada… Que ela faça o que der na telha dela… — Falei puto, me afastando pra trás.
Me agitei um pouco…
Minha respiração acelerou.
Lembrei de quando chegamos e eles já estavam trepando depois de 10 minutos.
Quando peguei eles no flagra e o Franco começou a recuar por minha causa, a Mara segurou ele com as mãos.
Com certeza já tavam comendo sem camisinha desde antes e ela não quis que eu visse.
Quando iam me contar?
Já era tudo.
Imagens começaram a vir na minha cabeça.
A primeira foto de calcinha fio dental da Mara que vi no celular dela.
Eu, ameaçando o ex dela pra não encher o saco.
Enquanto isso, ela cavalgava a piroca quase morta do Franco e continuava falando putaria.
MAR: Que gostoso comer assim! aa a a. — Ela gemia que nem uma putinha.
FRA: Ahh… Oohh… Isso…
MAR: Boa ideia a do Fer hehe… mmm..
FRA: Puta merda… Ooohh...
MAR: Você vai me comer os quatro dias, lindo??
Ufff.
FRA: Se você não me matar antes… Ou o Jonás…
MAR: Mmmm não… Ele quer me ver assim, toda puta… Bem puta… Oooh…
FRA: Gostosa, que delícia sentir sua buceta pele com pele… Não imaginava…
MAR: Sério? Seu pau também é uma delícia dentro de mim… Mmmmm. — Ela fazia com a boca.
Sabrina queria me levar…
Algo começou a sair de mim. Não sei o que era, mas estava saindo.
Me sentia como se tivesse corrido 3 Maratonas numa tarde.
Continuavam vindo momentos na minha cabeça.
Ela sorrindo, lavando meu carro, me dando o primeiro beijo, nossos primeiros encontros juntos.
Ao fundo, tocava a música "Never let me down again" do Depeche Mode.
Aquela sensação, aquele mal-estar, estava indo embora de mim.
Ia desaparecendo.
Ela jogou o cabelo para o lado.
Reconheço o quanto ela era gostosa. Cutie demais pra qualquer um. E ainda por cima, tinha virado uma atriz pornô completa.
Os gestos, os gemidos, as poses.
Ela tinha se transformado em alguém totalmente diferente de quem eu me apaixonei.
Não entendia o porquê de tudo isso.
Como ela podia sequer cogitar a possibilidade de eu querer vê-la fazendo isso?
Será que eu tinha a mente tão corrompida?
FRA: Essas tetas… Que vontade de morder, caralho!
Eu sorria pra ela.
Ela adorava ser elogiada.
Mordia o lábio inferior, rebolando a bunda em cima dele.
MAR: Mmm… tá ficando durinho aos poucos…
FRA: É?
MAR: Sim, acho que ele gosta de entrar na minha buceta.
FRA: Ohhh… Sabe onde ele gostaria de entrar?
MAR: Onde? – Exclamou suspirando.
FRA: No seu cuzinho, linda…
Sabrina tapou a boca num reflexo incontrolável, involuntário.
Como?
Mara gemeu.
Deu um grito. "Aaawwwoo…"
E depois sorriu.
Um gelo do inferno grudou na minha nuca.
MAR: É? Você quer comer meu cuzinho? – Respondeu toda excitada, fazendo cara de puta. A cara mais de puta que eu já tinha visto enquanto cavalgava em cima dele, com os mamilos durinhos.
O jeito que ela pegava ele pelo peito e se movia por cima.De um jeito muito safado, concentrado.
Incrível que ela se mexesse assim em cima de alguém que não era eu.
Os flashes continuavam vindo.
Andando na praia, transando em qualquer lugar.
Sabrina me beijava o rosto todo, repetia "quero que você me coma, lindo, vamos".
Eu não conseguia cair na real.
Será que não era um pesadelo?
Tudo que saía da boca dela...
FRA: E aí, gostosa, o que cê diz? Vai me dar essa buceta hoje? Haa... aah...
Mara continuava suspirando forte.
Sorria com os olhos fechados.
Será que eu entrava?
Será que matava ele na porrada?
Ja...
Não tava obrigando ela a fazer nada... Só tava perdido por ela, como muitos poderiam estar...
MAR: Mmmm... Mmmmm...
FRA: Aaahh, que gostosa você é...
Tudo ficava nublado.
Minha cabeça explodia.
Não queria mais ver. Já não precisava mais.
Via todo mundo na minha cabeça.
A Fernanda, a Gabi.
Todas as situações juntas. Uma atrás da outra. Elas viviam aquilo como se fosse normal.
Deus...
Mara gemia cada vez mais...
Os peitos dela se moviam num ritmo hipnotizante pro Franco.
Com certeza era uma noite inesquecível pra ele.
Ele tava comendo ela no pelo...
Não entrava na minha cabeça...
MAR: Deus... deeeeus... Aaaaa.-
FRA: Você me encanta, linda... Quero te comer pra sempre...
MAR: Aaaaaa e minha bunda também? Cê quer ela? aaaaa... Aaaaa.- Ela já gritava sem controle. Não conseguia se segurar.
FRA: Sim, quero sim! Aaaaa....
MAR: Deus, que dura! Siim... Cê quer arrebentar ela com sua batata? Aaaaa.-
Quase não dava pra ouvir.
Parecia um filme. Eu não distinguia o que via.
Tinha que sair dali. Já!
Meu pau continuava duro pra caralho, recebendo carícias da Sabrina, que às vezes também parecia se perder no que rolava dentro daquele banheiro.
FRA: Sim, quero comer bem sua bunda, Mar! Aaaaaa.... Aaa.- Ele gritou.
Mara sorriu que nem uma diaba e se contorceu toda.
Franziu a testa fazendo força.
"Aaaiii..." exclamou sentindo o orgasmo.
Sabrina quase subiu com a perna em cima de mim. Ela também não acreditava.
Os músculos Os traços do rosto dela se contraíram enquanto Franco ofegava.
Era isso que ele queria. Gozar como uma louca.
E ela fazia isso por cima dele.
Eu não conseguia me mexer…
Os dois se contorceram juntos.
As imagens na minha cabeça começaram a sumir.
Passavam mais devagar. Eu via a Sabrina e seus olhos azuis profundos.
Tantas coisas ela me dizia…
Mas faltava algo mais, que acabou me quebrar…
Ele explodiu… Mais uma vez…
Mas não foi só mais um orgasmo qualquer.
Franco tinha gozado e dentro dela…
Mara respirava ofegante.
MAR: Nãão… Gozou dentro de mim… Aaah… Aaah. — Tentava controlar a respiração acelerada.
Caiu sobre ele, apoiando os braços.
FRA: Desculpa… Não aguentei depois do que você disse…
MAR: Pensei que você ia tirar… Aaah… Aaah… — Olhou pra si mesma, como se voltasse a si.
FRA: Não deu mais…
MAR: Bom… De qualquer forma, tomo pílula… — Falou como quem diz “por sorte”, com cara séria.
FRA: Ufa, que sorte…
Tão crua quanto parecia.
Inacreditável.
Eu estava todo suado.
Molhado.
Mas um baita alívio passava pelo meu corpo.
Sim, apesar de tudo isso.
Senti uma espécie de libertação. De tranquilidade.
Tava quase virando as costas e indo embora com a Sabrina. Não ia mais sentir culpa por estar com ela. Mas alguma coisa me parou.
Mara continuava sentada no Franco e estava prestes a se levantar.
FRA: Gostosa… Posso te pedir uma coisa?
Mara, ainda ofegante, respondeu quase caída no peito dele.
MAR: O quê?
FRA: Me dá um beijo? Só um…
Mara arregalou os olhos feito uma boceta, assim como a Sabrina.
Meu coração tava saindo pela boca.
MAR: Haha a gente falou sobre isso, gato… — Pareceu responder, nervosa.
Será que ela ia?
FRA: Só um… Você não faz ideia do quanto eu queria.
Sabrina apertou minha mão.
MAR: Depois de tudo que a gente fez…
FRA: Preciso de um… Haha quero sentir seus lábios… É inacreditável que eu ainda não te beijei…
Mara engoliu seco.
A situação era foda, mas por mais que parecesse, um beijo ela nunca tinha dado.
Que loucura, né?
Com tanta intimidade… Um beijo…
Ha…
MAR: Não, sei lá… Haha…
FRA: Como você diz, depois de tudo que Fizemos… Um simples beijo não muda nada…
MAR: Pode ser… Mas…
FRA: O quê?
O mais doentio é que a pica do Franco ainda estava dentro da buceta da Mara. Ainda estava lá, provavelmente toda lambuzada com o esperma dele e com as substâncias dela…
SAB: Vamos… Eu te desejo muito, gostosa… — Falou bem doce.
EU: Um segundo… — Disse quase suando, mas tentando esboçar um sorriso.
MAR: Mmm… Não sei haha… Não quero que você pense que vou começar a te dar beijos, porque não é assim… Já te falei antes…
FRA: É, nada de beijos haha
Eu observava…
Mara olhava pra ele como se estivesse indecisa, como se pensasse que aquilo seria demais, mas que ao mesmo tempo não significava nada relevante, mais do que já tinham feito…
MAR: Não quero que você crie essa ideia…
FRA: Não, eu sei… Mas morreria por um beijo…
MAR: Acho que não tem nada de errado… Eu sei como o Jonas beija a Sabri…
Claro…
A justificativa…
Sabrina me olhou.
FRA: Não, óbvio…
MAR: Mas vai ser só um… Tô falando sério…
Fechei os olhos por um instante…
Até onde isso vai?
Tava quebrando todos os limites que eu mesmo impus…
Todos eles.
A cara de alegria do Franco era visível.
Será que ela ia fazer isso também?
Sabrina estava chocada. Não conseguia acreditar.
FRA: Vai lá!
MAR: Quietinho e não me agarra…
Com o coração batendo a mil, vi a Mara se inclinar mais e devagar chegar aos lábios dele.
Senti como se um soco explodisse no meu peito.
Sabrina apertou mais forte em mim, até deixou escapar um “não!”.
Ela encostou a boca na dele.
O próprio inferno estava dentro do meu corpo. Também não entendia como minha pica explodia…
Mara suspirou e começou a beijá-lo bem devagar, mal tocando a superfície dos lábios dele.
Mas não parou por aí, não. Gemeu longamente, bem baixinho, começando a se mexer em cima dele.
Minha mente me mostrava algo impossível…
Não, não podia ser verdade. De novo ela balançava a pelve em cima da pica desprotegida do Franco.
Não tinha como minha mente acreditar no que via…
Meu cérebro implorava pra acabar logo.Chega!
Não só comeu ela sem camisinha…
Gozou na boca dela… Por dentro…
E agora tava beijando ela com a pica no pelo, enfiando na buceta dela?
Por quê? Por que ela tava se tremendo de novo?
Era isso…
FRA: OOoohh… Ummm… Ahaaa… — Gozou como nunca na vida.
“Vamos embora agora!” gritou Sabrina.
O que mais eu tinha que fazer ali?
Que fizesse o que quisesse… Não tava mais nem aí… Já era…
A última coisa que ouvi foi um “beleza, já deu, você se satisfez”.
Minha mente não conseguia processar o que eu tinha visto e ouvido.
Foi tudo pro caralho. Passou de todos os limites. E logo na primeira noite…
Por quê?
Prazer?
Vingança?
Não queria nem pensar…
Além disso, se tinha alguém que merecia minha atenção, era a Sabrina, que tinha sido um doce comigo desde que chegou.
Ela também tava chocada.
Respirava ofegante…
Saímos de lá. Direto pra um dos quartos. Não ia mais pensar na Mara. Chega.
O perfume da pele da ruiva mais gostosa que eu já conheci me envolvia num abraço.
Olhava os cabelos ruivos balançando no ritmo dos nossos passos.
Ia comer ela como um louco…
Sim, claro…
17 comentários - Minha prima, Mara 2.5 - Adiantamento CAP 1
si aai arranca el primer capitulo ni me quiero imaginar el resto...
MPM X "un futuro diferente" // MPM XI "pasado, presente y futuro" // MPM XV "la despedida de soltera" // MPM XX "la ves que fuimos a una reunion y sin querer queriendo salio partuza" y asi a llegar a MPM parte mil "El garche de los jubilados" 🤪😂😂😂
Mara va a terminar peor que la fotos que puso el amigo @ariel3417 . ahora si le van a dejar ese orto chorreando sangre... Aunque con todo lo que se la pasó dilatandose el ano tan capaz le hacen un doble anal y ni lo siente... Ojalá Jonás la termine y se quede en la partuza cogiendose a todas, pero que primero la mande a la mierda... Si no, va a ser una decepción más
Por eso dije que Jonás debía volverse loco, PERO PRIMERO mandar a Mara a CAGAR o sea terminar la relación ahí en el acto, no irse como un cobarde a coger con Sabrina y las otras por despecho de lo que está haciendo Mara y repito, VA A SEGUIR HACIENDO.
PEEEEEEEROOOOOOOO
Tomó una postura pasiva y permisiva, aceptando todo lo que hacía Mara, y amparandose en el supuesto "amor" que empezó a sentir por Sabrina, lo cúal siempre dije que era solo una salida para no aceptar que Mara le estaba cagando la cara durisimo... Eso de cogerse a Gabi y a la FALSA de Fernanda porque Mara estaba haciendo y deshaciendo con todos menos con ÉL, es para mí una POSTURA PASIVA Y DE CORNUDO...
En mí opinión Mara dejó de amar a Jonás en cierto momento de su obseción con Franco y cuando se vió sola y que Franco solo la quería para cogerla y poder reventarle el ORTO, ahí si pum le explotó en la cara y vió que estaba jodida y había perdido a Jonás, por eso esa actitud de Jonás de "yo soy el culpable" de los capítulos del 3er libro que publicaste acá me cayeron de la patada, y lo repetí varias veces...
Eso de que dejara a Mara cogiendo con Franco y se fuera como perro abandonado a donde Sarbrina fué de Cornudo expuesto, se dió cuenta que le estaban cagando la cara de frente y el era el unico que "no se había dado cuenta" y lo pongo entre comillas porque estaba era en negación. No quería aceptar que Mara lo tenía de Cornudo y lo iba a seguir teniendo así.
Yo pienso que Jonás debió entrar al baño y mandar a Mara al carajo y pegarle sus buenas trompadas al Franco, y despues tirarle de frente los anillos a Mara ahí mismo en el piso donde los tiró. PEEERO no irse a donde Sabrina, ya que ella sabía todo y tampoco tuvo los cojones de decircelo a Jonás, huyó como una cobarde.